INFORMATIVO MENSAL ABRIL

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1 INFORMATIVO MENSAL ABRIL Apresentamos a seguir as principais alterações ocorridas na legislação tributária no mês de Abril de I - FEDERAL ICMS - ATO COTEPE ALTERA AS TABELAS QUE DIVULGAM AS MARGENS DE VALOR AGREGADO QUE TRATA O REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS OPERAÇÕES COM COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES Por meio do Ato Cotepe nº 03/2013, publicado no Diário Oficial da União em 1º , o Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendaria (Confaz), alterou as Tabelas I, II, III e XIII, anexas ao Ato Cotepe/ICMS nº 21/2008. As tabelas em comento versam sobre as Margens de Valor Agregado (MVA) a que se refere a cláusula 8º (oitava) do Convênio ICMS nº 110/2007, que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, e com outros produtos. TABELA I OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS 5 Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Álcool hidratado Óleo Combustível Gás Natural Veicular Lubrificante Derivado de Petróleo Lubrificante Não derivado de Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais 7% Originado de 4% AC 39,21% 83,97% 41,58% 73,45% 64,60% 9,93% 36,81% - - AL 33,41% 82,75% 74,72% 122,59% 110,62% 24,46% 49,96% - - AM 13,56% 51,41% 19,44% 68,26% 59,26% *AP 22,54% 63,38% 18,76% 47,26% 39,34% 52,01% 28,21% 54,46% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,85% BA 29,66% 77,62% 31,69% 51,21% 43,07% 10,30% 37,27% - - CE 23,41% 69,05% 34, 66,37% 57,43% 9,62% 36,42% - - DF 15,78% 54,37% 36,28% 68,98% 59,90% 9,94% 46,59% - - ES 36,69% 87,24% 25,20% 59,50% 50,92% GO 21,41% 64,06% 13,76% 42,97% 35,28% 54,78% 86,48% - - MA 26,18% 68,24% 14,95% 42,54% 34,87% 9,62% 36,42% - - *MG 42,64% 95,40% 30,45% 49,78% 41,72% 54,61% 29,01% 57,33% ,31% 96,72% 61,31% 73,11% 88,85% MS 41,38% 88,50% 94,57% 141,26% 128,29% 59,96% 92,72% - - MT 69,67% 124,93% 114,64% 184,10% 184,10% 138,36% 184,70% - - 7% Originado de 4% 1

2 PA 21,09% 72,98% 20,44% 60,01% 51,41% 9,62% 36,42% - - PB 18,09% 57,45% 15,45% 43,15% 35,46% 22,29% 47,33% 137,98% - PE 38,23% 84,30% 36,37% 69,09% 60,00% 16,28% 40,10% - - PI 14,50% 52,66% 23,45% 53,08% 44,85% 11,89% 34,81% - - PR 26,69% 75,96% 25,00% 56,98% 25,00% 20,23% 46,67% 70,00% - RJ 31,92% 88,46% 34,36% 81,09% 71,35% 11,35% 23,46% 100,00% - *RN 23,86% 65,15% 16,93% 44,99% 37,19% 13,22% 36,41% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% RO 23,34% 64,46% 85,71% 130,29% 117,90% 29,00% 57,82% - - RR 17,80% 47,25% 20,00% 48,81% 40,81% 9,97% 36,86% - - *RS 35,75% 81,00% 38,81% 46,69% 38,81% 51,43% 9,96% 32,48% ,31% 94,35% 61,31% 71,03% 86,58% SC 20,49% 60,66% 19,69% - 42,76% 9,93% 36,81% 90,71% - SE 18,46% 62,27% 9,73% 39,80% 32,28% SP 59,19% 112,25% 25,00% - 46,67% 10,48% 34,73% - - TO 25,72% 67,62% 32,84% 64,72% 55,86% 9,94% 46,59% - - * MVAs alteradas por este Ato COTEPE/MVA. TABELA II OPERAÇÕES REALIZADAS POR PRODUTOR NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel G L P Óleo Combustível Gás Natural Veicular Lubrificante Derivado de Lubrificante Não derivado de Petróleo Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AC 101, 166,51% 41,13% 84,29% 136,32% 180,65% 41,45% 76,22% 30% - AL 83,73% 151,68% 18,52% 42,80% 100,53% 141,60% 24,46% 49,95% 131,71 - AM 63,93% 118,57% 22,24% 47,28% 86,48% 124,67% % - *AP 68,68% 124,91% 19,25% 43,68% 72,80% 96,36% 50,14% 80,90% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% BA 78,60% 144,66% 31,79% 58,79% 98,32% 138,97% 31,46% 58,38% 203,53% - CE 69,94% 132,80% 19,16% 43,56% 95,61% 135,68% 29,76% 56,34% 107,26% 119,74% DF 59,19% 112,25% 12,23% 27,54% 73,88% 97,59% 9,94% 46,59% 30% - ES 89,02% 158,93% 23,13% 39,92% 54,75% 86,45% ,58% - MA 75,19% 133,59% 26,76% 52,72% 68,25% 102,72% % - *MG 67,81% 129,88% 26,18% 48,45% 99,26% 143,00% 31,37% 60,21% 207,40% - 61,31% 96,72% 61,31% 73,11% 88,85% MS 96,03% 161,38% 45,36% 75,13% 138,39% 170,90% 81,47% 118,64% 243,30% - MT 133,85% 189,97% 148,92% 172,91% 159,50% 180,32% 148,92% 178,91% 223,41% - PA 68,00% 140,00% 37,92% 66, 97,38% 137,81% 29,76% 56,34% 30% - PB 63,90% 118,53% 20,97% 45,75% 74,69% 110,47% 19,52% 44,00% 182,13% 201,26% PE 84,30% 145,74% 19,34% 45,54% 92,76% 119,05% 30,31% 57,00% 168,96% - PI 57,28% 109,71% 15,32% 38,94% 89,07% 127,80% % - PR 70,55% 136,18% 35,04% 53,45% 147,41% 181,15% - 68,69% 30,00% - RJ 83,08% 161,54% 42,83% 64, 48,30% 68,53% 49,45% 84,50% - - *RN 75,04% 133,39% 32,62% 59,78% 84,20% 121,92% ,95% 117,00% 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% RO 69,77% 126,35% 20,13% 44,74% 85,15% 110,40% 46,40% 76,39% 31,30% 58,25% RR 107,72% 159,65% 45,81% 75,67% 118,16% 162,84% *RS 75,06% 133,42% 41,20% 60,46% 155,85% 190,74% 30,70% 57,47% ,31% 94,35% 61,31% 71,03% 86,58% SC 65,84% 121, 18, 34,23% 134,96% 167,00% 40,80% 69,64% - - SE 52,96% 109,54% 17,94% 42,10% 95,99% 136,14% 4,97% 26,47% 131,71% - SP 59,19% 112,25% 33,80% 52,05% 81,99% 106,80% TO 72,85% 130,47% 16,38% 32,25% 74,75% 98,58% 21,67% 46,59% 30% - 7% Originado de 4% *MVAs alteradas por este Ato COTEPE/MVA. TABELA III OPERAÇÕES REALIZADAS POR IMPORTADORES DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP QAV Lubrificante Derivado de Petróleo Lubrificante Não derivado de Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Originado de 4% AC 163,48% 251,30% 36,46% 81,95% 85,90% 147,87% 45,89% 94,53% AL 83,73% 151,68% 18,52% 42,80% 100,53% 141,60% 12,40% 35,42% AM 63,93% 118,57% 22,24% 47,28% 86,48% 124,67% - - *AP 68,68% 124,91% 19,25% 43,68% 72,80% 96,36% 103,59% 171,46% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% 2

