Agrupamento de Escolas Martim de Freitas
|
|
|
- Zilda Quintão Alencar
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Projecto Educativo 2009/2013 O que verdadeiramente nos interessa é educarmos de modo a contribuirmos para uma sociedade aberta e dinâmica, mas só cooperando, conseguiremos ultrapassar obstáculos, e perseguir sonhos e utopias. 1
2 Índice Introdução Projecto Educativo: Para que serve? Como e quando surgimos Quem somos População Escolar Pessoal Docente Pessoal Não Docente Diagnóstico da Situação/Análise de Contexto Pontos Fortes Pontos Fracos Para onde Vamos Missão, Visão e Valores Como lá Chegamos Finalidade 1 Organizar para o Sucesso Finalidade 2 Formar para uma cidadania responsável, individual e colectiva Finalidade 3 Envolver Todos 2
3 O Projecto Educativo deve ser atractivo, benéfico e funcional para a comunidade educativa, distinto de qualquer outro, selectivo em todas as decisões, coerente com os princípios que estabelecer, distribuidor de responsabilidades, flexível no seu desenvolvimento, rendível quanto aos recursos, inovador, atento às realidades locais e às aspirações de cada um, potenciador da melhoria organizacional e do sucesso escolar e educativo e aberto à sociedade. Alves, J. Matias (1992) Organização, Gestão e Projecto Educativo das Escolas 3
4 Introdução A educação, assume no nosso tempo uma responsabilidade colectiva e a escola tem de se mobilizar para a formação integral do indivíduo que se quer livre, crítico, interventivo e mobilizado para as grandes questões da contemporaneidade. Estamos conscientes da importância e da responsabilidade, dos valores que nos devem orientar, num esforço conjunto para levar a cabo a tarefa de ensinar e educar, mas só cooperando, conseguiremos ultrapassar obstáculos, e perseguir sonhos e utopias. Cada um deve liderar o seu propósito, manter-se resoluto e decidido, ser protagonista no mundo em que quer viver. Este Projecto Educativo consagra as aspirações de todos nós, que fazemos parte da escola, e lança-nos desafios que queremos e sabemos que podemos ultrapassar. E isso, só é possível se a nossa escola, e todos aqueles que a ela estão ligados, se envolverem neste projecto e o sentirem como Seu. A partir da realidade envolvente importa catalisar a Escola como um TODO, numa atitude de diálogo permanente, optimizando as capacidades de cada um, para a partir daí definir metas e objectivos exequíveis tendo em vista a prestação de um serviço educativo de qualidade, de modo a responder aos desafios que diariamente se nos colocam. 4
5 Projecto Educativo: para que serve? Para guiar a acção: Diagnóstico Planeamento Metas Avaliação intermédia Continuidade do sistema Plano de melhoria Como e quando surgimos A Escola Martim de Freitas foi criada em 1973 com a designação Escola Preparatória Martim de Freitas, tendo sido instalada em pavilhões pré-fabricados em terrenos localizados junto da Avenida Calouste Gulbenkian. Foi posteriormente deslocada para as instalações actuais, umas dezenas de metros afastada do primeiro local. Na área geográfica da Escola situam-se o Hospital da Universidade de Coimbra, o Hospital Pediátrico, o Mosteiro de Celas, a Maternidade Bissaya Barreto, a Faculdade de Economia, o Instituto Superior Miguel Torga, o Centro de Saúde de Celas, as Piscinas de Celas, a Casa Municipal da Cultura, a Biblioteca Municipal, o Instituto Português da Juventude, várias instituições sociais, diversas instituições bancárias, centros comerciais e outros estabelecimentos de serviço público. Desde Julho de 2003 o Agrupamento de Escolas Martim de Freitas é constituído pela E.B.2/3 com o mesmo nome, E.B.1 de Montes Claros, E.B.1 de Santa Cruz, E.B.1 dos Olivais, E.B.1 da Conchada, E.B.1 de Coselhas, a EB1 do Hospital Pediátrico. A partir do ano lectivo 2008/2009, o Jardim de Infância dos Olivais e o Jardim de Infância de Montes Claros passaram a fazer parte deste Agrupamento. Morada da escola sede Rua André Gouveia, Coimbra Telefone Fax Endereço do Portal [email protected] 5
6 Localização da escola sede do Agrupamento no mapa da cidade O que Somos População Escolar A população escolar tem-se mantido relativamente estável apesar da transferência de alunos para a Escola Secundária José Falcão e este ano lectivo para a Escola Secundária Quinta das Flores, no que se refere aos alunos do Ensino articulado da Música. No último triénio houve um aumento residual do nº de alunos com ASE, verificando-se o maior aumento na Escola Sede. Da nossa população escolar, 75% habita na nossa área de influência, sendo 25% oriunda dos arredores, mas cuja área de trabalho dos encarregados de educação se situa na área das escolas do agrupamento. O agrupamento de escolas tem vindo a dar particular atenção aos alunos com necessidades educativas especiais de carácter prolongado e que constituem cerca de 5% de toda a população escolar. Existem grandes expectativas em relação ao futuro tanto por parte dos alunos como dos encarregados de educação. 6
7 A avaliação interna apresenta um sucesso elevado na generalidade das disciplinas, sendo a avaliação externa, quer nas provas de aferição, quer nos exames nacionais bastante superiores à média nacional. Os nossos alunos têm tido um desempenho relevante sempre que participam em concursos externos, tanto a nível regional como nacional, registando-se também um grande número de alunos que são distinguidos com diplomas de excelência e valor. No que se refere às ocorrências disciplinares no \entanto, uma percentagem significativa de alunos nem sempre cumpre os seus deveres de acordo com o Regulamento Interno. Pessoal Docente A estabilidade do corpo docente ainda é considerável, apesar de no último triénio se terem aposentado muitos docentes, sobretudo em alguns grupos disciplinares, o que originou alguma mobilidade De referir o empenho e o dinamismo que a maioria dos docentes tem revelado, quer no que diz respeito à sua função enquanto orientadores do ensino aprendizagem, quer como mobilizadores de dinâmicas que vão para além deste aspecto e que se prendem com a formação integral do aluno e que se tem concretizado através de clubes, projectos e diversas acções formativas. Importa também acrescentar a participação dos docentes em acções de formação de carácter transversal, cuja importância é significativa para dar uma resposta adequada às necessidades dos nossos alunos. Pessoal não Docente O corpo de assistentes técnicos e assistentes operacionais é muito estável, estando mais de 95% a trabalhar no Agrupamento há mais de 3 anos. Os assistentes técnicos têm demonstrado interesse em se manterem actualizados e em dar resposta às exigências crescentes, quer a nível administrativo, quer no atendimento à comunidade educativa. No respeitante aos assistentes operacionais, tem-se registado, nos últimos três anos, uma maior aproximação aos alunos, que se traduz numa intervenção mais empenhada e eficaz no sentido de os orientar na sua postura e no cumprimento das regras de convívio social. No entanto, sente-se ainda necessidade de lhes proporcionar formação na área das relações interpessoais para um desempenho mais adequado das suas funções. 7
