CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO
|
|
|
- Isaac Lencastre Gama
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 1.1 IMPORTÂNCIA DAS PESCAS A importância das pescas num País não se pode medir apenas pela sua contribuição para o PIB (cerca de 1.5%), mas deve atender ao facto de serem os recursos e os produtos pesqueiros componentes fundamentais da alimentação e do emprego. Um outro aspecto que torna os recursos pesqueiros importantes é o seu carácter autorenovável. Isto significa que se um recurso pesqueiro, ou qualquer outro recurso biológico auto-renovável, for bem gerido a sua duração é praticamente ilimitada, ao contrário do que sucede com os recursos minerais. Uma conclusão importante é que as características biológicas devem constituir a base fundamental para a conservação e gestão dos recursos pesqueiros. (Tal não significa que se menosprezem os efeitos sociais ou económicos, ou quaisquer outros, na gestão pesqueira). Em particular, no caso de Portugal pode afirmar-se que a contribuição da pesca para o PIB é inferior 1.5%. No entanto, no âmbito da alimentação, por exemplo, o valor anual de 60 kg por habitante, de consumo de pescado, é um valor elevado, só ultrapassado pelas capitações de pescado da Islândia, do Japão e de algumas pequenas nações insulares. Considere-se ainda que 40% das proteinas necessárias provêm da pesca, o que corresponde a 15% das despesas com a alimentação da população portuguesa. Do ponto de vista social, estima-se que existam actualmente pescadores em Portugal. Sabendo-se que cada posto de trabalho no mar gera 4 a 5 postos de trabalho em terra (na indústria de conservas, congelados e farinhas, na comercialização, na administração, na investigação e formação, etc) pode dizer-se que trabalham nos vários sectores a montante e a juzante da pesca em Portugal, cerca de portugueses. Donde não ser exagerado afirmar que cerca de meio milhão de portugueses dependem das actividades da pesca, considerando a unidade familiar com um mínimo de 3 pessoas. 1.2 GESTÃO DOS RECURSOS PESQUEIROS Sætersdal (1984) definiu o princípio geral da gestão pesqueira como: "Obter a MELHOR utilização POSSÍVEL do recurso em proveito da COMUNIDADE" Em cada caso concreto será necessário determinar o que se entende por melhor, possível e comunidade. Com efeito, melhor pode significar: Maior quantidade capturada Maior valor da captura 1
2 Maior lucro (diferença entre valor da captura e custos da exploração) Mais divisas Mais emprego, etc. Comunidade também pode significar: A população do mundo A Comunidade Europeia (CE) Um país Uma região Grupos de interesses (pescadores, armadores, consumidores,...) Possível Lembra que não se deve esquecer o carácter auto-renovável dos recursos pesqueiros e, portanto, que é indispensável garantir a conservação do recurso pesqueiro de modo a que o princípio geral se possa aplicar durante um longo período de anos. Esta afirmação significa que conservar só por conservar os vários elementos de um ecosistema dando igual importância a todos esses elementos não é uma atitude racional. 2
3 INVESTIGAÇÃO DAS PESCAS Artes Transf ormação Legislação Aspect os ec onómicos et c INVESTIGAÇÃO DOS RECURSOS PESQUEIROS Apoio à GESTÃO Fontes de dados : Apoio directo à EXPLORAÇÃO Pesca comercial (es tatí sticas comerciais de captura, rendimento e esforço de pesca) Amostragem biológica dos desembarques (e/ou capturas) Bases de Dados Análise de dados e estimaç ão de parâmetros Modelos de Avaliação Amostragem biológica dos mananciais Dados ambientais Conclusões Outros Figura 1.1 Os vários sectores da actividade da pesca 1.3 INVESTIGAÇÃO DOS RECURSOS PESQUEIROS O esquema (Figura 1.1) mostra que a investigação sobre os recursos pesqueiros abrange vários sectores da actividade da pesca. Neste curso a preocupação será fundamentalmente com os modelos de avaliação destinados a apoiar a gestão pesqueira. Dos vários trabalhos sobre avaliação dos recursos pesqueiros são referências históricas obrigatórias os livros e/ou manuais de Beverton & Holt (1956), Ricker (1958, 1975) e Gulland (1964, 1983). 1.4 AVALIAÇÃO DOS RECURSOS PESQUEIROS Para avaliar um recurso pesqueiro é necessário: Ter disponíveis as bases de dados apropriadas Preparar análises mais importantes. Realizar projecções a Curto e a Longo Prazo das capturas e dos mananciais Determinar pontos de referência biológicos a Longo Prazo 3