3 BA 166,72% 265,37% 31,79% 55,05% 120,39% 150,45% 84,83% 122,69% CE 88,82% 158,66% 32,40% 59,52% 130,13% 194,60% 62,48% 116,64% DF 59,19% 112,25% 12,23% 27,54% 73,88% 97,59% - - ES 89,02% 158,93% 23,13% 39,92% 54,75% 86,45% 29,84% 73, GO 56,46% 111,43% 17,54% 33,56% 106,72% 134,91% 40,85% 40,85% MA 75,19% 133,59% 26,76% 52,72% 68,25% 102,72% 101,11% 142,30% *MG 67,81% 129,88% 26,18% 48,45% 99,26% 143,00% 30,81% 74,41% 61,31% 96,72% 61,31% 88,85% MS 96,03% 161,38% 45,36% 75,13% 138,39% 170,90% 109,09% 151,92% MT 133,85% 189,97% 148,92% 178,91% 72,95% 180,32% 296,68% 391,88% PA 68,00% 140,00% 37,92% 66, 97,38% 137,81% 217,46% 353,51% PB 63,90% 118,53% 20,97% 45,75% 74,69% 110,47% 57,87% 90,20% PE 84,30% 145,74% 19,34% 45,54% 92,76% 119,05% - - PI 57,28% 109,71% 15,32% 38,94% 89,07% 127,80% 88,47% 151,30% PR 70,05% 136,18% 35,04% 53,45% 147,41% 181,15% 42,86% 90,48% RJ 83,08% 161,54% 42,83% 64, 48,30% 68,53% 42,37% 77,96% *RN 89,60% 152,79% 47,36% 77,54% 104,66% 146,58% 51,21% 82,19% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% RO 69,77% 126,35% 20,13% 44,74% 85,15% 110,40% 39,96% 86,62% RR 156,38% 220,48% 82,26% 119,59% 172,69% 228,55% 68,16% 124,22% *RS 75,06% 133,42% 41,20% 60,46% 155,85% 190,74% ,31% 94,35% 61,31% 86,58% SC 65,84% 121, 18, 34,23% 134,96% 167,00% - - SE 52,96% 109,54% 17,94% 42,10% 95,99% 136,14% 19,01% 43,38% SP 59,19% 112,25% 33,80% 52,05% 81,99% 106,80% 40,76% 87,69% TO 72,85% 130,47% 16,38% 32,25% 74,75% 98,58% 72,85% 130,47% *MVAs alteradas por este Ato COTEPE/MVA. TABELA XIII OPERAÇÕES REALIZADAS POR DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEL Álcool hidratado UF Internas Interestaduais 7% Originado de 4% AL 90,32% 150,75% 137,27% AM 22,61% 51,16% 49,88% *AP 29,37% 60,42% 51,79% 65,59% BA 37,97% 81,77% 72,00% CE 46,15% 86,79% 76,75% DF 48,45% 89,73% 79,53% ES 36,38% 79,68% 70,02% GO 23,92% 60,78% 52,14% MA 25,22% 60,04% 51,43% *MG 42,11% 63,16% 54,39% 68,43% MS 177,18% 254,25% 235,21% MT 170,35% 257,18% 257,18% PA 31,53% 81,70% 71,93% PB 25,76% 60,73% 52,09% PE 48,55% 89,85% 79,64% PI 34,48% 71,87% 62,63% PR 50,86% - 61,89% RJ 46,36% 105,51% 94,46% RN 27,37% 62,79% 54,04% *RS 53,07% 61,77% 53,07% 66,99% SC 72,31% 120,22% 108,38% SE 19,54% 57,49% 49,02% SP 36, - 64,67% TO 44,70% 84,94% 74,99% * MVAs alteradas por este Ato COTEPE/MVA. Este Ato entrou em vigor na data de sua publicação. 3

4 IPI - PRESIDENTA DA REPÚBLICA PRORROGA PARA VIGÊNCIA PARA REDUÇÃO DE ALÍQUOTAS DO IMPOSTO SOBRE PRODUTOS. Por meio do Decreto nº 7.971/2013, publicado 1º , a Presidenta da República, prorrogou para a vigência da redução de alíquotas do Imposto sobre Produtos (IPI), mediante a alteração das Notas Complementares (NC) 87-1, 87-2, 87-4, 87-5 e 87-7 da Tabela de Incidência, aprovada pelo Decreto nº 7.660/2011, bem como foram reduzidas a zero as alíquotas relativas a ambulâncias, carros celulares e carros funerários, classificados na posição (NC-87-1). NOTA COMPLEMENTAR NC (87-1) DA TIPI NC (87-1) Ficam reduzidas a zero as alíquotas relativas a ambulâncias, carros celulares e carros funerários, classificados na posição NOTA COMPLEMENTAR NC (87-2) DA TIPI NC (87-2) Ficam fixadas nos percentuais indicados as alíquotas relativas aos veículos classificados no código e no Ex 01 do código , com volume de habitáculo, destinado a passageiros e motoristas, superior a 6 m³. O enquadramento de veículos nesta Nota Complementar está condicionado à manifestação da Secretaria da Receita Federal do Brasil certificando que o veículo cumpre as exigências nela estabelecidas. ALÍQUOTA % De até De até A partir de NOTA COMPLEMENTAR NC (87-4) DA TIPI NC (87-4) Ficam fixadas nos percentuais indicados as alíquotas referentes aos automóveis de passageiros e veículos de uso misto, com motor a álcool ou com motor que utilize alternativa ou simultaneamente gasolina e álcool (flexibe fuel engine), classificados nos códigos a seguir especificados: CÓDIGO DA TIPI ALÍQUOTA % De até De até A partir de Ex Ex

5 NOTA COMPLEMENTAR NC (87-5) DA TIPI NC (87-5) Ficam reduzidas aos percentuais indicados as alíquotas relativas aos veículos de fabricação nacional, de transmissão manual, com caixa de transferência, chassis independente da carroçaria, altura livre do solo mínima sob os eixos dianteiro e traseiro de 200 mm, altura livre do solo mínima entre eixos de 300 mm, ângulo de ataque mínimo de 35º, ângulo de saída mínimo de 24º, ângulo de rampa mínimo de 28º, de capacidade de emergibilidade a partir de 500 mm, peso bruto total combinado a partir de kg, peso em ordem de marcha máximo de até kg, concebidos para aplicação militar ou trabalho agroindustrial, classificados nos códigos e : ALÍQUOTA % De até De até A partir de NOTA COMPLEMENTAR NC (87-7) DA TIPI NC (87-7) Ficam fixadas nos percentuais indicados as alíquotas relativas aos produtos classificados nos códigos a seguir especificados, exceto quanto aos produtos classificados em destaques "Ex" eventualmente existentes nos referidos códigos: CÓDIGO DA TIPI De até De até Ex Ex Ex Ex Ex

6 Ex Ex Ex Ex Ex Ex Ex Ex (exceto dos veículos do código ) Ex Ex Este Ato entrou em vigor na data de sua publicação. IOF - OPERAÇÕES DE CRÉDITO REALIZADAS POR INSTITUIÇÃO FINANCEIRA Por meio do Decreto nº 7.975/2013, publicado DOU1 de 2º , a Presidenta da República, alterou o Decreto nº 6.306/2007, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). A alteração dispõe que as operações de crédito realizadas por instituição financeira, com recursos públicos ou privados, para financiamento de operações destinadas a aquisição, produção e arrendamento mercantil de bens de capital e/ou para a produção de bens de 6

7 consumo para exportação, incluídos componentes e serviços tecnológicos relacionados, e diversas outras hipóteses, bem como, aos projetos objeto de concessão pelo Governo Federal, a que se refere o art. 1º da Lei nº /2009, terão a alíquota do imposto reduzida a zero, se contradadas a partir de Vale observar, que além do disposto neste decreto, as operações têm que estar acordo com os critérios fixados pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central do Brasil. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação. MEDIDA PROVISÓRIA N 582/2012, CONVERTIDA NA LEI N /13, INTRODUZIU MODIFICAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA E PREVIDENCIÁRIA, COM AMPLIAÇÕES DAS REGRAS DO PLANO BRASIL MAIOR Por intermédio da Lei nº /2013, publicada no D.O.U. Ed. Extra de , foram alteradas diversas disposições da legislação tributária, dentre as quais destacamos: I - "Desoneração da Folha de Pagamento" Com a publicação da norma em comento, foi alterado o Anexo da Lei /2011 (introduzido pela Lei nº /2011) que passará a vigorar acrescido dos produtos classificados nos códigos da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, constantes no anexo a Lei, bem como subtraído dos produtos garrafões, garrafas frascos e artigos semelhantes, classificados no código ; e fios, cabos e outros condutores, classificados no código Ademais, restou estabelecido que na importação dos novos produtos inseridos no Anexo da Lei nº /2011 incidirá a alíquota adicional da COFINS- de 1%. As referidas disposições entram em vigor a partir de 1º de janeiro de II - Depreciação Acelerada - Lucro Real Para efeito de apuração do imposto sobre a renda, as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real terão direito à depreciação acelerada, calculada pela aplicação adicional da taxa de depreciação usualmente admitida, sem prejuízo da depreciação contábil das máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos. 7