8 Associação de Pais e Encarregados de Educação Desde 2001/2002 que existe uma Associação de Pais que se tem pautado por uma participação dinâmica e cooperante tendo dado importantes contributos para a melhoria do Agrupamento. A participação quer no Conselho Pedagógico, quer na Assembleia de Escola /Conselho Geral, tem sido de uma regularidade e assiduidade notáveis A participação dos pais na vida escolar dos seus educandos tem vindo a aumentar, através dos contactos semanais com os Directores de Turma, bem como nas reuniões de final de período. Têm sido realizadas três reuniões por ano entre a Direcção e os Representantes dos Encarregados de educação, sendo debatidos problemas inerentes à Escola. Os Representantes são incentivados a reunir com outros Encarregados de Educação de modo a auscultar opiniões e prôpor melhorias. Protocolos e Parcerias Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Faculdade de Ciências do Desporto Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Coimbra Escola Superior de Enfermagem-Coimbra Departamento de Engenharia Mecânica Centro de Recursos Educacionais da APPACDM ARCA CEARTE Pense Indústria Centros de Saúde de Celas e Eiras Hospital Pediátrico Fundação da Luta Contra a Sida (CAOJ Coimbra) Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral Projecto CROA dos Ministérios da Educação e da Cultura Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra Teatro Académico Gil Vicente IBILI (Instituto Biomédico de Investigação da Luz e da Imagem) EPIS (Empresários Pela Inclusão Social) 8
9 ISA Autarquia Museu Machado de Castro CPCJ Centro de Bem-Estar Social Sagrada Família Mosteiro de Santa Clara-a-Velha Conservatório de Música e Conservatório Regional Análise de Contexto Pontos Fortes Resultados obtidos nas provas de Aferição dos 4º e 6ºanos superiores às médias nacionais; Resultados obtidos nas provas de Exame Nacional do 9º ano superiores às médias nacionais; Abandono escolar, no Agrupamento inferior a 0,1%, ou inexistente Adesão dos alunos às actividades,competições e projectos, sendo uma mais-valia na sua aprendizagem e na sua formação global; Trabalho articulado dos docentes de Educação Especial, Psicóloga, Directores de Turma, docentes Titulares de Turma e de Disciplina no diagnóstico, referenciação, avaliação e definição de medidas a aplicar; Satisfação da maioria do pessoal docente e não docente com o clima global de escola; Elevado nível de satisfação da maioria dos Encarregados de Educação com o serviço educativo prestado e com a relação escola-família; Elevado nivel de satisfação dos alunos em relação à Escola, que recomendaria a amigos Estabelecimento de parcerias com diversas instituições e entidades com impacto na valorização das aprendizagens; Dinâmica da Biblioteca Escolar; Dinâmica cultural e desportiva; Elevadas expectativas dos alunos e das famílias; Elevados níveis de escolaridade da maioria dos EE; Associações de Pais e EE empenhadas e interventivas. 9
10 Pontos Fracos Elevado número de elementos da comunidade escolar que dificulta a relação interpessoal, organização e funcionamento; Conhecimento insuficiente sobre a organização e funcionamento das escolas por parte de um número significativo de pais e EE; Alguma desvalorização das hierarquias intermédias por parte dos E.E. na resolução de problemas; Algumas dificuldades no controlo das entradas e saídas das escolas; Dificuldade de cumprimento de normas por parte de alguns alunos; Articulação Curricular sequencial entre ciclos ainda incipiente Coordenação e acompanhamento ainda insuficientes das actividades de enriquecimento curricular por parte de subcoordenadores de departamento e professores titulares de turma e das actividades de C.A.F. pelas Educadoras de Infância Implementação dos critérios comuns de actuação ainda não totalmente conseguida Insuficiente formação dos assistentes operacionais na área do desenvolvimento pessoal, social e profissional; Cumprimento nem sempre uniforme dos critérios de avaliação; Pouca visibilidade dos bons resultados obtidos por parte dos alunos; Benchmarking irregular. 10
11 Para Onde Vamos Missão Tem como finalidade prestar à comunidade um serviço educativo de elevada qualidade, dando uma resposta eficaz às diferentes necessidades, tendo em conta o carácter único e dinâmico da ESCOLA e promovendo uma atitude positiva e cooperante. Visão Uma escola de referência pela humanização, abertura à comunidade, inovação e qualidade do serviço educativo prestado. Princípios e Valores Promover a cidadania responsável, a solidariedade e o respeito, potenciando as capacidades de cada um; Fomentar o sucesso escolar e profissional de todos; Optimizar a reflexão, partilha e co-responsabilização numa perspectiva pluralista; Incentivar o rigor, exigência e valorização do trabalho realizado. Estimular a criação de valores de aceitação da diferença, da tolerância, da solidariedade e entreajuda Prioridades de Acção Tendo em conta o contexto educativo, entendemos orientar este Projecto para 3 prioridades: Prioridade 1 Organizar para o sucesso Prioridade 2 Formar para a cidadania Prioridade 3 - Envolver e co-responsabilizar 11
12 Prioridade 1 - Organizar para o Sucesso Objectivo Operacional Indicador Meta Reconhecer a Escola como referência pela sua qualidade Valorizar as estruturas pedagógicas intermédias Pautas de avaliação de final de período. Actas de Departamento/grupo com o número de alunos que participam em concursos Inquérito online de satisfação anual Aumentar em 5% o número de alunos só com níveis 4 e 5(e com nível de Satisfaz Bem e Satisfaz Muito Bom no 1º CEB) Colocar até 5% do número total de alunos em concursos Melhorar o grau de satisfação dos docentes com cargos para um nível superior a 70%. Maximizar o sistema de permutas Número de permutas mensais Reduzir em 15% as faltas para as aulas de substituição. registadas nos Serviços pontuais dos professores. Administrativos Desenvolver projectos no âmbito Número de projectos Desenvolver pelo menos 1 das linhas orientadoras do P.E. desenvolvidos por período/ano projecto por turma e por ano. Aumentar os casos de sucesso Número de Diplomas de Aumentar para 7% o número de Excelência atribuídos alunos distinguidos com Diplomas de Excelência Minorar a carga burocrática dos Registo de acessos às TIC Conseguir que 100% dos ed e educadores de infância, prof titulares DT usem plataforma professores titulares de turma do 1ºCEB e Directores de Turma Moodle e/ou e.mail para tratar de assuntos Promover uma cultura de trabalho cooperativo, de reflexão e avaliação sistemática Memorandos das reuniões Conseguir que 100 % dos professores reúnam quinzenalmente para planeamento, reflexão, avaliação, partilha de experiências e de materiais didácticos 12
