MISSÃO E ESPIRITUALIDADE DO DIÁCONO PERMANENTE

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1 Caderno Teológico da PUCPR ISSN: Licenciado sob uma Licença Creative Commons MISSÃO E ESPIRITUALIDADE DO DIÁCONO PERMANENTE Paulo Antônio Freire 1 Márcio Luiz Fernandes 2 Resumo: Com o presente trabalho, buscou-se identificar e analisar a experiência religiosa dos diáconos permanentes no serviço da Palavra, da Liturgia e da Caridade, bem como a atual visão da Igreja e a autocompreensão destes ministros ordenados a respeito da sua missão com relação aos três pólos de sua atuação, no contexto da dupla sacramentalidade vivida junto à Igreja no Brasil. Fundamentado nos pressupostos teóricos da fenomenologia, o estudo visou refletir sobre a missão e a espiritualidade do diácono permanente na vida da Igreja, considerando as diversas etapas do desenvolvimento humano. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica utilizando-se de documentos da Igreja, livros e revistas especializadas, além de entrevistas em torno do tema. Na primeira fase (2010/2011), foram entrevistados cinco candidatos ao diaconado permanente, e nas fases seguintes (2011/2012 e 2012/2013), foram ouvidos quinze diáconos permanentes em plena atividade nas respectivas comunidades paroquiais, além de cinco fieis leigos, o que permitiu colher uma opinião acerca da receptividade do novo ministério. Através deste trabalho, concluiu-se que as concepções religiosas dos diáconos permanentes são caracterizadas por uma fé adulta, em função da idade e das experiências pastorais, comunitárias e familiares vivenciadas. Identificou-se uma consciência madura e harmônica sobre o serviço à Igreja e os deveres familiares, a receptividade positiva por parte das comunidades, e indícios de maturidade na fé, sobretudo pelas experiências de disponibilidade, caridade e responsabilidade nos âmbitos profissional, familiar e eclesial. Palavras-chave: Diaconato, Serviço, Missão. Como referenciar este trabalho: FREIRE, PAULO ANTÔNIO; FERNANDES, MÁRCIO LUIZ. MISSÃO E ESPIRITUALIDADE DO DIÁCONO PERMANENTE. CADERNO TEOLÓGICO DA PUCPR, CURITIBA, V.1, N.1, P , Bacharel em Teologia pela PUCPR, [email protected] 2 Professor do Curso de Teologia da PUCPR, [email protected] 270

2 INTRODUÇÃO O diaconado 3 permanente foi restaurado pelo Concílio Vaticano II, em harmonia de continuidade com toda a Tradição e com os próprios desejos do Concílio de Trento, com o objetivo de manter viva a diaconia na Igreja, cultivando o sacramento do serviço como referência fundamental a todo o Povo de Deus. Considerado por diversos autores como a mão direita daquele que preside a Igreja local (bispo), o diácono permanente é incumbido de realizar um serviço de animação, reavivamento e organização das comunidades em vista do serviço aos pobres, o que lhe atribui uma experiência significativa para a Igreja em nossos dias. Atualmente 53% das dioceses no Brasil têm diáconos permanentes, sendo que o impulso deste ministério ordenado nos últimos anos vem produzindo frutos prometedores para o trabalho urgente da nova evangelização e constituindo um enriquecimento importante para a missão da Igreja (Documento 157, n. 3 da Declaração Conjunta). O presente estudo pretendeu investigar e refletir sobre a Missão e a Espiritualidade dos diáconos permanentes na vida da Igreja. Considerando as evidentes diferenças entre as etapas do desenvolvimento humano, a religiosidade e as vivências dos diáconos em suas comunidades, teve-se como foco a identificação e análise de informações levantadas sobre suas experiências no serviço da Palavra, da Liturgia e da Caridade, o tríplice múnus atribuído a este ministério. Buscou-se também fazer uma descrição da atual visão da Igreja sobre o diaconado permanente e da autocompreensão dos diáconos acerca da sua missão, no contexto da dupla sacramentalidade vivida em seu ministério ordenado. Ao analisar a experiência religiosa dos diáconos permanentes observaram-se as diferentes etapas do próprio desenvolvimento religioso humano, traçadas por Amatuzzi (2001, p. 47), expressas na religiosidade e em suas vivências refletidas na vida pessoal e da Igreja. Com a possibilidade de ordenação de homens em idade madura, mesmo já unidos em matrimônio (SDO, n. 11), os candidatos emergentes ao diaconado permanente são detentores de experiências de vida em comunidade e familiar, e portadores de um grau mais maduro de fé, decorrente da idade. A ordenação do diácono permanente só acontece após 35 anos de vida e com o consentimento da esposa, se candidato casado (Cân CIC), ou após completar 30 anos se celibatário (Cân 236, apêndice CNBB n. 6 - CIC), diferentemente da ordenação presbiteral que pode acontecer aos 25 anos (Cân CIC). A maturidade exigida para a ordenação favorece também uma melhor autocompreensão da tríplice missão do diácono permanente. Sendo o diácono permanente um consagrado na sua família, no trabalho, na comunidade e na sociedade, pressupõe-se uma 3 Grafia alternativa ao termo diaconato recomendada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB para acompanhar os correlatos presbiterado e episcopado. 271

