LDC-SEV Bioenergia S.A. e Controladas

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1 LDC-SEV Bioenergia S.A. e Controladas Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Março de 2011 e Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes

2 Deloitte Touche Tohmatsu Rua José Guerra, São Paulo - SP Brasil Tel.: +55 (11) Fax: +55 (11) RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas da LDC-SEV Bioenergia S.A. São Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da LDC-SEV Bioenergia S.A. e controladas ( Companhia ), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Deloitte refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido Deloitte Touche Tohmatsu Limited e sua rede de firmas-membro, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membro. Deloitte Touche Tohmatsu. Todos os direitos reservados.

3 Deloitte Touche Tohmatsu Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas Conforme mencionado na nota explicativa nº 15.1, desde 26 de outubro de 2009, data da concretização da combinação dos negócios da LDC Bioenergia S.A. e da Santelisa Vale S.A., a Companhia deixou de exercer o controle sobre as entidades Crystalsev Comércio e Representação Ltda. e Crystalsev Participações Ltda., cujo valor do passivo a descoberto e investimento representam, em 31 de março de 2011, R$ mil e R$ mil, respectivamente. Entretanto, os referidos investimentos, em 26 de outubro de 2009, não foram avaliados em consonância com o pronunciamento técnico CPC 36 (R2) - Demonstrações Consolidadas quando houve perda de controle e subsequentemente de acordo com o pronunciamento técnico CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Adicionalmente, as demonstrações financeiras da Crystalsev Comércio e Representação Ltda. e Crystalsev Participações Ltda., referentes ao exercício findo em 31 de março de 2011, não foram por nós auditadas nem por outros auditores independentes. Consequentemente, não estamos em condições de emitir, e por isso não emitimos, opinião no que se refere aos valores desses investimentos e dos possíveis impactos que os ativos e passivos dessas empresas e do resultado por elas gerados poderiam trazer nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos comentados nos parágrafos de Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da LDC-SEV Bioenergia S.A. em 31 de março de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos comentados nos parágrafos de Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da LDC-SEV Bioenergia S.A. em 31 de março de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRSs), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e as práticas contábeis adotadas no Brasil Deloitte Touche Tohmatsu. Todos os direitos reservados. 2

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5 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADA BALANÇO PATRIMONIAL LEVANTADO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado Controladora Consolidado Nota (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Nota (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) ATIVO explicativa PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Empréstimos e financiamentos Aplicações financeiras Adiantamento de clientes no exterior Instrumentos financeiros derivativos Fornecedores Contas a receber Provisões e encargos sobre a folha de pagamento Estoques Impostos e contribuições a recolher Impostos a recuperar Instrumentos financeiros derivativos Outros créditos Adiantamentos de clientes Outras obrigações Ativos mantidos para venda Total do passivo circulante Total do ativo circulante NÃO CIRCULANTE NÃO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos Realizável a longo prazo: Imposto de renda e contribuição social diferidos Adiantamentos a fornecedores Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Depósitos judiciais Provisão para passivo a descoberto Instrumentos financeiros derivativos Impostos e contribuições a recolher Impostos a recuperar Títulos a pagar Imposto de renda e contribuição social diferidos Outras obrigações Partes relacionadas Total do passivo não circulante Outros créditos Investimentos PATRIMÔNIO LÍQUIDO 24 Ativo imobilizado Capital social Ativo biológico Reservas de capital Intangível Reserva de reavaliação Total do ativo não circulante Outros resultados abrangentes (3.880) (3.880) Prejuízos acumulados ( ) ( ) ( ) ( ) Total do patrimônio líquido da Companhia Participação de acionistas não controladores da Companhia Total do patrimônio líquido TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

6 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado Nota (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) explicativa RECEITA LÍQUIDA Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados 25 ( ) ( ) ( ) ( ) (Ganhos) perdas decorrentes de mudanças no valor justo menos custos eliminados de venda dos ativos biológicos 17 (13.132) (2.428) LUCRO BRUTO RECEITAS (DESPESAS) Gerais, administrativas e de vendas 26 ( ) ( ) ( ) ( ) Receitas financeiras Despesas financeiras 27 ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado de equivalência patrimonial Ganhos (perdas) decorrentes de mudanças no valor justo menos custos eliminados de venda dos ativos biológicos 17 (18.671) (75.782) (36.737) (72.277) Outras receitas Outras despesas 28 (9.449) ( ) (9.449) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO ( ) ( ) IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 14 (1.519) (8.327) LUCRO DO EXERCÍCIO Lucro do exercício atribuído a: Proprietários da Companhia Participações não controladoras As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 5

7 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Nota explicativa LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO OUTROS RESULTADOS ABRANGENTES Instrumentos financeiros - "hedge" de fluxo de caixa de variação cambial (9.537) Instrumentos financeiros - "hedge" de fluxo de caixa de "swap" Libor Imposto de renda relacionado aos componentes dos resultados abrangentes 14.3 (18.535) (6.294) RESULTADO ABRANGENTE TOTAL DO EXERCÍCIO Resultado abrangente total atribuído a: Proprietários da Companhia Participações não controladoras RESULTADO ABRANGENTE TOTAL DO EXERCÍCIO As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6

8 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADA DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Reservas de capital Reservas Total do patrimônio Participação de Reserva de lucros Reserva de Outros líquido acionistas não Nota Capital Reserva de capital Reserva reavaliação Ações em resultados Prejuízos atribuível aos controladores explicativa social de deságio social legal própria tesouraria abrangentes acumulados controladores da Companhia Total SALDOS EM 31 DE MARÇO DE (692) ( ) ( ) (15.918) ( ) Resultado do exercício Outros resultados abrangentes: Ajuste de derivativos ("hedge accounting"), líquido de impostos (6.294) - (6.294) - (6.294) Resultado abrangente total do exercício (6.294) Ajuste de exercícios anteriores: Lei nº /07 e Medida Provisória nº 449/ (909) Aumento de capital por meio de conversão de dívidas em ações Aumento de capital por meio de moeda corrente nacional Constituição de reserva de capital por meio de conversão de dívida em ações Constituição de reserva de capital por meio de moeda corrente nacional Cancelamento das ações em tesouraria (692) Realização de reserva de reavaliação (912) Reversão da parcela dos acionistas não controladores Absorção de reserva de lucros com prejuízos acumulados (3.608) SALDOS EM 31 DE MARÇO DE (3.880) ( ) Resultado do exercício Outros resultados abrangentes Resultado abrangente total do exercício Realização de reserva de reavaliação (912) Recompra das ações de acionistas não controladores (13.325) (13.325) - (13.325) SALDOS EM 31 DE MARÇO DE ( ) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 0 7

9 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$) Controladora Consolidado Nota (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) explicativa FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Lucro líquido do exercício Itens que não afetam o caixa: Depreciação e amortização 16 e Resultado na venda de imobilizado (2.337) (2.579) Resultado na venda de ativos disponíveis para venda 12 (22.667) - (22.667) - Resultado da equivalência patrimonial 15.1 (15.793) (5.080) - (1.266) Provisão para passivo a descoberto - (4.929) Juros e variações cambiais e monetárias, líquidos (96.656) ( ) Constituição de provisões para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Constituição de provisão para créditos de liquidação duvidosa (11.462) Constituição de provisão para margem negativa dos estoques e realização dos estoques de almoxarifado (22.890) (10.153) (22.732) (2.507) Constituição de provisão para perdas de adiantamento a fornecedores (53.515) (58.024) Perdas decorrentes de mudanças no valor justo menos custos estimados de venda do ativo biológico - realizados e não realizados Resultados não realizados de instrumentos financeiros derivativos (9.537) (9.537) Baixa de ativo intangível Imposto de renda e contribuição social diferidos ( ) ( ) (Aumento) redução de ativos: Contas a receber (93.689) (80.786) (78.588) (71.108) Estoques Ativo biológico ( ) ( ) ( ) ( ) Instrumentos financeiros derivativos (22.195) (1.316) (22.195) (1.316) Impostos a recuperar (1.196) (2.447) Adiantamento a fornecedores (3.904) - (11.289) - Outros créditos (22.514) ( ) ( ) (8.908) Aumento (redução) de passivos: Fornecedores (27.428) (42.894) Provisões e encargos sobre a folha de pagamento (9.041) (7.581) Adiantamento de clientes no exterior Impostos e contribuições a recolher (1.479) (3.606) Adiantamento de clientes Instrumentos financeiros derivativos Pagamento de disputas trabalhistas, cíveis e tributárias (35.992) (1.070) (36.045) (1.070) Outras obrigações (29.779) (30.595) Caixa gerado pelas atividades operacionais Juros pagos (21.502) ( ) (24.006) ( ) Caixa líquido gerado pelas atividades operacionais FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Partes relacionadas (11.266) ( ) (15.971) ( ) Redução (aumento) de depósitos judiciais (30.281) (30.338) Redução de aplicações financeiras Adições ao imobilizado 16 (38.406) (22.159) (50.814) (29.125) Aquisição de investimentos em controladas e outros ajustes em investimentos (49.279) Recebimento pela venda de ativos disponíveis para venda Adições ao intangível (1.773) - (1.773) - Redução de caixa e equivalentes de caixa por perda de controle em controladas (82.488) Recebimento pela venda de imobilizado Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (1.905) ( ) (18.624) ( ) FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Integralização de capital Integralização de reserva de capital Recompra das ações de acionistas não controladores 10 (13.325) - (13.325) - Captação de empréstimos e financiamentos - terceiros Pagamento de empréstimos e financiamentos - terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) Caixa líquido gerado pelas (aplicado nas) atividades de financiamento (74) AUMENTO NO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA VARIAÇÃO NO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA No início do exercício No fim do exercício AUMENTO NO CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 8

10 LDC-SEV BIOENERGIA S.A. E CONTROLADAS NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE MARÇO DE 2011 (Valores expressos em milhares de reais - R$, exceto quando de outra forma indicado) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A LDC-SEV Bioenergia S.A. ( LDC-SEV Bioenergia ) e suas controladas (denominadas em conjunto Companhia ou Grupo ), com sede na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.355, 11º andar, Pinheiros, São Paulo - SP, têm como atividades preponderantes a produção, o processamento e a comercialização de produtos agrícolas, principalmente de cana-de-açúcar; o desenvolvimento de atividades agrícolas em terras próprias ou de terceiros; a compra, venda, importação e exportação de produtos de origem agrícola e seus derivados; e a geração e comercialização de energia. O Grupo é formado pelo conjunto de atividades da LDC-SEV Bioenergia e da Usina Continental S.A. ( Usina Continental ), composto pelas filiais (usinas) Santa Elisa, Jardest, Vale do Rosário, Morro Agudo e Continental (localizadas no Estado de São Paulo - SP). A LDC-SEV Bioenergia é uma subsidiária do Grupo Louis Dreyfus Commodities, controlada diretamente pela LDC Bioenergia S.A. (controladora), que detém 87,02% das ações ordinárias da Companhia. 2. CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO COM O GRUPO LOUIS DREYFUS COMMODITIES Em 26 de outubro de 2009, foi assinado pela Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A. ( LDC Brasil ) o Contrato de Associação com os acionistas da Santelisa Vale S.A. ( Santelisa ), então controladora direta da Companhia à época da transação, que previa aumento de patrimônio líquido equivalente a R$950 milhões (R$254 milhões como aumento de capital social e R$696 milhões como reserva de capital) na LDC-SEV Bioenergia, sendo: (a) R$400 milhões subscritos e integralizados em dinheiro pela controladora; e (b) R$550 milhões subscritos e integralizados pelos principais credores da LDC-SEV Bioenergia ( Principais Credores ), por meio da conversão de parte de seus créditos em capital. Ainda em 26 de outubro de 2009, além dos eventos descritos anteriormente, parte substancial das dívidas bancárias da Companhia foi refinanciada com as mesmas instituições financeiras, com taxas e prazos que propiciaram a concretização da reestruturação do endividamento da LDC-SEV Bioenergia. Parte substancial dessa dívida refinanciada teve seu prazo de pagamento alongado em até 15 anos, contado a partir de 10 de julho de 2009, com dois anos de carência de juros e quatro anos de carência do principal. 9

11 3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS 3.1. Declaração de conformidade As demonstrações financeiras da Companhia compreendem: As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ( IFRSs ), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Consolidado - BR GAAP e IFRS. As demonstrações financeiras individuais da controladora preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, identificadas como Controladora - BR GAAP. As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e os pronunciamentos técnicos e as interpretações e orientações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC e aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC. Adicionalmente, em atendimento às recomendações do CFC, a Administração da Companhia, na elaboração das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de março de 2010, optou por adotar antecipadamente os pronunciamentos técnicos e as interpretações e orientações técnicas a ela aplicáveis, emitidos pelo CPC em 2009, com aplicação obrigatória prevista para os exercícios iniciados em 1º de janeiro de As demonstrações financeiras individuais da Companhia apresentam a avaliação dos investimentos em controladas pelo método da equivalência patrimonial, de acordo com a legislação brasileira vigente. Dessa forma, essas demonstrações financeiras individuais não são consideradas como estando conforme as IFRSs, que exigem a avaliação desses investimentos nas demonstrações individuais da Companhia pelo seu valor justo ou pelo custo. Como não existe diferença entre o patrimônio líquido consolidado e o resultado consolidado atribuíveis aos acionistas da Companhia, constantes nas demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs e as práticas contábeis adotadas no Brasil, e o patrimônio líquido e o resultado da Companhia, constantes nas demonstrações financeiras individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Companhia optou por apresentar essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas em um único conjunto, lado a lado Adoção de normas internacionais de contabilidade novas e revisadas As seguintes normas e interpretações, novas e revisadas, não foram adotadas nestas demonstrações financeiras. A Administração prevê que elas serão adotadas no exercício que se iniciará em 1º de abril de A Administração ainda não teve a oportunidade de avaliar o possível impacto da adoção dessas alterações. 10

