PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS
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- Oswaldo Franca Lopes
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1 PRODUÇÃO DE MUDAS DE HORTALIÇAS
2 Sistemas de produção Sementes Estruturas vegetativas (propagação por estolhos, estacas, tubérculos, bulbos, rizomas, raízes, micropropagação)
3 PROPAGAÇÃO SEXUADA A SEMENTE É O MEIO PELO QUAL AS PLANTAS MULTIPLICAM, APÓS REALIZAREM O CRUZAMENTO GENÉTICO, ATRAVÉS DOS PROCESSOS DE POLINIZAÇÃO E FECUNDAÇÃO OU FERTILIZAÇÃO. OU SEJA, GENETICAMENTE, AS PLANTAS ORIUNDAS DE SEMENTES SÃO DIFERENTES DOS PAIS.
4 Propagação por sementes Semeadura direta (semeadura no local definitivo) Semeadura em local não definitivo: Semeadura em canteiro, repicagem e transplante Semeadura em canteiro e transplante Semeadura em recipiente e transplante Semeadura em recipiente, enxertia e transplante
5 Mudanças no setor de produção de mudas Mudas produzidas na mesma área da produção final Mudas produzidas em canteiros Transplante de mudas com raízes nuas
6 Produção de mudas em canteiros
7 Década de 70 Produção de mudas de tomate em copinhos confeccionados de jornal Transplante das mudas com as raízes no substrato (solo)
8 Produção de mudas em copinho de jornal
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10 Década de 80 Produção de mudas em recipiente sob ambiente protegido Mudas produzidas em substratos Mudas uniformes
11 Produção de mudas em bandejas
12 VANTAGENS E DESVANTAGENS DA PRODUÇÃO DE MUDAS EM RECIPIENTES VANTAGENS: - Maior controle fitossanitário; - Mudas mais desenvolvidas; - Mudas mais resistentes ao transplante; - Uniformidade da produção; - Maior aproveitamento da água, luz e nutrientes; - Elevado número de mudas por área; - Uso de áreas impróprias para o cultivo; - Redução do período de produção; - Redução do ciclo da cultura no campo. DESVANTAGENS: -Maior custo de implantação; -Produção da muda em pequeno volume
13 FATORES A SEREM CONSIDERADOS PARA O SUCESSO DA ATIVIDADE -Escolha do local; -Tipo de estrutura (construção da estufa); - Controle ambiental; -Seleção de recipientes e substratos; - Método de produção -Sistema de irrigação; -Nutrição e adubação; -Controle fitossanitário; -Relação custo/benefício
14 ESCOLHA DO LOCAL -Topografia - Insolação - Vento
15 Estufas agrícolas de madeira Altura de pé-direito baixo Estrutura de madeira
16 Estufas de aço galvanizado
17 Sombrite
18 Modernização do setor
19 Casa-de-vegetação
20 Controle dos fatores ambientais Telas termorrefletoras
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22 Controle da temperatura Aberturas (Janelas zenitais, laterais e frontais)
23 Nebulização
24 Recipientes Bandejas de poliestireno expandido (não biodegradável)
25 Bandejas de poliestireno expandido Material não degradável Material poluente
26
27 Bandejas de polietileno
28 Bandejas de polietileno flexível
29 Lavagem das bandejas
30 Desinfecção
31
32 Máquina para lavagem
33 Secagem das bandejas
34 Bandejas recicláveis
35 Vantagens a) Economia de mão-de-obra; b) Eliminação da contaminação de mudas por patógenos existentes nas bandejas; c) Não há preocupação com o retorno das bandejas;
36 CARACTERÍSTICAS DOS SUBSTRATOS Isento de resíduos industriais Isentos de microrganismos patogênicos Leve Boa drenagem Alta capacidade de retenção de água Porosidade (> 80%) Água facilmente disponível (20-30%)
37 Propriedades químicas CTC Fertirrigação permanente CTC não é fator relevante. Fertirrigação intermitente - substrato com moderada a elevada CTC ph ideal - entre 5,5 a 6,8 ph < 5 diminui absorção de N, K, Ca, Mg, B, etc. ph > 6,5 diminui a absorção de P, Fe, Mn, B, Zn e Cu.
38 Substratos Pluma (Visafértil) Golden Mix (Amafibra) Mudas e plantio (Biomix) Multiplant hortaliças (Terra do Paraíso) HS hortaliças (Holambra substratos)
39 Equipamentos para semeadura
40 600 bandejas por hora
41
42
43
44 Sistemas de produção de mudas
45 Técnicas de produção de mudas
46 Enxertia Definição Objetivos Resistência às doenças Resistência à estresse hídrico Resistência aos fatores ambientais como altas e baixas temperaturas Melhoria na qualidade do produto a ser colhido Aumento da produtividade
47 Enxertia Pepino: resistência a Fusarium, maior qualidade dos frutos. Pimentão: murcha de Phytophthora capsici; nematóides. Berinjela: murcha bacteriana, murcha de fusário, nematóides. Tomateiro: controle de doenças, resistência ao estresse hídrico; estresse salino.