3 convivência normal com os seus conterrâneos e contemporâneos, como homem do seu tempo, porém sem nunca contradizer o Evangelho e os ensinamentos da Igreja. O Concílio Vaticano II explica que o serviço do diácono é o serviço da Igreja sacramentalizado, onde a graça sacramental, conferida através da imposição das mãos, o torna capaz de prestar os serviços da Palavra, do Altar e da Caridade com uma eficácia especial (AG, n. 16). A RESTAURAÇÃO DO DIACONADO PERMANENTE A restauração do diaconado permanente pelo XXII Concílio Ecumênico, o Vaticano II ( ) 4, em sintonia com a Tradição Neotestamentária e com a prática da Igreja Primitiva, como grau próprio e permanente da hierarquia, estabeleceu condições teológicas e pastorais favoráveis para que este ministério pudesse desenvolver-se plenamente. O primeiro acontecimento importante para o diaconado na América Latina foi a ordenação, pelo Papa Paulo VI, dos primeiros diáconos permanentes, entre os quais quatro brasileiros, durante a celebração de encerramento do Congresso Eucarístico de Bogotá, Colômbia, em O Papa Paulo VI através de suas Cartas Apostólicas Sacrum Diaconatus Ordinem - SDO, de 18 de junho de 1967, e Ad Pascendum - AP, de 15 de agosto de 1972, propôs as primeiras orientações acerca da formação e do estatuto jurídico do diaconado permanente, posteriormente retomadas pelo Código de Direito Canônico CIC, em No Magistério da América Latina e do Caribe encontram-se valiosas orientações para o diaconado permanente, após sua restauração. O Documento de Medellín, já em 1968, pede que se viabilize com urgência este ministério ordenado, pois, sendo oriundos das próprias comunidades, os diáconos permanentes, juntamente com os presbíteros e os religiosos, são os mais indicados para animá-las, através da descoberta e da formação de lideranças para assumir responsabilidades na Igreja local (DM, n. 15). Em Puebla, se reconhece o carisma do diácono permanente como eficaz para a realização de uma Igreja servidora e pobre (DP, n. 697). Em Santo Domingo, enfatiza-se a importância do ministério diaconal para o serviço de comunhão e o seu amplo campo de serviço no continente (SD, n. 76). A V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (2007), realizada em Aparecida, lembra a presença dos diáconos permanentes como discípulos missionários de Jesus Servidor, ordenados para o serviço da Palavra, da Caridade e da Liturgia (DAp, n. 205). 4 Estes são os textos do Concílio Vaticano II que tratam sobre o diaconado: LG 20; 28; 29; 41; OE 17;CD 15; DV 25; SC 86; AG 15 e 16. O principal texto que trata da possibilidade de sua restauração pela Igreja é LG n