8 O disposto acima se aplica aos bens novos, relacionados em regulamento, adquiridos ou objeto de contrato de encomenda entre 16 de setembro e 31 de dezembro de 2012, e destinados ao ativo imobilizado do adquirente. A depreciação acelerada em tela: (i) constituirá exclusão do lucro líquido para fins de determinação do lucro real e será controlada no livro fiscal de apuração do lucro real; (ii) será calculada antes da aplicação dos coeficientes de depreciação acelerada à que se refere o art. 69 da Lei nº 3.470/1958; e (iii) será apurada a partir de 1º de janeiro de Ressalte-se que o total da depreciação acumulada, incluindo a contábil e a acelerada incentivada, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem. As referidas disposições entram em vigor a partir da data de sua publicação (03/04/2013). III - Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria de Fertilizantes - REIF Por meio da norma em comento foi instituído o Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infraestrutura da Indústria de Fertilizantes - REIF, aplicável à pessoa jurídica que tenha projeto aprovado para implantação ou ampliação de infraestrutura para produção de fertilizantes e de seus insumos, para incorporação ao seu ativo imobilizado (empresa habilitada), e a pessoa jurídica coabilitada ao referido regime. A forma de habilitação e coabilitação ao supracitado regime será regulamentada pelo Poder Executivo. As pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - SIMPLES NACIONAL e as pessoas jurídicas tributadas pelo imposto de renda com base no lucro presumido ou arbitrado, não poderão aderir ao REIF. A fruição dos benefícios do REIF fica condicionada à regularidade fiscal da pessoa jurídica em relação aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda e ao cumprimento dos seguintes requisitos, nos termos do regulamento: 8

9 a) Investimento mínimo em pesquisa e desenvolvimento e inovação tecnológica; b) Percentual mínimo de conteúdo local em relação ao valor global do projeto. Note-se que no caso de venda no mercado interno ou de importação de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos, novos, e de materiais de construção para utilização ou incorporação no projeto especificado acima fica suspenso o pagamento: I - da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS incidentes sobre a receita da pessoa jurídica vendedora, quando a aquisição for efetuada por pessoa jurídica beneficiária do REIF; II - da Contribuição para o PIS/PASEP- e da COFINS-, quando a importação for efetuada por pessoa jurídica beneficiária do REIF; III - do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI incidente na saída do estabelecimento industrial ou equiparado, quando a aquisição no mercado interno for efetuada por estabelecimento industrial de pessoa jurídica beneficiária do REIF; e IV - do IPI vinculado à importação, quando a importação for efetuada por estabelecimento de pessoa jurídica beneficiária do REIF. A suspensão de que trata os itens "I" e "II" acima converte-se em alíquota zero depois da utilização ou incorporação do bem ou material de construção na execução do projeto, enquanto a suspensão especificada nos itens "III" e "IV" converte-se em isenção após a destinação já especificada. Ademais, no caso de venda ou importação de serviços destinados ao projeto também fica suspenso o pagamento da: I - Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita da pessoa jurídica estabelecida no País decorrente da prestação de serviços a pessoa jurídica beneficiária do REIF; e II - Contribuição para o PIS/PASEP- e da COFINS- incidentes na importação de serviços diretamente por pessoa jurídica beneficiária do REIF. A referida suspensão converte-se em alíquota zero depois da utilização dos serviços na execução do projeto. Ainda foi suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita decorrente da locação de máquinas, aparelhos, instrumentos e equipamentos a pessoa jurídica beneficiária do REIF, para utilização na execução do projeto, e a suspensão converte-se em alíquota zero após a mencionada destinação. 9

10 Os benefícios citados acima podem ser usufruídos em até 5 anos contados da data de publicação desta Medida Provisória, nas aquisições, importações e locações realizadas depois da habilitação ou coabilitação das pessoas jurídicas beneficiadas pelo REIF. As referidas disposições entram em vigor a partir da data de sua publicação (03/04/2013). III - RETID - Alterações A lei em comento alterou a Lei nº /2012 que estabelece normas especiais para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e de sistemas de defesa e dispõe sobre regras de incentivo à área estratégica de defesa. De acordo com as modificações introduzidas, foram reduzidas a zero as alíquotas: I - da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita decorrente da venda dos bens referidos no inciso I do caput do art. 8º da Lei n /2012 efetuada por pessoa jurídica beneficiária do RETID à União, para uso privativo das Forças Armadas, exceto para uso pessoal e administrativo; e II - da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre a receita decorrente da prestação dos serviços referidos no art. 10 da mencionada lei por pessoa jurídica beneficiária do RETID à União, para uso privativo das Forças Armadas, exceto para uso pessoal e administrativo. A norma também estabeleceu que ficam isentos do IPI os bens referidos no inciso I do caput do art. 8º da Lei n /2012 saídos do estabelecimento industrial ou equiparado de pessoa jurídica beneficiária do RETID, quando adquiridos pela União, para uso privativo das Forças Armadas, exceto para uso pessoal e administrativo. Os benefícios em tela poderão ser usufruídos em até 5 anos contados da data de publicação desta Lei, nas aquisições e importações realizadas depois da habilitação das pessoas jurídicas beneficiadas pelo RETID. As referidas disposições entram em vigor a partir da data de sua publicação (03/04/2013). IV - Suspensão de PIS e COFINS - código da TIPI A Lei em apreço estabelece que, fica suspenso o pagamento da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre as receitas decorrentes da venda de laranjas (código da TIPI), quando não utilizados na industrialização de suco, e estes forem destinados à exportação, sendo vedada, às pessoas jurídicas que realizem tais 10

11 operações a apuração de créditos vinculados às receitas de vendas efetuadas com suspensão. A pessoa jurídica sujeita ao regime de apuração não cumulativa da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS poderá descontar das referidas contribuições, devidas em cada período de apuração, o crédito presumido calculado sobre o valor de aquisição de laranjas, quando não utilizados na industrialização de suco destinados à exportação. As referidas disposições entram em vigor a partir de 1º de janeiro de V - Disposições finais O referido ato altera ainda, o artigo 9º da Lei nº 7.713/1988, que dispõe sobre a legislação do Imposto de Renda; o artigo em questão estabelecia que na situação em que o contribuinte auferisse rendimentos da prestação de serviços de transporte, em veículo próprio locado, ou adquirido com reservas de domínio ou alienação fiduciária, o imposto de renda incidiria sobre 40% do rendimento bruto, decorrente do transporte de carga e 60% do rendimento bruto, decorrente do transporte de passageiros; com a alteração citada, o percentual incidente sobre o rendimento bruto, decorrente do transporte de carga será de 10%. Também foi alterada a Lei nº /2004 determinando que até 31 de dezembro de 2013, ficam reduzidas a 0 (zero) as alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS incidentes na importação e sobre a receita bruta de venda no mercado interno de massas alimentícias classificadas na posição da Tipi. As referidas disposições entram em vigor a partir de 1º de janeiro de VI - Vetos da Presidente O PLV nº 1/2013 que tratava da conversão em lei da Medida Provisória nº 582/12 estendia a abrangência da substituição da contribuição previdenciária, bem como a tornava facultativa, todavia, tais dispositivos foram vetados pela Presidência da República. No mencionado PLV havia a previsão de aumento do limite de opção do lucro presumido para R$ ,00, contudo também foi vetado. ICMS - INCLUSÃO DE NOVOS SETORES NA SISTEMÁTICA DE APURAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA E AUMENTO DO LIMITE DE RECEITA BRUTA 11