48 Enxertia por encostia
49 Enxertia por garfagem ¾ do Ø do caule 1,0 cm Fenda Enxerto Retirada do meristema apical Corte em bisel Porta-enxerto
50 Enxertia por garfagem
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58 Pimentão
59 Aquisição das sementes Aquisição de sementes Embalagem: volume de produção Qualidade
60 Baldes com 5 e 10 kg de sementes Baldes
61 Latas Latas de 25, 50, 100, 200,300, 400 e 500 g Latas com 5000 sementes peletizadas de alface Latas de sementes encrustadas de cenoura
62 Envelopes Envelopes com 1, 3, 5, 6, 10 e 12 g de sementes Envelopes com 50,100, 500 ou 1000 sementes
63 Tipos de sementes Sementes nuas Sementes peliculizadas Sementes incrustadas Sementes peletizadas
64 Sementes nuas
65 pepino Sementes peliculizadas
66 Sementes incrustadas
67 Sementes peletizadas
68 Recobrimento das sementes Vantagens: Reconhecimento da semente pela cor Favorece a semeadura Possibilita a incorporação de produtos Pode ser associada com outras técnicas
69 Reconhecimento da espécie ou variedade pela cor Alface Grandes Lagos Americana amarela Alface Itapuã vermelha Alface Regina de Verão verde Alface Mimosa laranja Alface Crespa Grand Rapids azul
70 Peletização Vantagens: Favorece a semeadura Elimina a prática de desbaste Possibilita a incorporação de produtos no pelete. Pode ser associada com outra técnica (Priming)
71 Desvantagens Custo mais elevado Perda de vigor das sementes Menor velocidade de emissão da raiz primária
72 Temperatura ideal para a germinação de algumas hortaliças. Hortaliça Alface 20 a 24 Melão 28 a 32 Pepino 27 a 28 Pimentão 25 a 30 Tomate 25 Faixa ideal de temperatura (ºC)
73 Dormência em alface Fatores responsáveis: luz e temperatura Termodormência Termoinibição Fotodormência Quebra de dormência Baixas temperaturas Luz Priming
74 Priming Solução aquosa com baixo potencial osmótico (KNO 3 ) ou mátrico (vermiculita ou silicato de cálcio). Temperatura adequada por determinado tempo. Desidratação para a umidade original.
75 Priming Quebra da fotodormência Quebra da termodormência
76 Germinação total (TG) e tempo para a primeira germinação (FG) de sementes alface Dark Green Boston que receberam ou não o priming (Nascimento, 2003) Temperatura ( C) 20 C 30 C TG FG TG FG Condicionadas Não condicionadas
77 Velocidade de germinação e germinação de sementes de melancia Crimson Sweet, condicionadas e não condicionadas. Embrapa, 2004 Tratamento Veloc. Germinação (horas) Germinação (%) 15 C 25 C 15 C 25 C Condicionadas 144b 40,8a 59a 95a Não condicionadas 210,6a 55,2a 56a 93a
78 Priming Quebra da dormência
79 Desvantagens Custo mais elevado Perda de vigor das sementes Menor velocidade de emissão da raiz primária
80 Escolha do substrato Fibra de coco: necessidade de umedecimento. Substratos à base de casca de pinus e outros materiais (turfa, vermiculita) Substratos enriquecidos ou não com fertilizantes. Vermiculita: cobertura das sementes
81 Substrato a base de casca de pinus
82 Fibra de coco prensada
83 Fibra de coco- Processador de substrato
84
85 Preenchimento das bandejas
86 Semeadura
87 Germinação das sementes
88 Temperatura ideal para a germinação de algumas hortaliças. Hortaliça Faixa ideal de temperatura (ºC) Alface 20 a 24 Melão 28 a 32 Pepino 27 a 28 Pimentão 25 a 30 Tomate 25
89 Desenvolvimento das mudas na casa-de-vegetação
90
91 SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Aspersão: Aspersores estacionários Sistema fog ou de nebulização Aspersores móveis
92 Aspersores estacionários
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94 Nebulização
95 Nebulização
96 Barra móvel
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98 Controle de pragas
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101 Fertirrigação
102 Fertirrigação
103 Transporte
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105
106 Transporte das mudas
107 Transporte inadequado
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