4 Os bispos do Brasil tiveram participação efetiva na restauração do diaconado permanente, desde a IV Sessão do Concílio Vaticano II, em 1965, quando analisaram, juntamente com a Comissão Internacional do Diaconado - CID, as suas perspectivas para a Igreja e para o mundo, e aprovaram sua restauração como grau distinto e permanente da hierarquia. Muitos encontros em âmbito regional ou nacional foram realizados em todo o Brasil, visando consolidar a implantação do diaconado permanente e abrir novas perspectivas pastorais. Reunindo bispos, presbíteros e religiosos, nesses encontros foram tratados temas como a formação e seleção dos candidatos, a atuação dos diáconos nas comunidades, e a relação destes com o bispo e com os presbíteros. Em 1985, a CNBB recebeu as orientações pastorais para os diáconos apresentadas pela Comissão Nacional dos Diáconos CND e, em 2003, a Congregação para a Educação Católica reconheceu as Diretrizes para o Diaconado Permanente, aprovadas pela Conferência e publicadas como Documento 74. Com a restauração do diaconado permanente, diversas dioceses brasileiras têm organizado suas escolas diaconais, observadas as diretrizes traçadas pela CNBB 5, com a responsabilidade de formar os candidatos, em todas as dimensões requeridas para esse ministério ordenado, considerando, também, as adaptações regulamentadas pelo Magistério da Igreja em função do seu estado de vida. Nesta formação anterior à ordenação, bem como na sua formação permanente, é recomendada uma atenção especial à experiência que os ministros registram no exercício dos ministérios da Palavra, da Liturgia e da Caridade. Segundo dados publicados pela CND, a Igreja no Brasil detém cerca de sessenta e seis escolas diaconais, com mais de mil e seiscentos candidatos ao diaconado permanente em formação. Informações recentes sinalizam para mais de dois mil e novecentos diáconos permanentes ordenados atuando em diversas comunidades brasileiras. ELEMENTOS TEOLÓGICOS DO DIACONADO PERMANENTE O diácono tem seu primeiro perfil traçado na Primeira Carta de São Paulo a Timóteo: Do mesmo modo, os diáconos devem ser dignos, de uma só palavra, não inclinados ao vinho, sem cobiçar lucros vergonhosos, conservando o mistério da fé com uma consciência limpa. Por isso sejam primeiramente experimentados e, em seguida, se forem irrepreensíveis, exerçam o seu ministério... Os diáconos sejam maridos de uma só mulher, e governem bem a seus filhos e suas próprias casas. Porque os que servirem bem como diáconos, adquirirão para si um lugar honroso e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus. (1Tm 3, ). O ministério apostólico, que perdura até hoje na Igreja, encontra na missão de Cristo 5 Documento 96, cap. III,4. Escolas Diaconais, pp

5 seu fundamento e modelo (LG, n. 10), pois o Filho de Deus, que não veio para ser servido, mas para servir (Mt 20,28), testemunhou e ensinou que quem quiser ser o maior seja o servo de todos (Mc 10,42-45). O Vaticano II retomou a visão bíblica de serviço, situando a hierarquia dentro do Povo de Deus e a seu serviço. O processo de restauração do diaconado permanente se solidificará e encontrará no ministério diaconal sua razão de ser à medida que for capaz de assimilar e testemunhar a diaconia de Cristo (Documento 96, n. 31). A sacralidade do diaconado permanece implícita no testemunho bíblico, patrístico e litúrgico. O Concílio Vaticano II, nos debates e nos documentos, pressupõe a sacramentalidade do diaconado, porém sobre a natureza sacramental do mesmo, fala com prudência. Os problemas interpretativos surgem dos cânones do Código e dos outros textos publicados, depois do Vaticano II. A reelaboração teológica proposta pela Comissão Teológica Internacional CTI trata de integrar na diaconia, que compete a todo Povo de Deus, a configuração sacramental que reveste o ministério do diaconado. Ao exercer seu ministério, o diácono permanente realizará suas funções, marcado por uma graça específica que o configura a Cristo servidor. A razão do diaconado não deve ser procurada apenas no exercício de determinadas funções na Igreja, mas na participação especial da diaconia de Cristo, pela força do Espírito, através do sacramento da Ordem (Documento 96, n. 35). A ESPIRITUALIDADE DIACONAL Da identidade teológica do diácono, provém a sua espiritualidade específica, essencialmente de serviço, que tem como modelo o Cristo Servo. A espiritualidade do serviço é uma espiritualidade de toda a Igreja que, à imagem de Maria, é a serva do Senhor (Lc 1,28), e para que toda a Igreja possa viver melhor esta espiritualidade de serviço é que o Senhor lhe dá um sinal vivo e pessoal do seu próprio ser de servo (Documento 157, n. 11). O diácono permanente, como consagrado aos mistérios de Cristo e da Igreja, deve sempre se esforçar para ser agradável a Deus, na prática da vida litúrgica, do amor, da oração e do serviço divino, bem como no exercício da obediência, da caridade e da castidade. É da caridade pastoral de Jesus que o diácono recebe a força e o modelo do seu agir. Esta é a espiritualidade do diácono, que deve integrar harmonicamente, em cada caso, com a espiritualidade ligada ao seu estado de vida, adquirindo assim conotações diversas conforme vivida por um diácono casado, viúvo ou celibatário (Documento 157, n.12). A espiritualidade do diácono permanente deve ser vivida na centralidade da Eucaristia, na vivência dos sacramentos e de toda a liturgia. Segundo as diretrizes da CNBB para o 274

