8.3. FMEA (Failure Mode and Effects Analysis)
|
|
|
- Gabriella Dias Pacheco
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 seu produto nas unidades respectivas de cada grandeza, isto é, o produto tem $4,50 na característica "custo", 170 mm na característica "dimensão", e assim por diante. As colunas "concorrente };' e "concorrente B" são as comparações de cada característica da qualidade com os produtos concorrentes. Por exemplo, o abridor do "concorrente};' custa $1,60, o do "concorrente B" custa $1,99, e o abridor em desenvolvimento custará $4,50. Finalmente, a "qualidade projetada" é a meta que a empresa determinará para cada característica. No caso da característica da qualidade "custo", o objetivo é reduzir para $2,50 de forma que o produto torne-se mais competitivo no mercado. É necessário observar que cada qualidade projetada, ou o que deve ser priorizado (onde deverá ser investido esforços e recursos), deve ser orientada pela importância absoluta da característica da qualidade, calculada anteriormente, em conjunto com a comparação do desempenho do "produto da empresa" em relação ao(s) concorrente (s). A última linha, "unidades" são as expressões das grandezas que cada característica da qualidade é avaliada, uma vez que as características da qualidade devam ser mensuráveis FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) FMEA significa Fai!ure Mode Effects Ana!Jsis, ou seja, são as iniciais em inglês para o que pode ser traduzido como "Análise dos Modos de Falhas e seus Efeitos" ou "Análise dos Modos e Efeitos das Falhas". Também é conhecida como Potentia! Fai!ure Mode, Effect, and Critica!ity Ana!Jsis (PFMECA), mas é mais comum ente conhecida como FMEA. Essa metodologia foi inicialmente desenvolvida nos anos 60 pela NASA, para obter maior confiabilidade nos projetos da indústria aeroespacial. Posteriormente, a técnica foi incorporada por outros setores industriais, mais especificamente nas indústrias aeronáutica e nuclear. No final dos anos 60, a Ford americana identificou a necessidade do uso de uma técnica estruturada para detectar e prevenir problemas em potencial. Foi então feita a implantação do FMEA para projetos, utilizada para considerar que toda e qualquer falha potencial fosse levada em conta no desenvolvimento de projetos novos, modificados ou regulares. Pouco mais tarde, em 1972, a Ford desenvolveu um programa de confiabilidade no qual incluía um módulo de treinamento da aplicação de FMEA para processos. Nos anos 80, passou a ser muito usada na indústria automobilística em geral, estendendo-se para seus fornecedores na indústria de autopeças. Conceitualmente, a FMEA é um método analítico para identificar e documentar de forma sistemática falhas em potencial, de maneira a eliminá-ias ou reduzir sua ocorrência, através de uma metodologia estruturada que pode ser aplicada durante o estágio de desenvolvimento de novos produtos (mas também para produtos regulares) ou processos (novos e atuais, ou seja, já implantados). Na verdade, existem basicamente três tipos: FMEA de Sistema, FMEA de Projeto e FMEA de Processo. O FMEA de Sistema é usado para analisar sistemas e subsistemas na fase de concepção. Concentra-se nos modos de falhas potenciais associados às funções do sistema, causados por deficiências de projeto, incluindo interações entre os elementos do próprio sistema e interação com outros sistemas. Seus objetivos são: Selecionar a alternativa ótima de projeto; Estimar se a alternativa escolhida pode atingir a confiabilidade almejada; Identificar modos de falhas potenciais causados pela interação com outros sistemas; Auxiliar no desenvolvimento de técnicas de gerenciamento de diagnóstico e falhas.
