Fatores de cultivo CLIMA:
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- André Assunção da Silva
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1 Fatores de cultivo CLIMA: Os fatores climáticos influenciam de forma acentuada o desenvolvimento dos PMAC, bem como a produção dos princípios ativos. Estes fatores podem influenciar isoladamente ou em conjunto Temperatura: A temperatura interfere diretamente no desenvolvimento das plantas; normalmente quanto maior a temperatura, maior será o crescimento. As espécies vegetais, assim como outro organismos vivos, possuem temperatura mínima e máxima para sobreviver e temperatura ótima, onde o desenvolvimento será máximo, A temperatura interfere na formação da clorofila, determinando uma produção maior ou menor e também uma coloração mais forte ou mais fraca. A diferença entre a temperatura do dia e da noite é chamada de termoperíodo e também influencia no desenvolvimento das plantas. Alguns vegetais exigem temperaturas especiais para completarem o seu ciclo e por isso não se adaptam (não florescem) quando são transferidas do seu hábitat natural para outros lugares. Exemplo: algumas flores trazidas da Europa não florescem em nosso meio. Luz: A luminosidade tem papel fundamental na vida das plantas, interferindo na fotossíntese e portanto no desenvolvimento de cada espécie. Os vegetais possuem a capacidade de compensar a falta de luminosidade, sendo que normalmente plantas sombreadas possuem folhas maiores comparadas àquelas que estão bem expostos ao sol. Plantas bem ensolarados tem maior produção de clorofila e produção de princípios ativos. Quanto à necessidade de luz, as plantas classificam-se em: - plantas de dias curtos: florescem quando recebem pouca iluminação; - plantas de dias longos: florescem quando recebem maior iluminação; - plantas indiferentes: a iluminação não interfere no florescimento. No caso de algumas plantas, existe a necessidade de luz para ocorrer a germinação das sementes, são chamadas de fotoblásticas positivas, portanto elas não devem ser enterradas e existem aquelas que são indiferentes com relação à luminosidade, chamadas de fotoblásticas negativas. Umidade: A umidade interfere diretamente no desenvolvimento das plantas. No caso das PMAC, o que ocorre com mais freqüência é que quando tem água em abundância aumenta a massa verde e diminui o teor de princípio ativo. Exemplo: Fumo, Melissa. Deve-se ter muito cuidado com a qualidade da água que é utilizada para irrigação, principalmente com relação a contaminação e água tratada com cloro. Com relação à umidade as plantas são classificadas em: - hidrófilas: preferem solos com muita umidade. Exemplo: chapéu-de-couro. - mesófilas: preferem solos normais. Exemplo: Alecrim. - xerófilas: preferem solos com pouca umidade. Exemplo: cactos. Em regiões muito áridas, as fontes desenvolvem mecanismos de defesa, como ter mais espinhos, mais resinas e serem mais tóxicos.