12 Pronunciamento ou interpretação Alterações à IAS 24 - Divulgação de Partes Relacionadas (em vigor para exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2011) Alterações à IFRS 9 - Instrumentos Financeiros (em vigor para exercícios iniciados em, ou a partir de, 1º de janeiro de 2015) Descrição Alteram a definição de parte relacionada e modificam certas exigências de divulgação de partes relacionadas para entidades governamentais. As alterações não devem impactar as demonstrações financeiras da Companhia, pois as alterações contempladas foram incorporadas no pronunciamento técnico CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas que a Companhia adotou em A parte da IFRS 9 concluída até o momento estabelece as exigências de reconhecimento e baixa, classificação e mensuração de ativos e passivos financeiros. Eventualmente, a IFRS 9 será uma norma abrangente para a contabilização de instrumentos financeiros. A IFRS 9 estabelece duas principais categorias de mensuração para ativos financeiros: custo amortizado e valor justo. A base de classificação depende do modelo de negócio da entidade e das características do fluxo de caixa contratual do ativo financeiro. A orientação da IAS 39 sobre a redução ao valor recuperável de ativos financeiros e contabilidade de hedge continua aplicável. Não há necessidade de reapresentar os períodos anteriores caso a entidade adote a norma para exercícios iniciados antes de 1º de janeiro de Alterações à IFRS 7 - Instrumentos Financeiros: Divulgações (no contexto das melhorias das IFRSs emitidas em 2010) Esclarecem o nível exigido de divulgações sobre o risco de crédito e as garantias mantidas, reduzindo as divulgações anteriormente exigidas sobre empréstimos renegociados. Alterações à IFRS 7 - Divulgações: Transferência de Ativos Financeiros (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2011) Alteração à IFRIC 14 e IAS 19 - O Limite de um Ativo de Benefício Definido, Requisitos de Fundamento Mínimo e sua Interação (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2011) Dão ênfase à interação entre as divulgações quantitativas e as qualitativas sobre a natureza e extensão dos riscos associados a instrumentos financeiros. Retira as consequências não intencionais do tratamento de antecipações em que existe uma exigência de financiamento mínimo. Resulta em antecipações de contribuições, sendo reconhecidas, em certas circunstâncias, como ativo e não como despesa. 11

13 Pronunciamento ou interpretação Alteração à IAS 32 - Instrumentos Financeiros: Apresentação - Classificação de Emissões de Direitos (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de fevereiro de 2010) IAS 34 - Demonstrações Financeiras Intermediárias (em vigor para exercícios iniciados em, ou a partir de, 1º de janeiro de 2011) Descrição O IASB alterou a IAS 32 para permitir que direitos, opções ou bônus de subscrição para adquirir um número fixo de instrumentos de capital da própria entidade por um valor fixo de qualquer moeda sejam classificados como instrumentos de capital, desde que a entidade ofereça direitos, opções ou bônus de subscrição proporcionais a todos os detentores da mesma classe de instrumentos de capital não derivativos. Fornece orientações que ilustram como aplicar os princípios de divulgação da IAS 34 e acrescentar exigências de divulgação sobre as: (a) circunstâncias que podem afetar o valor justo de instrumentos financeiros e sua classificação; (b) transferências de instrumentos financeiros entre diferentes níveis de hierarquias de valor justo; (c) mudanças na classificação de ativos financeiros; e (d) mudanças em passivos e ativos contingentes. IAS 12 - Imposto de Renda, Recuperação de Tributos Diferidos dos Ativos Subjacentes (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2012) Prevê uma abordagem prática de mensuração de passivos e ativos fiscais diferidos, quando o imóvel de investimento é avaliado pelo modelo de valor justo previsto na IAS 40 - Propriedade para Investimento. A Companhia não espera que a sua adoção afete as suas demonstrações financeiras. IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Financeiras (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2011) Esclarece que uma entidade deverá apresentar uma análise do outro resultado abrangente para cada componente do patrimônio líquido, seja na demonstração das mutações do patrimônio líquido, seja nas notas explicativas. O CPC ainda não editou os respectivos pronunciamentos e modificações correlacionadas às IFRSs novas e revisadas, apresentadas anteriormente, com a exceção do pronunciamento técnico CPC 05 - Divulgação sobre Partes Relacionadas. Em decorrência do compromisso do CPC e da Comissão de Valores Mobiliários - CVM de manter atualizado o conjunto de normas emitido com base nas atualizações feitas pelo IASB, é esperado que esses pronunciamentos e modificações sejam editados pelo CPC e aprovados pela CVM até a data de sua aplicação obrigatória Normas internacionais de contabilidade novas e revisadas emitidas após a data das demonstrações financeiras As seguintes normas e interpretações, novas e revisadas, emitidas após 31 de março de 2011, não foram adotadas nestas demonstrações financeiras. A Administração prevê que elas serão adotadas no exercício que se iniciará em 1º de abril de A Administração ainda não teve a oportunidade de avaliar o possível impacto da adoção dessas alterações: 12

14 Pronunciamento ou interpretação IFRS 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2013) Descrição A IFRS 10 substitui a orientação de consolidação nas demonstrações financeiras consolidadas e separadas e SIC-12 - Consolidação - Entidades de Propósito Específico, introduzindo um modelo de consolidação único para todas as entidades com base no controle, independentemente da natureza do investimento (entidade controlada através de direitos de voto dos investidores ou de outras modalidades contratuais, como é comum em sociedades de propósito específico). IFRS 11 - Acordos de Empreendimentos em Conjunto (substitui a IAS 31 (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2013)) IFRS 12 - Divulgação de Interesses em Outras Entidades (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2013) Alterações à IAS 27 - Demonstrações Financeiras Separadas e IAS 28 - Investimentos em Coligadas e Joint Ventures (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2013) A IFRS 11 introduz nova norma para contabilização de empreendimentos em conjunto, substituindo a IAS 31 - Interesses de Acordos Comuns. A opção de aplicar o método de consolidação proporcional quando contabilizado para empreendimentos conjuntos de controladas foi removida. Adicionalmente, a IFRS 11 elimina operações conjuntas (quando um empreendimento conjunto tem direitos e obrigações sobre os ativos e passivos relacionados ao acordo) para desse modo distingui-la de empreendimento conjunto (quando existe direito ao ativo líquido do acordo). A IFRS 12 exige a divulgação detalhada a respeito de ambas as entidades consolidadas e não consolidadas nas quais uma entidade possui envolvimento. O objetivo da IFRS 12 é solicitar informações para que os usuários das demonstrações financeiras possam avaliar as bases de controle, qualquer restrição sobre os ativos e passivos consolidados e a exposição a riscos decorrentes de envolvimentos com entidades estruturadas não consolidadas, além do envolvimento dos titulares que não controlam as atividades das entidades consolidadas. Os requisitos relativos às demonstrações financeiras separadas estão inalterados e inclusos na IAS 27 alterada. As outras partes da IAS 27 foram substituídas pela IFRS 10. A IAS 28 foi alterada com base nas mudanças da IFRS 10, IFRS 11 e IFRS

15 Pronunciamento ou interpretação IFRS 13 - Mensuração pelo Valor Justo (em vigor para exercícios iniciados em, ou após, 1º de janeiro de 2013) IAS 19 - Benefícios a Empregados (2011) (em vigor para exercícios iniciados a partir de 1º de janeiro de 2013) Apresentação de itens de outros resultados abrangentes (alterações à IAS 1) (em vigor para exercícios iniciados a partir de 1º de julho de 2012) Descrição A IFRS 13 substitui as orientações sobre mensurações pelo valor justo constantes na literatura das IFRSs em uma única norma, para desenvolver uma única estrutura conceitual sobre valor justo. A IFRS 13 define valor justo, orienta sobre como determinar o valor justo e requer certas divulgações sobre as mensurações a valor justo. Entretanto, ela não introduz nenhum requerimento novo ou revisado sobre quais itens devem ser mensurados pelo valor justo ou quais devem ter o seu valor justo divulgado. Versão alterada da IAS 19 contendo as exigências revisadas dos planos de pensão e de outros benefícios pós-aposentadoria, bem como benefícios de rescisão e outras alterações. Altera a IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Financeiras para revisar a forma como os itens de outros resultados abrangentes são apresentados. O CPC ainda não editou os respectivos pronunciamentos e modificações correlacionados às IFRSs novas e revisadas, apresentadas anteriormente. Em decorrência do compromisso do CPC e da CVM de manter atualizado o conjunto de normas emitido com base nas atualizações feitas pelo IASB, é esperado que esses pronunciamentos e modificações sejam editados pelo CPC e aprovados pela CVM até a data de sua aplicação obrigatória Base de elaboração As demonstrações financeiras foram elaboradas com base no custo histórico, exceto por determinados instrumentos financeiros, ativos mantidos para venda e ativo biológico mensurados pelos seus valores justos conforme descrito nas práticas contábeis a seguir. O custo histórico geralmente é baseado no valor justo das contraprestações pagas em troca de ativos Apuração do resultado e reconhecimento da receita O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência dos exercícios, sendo a receita de venda de produtos reconhecida no resultado quando os riscos e benefícios inerentes ao produto são transferidos para o cliente Transações e saldos em moeda estrangeira As transações em moeda estrangeira são contabilizadas pela taxa de câmbio do dia da transação. Ativos e passivos denominados em moedas estrangeiras são convertidos utilizando-se da taxa de câmbio nas datas das demonstrações financeiras e as respectivas 14

16 variações cambiais são reconhecidas na demonstração do resultado à medida que ocorrem. Considera-se como em moeda estrangeira qualquer transação em moeda diferente da moeda funcional do Grupo (real) Caixa e equivalentes de caixa Incluem dinheiro em caixa, depósitos bancários à vista e investimentos temporários de curto prazo (com até 90 dias da data da aplicação), considerados de liquidez imediata ou conversíveis em um montante conhecido de caixa e que estão sujeitos a um insignificante risco de mudança de valor, os quais são registrados pelos valores de custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas das demonstrações financeiras, que não excedem o seu valor de mercado ou de realização Aplicações financeiras Representadas por investimentos temporários que serão mantidos até as suas datas de vencimento, as quais são acima de 90 dias, e estão registrados pelos valores de custo, acrescidos dos rendimentos auferidos até as datas dos balanços, que não excedem o seu valor de mercado ou de realização Contas a receber e provisão para créditos de liquidação duvidosa As contas a receber estão registradas pelo valor nominal dos títulos representativos desses créditos, líquidas das provisões para créditos de liquidação duvidosa. As contas a receber no mercado externo estão atualizadas com base nas taxas de câmbio vigentes nas datas das demonstrações financeiras. A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi estimada com base na análise de risco dos créditos, que contempla o histórico de perdas, a situação individual dos clientes, a situação do grupo econômico ao qual pertencem, as garantias reais para os débitos e a avaliação dos assessores jurídicos, e é considerada suficiente pela Administração da Companhia para cobrir eventuais perdas sobre os valores a receber Estoques Os saldos de estoques são substancialmente formados por matérias-primas, produtos acabados, custos diferidos industriais e produtos auxiliares e são avaliados ao custo médio de aquisição ou produção, o qual não excede o valor de mercado (valor líquido realizável menos custos de venda). Custos diferidos industriais correspondem aos gastos incorridos na manutenção das usinas no período de entressafra, os quais são apropriados ao custo da produção da safra seguinte de acordo com a moagem. As provisões para estoques de baixa rotatividade ou obsoletos são constituídas quando consideradas necessárias pela Administração Imobilizado Registrado ao custo de aquisição, formação ou construção, menos a depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear com base na vida útil- -econômica estimada dos bens, conforme indicado na nota explicativa nº Os juros incidentes sobre empréstimos e financiamentos são capitalizados às obras em andamento. 15

17 A Companhia não optou pela adoção da prática de revisão dos custos históricos dos bens do ativo imobilizado e utilização da prática do custo atribuído ( deemed cost ), conforme opção prevista nos parágrafos 20 a 29 da interpretação técnica ICPC 10 - Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28, 37 e 43, para registro do saldo inicial do ativo imobilizado na adoção inicial do pronunciamento técnico CPC 27 - Ativo Imobilizado e da interpretação técnica ICPC 10. O Grupo realiza as principais atividades de manutenção programada em suas unidades industriais em bases anuais. Isso ocorre entre os meses de dezembro e março, com o objetivo de inspecionar e substituir componentes. Gastos com manutenções sem impacto na vida útil-econômica dos ativos são reconhecidos como despesa quando realizados. Itens que se desgastam durante a safra são ativados por ocasião da respectiva reposição e depreciados durante o período da safra seguinte Ativo biológico O CPC 29 - Ativo Biológico e Produto Agrícola abrange o tratamento contábil das atividades que envolvem ativos biológicos (tais como plantações de cana-de-açúcar) ou produtos agrícolas (na época da colheita). O ativo biológico e os respectivos produtos agrícolas devem ser reconhecidos ao valor justo menos as despesas estimadas no ponto de venda. A metodologia adotada pela Companhia para satisfazer essa exigência de cálculo é a avaliação econômica e financeira do ativo biológico de cana-de-açúcar através do fluxo de caixa descontado para os próximos cinco anos, o qual representa o período médio de extração de níveis elevados de Açúcar Total Recuperável/Açúcares Totais Recuperados - ATR/TR. Os dois componentes do ativo biológico (a soqueira e a cana-de-açúcar) são apresentados como um único ativo no balanço patrimonial, uma vez que a produção agrícola não pode ser reconhecida separadamente do ativo biológico a que se refere até a colheita. Como as soqueiras não se enquadram na definição de ativo circulante de acordo com o CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis, o ativo biológico é classificado como não circulante. A variação no valor justo do ativo biológico é reconhecida na demonstração do resultado na rubrica Ganhos (perdas) decorrentes de mudanças no valor justo menos custos estimados de venda do ativo biológico. A parcela realizada, calculada com base no consumo dos estoques de produtos acabados durante o exercício, é reconhecida antes do Lucro bruto, na demonstração do resultado Investimentos Os investimentos em sociedades controladas são avaliados pelo método de equivalência patrimonial, ajustados pela provisão para perdas, quando aplicável, nas demonstrações financeiras individuais. 16