2 o FMEA de Projeto é geralmente conduzido quando o detalhamento do projeto está disponível. Deve ser baseado no FMEA de Sistema, é mais detalhado, e envolve a análise de causas específicas de falhas em componentes individuais. Seus objetivos incluem: Identificar os modos de falha no início do desenvolvimento do projeto; modo de falha é a maneira pela qual uma falha ocorre no componente ou sistema. Alguns exemplos típicos de modo de falhas são: Fadiga Deformação Desgaste (prematuro) Estabelecer prioridade para as ações de melhoria; Documentar as razões das alterações de projeto do produto para orientar futuros desenvolvimentos; Fornecer informações para ajudar a desenvolver programas de testes de verificação de projeto; Auxiliar na seleção de materiais e processos de fabricação. O FMEA de Processo é usado para analisar processos de fabricação e de montagem. Deve ser conduzido quando o processo de fabricação já foi definido. Pode ser usado quando o processo foi alterado ou mesmo para analisar questões de qualidade relacionadas a eles. Dentre seus objetivos, pode-se citar: Identificar as deficiências nos processos para permitir implantação de controle para redução de ocorrência de produtos defeituosos; Identificar parâmetros críticos e relevantes dos processos, auxiliando na elaboração de planos de controle; Estabelecer prioridade para as ações de melhoria; Documentar as razões das alterações de projeto do produto para orientar futuros desenvolvimentos. Uma falha significa que um componente, ou o sistema como um todo, não atende às especificações ou não cumpre os requisitos funcionais definidos no projeto. Por sua vez, o Colapso Trinca Redução de peiformance Desalinhamento Vibração Etc. Deve ser notado que as falhas em potencial são expressas em termos "físicos" e não como sintomas sentidos pelo cliente. A partir da ocorrência de determinada falha, seus efeitos devem ser descritos tendo em vista como o cliente a notará. Os efeitos devem sempre ser descritos em termos do desempenho do produto ou sistema, como por exemplo: Ruído Operação intermitente Parada de operação Falta de segurança Instabilidade
3 As causas das falhas são os motivos pelos quais elas ocorrem, associadas a cada modo de falhas. Exemplos de causas de falhas são: D Projeto de Produto FMEA D Revisão de Projeto de Produto Cliente Aplicação CD D Processo D Revisão de Processo Data I I Produto IProcesso 0 Fornecedor I Áreas envolvidas Nome do Data elaboração Item Componente _1_1- Atual ou Processo Falhas Possíveis Índices Modo Efeito(s) Causa(s) Controles O G D R Sobrecarga Manutenção inadequada Etc. o conceito de risco é usado para avaliar e definir os mecanismos para eliminar as falhas. Na realidade, o fator de risco é calculado como função das conseqüências das falhas em potencial (gravidade), probabilidade delas acontecerem (ocorrência), além da probabilidade de serem detectadas. Existem, portanto, índices de ocorrência, gravidade, e detecção, que são usados para análise de cada falha. Os resultados são registrados em um formulário padronizado, como no exemplo da Figura 8.12, seguida pelas instruções de preenchimento. 0 (2) Os campos para preenchimento indicados no formulário são: I CD - Indicar se a FMEA é para Produto ou Processo, assinalando se é indicado para novos produtos/processos ou revisão de produtos/processos. o -Este campo corresponde ao cabeçalho do formulário e deve ser preenchido o nome do produto ou processo, cliente e fornecedor, aplicação do produto, áreas envolvidas, etc. Pode também constar o nome dos membros da equipe. o - Numeração seqüencial correspondente ao item. o - Além do nome do componente ou processo, pode ser preenchido o código definitivo ou código do protótipo. Também pode ser preenchido a função do componente. - Indicar o tipo de falha que pode ocorrer. O modo de
4 falha é a resposta para a questão: Como o componente ou sistema poderá - Indicar a conseqüência da falha. O efeito da falha é a resposta à questão: O que a falha pode ocasionar? o -Indicar os motivos pelos quais a falha ocorre. A causa da falha é a resposta à questão: O que provoca tal falha? ou Porque tal falha ocorre? - Listar os controles que pretendem prevenir a causa de uma falha ou detectar sua causa ou modo de falha. Determinar Ocorrência Gravidade Detecção os índices: - Indicar os índices de ocorrência (O), gravidade (G), e detecção (D), descritos a - Calcular o fator de risco, através da multiplicação dos índices anteriores. um processo A seguir é detalhada a seqüência para elaboração de de FMEA Seqüência para Elaboração de um Processo de FMEA A Figura 8.13 sugere uma seqüência da FMEA, detalhada na seqüência. para elaboração 1º - Definição da Equipe A primeira etapa na elaboração do processo da FMEA é a definição da equipe responsável pela execução. A exemplo da aplicação do QFD, a elaboração do FMEA depende de um envolvimento de pessoal proveniente de várias funções na organização. Dessa forma, a equipe deve ser formada com membros de diversos setores da empresa, tais como: marketing; vendas, engenharia de produto e processo, qualidade, compras, e produção, dentre outras áreas. Deve ser nomeado um responsável pela coordenação dos trabalhos, elaborado um cronograma de atividades prevendo prazos de conclusão dos trabalhos, e divididas as tarefas entre os membros do grupo. 