6 diaconado permanente da Igreja no Brasil, além destes pontos centrais, a espiritualidade diaconal há de ser vivida também na leitura orante da Palavra de Deus, na Liturgia das Horas, na oração pessoal e familiar, na caridade pastoral, na orientação espiritual, na partilha comunitária e na comunhão eclesial (Documento 96, n. 172). A vida espiritual integra o homem em sua globalidade e modela a vida a partir da própria situação pessoal, profissional e religiosa, conforme suas experiências e valores próprios. Na vivência do sacramento do Matrimônio e da Ordem, o diácono permanente construirá uma espiritualidade profunda, envolvendo a esposa e os filhos no serviço de Cristo, no anúncio e na construção do Reino (Documento 96, n. 169). MINISTÉRIO E DIACONIA NA IGREJA A Igreja é chamada a ser comunidade profética menos por aquilo que prega e anuncia em suas palavras e mais pelo que ela é. Conforme a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, ao anunciar, a Igreja não só se preocupa com a vida espiritual das pessoas, mas também irradia luz sobre as sombras que pairam sobre a humanidade, procurando restabelecer a dignidade da pessoa humana (GS, n. 40). A missão da Igreja reveste-se de caráter universal e, através da ordenação, ela coloca seus ministros em estado de missão. No sentido cristão, o ministério ordenado, instituído por Cristo, é participação na missão do Salvador, e neste sentido, se trata de um serviço único e insubstituível prestado à comunidade (2Cor 5,20). Neste contexto, "o diácono define-se como sacramento de Cristo Servo e como expressão da Igreja servidora" (Documento 96, n. 28). Ocupando um lugar privilegiado nessa missão, o diácono permanente desempenha uma função importante na tarefa de tornar a Igreja mais apta para levar ao mundo sua mensagem de verdade e salvação, dadas as suas características de ministro ordenado, casado e com profissão civil, próximo ao bispo e seu presbitério, das famílias, e dos colegas de profissão, como homem de Igreja e profissional que participa ativamente dos acontecimentos do mundo secular (GOEDERT, 2009). O diácono permanente casado é inserido no cotidiano da vida das pessoas, onde, vendo, convivendo e sentindo na própria pele os dramas de seu povo, tem mais possibilidade de exercer, de forma bem visível, o ministério do serviço. A missão específica de zelar com amor pela caridade de todo o povo é típica da sua vocação, como chamado por Deus, em Jesus Cristo, para, na força e liberdade do Espírito Santo, ser sinal permanente na diaconia da Igreja. O diaconado faz parte do sacramento da Ordem e os diáconos permanentes exercem seu ministério a partir de uma graça sacramental. É sacramento da caridade em sentido amplo e expressão do ministério ordenado colocado o mais próximo possível da realidade laical e do 275

7 protagonismo dos leigos (Documento 96, n. 51), sem desvalorizar a condição própria do leigo e os ministérios por ele exercidos. Segundo a Instrução Geral do Missal Romano IGMR, depois do presbítero, o diácono, em virtude da sagrada ordenação recebida, ocupa o primeiro lugar entre aqueles que servem na celebração eucarística (IGMR, n. 94). Revestido das vestes sacras, exerce seu ministério ao lado do presidente, encarregando-se do cálice e do livro ao altar, proclamando o Evangelho e, por mandado do sacerdote celebrante, pode fazer a homilia (cf. IGMR, n. 66), orientando o povo fiel através de oportunas exortações, enunciando as intenções da oração universal, fazendo o convite à paz após a oração, auxiliando o sacerdote celebrante na distribuição da Comunhão, purificando e recolhendo os vasos sagrados e despedindo o povo após a benção final (IGMR, n. 171 a 184). O Beato Papa João Paulo II, em seu discurso aos diáconos permanentes italianos, em 16 de março de 1985, alertou que, no seu grau, o diácono personifica Cristo Servo do Pai, participando da tríplice função do sacramento da ordem: é Mestre, enquanto proclama e explica a Palavra de Deus, é Santificador, enquanto administra o sacramento do Batismo, a Eucaristia e os sacramentais, e é Guia na medida em que anima as comunidades ou setores da vida eclesial (BENDINELLI, 2011, anexo 2). EXPERIÊNCIA RELIGIOSA DOS DIÁCONOS PERMANENTES Através de trabalhos de pesquisa realizados, em três etapas, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR, dentro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica PIBIC, entre 2010 e 2013, observou-se que os diáconos permanentes, sujeitos de entrevistas realizadas no decorrer do estudo, detêm uma história de vida de profundo significado em sua missão. Com envolvimento significativo nas comunidades onde servem desde a fase anterior ao acesso à escola diaconal, eles realizam bem o seu serviço na vivência da dupla sacramentalidade, do Matrimônio e da Ordem. Observando as concepções religiosas dos candidatos ao diaconado permanente, notouse que são caracterizados por uma fé adulta em função da idade e das experiências pastorais, comunitárias e familiares vivenciadas. Evidencia-se, nesta fase, uma consciência madura do ministério almejado quando manifestaram, com convicção, a expectativa alegre e gratificante de mais uma oportunidade de serviço à Igreja, agora numa missão ordenada. Analisando a experiência religiosa dos diáconos permanentes, ficou evidente a atuação madura dos entrevistados no ministério diaconal, caracterizada pela profunda dedicação e envolvimento com o povo de Deus. Destacou-se, na segunda etapa do estudo, a boa acolhida da comunidade à presença do novo ministro ordenado, com um perfil diferenciado, bem como 276