18 3.12. Perdas não recuperáveis ( impairment ) Os bens do imobilizado, intangível e outros ativos não circulantes são anualmente revisados para identificar evidências de perdas não recuperáveis, ou, ainda, sempre que eventos ou alterações significativas nas circunstâncias indicarem que o valor contábil pode não ser recuperável. Quando houver perda decorrente das situações em que o valor contábil do ativo ultrapasse seu valor recuperável, definido pelo maior valor entre o valor em uso do ativo e o valor líquido de venda do ativo, esta é reconhecida no resultado do exercício Intangível Refere-se basicamente ao ágio na aquisição e incorporação de empresas. O ágio foi classificado como intangível com vida útil indefinida e deixou de ser amortizado contabilmente a partir de 1º de janeiro de 2009, conforme o pronunciamento técnico CPC 04 - Ativo Intangível. O ágio é anualmente submetido a teste de redução no valor recuperável, ou com maior frequência, quando houver indicação de que a unidade geradora de caixa poderá apresentar redução no valor recuperável. Se o valor recuperável for menor que o valor contábil, a perda por redução no valor recuperável é primeiramente alocada para reduzir o valor contábil de qualquer ágio alocado à unidade e, posteriormente, aos outros ativos da unidade, proporcionalmente ao valor contábil de cada um de seus ativos. Qualquer perda por redução no valor recuperável de ágio é reconhecida diretamente no resultado do exercício. A perda por redução no valor recuperável não é revertida em períodos subsequentes. O teste de valor recuperável não gerou perdas que devessem ser reconhecidas durante o exercício findo em 31 de março de Outros ativos circulantes e não circulantes Registrados ao custo, atualizado monetariamente e líquido de provisões para não realização, quando aplicável Passivos circulante e não circulante Registrados aos valores conhecidos ou estimados pela Administração, calculáveis, acrescidos de encargos financeiros e de variações monetárias e cambiais incorridos até as datas das demonstrações financeiras, quando aplicável Empréstimos e financiamentos Os passivos originados de empréstimos e financiamentos são reconhecidos ao valor justo, líquido de custos de transações incrementais diretamente atribuíveis à originação do passivo financeiro. Esses passivos são avaliados subsequentemente pelo método de custo amortizado, usando a taxa efetiva de juros, que leva em consideração os custos de transação, e os juros são apropriados até o seu vencimento. Para empréstimos pósfixados, a taxa efetiva de juros é reestimada periodicamente quando o efeito de reavaliação da taxa efetiva de juros dos contratos é significativo. 17

19 3.17. Imposto de renda e contribuição social - correntes e diferidos O Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL são calculados às alíquotas de 25% e 9%, respectivamente. O imposto de renda e a contribuição social correntes e diferidos são reconhecidos na demonstração do resultado, exceto, nos casos aplicáveis, na proporção em que estiverem relacionados com itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido. Nesse caso, os tributos são reconhecidos também diretamente no patrimônio líquido na rubrica Outros resultados abrangentes. A despesa de imposto de renda e contribuição social correntes é calculada com base nas leis e nos atos normativos tributários promulgados nas datas das demonstrações financeiras, de acordo com os regulamentos tributários brasileiros. A Administração avalia periodicamente as posições assumidas na declaração de imposto de renda com respeito a situações em que a regulamentação tributária aplicável está sujeita à interpretação que possa ser eventualmente divergente e constitui provisões, quando aplicável, com base nos valores que espera pagar. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são calculados pelo método do passivo sobre as diferenças temporárias decorrentes de diferenças entre as bases fiscais dos ativos e passivos e seus valores contábeis. O imposto de renda e a contribuição social diferidos são determinados usando as alíquotas de imposto promulgadas nas datas das demonstrações financeiras e que devem ser aplicadas quando o respectivo imposto de renda e contribuição social diferidos ativos forem realizados ou quando o imposto de renda e a contribuição social diferidos passivos forem liquidados. O imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos são calculados com base no prejuízo fiscal e na base negativa de contribuição social e somente são reconhecidos na proporção da probabilidade de que o lucro real futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças temporárias possam ser usadas. Os montantes de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos são compensados somente quando há um direito exequível legal de compensar os ativos fiscais correntes contra os passivos fiscais correntes e/ou quando o imposto de renda e a contribuição social diferidos ativos e passivos se relacionam com o imposto de renda e a contribuição social incidentes pela mesma autoridade tributária sobre a entidade tributável ou diferentes entidades tributáveis em que há intenção de liquidar os saldos em uma base líquida Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias A Companhia reconhece uma provisão somente quando existe uma obrigação presente (legal ou construtiva) como resultado de um evento passado, quando é provável que o pagamento de recursos deva ser requerido para liquidar a obrigação e quando a estimativa pode ser feita de forma confiável para a provisão. Quando alguma dessas características não é atendida, a Companhia não reconhece uma provisão. 18

20 A Companhia constitui provisões para fazer face a desembolsos futuros que possam decorrer de ações judiciais em curso de naturezas trabalhista, cível e tributária. As provisões são constituídas a partir de uma análise individualizada, efetuada pelos assessores jurídicos da Companhia (conforme nota explicativa nº 22), dos processos judiciais em curso e das perspectivas de desfecho com resultado desfavorável implicando um desembolso futuro. Eventuais contingências ativas não são reconhecidas até que as ações sejam transitadas em julgado com posição favorável à Companhia em caráter definitivo e quando é certo que esta irá realizar o ativo. Os tributos cuja exigibilidade está sendo questionada na esfera judicial são registrados levando-se em consideração o conceito de obrigação legal. Os depósitos judiciais realizados em garantia das ações judiciais em curso estão contabilizados na rubrica Depósitos judiciais, no ativo não circulante Instrumentos financeiros (a) Classificação Os ativos e passivos financeiros mantidos pela Companhia são classificados sob as seguintes categorias: (1) ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado; (2) ativos financeiros mantidos até o vencimento; (3) ativos financeiros disponíveis para venda; (4) empréstimos e recebíveis; (5) passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado; e (6) outros passivos financeiros. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos e passivos financeiros foram adquiridos ou contratados. (1) Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado São ativos financeiros mantidos para negociação, quando são adquiridos para esse fim, principalmente, no curto prazo. Os instrumentos financeiros derivativos também são classificados nessa categoria. Os ativos dessa categoria são classificados no ativo circulante. Nessa categoria estão incluídos unicamente os instrumentos financeiros derivativos. Os saldos referentes aos ganhos ou às perdas decorrentes das operações não liquidadas são classificados no ativo ou no passivo circulante, sendo as variações no valor justo registradas, respectivamente, nas rubricas Receitas financeiras ou Despesas financeiras. (2) Ativos financeiros mantidos até o vencimento Compreendem investimentos em determinados ativos financeiros classificados no momento inicial da contratação para serem levados até a data de vencimento, os quais são mensurados ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos de acordo com os prazos e as condições contratuais. (3) Ativos financeiros disponíveis para venda Quando aplicável, são incluídos nessa classificação os ativos financeiros não derivativos, como títulos e/ou ações cotadas em mercados ativos ou não cotadas em mercados ativos, mas que possam ter os seus valores justos estimados razoavelmente. 19

21 (4) Empréstimos e recebíveis São incluídos nessa classificação os ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis, não cotados em mercado ativo. São registrados no ativo circulante, exceto nos casos aplicáveis, aqueles com prazo de vencimento superior a 12 meses após as datas dos balanços, os quais são classificados como ativo não circulante. Em 31 de março de 2011 e de 2010, compreendem disponibilidades e contas a receber. (5) Passivos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado Os passivos financeiros são classificados como mensurados ao valor justo por meio do resultado quando são mantidos para negociação ou designados ao valor justo por meio do resultado. Um passivo financeiro é classificado como mantido para negociação se: Foi adquirido principalmente para a recompra no curto prazo. Faz parte de uma carteira de instrumentos financeiros identificados gerenciados em conjunto pelo Grupo e possui um padrão real recente de obtenção de lucro de curto prazo. É um derivativo não designado como instrumento de hedge efetivo. Um passivo financeiro não mantido para negociação pode ser designado ao valor justo por meio do resultado no reconhecimento inicial se: Tal designação eliminar ou reduzir significativamente uma inconsistência na mensuração ou no reconhecimento que, de outra forma, iria surgir. O passivo financeiro for parte de um grupo de ativos ou passivos financeiros ou ambos, gerenciado e com seu desempenho avaliado com base no valor justo de acordo com a gestão dos riscos ou a estratégia de investimentos documentados do Grupo e quando as informações a respeito do Grupo forem fornecidas internamente com a mesma base. O ativo financeiro for parte de um contrato contendo um ou mais derivativos embutidos e o pronunciamento técnico CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração permitir que o contrato combinado (ativo ou passivo) seja totalmente designado ao valor justo por meio do resultado. Os passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado são demonstrados ao valor justo e os respectivos ganhos ou perdas são reconhecidos no resultado. Os ganhos ou as perdas líquidos reconhecidos no resultado incorporam os juros pagos pelo passivo financeiro, sendo incluídos no resultado financeiro, na demonstração do resultado. O valor justo é determinado conforme descrito na nota explicativa nº

22 (6) Outros passivos financeiros Os outros passivos financeiros, incluindo empréstimos, são inicialmente mensurados pelo valor justo, líquido dos custos da transação. Posteriormente, são mensurados pelo valor de custo amortizado utilizando o método de juros efetivos, e a despesa financeira é reconhecida com base na remuneração efetiva. O método de juros efetivos é utilizado para calcular o custo amortizado de um passivo financeiro e alocar sua despesa de juros pelo respectivo período. A taxa de juros efetiva é a taxa que desconta exatamente os fluxos de caixa futuros estimados ao longo da vida estimada do passivo financeiro ou, quando apropriado, por um período menor para o reconhecimento inicial do valor contábil líquido. (7) Baixa de passivos financeiros O Grupo baixa passivos financeiros somente quando as suas obrigações são extintas e canceladas ou quando são liquidadas. (b) Mensuração As compras e vendas regulares de ativos financeiros são reconhecidas na data da negociação, ou seja, na data em que a Companhia se compromete a comprar ou vender o ativo. Os ativos financeiros a valor justo por meio do resultado são, inicialmente, reconhecidos pelo valor justo, e os custos de transação são reconhecidos na demonstração do resultado. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são registrados na demonstração do resultado nas rubricas Receitas financeiras ou Despesas financeiras, respectivamente, no período em que ocorrem. Para os ativos financeiros classificados como Disponíveis para venda, quando aplicável, essas variações são registradas na rubrica Outros resultados abrangentes, até o momento da liquidação do ativo financeiro, quando, por fim, são reclassificadas para o resultado do exercício. (c) Instrumentos financeiros derivativos e atividades de hedge As operações da LDC-SEV Bioenergia e de suas controladas estão expostas aos seguintes riscos: i) Risco relacionados à volatilidade dos preços de commodities. A Companhia tem como política gerenciar tais riscos através de instrumentos financeiros, os quais são contratados exclusivamente com a finalidade de proteção. ii) Riscos de volatilidade da taxa de câmbio nas receitas, nos custos e em certos ativos e passivos. A Companhia utiliza instrumentos financeiros derivativos para proteger o cumprimento dos seus investimentos em moedas diferentes do real. 21

23 iii) Riscos de flutuações das taxas de juros atreladas aos ativos e passivos monetários. Em consonância com sua política de hedge, a Companhia efetua operações com instrumentos financeiros derivativos, com o objetivo de minimizar esses riscos. Essas transações são formalmente designadas e qualificadas como hedge contábil de fluxo de caixa. A controladora da Companhia e de suas controladas documenta, na data inicial da relação de hedge, a sua estratégia às políticas de gestão de riscos. A controladora da Companhia e de suas controladas também documenta os seus testes de efetividade de hedge na data da designação e em datas subsequentes. A porção efetiva das mudanças no valor justo dos instrumentos financeiros derivativos é reconhecida no patrimônio líquido na rubrica Outros resultados abrangentes. A parcela inefetiva é reconhecida imediatamente no resultado do exercício nas rubricas Receitas financeiras ou Despesas financeiras. Os ganhos ou as perdas reconhecidos no patrimônio líquido são reciclados para o resultado do exercício quando o item protegido (objeto de hedge ) impactar o resultado do exercício. Quando o instrumento de hedge alcança seu vencimento, é vendido, ou, quando a transação não é mais qualificada como hedge contábil, o valor cumulativo da porção efetiva registrada no patrimônio líquido, na rubrica Outros resultados abrangentes, é mantido nessa reserva até que a transação objeto de hedge aconteça e impacte o resultado da Companhia. A gestão desses instrumentos é efetuada por meio da definição de estratégias, do estabelecimento de sistemas de controle, da determinação de limites de posição e exposição, e do monitoramento dos riscos envolvidos Moeda funcional A Administração, após análise das operações e dos negócios da Companhia sobre a aplicabilidade do pronunciamento técnico CPC 02 - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Financeiras (IAS 21), em relação principalmente aos fatores para determinação de sua moeda funcional, concluiu pela adoção do real como moeda funcional. Essa conclusão baseia-se na análise dos indicadores descritos no referido pronunciamento, uma vez que o real é a moeda que mais influencia os preços dos bens negociados, a determinação do preço de venda dos produtos e os custos para fornecimento de produtos, como também é a moeda na qual são obtidos, substancialmente, os recursos das atividades financeiras e na qual são normalmente acumulados os valores recebidos de atividades operacionais. Dessa forma, os itens incluídos nas demonstrações financeiras da Companhia foram mensurados utilizando como moeda funcional o real, que melhor reflete o ambiente econômico no qual a Companhia está inserida e a forma como esta é administrada de fato Ativos mantidos para venda Os ativos não circulantes imediatamente destinados para venda (ou grupo para alienação) e cuja venda seja altamente provável no prazo de 12 meses são classificados na rubrica Ativos mantidos para venda, no balanço patrimonial. 22