2º - Definição dos Itens Em seguida, deve-se identificar os itens que serão considerados. Conforme descrito anteriormente, a FMEA pode ser conduzida para produtos ou processos em fase de concepção ou aqueles que já se encontram implantados. Se forem produtos ou processos novos, deve-se identificar os componentes (ou etapas do processo) que a equipe tem menor conhecimen-
5 to. Deve-se levantar os produtos ou processos semelhantes já implantados têm apresentado na empresa, a fim de detectar-se quais são os que mais falhas. Além desses fatores, deverão ser levantados quais componentes do produto ou etapas do processo são mais críticos sob o ponto complexidade. No caso de produtos de vista funcional ou de ou processos já implantados, deve-se selecionar aqueles que apresentam mais falhas, através de relatórios internos do controle de qualidade, ou externos da assistência técnica ou relatórios de reclamações de clientes. Deve-se também determinar-se quais são os itens mais críticos, ou seja, aqueles em que suas falhas terão maior conseqüência sobre o sistema como um todo. Para cada item escolhido devem ser ainda definidos os itens de controle, identificada a função de cada componente e respectivas metas de desempenho, ou indireta com outros. e verificado quais os itens que têm relação direta Na seqüência, os dados devem ser coletados. A equipe deve reunir todas as informações possíveis sobre o item em estudo (produto ou processo), tais como: desenhos, memoriais de cálculo, especificações de materiais, normas internas ou externas (nacionais ou internacionais), procedimentos de ensaio e inspeção, fluxogramas do processo, roteiros de fabricação, FMEAs realizados em produtos ou processos similares, registros internos e externos de falhas, dados de Controle Estatístico do Processo, dentre outros. A partir dessas informações, deve ser determinado os procedimentos para documentação dos trabalhos e registros das etapas de execução do FMEA. 4º - Identificação dos Modos de Falhas e seus Efeitos Em função dos dados reunidos anteriormente, todos os possíveis modos de falha e seus efeitos devem ser identificados e registrados a fim de avaliar-se, posteriormente, sua gravidade. Os "modos de falha" são os eventos que conduzem a uma diminuição parcial ou suspensão total da função de um produto ou processo, dentro de suas metas de desempenho. Os "efeitos das falhas" são as maneiras como os modos de falha afetam o desempenho do sistema, sob o ponto de vista do cliente, ou seja, quais serão as conseqüências que poderá sofrer o cliente caso aconteça o tipo de falha identificado. É necessário ter o cuidado de não confundir-se o efeito com o modo de falha, lembrando que um modo de falha pode ter mais de um efeito. Por exemplo, se o modo de falha é o desalinhamento de um eixo, o efeito pode ser desgaste prematuro nos mancais ou travamento do eixo de rotação; ou ainda se o modo de falha é porosidade no material, o efeito dessa falha pode ser vazamento de ar no sistema. As "causas das falhas" são os eventos que geram (provocam ou induzem) o aparecimento do tipo (modo) de falha. Nesse caso, o diagrama de Ishikawa também é recomendado, relacionando para cada falha suas possíveis causas. A análise das causas mais prováveis deve ser feita com base nos dados levantados anteriormente, experiência dos membros da equipe na especialidade de cada um, informações obtidas através da análise do projeto ou processo, testes ou simulações e históricos anteriores quando possível. No exemplo anterior (item 4), a falha do eixo desalinhado (modo), o desgaste prematuro nos mancais ou travamento do eixo em rotação (seus efeitos), pode ter sido causada por erro de montagem, peça (eixo) danificado antes da montagem ou fora de especificação (por exemplo, retilineidade do eixo). 6º - Identificação dos Modos de Detecção Deve ser ainda identificado como possíveis falhas poderiam ser detectadas. Dentre as falhas, algumas podem não ser