4 Estimar efeitos a Curto a a Longo Prazo nas capturas e nos mananciais de diferentes estratégias de exploração pesqueira. Podemos resumir as etapas de uma avaliação do seguinte modo: a) Definir os objectivos concretos da avaliação de acordo com a fase do desenvolvimento da pesca e da informação disponível. b) Promover a recolha da informação: Estatísticas comerciais da pesca: captura (total e por recurso), rendimentos, esforço de pesca (número de viagens, dias, lances, tempo de pesca, etc.), artes usadas. Regimes de operação das frotas e suas artes de pesca, etc. Amostragem biológica nos portos de desembarque Amostragem biológica (e informação sobre a pesca) a bordo dos navios comerciais Amostragem biológica a bordo dos navios de investigação. c) Realizar as análises O estado de conhecimento sobre o recurso e os dados base disponíveis determinam o tipo de modelos a utilizar e consequentemente o tipo de análises que se podem realizar. Como exemplo ilustrativo vejamos algumas situações gerais: 4
5 Recurso com pouca informação Análises usando métodos especiais ou particulares para estimar, por exemplo, biomassas e capturas potenciais. Recurso com dados de capturas e rendimentos (CPUE) ou índices de abundância dos mananciais durante vários anos Análises usando modelos de produção para projectar rendimentos e capturas Recurso com informação durante vários anos: Biológica (distribuição por comprimentos e por espécies, idades, etc, das capturas) Capturas comerciais Esforço ou CPUE Cruzeiros de investigação (distribuição por comprimentos e por espécies, idades, etc, do manancial) Comentários Análise histórica do manancial (VPA) Projecções das capturas a Longo e Curto Prazo com diferentes cenários 1. A ausência de informação pode impedir certas projecções mas não impede outros tipos de análises. 2. O princípio de precaução obriga a realizar estimações (ainda que grosseiras) como será referido adiante. 5
PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor
PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão do Meio Ambiente, da Saúde Pública e da Política do Consumidor 31 de Março de 2004 PE 340.787/1-10 ALTERAÇÕES 1-10 Projecto de relatório (PE 340.787) Hans Blokland
URBAN II Em apoio do comércio e do turismo
[Página 1 capa] Utilizar da melhor forma os fundos estruturais URBAN II Em apoio do comércio e do turismo O que é e sugestões para candidaturas a projectos bem sucedidas Com esta publicação, a DG Empresa
Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004
L 150/12 PT Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 REGULAMENTO (CE) N.º 812/2004 DO CONSELHO de 26.4.2004 que estabelece medidas relativas às capturas acidentais de cetáceos no exercício das actividades
Dossiê de Preços de Transferência
Dossiê de Preços de Transferência Fiscalidade 2011 3 Índice Pág. 1. Preços de Transferência 03 1.1 Conceito 03 1.2 O que são Preços de Transferência 03 1.3 Porquê os Preços de Transferência? 03 1.4 Entidades
ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN
ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN Trata-se de uma adenda à primeira edição do Manual sobre a aplicação prática do Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de Setembro
Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais
Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Muitas firmas comerciais de Macau solicitam o fornecimento de
4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS
4. PRINCÍPIOS DE PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS A abordagem estratégica que se pretende implementar com o Plano Regional da Água deverá ser baseada num conjunto de princípios nucleares que, sendo unanimemente
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
PROJECTO DE CARTA-CIRCULAR SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS No âmbito da avaliação realizada, a nível internacional, sobre os fundamentos da crise financeira iniciada no Verão
GESTÃO DOS PROCESSOS DE INTERRUPÇÃO E RESTABELECIMENTO DO FORNECIMENTO A CLIENTES FINAIS
GESTÃO DOS PROCESSOS DE INTERRUPÇÃO E RESTABELECIMENTO DO FORNECIMENTO A CLIENTES FINAIS 1 INTRODUÇÃO Definição das regras e procedimentos a utilizar nos processos de interrupção e restabelecimento do
Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda.
COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 08.II.2006 C(2006) 241 final Assunto: Auxílio estatal notificado N 254/2005 Portugal Auxílio à formação a conceder à Blaupunkt Auto - Rádio Portugal, Lda. Excelência, I. Procedimento
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de
PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão da Indústria, do Comércio Externo, da Investigação e da Energia PROVISÓRIO 2003/0252(COD)
PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão da Indústria, do Comércio Externo, da Investigação e da Energia PROVISÓRIO 2003/0252(COD) 5 de Fevereiro de 2004 PROJECTO DE PARECER da Comissão da Indústria, do Comércio
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA. Nota justificativa
REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS PELO MUNÍCIPIO DE MORA Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal concretizado, designadamente através de políticas de desenvolvimento cultural,
ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC
ESTRATÉGIAS CORPORATIVAS COMPARADAS CMI-CEIC 1 Sumário Executivo 1 - A China em África 1.1 - Comércio China África 2 - A China em Angola 2.1 - Financiamentos 2.2 - Relações Comerciais 3 - Características
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem
Estudo Ambiental de Sísmica (EAS) Pesquisa Sísmica 3D, Não Exclusiva Bacia Sedimentar Marítima de Pernambuco-Paraíba
Estudo Ambiental de Sísmica (EAS) Pág. i / ii Sumário II.6.4... 1 1 - Justificativa... 1 2. Objetivos... 2 3. Metas... 3 4. Indicadores Ambientais... 4 5. Metodologia... 5 5.1 Supervisão da Coleta dos
OCEAN2012. Dia da Dependência de Pescado - Portugal
OCEAN2012 Dia da Dependência de Pescado - Portugal A Europa está tão dependente de produtos da pesca capturados fora das suas águas que, neste momento, cerca de metade do pescado que consomem é proveniente
Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local de trabalho na UE 2014/S 039-063712
1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:63712-2014:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Apoio a iniciativas voluntárias de promoção da gestão de diversidade no local
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120
ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade
Publicação Nº 4-13 Janeiro 2010 ISO 9001:2000 - Gestão da Qualidade PONTOS DE INTERESSE: Estrutura Metodologia de Implementação São notórias as crescentes exigências do mercado no que toca a questões de
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE A incidência e a prevalência quer da pré-obesidade quer da obesidade têm vindo a aumentar na União Europeia e, também, em Portugal, constituindo um importante
REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS
REGIME FISCAL DOS RENDIMENTOS OBTIDOS PELOS ÁRBITROS 1. Qual é a natureza das importâncias atribuídas aos árbitros pela Federação Portuguesa de Futebol? As importâncias em causa são consideradas rendimentos
O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal. (Resumo)
O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal (Resumo) O Hypercluster da Economia do Mar em Portugal Um novo domínio estratégico e um factor de afirmação A economia portuguesa está a sofrer uma descontinuidade
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 28/IX SOBRE A REVISÃO DA POLÍTICA COMUM DAS PESCAS A Assembleia da República, reunida em Plenário para um debate de urgência sobre as propostas da Comissão Europeia de reforma
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE. PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE)
PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE VERSION FINALE PROGRAMA DE TRABALHO PARA 2000 (Nº 2, alínea b), do artigo 5º da Decisão nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União
Letónia-Riga: Prestação de serviços de organização de eventos profissionais para os eventos do ORECE e do Gabinete do ORECE 2015/S 155-285180
1/5 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:285180-2015:text:pt:html Letónia-Riga: Prestação de serviços de organização de eventos profissionais para os eventos
ESTUDO DE IMPLEMENTAÇÃO DA CONTA SATÉLITE DO TURISMO NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA
ESTUDO DE IMPLEMENTAÇÃO DA CONTA SATÉLITE DO TURISMO NA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA PROJECTO SICER-MAC SISTEMA DE CONTAS ECONÓMICAS REGIONAIS DA MACARONÉSIA CONTA SATÉLITE DO TURISMO DA RA MADEIRA (CST-M)
Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A
Decreto-Lei 187/2002, de 21 de Agosto-192 Série I-A Procede à criação dos fundos de sindicação de capital de risco (FSCR) Decreto-Lei n.º 187/2002, de 21 de Agosto Nos termos da Resolução do Conselho de
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.
Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização
Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal
A Biomassa Florestal, energia e desenvolvimento rural Universidade Católica do Porto Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal Centro de Biomassa para a Energia 1 O QUE É A BIOMASSA? De acordo
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO. Norma Regulamentar n.º 05/2005-R. Data: 18/03/2005
Emitente: CONSELHO DIRECTIVO Norma Regulamentar n.º 05/2005-R Data: 18/03/2005 Assunto: APLICAÇÃO DAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE EMPRESAS DE SEGUROS, SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES
L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008
L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos
Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010
Impostos & Contribuição Social 4º trimestre 2010 As principais novidades/ alterações recentes, em matéria fiscal e contributiva, resultam da aprovação do Plano de Estabilidade e Crescimento para 2010 2013
Práticas de. Responsabilidade Social. nas Organizações da. Economia social. Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria. Lucinda Maria Pereira Lopes
Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações da Economia social Pós-Graduação Gerir Projectos em Parceria Lucinda Maria Pereira Lopes A responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um
PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA
PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA Capítulo I Da denominação, natureza e fins Artigo 1º Denominação A Associação de Pais e Encarregados de Educação
Empresa Geral do Fomento e Dourogás, ACE
Empresa Geral do Fomento e COMENTÁRIOS DA EMPRESA GERAL DO FOMENTO E DOUROGÁS, ACE À PROPOSTA DE REVISÃO DA REGULAMENTAÇÃO APRESENTADA PELA ERSE EM NOVEMBRO DE 2009 Novembro 2009 No seguimento da proposta
Contratação Pública e Auditoria de Gestão. Jacob Lentz Auditoria Geral da Dinamarca
Contratação Pública e Auditoria de Gestão Jacob Lentz Auditoria Geral da Dinamarca A apresentação consiste em 2 partes: 1. Apresentação de uma auditoria de gestão realizada pela Auditoria Geral da Dinamarca:
Estruturas Pré-fabricadas em Betão
Filipe Saraiva Fevereiro 2012 Introdução A pré-fabricação de edifícios surge na Europa, após a II Guerra Mundial, como forma de resposta rápida à falta de habitação nos países mais destruídos. O desenvolvimento
ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL
Banco Interamericano de Desenvolvimento Fundo Multilateral de Investimentos Financiado pelo Fundo Português de Cooperação Técnica ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL SUMÁRIO EXECUTIVO Equipa
Motivação: Empresarial e Escolar
Motivação: Empresarial e Escolar ISEP 2003/2004 Introdução à gestão aluno: Filipe Costa numero: 1020525 turma: 2ID Introdução A motivação como factor fundamental que dita a produtividade de uma pessoa
Jornal Oficial da União Europeia
6.2.2003 L 31/3 REGULAMENTO (CE) N. o 223/2003 DA COMISSÃO de 5 de Fevereiro de 2003 que diz respeito aos requisitos em matéria de rotulagem relacionados com o modo de produção biológico aplicáveis aos
PARLAMENTO EUROPEU. Comissão da Indústria, do Comércio Externo, da Investigação e da Energia
PARLAMENTO EUROPEU 1999 2004 Comissão da Indústria, do Comércio Externo, da Investigação e da Energia 4 de Agosto de 2003 PE 322.025/1-7 ALTERAÇÕES 1-7 Projecto de recomendação para segunda leitura (PE
O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção
O QUE ESPERAR DO SVE Programa Juventude em Acção KIT INFORMATIVO Parte 1 Maio de 2011 Introdução Este documento destina-se a voluntários e promotores envolvidos no SVE. Fornece informações claras a voluntários
PROPOSTA DE LEI N. /2011 REGIME DA DÍVIDA PÚBLICA
Proposed law on Public Debt, provided by the Government to Parliament in June 2011. Scanned by La o Hamutuk. For more information, see http://www.laohamutuk.org/econ/debt/09borrowing.htm. PROPOSTA DE LEI
CFDs sobre acções CFDs sobre Índices. CFD s. Contracts for Difference
CFDs sobre acções CFDs sobre Índices CFD s Contracts for Difference Introdução Caracteristicas O que são? 1 Vantagens 1 Alavancagem Flexibilidade Outras vantagens 2 Exposição mínima Inexistência de Liquidação
Ética no exercício da Profissão
Titulo: Ética no exercício da Profissão Caros Colegas, minhas Senhoras e meus Senhores, Dr. António Marques Dias ROC nº 562 A nossa Ordem tem como lema: Integridade. Independência. Competência. Embora
Revisão Regulamentar 2011
Revisão Regulamentar 2011 21 Junho 2011 Comentário Síntese Na generalidade: A quase totalidade t d das preocupações e sugestões apresentadas pela EDA nos últimos anos foram contempladas. No entanto, algumas
DECLARAÇÃO DE RISCO DE INVESTIMENTO (OTC) De 15 de Fevereiro de 2012
DECLARAÇÃO DE RISCO DE INVESTIMENTO (OTC) De 15 de Fevereiro de 2012 1. Definições Instrumentos Financeiros OTC - são os instrumentos financeiros descritos no Regulamento de prestação de serviços para
Caracterização do GAC do Barlavento do Algarve Estratégia
GAC Barlavento do Algarve Índice Caracterização do GAC do Barlavento do Algarve Estratégia Estrutura de Investimento Concursos Áreas de interesse dos Promotores Medidas para estimular o Eixo 4 Obstáculos
CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HALIÊUTICOS
CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HALIÊUTICOS A conservação dos recursos haliêuticos envolve a necessidade de assegurar uma exploração sustentável desses mesmos recursos e a viabilidade a longo prazo do setor.