13 Prioridade 2 - Formar para a cidadania Objectivo Operacional Indicador Meta Dinamizar no âmbito dos PCT acções com vista à concretização do projecto Eco Escolas Promover o Gabinete de Educação para a Saúde e Educação Sexual Consciencializar para os comportamentos de risco. Incentivar para uma alimentação saudável Fomentar a importância da consciência política dos alunos. Promover a Educação para o Empreendedorismo Actas do CT onde se verifique o número de turmas cujo PCT contemple o projecto. Envolver todas as turmas do 8º ano. Envolver todas as turmas do 3º ano de escolaridade PCT da Educação Pré-Escolar e do 1º CEB Envolver os grupos de crianças de 5 e 6 anos Registo do número de alunos que 25% dos alunos da escola sede procuram o gabinete. Participam em actividades no Gabinete de Educação Sexual. Registo do número de Acções 25% das turmas frequentam desenvolvidas na Escola Sede Acções na Escola Sede sobre Prevenção de comportamentos de risco Registo mensal do consumo de Aumentar em 25% o consumo fruta, leite ou iogurte. de iogurte, fruta, e leite, no final do ano. Actas de Conselho de Turma Todas as turmas do 9º ano desenvolvem um Projecto no âmbito da Cidadania e Politica Actas do Conselho de Turma Todas as Turmas do 8º e do 9º anos desenvolvem autonomamente uma actividade no âmbito do seu PCT. Envolver os alunos na elaboração do RI, PAA e PEA Memorando das reuniões com Delegados/subdelegados Realizar 6 encontros de reflexão anuais 13
14 Prioridade 3 - Envolver e co-responsabilizar Objectivo Operacional Indicador Meta Desenvolver práticas de articulação inter-ciclos e interdepartamentos Promover a co-responsabilização dos assistentes operacionais no processo educativo Reforçar o envolvimento e a participação dos pais no processo educativo, no que se refere ao aproveitamento e comportamento Reforçar a participação dos pais nos projectos e actividades da escola Incentivar à realização de Assembleias de Turma, de modo a promover uma reflexão conjunta sobre cidadania responsável Dinamizar uma cultura de reflexão/avaliação Actas de reuniões em que são elencadas práticas de articulação Actas de reuniões entre os órgãos de gestão, professores, educadores e assistentes operacionais Registo do número de EE que vieram à escola por iniciativa própria ou por solicitação Número de actividades ou projectos em que os pais colaboram por iniciativa própria ou por solicitação Actas de Assembleias de Turma onde foram tratados os temas que fazem parte do programa da Formação Cívica, por período Relatórios dos planos de melhoria. Articular os conteúdos das disciplinas de Língua Portuguesa e de Matemática entre a educação pré-escolar e o 1ºCEB, entre o 1º CEB e o 2ºCEB e entre este e o 3º CEB Uma acção de formação, por período, na área da formação pessoal e social Diminuir por mês o número de ocorrências nos recreios Conseguir que 50% dos pais e EE contactem as educadoras de infância, os professores titulares de turma e os DT, pelo menos duas vezes por período lectivo Desenvolver pelo menos uma actividade por período em que os pais sejam participantes activos Diminuir em 5% o número de participações ao Gabinete de Intervenção Disciplinar/Aos Professores Titulares de Turma e Coordenadores de Estabelecimento Aplicar anualmente inquéritos de satisfação 14
15 Promover acções de sensibilização específicas para pessoal docente e não docente, alunos e EE. Projectar a imagem da escola/agrupamento Fomentar a comunicação entre Associação de Pais e representantes dos EE Potenciar os protocolos e parcerias de modo a alargar intensificar a abertura da Escola/à comunidade envolvente Registo de presenças dos participantes Número de visitas ao site do agrupamento. Publicação das actividades das escolas do agrupamento nos órgãos de comunicação social Reuniões regulares AP- Representantes dos E. de E. Número de entidades envolvidas em projectos e actividades da Escola, através de protocolos Conseguir que 50% dos membros da comunidade educativa frequentem as acções de sensibilização dinamizadas Publicação por período lectivo dos níveis de sucesso e insucesso na página da escola (Provas de aferição; Exames Nacionais, Resultados finais) Publicar 5 noticias por ano lectivo em Orgãos de Comunicação Social Três reuniões por ano Realizar pelo menos duas actividades/projectos levadas a cabo, com a colaboração das entidades exteriores à Escola 15
16 DIVULGAÇÃO O Projecto Educativo é o documento estratégico da política educativa do Agrupamento, devendo constituir o referencial orientador de coerência e unidade educativas, implicando na sua consecução toda a comunidade educativa devendo por isso, depois de aprovado, ser divulgado por toda a comunidade educativa, na página electrónica do Agrupamento, ser dado a conhecer aos Encarregados de Educação na 1ª Reunião e os seus objectivos serem tratados com os alunos nas aulas de Formação Civica. Este documento estará igualmente disponível em suporte de papel na escola sede do Agrupamento e em cada estabelecimento de educação e ensino, a fim de poder ser consultado por todos os elementos da comunidade. Aprovação em reunião de Conselho Geral em 2010 AVALIAÇÃO Para que a avaliação sirva de orientação para a política do Agrupamento deverá ser objecto de análise, debate, reflexão e registo. Eficácia Relatório de avaliação no final de 2010/2011 Relatório de avaliação no final de 2011/2012 Relatório de avaliação no final de 2012/2013 Para se apurar a eficiência do projecto prevê-se a avaliação a dois níveis: Avaliação quantitativa baseada na análise dos dados estatísticos. Ficha de Avaliação sobre o desenvolvimento das crianças da educação pré-escolar. Resultados escolares por ciclo e ano de escolaridade (1º CEB avaliação qualitativa) Resultados escolares do 2º e 3º ciclo, por disciplina e ano de escolaridade. Evolução do sucesso escolar por disciplina Resultados escolares, por ciclo, dos alunos com NEE. Resultados da avaliação externa. Taxa de abandono escolar. 16
17 Taxa de ocorrências de participações disciplinares. Nível de participação dos EE no processo educativo. Nível de participação em projectos/actividades. Número de acções de formação. Nível de participação em acções de formação. Inquéritos de satisfação Avaliação qualitativa - baseada na análise e reflexão quanto à eficácia das estratégias adoptadas para a consecução dos objectivos bem como nos constrangimentos encontrados. - Relatórios trimestrais das estruturas intermédias. - Relatório trimestral e final do Plano Anual de Actividades. - Actas de Departamento/Disciplina/Ano/Conselho de Turma. - Actas de reuniões com encarregados de educação. - Actas do Conselho Pedagógico. - Inquéritos anuais de satisfação. - Relatórios de auto-avaliação. - Relatório dos planos de melhoria. A avaliação do presente projecto será acompanhada por uma equipa constituída no âmbito do Conselho Pedagógico e Conselho Geral. REVISÃO O Projecto Educativo será actualizado anualmente relativamente aos recursos humanos do Agrupamento e, eventualmente, ao seu Plano de Acção. 17