12 PARA FINS DE OPÇÃO PELO REGIME DE TRIBUTAÇÃO COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO Por intermédio da Medida Provisória nº 612/2013, publicada no DOU Ed. Extra de , foram incluídos novos setores na sistemática de apuração da contribuição previdenciária de que trata a Lei nº /2011 e aumento do limite de receita Bruta para fins de opção pelo regime de tributação com base no lucro presumido, dentre as disposições tributárias tratadas na MP 612/13, destacamos: De acordo com a presente norma a alíquota adicional de 1% da COFINS- aplicase à importação de todos os bens relacionados no Anexo I à Lei nº , de 14 de dezembro de A Lei nº /11 foi alterada a fim de incluir novos segmentos no rol de setores contemplados pela substituição da Contribuição Patronal ao INSS pela Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta. Nesse sentido, a norma em comento estendeu a aplicabilidade da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta à alíquota de 2% para: I - as empresas de transporte rodoviário coletivo de passageiros por fretamento e turismo municipal, intermunicipal em região metropolitana, intermunicipal, interestadual e internacional, enquadradas na classe da CNAE 2.0; II - as empresas de transporte ferroviário de passageiros, enquadradas nas subclasses /01 e /02 da CNAE 2.0; III - as empresas de transporte metroferroviário de passageiros, enquadradas na subclasse /03 da CNAE 2.0; IV - as empresas que prestam os serviços classificados na Nomenclatura Brasileira de Serviços - NBS, instituída pelo Decreto nº 7.708, de 2 de abril de 2012, nos códigos , , , , , e ; V - as empresas de construção de obras de infraestrutura, enquadradas nos grupos 421, 422, 429 e 431 da CNAE 2.0; VI - as empresas de engenharia e arquitetura enquadradas no grupo 711 da CNAE 2.0; e 12

13 VII - as empresas de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos enquadrados nas classes , , , , , e da CNAE 2.0. Ademais, também foram contempladas pela nova sistemática de apuração da contribuição previdenciária, porém à alíquota de 1% as seguintes empresas: I - empresas que realizam operações de carga, descarga e armazenagem de contêineres em portos organizados, enquadrados nas classes e da CNAE 2.0; II - de transporte aéreo de passageiros e de carga não regular (táxi-aéreo), nos termos da Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986, enquadradas na classe da CNAE 2.0; III - de transporte rodoviário de cargas, enquadradas na classe da CNAE 2.0; IV - de agenciamento marítimo de navios, enquadradas na classe da CNAE 2.0; V - de transporte por navegação de travessia, enquadradas na classe da CNAE 2.0; VI - de prestação de serviços de infraestrutura aeroportuária, enquadradas na classe da CNAE 2.0; VII - de transporte ferroviário de cargas, enquadradas na classe da CNAE 2.0; e VIII - jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens de que trata a Lei nº , de 20 de dezembro de 2002, enquadradas nas classes , , , , , , , e da CNAE 2.0. Ainda foi alterado o Anexo I da Lei nº /11 para incluir os seguintes produtos classificados nos códigos da TIPI: a) Capítulo 93, exceto , e ; b) ; c) ; d) ; e) ; f) ; g) ; h) ; i) ; j) ; 13

14 k) ; l) ; m) ; n) ; o) ; p) ; q) ; r) ; s) ; t) ; e u) Por outro lado foram subtraídos os seguintes produtos classificados nos códigos da TIPI: , , , , , e Note que as empresas que fabricam os produtos mencionados poderão antecipar para 1º de abril de 2013 sua exclusão da tributação substitutiva prevista no art. 8º da Lei nº , de 14 de dezembro de A supracitada antecipação será exercida de forma irretratável mediante o recolhimento, até o prazo de vencimento, da contribuição previdenciária prevista nos incisos I e III do caput do art. 22 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, relativa a abril de Outra importante alteração promovida pela MP em comento foi o aumento do limite da receita bruta anual para fins de opção do pelo regime de tributação com base no lucro presumido que passou para R$ ,00 (com a redação original da Lei nº 9.718/98 o limite da receita bruta no ano-calendário anterior era de R$ ,00). As disposições acima tratadas entrarão em vigor a partir de 1º de janeiro de 2014, salvo a substituição da Contribuição Patronal ao INSS pela Contribuição sobre a Receita Bruta para os fabricantes do produto classificado na posição da TIPI e relativamente à exclusão do Anexo I da Lei nº /11 das posições acima listadas que entrarão em vigor no dia 1º de agosto de DIPJ APROVA O PROGRAMA GERADOR E AS INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO DA DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS DA PESSOA JURÍDICA Por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.344/2013, publicado no D.O.U. de foi aprovado programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2013), relativa ao ano-calendário de 2012, exercício de

15 As declarações geradas pelo programa gerador da DIPJ 2013 deverão ser apresentadas por meio da Internet, com a utilização do programa de transmissão Receitanet, sendo necessária a assinatura digital da declaração, mediante a utilização de certificado digital válido. Prescreve a IN que todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas, deverão apresentar a DIPJ 2013 de forma centralizada pela matriz, salvo: I - as pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional); II - os órgãos públicos, às autarquias e às fundações públicas; e III - as pessoas jurídicas inativas de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.306, de 27 de dezembro de Importante resaltar que a DIPJ 2013 deverá ser entregue no período de 2 de maio até as 23h59min59s, horário de Brasília, do dia 29 de junho de Por sua vez, a DIPJ 2013 das pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas parcialmente, cindidas totalmente, fusionadas, incorporadoras ou incorporadas, devem ser apresentadas até as 23h59min59s, horário de Brasília, do último dia útil do mês subsequente ao do evento. Ademais, a transmissão da DIPJ 2013 após o prazo supracitado, ou a sua apresentação com incorreções ou omissões, sujeita o contribuinte às seguintes multas: I - de 2% ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) informado na DIPJ 2013, ainda que integralmente pago, no caso de falta de entrega dessa declaração ou entrega depois do prazo, limitada a 20%; e II - de R$ 20,00 para cada grupo de 10 informações incorretas ou omitidas. A IN comentada entrou em vigor na data de sua publicação. RECEITA FEDERAL DO BRASIL - PRORROGA O PRAZO DE ENTREGA DO DEMONSTRATIVO DE APURAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS (DACON) 15

16 Por meio da Instrução Normativa RFB nº 1.348/2013, publicado no DOU de , foi prorrogado para o 5º dia útil do mês de junho de 2013 o prazo de entrega do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos nos meses de outubro de 2012 a março de O disposto acima aplica-se também aos casos de extinção, incorporação, fusão, cisão parcial ou cisão total que ocorrerem nos meses de outubro de 2012 a março de A IN comentada entrou em vigor na data de sua publicação. CONFAZ - DIVULGA ALTERAÇÕES REFERENTE A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS OPERAÇÕES COM AUTOPEÇAS Por meio do Despacho SE/Confaz nº 80/2013, publicação no DOU1 de , o Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), divulgou alterações que tratam sobre a substituição tributária nas operações com autopeças, conforme segue: Protocolo ICMS nº 54/ Por meio da publicação do Protocolo ICMS nº 54/2013, foi alterado o Protocolo ICMS nº 41/2008, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com autopeças, de forma a alterar a redação de item da relação de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, que descreve os produtos: tapetes, revestimentos, mesmo confeccionados, batentes, buchas e coxins, NCM ou , com efeitos a partir de 1º CONFAZ - DISPÕE SOBRE MARGENS DE VALOR AGREGADO (MVA) PARA COMBUSTÍVEIS, LUBRIFICANTES E OUTROS PRODUTOS Por meio do ato COTEPE/MVA nº 4/2013 do Confaz, publicado no DOU 1 de , foram alteradas as Tabelas I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII e XIII anexas ao Ato Cotepe/ICMS nº 21/2008, o qual divulga as MVA a que se refere a cláusula 8º do Convênio ICMS nº 110/2007, que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, e com outros produtos, com aplicação a partir de 1º TABELA I - OPERAÇÕES REALIZADAS PELAS DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Internas Interestaduais Internas Álcool hidratado Óleo Combustível Gás Natural Veicular Interestaduais 7% Originado de 4% Lubrificante Derivado de Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Lubrificante Não derivado de Petróleo Interestaduais *AC 39,21% 83,97% 41,58% 73,45% 64,60% - 9,93% 36,81% ,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% 7% Originado de 4% 16