8 a importância da família do diácono permanente no exercício de seu múnus. Ao analisar o ministério diaconal, na etapa conclusiva da pesquisa, com enfoque na autocompreensão e no significado dado pelos próprios diáconos permanentes à sua missão, observou-se que eles compreendem seu importante papel na vida da Igreja e da família. Buscam vivenciar seu múnus com o espírito de Cristo servidor, principalmente naquelas comunidades localizadas nas periferias das paróquias, onde, só através deles, um ministro ordenado se faz presente regularmente. Pelas suas vivências religiosas, fica evidente o compromisso dos diáconos permanentes de formar comunidades, no exercício da missão específica de zelar, com amor, pela caridade de todo o povo, como é típico da sua vocação, bem como sua autocompreensão com relação aos três polos de atuação que lhes são atribuídos. EXPERIÊNCIA RELIGIOSA E O SIGNIFICADO DO MINISTÉRIO DO SERVIÇO PARA OS CANDIDATOS AO DIACONADO PERMANENTE Os candidatos ao diaconado devem estar vitalmente inseridos numa comunidade cristã e ter já exercido com louvável empenho as obras de apostolado, estabelece o Documento 157 (n. 33). Aspectos da maturidade como qualidades humanas, capacidade de relação, maturidade afetiva, educação para a liberdade e para a consciência moral deverão ser tomados em consideração, tendo em conta a idade e formação precedente dos candidatos, e deverão ser planificados com programas personalizados, ressaltam a Congregação para a Educação Católica e a Congregação para o Clero (Documento 157, n. 70). Nas entrevistas com candidatos ao diaconado permanente ficou evidente uma maturidade na busca do ministério diaconal. Constatou-se que 80% dos entrevistados apresentam idade superior a 40 anos, portanto com um grau mais maduro de fé (AMATUZZI, 2001), e significativas experiências de vida em comunidade e familiar, sendo a maioria homens casados e com efetiva caminhada de igreja. Um único candidato solteiro, mas também com idade superior a 40 anos, afirmou que teve seu sonho de ser padre frustrado na adolescência, no entanto nunca desistiu de sua vocação e sempre permaneceu atuante na sua comunidade. Todos os candidatos apresentaram um histórico de atuação pastoral de vários anos, em vários campos, com destaque para o ministério da Palavra e palestras em encontros pastorais, nas comunidades. Um dos candidatos entrevistados, com idade entre 51 e 60 anos, segundo grau completo, casado, disse que participa ativamente de grupos de casais e movimentos em sua paróquia; é filho de uma família numerosa (dez irmãos); tinha vontade de ir para o seminário, mas não foi possível. Casou-se jovem e participou, juntamente com a esposa, do movimento de 277