18 ANEXOS 18
19 População Escolar Estabelecimento de Ensino Ano Lectivo 2010/2011 Número Total de Alunos Jardim de Infância de Montes Claros 75 1 NEEs Jardim de Infância dos Olivais 40 0 Escola Básica do 1º ciclo da Conchada 67 6 Escola Básica do 1º ciclo de Coselhas 29 7 Escola Básica do 1º ciclo de Montes Claros Escola Básica do 1º ciclo dos Olivais Escola Básica do 1º ciclo de Santa Cruz 95 4 Escola Básica 2, 3 Martim de Freitas (Sede do Agrupamento) TOTAL Alunos com ASE Ano Lectivo EB1 Conchada 2007/2008 EB1 Coselhas 2007/2008 EB1 Montes Claros 2007/2008 EB1 Olivais 2007/2008 EB1 Santa Cruz 2007/2008 Escalão A 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Escalão B Escalão A Escalão B Escalão A Escalão B TOTAL 2008/ / / / / / / / / / EB 2,3 Martim de Freitas 2007/ / /
20 No último triénio verificou-se um aumento residual do número de alunos subsidiados pela ASE, com especial incidência na Escola Sede. Pessoal Docente GRUPOS DISCIPLINARES QUADRO DE CONTRATO ESCOLA 100 Educação Pré-Escolar Professores 1.º Ciclo L.Portuguesa/EST.S/História L.Portuguesa/Inglês Matemática/C.Natureza EducaçãoVisual/Tecnológica Educação Musical Educação Física EM Religiosa Língua Portuguesa Francês Inglês Espanhol História Geografia Matemática C. Físico-Químicas Biologia/Geologia Educação Tecnológica Informática Artes Visuais Educação Física Educação Especial 12 1 Professores Bibliotecários 1 1 TOTAL
21 J I de Montes Claros J I dos Olivais EB 1 da Conchada EB 1 de Coselhas EB 1 de Montes Claros EB 1 dos Olivais EB 1 Sta Cruz EB 2, 3 Martim de Freitas TOTAL Projecto Educativo Pessoal não Docente ESCOLAS Assistentes Técnicos Psicólogos Assistentes Operacionais Níveis de Sucesso 1º CICLO Escola SUCESSO GLOBAL NO 1º CEB Situação em 2007/2008 Situação em 2008/2009 Situação em 2009/2010 Coselhas 95,2% 97,7% 97,1% Conchada 97,4% 100% 97,0% Martim de Freitas 97,4% 100% 100% Montes Claros 99,2% 97,1% 97,7% Olivais 96,5% 97,8% 96,2% Santa Cruz 94,1% 95,6% 94,5% Níveis de Sucesso nas Disciplinas 2º CICLO Disciplinas 5º Ano 6º Ano 2007/ / / / / / /08 Média 2º Ciclo 2008/ /10 LP 94% 95% 91,8% 93% 96% 95,5% 94% 96% 93,7% ING 94% 93% 91,6% 94% 90% 89,4% 94% 91% 90,5% HGP 96% 93% 87,7% 95% 95% 95% 95% 94% 91,4% MAT 91% 90% 87,3% 93% 82% 89,3% 92% 86% 88,3% CNT 96% 96% 95,6% 99% 97% 98,1% 97% 96% 96,9% EDM 99% 96% 97,8% 98% 95% 98% 99% 96% 97,9% EVT 99% 98% 97% 99% 98% 99% 99% 98% 98% EDF 99% 100% 100% 99% 100% 99,5% 99% 100% 99,8% APR 99% 99% 97,4% 99% 99% 98,9% 99% 99% 98,1% EAC 95% 99% 98,2% 99% 99% 97,9% 97% 99% 98% FCV 97% 98% 93,1% 97% 96% 96% 97% 97% 94,5% EMRC 100% 100% 94,8% 100% 100% 98,4% 100% 100% 96,6% 21
22 Disciplinas 2007/ / / / / / / / / / / /10 Projecto Educativo 3º CICLO 7º Ano 8º Ano 9º Ano Média 3º Ciclo LP 91% 90% 84,9% 84% 91% 85,9% 98% 87% 88,1% 92% 89% 86,3% ING 88 % 88% 91 % 91% 91% 85% 96% 92% 89% 93% 90% 88,3% FRC 95% 92% 82% 86% 92% 88,1% 96% 88% 88,5% 93% 90% 86,2% ESP 99% 96% 97,5% 96% 99% 97,6% 100% 96% 100% 99% 97% 98,4% HST 91% 97% 97,5% 90% 82% 82,3% 98% 91% 94,5% 94% 90% 91,4% GGF 95% 97% 93,2% 94% 96% 83% 97% 86% 93,2% 96% 93% 89,8% MAT 84% 67% 68,5% 79% 78% 64,6% 87% 79% 80,6% 84% 74% 71,2% CNA 94% 95% 85,6% 99% 99% 95,4% 97% 92% 97,1% 97% 95% 92,7% CFQ 92% 85% 89% 93% 91% 79,6% 86% 85% 86,8% 90% 87% 85,1% EDV 98% 96% 91,8% 97% 99% 97,5% 98% 97% 94,7% EDF 99% 98% 97,2% 99% 97% 100% 96% 98% 98,7% 99% 98% 98,7% Opção 100% 98% 98,8% 99% 99% 97,1% 100% 99% 99% 100% 98% 99% TIC 100% 99% 100% 100% 99% 100% APR 100% 97% 100% 99% 99% 100% 100% 97% 99,8% 100% 98% 99,8% EAC 98% 94% 100% 98% 98% 92,9% 98% 96% 96,4% 97% 96% 96,4% FCV 95% 94% 93,2% 98% 82% 88% 98% 95% 93,4% 96% 94% 93,4% EMRC 100% 100% 100% 100% 88% 100% 100% 100% 100% 100% 97% 100% Níveis de Sucesso /Insucesso Global - EMF Ano de 2007/ / /2010 Escolaridade Sucesso Insucesso Sucesso Insucesso Sucesso Insucesso 5º Ano 98,5% 1,5% 97,1% 2,9% 94% 6% 6º Ano 98,1% 1,9% 97,5% 2,5% 98% 2% Média 2º Ciclo 98,3% 1,7% 97,3% 2,7% 94% 6% 7º Ano 94,4% 5,6% 92,9% 7,1% 92% 8% 8º Ano 96,6% 3,4% 94,5% 5,5% 86% 14% 9º Ano 97,2% 2,8% 96,2% 3,8% 96% 4% Média 3º Ciclo 96,1% 3,9% 94,4% 5,6% 96% 4% Média Global 97,0% 3,0% 95,8% 4,2% 95% 5% 22
23 Provas de Aferição 1º CICLO Nível Global Médias do Agrupamento 2008 Médias do Agrupamento 2009 Médias do Agrupamento 2010 LÍNGUA PORTUGUESA 1º CICLO A Satisfaz Muito Bem % B Satisfaz Bem % C Satisfaz % D Não Satisfaz % E Não Satisfaz % 18% 36% 40% 6% 0% 11% 37% 46% 6% 0% 14,2% 18,7% 47,7% 8,5% 0,5% Nível Global Médias do Agrupamento 2008 Médias do Agrupamento 2009 Médias do Agrupamento 2010 MATEMÁTICA 1º CICLO A Satisfaz Muito Bem % B Satisfaz Bem % C Satisfaz % D Não Satisfaz % E Não Satisfaz % 27% 44% 27% 2% 0% 25% 27% 37% 11% 0% 11,7% 27,9% 39,1% 10% 0,5% 2º CICLO Exames Nacionais 2008 Língua Portuguesa Matemática Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos Média nacional Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos Média nacional Internos + Auto-propostos 92,7% 93% 83,2% 85,3% 86,8% 55,2% 23
24 2009 Língua Portuguesa Matemática Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos Média nacional Alunos Internos Alunos Internos Internos + + Auto-propostos Auto-propostos 81,7% 83,3% 56% 87% 88,9% 58% Média nacional Internos + Auto-propostos 2010 Língua Portuguesa Matemática Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos Média nacional Internos + Auto-propostos Alunos Internos + Auto-propostos Alunos Internos 89% 90% 57% 79% 80% 51% Média nacional Internos + Auto-propostos EMF - Diplomas de Mérito Triénio 2007/2010 População escolar 5% Diplomas de Mérito 95% 24
25 Abandono Escolar Agrupamento EMF Abandono Escolar 2007/2008 0,1% 99,9% Frequência Abandono Agrupamento EMF Abandono Escolar 2008/ % Frequência Agrupamento EMF Abandono Escolar 2009/2010 0,1% 99,9% Frequência Abandono 25
26 Cumprimento de Normas do Regulamento Interno 26
27 Agrupamento de Escolas Martim de Freitas 2009/2010 Ocorrências Disciplinares 1º Ciclo EMF - Ocorrências Disciplinares 2009/2010-2º e 3º Ciclos 6% 1,2% 1,3% 39,8% 11,1% 94% 12,1% 10,3% 0,5% 1,2% 1,3% 0,3% 20,7% Alunos s/ ocorrências Agressão física a colegas Agressão verbal a colegas Agressão verbal a prof. Agressão verbal a func. Incumprimento de normas na aula EMF Avaliação Formação Cívica 2009/ SB SAT SAT PC NÃO SAT 1 0 5º Ano 6º Ano 7º Ano 8º Ano 9º Ano Níveis de Satisfação da Comunidade Educativa Jardins de Infância 1º CICLO Assistentes Operacionais ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA 27
28 3.1 Nível de colaboração/articulação entre os membros da comunidade educativa EXERCÍCIO DE LIDERANÇA 2º e 3º CICLOS Alunos Simpatia e respeito dos professores 1.2 Simpatia e respeito dos colegas 1.3 Simpatia e atendimento dos funcionários dos blocos Imagem Global da Escola 1.4 Atendimento e funcionamento nos serviços de Apoio 1.5 Segurança nos diferentes espaços escolares 1.6 Disponibilidade do Dt para resover os problemas 1.7. Instalações Escolares 1.8. Níveis de disciplina Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 1.9. Clima Global da Escola 28