17 AL 33,41% 82,75% 74,72% 122,59% 110,62% - 24,46% 49,96% AM 13,56% 51,41% 19,44% 68,26% 59,26% AP 22,54% 63,38% 18,76% 47,26% 39,34% 52,01% 28,21% 54,46% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,85% *BA 29,66% 77,62% 31,69% 51,21% 43,07% 56,08% 10,30% 37,27% ,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% CE 23,41% 69,05% 34, 66,37% 57,43% - 9,62% 36,42% *DF 15,78% 54,37% 36,28% 68,98% 59,90% - 9,94% 46,59% ,31% - 61,31% *ES 36,69% 87,24% 25,20% 59,50% 50,92% ,31% - 61,31% *GO 21,41% 64,06% 13,76% 42,97% 35,28% - 54,78% 86,48% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% MA 26,18% 68,24% 14,95% 42,54% 34,87% - 9,62% 36,42% *MG 42,64% 95,40% 30,45% 49,78% 41,72% 54,61% 29,01% 57,33% ,31% 96,27% 61,31% - 73,11% 88,85% *MS 41,38% 88,50% 94,57% 141,26% 128,29% - 59,96% 92,72% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% MT 69,67% 124,93% 114,64% 184,10% 184,10% - 138,36% 184,70% *PA 21,09% 72,98% 20,44% 60,01% 51,41% - 30,00% 56,63% ,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% *PB 18,09% 57,45% 15,45% 43,15% 35,46% - 22,29% 47,33% 137,98% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% PE 38,23% 84,30% 36,37% 69,09% 60,00% - 16,28% 40,10% *PI 14,50% 52,66% 23,45% 53,08% 44,85% - 11,89% 34,81% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% *PR 26,69% 75,96% 25,00% 56,98% 25,00% 36,36% 20,23% 46,67% 70,00% - 61,31% 96,27% 61,31% - 73,11% 88,85% RJ 31,92% 88,46% 34,36% 81,09% 71,35% - 11, 3 5 % 23,46% 100,00% *RN 23,86% 65,15% 16,93% 44,99% 37,19% - 13,22% 36,41% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% *RO 23,34% 64,46% 85,71% 130,29% 117,90% - 29,00% 57,82% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% RR 17,80% 47,25% 20,00% 48,81% 40,81% - 9,97% 36,86% *RS 35,75% 81,00% 38,81% 46,69% 38,81% 51,43% 9,96% 32,48% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% *SC 20,49% 60,66% 19,69% - 42,76% - 9,93% 36,81% 90,71% - 61,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% *SE 18,46% 62,27% 9,73% 39,80% 32,28% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% *SP 59,19% 11 2, 2 5 % 25,00% - 46,67% - 10,48% 34,73% ,31% 96,72% 61,31% - 73, 88,85% *TO 25,72% 67,62% 32,84% 64,72% 55,86% 70,05% 9,94% 46,59% ,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA. TABELA II - OPERAÇÕES REALIZADAS POR PRODUTOR NACIONAL DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP Óleo Combustível Gás Natural Veicular Lubrificante Derivado de Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Lubrificante Não derivado de Petróleo Interestaduais *AC 101, 166,51% 41,13% 84,29% 136,32% 180,65% 41,45% 76,22% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% AL 83,73% 151,68% 18,52% 42,80% 100,53% 141,60% 24,46% 49,95% 131, AM 63,93% 118,57% 22,24% 47,28% 86,48% 124,67% % AP 68,68% 124,91% 19,25% 43,68% 72,80% 96,36% 50,14% 80,90% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% *BA 78,60% 144,66% 31,79% 58,79% 98,32% 138,97% 31,46% 58,38% 203,53% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% CE 69,94% 132,80% 19,16% 43,56% 95,61% 135,68% 29,76% 56,34% 107,26% 119,74% *DF 59,19% 112,25% 12,23% 27,54% 73,88% 97,59% 9,94% 46,59% 30% - 61,31% - 61,31% *ES 89,02% 158,93% 23,13% 39,92% 54,75% 86,45% ,58% - 61,31% - 61,31% *GO 56,46% 111,43% 17,54% 33,56% 106,72% 134,91% 28,47% 54,78% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% MA 75,19% 133,59% 26,76% 52,72% 68,25% 102,72% % MG 67,81% 129,88% 26,18% 48,45% 99,26% 143,00% 31,37% 60,21% 207,40% - 61,31% 96,27% 61,31% 73,11% 88,85% *MS 96,03% 161,38% 45,36% 75,13% 138,39% 170,90% 81,47% 118,64% 243,30% - 61,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% MT 133,85% 189,97% 148,92% 172,91% 159,50% 180,32% 148,92% 178,91% 223,41% *PA 68,00% 140,00% 37,92% 66, 97,38% 137,81% 30,00% 56,63% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,75% 71,03% 86,58% *PB 63,90% 118,53% 20,97% 45,75% 74,69% 110,47% 19,52% 44,00% 182,13% 201,26% 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% PE 84,30% 145,74% 19,34% 45,54% 92,76% 119,05% 30,31% 57,00% 168,96% *PI 57,28% 109,71% 15,32% 38,94% 89,07% 127,80% % - 61,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% *PR 70,05% 136,18% 35,04% 53,45% 147,41% 181,15% - 68,69% 30,00% - 61,31% 96,27% 61,31% 73,11% 88,85% RJ 83,08% 161,54% 42,83% 64, 48,30% 68,53% 49,45% 84,50% *RN 75,04% 133,39% 32,62% 59,78% 84,20% 121,92% ,95% 117,00% 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% *RO 69,77% 126,35% 20,13% 44,74% 85,15% 110,40% 46,40% 76,39% 31,30% 58,25% 61,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% RR 107,72% 159,65% 45,81% 75,67% 118,16% 162,84% *RS 86,73% 148,97% 41,20% 60,45% 155,85% 190,74% 30,70% 57,47% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% *SC 65,84% 121, 18, 34,23% 134,96% 167,00% 40,80% 69,64% ,31% 94,35% 61,31% - 71,03% 86,58% SE 52,96% 109,54% 17,94% 42,10% 95,99% 136,14% 4,97% 26,47% 131,71% *SP 59,19% 112,25% 33,80% 52,05% 81,99% 106,80% ,31% 96,72% 61,31% - 73, 88,85% *TO 72,85% 130,47% 16,38% 32,25% 74,75% 98,58% 21,67% 46,59% 30% - 61,31% 94,35% 61,31% 80,74% 71,03% 86,58% *MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA. 7% Originado de 4% TABELA III - OPERAÇÕES REALIZADAS POR IMPORTADORES DE COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP QAV Lubrificante Derivado de Petróleo Lubrificante Não derivado de Petróleo Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Originado 17