6 detectadas e eliminadas, mas o efeito delas pode ser percebido pelo cliente. Esse problema deverá ser considerado, fazendo ainda uma classificação das providências para detectar falhas tais como: facilmente implementáveis, aquelas que podem ser implementadas com certa dificuldade, ou muito difíceis de serem implementadas. A Tabela 8.3 apresenta um exemplo, onde são relacionados o Modo de Falha, seu Efeito e Causas. Tabela Modo de Falhas, Efeito e Causas num Braço de Suspensão. Modo de Falha Efeito(s) Causa(s) Fadiga Para cada falha identificada deve ser determinado os índices de: o eixo separa-se no braço inferiar com possível perda de con- trole do veículo Material inadequado Defeito no material Qaminação) 7º - Determinação dos Índices Críticos das Falhas produto ou processo novo, o índice poderá ser determinado através de dados estatísticos ou relatórios de falhas de componentes similares, dados obtidos de fornecedores ou literatura técnica. Se a FMEA for de um produto ou processo já implantado, poderão ser utilizados relatórios de falhas internos ou da Assistência Técnica, dados obtidos de fornecedores ou literatura técnica, gráficos de controle, ou outros dados obtidos do controle estatístico do processo, ou ainda históricos de manutenção, se existirem. O índice de gravidade deve refletir a gravidade do efeito da falha sobre o cliente. Os efeitos das falhas devem ser examinados, classificando-os quanto ao grau de insatisfação que poderão trazer ao cliente. Também deve ser verificado qual o grau de discordância com relação às metas de desempenho previamente estabelecidas. O índice de detecção avalia a probabilidade da falha ser detectada antes que o produto chegue ao cliente. Ele deve ser atribuído olhando-se para o conjunto "modo de falha-efeito" e para os controles atuais exercidos. As listas de verificação que relacionam as falhas e seus modos de detecção, elaboradas anteriormente, ser examinadas para determinação do índice de detecção. devem Finalmente, calcula-se o índice de risco para cada falha levantada. Esse índice é calculado pelo produto dos três índices anteriores: Risco ("R") O índice de ocorrência é uma estimativa das probabilidades combinadas de ocorrência de uma causa de falha, e é determinado através de uma "nota" para cada causa dessa falha. Se tratar-se de As Tabelas 8.4, 8,5 e 8.6 indicam os critérios para o estabelecimento dos índices de ocorrência, gravidade e detecção, baseados nas tabelas da Ford Motor CompaY!J Tabelas baseadas no manual da Ford: Potential Failure Mode and Effect Analysis in Design (Design FMEA) - Instruction Manual, Ford Motor Company, EU 163, 1984.
7 Tabela Índices de Detecção. Índice Critério Probabilidade Ocorrência 1 Probabilidade Remota O Excepcional 2 Probabilidade Baixa 1/ Rara 3 1/ Probabilidade Moderada 1/2.000 Ocasional 5 1/ / Probabilidade Alta 1/100 Freqüente 8 1/20 9 Probabilidade Muito Alta 1/10 Inevitável 10 1/2 Índice Probabilidade de Detecção ou Probabilidade do Defeito Chegar ao Cliente 1 Muito Alta 0-5% 2 Alta 6-15% % 4 Moderada 26-35% % % 7 Baixa 56-65% % 9 Muito Baixa 76-85% % Índice Critério Observação 1 Sem Gravidade A ocorrência não causará nenhum efeito no sistema O cliente não será capaz de notar a ocorrência da falha 2 Gravidade Baixa Os efeitos quase não são percebidos 3 O cliente não notará perda de desempenho do sistema 4 Gravidade Moderada Perda progressiva de desempenho Gravidade Alta O cliente notará insatisfeito a falha e ficará Baixa eficiência. O sistema poderá deixar de operar 8 O cliente perceberá a falha e ficará muito insatisfeito 9 Gravidade Muito Alta Pode envolver problemas de segurança 10 O cliente perceberá muito insatisfeito a falha e ficará FMEA l8j Produto o Processo O Revisão de Projeto O Revisão de Processo ~odelo/au1o Coupê/1998 Aplicação Conj. Suspensão dianteira Data revisão 12/ dez/ 1997 Equipe P. Catarini, Y Kim, C. Lou, r. Son C. Alves, A. Castelli Fornecedor Ítem Áreas envolvidas Vendas, produção, eng. produto, processo, qualidade Data elaboração Nome do Com- Atual 06/jun/1997 ponente ou Processo Falhas Possíveis Índices Modo EfeitD(s)Causa(s)Controles O G D R 1 Braço da Fadiga o eixo sobrenenhum suspensão separa-se carga do braço material ensaio de inftrior tensão a errado (possível cada bobina perda de espessura controle inade- inspeçãopor ch wituh) quada amostragem