29 Serviço Educativo Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Eficácia do controlo das Entradas e saídas da Escola 22% Sim Não Não sei 45% Recomendarias a escola a amigos? 19% Sim Não Não sei 12% 33% 69% Eficácia do controlo das Entradas e saídas da Escola Sim Não Não sei Recomendarias a escola a Amigos? Sim Não Não sei 22% 45% 12% 19% 69% 33% Professores 29
30 60 Motivação e Participação Relacionamento e comunicação com o órgão de gestão 1.2 Relacionamento e comunicação com colegas 1.3 Atendimento e eficácia assistentes operacionais 1.4 Atendimento e eficácia assistentes técnicos 1.5 Relacionamento com alunos 1.6 Apoio a iniciativas de inovação e melhoria 1.7 Reconhecimento do trabalho desempenhado Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Desempenho de Funções Participação na decisão s/ funções a desempenhar 1.2 Horário de trabalho 1.3 Nível de disciplina nas aulas 1.4 Adequação do controlo do serviço por parte do órgão de gestão 1.5 Resposta do orgão de gestão aos problemas 1.6 Comunicação e informação disponibilizada pelo órgão de gestão 1.7 Utilidade das aulas de substituição 1.8 Quantidade e acessibilidade dos equipamentos Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 50 Clima Global de Escola Disponibilidade do órgão de gestão para atender e resolver os problemas 1.2 Atendimento e funcionamento dos serviços de apoio 1.3 Nível de disciplina na escola 1.4 Clima global de trabalho Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 30
31 Sente que o seu trabalho contribui para o prestígio e imagem da Escola? Sim Não Não sei Recomendaria a escola a outros professores? Sim Não Não sei 3% 15% 9% 21% 70% 82% Assistentes Técnicos Motivação e Participação Relacionamento com os elementos do órgão de gestão 1.2 Relacionamento com os professores 1.3 Relacionamento com os colegas 1.4 Relacionamento e atendimento dos assistentes operacionais 1.5 Cooperação e espírito de entreajuda no serviço 1.6 Participação nas decisões sobre as funções a desempenhar 1.7 Apoio a iniciativas de inovação e melhoria Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 1.8 Reconhecimento pela qualidade do trabalho desempenhado Desempenho de Funções Distribuição de actividades e tarefas pelos funcionários 1.2 Horário de trabalho 1.3 Adequação dos processos de controlo do serviço por parte do órgão de gestão 1.4 Resposta do órgão de gestão aos problemas 1.5 Autonomia no desempenho da actividade 1.6 Comunicação e informação disponibilizada pelo orgão de gestão 1.7 Utilidade da formação disponibilizada aos funcionários Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 31
32 Clima Global de escola Disponibilidade do órgão de gestão para atender e resolver os problemas 1.2 Atendimento e funcionamento dos serviços de apoio 1.3 Nível de disciplina na escola 1.4 Clima global de trabalho Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Sente que o seu trabalho contribui para o prestígio e imagem da escola? Recomendaria a escola a outras pessoas como local de trabalho? Sim Sim Não responde 22% 100% 78% Assistentes Operacionais Motivação e Participação Relacionamento com os elementos do órgão de gestão 1.2 Relacionamento com os professores 1.3 Relacionamento com os colegas 1.4 Relacionamento com os alunos 1.5 Participação nas decisões sobre as funções a desempenhar 1.6 Participação nas decisões relativas aops problemas da escola 1.7 Reconhecimento pela qualidade do trabalho desempenhado Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 32
33 Desempenho de Funções Distribuição de actividades e tarefas pelos funcionários 1.2 Horário de trabalho 1.3 Reconhecimento da autoridade dos funcionários na aplicação das regras de disciplina 1.4 Adequação dos processos de controlo do serviço por parte do órgão de gestão 1.5 Resposta do órgão de gestão aos problemas 1.6 Comunicação e informação disponibilizada pelo orgão de gestão 1.7 Formação disponibilizada aos funcionários Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Clima Global de Escola Disponibilidade do órgão de gestão para atender e resolver os problemas 1.2 Atendimento e funcionamento dos serviços de apoio 1.3 Nível de disciplina na escola 1.4 Clima global de trabalho Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Sente que o seu trabalho contribui para o prestígio e imagem da escola? Sim Recomendaria a escola a outras pessoas como local de trabalho? Sim Não Não sei 5% 100% 26% 69% Pais e Encarregados de Educação 33
34 Grau de conhecimento dos documentos estruturantes SIM NÃO Não responde Projecto Educativo 1.2. Regulamento Interno 1.3 Plano Anual de actividades 1.4. Projecto Curricular de Turma Imagem Global da escola Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Dinâmica da Associação de Pais e EE 1.2. Desempenho dos representantes dos EE Envolvimento e Participação 1.3. Funcionamento dos CT 1.4.Possibilidade de propor acções de melhoria 1.5. Utilidade das reuniões dos DT no final do período 1.6.Colaboração entre a escola e os EE na resolução de problemas Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde 1.7. Qualidade dos mecanismos de comunicação e informação 34
35 Serviço Educativo Insatisfeito Pouco satisfeito Satisfeito Bastante satisfeito Não responde Recomendaria a escola a outros Pais? Sim Não 3% 8% 3% 86% 35
36 36
37 37
38 38
39 39
40 40
41 41
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO. Indicações para Operacionalização 2012-2015
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REDONDO PROJETO EDUCATIVO Indicações para Operacionalização 2012-2015 O Plano Anual de Atividades do Agrupamento é relevante para toda a Comunidade Educativa. Por ele se operacionalizam
DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015/2016 PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO 2015-2016 POR UM AGRUPAMENTO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA JI Fojo EB 1/JI Major David Neto EB 2,3 Prof. José Buísel E.S. Manuel Teixeira Gomes
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Escola Básica Integrada de Eixo. Ano letivo 2012/2013
RELATÓRIO FINAL DE EXECUÇÃO DO PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES RELATIVO A 2012/2013 1 - Enquadramento O presente relatório tem enquadramento legal no artigo 13.º alínea f, do Decreto -Lei nº 75/2008, de 22
PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016
PLANO ESTRATÉGICO ANO LETIVO 2015-2016 1. INTRODUÇÃO E ENQUADRAMENTO Nos termos do Artigo 15.º, do Despacho Normativo n.º7/2013, 11 de julho No final de cada ano escolar, o conselho pedagógico avalia o
O relatório de avaliação do plano é aprovado pelo Conselho Pedagógico e apresentado na última reunião do ano letivo do Conselho Geral.