24 Uma venda é altamente provável quando a Administração do Grupo está comprometida com um plano de venda dos ativos não circulantes ou do grupo para alienação e tiver sido iniciado um plano formal para a venda. Os ativos não circulantes classificados como mantidos para venda (ou grupos para alienação) são mensurados pelo menor valor entre o valor contábil e o valor justo menos as despesas de venda. Os ativos imobilizado e intangível que tenham sido classificados como destinados para venda não sofrem depreciação ou amortização. 4. PRINCIPAIS JULGAMENTOS CONTÁBEIS E FONTES DE INCERTEZA NAS ESTIMATIVAS Na aplicação das principais práticas contábeis da Companhia descritas na nota explicativa nº 3, a Administração deve fazer julgamentos e elaborar estimativas a respeito dos valores contábeis dos ativos e passivos que não são facilmente obtidos de outras fontes. As estimativas e as respectivas premissas estão baseadas na experiência histórica e em outros fatores considerados relevantes. Os resultados efetivos podem diferir dessas estimativas. As estimativas e premissas subjacentes são revisadas continuamente. Os efeitos decorrentes das revisões feitas às estimativas contábeis são reconhecidos no período em que as estimativas são revisadas, se a revisão afetar apenas esse período ou, também, em períodos posteriores, se a revisão afetar tanto o período presente como períodos futuros Principais fontes de incerteza nas estimativas A seguir são apresentadas as principais premissas a respeito do futuro e outras principais origens de incerteza nas estimativas nas datas das demonstrações financeiras, as quais podem levar a ajustes significativos nos valores contábeis dos ativos e passivos no próximo exercício Valor recuperável do ágio ( goodwill ) Para determinar se o ágio apresenta redução em seu valor recuperável, é necessário fazer estimativa do valor em uso das unidades geradoras de caixa para as quais o ágio foi alocado. O cálculo do valor em uso exige que a Administração faça uma estimativa dos fluxos de caixa futuros esperados oriundos das unidades geradoras de caixa e uma taxa de desconto adequada para que o valor presente seja calculado. Não foram identificados indícios de redução ao valor recuperável do ágio ( goodwill ), cujo saldo em 31 de março de 2011 e de 2010 era de R$ O valor recuperável do ágio é determinado com base no cálculo do valor em uso utilizando projeções dos fluxos de caixa com base em orçamento financeiro aprovado pela Administração da Companhia e taxa de desconto de 7% ao ano Vida útil dos bens do ativo imobilizado Conforme descrito na nota explicativa nº 16, a Companhia revisa a vida útil estimada dos bens do ativo imobilizado anualmente no fim de cada exercício. Durante o exercício, a Administração estabeleceu que a vida útil dos principais bens do ativo imobilizado não deveria sofrer alterações. 23

25 Avaliação de instrumentos financeiros Conforme descrito na nota explicativa nº 29, a Companhia usa técnicas de avaliação que incluem informações que não se baseiam em dados observáveis de mercado para estimar o valor justo de determinados tipos de instrumentos financeiros. A nota explicativa nº 29 oferece as informações detalhadas sobre as principais premissas utilizadas na determinação do valor justo de instrumentos financeiros, bem como a análise de sensibilidade dessas premissas. A Administração acredita que as técnicas de avaliação selecionadas e as premissas utilizadas são adequadas para a determinação do valor justo dos instrumentos financeiros Imposto de renda, contribuição social e outros impostos A Companhia reconhece ativos e passivos diferidos com base nas diferenças entre o valor contábil apresentado nas demonstrações financeiras e a base tributária dos ativos e passivos utilizando as alíquotas em vigor. A Companhia revisa regularmente os impostos diferidos ativos em termos de possibilidade de recuperação, considerando o lucro histórico gerado e o lucro tributável futuro projetado, de acordo com um estudo de viabilidade técnica Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias A Companhia é parte de diversos processos judiciais e administrativos, como descrito na nota explicativa nº 22. Provisões são constituídas para todas as contingências referentes a processos judiciais que representam perdas prováveis e estimadas com um certo grau de segurança. A avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento jurídico, bem como a avaliação dos assessores jurídicos. A Administração acredita que essas provisões para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias estão corretamente apresentadas nas demonstrações financeiras Ativo biológico Conforme descrito na nota explicativa nº 17, o ativo biológico é reconhecido a valor justo na data das demonstrações financeiras e na data de sua colheita, deduzido dos gastos estimados necessários para se concretizar a venda. As principais premissas utilizadas para determinar o valor justo do ativo biológico são: rendimento estimado, quantidade de açúcar por tonelada de cana, valor do açúcar e custos de replantio por hectare. 5. CRITÉRIOS DE CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 24 a) Definição de controladas para fins de consolidação Controladas são todas as entidades cujas políticas financeiras e operacionais são controladas e conduzidas pela Companhia e nas quais normalmente há uma participação societária superior a 50%. Nos casos aplicáveis, a existência e o efeito de potenciais direitos de voto, que são

26 atualmente exercíveis ou conversíveis, são levados em consideração ao ser avaliado se a Companhia controla ou não outra entidade. As controladas são integralmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia e deixam de ser consolidadas, nos casos aplicáveis, a partir da data em que o controle cessa. b) Critérios de consolidação e controladas incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas As demonstrações financeiras consolidadas foram elaboradas em conformidade com os critérios de consolidação previstos pelas práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRSs, abrangendo as demonstrações financeiras da LDC-SEV Bioenergia e de suas controladas diretas e indiretas, conforme demonstrado a seguir: Participação - % Participação direta- Usina Continental S.A. 91,68 91,68 Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, foram utilizadas demonstrações encerradas nas mesmas datas-base e consistentes com as práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 3. Foram eliminados os efeitos das transações entre as empresas consolidadas decorrentes das participações de uma empresa em outra na proporção da participação da investidora no patrimônio líquido e no resultado da controlada, bem como os saldos das contas ativas e passivas, e as receitas e despesas. Eliminação de lucros não realizados Não foram identificados valores significativos de lucros não realizados nos estoques decorrentes das vendas efetuadas entre as Empresas do Grupo em 31 de março de CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Caixa e bancos Aplicações financeiras (*) Debêntures compromissadas (*) Total (*) Vencimento original menor ou igual a 90 dias. As aplicações financeiras referem-se substancialmente às operações de Certificados de Depósito Bancário - CDBs pós-fixados e/ou indexados a taxas que variam de 100% a 102% (98% a 101,5% em 31 de março de 2010) do Certificado de Depósito Interbancário - CDI; as debêntures são de instituições financeiras nacionais, indexadas a taxas que variam de 100,5% a 25

27 101,2% do CDI. Todas as aplicações classificadas no grupo Caixa e equivalentes de caixa têm disponibilidade imediata e/ou liquidez no prazo menor que 90 dias e estão atualizadas pelos rendimentos auferidos até as datas das demonstrações financeiras, não excedendo o valor de negociação. 7. APLICAÇÕES FINANCEIRAS Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Aplicações financeiras (> 90 dias) Títulos de capitalização (> 90 dias) Fundo de investimento renda fixa (> 90 dias) Total As aplicações financeiras referem-se a investimentos em CDBs pós-fixados e/ou indexados a taxas que variam de 100,0% a 102,0% do CDI e estão classificadas com liquidez maior que 90 dias, pois têm seus resgates vinculados às condições contratuais/judiciais, devendo ser mantidas até seus vencimentos. Todas as aplicações estão atualizadas pelos rendimentos auferidos até as datas das demonstrações financeiras, não excedendo o valor de negociação. 8. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) No ativo: Posição em aberto de contratos de futuros (a) Swap Libor (b) Ações Total Parcela do ativo circulante (14.665) (1.316) (14.665) (1.316) Parcela do ativo não circulante No passivo- Swap Libor (b) Total Passivo circulante (a) Refere-se aos contratos de futuros de commodities não liquidados. 26

28 (b) Refere-se ao valor justo das posições em aberto de instrumentos financeiros ( swap de taxa de juros) contratados para proteção dos efeitos das oscilações das taxas de juros internacionais (Libor) sobre os pagamentos de juros de contratos de pré-pagamento de longo prazo. Seus efeitos estão registrados no patrimônio líquido, na rubrica Outros resultados abrangentes, para os instrumentos designados como hedge de fluxo de caixa (em conformidade com o pronunciamento técnico CPC 38), e a parcela não designada do instrumento tem seus efeitos registrados no resultado financeiro. A Companhia, com o objetivo de minimizar riscos de exposição a certas flutuações do mercado de commodities e riscos de moedas, contrata operações de derivativos, conforme detalhado na nota explicativa nº CONTAS A RECEBER Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Partes relacionadas: No País No exterior Terceiros: No País No exterior Provisão para créditos de liquidação duvidosa (24.437) (21.813) (28.440) (39.902) Total Antes de registrar operações com novos clientes, o Grupo faz análises de risco e avalia a qualificação de tais contrapartes. Tal análise é feita com a utilização de técnicas de balanced scorecard, observando aspectos quantitativos e qualitativos, através da análise de demonstrativos financeiros, situação patrimonial e referências comerciais. Aproximadamente 80% das contas a receber que não estão vencidas nem apresentam redução ao valor recuperável recebem a melhor pontuação de acordo com o sistema externo de pontuação de crédito utilizado pelo Grupo. Do saldo de contas a receber consolidado em 31 de março de 2011, R$ referem-se à Term Commodities Inc., R$467 à Louis Dreyfus Commodities Suisse S.A. e R$4.238 à LDC Bioenergia S.A., empresas relacionadas do Grupo, conforme a nota explicativa nº 23. Em 31 de março de 2010, o saldo em aberto consolidado dos principais clientes era de R$5.561 à LD Corporation e R$210 à LDC Bioenergia S.A. Nenhum outro cliente representa mais de 5% do saldo total de contas a receber. 27

29 O saldo da rubrica Contas a receber inclui valores (vide a análise por vencimento a seguir) vencidos no fim do exercício, para os quais o Grupo não constituiu uma provisão para créditos de liquidação duvidosa, uma vez que não houve mudança significativa na qualidade do crédito e os valores (que incluem juros acrescidos aos recebíveis vencidos há mais de 60 dias) ainda são considerados recuperáveis. A Companhia não tem garantias para esses saldos nem tem o direito legal de compensá-los com valores devidos pelo Grupo ao devedor. Os saldos de contas a receber por idade de vencimento estão demonstrados a seguir: Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) A vencer Vencidos: Até 30 dias Entre 31 e 60 dias Entre 61 e 90 dias Entre 91 e 180 dias Acima de 180 dias Total A movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa está assim representada: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial (21.813) (5.404) (39.902) (5.404) Adições (32.573) (27.079) (36.579) (45.168) Reversões Saldo final (24.437) (21.813) (28.440) (39.902) A despesa com a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa foi registrada na rubrica Despesas gerais, administrativas e de vendas, na demonstração do resultado do exercício. Quando não existe expectativa de recuperação de numerário adicional, os valores creditados na rubrica Provisão para créditos de liquidação duvidosa são em geral revertidos contra a baixa definitiva do título e registrados no resultado. A exposição máxima ao risco de crédito nas datas das demonstrações financeiras é o valor contábil de cada faixa de idade de vencimento, conforme demonstrado anteriormente no quadro de saldos a receber por idade de vencimento. 28

30 10. ESTOQUES Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Produtos acabados: Açúcar Etanol Mel refinado Outros Provisão para margem negativa dos estoques (640) (23.988) (640) (32.337) Custos diferidos industriais (vide nota explicativa nº 2.9) Matéria-prima e embalagens Almoxarifado Provisão para realização dos estoques de almoxarifado (458) - (668) - Adiantamentos a fornecedores (*) Provisão para perdas de adiantamentos a fornecedores (28.472) (81.987) (39.584) (89.312) Outros Total (*) Os adiantamentos para fornecimento de cana-de-açúcar são remunerados por meio da variação do preço do ATR, informado mensalmente pelo Conselho dos Produtores de Cana, Açúcar e Etanol dos Estados de São Paulo e Pernambuco - CONSECANA, e também, quando aplicável, por meio da taxa do CDI e da Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP. Espera-se que os estoques de almoxarifado, no valor de R$6.457 em 31 de março de 2011 (R$1.980 em 31 de março de 2010), sejam realizados acima de 12 meses. A movimentação da provisão para margem negativa dos estoques, realização de estoque de almoxarifado e perda de adiantamentos a fornecedores está assim representada: Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial ( ) ( ) Adições (56.689) (69.373) Reversões Saldo final (29.570) (40.892) O custo dos estoques reconhecido na rubrica Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados no exercício findo em 31 de março de 2011 foi de R$

31 11. IMPOSTOS A RECUPERAR Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS (a) Programa de Integração Social - PIS e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS (b) Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF sobre aplicação financeira e antecipações Instituto Nacional do Seguro Social - INSS e outros Total Parcela do ativo circulante (10.644) (9.543) (23.038) (20.852) Ativo não circulante (a) Do total de ICMS a recuperar, R$2.579 referem-se a ICMS sobre ativo imobilizado a compensar, realizados à razão de 1/48. (b) Referem-se a créditos de PIS e COFINS relativos à: (i) Lei nº /02, que dispõe sobre a não cumulatividade na cobrança da contribuição ao PIS e ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PASEP, sobre o pagamento e parcelamento de débitos tributários federais, a compensação de créditos fiscais, a declaração de inaptidão de inscrição de pessoas jurídicas e a legislação aduaneira; e (ii) Lei nº /03, que trata da cobrança não cumulativa da COFINS. 12. ATIVOS MANTIDOS PARA VENDA Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Bens imóveis destinados à venda- Terras e terrenos Investimentos destinados à venda- Tropical Bioenergia S.A Total A Administração da Companhia classificou alguns ativos como não fundamentais para a manutenção de suas atividades. Dessa forma, esses ativos foram classificados em Ativos mantidos para venda, seguindo a regulamentação do pronunciamento técnico CPC 31 - Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada. 30

32 A conclusão da venda desses ativos exige aprovação dos acionistas não controladores que prolongaram o prazo necessário para concluir a venda além de um ano. As ações necessárias para obter essas aprovações não podem ser iniciadas até que um comprador seja conhecido e seja obtido um compromisso firme de compra. Dessa forma, a Administração da Companhia mantém o compromisso firme de que a venda desses ativos é altamente provável e atende ao estabelecido pelo pronunciamento técnico CPC 31 para serem mantidos como ativos mantidos para venda. Bens imóveis destinados à venda Durante o exercício, houve a alienação de bens imóveis no valor de R$10.845, que resultou em um ganho de R$ Do valor total da venda, parte foi recebida até o exercício findo em 31 de março de 2011 e foi utilizada para recomprar ações de acionistas não controladores da Companhia no valor de R$13.325, conforme determinado no Contrato de Associação. O restante, no valor de R$12.709, está registrado na rubrica Contas a receber, no ativo circulante, e o valor de R$7.394 registrado na rubrica Outros créditos, no ativo não circulante. Investimentos destinados à venda As condições de mercado que existiam na data em que o investimento destinado à venda da empresa Tropical Bioenergia S.A. foi classificado inicialmente como mantido para venda não se confirmaram; como resultado, o ativo não foi vendido até o fim desse exercício. O ativo continua a ser ativamente negociado a um preço considerado razoável pela Administração da Companhia, considerando as mudanças nas condições de mercado, e continua atendendo aos critérios estabelecidos pelo CPC 31 para manter o referido ativo registrado como ativos mantidos para venda. Compromissos assumidos Em conexão com o Contrato de Associação, o prazo para concluir a venda de certos ativos classificados como mantidos para venda é de 18 meses, contados a partir de 29 de outubro de Após esse prazo, a venda daqueles ativos pode ser executada pelos Principais Credores da Companhia. Ainda, conforme o referido contrato, os valores recebidos com a venda desses ativos devem ser utilizados para recompra de ações da Companhia mantidas em poder dos seus Principais Credores. 13. DEPÓSITOS JUDICIAIS Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Cíveis Outros