8 É importante observar que no exemplo acima o formulário é simplificado, ou seja, foi preenchido somente para a análise da FMEA. Entretanto, deve constar as ações preventivas recomendadas e adotadas. As ações recomendadas são aquelas que devem ser registradas para eliminação da falha ou redução da sua gravidade ou ocorrência, por exemplo, redimensionamento, revisão de cálculos de resistência à fadiga, modificação das tolerâncias, etc. No caso das ações preventivas adotadas, essas são as condições resultantes, isto é, as medidas efetivamente adotadas, lembrando que nem todas as ações recomendadas são adotadas. Após as ações preventivas (adotadas) terem sido implementadas, as falhas (modo, efeitos, causas) devem ser reavaliadas através de seus respectivos índices. Espera-se, portanto, que os índices de criticidade das falhas - ocorrência, gravidade e detecção - e o índice de risco tenham seus valores reduzidos Benefícios e Desvantagens da Aplicação da FMEA A aplicação da FMEA permite obter uma série de vantagens e benefícios, tais como: Melhoria da qualidade, confiabilidade e segurança; Melhoria da imagem da organização e aumento de competitividade; Aumento da satisfação dos clientes; Redução do tempo de desenvolvimento e custos; Documentação e rastreamento das ações tomadas para reduzir riscos de qualidade; Identificação e seleção de alternativas como oportunidades de melhoria (melhoria contínua); Contribuição na prática de engenharia simultânea; Padronização de procedimentos e registros; Maior interação entre as áreas ou departamentos da empresa, com melhoria acentuada na comunicação e relacionamento entre elas. Como o desenvolvimento do FMEA é formalmente documentado, ele permite: Padronizar procedimentos. Na abertura de uma ação corretiva, por exemplo, independentemente do tipo e de quem irá encaminhar as ações para sua solução, com a FMEA tem-se um procedimento padrão para ser usado para todos os produtos e processos da organização. Fazer um registro histórico de análise de falhas. Posteriormente, poderá ser utilizado em outras revisões de produtos ou processos, e no encaminhamento de ações corretivas em produtos similares. Uma vez completado, a análise de um produto ou processo usando FMEA fica como referência para análises futuras de outros produtos ou processos similares, permitindo uma diminuição dos custos do trabalho. Selecionar e priorizar projetos de melhoria A partir do resultado dos fatores de risco na análise de um determinado sistema, produto ou processo, evidencia-se quais são aqueles cujas ações devem ser tomadas. Isso é particularmente importante na determinação das modificações de projeto, ou investimentos em processos que deverão ser conduzidos. Obter registros de Qualidade Assegurada A documentação gera um registro dos procedimentos e
9 ações tomadas para prevenir os problemas advindos de falhas ou defeitos nos produtos. Fica portanto registrado as atividades de qualidade assegurada. Entretanto, existem também algumas desvantagens na aplicação da FMEA, como por exemplo: -Alto custo Os custos podem chegar a até 10% dos custos de desenvolvimento. Porém, deve ser considerado que todo e qualquer investimento realizado com a finalidade de prevenir, resultará em retorno, no sentido de não haver gasto posterior para correção de falhas. Deve ser feita uma atualização permanente dos formulários, bem como arquivamento dos processos já realizados. Essas atividades, bem como a geração das planilhas, conduzem a um processo burocrático. Por exemplo, planilhas de FMEA para análise de chicotes elétricos de automóveis podem chegar a 9 páginas; na aplicação para conjuntos complexos como máquinas, por exemplo, o total de páginas pode alcançar até 70. Esse aspecto negativo pode ser minimizado pelo uso de aplicativos computacionais apropriados, que também otimizam a elaboração das planilhas e análise dos resultados. O questionamento da eficácia no planejamento da qualidade pode levar a problemas de relacionamento entre os membros da equipe. Neste caso, a escolha do coordenador dos trabalhos passa a ser um aspecto importante para que tais problemas sejam minimizados.
FMEA. FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha)
FMEA FMEA - Failure Mode and Effects Analysis (Análise dos Modos e Efeitos de Falha) Técnica auxiliar no projeto de sistemas, produtos, processos ou serviços. Flávio Fogliatto Confiabilidade 1 FMEA - Definição
FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha. José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar
FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha José Carlos de Toledo Daniel Capaldo Amaral GEPEQ Grupo de Estudos e Pesquisa em Qualidade DEP - UFSCar FMEA - Análise do Tipo e Efeito de Falha 1 1 Introdução
Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos
F-MEA Análise do Modo de Falhas e Seus Efeitos ADPO ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1 F-MEA Failure Mode and Effects Analisys Conceito É uma metodologia analítica utilizada para garantir que problemas
a norma utiliza o termo PANE para expressar falha.