Nos termos do Artigo 15.º, do Despacho Normativo n.º7/2013, 11 de julho No final de cada ano escolar, o conselho pedagógico avalia o impacto que as atividades desenvolvidas tiveram nos resultados escolares
Plano Anual Actividades. Associação de Pais e Encarregados de Educação EBI Rainha D.Leonor Lencastre
Plano Anual Actividades Associação de Pais e Encarregados de Educação EBI Rainha D.Leonor Lencastre 2014/2015 INDICE Nota Introdutória 3 1. Áreas de ação 4 2. Representatividade 4 3. Divulgação/Informação
PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES
PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES Agrupamento de Escolas Elias Garcia 2013/2016 1 PLANO PLURIANUAL DE ATIVIDADES 2013/2016 O Plano Plurianual de Atividades (PPA) constitui um dos documentos de autonomia,
AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARRONCHES AVALIAÇÃO EXTERNA DE ESCOLAS Plano de Ações de Melhoria JANEIRO 2014 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ANÁLISE QUALITATIVA... 1 3.... 5 3.1. Áreas de Melhoria... 5 3.2. Identificação
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade
Manual de Avaliação dos alunos do pré-escolar ao 9º ano de escolaridade Índice Nota Introdutória Legislação Conceitos/Glossário de termos Princípios Orientadores e finalidades Documentos Nota Introdutória:
Agrupamento de Escolas de Arronches. Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar
Agrupamento de Escolas de Arronches Metas Estratégicas para a Promoção da Cidadania ACTIVA e do Sucesso Escolar João Garrinhas Agrupamento de Escolas de Arronches I. PRINCIPIOS, VALORES E MISSÃO DO AGRUPAMENTO
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO - PROJETO DO CONTRATO DE AUTONOMIA ANEXO II DOMÍNIO: GESTÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR Estudex PROJETOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS PARCERIAS CALENDARIZAÇÃO Sala de estudo para o
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N 1 DE MARCO DE CANAVESES (150745) Plano de Ação de Melhoria 2015l2017 ÍNDICE ÍNDICE: INTRODUÇÃO... 3 ÁREAS DE AÇÃO DE MELHORIA.... 4 PLANOS DE AÇÃO DE MELHORIA.. 5 CONCLUSÃO...
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016
PLANO ESTRATÉGICO 2015-2016 JULHO 2015 1. Enquadramento. O presente Plano Estratégico para o ano 2015-2016, dá cumprimento ao disposto no artigo 15.º do Despacho Normativo n.º6/2014, de 26 de maio. Apresentam-se
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE 2014/2015. Regulamento dos Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AFONSO DE ALBUQUERQUE 2014/2015 Regulamento dos Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência Introdução Os Quadros de Valor, de Mérito e de Excelência dos Ensinos Básico e Secundário
ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES
Inovação e Qualidade Plano de Ação Estratégico - 2012/2013 ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL TEIXEIRA GOMES PROJECTO DE INTERVENÇÃO PLANO DE ACÇÃO ESTRATÉGICO 2012/2013 Escola de Oportunidades e de Futuro Telmo
sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais
SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade
Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres
Agrupamento de Escolas Dr.ª Laura Ayres - Anexo X Regulamento do Mérito Escolar Artigo 1.º Prémios de valor, mérito e excelência 1. Para efeitos do disposto na alínea h) do ponto 1 do artigo 7.º, conjugado
Promover o sucesso escolar e educativo
Viver em família na escola Escola Comunidade Educativa Organização caracterizada pelos princípiosp de aprender a ser, aprender a aprender, de educação para a vida e de educação educação permanente. Promover
ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do
Plano de ação da biblioteca escolar
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DA GAFANHA DA ENCARNÇÃO Plano de ação da biblioteca escolar 2013-2017 O plano de ação constitui-se como um documento orientador de linhas de ação estratégicas, a desenvolver num
PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO
AE de maximinos EQUIPA DE AUTOAVALIAÇÃO PLANO DE AUTOAVALIAÇÃO 2012/2013 Equipa de Autoavaliação Alcina Pires Ana Paula Couto Antonieta Silva António Rocha Beatriz Gonçalves José Pedrosa Paula Mesquita
Regulamento Interno. Dos Órgãos. de Gestão. Capítulo II. Colégio de Nossa Senhora do Rosário
Colégio de Nossa Senhora do Rosário Capítulo II Dos Órgãos Regulamento Interno de Gestão Edição - setembro de 2012 Índice do Capítulo II Secção I Disposições Gerais 1 Secção II Órgãos e Responsáveis das
Candidatura de. António Dourado Pereira Correia. a Director da FCTUC. Programa de acção do Director da FCTUC
Candidatura de António Dourado Pereira Correia a Director da FCTUC Programa de acção do Director da FCTUC No momento em que as regras de gestão da nossa Faculdade se alteram tão profundamente, centrando-a
Eixos Estratégicos Objectivos Estratégicos Objectivos Operacionais Acções. 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias
1. Oferta Formativa 1.1. Dinamizar e consolidar a oferta formativa 1.1.1.Aumentar a oferta formativa nas áreas das artes e das tecnologias 1.1.2. Promover o funcionamento de ciclos de estudos em regime
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO
AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO Os processos e as tecnologias podem unir aspectos importantes para melhores desempenhos organizacionais, mas são as pessoas, através dos seus desempenhos e comportamentos,
ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando as orientações políticas
REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS. ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS
REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA ESCOLAR / CENTRO DE RECURSOS ESCOLA SECUNDÁRIA QUINTA do MARQUÊS Artigo 1º - Definição A Biblioteca Escolar - Centro de Recursos Educativos da Escola Secundária Quinta
Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180
1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) [email protected]
COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DOS PLANOS ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES
COORDENAÇÃO DE PROJETOS E DOS PLANOS ANUAL E PLURIANUAL DE ATIVIDADES Artigo 69.º Definição 1. A informação relativa às atividades educativas promovidas a partir dos docentes, das estruturas de coordenação
Projeto Educativo. Creche Humanus C.A.M. Resposta Social Creche D O C. 0 0 3. 0 2. C R E. Página 1 de 11. Funcionamento com apoio:
Projeto Educativo Creche Humanus C.A.M. 1 de 11 Índice Introdução... 3 Quem somos?...3 As Dimensões do Projeto Educativo Dimensão Global da Criança.. 5 Dimensão Individual.... 6 Dimensão das Aquisições..