9 Cursilhos da Cristandade, de um curso de liderança na Arquidiocese de Curitiba, e dos movimentos de Marianos e de Irmãos. Depois foi convidado, com a esposa, a serem Ministros Extraordinários da Eucaristia e ficaram muito ligados ao trabalho com as famílias, participando de vários retiros e outros encontros. Sempre com a esposa ao seu lado, rezando o terço e atuando no Movimento de Irmãos, mais tarde foram convidados a coordenar a Pastoral Familiar e nunca deixaram de atuar junto aos casais. Atualmente têm feito algumas palestras em retiros, atuam como casal Liturgia nos encontros e estão sempre envolvidos com a parte espiritual também. Percebeu-se, assim, que as vivências religiosas e de serviço refletem, para os candidatos ao diaconado permanente, o significado das experiências de vida em comunidade e familiar, como homens casados, na sua maioria, e com significativa caminhada de Igreja, atuando em vários campos como fiel leigo. EXPERIÊNCIA RELIGIOSA DOS DIÁCONOS PERMANENTES E A RECEPÇÃO DAS COMUNIDADES O ministério do diácono permanente é o de ajudar a abrir os olhos da comunidade para enxergar a realidade dos pobres, excluídos, marginalizados e desamparados, buscando suscitar ações permanentes que conduzam à recuperação completa do bem-estar e cidadania, ajudando a construir a solidariedade. O diácono torna-se construtor desta solidariedade na medida em que, pelo seu ministério da caridade, que lhe é peculiar, anima e suscita o serviço na comunidade. Todos os diáconos permanentes entrevistados, nesta fase da pesquisa, apresentaram um histórico de atuação pastoral de vários anos, confirmando pesquisa anterior, com destaque agora para o Ministério da Palavra. Trabalho em várias pastorais, especialmente na pastoral da Liturgia; dou uma força em nove comunidades, declarou um dos entrevistados. O diácono permanente está sempre a serviço; aos sábados sempre tem celebrações; fazemos casamentos, batizados, exéquias; estamos 24 horas à disposição da paróquia, afirmou outro diácono abordado. Ficou evidente nas entrevistas, tanto por parte dos diáconos, quanto pelos leigos, a importância da participação da família, em especial das esposas, no exercício do ministério diaconal, quando se busca servir a Deus e à comunidade, dentro do sacramento do Matrimônio. Depoimentos de diáconos afirmando que a esposa acompanha sempre (representa 70% do diaconado) ; ela dá sempre uma correção ; marido e mulher estão ligados e voltados para o serviço ; e de leigos das comunidades onde atuam, afirmando que o fato de serem casados, acredito que é um grande exemplo para toda a Igreja Católica ; 278

10 quando o diácono celebra, a família sempre está junto, atestam a vivência efetiva da dupla sacramentalidade. Os diáconos permanentes são bem recebidos nas comunidades, face à sua dedicação e seu espírito de serviço, conforme depoimentos de membros das comunidades, que afirmaram: o diácono foi bem acolhido pela comunidade inteira ; a comunidade gosta muito dele ; ele está sempre disposto a atender a todos ; somos muito gratos por tê-lo aqui na comunidade ; o diácono é essencial aqui na paróquia. Normalmente oriundos da própria comunidade, onde já atuavam em pastorais ou movimentos juntamente com suas famílias, antes de sua ordenação, os diáconos permanentes, ao receberem o sacramento da Ordem, passaram assim a marcar sua presença de maneira mais integralizada nas comunidades com calorosa acolhida. O diaconado permanente ainda é novidade para muitos católicos, porém, tanto na ótica dos fieis leigos, quanto na dos presbíteros atuantes na mesma Paróquia, tem sido muito bem aceito por parte das comunidades, sendo às vezes até confundido com um padre ou frei, sobretudo quando seu ministério é exercido com amor fraterno e caridade. Um dos entrevistados teve seu processo de indicação e ordenação com efetiva participação da comunidade, quando foi o escolhido entre cinquenta nomes de paroquianos indicados pelo pároco. A exceção desta boa acolhida aos diáconos permanentes acontece, eventualmente, por parte de alguns presbíteros que ainda não assimilaram a diversidade de seus ministérios, diferentes entre si e complementares um do outro (TABORDA, 2011, p. 207), fato constatado em depoimento de um dos diáconos entrevistados, incardinado em uma paróquia cujo pároco foi substituído logo após a sua ordenação. EXPERIÊNCIA RELIGIOSA E MINISTÉRIO DIACONAL O diácono permanente é chamado a tornar visível em todas as realidades existenciais, e não apenas na perspectiva eclesial, a sacramentalidade do seu ministério presente na dimensão do Cristo servidor. Na sua maioria, homens casados, os diáconos permanentes realizam o ministério apoiado no sacramento do matrimônio, ganhando o seu serviço à Igreja uma nova dimensão, fruto da graça matrimonial e da graça sacramental do diaconado. No diaconado permanente a família está em primeiro lugar, pois, sem o exercício da caridade familiar, não é possível ao diácono permanente exercer a mesma prática na comunidade. Um dos diáconos permanentes entrevistados deu o seguinte depoimento: sou casado há 28 anos, temos dois filhos, e o ministério nos exige bastante. Às vezes minha esposa fica em outra atividade e eu fico aqui. O diaconado é bastante exigente da compreensão da família. Tenho a liberdade de falar com o padre: olha, este final de semana eu preciso de folga para a 279