FMEA Prof. Andréa CONCEITO DE FMEA CONCEITO DE FMEA ABNT, na norma NBR 5462 (1994), adota a sigla originária do inglês FMEA (Failure Mode and Effects Analysis) e a traduz como sendo Análise dos Modos de
CHECK - LIST - ISO 9001:2000
REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da
FERRAMENTAS DA QUALIDADE
FERRAMENTAS DA QUALIDADE FEMEA Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 1 Análise do Modo e Efeito das Falhas Desenvolvido pela Professora Patrícia Roggero 2 -
GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES
GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES 1. OBJETIVO O Gerenciamento de Modificações consiste em prover um procedimento ordenado e sistemático de análise dos possíveis riscos introduzidos por modificações, de identificação
Aplicabilidade das Data: FMEA Falta de Energia Elétrica. 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011
Aplicabilidade das Ferramentas Título da da Palestra: Qualidade Data: FMEA Falta de Energia Elétrica 3º SEPAGE - Coren-SP 22/07/2011 História dos Riscos Construção do Empire State 1930 102 andares Cenário
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL
PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9
Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este
Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP
Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001
SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006. Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração
Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO PAS 99:2006 Especificação de requisitos comuns de sistemas de gestão como estrutura para a integração RESUMO/VISÃO GERAL (visando à fusão ISO 31000
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS
APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...
Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos
Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim INTRODUÇÃO A norma ISO 14001 faz parte de um conjunto mais amplo de normas intitulado ISO série 14000. Este grupo
A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos
INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que
Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009
Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento
QUALIDADE DE SOFTWARE. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1
QUALIDADE DE SOFTWARE Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 27 Slide 1 Objetivos Apresentar o processo de gerenciamento de qualidade e as atividades centrais da garantia de
Engenharia do Produto
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Curitiba Departamento de Eletrônica Engenharia do Produto Slides elaborados a partir de Rozenfeld et al. (2006) AULA 6 Favor colocar
Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:
Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos
FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos)
Curso e-learning FMEA - 4ª. EDIÇÃO (Análise dos Modos de Falha e de seus Efeitos) Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão
Simulações em Aplicativos
Simulações em Aplicativos Uso Avançado de Aplicativos Prof. Marco Pozam [email protected] A U L A 0 5 Programação da Disciplina 20/Agosto: Conceito de Project Office. 27/Agosto: Tipos de Project Office.
Análise Estruturada de Sistemas
Análise Estruturada de Sistemas Capítulo 3 Estudo de Viabilidade Definição das Necessidades Funcionais O propósito desta etapa é produzir um documento formal que contenha uma descrição detalhada da proposta,
CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES
CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás
Sistema de Gestão da Qualidade
Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, [email protected] RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma
Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação
QP Informe Reservado Nº 70 Maio/2007 Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação Tradução para o português especialmente preparada para os Associados ao QP. Este guindance paper
CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:
4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos
CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO
Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP
Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar
Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas
Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International
Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA
Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA Brasília, abril/2006 APRESENTAÇÃO O presente manual tem por objetivo
Revisão ISO 14001 + ISO 14004 Sistema de Gestão Ambiental. DQS do Brasil Ltda. Página 1
Revisão ISO 14001 + ISO 14004 Sistema de Gestão Ambiental DQS do Brasil Ltda. Página 1 Cronograma para a revisão ISO 14001 15 de Novembro, 2004: Publicação da ISO 14001:2004 Agosto 2004: Apresentação do
Lista de verificação (Check list) para planejamento e execução de Projetos
www.tecnologiadeprojetos.com.br Lista de verificação (Check list) para planejamento e execução de Projetos Eduardo F. Barbosa Dácio G. Moura Material didático utilizado na disciplina Desenvolvimento de
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO
Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria
Tópico: Plano e Estratégia. Controle interno e risco de auditoria i Professor Marcelo Aragão Trabalhos de outros auditores ou especialistas Complexidade das transações Volume das transações Áreas importantes
Desempenho da Fase Analítica. Fernando de Almeida Berlitz
Indicadores de Desempenho da Fase Analítica Fernando de Almeida Berlitz Ishikawa Estratégia e Medição PARA QUEM NÃO SABE PARA ONDE VAI, QUALQUER CAMINHO OS SERVE... Processos PROCESSOS Não existe um produto
GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO
GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional
Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004
QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004
PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES
Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 1
1 INTRODUÇÃO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO (PCM) Parte 1 Luiz Carlos Dorigo Até a Segunda Guerra Mundial as atividades de Manutenção Industrial eram fundamentalmente atividades de Manutenção Corretiva.