2 Altitude: É a diferença de altura em relação ao nível do mar. A medida que aumenta a altitude, diminui a temperatura (cada 180 metros, diminui 1 C) e aumenta a quantidade de luz determinando assim o desenvolvimento da planta e a produção de princípio ativo. As plantas produtoras de alcalóides produzem mais princípio ativo em baixas altitudes. Outras plantas que produzem carboidratos e glicossídeos tem a sua produção aumentada em altas altitudes devido a grande luminosidade. Latitude: A latitude é a distância que determina a região que se encontra da linha do Equador, podendo ser Norte ou Sul. Normalmente as plantas cultivadas na mesma latitude, apenas mudando Norte ou Sul, a produção de princípios ativos é igual. Deve-se observar a época de plantio quando as plantas são levados de um hemisfério para outro. Pode ocorrer maior ou menor produção de princípios ativos em um hemisfério devido a inclinação da Terra e a influência das correntes marítimas sobre a temperatura. SOLO: Na natureza, a formação dos solos se dá a partir da transformação das rochas. Mediante a atuação do clima, dos organismos vivos e dos produtos e resíduos resultantes de sua atividade biológica, durante um certo tempo, e conforme o relevo da região, todos eles trabalhando sobre o material depositado, vão fragmentando-o cada vez mais, até o tamanho de grãos e pó, permitindo então que a água, o ar, os gases, os ácidos e os óxidos reajam físico e quimicamente sobre o material. Para caracterizar mais a complexidade desse processo, basta lembrar que uma espessura de 20 cm de solo forma-se em um tempo que pode variar de 100 a anos. O solo formado compõe-se de uma parte mineral (45%), uma de água (25%), uma de ar (25%) e uma parte de matéria orgânica (5%). Os solos são divididos em classes, conforme a percentagem de argila que possuem, e com relação a textura são classificados em solos de textura arenosa, solos de textura média e solos de textura argilosa. Os melhores solos são aqueles que possuem percentagem mínima de argila e tem boa percentagem de húmus, são profundos e bem drenados. Deve-se ter em mente que para ter plantas equilibradas o solo também deve ser equilibrado. Princípios e práticas de controle ecológico de pragas e doenças No controle ecológico de pragas e doenças, não se combate o parasita, se trabalha no sentido de diminuir seu número e no fortalecimento da planta. Deve-se observar as culturas, seus problemas minerais e sua adaptação as condições do local. Trabalha-se principalmente, no sentido de melhorar as condições do solo, porque as plantas ficam suscetíveis ao ataque das pragas e doenças quando não estão nutridas de forma equilibrada. O controle de insetos, fungos, ácaros, bactérias e viroses deve ser feito com medidas preventivos como: - plantio em épocas corretas e com variedades adaptadas ao clima e ao solo da região; - fazer uso da adubação orgânica; - fazer rotação de culturas e a adubação verde; - cobertura morta e plantio direto;
3 - consorciação de culturas e manejo seletivo do mato; - evitar erosão do solo; - fazer uso de adubação mineral de baixa solubilidade; - uso de quebra-ventos ou faixas protetoras; - reflorestamento da área para regular temperatura, umidade do ar, o que ajuda a controlar a quantidade de chuvas; - enriquecimento das sementes com micronutrientes dando origem a plantas mais fortes; - nutrição equilibrada das plantas com macro e micronutrientes. RECEITAS CALDA BIOFERTILIZANTE FORTIFICANTE: Colocar em uma bombona de plástico: - 4 quilos de cinza; - 40 litros de esterco; litros de água. Para fermentar, acrescentar melaço 2%; mais leite 2% e mexer. Pode ser acrescentada farinha de ossos. Ao acrescentar a cinza, colocá-la em partes, de 3 em 3 horas. Em 11 dias fermenta em clima quente. HORMÔNIO DE ENRAIZAMENTO: MACERADO DE TIRIRICA (Cyperius rotundus) Enraizador de mudas por estaca. Bater em pilão ou em liquidificador um bom maço de tiririca (planta inteira, com raízes), com ½ litro de água. Colocar as mudas (estacas) nesta solução e deixar por 3 dias. Passar as mudas para o viveiro. Depois de enraizadas, período que pode ser de 1 a 2 meses, podemos transplantar as mudas para o local definitivo. DEFENSIVOS NATURAIS: FARELO DE PÃO CASEIRO - O que é: Formicida. - Ingredientes: Pão caseiro e vinagre. - Como fazer: Largar farelo de pão caseiro embebido em vinagre próximo as tocas, ninhos de formiga, carreiros e locais onde estão cortando. O produto introduzido na alimentação das formigas começa a criar mofo preto e fermenta. Isso é tóxico e mata a formiga. - Observação: As folhas de umbu também servem para controlar as formigas. COMPOSTO DE CAVALINHA A cavalinha repele os fungos na forma de chá. Usa-se 2 colheres de cavalinha picada para cada litro de água que deverá ficar de molho pelo menos duas horas. A seguir fazer decocção por 15 minutos. Aplicar na planta inteira por três dias consecutivos. Regar toda planta.