33 Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Tributários: Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI Contribuição social ICMS, PIS e COFINS IRPJ INSS Fundo de Investimento Social - FINSOCIAL Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS Trabalhistas- Recursos trabalhistas Total IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL CORRENTES E DIFERIDOS Imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos apresentados no balanço patrimonial Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Imposto de renda e contribuição social diferidos ativos Imposto de renda e contribuição social diferidos passivos (57.750) (72.326) (65.370) (74.556) Total Imposto de renda e contribuição social reconhecidos no resultado Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Despesa de imposto de renda e contribuição social correntes - - (3.137) - (Despesa) receita de imposto de renda e contribuição social diferidos relacionados à origem e reversão de diferenças temporárias e prejuízo fiscal e base negativa (1.519) (5.190) Total (1.519) (8.327)

34 14.3. Imposto de renda e contribuição social reconhecidos em outros resultados abrangentes Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Receita (despesa) de imposto de renda e contribuição social diferidos reconhecidos em outros resultados abrangentes- Hedge accounting de variação cambial (18.535) (18.535) Total (18.535) (18.535) Conciliação entre a alíquota nominal do imposto de renda e da contribuição social e a alíquota efetiva Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Resultado antes da tributação sobre o lucro ( ) ( ) Alíquota nominal 34% 34% 34% 34% Receita (despesa) de imposto de renda e contribuição social pela alíquota nominal (27.455) (30.257) Resultado de equivalência patrimonial (5.369) Provisão para perdas de investimentos - (12.846) - (12.846) Desconto de multa e juros de parcelamento de impostos Amortização do ágio Créditos tributários de anos anteriores não reconhecidos (1.466) Outros (multas e doações) (4.366) (15.385) Imposto de renda e contribuição social diferido (1.519) (8.327) Saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos ativos e passivos Controladora (BR GAAP) Saldo inicial em Reconhecido no resultado do exercício Reconhecido em outros resultados abrangentes Reconhecido diretamente no patrimônio líquido REFIS Saldo final em Diferenças temporárias: Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Provisão para perdas de adiantamentos a fornecedores (25.325) Provisões diversas Provisão para créditos de liquidação duvidosa Provisão para margem negativa de estoques Provisão para a realização de estoques de almoxarifado Ativo biológico (7.013) Hedge de fluxo de caixa de variação cambial e swap (18.535) - - (15.292) Ajustes da Lei nº /09 (12.154) Variação cambial não realizada (18.067) (11.681) (29.748) Valorização a mercado de instrumentos financeiros derivativos (2.722) Reserva de reavaliação (3.125) (2.655) Efeito de ajuste do Programa de Securitização Agrícola - PESA (12.349) (10.055) (162) (18.535)

35 Controladora (BR GAAP) Saldo inicial em Reconhecido no resultado do exercício Reconhecido em outros resultados abrangentes Reconhecido diretamente no patrimônio líquido REFIS Saldo final em Prejuízos e créditos fiscais não utilizados- Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social (33.323) Provisão para perdas (31.966) Total (1.519) (18.535) Controladora (BR GAAP) Saldo inicial em Reconhecido no resultado do exercício Reconhecido diretamente no patrimônio líquido Reconhecimento em outros resultados abrangentes Saldo final em Diferenças temporárias: Hedge de fluxo de caixa de variação cambial Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Provisão para fornecedores de cana Ativo biológico (20.545) - (7.013) Variação cambial não realizada - (18.067) - - (18.067) Valorização a mercado de derivativos Reserva de reavaliação (3.595) (3.125) Efeito de ajuste do Programa de Securitização Agrícola - PESA Ajustes da Lei nº /09 (12.154) (12.154) (15.749) (20.075) Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social Provisão para perdas - ( ) - - (31.966) Total (20.075) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial em Reconhecido no resultado do exercício Reconhecido diretamente no patrimônio líquido Reconhecido em outros resultados abrangentes Utilizado no REFIS Saldo final em Diferenças temporárias: Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Provisão para perdas de adiantamentos a fornecedores (26.858) Provisões diversas Provisão para devedores duvidosos Provisão para margem negativa de estoques Provisão para realização de estoques de almoxarifado Ativo biológico (3.161) Provisões diversas Hedge de fluxo de caixa de variação cambial e swap (18.535) - (15.292) Ajustes da Lei nº /09 (12.154) Variação cambial não realizada (24.150) (13.219) (37.369) Valorização a mercado de instrumentos financeiros derivativos (2.722) Efeito de ajuste do Programa de Securitização Agrícola - PESA (12.349) - - (10.055) Reserva de reavaliação (3.125) (2.655) (3.366) 470 (18.535) Prejuízos e créditos fiscais não utilizados: Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social (33.790) Provisão para perdas (31.966) Total (5.190) 470 (18.535)

36 Consolidado (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial em Baixa de saldos de investidas Reconhecido no resultado do exercício Reconhecido diretamente no patrimônio líquido Reconhecido em outros resultados abrangentes Saldo final em Diferenças temporárias: Hedge de fluxo de caixa de variação cambial e swap Provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Provisão para fornecedores de cana-de-açúcar Provisão para créditos de liquidação duvidosa Ativo biológico (14.916) - (3.161) Variação cambial não realizada - - (24.150) - - (24.150) Valorização a mercado de derivativos Reserva de reavaliação (3.595) (3.125) Diferenças temporárias (14.505) Efeito de ajuste do programa de Securitização Agrícola - PESA Ajustes da Lei nº /09 (12.388) (12.154) Depreciação acelerada (415) (1.893) (13.856) (14.446) Prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social (20.056) Provisão para perdas - - (31.966) - - (31.966) Total (33.912) (14.446) Projeções da Administração para a realização dos saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos De acordo com as projeções da Administração da Companhia, o imposto de renda e a contribuição social diferidos de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social serão realizados como segue, tomando-se como base a projeção de lucro tributável. Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) a Total Os saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos do Grupo são compostos pelos saldos de prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social e pelas diferenças temporárias. O estudo da estimativa de realização desses saldos tem ênfase exclusivamente na expectativa de realização (consumo) do prejuízo fiscal e base negativa da contribuição social. A estimativa de realização do saldo de impostos diferidos decorrentes das diferenças temporárias não é efetuada pelo Grupo, haja vista que grande parte desse saldo está sujeito a decisões judiciais sobre as quais o Grupo não detém controle, tampouco sabe prever quando haverá a decisão em última instância. Além disso, não é possível mensurar a realização das demais provisões e, consequentemente, estimar a realização dos impostos diferidos calculados sobre elas. 35

37 As projeções de geração de resultados tributáveis futuros incluem várias estimativas referentes ao desempenho das economias brasileira e internacional, flutuação de taxas de câmbio, volume de vendas, preços de venda e alíquotas de impostos, entre outros, que podem apresentar variações em relação aos dados e valores reais. Como o resultado do imposto de renda e da contribuição social decorre não somente do lucro tributável, mas também da existência de receitas não tributáveis, das despesas não dedutíveis e de diversas outras variáveis, não existe uma correlação relevante entre o lucro líquido do Grupo e o resultado do imposto de renda e da contribuição social. 15. INVESTIMENTOS Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Investimentos em empresa controlada e outras empresas Outros investimentos Total Provisão para passivo a descoberto (69.977) (69.977) (69.977) (69.977) Principais informações sobre empresa controlada e outras empresas em 31 de março de 2011 (BR GAAP) Usina Continental (*) Crystalsev Comércio e Representação Ltda. Crystalsev Participações Ltda. Total Capital social Resultado do exercício Patrimônio líquido (96.400) Participação no capital 91,68% 72,59% 70% Valor de investimentos em controladas Provisão para passivo a descoberto - (69.977) - (69.977) Resultado de equivalência patrimonial (*) Empresa controlada. 36

38 A movimentação dos investimentos em empresa controlada e em outras empresas apresentada nas demonstrações financeiras individuais é conforme segue (BR GAAP): Usina Continental (b) Crystalsev Comércio e Representação Ltda. (a) Crystalsev Participações Ltda. (a) Total Total Saldo inicial (69.977) Ajuste de exercício de anos anteriores (27.574) Resultado de equivalência patrimonial Outros (1.267) Saldo final (69.977) Valor de investimentos em controladas Provisão para passivo a descoberto - (69.977) - (69.977) (69.977) (a) (b) Em decorrência do Contrato de Associação, firmado em 26 de outubro de 2009, conforme mencionado na nota explicativa n o 2, a Companhia deixou de exercer o controle sobre as investidas Crystalsev Comércio e Representação Ltda. e Crystalsev Participações Ltda., cujo valor da provisão para passivo a descoberto e investimentos, em 26 de outubro de 2009, eram de R$ e R$32.197, respectivamente. Dessa forma, a Administração da Companhia entende que, por ter pouca ou nenhuma influência sobre o controle dessas investidas, esses investimentos não devem mais ser atualizados pelo método de equivalência patrimonial tampouco devem ser consolidados nas demonstrações financeiras da Companhia. Empresa controlada. Portanto, como resultado da não consolidação das referidas investidas, a redução do caixa e equivalentes de caixa por perda de controle em controladas foi de R$ ATIVO IMOBILIZADO Custo Controladora (BR GAAP) Depreciação Valor Depreciação acumulada líquido Custo acumulada Valor líquido Terrenos Edifícios (9.405) (8.146) Benfeitorias (5.937) (4.763) Instalações (2.384) (1.952) Móveis e utensílios (4.502) (3.366) Equipamentos de informática (16.727) (14.908) Máquinas e equipamentos ( ) ( ) Veículos (52.870) (48.349) Máquinas e implementos agrícolas (50.076) (44.859) ( ) ( ) Obras em andamento (nota explicativa nº 16.1) Total ( ) ( )

39 Custo Consolidado (BR GAAP e IFRS) Depreciação Valor Depreciação acumulada líquido Custo acumulada Valor líquido Terrenos Edifícios (12.531) (10.941) Benfeitorias (6.399) (5.026) Instalações (2.415) (2.035) Móveis e utensílios (4.657) (3.522) Equipamentos de informática (17.324) (15.349) Máquinas e equipamentos ( ) ( ) Veículos (54.675) (49.806) Máquinas e implementos agrícolas (52.595) (46.275) ( ) ( ) Obras em andamento (nota explicativa nº 16.1) Total ( ) ( ) A movimentação do valor líquido do ativo imobilizado foi conforme segue: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial Aquisições e adições Valor residual das baixas (1.022) (8.832) (1.273) (8.932) Baixa de ativos de investidas ( ) Transferência de saldo de lavoura de cana-de-açúcar para o ativo biológico - ( ) - ( ) Transferência para ativos mantidos para venda - (81.378) - (81.378) Depreciação do exercício (43.044) (56.177) (52.488) (69.280) Saldo final Obras em andamento O total da composição das obras em andamento por usina está demonstrado a seguir: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Usina Santa Elisa Vale do Rosário MB Jardest Continental Total O saldo da rubrica Obras em andamento refere-se basicamente à adequação do parque industrial para aumento na produção de açúcar, melhorias das instalações administrativas e outras melhorias nas unidades industriais. 38

40 16.2. Depreciação Em 31 de março de 2011, os ativos eram depreciados de acordo com a vida útil- -econômica estimada remanescente, determinada com base em laudo emitido por empresa independente, conforme segue: Vida útil média em anos Edifícios 50 Benfeitorias 18 Instalações 19 Móveis e utensílios 13 Equipamentos de informática 8 Máquinas e equipamentos 21 Veículos 3 Máquinas e implementos agrícolas Garantias e compromissos para aquisição de ativo imobilizado Em 31 de março de 2011, a Companhia possuía contratos firmados com fornecedores para aquisição de itens destinados ao ativo imobilizado, no montante de R$ (R$8.853 em 31 de março de 2010), e o total de ativo imobilizado dado em garantia pela Companhia era de R$ (R$ em 31 de março de 2010). 17. ATIVO BIOLÓGICO Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Saldo inicial Aumentos decorrentes de gastos com a lavoura de cana-de-açúcar e gastos com tratos culturais Ajuste de adoção inicial da Lei nº / Ganhos (perdas) decorrentes de mudanças no valor justo menos custos estimados de venda: Realizados (13.132) (2.428) Não realizados (18.671) (75.782) (36.736) (72.277) (31.803) (39.799) (39.164) (34.567) Transferência de investida para ativos disponíveis para venda (46.306) Baixas (187) (5.590) (187) (5.590) Colheita da cana-de-açúcar do exercício (61.249) ( ) (75.140) ( ) Saldo final Na apuração do valor justo, a Companhia leva em conta as seguintes considerações: 39