PLANO DE MELHORIA Julho 2014
PLANO DE MELHORIA Julho 2014 Índice Nota Introdutória... 2 1. Resultados da avaliação externa... 3 2. Áreas e ações de melhoria... 4 3. Acompanhamento e divulgação... 7 AET Plano de melhoria 2014/2015
PROJECTO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE
PROJECTO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE 2009/2010 Índice ÍNDICE... 1 1. IDENTIFICAÇÃO... 2 2. FUNDAMENTAÇÃO... 2 3. FINALIDADES/OBJECTIVOS... 3 4. ESTRATÉGIA OPERATIVA/METODOLOGIA... 3 4.1. PÚBLICO-ALVO... 3 4.2.
PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017
PLANO ESTRATÉGICO DE MELHORIA 2014 / 2017 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO Plano Estratégico de Melhoria 2014/2017 O Plano de Melhoria da Escola é um instrumento fundamental para potenciar o desempenho
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO
ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas
Critérios Gerais de Avaliação
Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016
Plano Anual de Atividades 2015/ 2016 Ser,Intervir e Aprender PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2015/2016 Sede: ES de Mem Martins EB23 Maria Alberta Menéres; EB1 de Mem Martins n.º2; EB1 com JI da Serra das Minas
ESCOLA SECUNDÁRIA DA QUINTA DAS FLORES
ESCOLA SECUNDÁRIA DA QUINTA DAS FLORES Projecto Educativo - 2004/2007 INTRODUÇÃO O que importa é que a escola pense e para pensar são precisas muitas cabeças. Uma cabeça sozinha pode pensar, pode chegar
Escola Secundária da Ramada. Plano Plurianual de Atividades. Pro Qualitate (Pela Qualidade)
Escola Secundária da Ramada Plano Plurianual de Atividades Pro Qualitate (Pela Qualidade) 2014 A Escola está ao serviço de um Projeto de aprendizagem (Nóvoa, 2006). ii ÍNDICE GERAL Pág. Introdução 1 Dimensões
PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM
PLANO TIC PLANO DE AÇÃO ANUAL PARA A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO APOIO AO ENSINO E À APRENDIZAGEM Ano Letivo 2011/2012 Marinha Grande, Setembro de 2011 1. Índice: Índice 2 1. Introdução 3 2. Caracterização
PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016
Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém Escola Básica Frei André da Veiga PLANO DE MELHORIA DA BIBLIOTECA da FAV PARA 2015/2016 A. Currículo, literacias e aprendizagem Problemas identificados Falta
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA
ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO D. MANUEL I, BEJA Plano Estratégico de Melhoria 2011-2012 Uma escola de valores, que educa para os valores Sustentabilidade, uma educação de, e para o Futuro 1. Plano Estratégico
Plano de Melhorias do Agrupamento
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS FRANCISCO SIMÕES Plano Melhorias do Agrupamento 2014/2016 Equipa Autoavaliação Setembro 2014 Conhece-te a ti mesmo Aforismo grego inscrito no pronaus do templo Apolo em Delfos Página
COMISSÃO PERMANENTE DO CONSELHO GERAL. Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010
Relatório de Avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento, 2007 2010 O presente relatório traduz a avaliação do Projecto Educativo do Agrupamento Vertical de Escolas de Leça da Palmeira/Santa Cruz do
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO SABUGAL. Relatório de AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO SABUGAL * * * Relatório de AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE GRELHA DE OBJECTIVOS INDIVIDUAIS DO PESSOAL DOCENTE (Decreto Regulamentar Nº 2/2008, de 10 de Janeiro) Identificação
PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO. 1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação:
PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA E DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO 1) Objecto e finalidades da revisão do regime jurídico da avaliação:
António José Cardoso Pires da Silva
(PLANO DE INTERVENÇÃO APRESENTADO PELO DIRECTOR AO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO) Quadriénio 2010/2014 Director António José Cardoso Pires da Silva INTRODUÇÃO O conhecimento do Agrupamento Marquês de Pombal
PROJETO DO DESPORTO ESCOLAR
COORDENADOR: Vanda Teixeira 1. FUNDAMENTAÇÃO/ CONTEXTUALIZAÇÃO/ JUSTIFICAÇÃO a) O Desporto Escolar constitui uma das vertentes de atuação do Ministério da Educação e Ciência com maior transversalidade
AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO. Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão
AVALIAÇÃO INTERNA DO AGRUPAMENTO Agrupamento de Escolas nº2 de Beja - Mário Beirão Índice Introdução Objectivos Metodologia de Trabalho Áreas de Trabalho/ Conclusões Estruturas Formais Estruturas FísicasF
Projeto global de autoavaliação do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado
Projeto global de autoavaliação do Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado 1. Introdução O Agrupamento de Escolas Mosteiro e Cávado (AEMC) entende a autoavaliação como um processo ao serviço do seu desenvolvimento
Plano de Melhoria. Biénio 2013/2015
Escola EB1 João de Deus CÓD. 242 937 Escola Secundária 2-3 de Clara de Resende CÓD. 346 779 AGRUPAMENTO DE CLARA DE RESENDE CÓD. 152 870 Plano de Melhoria Biénio 2013/2015 Agrupamento de Escolas de Clara
Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância
Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...
Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades
REGULAMENTO DOS QUADROS DE MÉRITO, DE EXCELÊNCIA E DE VALOR Artigo 1º QUADRO DE MÉRITO 1. O Quadro de Mérito destina-se a reconhecer os alunos ou grupos de alunos que revelem grandes capacidades ou atitudes
Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar. e no Ensino Básico Relatório-Síntese. Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora
Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no Ensino Básico Relatório-Síntese Agrupamento de Escolas n.º 1 de Évora AGRUPAMENTO DE ESCOLAS N.º 1 DE ÉVORA CÓDIGO 135537 CONCELHO DE ÉVORA DELEGAÇÃO REGIONAL
Agrupamento de Escolas da Trofa. Plano de Melhoria e Desenvolvimento
Agrupamento de Escolas da Trofa Plano de Melhoria e Desenvolvimento Biénio 2015/2017 INTRODUÇÃO A autoavaliação e a avaliação externa são procedimentos obrigatórios e enquadrados na Lei n.º 31/2002, de
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MIRANDELA DEPARTAMENTO DO PRÉ-ESCOLAR A N O L E T I V O 2 0 1 4 / 1 5 Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em
1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico..