18 de 4% *AC 163,48% 251,30% 36,46% 81,95% 85,90% 147,87% 45,89% 94,53% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% AL 83,73% 151,68% 18,52% 42,80% 100,53% 141,60% 12,40% 35,42% AM 63,93% 118,57% 22,24% 47,28% 86,48% 124,67% AP 68,68% 124,91% 19,25% 43,68% 72,80% 96,36% 103,59% 171,46% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% *BA 166,72% 265,37% 31,79% 55,05% 120,39% 150,45% 84,83% 122,69% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% CE 88,82% 158,66% 32,40% 59,52% 130,13% 194,60% 62,48% 116,64% DF 59,19% 112,25% 12,23% 27,54% 73,88% 97,59% ,31% - 61,31% - ES 89,02% 158,93% 23,13% 39,92% 54,75% 86,45% 29,84% 73, 61,31% - 61,31% - *GO 56,46% 111,43% 17,54% 33,56% 106,72% 134,91% 40,85% 40,85% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% MA 75,19% 133,59% 26,76% 52,72% 68,25% 102,72% 101,11% 142,30% MG 67,81% 129,88% 26,18% 48,45% 99,26% 143,00% 30,81% 74,41% 61,31% 96,71% 61,31% 88,85% *MS 96,03% 161,38% 45,36% 75,13% 138,39% 170,90% 109,09% 151,92% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% MT 133,85% 189,97% 148,92% 178,91% 72,95% 180,32% 296,68% 391,88% *PA 68,00% 140,00% 37,92% 66, 97,38% 137,81% 217,46% 353,51% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% *PB 63,90% 118,53% 20,97% 45,75% 74,69% 110,47% 57,87% 90,20% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% PE 84,30% 145,74% 19,34% 45,54% 92,76% 119,05% *PI 57,28% 109,71% 15,32% 38,94% 89,07% 127,80% 88,47% 151,30% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% *PR 70,05% 136,18% 35,04% 53,45% 147,41% 181,15% 42,86% 90,48% 61,31% 96,27% 61,31% 88,85% RJ 83,08% 161,54% 42,83% 64, 48,30% 68,53% 42,37% 77,96% *RN 89,60% 152,79% 47,36% 77,54% 104,66% 146,58% 51,21% 82,19% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% *RO 69,77% 126,35% 20,13% 44,74% 85,15% 110,40% 39,96% 86,62% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% RR 156,38% 220,48% 82,26% 119,59% 172,69% 228,55% 68,16% 124,22% *RS 86,73% 148,97% 41,20% 60,45% 155,85% 190,74% ,31% 94,35% 61,31% 86,58% *SC 65,84% 121, 18, 34,23% 134,96% 167,00% ,31% 94,35% 61,31% 86,58% SE 52,96% 109,54% 17,94% 42,10% 95,99% 136,14% 19,01% 43,38% *SP 59,19% 112,25% 33,80% 52,05% 81,99% 106,80% 40,76% 87,69% 61,31% 96,71% 61,31% 88,85% *TO 72,85% 130,47% 16,38% 32,25% 74,75% 98,58% 72,85% 130,47% 61,31% 94,35% 61,31% 86,58% *MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA. TABELA IV - OPERAÇÕES REALIZADAS POR DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 62,35% 122,40% 24,46% 49,96% AM 19,37% 59,16% 9,62% 36,42% AP 48,70% 98,27% 28,21% 54,46% BA 67,56% 129,53% 10,30% 32,89% CE 50, 105,64% 9,62% 32,07% DF 29,93% 73,24% 9,94% 46,59% ES 56,92% 114,96% - - GO 45,95% 97,23% 54,78% 86,48% MA 76,36% 135,14% 18,98% 32,18% *MG 64,14% 124,85% 29,01% 57,33% MS 93,52% 158,02% 34,56% 62, MT 74,26% 142,01% 129,72% 175,77% PA 67,86% 139,80% - - PB 64,05% 118,73% 22,69% 47,82% PE 99,83% 166,44% 16,28% 40,10% PI 28,03% 70,71% 11,89% 34,81% PR 55,33% 115,74% - 66,61% RJ 83,37% 161,96% 0,00% 23,46% RN 40,07% 86,76% 13,22% 36,41% RO 38,99% 85,32% 19,59% 44,08% RS 52,61% 103,48% 9,96% 32,48% 18

19 SC 35,77% 81,02% 9,93% 36,81% SE 44,32% 97,70% - - SP 68,99% 125,33% 18,73% 44,80% TO 41,09% 88, 9,94% 46,59% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA V - OPERAÇÕES REALIZADAS POR PRODUTOR NACIONAL DE COMBUSTÍVEL UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 108,40% 185,47% 21,26% 46,10% 100,53% 141,60% 24,46% 49,95% AM 325,53% 467,38% 94,33% 134,14% 137,01% 185,55% 25,99% 51,80% AP 90,99% 154,65% 21,69% 46,62% 72,80% 96,36% 50,14% 80,90% BA 133,05% 219,25% 34,56% 58,31% 98,35% 138,97% 31,46% 58,38% CE 108,21% 185,22% 21,64% 46,55% 95,61% 135,68% 35,44% 63,19% DF 79,33% 139,11% 14,48% 30,09% 73,88% 97,59% 9,94% 46,59% ES 118,19% 198,90% 25,69% 42,83% 54,75% 86,45% - - GO 89,28% 155,78% 23,71% 40,58% 106,72% 134,91% 28,47% 54,78% MA 152,69% 236,92% 40,79% 69,63% 68,25% 102,72% 81,11% 141,48% *MG 89,73% 159,90% 28,93% 51,68% 99,26% 143,00% 31,37% 60,21% MS 175,45% 267,27% 59,16% 91,76% 138,39% 170,90% - - MT 142,38% 215,27% 139,52% 169,71% 117,99% 138,90% 81,47% 118,64% PA 136,60% 237,99% 35,39% 63, 99,33% 140,16% - - PB 134,80% 213,07% 34,49% 62,04% 74,69% 110,47% 20,98% 45,76% PE 166,44% 255,25% 30,08% 58,63% 92,76% 119,05% 30,31% 57,00% PI 76,51% 135,34% 17,68% 41,78% 89,07% 127,80% - - PR 115,47% 199,26% 43,60% 63,18% 147,41% 181,15% - 66,61% RJ 158,61% 269,45% 54,99% 78,15% 48,30% 68,53% 50,13% 85,34% RN 93,80% 158,40% 23,96% 49,35% 84,20% 121,92% - - RO 92,08% 156,11% 22,57% 47,68% 85,15% 110,40% 31,35% 58,25% *RS 86,73% 148,97% 41,20% 60,45% 155,85% 190,74% 30,70% 57,47% SC 87,63% 150,18% 20,47% 36,90% 134,96% 167,00% 40,80% 69,64% SE 87,72% 157,15% 24,55% 50,06% 95,99% 136,14% 4,97% 26,47% SP 68,99% 125,33% 38,53% 57,42% 81,99% 106,80% - - TO 94,73% 159,64% 18,72% 34,91% 74,75% 98,58% 21,67% 46,59% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA VI - OPERAÇÕES REALIZADAS POR DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 60,07% 119,27% 40,07% 68,76% AM 17,80% 57,06% 9,62% 36,42% 19

20 AP 46,64% 95,52% 44,29% 73,84% BA 63,62% 124,14% 13,36% 36,58% CE 48,01% 102,76% 13,11% 36,28% DF 37,55% 83,41% 25,41% 67,21% ES 68,20% 130,42% - - GO 44,04% 94,65% 74,19% 109,87% MA 58, 110,83% 3,06% 37,41% *MG 76,18% 141,34% 45,42% 77,34% MS 77, 136,22% 34,99% 62,63% MT 69,67% 162,03% 138,44% 179,76% PA 54,53% 120,76% - - PB 47,98% 97,31% 27,91% 54,11% PE 73,22% 130,95% 17,85% 41,99% PI 35,28% 80,38% 14,99% 38,54% PR 60,45% 122,85% - 68,65% RJ 68,36% 140,51% - 25,76% RN 48,90% 98,53% 27,42% 53,52% RO 47,47% 96,62% 34,58% 62,15% RR 77,47% 136,63% 15,01% 38,57% RS 61,72% 115,63% 23,75% 49,09% SC 44,05% 92,06% 9,93% 36,81% SE 42,28% 94,90% - - SP 91,06% 154,74% 19,11% 45,25% TO 49,36% 99,15% 25,41% 67,21% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA VII - OPERAÇÕES REALIZADAS POR PRODUTOR NACIONAL DE COMBUSTÍVEL UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 121,90% 203,97% 33,39% 60,71% 139,49% 188,54% 40,07% 68,76% AM 167,63% 256,84% 69, 103,76% 103,49% 145, 21,92% 46,89% AP 103,16% 170,88% 32,34% 59,45% 96,27% 123,04% 68,98% 103,59% BA 125,37% 208,73% 46,69% 72,58% 110,51% 153,62% 33,62% 60,99% CE 105, 181,06% 32,48% 59,61% 110,06% 153,09% 38,84% 67,28% DF 90,25% 153,66% 24,28% 41,23% 97,16% 124,05% 25,41% 67,21% ES 134,61% 221,38% 36,86% 55,52% 76,62% 112,79% - - GO 86,70% 152,30% 31,40% 49,31% 147,63% 181,40% 44,58% 74,19% MA 119,54% 192,71% 49,28% 79,85% 74,15% 109,82% 86,59% 148,79% *MG 101,68% 176,27% 41,04% 65,93% 136,47% 188,38% 48,07% 80,57% MS 145,65% 227,54% 71,18% 106,24% 139,72% 172,41% 84,40% 122, MT 133,85% 189,97% 149,49% 179,55% 167,35% 187,72% 149,49 179,55% PA 114,40% 206,29% 43,56% 72,97% 111,02% 154,24% - - PB 105,38% 173,85% 42,46% 71,64% 78,33% 114,85% 25,02% 50,62% PE 130,95% 207,94% 40,85% 71,77% 93,00% 119,32% 30,65% 57,41% PI 86,86% 149,15% 27,96% 54, 118,02% 162,67% - - PR 120,93% 206,85% 57,44% 78,91% 148,25% 182,10% - 68,65% 20