41 17.1. Metodologia de avaliação A metodologia utilizada na avaliação econômica e financeira do ativo biológico de cana- -de-açúcar foi a do fluxo de caixa descontado para os próximos cinco anos, o qual representa o período médio de extração de níveis elevados de ATR/TR Taxa de desconto A taxa de desconto utilizada no cálculo do fluxo de caixa descontado foi, em média, de 7%, líquida de impostos. Essa taxa demonstra os juros aplicados no País, descontada a inflação, e reflete a taxa pela qual a Companhia capta recursos no mercado Visão geral de mercado A cana-de-açúcar processada pela usina ou destilaria de etanol pode ser própria ou adquirida de terceiros. A cana própria tem duas origens distintas: (a) de cana em terras próprias; e (b) de cana de terras arrendadas, quando a usina arrenda a terra de terceiros e é responsável por toda a atividade agrícola. Esses contratos de arrendamento são normalmente executados por um período de seis anos (um ciclo). A cana de terceiros (de fornecedores) é adquirida pela usina através de contratos. O transporte de cana para a usina pode ser de responsabilidade do fornecedor ou realizado pela própria usina. A fórmula do CONSECANA calcula a remuneração da tonelada de cana-de-açúcar com base em: a) Quantidade de ATR/TR entregues pelo fornecedor de cana-de-açúcar. b) Participação do custo de produção de cana-de-açúcar como uma porcentagem do açúcar, residual de etanol, etanol anidro e etanol hidratado. c) Preços líquidos de açúcar nos mercados interno e externo e no preço do etanol anidro, etanol etílico combustível e etanol hidratado, bem como do etanol para outros fins. d) Mistura da produção da usina para a safra em questão. O preço de referência CONSECANA é publicado mensalmente. As seguintes premissas foram utilizadas na determinação do valor justo: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Área estimada de colheita (em hectares) Rendimentos previstos (em toneladas de cana-de-açúcar por hectare) Quantidade total de açúcar recuperável (em quilo por tonelada de cana-de-açúcar) Valor de um quilo de total de açúcar recuperável (em R$) 0,490 0,386 0,488 0,383 40

42 18. INTANGÍVEL Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Ágios apurados na aquisição de empresas: Companhia Açucareira Vale do Rosário Jardest S.A. Açúcar e Álcool Usina de Açúcar e Álcool MB Ltda Marcas e licenças Total A movimentação do intangível foi conforme segue: Controladora e Consolidado (BR GAAP) Adições Amortização Ágio: Companhia Açucareira Vale do Rosário Jardest S.A. Açúcar e Álcool Usina de Açúcar e Álcool MB Ltda Marcas e licenças (1.818) Total (1.818) Amortização Em 31 de março de 2011, o intangível era amortizado de acordo com a vida útil- -econômica estimada remanescente, conforme segue: Vida útil média em anos Marcas e licenças 5 41

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44 LDC Bioenergia S.A. e Controladas 19. EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Descrição Moeda Encargos financeiros incidentes Vencimento Garantias Dívida reestruturada - R$ R$ CDI acrescido de 0,25% a 1,72% a.a. ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA acrescido de juros de 7% a.a. Dívida reestruturada - US$ US$ Variação cambial mais Libor e juros de 1,5% a 2,47% a.a. Financiamento a Empreendimentos R$ TJLP acrescida de juros de - FINEM (cogeração) 3% a 5% a.a. FINEM (TJLP) R$ TJLP acrescida de juros de 2,5% a 3,65% a.a. Pré-Pagamento de Exportação - US$ Variação cambial mais Libor e PPE juros de 1,96% a 5,35% a.a. De a Aval, recebíveis, hipoteca e ações De a Aval, recebíveis, hipoteca e ações De a Hipoteca, alienação fiduciária, aval e nota promissória De a Hipoteca, alienação fiduciária, aval e nota promissória De a Aval, nota promissória e recebíveis Cédula de Crédito Bancário - CCB R$ Taxa fixa de 9% a 11,25% a.a. De a Aval e alienação fiduciária Fundo de Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos Industriais - FINAME R$ Juros de 4,5% a 12,40% a.a. ou TJLP acrescida de juros de 1,47% a 4% a.a. ou US$ acrescido de juros de 2% De a Hipoteca, alienação fiduciária, aval e nota promissória FINEM (cesta de moedas) R$ Cesta de moedas acrescida de juros de 2% a 3,65% a.a. Programa de Securitização R$ Índice Geral de Preços de Mercado Agrícola - PESA - IGP-M acrescido de 3% até 5% Nota de Crédito à Exportação - NCE a.a. R$ Juros pós-fixados de 120% a 126% a.a ou CDI + 3,05% a.a ou juros prefixados de 11,25% a.a De a De a Hipoteca, alienação fiduciária, aval e nota promissória Aval, nota promissória e Certificado do Tesouro Nacional - CTN De a Aval e nota promissória Custeio agrícola UMBNDES R$ Resolução nº % a 3,5% a.a. De a Alienação fiduciária Total Passivo circulante ( ) (26.467) ( ) (37.323) Passivo não circulante

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46 A parcela do passivo não circulante apresenta o seguinte cronograma de vencimento (ano-safra): Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) De 2016 a Total A dívida renegociada da Companhia, firmada com alguns bancos, possui cláusulas restritivas, principalmente atreladas ao cumprimento de índices financeiros, conforme previsto no Contrato Global de Reconhecimento de Obrigações e Outras Avenças, celebrado em 26 de outubro de Os vencimentos desse contrato ocorrerão todo mês de julho, nos anos 2011 a As cláusulas restritivas são aplicáveis a partir do exercício iniciado em 2010 (inclusive) e serão apuradas com base nas demonstrações financeiras a partir de 31 de março de O saldo de securitização de dívidas rurais é apresentado líquido das parcelas correspondentes aos CTNs. O valor principal dessas dívidas tem vencimento final previsto para agosto de 2021 e será liquidado, exclusivamente, com a utilização dos títulos adquiridos e cedidos em caução da operação com as instituições credoras. Devido às especificidades desse instrumento financeiro (prazo alongado e encargos subsidiados), a Administração, em linha com as novas práticas contábeis introduzidas pela Lei nº /07, registra o referido instrumento utilizando o conceito de ajuste a valor presente, contabilizando o valor dessa obrigação com base no fluxo de desembolsos futuros trazidos a valor presente, descontados por uma taxa de juros, referencial para a data em que a transação foi contratada, de 12% ao ano. Durante o exercício não houve nenhum tipo de descumprimento contratual. 20. FORNECEDORES Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Partes relacionadas: No País No exterior Terceiros- No País Total

47 LDC Bioenergia S.A. e Controladas 21. IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES A RECOLHER Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Programa de Recuperação Fiscal - REFIS, Programa de Parcelamento Especial - PAES e outros parcelamentos (a) IPI ICMS (b) PIS e COFINS INSS e FGTS IRPJ e CSLL Outros Total Passivo circulante (78.220) (40.669) (82.649) (42.738) Passivo não circulante (a) No ano 2009, a Companhia aderiu ao REFIS IV, sendo, de acordo com a possibilidade disposta pela Lei nº , de 27 de maio de 2009, utilizados valores de depósitos judiciais para abater o valor total da dívida e utilizados saldos de prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social para abater os valores de multa e juros de débitos em atraso que foram incluídos no parcelamento. (b) Refere-se a parcelamento espontâneo de ICMS, com prazos de 24, 36, 48 e 60 meses. 22. PROVISÃO PARA DISPUTAS TRABALHISTAS, CÍVEIS E TRIBUTÁRIAS A Companhia vem gerenciando diversos processos em andamento de natureza trabalhista, cível e tributária, decorrentes do curso normal de seus negócios. A provisão foi constituída conforme descrito na nota explicativa nº Atualização/ adição Controladora (BR GAAP) Compensações/ reversões Pagamentos (e) Tributárias: IPI incidente sobre a venda de açúcar (a) (40.573) (1.347) ICMS (44.758) (1.867) IRPJ e CSLL (9.852) (8.644) IRPJ e CSLL sobre incorporação (c) (1.117) PIS e COFINS sobre o faturamento próprio (9.836) (2.600) IPI (b) (1.415) (827) INSS (38.002) FGTS Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - CIDE Outros (5.887) (17) ( ) (15.302) Trabalhistas (d) (3.325) (20.690) Cíveis (d) Ambientais (d) (199) (3.524) (20.690) Total ( ) (35.992)

48 Atualização/ Adição Consolidado (BR GAAP e IFRS) Compensações/ reversões Pagamentos Tributárias: IPI incidente sobre a venda de açúcar (a) e (e) (40.573) (1.347) ICMS (44.758) (1.867) IRPJ e CSLL (e) (9.852) (8.644) PIS e COFINS sobre o faturamento próprio (e) (9.836) (2.600) IRPJ e CSLL sobre incorporação (c) e (e) (1.117) IPI (b) e (e) (1.415) (827) INSS (e) (38.002) FGTS CIDE Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR (e) (306) Outros (5.886) (11) ( ) (15.296) Trabalhistas (d) (3.325) (20.743) Cíveis (d) Ambientais (d) (70) (3.395) (20.743) Total ( ) (36.039) (a) A Companhia, até o ano-calendário 2005, não destacava o IPI sobre a venda de açúcar, entendendo tratar-se de produto de cesta básica. Levando em consideração a avaliação dos assessores jurídicos, a Companhia decidiu, a partir de medidas judiciais em questão, pelo pagamento de parcela dos valores exigidos, nos termos da Lei nº /09 (REFIS IV). O restante continua sendo discutido perante o Poder Judiciário. No intuito de se precaver de eventuais autuações, o referido imposto passou a ser destacado e recolhido. (b) Compensação de tributos federais com créditos judiciais - A LDC-SEV procedeu à compensação de crédito presumido de IPI com débitos de IRPJ e CSLL, os quais, entretanto, não foram homologados em sua integralidade pela Receita Federal do Brasil. Esta entendeu que as vendas efetuadas a empresas que não comprovaram constituição, como trading companies não daria direito ao crédito. A Empresa ingressou com medida judicial e teve êxito em seu pleito. Atualmente, o caso está em análise na segunda instância. (c) A Companhia possui pedidos de compensação de créditos federais com débitos de IRPJ e CSLL. Os procedimentos aguardam homologação pela Receita Federal do Brasil. (d) Em 31 de março de 2011, havia processos trabalhistas, ambientais e cíveis para os quais foram constituídas provisões para os processos cuja expectativa de perda foi avaliada como provável, com base na opinião dos assessores jurídicos. (e) A parcela compensada refere-se aos parcelamentos de débitos tributários instituídos pela Lei nº /09. Em 27 de maio de 2009, a Receita Federal publicou a Lei nº , resultado da conversão da Medida Provisória nº 449/08, a qual, entre outras alterações na legislação tributária, estabelece um novo parcelamento de débitos tributários administrados pela Receita Federal, pelo INSS, e de débitos para com a Procuradoria- Geral da Fazenda Nacional - PGFN, incluindo o saldo remanescente dos débitos consolidados no REFIS (Lei nº 9.964/00), no PAES (Lei nº /03) e no Parcelamento Excepcional - PAEX (Medida Provisória nº 303/06), além dos parcelamentos convencionais previstos no artigo 38 da Lei nº 8.212/91 e no artigo 10 da Lei nº /02. As entidades que optaram pelo pagamento ou parcelamento dos débitos nos termos dessa Lei poderão liquidar, nos casos aplicáveis, os valores correspondentes à multa, de mora ou de ofício, e a juros moratórios, inclusive relativos a débitos inscritos em dívida ativa, com a utilização de prejuízo fiscal e de base negativa da contribuição social próprios, e terão benefícios de redução de multas, juros e encargos legais, cujos percentuais de redução dependem da opção de prazo de pagamento escolhida. 47

49 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Conforme regras definidas, para o cumprimento da primeira etapa dos parcelamentos, a Companhia, após ter protocolado petições na Justiça oficializando a desistência das ações judiciais cujos tributos estão sendo objeto de parcelamento, fez os requerimentos de adesão aos parcelamentos, escolhendo as modalidades de parcelamento e indicando a natureza genérica dos débitos fiscais para os quais foram feitos os pagamentos das respectivas prestações iniciais, conforme as regras definidas na Portaria Conjunta da Secretaria da Receita Federal - SRF e PGFN. 23. PARTES RELACIONADAS As transações entre a LDC-SEV Bioenergia e sua controlada foram eliminadas na consolidação. Os detalhes a respeito das transações entre a Companhia e outras partes relacionadas estão apresentados a seguir: Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Ativo: Instrumentos financeiros derivativos- Term Commodities Inc Contas a receber: Louis Dreyfus Commodities Suisse S.A Term Commodities Inc Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A Louis Dreyfus Commodities LLC LD Corporation Sugar LDC Bioenergia S.A Usina Continental S.A Total Mútuos com partes relacionadas: Usina Continental S.A LDC Bioenergia S.A Total do ativo Passivo: Fornecedores: Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A Louis Dreyfus Commodities Suisse S.A LDC Bioenergia S.A Term Commodities Inc Usina Continental S.A Total do passivo

50 Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Transações: Receita líquida de vendas: Louis Dreyfus Commodities Suisse S.A LDC Agroindustrial S.A Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A LDC Bioenergia S.A Usina Continental S.A Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados (*): Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A. (57) - (57) - LDC Bioenergia S.A. (11.862) (1.427) (11.931) (1.432) Usina Continental S.A. ( ) (4.190) - - ( ) (5.617) (11.988) (1.432) Receitas financeiras: LDC Bioenergia S.A Usina Continental S.A Total (5.266) (*) Refere-se à compra de produtos e serviços tomados das Empresas do Grupo, reconhecidos em Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados, na demonstração do resultado. As transações com partes relacionadas são realizadas a preços e condições acordados entre as partes e envolvem, entre outras operações, a compra e a venda de matérias-primas e produtos acabados e a prestação de serviços. Além de transações comerciais, tem sido prática das Empresas do Grupo concederem entre si avais e garantias para suportar algumas operações de empréstimos e financiamentos bancários. 49

51 LDC Bioenergia S.A. e Controladas 24. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social A movimentação do capital social está demonstrada a seguir: Quantidade de ações ordinárias Quantidade de ações preferenciais Total de ações Valor Saldos em 31 de março de Aumento de capital - conversão de dívida em ações Aumento de capital - integralização de capital Cancelamento de ações da tesouraria ( ) - ( ) - Conversão de ações preferenciais em ordinárias ( ) - - Saldos em 31 de março de Recompra das ações - ( ) ( ) - Saldos em 31 de março de Em 31 de março de 2011, o capital social da Companhia está representado por ( em 31 de março de 2010) ações nominativas, escriturais e sem valor nominal, divididos em ações ordinárias e preferenciais, conforme demonstrado no quadro anterior. As ações ordinárias dão direito a um voto por ação nas deliberações da Assembleia Geral e a dividendos. As ações preferenciais têm prioridade no reembolso de seu valor patrimonial em caso de liquidação da Companhia, sem prêmio; dão direito a dividendos no mínimo iguais ao das ações ordinárias; e são conversíveis em ações ordinárias, na hipótese de aprovação de uma oferta pública inicial de ações de emissão da Companhia. Adicionalmente, as ações preferenciais serão obrigatoriamente resgatadas, na ocorrência de alienação dos imóveis rurais pela Companhia e outros ativos de resgates, conforme nota explicativa nº 12. b) Aumento de capital (i) Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de outubro de 2009, os acionistas representando a totalidade de seu capital social deliberaram pelo aumento do capital social da LDC-SEV Bioenergia S.A. de R$ para R$ , mediante a emissão de novas ações ordinárias e novas ações preferenciais, todas nominativas e sem valor nominal. (ii) Em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de outubro de 2009, os acionistas representando a totalidade de seu capital social deliberaram pela conversão de ações preferenciais, nominativas e sem valor nominal, à razão de uma ação preferencial para cada ação ordinária. 50