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT
MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como
Processo de Não Conformidade, Produto Não Conforme e Melhorias
Dono do Processo Bruno Silva Mendonça Substituto: Marilusa L B Bittencourt Aprovado por Comitê da Qualidade Analisado criticamente por Representante da Direção 1 OBJETIVOS Estabelecer o mecanismo de identificação
Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade
3 Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade Não existe um jeito único de se implementar um sistema da qualidade ISO 9001: 2000. No entanto, independentemente da maneira escolhida,
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às
APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS
1 APLICAÇÃO DA FERRAMENTA FMEA NOS PROCESSOS DA MICRO EMPRESA MARMITEX EXPRESS Bruno Ricardo Duarte 1 João Koji Fujita Ribeiro de José Antonio Bueno 4 Renato Francisco Saldanha Silva 5 RESUMO O presente
Gerenciamento de Incidentes
Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que
Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA. Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção
Análise de Modo e Efeito de Falha Potencial - FMEA Apostila e Tabelas Recomendadas para Severidade Ocorrência e Detecção Professores: Diego Mondadori Rodrigues Ernani Matschulat Viviane Dorneles Tobias
Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos
Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: ([email protected]) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de
Este trabalho tem como objetivo propor um modelo multicritério para a priorização dos modos de falha indicados a partir de uma aplicação do processo
1 Introdução A atual regulamentação do setor elétrico brasileiro, decorrente de sua reestruturação na última década, exige das empresas o cumprimento de requisitos de disponibilidade e confiabilidade operativa
REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL
REDUZINDO AS QUEBRAS ATRAVÉS DA MANUTENÇÃO PROFISSIONAL Luiz Rodrigo Carvalho de Souza (1) RESUMO O alto nível de competitividade exige que as empresas alcancem um nível de excelência na gestão de seus
PROCEDIMENTO GERENCIAL
PÁGINA: 1/10 1. OBJETIVO Descrever o procedimento para a execução de auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema de gestão da qualidade é eficaz e está em conformidade com:
Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...
APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas
PLANEJAMENTO E PROJETOS. Lílian Simão Oliveira
PLANEJAMENTO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS Lílian Simão Oliveira Contexto Gerentes lutam com projetos assustadores e com prazos finais difíceis de serem cumpridos Sistemas não satisfazem aos usuários Gastos
CARTILHA PARA O USO DA MARCA
Página 1 de 11 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO Este procedimento é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade da BRICS. Quando disponível em domínio público, está sujeito a alterações sem aviso
MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015
MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000
F.1 Gerenciamento da integração do projeto
Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos
APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho
APPCC e a Indústria Alimentícia Prof. MSc. Alberto T. França Filho O que é APPCC? O Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle Portaria N 46, de 10 de fevereiro de 1998 Art. 1 O que motivou
GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas
Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler
Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler Introdução Objetivos da Gestão dos Custos Processos da Gerência de Custos Planejamento dos recursos Estimativa dos
Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial
Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções
OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING
OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos
ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO
ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO OBJETIVOS Para definir as razões para a investigação de acidentes e incidentes. Para explicar o processo de forma eficaz a investigação de acidentes e incidentes. Para
Segurança e Auditoria de Sistemas
Segurança e Auditoria de Sistemas ABNT NBR ISO/IEC 27002 4. Análise, Avaliação e Tratamento de Riscos 1 Roteiro (1/1) Definições Análise e Avaliação de Riscos Tratamento de Riscos Matriz de Análise de
Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção
Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos
PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16
PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 16 Índice 1. Orçamento Empresarial...3 2. Conceitos gerais e elementos...3 3. Sistema de orçamentos...4 4. Horizonte de planejamento e frequência
ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES
V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO
O Acordo de Haia Relativo ao Registro. Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens
O Acordo de Haia Relativo ao Registro Internacional de Desenhos Industriais: Principais características e vantagens Publicação OMPI N 911(P) ISBN 92-805-1317-X 2 Índice Página Introdução 4 Quem pode usufruir
Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL
Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL É proibida a reprodução total ou parcial deste documento por quaisquer meios
4 Metodologia de Gerenciamento Integrado de Riscos
4 Metodologia de Gerenciamento Integrado de Riscos Neste capitulo iremos apresentar a metodologia escolhida para a elaboração do estudo de caso que incorpora a análise quantitativa dos riscos financeiros.