21 RJ 133,65% 233,79% 66,84% 91,77% 54,72% 75,82% 56,50% 93,21% RN 106,51% 175,35% 35,40% 63,14% 119,98% 165,04% - - RO 104,26% 172,34% 33,22% 60,51% 113,84% 143,00% 47,82% 78,10% *RS 123,80% 198,41% 56,55% 77,90% 205,92% 247,64% 47,09% 77,22% SC 99,52% 166,02% 30,66% 48,48% 178,76% 216,77% - - SE 84,96% 153,37% 32,85% 60,06% 134,08% 182,02% 18,13% 42,33% SP 91,06% 154,74% 49,90% 70,35% 142,73% 175,83% - - TO 106,58% 175,44% 28,88% 46,45% 98,15% 125, 36,93% 64,97% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA VIII - OPERAÇÕES REALIZADAS POR DISTRIBUIDORAS UF Gasolina Automotiva e Álcool Anidro Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 103,62% 178,93% 40,07% 68,76% AM 17,80% 57,06% 9,62% 36,42% AP 85,76% 147,68% 44,29% 73,84% BA 111,44% 189,64% 37,50% 65,67% CE 88,18% 157,78% 14,66% 38,15% DF 58,00% 110,67% 25,41% 67,21% ES 99,92% 173,86% - - GO 79,94% 143, 74,19% 109,87% MA 121,00% 194,67% 90,37% 153,83% *MG 110,19% 187,93% 45,42% 77,34% MS 142,50% 223,34% 89,82% 128,70% MT 191,54% 284,88% 150,43% 198,99% PA 114,22% 206,03% - - PB 105,57% 174,10% 28,34% 54,62% PE 150,41% 233,88% 21,63% 46,54% PI 54,60% 106,13% 17,04% 41,01% PR 96,72% 173,23% - 74,28% RJ 134,02% 234,32% 0,00% 29,29% RN 72,95% 130,60% 27,42% 53,52% RO 70,40% 127,19% 34,58% 62,15% *RS 86,23% 148,30% 23,75% 49,09% SC 66,44% 121,92% 9,93% 36,81% SE 81,31% 148,37% - - SP 105,36% 173,81% 24,26% 51,54% TO 71,57% 128,76% 25,41% 67,21% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA IX - OPERAÇÕES REALIZADAS POR PRODUTOR NACIONAL DE COMBUSTÍVEL UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP Óleo Combustível Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais 21

22 AL 158,92% 254,68% 36,87% 64,91% 139,49% 188,54% 40,07% 68,76% AM 239,58% 352,77% 65,02% 98,82% 95,82% 136,01% 20,45% 45, AP 136,42% 215,22% 35,35% 63,08% 96,27% 123,04% 68,98% 103,59% BA 194,08% 302,85% 50,13% 76,63% 139,98% 189,14% 37,50% 65,67% CE 163,68% 261,20% 35,55% 63,31% 136,68% 185,15% 41,67% 70,69% DF 119,74% 192,99% 27,05% 44,37% 97,16% 124,05% 25,41% 67,21% ES 181,29% 285,33% 40,02% 59, 76,62% 112,79% - - GO 135,41% 218, 39,16% 58,13% 147,63% 181,40% 44,58% 74,19% MA 216,65% 322,21% 65,80% 99,76% 103,57% 145,27% 90,37% 153,83% *MG 134,22% 220,85% 44,48% 69,98% 136,47% 188,38% 48,07% 80,57% MS 245,18% 360,24% 87,44% 125,83% 185,03% 223,90% - - MT 311,77% 410,59% 162, 193,70% 210,33% 235,23% 162, 193,70% PA 201,95% 331,35% 59,44% 92,10% 141,18% 190,57% - - PB 194,24% 292,32% 58,38% 90,82% 111,36% 154,65% 26,55% 52,46% PE 233,88% 345,18% 53,52% 87,22% 130,48% 161,91% 36,30% 64,22% PI 114,64% 186,19% 30,87% 57,68% 118,02% 162,67% - - PR 172,89% 279,01% 67,42% 90,25% 195,82% 236,16% - 74,28% RJ 230,04% 371,49% 81,04% 108,10% 77,32% 101,50% 57,21% 94,09% RN 141,44% 221,92% 38,66% 67,06% 119,98% 165,04% - - RO 137,45% 216,60% 36,23% 64,13% 113,84% 143,00% 47,82% 78,10% RS 123,80% 198,41% 56,55% 77,90% 205,92% 247,64% 47,09% 77,22% SC 131,93% 209,24% 33,54% 51,75% 178,76% 216,77% 47,28% 77,44% SE 138,31% 226,45% 41,29% 70,23% 134,08% 182,02% 18,13% 42,33% SP 105,36% 173,81% 55,39% 76,58% 142,73% 175,83% - - TO 138,61% 218,14% 31,75% 49,71% 98,15% 125, 36,93% 64,97% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA X - OPERAÇÕES REALIZADAS POR IMPORTADOR DE COMBUSTÍVEIS UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP QAV Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 108,40% 185,47% 21,26% 46,10% 100,53% 141,60% 12,40% 35,42% AM 431,92% 609,22% 147,49% 198,18% 137,01% 185,55% 152,00% 236,01% AP 90,99% 154,65% 21,69% 46,62% 72,80% 96,36% 103,59% 171,46% BA 550,71% 791,38% 34,56% 58,31% 356,50% 418,81% 84,33% 122,69% CE 137,28% 225,04% 35,47% 63,21% 95,61% 135,68% 30,00% 73,33% DF 79,33% 139,11% 14,48% 30,09% 73,88% 97,59% - - ES 118,19% 198,90% 25,69% 42,83% 54,75% 86,45% 29,84% 73, GO 86,70% 152,30% 31,40% 49,31% 147,63% 181,40% 50,26% 50,26% MA 152,69% 236,92% 40,79% 69,63% 68,25% 102,72% 112,00% 155,42% *MG 89,73% 159,90% 28,93% 51,68% 99,26% 143,00% 30,81% 74,41% MS 175,45% 267,27% 59,16% 91,76% 138,39% 170,90% 110,84% 154,03% MT 142,38% 215,27% 139,52% 169,71% 117,99% 138,90% 294,39% 393,88% PA 136,60% 237,99% 35,39% 63, 99,33% 140,16% - - PB 134,80% 213,07% 34,49% 62,04% 74,69% 110,47% 68,35% 102,83% PE 166,44% 255,25% 30,08% 58,63% 92,76% 119,05% 41,72% 88,95% 22