52 c) Reserva de capital Em 24 de fevereiro de 2011, foram recompradas ações de acionistas não controladores no valor de R$13.325, conforme nota explicativa nº 12. Essa recompra estava prevista no Contrato Global assinado em 26 de outubro de 2009, conforme nota explicativa nº 2. d) Reserva legal Em conformidade com a Lei das Sociedades por Ações e o estatuto social da Companhia, 5% do lucro líquido apurado em cada exercício, limitado a 20% do capital social, será destinado à constituição de reserva legal, exceto quando a Companhia apresentar prejuízos acumulados. e) Política de distribuição de dividendos O estatuto social da Companhia determina a distribuição de um dividendo obrigatório de 25% do lucro líquido do exercício, ajustado na forma do artigo 202 da Lei nº 6.404/76, sendo o pagamento feito no exercício social em que for aprovada a distribuição. Entretanto, tendo em vista que: (i) o dividendo obrigatório ultrapassa a parcela realizada do lucro líquido do exercício, conforme estabelece o parágrafo 1º do artigo 197 da Lei nº 6.404/76; e (ii) a parcela do lucro a realizar excede o lucro líquido do exercício, de modo que a realização do lucro líquido ainda depende de eventos futuros, a Administração da Companhia recomenda a destinação total do lucro líquido do exercício para a rubrica Reserva de lucros a realizar. 25. RECEITA LÍQUIDA E CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS E DOS SERVIÇOS PRESTADOS Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Receita bruta: Mercado interno: Açúcar Etanol Energia elétrica Outros produtos Mercado externo: Açúcar Etanol Total Impostos e deduções sobre as vendas ( ) ( ) ( ) ( ) Receita líquida

53 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Custo dos produtos vendidos: Mercado interno: Açúcar ( ) ( ) ( ) ( ) Etanol ( ) ( ) ( ) ( ) Energia elétrica (21.671) (25.156) (21.671) (25.279) Outros produtos (25.477) (64.078) (30.108) (64.111) ( ) ( ) ( ) ( ) Mercado externo: Açúcar ( ) ( ) ( ) ( ) Etanol ( ) (35.826) (89.927) (37.758) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) 26. INFORMAÇÕES SOBRE A NATUREZA DO CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS E DOS SERVIÇOS PRESTADOS E DAS DESPESAS GERAIS, ADMINISTRATIVAS E DE VENDAS As informações sobre a natureza do custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados e das despesas gerais, administrativas e de vendas são como segue: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Custo dos produtos vendidos e dos serviços prestados: Cana-de-açúcar própria ( ) ( ) ( ) ( ) Cana-de-açúcar de terceiros ( ) ( ) ( ) ( ) Custo de produção industrial ( ) ( ) ( ) ( ) Custo com corte e carregamento de cana-de-açúcar ( ) ( ) ( ) ( ) Insumos industriais (20.111) (18.126) (20.245) (20.022) Depreciação (31.591) (28.474) (34.960) (33.886) Outros (27.222) (24.536) (23.942) (24.435) ( ) ( ) ( ) ( ) 52

54 Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Despesas gerais, administrativas e de vendas: Armazenagem (529) (2.539) (529) (2.539) Comissões sobre vendas (2.846) (7.845) (2.846) (7.845) Comunicação (6) (735) (6) (735) Depreciação (982) (1.979) (971) (1.979) Fretes (57.851) (30.382) (68.388) (43.310) Pessoal (44.940) (50.831) (45.095) (54.641) Reversão (constituição) de provisão para créditos de liquidação duvidosa (2.515) (17.275) (37.387) Serviços portuários (2.193) - (2.201) - Serviços prestados por terceiros (13.570) (84.315) (14.060) (84.315) Viagens e refeições (266) (951) (411) (951) Outras (53.405) ( ) (55.731) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) ( ) ( ) 27. RECEITAS (DESPESAS) FINANCEIRAS Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Receitas financeiras: Operações com derivativos- Commodities Descontos recebidos Rendimento de aplicações financeiras em renda fixa Juros Variação cambial ativa Outras

55 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Despesas financeiras: Operações com derivativos: Commodities (18.020) - (18.020) - Câmbio (variação de moeda) e juros (5.652) (154) (5.652) (154) Swap Libor - (3.606) - (3.606) Variação cambial passiva (98.537) ( ) ( ) ( ) Juros ( ) ( ) ( ) ( ) Descontos concedidos (1.090) (4.573) (1.090) (4.863) Imposto sobre Operações Financeiras - IOF/Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - CPMF (2.841) (7.239) (4.291) (7.803) Outras (115) (1.593) (126) (1.620) ( ) ( ) ( ) ( ) Total ( ) ( ) OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) Controladora Consolidado (BR GAAP) (BR GAAP e IFRS) Outras receitas: Resultado na venda de ativo imobilizado Resultado na venda de ativos mantidos para venda (terras) Reversão da provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias Desconto recebido no REFIS (*) Outras Outras despesas: Resultado na venda de ativo imobilizado - (11.788) - (12.935) Multas moratórias (9.449) - (9.449) - Constituição de provisão para disputas trabalhistas, cíveis e tributárias - ( ) - ( ) Outras - (4.522) - (4.713) (9.449) ( ) (9.449) ( ) Total ( ) ( ) (*) Variação referente ao REFIS da Receita Federal. São processos tributários e contingências que foram aderidos ao REFIS pela LDC-SEV Bioenergia. 54

56 29. GERENCIAMENTO DE RISCOS E INSTRUMENTOS FINANCEIROS I - Gerenciamento de riscos A Companhia está exposta aos riscos decorrentes de suas operações e considera como mais relevantes os riscos de mercado, de crédito, de liquidez e de capital. A moeda funcional da Companhia é o real, e, portanto, a estratégia de proteção cambial é estabelecida para proteger ativos, passivos, direitos, obrigações e fluxos de caixa denominados em dólares norte-americanos. A moeda de apresentação destas demonstrações financeiras é o real. O objetivo do programa de gestão de riscos da Companhia é proteger seu resultado em relação à variação de preço do açúcar, câmbio e juros. Esses riscos são gerenciados através da utilização de instrumentos financeiros para proteção disponíveis no mercado financeiro, tais como swaps de juros e termos de moeda, além de contratos futuros, opções de mercadorias, juros e câmbio. As operações executadas no mercado de balcão são contratadas por meio de bancos nacionais e internacionais classificados como de baixo risco, e as operações contratadas no mercado de bolsa são negociadas principalmente nos mercados futuros e de opções das Bolsas de Mercadorias de Nova York (NYSE: ICE) e na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros. Com o objetivo de produzir melhor sinergia de negócios, a Companhia opera de maneira consolidada os instrumentos de hedge, concentrando a maioria de suas operações na controladora. A utilização desses instrumentos é orientada pela Política de Gestão de Riscos formal sob a gestão da Administração da Companhia, do Comitê Financeiro e de Gestão de Riscos e do Conselho de Administração. Adicionalmente, a Companhia não realiza operações com nenhum tipo de alavancagem Risco de mercado A Companhia está exposta principalmente aos riscos relacionados à variação do câmbio, das taxas de juros e dos preços das commodities agrícolas. Para proteger-se contra esses riscos de mercado, a Companhia utiliza uma variedade de instrumentos financeiros derivativos, que inclui: Contratos a termo e futuros de câmbio para proteger itens de valor justo e fluxo de caixa contra a variação cambial. Contratos futuros de juros para complementar a proteção dos itens mencionados. Contratos de swap de juros para mitigar o risco de variação da taxa Libor. Contratos futuros de derivativos de commodities para proteção de operações de estoque e entrega futura de commodities agrícolas. A exposição de risco de mercado é mensurada por meio da metodologia do Value at Risk - VaR, porém também são utilizados como ferramentas de monitoramento de riscos análise de sensibilidade, testes de estresse e escala de hedge, que visam proteger o valor futuro da produção de açúcar, assim como das vendas. 55

57 LDC Bioenergia S.A. e Controladas O VaR mensura a perda potencial em um dado período de tempo com um certo nível de confiança para condições normais de mercado. A metodologia do VaR é baseada em cálculos estatísticos de probabilidade que levam em consideração a volatilidade de cada fator de risco da mesma maneira que a diversificação da carteira, através da análise de correlação entre todos os produtos e mercados. O risco pode ser calculado para todos os mercados e produtos em forma de risco individual e também para todos eles em conjunto de forma diversificada. O VaR 95% significa 95% de probabilidade de que uma perda diária não excederá o VaR reportado. Enquanto o VaR captura a exposição diária da Companhia em relação à moeda, aos juros e às commodities, a análise de sensibilidade avalia o impacto de uma possível mudança em moedas, em juros e no preço das commodities para o próximo ano. A análise de escala de hedge e a análise de sensibilidade, bem como o cálculo de VaR, estimam expectativas de longo prazo. A Companhia realiza também testes de estresse semanais para complementar a análise de risco. Na análise de sensibilidade, foram considerados os requerimentos da IFRS 7. O cenário provável está baseado nas expectativas do Grupo para cada uma das variáveis indicadas, considerando o período de 12 meses. Detalhes adicionais sobre a análise de sensibilidade de cada risco de mercado podem ser observados nos parágrafos subsequentes Gestão de risco cambial As atividades da Companhia, denominadas em moeda estrangeira, estão expostas ao risco de flutuação cambial. As posições cambiais são todas administradas dentro dos parâmetros da Política de Gestão de Riscos, aprovada pela Administração da Companhia. A Companhia opera com derivativos de moedas, objetivando reduzir a variabilidade de seu resultado ocasionada pelo reconhecimento contábil de ativos e passivos, continuamente a valor justo, e valorizados conforme a evolução da taxa de câmbio entre o real e o dólar norte-americano. Esses ativos e passivos são atualizados continuamente no curso normal de negócios da Companhia e, portanto, suas correspondentes proteções de hedge são corrigidas através da contratação de novos instrumentos derivativos ou liquidação de posições em instrumentos derivativos previamente contratados Gestão de risco de taxa de juros A Companhia opera com derivativos de taxas de juros negociados na BM&FBOVESPA (contratos futuros DI de um dia ), objetivando complementar o hedge de taxas de câmbio realizado através de contratos cambiais negociados na mesma bolsa (contratos futuros de dólar futuro (DOL) e contratos futuros de cupom cambial (DDI)). O uso consolidado de tais contratos futuros visa proporcionar efeitos similares ao de um único contrato futuro DOL negociado na mesma bolsa. Essa estratégia é empregada na Companhia sem alavancagem. Ela é necessária porque o contrato futuro DOL negociado isoladamente não apresenta liquidez significativa para prazos acima de três meses e, portanto, não poderia atender às necessidades de hedge cambial da Companhia. 56

58 Essa prática é regulamentada pela BM&FBOVESPA e amplamente disseminada entre os participantes do mercado de futuros financeiros no Brasil há mais de uma década. Adicionalmente, a Companhia opera com derivativos de taxas de juros Libor. Esses contratos são negociados no mercado de balcão brasileiro, tendo bancos de baixo risco como contraparte registrada na CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos, conforme a legislação vigente. Tais contratos não apresentam nenhuma característica similar a um contrato de opções. A Companhia monitora as flutuações das taxas Libor atreladas a contratos de dívida existentes no seu passivo e, em consonância com sua política de hedge, opera com tais derivativos, com o objetivo de minimizar a variabilidade da despesa financeira futura com juros sobre tais dívidas. Em virtude do financiamento do tipo pré-pagamento com exposição à oscilação da taxa de juros Libor, a Companhia optou por proteção com a contratação de swap Gestão de risco de commodities agrícolas Risco de crédito A Companhia opera com contratos futuros de commodities, objetivando reduzir a variabilidade de seu resultado, ocasionada pelo reconhecimento contábil de ativos e passivos, continuamente a valor justo e valorizados conforme a evolução dos preços de commodities em bolsas nacionais ou internacionais. Além disso, são também executadas operações para a trava de preços relacionados a fluxos futuros. O risco de crédito é administrado através da análise criteriosa da carteira de clientes, da determinação de limites de crédito e do acompanhamento permanente das posições em aberto, em conformidade com a política de crédito da Companhia, utilizando uma metodologia de mensuração de risco, semelhante à adotada pelas principais agências de classificação de riscos. A Companhia adota mecanismos de proteção, tais como garantias reais, para mitigar potenciais exposições de crédito. Historicamente, a Companhia não registra perdas significativas no recebimento de clientes Risco de liquidez A gestão de risco de liquidez implica manter um nível seguro de disponibilidade de caixa, aplicações financeiras e acessos a recursos imediatos. Dessa forma, a Companhia utiliza esses recursos para fazer face às necessidades eventuais de caixa e a empréstimos e financiamentos de curto prazo. 57