Guia de Manutenção de Edificações
PROJETO DE PESQUISA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETO DE PESQUISA TÍTULO ENTIDADE Abraman Associação Brasileira de Manutenção COMITÊ DE ESTUDOS Comitê de Manutenção Centrada na Confiabilidade COORDENAÇÃO Eng.
PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL
PDCA FERRAMENTA GERENCIAL AMBIENTAL Importância PDCA Diretriz para a organização; Aproveitamento de novos espaços e layout; Redução e controle de riscos; Gerenciamento dos recursos com maior eficiência,
ISO 9001:2008. Alterações e Adições da nova versão
ISO 9001:2008 Alterações e Adições da nova versão Notas sobe esta apresentação Esta apresentação contém as principais alterações e adições promovidas pela edição 2008 da norma de sistema de gestão mais
Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES
Implementação MPS.BR 26 de maio de 2008 4 horas de duração e-mail: (DEIXAR EM BRANCO) RESULTADO: Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 Q7 Q8 Q9 Q10 Nota INSTRUÇÕES Para a maioria das questões você tem mais de uma opção e
Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU
Auditoria e Segurança da Informação GSI536 Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Aula passada Pergunta É possível saber se as normas, políticas, procedimentos, processos e controles adotados estão funcionando
3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos
3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo
Conceitos. Conceitos. Histórico. Histórico. Disciplina: Gestão de Qualidade ISSO FATEC - IPATINGA
Disciplina: FATEC - IPATINGA Gestão de ISSO TQC - Controle da Total Vicente Falconi Campos ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001 Prof.: Marcelo Gomes Franco Conceitos TQC - Total Quality Control Controle da Total
2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional.
O Prêmio Inova+Saúde é uma iniciativa da SEGUROS UNIMED que visa reconhecer as estratégias de melhoria e da qualidade e segurança dos cuidados com a saúde dos pacientes e ao mesmo tempo contribua com a
Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 06/04/2011
Melhoria Contínua PDCA/SDCA e suas ferramentas 6/4/211 PRODUTIVIDADE O que é o melhoria contínua? Quando se tem o Gerenciamento da Rotina implantado temos a melhoria tipo escada sempre melhorando o resultado
Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi
Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto
Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha [email protected] http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento
Instalações Máquinas Equipamentos Pessoal de produção
Fascículo 6 Arranjo físico e fluxo O arranjo físico (em inglês layout) de uma operação produtiva preocupa-se com o posicionamento dos recursos de transformação. Isto é, definir onde colocar: Instalações
A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE
A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE ULRICH, Helen Departamento de Engenharia de Produção - Escola de Engenharia
Artigo Os 6 Mitos Do Seis Sigma
Artigo Os 6 Mitos Do Seis Sigma Celerant Consulting A metodologia do Seis Sigma a abordagem Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar (DMAIC) para resolução de problemas e as ferramentas a serem usadas
FMEA. Definição Medição Análise Melhoria Controle. Pág 1
FMA Controle de Qualidade FMA Pág 1 FMA que vamos aprender... FMA Ferramentas de Definição Pág 2 FMA FMA Failure Mode & ffects Analysis FMA é um método sistemático para identificar, analisar, priorizar
Introdução à Qualidade de Software. Profº Aldo Rocha
Introdução à Qualidade de Software Profº Aldo Rocha Agenda O que é Qualidade? O que é Qualidade de Software? Qualidade do Produto e do Processo Normas e Organismos Normativos Qualidade de Software e Processos
Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s
1 Guia de recomendações para implementação de PLM em PME s RESUMO EXECUTIVO Este documento visa informar, de uma forma simples e prática, sobre o que é a gestão do ciclo de vida do Produto (PLM) e quais
ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas
ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento
Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?
MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Conceito de Manutenção segundo o dicionário Michaelis UOL 1. Ato ou efeito de manter (-se). 2. Sustento. 3. Dispêndio com a conservação
{Indicar o tema e objetivo estratégico aos quais o projeto contribuirá diretamente para o alcance.}
{Importante: não se esqueça de apagar todas as instruções de preenchimento (em azul e entre parênteses) após a construção do plano.} {O tem por finalidade reunir todas as informações necessárias à execução
Decidir como medir cada característica. Definir as características de qualidade. Estabelecer padrões de qualidade
Escola de Engenharia de Lorena - EEL Controle Estatístico de Processos CEP Prof. MSc. Fabrício Maciel Gomes Objetivo de um Processo Produzir um produto que satisfaça totalmente ao cliente. Conceito de