11 família. Primeira vocação é o matrimônio, depois é que a gente se dispõe ao diaconado. É preciso estar atento para não exagerar com as atividades na Igreja e se esquecer da Igreja doméstica. Outro entrevistado destacou, com relevância, a importância da evangelização em sua missão, ao afirmar que dentro do ministério diaconal a gente tem a responsabilidade de levar aquele Cristo que a gente viveu, que experienciou, não só servindo no altar, não só fazendo todas as atividades que um diácono faz como no batismo e no casamento, mas no sentido de comunicar as outras pessoas este Cristo, esta sua experiência no Cristo. Um terceiro diácono entrevistado destacou a consciência do exercício do múnus diaconal, também citada pelos demais, afirmando que: exercer esta função para mim é tudo ; ser diácono é ser um transformador da sociedade ; na minha vida diaconal tive desafios, momentos de fraqueza. Eles acontecem, mas a gente acaba sempre superando na união matrimonial ; no diaconado eu busco aquilo que está dentro de mim, na simplicidade e na humildade. Pelas vivências religiosas dos diáconos permanentes, fica evidente o compromisso de formar comunidades. Outro diácono afirmou, na entrevista, que sua paróquia atual fica a seis quilômetros de sua residência, mas ele está sempre presente: ligam-me quando precisam. A gente tem que conciliar a família, a paróquia e também a diocese". "O povo está sedento, carente de alguém que pare para ouvir, clama por acolhida e por ser ouvido", declarou outro entrevistado, único diácono incardinado, ao lado de dois presbíteros, em uma paróquia que detém nove comunidades, além da matriz, num bairro com mais de trezentos mil moradores. A experiência do serviço da Palavra e da Liturgia e, em especial, a prática da diaconia na dupla sacramentalidade, também foram destaques nas entrevistas: o diácono é como um herói, pois ele tem a família, o trabalho e a comunidade: a Igreja ; tenho ficado mais na celebração da Palavra; mesmo nas missas, o padre delega ao diácono para fazer as homilias; aprendi muito por ter que atuar sempre diante da assembleia ; minha esposa compreende minha missão e me dá todo o apoio. Conclui-se, através da análise das entrevistas e da observação participante acerca da concepção e das ações dos sujeitos, que os diáconos permanentes detêm uma história de vida de profundo significado em sua missão, com envolvimento significativo nas comunidades onde servem. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em seu percurso histórico, desde a sua restauração pelo Vaticano II até os dias de 280

12 hoje, a missão do diácono permanente vem sendo clarificada e aprofundada por documentos e intervenções do Magistério da Igreja, nomeadamente a Comissão Teológica Internacional. Não restam dúvidas que o diaconado é um dom do Espírito Santo que traz a toda a Igreja o carisma da diaconia, especialmente aos ministros ordenados. O ofício diaconal desenrola-se entre os três polos próprios da missão da Igreja: solidariedade (caridade), Palavra e liturgia. O eixo articulador do ministério diaconal é o serviço, pois reduzido à pregação e à liturgia, mas alheio à caridade, o ministério estaria truncado. Por outro lado, se o diácono dedicasse exclusivamente à ajuda caritativa e à administração, sem anunciar a Palavra de Deus e atuar na eucaristia, sacramento que não pode ser separado do sacramento do irmão necessitado, também seria insuficiente. O serviço da Palavra dá dimensão cristã do serviço aos pobres, e o diácono permanente tem como função levar a Palavra ao concreto da prática solidária, testemunhando a caridade cristã e encorajando os cristãos a levar a sério o Evangelho. A partir do serviço aos mais pobres, cabe ao diácono o serviço litúrgico, para recordar que "não há eucaristia sem lava-pés" e que a celebração eucarística é a celebração da unidade, lugar específico de mostrar a dimensão de serviço própria da Igreja (TABORDA, 2011, p. 202). Na reflexão relativa ao ministério diaconal, surgem dificuldades como a articulação das atividades pastorais com a profissão e a vida familiar, permeada por exigências próprias de um testemunho de autenticidade na família e no trabalho. As distâncias a vencer de modo continuado entre o lugar de residência e comunidades onde exerce o ministério, o financiamento das atividades no exercício do ministério e na gestão do tempo, e o exercício concreto da corresponsabilidade ministerial própria do presbítero e do diácono, também são aspectos relevantes a serem considerados. A participação ativa na programação conjunta da ação pastoral paroquial na formação permanente, assim como o desconhecimento do povo de Deus sobre a sua identidade e missão, são exemplos de desafios enfrentados pelos diáconos em seu tríplice múnus. Olhar as dificuldades como oportunidades e os desafios de uma intervenção pastoral nos ambientes profissionais, sociais, culturais onde se insere, consciente de ser enviado a anunciar o Evangelho, são motivações evidentes no exercício do diaconado permanente. Na perspectiva da sacramentalidade, o diácono permanente é convocado a ser testemunho vivo de uma dimensão do ministério de Cristo, pertencente a todos os batizados. Na comunidade cristã, a disponibilidade do diácono permanente constitui a expressão prática da configuração sacramental com o Cristo-Servo, recebida através do sacramento da Ordem. A formação recebida, além de garantir preparação teológica e pastoral para o exercício do ministério, facilita progressiva conformação de toda a sua existência com Cristo, que ama e serve a todos. Esta é uma meta e um apelo permanente para o ministério e a vida do diácono permanente. A partir dessa perspectiva, poder-se-ia pensar que o ministério diaconal deveria 281