59 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Liquidez e tabelas de juros O quadro a seguir mostra em detalhes o prazo de vencimento esperado para os passivos financeiros não derivativos do Grupo: Controladora (BR GAAP) Menos de 1 mês De 1 a 3 meses De 3 meses a 1 ano De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total 31 de março de 2011: Empréstimos e financiamentos Fornecedores Total de março de 2010: Empréstimos e financiamentos Fornecedores Total , Consolidado (BR GAAP e IFRS) Menos de 1 mês De 1 a 3 meses De 3 meses a 1 ano De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total 31 de março de 2011: Empréstimos e financiamentos Fornecedores Total de março de 2010: Empréstimos e financiamentos Fornecedores Total Os detalhes da análise de liquidez da Companhia para os instrumentos financeiros derivativos estão apresentados a seguir. A tabela foi elaborada com base nos fluxos de caixa contratuais não descontados e nas entradas (saídas) líquidas dos instrumentos derivativos. Controladora (BR GAAP) De 1 a 3 meses De 3 meses a 1 ano De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total 31 de março de Liquidação pelo valor líquido: Swaps de taxa de juros - (15.508) (11.726) (6.662) Contratos de futuros (594) (2) Total (594) (247) (11.728) de março de Liquidação pelo valor líquido- Contratos de futuros Total Consolidado (BR GAAP e IFRS) De 1 a 3 meses De 3 meses a 1 ano De 1 a 5 anos Mais de 5 anos Total 31 de março de 2011: Liquidação pelo valor líquido: Swaps de taxa de juros - (15.508) (11.726) (6.662) Contratos de futuros (594) (2) Total (594) (247) (11.728) de março de 2010: Liquidação pelo valor líquido- Contratos de futuros Total

60 29.4. Risco de capital A análise de risco de capital é efetuada de forma consolidada no nível da controladora LDC Bioenergia S.A., a qual administra sua estrutura de capital, com o objetivo de salvaguardar a sua capacidade de continuidade e oferecer retorno aos acionistas. A Companhia monitora o capital por meio da análise de índices de alavancagem financeira; esses índices correspondem à razão da dívida líquida pelo patrimônio líquido. A dívida líquida, por sua vez, corresponde ao total de empréstimos e financiamentos (incluindo empréstimos e financiamentos de curto e longo prazos) com os contratos de swap designados como hedge accounting (vide nota explicativa nº 29.7), subtraído do montante de caixa e equivalentes de caixa. A Companhia pode alterar sua estrutura de capital, conforme condições econômico- -financeiras, visando otimizar sua alavancagem financeira e/ou sua gestão de dívida. II- Instrumentos financeiros Os instrumentos financeiros registrados no balanço patrimonial, tais como caixa e equivalentes de caixa e empréstimos e financiamentos, apresentam-se pelo valor contratual, que, dados o curto prazo e as características dos instrumentos, é próximo do valor de mercado. Os instrumentos financeiros derivativos, especificamente, estão registrados ao valor de mercado com base nas informações de mercado e/ou metodologias de avaliação apropriadas para cada instrumento financeiro. As metodologias empregadas constituem prática comum de avaliação de valor justo no mercado financeiro. O uso de diferentes informações de mercado e/ou metodologias de avaliação poderá resultar em valores diferentes dos registrados no montante da realização do instrumento financeiro. O valor justo dos instrumentos financeiros que não são negociados em mercados ativos (por exemplo, derivativos de mercado de balcão) é determinado mediante o uso de técnicas de avaliação. A Companhia utiliza diversos métodos e define premissas que são baseadas nas condições de mercado existentes nas datas das demonstrações financeiras. O valor justo de contratos de câmbio a termo é determinado com base em taxas de câmbio a termo, cotadas nas datas das demonstrações financeiras Categoria de instrumentos financeiros Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Ativos financeiros: Caixa e equivalentes de caixa Valor justo por meio do resultado- Mantidos para negociação Investimentos mantidos até o vencimento Empréstimos e recebíveis

61 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Passivos financeiros: Valor justo por meio do resultado- Instrumentos derivativos - swaps Instrumentos derivativos - swaps designados como hedge accounting (vide nota explicativa nº 29.7) Outros passivos financeiros Valor justo dos instrumentos financeiros contabilizados ao custo amortizado Valor contábil Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Valor Valor Valor Valor Valor Valor justo contábil justo contábil justo contábil Ativos financeiros- Empréstimos e recebíveis: Contas a receber Outros (a) Total Passivos financeiros- Passivos financeiros mantidos ao custo amortizado: Empréstimos e financiamentos (b) Fornecedores e outros Total Valor justo (a) (b) Referem-se a valores a receber por vendas de ativos e depósitos judiciais. Referem-se aos empréstimos deduzidos da parcela contabilizada a valor justo (dívida reestruturada da LDC-SEV) Contratos derivativos para proteção à taxa de juros A Companhia apresentava instrumentos de swap Libor conforme segue: Contratos de swap designados como hedge de fluxo de caixa Contratos em aberto que recebem taxa de juros Libor e pagam taxas prefixadas: Controladora (BR GAAP) Taxa prefixada média contratada -% Valor nocional Valor justo Vencimento: Menos de 1 ano (15.508) - De 1 a 2 anos 5,29 4, (11.813) - De 2 a 5 anos Mais de 5 anos Total (6.663) - 60

62 Consolidado (BR GAAP e IFRS) Taxa prefixada média contratada -% Valor nocional Valor justo Vencimento: Menos de 1 ano (15.508) - De 1 a 2 anos (11.813) - 5,29 4,73 De 2 a 5 anos Mais de 5 anos Total (6.663) - Os valores apresentados como hedges de fluxo de caixa representam todos os contratos de swap, para os quais a Companhia adota a contabilização de hedge accounting, em conformidade com o pronunciamento técnico CPC 38, para proteção contra os efeitos das oscilações das taxas de juros Libor, sobre os pagamentos de juros de contratos de pré-pagamento de longo prazo; para os contratos não designados como hedge accounting, a Companhia contabiliza os efeitos da variação da posição de swap Libor contra o resultado Contratos derivativos para proteção de commodities A Companhia apresentava nos exercícios em referência contratos futuros e de opções conforme segue: Contratos de commodities em aberto Controladora (BR GAAP) Valor nocional Moeda estrangeira Moeda do País Valor justo Contratos de futuros em aberto ICE RAW Açúcar- Vencimento: Menos de 3 meses (4.038) (14.095) (6.578) (25.103) (594) De 3 a 6 meses (4.667) Acima de 6 meses (6.889) - (11.219) Total (4.652) ( 8.284) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Valor nocional Moeda estrangeira Moeda do País Valor justo Contratos de futuros em aberto ICE RAW Açúcar- Vencimento: Menos de 3 meses (4.038) (14.095) (6.578) (25.103) (594) De 3 a 6 meses (4.667) Acima de 6 meses (6.889) - (11.219) Total (4.652) ( 8.284)

63 LDC Bioenergia S.A. e Controladas Margens em garantia As operações de derivativos em bolsas de mercadorias (NYSE: ICE e BM&FBOVESPA) requerem margem inicial em garantia. As corretoras com as quais a Companhia opera nas referidas bolsas oferecem limites de créditos para essas margens. Em 31 de março de 2011, o total de limite de crédito tomado para margem inicial é de R$4.738 em 31 de março de 2011 (R$ em 31 de março de 2010) Mensuração de valor justo reconhecida no balanço patrimonial O pronunciamento técnico CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação define o valor justo como o preço de troca que seria recebido por um ativo ou o preço pago por transferir um passivo (preço de saída) no principal ou o mais vantajoso mercado para o ativo ou passivo em uma transação normal entre participantes do mercado na data de mensuração. O CPC 40 também estabelece uma hierarquia de três níveis para o valor justo, a qual prioriza as informações quando da mensuração do valor justo pela empresa, para maximizar o uso de informações observáveis e minimizar o uso de informações não observáveis. O CPC 40 descreve os três níveis de informações que devem ser utilizados na mensuração ao valor justo: Nível 1 - preços cotados (não ajustados) em mercados ativos para ativos e passivos idênticos. Nível 2 - outras informações disponíveis, exceto aquelas do Nível 1, em que os preços são cotados (não ajustados). Mensurações de valor justo de Nível 2 são obtidas por meio de outras variáveis além dos preços cotados incluídos no Nível 1, que são observáveis para o ativo ou passivo diretamente, ou seja, como preços, ou indiretamente, ou seja, com base em preços. Nível 3 - informações indisponíveis em virtude de pequena ou nenhuma atividade de mercado e que são significantes para definição do valor justo dos ativos e passivos. Os ativos e passivos financeiros da Companhia, mensurados a valor justo em bases recorrentes e sujeitos à divulgação, conforme requerimentos do CPC 40, em 31 de março de 2011, são os seguintes: Controladora (BR GAAP) Nível 1 Nível 2 Nível 3 Total Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado: Contratos de futuros held for trading Swap Libor Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado- Passivos financeiros derivativos

64 Consolidado (BR GAAP e IFRS) Nível 1 Nível 2 Nível 3 Total Ativos financeiros ao valor justo por meio do resultado: Contratos de futuros held for trading Swap Libor Passivos financeiros ao valor justo por meio do resultado- Passivos financeiros derivativos Instrumentos financeiros derivativos e não derivativos com aplicação do hedge accounting A Companhia aplica hedge accounting para os hedges de fluxo de caixa (vide nota explicativa nº 29.7), representado pelos contratos de swap Libor, contratados para mitigar os efeitos da oscilação da taxa de juros Libor sobre os pagamentos de juros nos contratos de pré-pagamento de longo prazo. A Companhia também passou a adotar a partir de janeiro de 2010 o hedge accounting para o hedge de risco cambial, designando as dívidas de exportação como instrumentos de hedge dos fluxos de exportações futuras. Em janeiro de 2010, a Companhia designou operações de hedge de risco cambial em conformidade com o pronunciamento técnico CPC 38. Tais operações têm como objetivo reduzir a variabilidade do valor futuro expresso em reais de parte das exportações a serem realizadas entre março de 2010 e junho de Diante desse objetivo, foram escolhidos instrumentos financeiros de dívida denominados em dólar norte-americano para desempenharem o papel de instrumentos de hedge. Como resultado, parte da variação cambial passiva desses instrumentos financeiros passou a ser reconhecida em conformidade com os requerimentos do CPC 38. Dessa forma, a parcela efetiva do valor justo ainda não realizado do hedge passou a ser reconhecida na rubrica Outros resultados abrangentes ; por sua vez, à medida que essa parcela se realizar, ela será reclassificada para o grupo Receitas (despesas) operacionais. Ganhos e perdas das operações cobertas pelo hedge accounting Em conformidade com o CPC 38, a Companhia registrou os ganhos e as perdas das operações de hedge accounting em rubricas específicas do patrimônio líquido, conforme demonstrado a seguir: Controladora (BR GAAP) Saldo em Diferido Reciclado Saldo em Swap Libor (a) Variação cambial (b) (9.537) Imposto de renda (34%) (17.525) (1.010) (15.292) Total (6.294)

65 LDC Bioenergia S.A. e Controladas (a) Marcação a mercado dos instrumentos derivativos inclusos no programa de hedge accounting (CPC 38). (b) Variação cambial dos instrumentos de hedge natural inclusos no programa de hedge accounting (CPC 38). 30. ITENS QUE NÃO AFETAM O CAIXA A Companhia realizou as seguintes atividades de investimento e financiamento não envolvendo caixa; portanto, essas não estão refletidas na demonstração dos fluxos de caixa: Controladora (BR GAAP) Consolidado (BR GAAP e IFRS) Ajuste reflexo de investida decorrente da adoção dos novos pronunciamentos contábeis - (10.018) - - Ajustes por adoção inicial dos novos pronunciamentos contábeis - controladora e controladas Ajuste por adoção inicial dos novos pronunciamentos contábeis - parcela de acionistas não controladores da Companhia Imposto de renda diferido sobre outros resultados abrangentes Imposto de renda diferido reconhecido diretamente no patrimônio líquido - (20.545) - (20.545) Conversão de dívida em capital COMPROMISSOS a) Vendas Tendo em vista que o Grupo opera, principalmente, no mercado de commodities, as vendas são substancialmente efetuadas ao preço da data da venda. Entretanto, o Grupo tem diversos acordos no mercado de açúcar e etanol, por meio dos quais se compromete a vender volumes desses produtos em safras futuras. Os volumes desses compromissos totalizam toneladas de açúcar e metros cúbicos de etanol. b) Compras O Grupo tem diversos compromissos de compra de cana-de-açúcar de terceiros, com a finalidade de garantir parte de sua produção nas safras seguintes. A quantidade de cana-de- -açúcar a ser adquirida é calculada com base na estimativa da quantidade a ser moída por usina. O montante a ser pago pelo Grupo é determinado no fim de cada safra, de acordo com o preço publicado pelo CONSECANA. 64

66 Os compromissos de compra por safra, em toneladas, em 31 de março de 2011, são como segue: Safra Em toneladas R$ / / / / De 2015 até Total c) Sociedade Operadora Portuária de São Paulo Ltda. ( SOP ) No primeiro trimestre de 2010, foi obtida anuência de credores financeiros da Crystalsev Comércio e Representação Ltda. ( Crystalsev ), para continuidade das tratativas relacionadas ao fato de a LDC-SEV Bioenergia (controlada da Companhia) tornar-se, direta ou indiretamente, detentora de 85% das cotas representantes do capital social da SOP, atualmente de propriedade da Crystalsev, em conformidade com o acordo assinado em 26 de outubro de O valor da operação definido para 85% das cotas da SOP, em 31 de março de 2011, é de aproximadamente R$120 milhões. Até a data da aprovação dessas demonstrações financeiras, a transação não foi finalizada. 32. SEGUROS Em 31 de março de 2011, a Companhia mantém cobertura de seguros contra incêndios e riscos diversos para bens do ativo imobilizado e para estoques de açúcar e etanol, para cobrir eventuais perdas significativas sobre seus ativos. 33. PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA A Companhia oferece aos seus empregados o Plano Itaú Flexprev RF, que tem por objetivo minimizar as diferenças entre a renda que o empregado tem na ativa e a renda proporcionada pela Previdência Social, quando se aposentar. São oferecidas duas opções de investimento: o Plano Gerador de Benefícios Livres - PGBL e o Vida Gerador de Benefício Livre - VGBL, possibilitando a adequação do planejamento de renda futura ao planejamento tributário do empregado. O montante gasto consolidado pela Companhia com o plano de previdência privada foi de R$131 no exercício findo em 31 de março de 2011, registrado na rubrica Despesas gerais, administrativas e de vendas. Em 31 de março de 2011, a Companhia não possui obrigação futura decorrente de benefício pós-emprego ou atuarial. 65

67 LDC Bioenergia S.A. e Controladas 34. EVENTO SUBSEQUENTE E AUTORIZAÇÃO PARA EMISSÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aprovação das demonstrações financeiras anuais Estas demonstrações financeiras foram aprovadas e autorizadas para emissão pela Administração da Companhia no dia 2 de dezembro de

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