4 Propagação Conceito: Ação de multiplicar ou dar continuidade a uma forma de vida, permitindo o cultivo e a preservação das espécies. Importância: - estabelecimento dos cultivos e hortos; - garantia da identidade das espécies e cultivares; - qualidade dos produtos a serem colhidos; - domesticação das espécies selvagens. Obtenção dos materiais de plantio: - compra de sementes ou mudas; - coleta nos locais de ocorrência natural; - coleta em hortos demonstrativos regionais; - aproveitamento de materiais de consumo. Métodos de propagação 1. PROPAGAÇÃO POR SEMENTES (SEXUADA) Vantagens: - manutenção da variabilidade genética; - facilidade de obtenção de grande quantidade de propágulos; - possibilidade de armazenagem de material de propagação. Desvantagens: - desuniformidade entre plantas de mesma espécie; - prolongamento do ciclo produtivo; - presença de dormência em algumas espécies; - baixa qualidade dos propágulos. Cuidados com a semente 1) Identificar a planta semeada e a data. 2) Irrigar com regador de furos pequenos. 3) Retirar inços. 4) Fazer desbaste de plantas se necessário. 5) Usar coberturas quando necessário. Observação: As coberturas podem ser de palha, capim, bambu, sombrite, ripados e elevadas a 45 cm do chão. 1) Transplantar a muda no tamanho correto. 2) Prática para dias nublados ou à tardinha. 3) Regar a sementeira no dia anterior. 4) Cuidar para o sol não ressecar as raízes. Cuidados no transplantio
5 5) Fazer o solo ficar bem em contato com as raízes. 6) Irrigar as mudas logo após o transplantio. 7) Usar cobertura morta e sombreamento. O que é importante nas sementes? 1) A qualidade das sementes: - sementes quebradas, doentes ou velhas possuem baixo poder germinativo. 2) Armazenamento: - ambiente fresco, seco e escuro; - vidros fechados com sílica gel ou cloreto de cálcio. 3) Quantidade de sementes: - comprar 1,5 a 4 vezes o número de plantas desejadas. Tipos de semeadura 1) Semeadura em canteiros sem transplantio. 2) Semeadura em sementeiras, com transplantio. Modos de fazer semeadura 1) A lanço: inconveniente é a desuniformidade e gasto de sementes. 2) Em linhas: sulcos de 0,5 a 1 cm de profundidade e 10 a 20 cm entre linhas. 3) Em covas: pequenos buracos de profundidade variável conforme o tamanho da semente. Observação: A profundidade de semeadura deve ser, no máximo, 3 vezes o tamanho da semente. 1) Aumenta o sistema radicular. 2) Uso mais racional da área de cultivo. 3) Economia de sementes. 4) Facilita o manuseio de sementes pequenas. Porque fazer sementeiras Como fazer uma sementeira 1) Pequenos canteiros, com solo bem preparado. 2) Caixotes. 3) Copinhos de jornal ou plástico. 4) Saquinhos plásticos. 5) Bandejas multicelulares preenchidos com substratos. O que é substrato? Mistura de diferentes materiais, como: - solo mineral, casca de arroz carbonizada, composto orgânico, húmus de minhoca, vermiculita, areia.
6 - A quantidade de solo na mistura nunca deve ultrapassar 1 / 3 do volume. - Sempre deve-se usar um condicionador, que deixe a mistura mais leve. - A mistura deve ser homogênea. 2. PROPAGAÇÃO VEGETATIVA (ASSEXUADA) Vantagens: - descendentes idênticos à planta mãe; - ciclo do plantio à colheita mais rápido; - multiplicação de espécies com dificuldade de obtenção de sementes. Desvantagens: - dificuldade de obtenção de grande quantidade de material de propagação; - diminuição da variabilidade genética; - queda paulatina da produção e vigor das plantas; - necessidade de maior espaço físico para viveiro. 1) Estacas herbáceas ou lenhosas. 2) Folhas. 3) Rebentos. 4) Raízes e rizomas. Material para propagação vegetativa: Fonte: Emater-RS/Ascar
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