13 ser incrementado em todas as dioceses, e a Igreja particular, sem a presença de diáconos permanentes para o exercício desse ministério específico, seria uma Igreja pobre, carente dessa vocação destinada a destacar a representação de Cristo enquanto Servo. REFERÊNCIAS AMATUZZI, Mauro Martins. Esboço de teoria do desenvolvimento religioso. In: PAIVA, Geraldo J. de (Org.). Entre necessidade e desejo. São Paulo, SP: Loyola, 2001.p BENDINELLI, Júlio César. Diaconia da Palavra O ministério e a missão do diácono permanente. São Paulo: Paulus, Bíblia de Jerusalém. Edição em língua portuguesa. 5ª. impressão. São Paulo: Paulus, Código de Direito Canônico (Codex Iuri Canonici). Promulgado por João Paulo II, Papa. 11ª. Ed. São Paulo: Loyola, Citado como CIC. CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II. Ad Gentes (1965). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citado como AG.. Dei Verbum (1965). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citada como DV.. Gaudium et Spes (1965). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citada como GS.. Lumen Gentium (1964). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citada como LG.. OrientaliumEcclesiarum (1964). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citado como OE.. SacrosanctumConcilium (1963). Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citada como SC.. Christus Dominus (1965).Compêndio Vaticano II: Constituições, decretos, declarações. 4ª. ed. Petrópolis: Vozes, Citado como CD. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL (CNBB). Diretrizes para o Diaconado Permanente da Igreja no Brasil. São Paulo: Paulinas, Citado como Documento 96. CONSELHO EPISCOPAL LATINO-AMERICANO (CELAM). Documento de 282

14 Aparecida. São Paulo: Paulinas, Citado como DAp.. Conclusões da Conferência de Medellín. In: Documentos do CELAM. São Paulo: Paulus, 2005, p Citado como DM.. Conclusões da Conferência de Puebla. In: Documentos do CELAM. São Paulo: Paulus, 2005, p Citado como DP.. Conclusões da Conferência de Santo Domingo. In: Documentos do CELAM. São Paulo: Paulus, 2005, p Citado como SD. CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA. Normas fundamentais para a formação dos diáconos permanentes. São Paulo: Paulinas, Citado como Documento 157. CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Diretório do ministério e da vida dos diáconos permanentes. São Paulo: Paulinas, Citado como Documento 157. GOEDERT, V. M. O Diaconato Permanente e o Mistério de Cristo. In: Revista Encontros Teológicos no. 54. Florianópolis, SC: ITESC, P INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO. Brasília, DF: Edições CNBB, Citado como IGMR. PAULO VI PAPA. Carta apostólica Ad Pascendum, Petrópolis: Vozes, Carta apostólica SacrumDiaconatusOrdinem. Carta apostólica motu proprio com normas para o restabelecimento do diaconado permanente na Igreja Latina. Petrópolis: Vozes, Citada como SDO. TABORDA, Francisco. A Igreja e seus ministros: uma teologia do ministério ordenado. São Paulo: Paulus, Submetido em 16 de novembro de 2013 Aprovado em 29 de novembro de

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