2008/2010 2012/2014 ÍNDICE Introdução 1-O que é..4 2-Contexto normativo..4 3-Articulação com outros instrumentos..4 4-Conteúdos do projeto educativo....5 5-Diagnóstico estratégico..4 6 -Resultados vão
ADENDA Ano letivo 2015/2016
ADENDA Ano letivo 2015/2016 INTENCIONALIDADE EDUCATIVA Plano de Estudo e de Desenvolvimento do Currículo 2013/2017 3.2. Desenho Curricular e Carga Horária das Ofertas Educativas do Agrupamento 3.2.1. Desenho
Projeto de Intervenção
Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Projeto de Intervenção 2014/2018 Hortense Lopes dos Santos candidatura a diretora do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante, Braga Braga, 17 abril de 2014
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SAMORA CORREIA Departamento do 1ºCiclo PLANO DE TURMA Ano Turma Plano de Turma 1º Ciclo Ano Letivo 20 /20 Índice Introdução 1. Caracterização da turma 1.1. Caracterização dos
Quadros de Valor e de Excelência. C e n t r o d e E s t u d o s d e F á t i m a. Regulamento dos Quadros de Valor e de Excelência
Quadros de Valor e de Excelência C e n t r o d e E s t u d o s d e F á t i m a Regulamento dos Quadros de Valor e de Excelência Centro de Estudos de Fátima Regulamento dos Quadros de Valor e de Excelência
Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma*
Proposta para a construção de um Projecto Curricular de Turma* Glória Macedo, PQND do 4º Grupo do 2º Ciclo do EB e Formadora do CFAE Calvet de Magalhães, Lisboa A Reorganização Curricular do Ensino Básico
RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO
RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE JOSEFA DE ÓBIDOS RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO FEVEREIRO DE 15 P á g i n a 2 34 Índice 1. Introdução. 4 2. Sucesso Escolar...6 2.1-1.º
ESTATUTO 10 de setembro de 2014
ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente
Critérios Gerais de Avaliação
Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas de Sátão 2015-2016 Introdução A avaliação constitui um processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos
Programa Municipal de Apoio aos Projetos Socioeducativos Eixo1: Plano Anual de Atividades FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Ano Letivo 2013-2014
Programa Municipal de Apoio aos Projetos Socioeducativos Eixo1: Plano Anual de Atividades FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Ano Letivo 2013-2014 1. Identificação agrupamento de escolas Identificação: Agrupamento
AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA
AVALIAÇÃO INTERNA EQUIPA DE AVALIAÇÃO INTERNA JULHO 2015 1 Abreviaturas AEAG Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo CAF Common Assessment Framework (Estrutura Comum de Avaliação) AM - Ação de Melhoria
DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO
Ano letivo 2013-2014 Programa de Apoio à Avaliação do Sucesso Académico DIMENSÃO DE CONSTRUÍDO (Avaliação Formativa) REFERENCIAL IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ESCOLAR Agrupamento de Escolas D. Sancho I
(Anexo 1) Perfil de Competências
(Anexo 1) Perfil de Competências a) Tendo em conta as exigências constantes do posto de trabalho inerente ao cargo de direcção intermédia de 2.º grau, são consideradas essenciais para o profícuo desempenho
ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA
ESCOLA SECUNDÁRIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO PLANO DE MELHORIA 2012-2015 PLANO DE MELHORIA (2012-2015) 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROCESSO Decorreu em finais de 2011 o novo processo de Avaliação Externa
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEVANTE DA MAIA
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LEVANTE DA MAIA Escola Básica e Secundária do Levante da Maia PLANO DE OCUPAÇÃO PLENA DE TEMPOS ESCOLARES 2013-2017 Crescer, Saber e Ser Página 0 (Anexo I) ÍNDICE I. Nota Introdutória
AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS
INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO AVALIAÇÃO EXTERNA DAS ESCOLAS Referentes e instrumentos de trabalho Setembro de 2009 Colecção Outras publicações FICHA TÉCNICA Título Avaliação Externa das Escolas Referentes
SECÇÃO IV PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: PARTICIPAÇÃO NO AGRUPAMENTO DE
SECÇÃO IV PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO: PARTICIPAÇÃO NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Artigo 74.º Direitos dos pais e encarregados de educação São direitos dos pais e encarregados de educação: a) Participar
Regimento do Conselho Municipal de Educação
Considerando que: 1- No Município do Seixal, a construção de um futuro melhor para os cidadãos tem passado pela promoção de um ensino público de qualidade, através da assunção de um importante conjunto
Externato Académico. Projeto Educativo
Externato Académico Projeto Educativo 2015-2018 Índice 1. Introdução... 3 2. Caracterização... 4 2.1. Recursos materiais e educativos... 5 3. Princípios orientadores... 7 3.1.Missão, Visão, Objetivos e
Regulamento do Prémio de Mérito 2011/2012. Enquadramento
Enquadramento Lei nº 39/2010, de 2 de Setembro «CAPÍTULO VI Mérito escolar Artigo 51.º -A Prémios de mérito 1 Para efeitos do disposto na alínea h) do artigo 13.º, o regulamento interno pode prever prémios
CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA
CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS INICIATIVA ESCOLAS, PROFESSORES E COMPUTADORES PORTÁTEIS EQUIPAMENTOS DO PROJECTO. Ano Lectivo 2006 / 07
REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DO PROJECTO INICIATIVA ESCOLAS, PROFESSORES E COMPUTADORES PORTÁTEIS Ano Lectivo 2006 / 07 O equipamento informático afecto ao Projecto será partilhado por vários
PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO
Agrupamento Vertical de Escolas São Vicente/Telheiras (171931) PROJECTO EDUCATIVO DE AGRUPAMENTO 2009 2012 Sede: ESCOLA BÁSICA 2, 3 DE TELHEIRAS Nª 2 Rua Fernando Namora 1600-454 LISBOA Telef.: 217121260
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
RELATÓRIO MateMática - 3º ciclo
RELATÓRIO MateMática - 3º ciclo 1 1. IDENTIFICAÇÃO DA ACTIVIDADE Este documento é o relatório final da Actividade designada (+) Conhecimento, que se insere na Acção nº 4, designada Competência (+), do
Agrupamento de Escolas Eng.º Fernando Pinto de Oliveira. Articulação e sequencialidade: Construindo um trajeto significativo (Pré escolar 1º ciclo)
Articulação e sequencialidade: Construindo um trajeto significativo (Pré escolar 1º ciclo) 1 2013/2017 Índice Nota introdutória/fundamentação 1. Enquadramento do Projeto 1.1. Contextualização/Justificação
Agrupamento Vertical de Escolas de Mondim de Basto. Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto
Agrupamento de Escolas de Mondim de Basto A educação é aquilo que permanece depois de esquecermos tudo o que nos foi ensinado Halifax Índice 1 Introdução... 1 2 - Enquadramento legal... 1 I - Perfil...
Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo
Regulamento de Apoio ao Movimento Associativo As associações são a expressão do dinamismo e interesse das populações que entusiasticamente se dedicam e disponibilizam em prol da causa pública. As associações
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,
Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo
JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Segunda-feira, 21 de julho de 2014. Série. Número 132
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 21 de julho de 2014 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Despacho n.º 196/2014 Aprova o Calendário Escolar dos estabelecimentos
Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres)
Instituição Particular de Solidariedade Social A.T.L. (Atelier de Ocupação Tempos Livres) Regulamento A. T. L. Capítulo I Âmbito de Aplicação e Objectivos Art.º 1º 1- O presente regulamento visa definir
Plano de ação de melhoria
Agrupamento de Escolas de Portela e Moscavide Escola Secundária da Portela Escola EB 2,3 Gaspar Correia Escola EB1 Catela Gomes Escola EB1/JI Quinta da Alegria Escola EB1/JI Portela Plano de ação de melhoria
Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral
«ÁREA DE PROJECTO COMO FAZER?» Autores: Adelaide Campos Adelina Figueira Anabela Almeida Esmeralda Martins Maria José Rodrigues Maria de Lurdes Amaral Centro De Formação Penalva e Azurara Círculo de Estudos
NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos
NCE/14/01786 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Évora A.1.a. Outra(s)
Avaliação interna e monitorização do Projeto Educativo do AEVP 2014/2015. Avaliação Interna. e monitorização do. Projeto Educativo do Agrupamento
Avaliação Interna e monitorização do Projeto Educativo do Agrupamento 2014-2015 0 1. INTRODUÇÃO No ano letivo (2012/13), no nosso agrupamento, concluiu-se um processo de autoavaliação iniciado em 2009/10,