RESPOSTA AO RELATÓRIO de
RESPOSTA AO RELATÓRIO de Comissão Externa de Avaliação Comissão D. Educação Subcomissão D.4.1 Educação de Infância + 1º Ciclo Do Curso de Licenciatura de Educação de Infância Da Escola Superior de Educação
Desigualdade Económica em Portugal
Desigualdade Económica em Portugal A publicação anual pelo Eurostat e pelo INE de indicadores de desigualdade na distribuição pessoal do rendimento em Portugal, e a sua comparação com os dos restantes
Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31
1 de 9 Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31 NOTÍCIAS A substituição de janelas antigas por janelas eficientes pode gerar na indústria, um potencial de negócio
INVESTIMENTO PRIVADO AGOSTO 2011
AGOSTO 2011 O Papel da Iniciativa Privada tem sido crescente Reconhece-se que isso tem contribuído para que os transportes cumpram melhor os objectivos essenciais a que se destinam. Considera-se como objectivo
Definições (parágrafo 9) 9 Os termos que se seguem são usados nesta Norma com os significados
Norma contabilística e de relato financeiro 14 Concentrações de actividades empresariais Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Relato Financeiro IFRS 3
Anúncio de concurso. Serviços
1 / 8 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:102558-2016:text:pt:html Bélgica-Bruxelas: Serviços de subscrição de periódicos, publicações informativas, bases de
DISCUSSÕES UE/EUA RELATIVAS AO ACORDO SOBRE EQUIVALÊNCIA VETERINÁRIA
MEMO/97/37 Bruxelas, 3 de Abril de 1997 DISCUSSÕES UE/EUA RELATIVAS AO ACORDO SOBRE EQUIVALÊNCIA VETERINÁRIA Na sequência da conclusão dos acordos da OMC de 1993 no sector agrícola, a União Europeia (UE)
MELHORES PRÁTICAS DA OCDE
MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura
Banco de Portugal - Comunicação para a balança de pagamentos e informação sobre a estrutura empresarial distrital. Formação eventual OTOC 0113
Banco de Portugal - Comunicação para a balança de pagamentos e informação sobre a estrutura empresarial distrital Formação eventual OTOC 0113 Esquema da Apresentação Área de Empresa e estrutura empresarial
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS. Objectivo ( 1) 1 Âmbito ( 2 a 8) 2
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 14 CONCENTRAÇÕES DE ACTIVIDADES EMPRESARIAIS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IFRS 3 Concentrações
GOVERNO. Orçamento Cidadão 2015
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE GOVERNO Orçamento Cidadão 2015 Os recursos públicos do Estado são recursos públicos do povo e para o povo, condição que dá ao cidadão o direito de saber como
Nota Técnica. Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social
Nota Técnica Sobre a sustentabilidade dos sistemas de proteção social Tal como sucedeu com a maior parte dos regimes de proteção social da Europa, também o sistema português evoluiu de um regime de seguros
RELATÓRIO DE AUDITORIA
RELATÓRIO DE AUDITORIA INTRODUÇÃO 1. Nos termos da legislação aplicável, apresentamos a Certificação Legal das Contas e Relatório de Auditoria sobre a informação financeira contida no Relatório de gestão