23 PI 76,51% 135,34% 17,68% 41,78% 89,07% 127,80% 88,47% 151,30% PR 115,47% 199,26% 43,60% 63,18% 147,41% 181,15% 39, 85,73% RJ 158,61% 269,45% 54,99% 78,15% 48,30% 68,53% 45,69% 82,11% RN 118,64% 191,51% 38,06% 66,34% 104,66% 146,58% 51,21% 82,19% RO 92,08% 156,11% 22,57% 47,68% 85,15% 110,40% 39,96% 86,62% *RS 86,73% 148,97% 41,20% 60,45% 155,85% 190,74% - - SC 87,63% 150,18% 20,47% 36,90% 134,96% 167,00% - - SE 87,72% 157,15% 24,55% 50,06% 95,99% 136,14% 19,01% 43,38% SP 68,99% 125,33% 38,53% 57,42% 81,99% 106,80% 47,69% 96,92% TO 94,73% 159,64% 18,72% 34,91% 74,75% 98,58% 276,91% 354,11% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA XI - OPERAÇÕES REALIZADAS POR IMPORTADOR DE COMBUSTÍVEIS UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP QAV Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 121,90% 203,97% 33,39% 60,71% 139,49% 188,54% 18,64% 42,94% AM 234,54% 346,05% 115,38% 159,49% 103,49% 145, 141,74% 222,33% AP 103,16% 170,88% 32,34% 59,45% 96,27% 123,04% 112,41% 183,22% BA 230,51% 352,76% 46,69% 72,58% 356,55% 418,81% 84,83% 122,69% CE 133,34% 219,65% 49,05% 79,58% 110,06% 153,09% 33,41% 77,88% DF 90,25% 153,66% 24,28% 41,23% 97,16% 124,05% - - ES 134,61% 221,38% 36,86% 55,52% 76,62% 112,79% 38,43% 84,58% GO 86,70% 152,30% 31,40% 49,31% 147,63% 181,40% 50,26% 50,26% MA 119,54% 192,71% 49,28% 79,85% 74,15% 109,82% 110,36% 153,45% *MG 101,68% 176,27% 41,04% 65,93% 136,47% 188,38% 38,28% 84,37% MS 145,65% 227,54% 71,18% 106,24% 139,72% 172,41% 118,71% 163,50% MT 133,85% 189,97% 149,49% 179,55% 166,35% 187,72% 296,68% 391,88% PA 114,40% 206,29% 43,56% 72,97% 111,02% 154,24% - - PB 105,38% 173,85% 42,46% 71,64% 78,33% 114,85% 65,13% 98,95% PE 130,95% 207,94% 40,85% 71,77% 93,00% 119,32% 45,98% 94,64% PI 86,86% 149,15% 27,96% 54, 118,02% 162,67% 103,02% 170,70% PR 120,93% 206,85% 57,44% 78,91% 148,25% 182,10% 42,23% 84,75% RJ 133,65% 233,79% 66,84% 91,77% 54,72% 75,82% 49,18% 86,47% RN 134,95% 213,27% 52,40% 83,62% 149,82% 200,99% 61,46% 94,54% RO 104,26% 172,34% 33,22% 60,51% 113,84% 143,00% 47,35% 96,47% *RS 123,80% 198,41% 56,55% 77,90% 205,92% 247,64% - - SC 99,52% 166,02% 30,66% 48,48% 178,76% 216,77% - - SE 84,96% 153,37% 32,85% 60,06% 134,08% 182,02% 25,95% 51,75% SP 91,06% 154,26% 49,90% 70,35% 142,73% 175,83% 47,97% 97,29% TO 106,58% 175,44% 28,88% 46,45% 98,15% 125, 274,53% 351,24% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA XII - OPERAÇÕES REALIZADAS POR IMPORTADOR DE COMBUSTÍVEIS UF Gasolina Automotiva Óleo Diesel GLP QAV 23

24 Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais Internas Interestaduais AL 158,92% 254,68% 36,87% 64,91% 139,49% 188,54% 18,64% 42,94% AM 324,47% 465,96% 110,15% 153,20% 95,89% 136,01% 139,74% 219,65% AP 136,42% 215,22% 35,35% 163,08% 96,27% 123,04% 112,41% 183,22% BA 268,67% 405,03% 50,13% 76,63% 224,97% 269,29% 84,83% 122,69% CE 212,10% 327,54% 52,95% 84,27% 136,68% 185,15% 36,65% 82,20% DF 119,74% 192,99% 27,05% 44,37% 97,16% 124,05% - - ES 181,29% 285,33% 40,02% 59, 76,62% 112,79% 38,43% 84,58% GO 135,41% 218, 39,16% 58,13% 147,63% 181,40% 50,26% 50,26% MA 216,65% 322,21% 65,80% 99,76% 103,57% 145,27% 121,75% 167, *MG 134,22% 220,85% 44,48% 69,98% 136,47% 188,38% 38,28% 84,37% MS 245,18% 360,24% 87,44% 125,83% 185,03% 223,90% 120,54% 165,71% MT 311,77% 410,59% 162, 193,70% 210,33% 235,23% 162, 193,70% PA 201,95% 331,35% 59,44% 92,10% 141,18% 190,57% - - PB 194,24% 292,32% 58,38% 90,82% 111,36% 154,65% 76,10% 112,16% PE 233,88% 345,18% 53,52% 87,22% 130,48% 161,91% 48,97% 98,62% PI 114,64% 186,19% 30,87% 57,68% 118,02% 162,67% 103,02% 170,70% PR 172,89% 279,01% 67,42% 90,25% 195,82% 236,16% 45,73% 94,84% RJ 230,04% 371,49% 81,04% 108,10% 77,32% 101,50% 52,6% 90,82% RN 181,24% 274,99% 56,54% 88,60% 149,82% 200,99% 61,46% 94,54% RO 137,45% 216,60% 36,23% 64,13% 113,84% 143,00% 47,35% 96,47% *RS 123,80% 198,41% 56,55% 77,90% 205,92% 247,64% - - SC 131,93% 209,24% 33,54% 51,75% 178,76% 216,77% - - SE 138,31% 226,45% 41,29% 70,23% 134,08% 182,02% 25,95% 51,75% SP 105,36% 173,81% 55,86% 77,11% 142,73% 175,83% 55,25% 107,00% TO 138,61% 218,14% 31,75% 49,71% 98,15% 125, 294,25% 375,00% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA TABELA XIII - OPERAÇÕES REALIZADAS POR DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS Álcool hidratado Interestaduais UF Internas Originado de 7% 4% AL 90,32% 150,75% 137,27% AM 22,61% 51,16% 49,88% *AP 29,37% 60,42% 51,79% 65,59% *BA 58,31% 81,77% 72,00% 87,63% CE 46,15% 86,79% 76,75% DF 48,45% 89,73% 79,53% ES 36,38% 79,68% 70,02% GO 23,92% 60,78% 52,14% MA 25,22% 60,04% 51,43% *MG 4 2, 11 % 63,16% 54,39% 68,43% MS 177,18% 254,25% 235,21% MT 170,35% 257,18% 257,18% PA 31,53% 81,70% 71,93% 24

25 *PB 25,76% 60,73% 52,09% 66,99% PE 48,55% 89,85% 79,64% *PI 34,48% 71,87% 62,63% 66,99% *PR 50,86% - 50,86% 64,57% RJ 46,36% 105,51% 94,46% RN 27,37% 62,79% 54,04% *RS 53,07% 61,77% 53,07% 66,99% SC 72,31% 120,22% 108,38% SE 19,54% 57,49% 49,02% SP 36, - 64,67% * TO 44,70% 84,94% 74,99% 90,90% * MVA s alteradas por este Ato COTEPE/MVA. Este ato entrou em vigor na data de sua publicação. RECEITA FEDERAL DO BRASIL - REVOGA PARECERES NORMATIVOS CST POR INCOMPATIBILIDADE COM A LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA VIGENTE Por meio do Ato Declaratório Executivo RFB nº 2/2013, publicado no DOU 1 de , o Secretário da Receita Federal do Brasil, considera revogados, por incompatibilidade com a legislação tributária superveniente, os pareceres normativos CST editados pela Coordenação do Sistema de Tributação relacionados no Anexo Único do ato em fundamento. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. ANEXO ÚNICO PARECERES NORMATIVOS CST CONSIDERADOS REVOGADOS PELO ADE RFB Nº 02/ ANO PARECER NORMATIVO CST Nº ASSUNTO , 63, 151, 205, 253, 295, 330, 433, 434, 458, 467, 484, 513, 515 e , 117, 214, 268, 312, 327, 340, 357, 359, 360, 408, 409, 445, 636 e , 206, 216, 233 e , 77, 135, 136, 151 e , 3, 149 e , 6, 40, 47, 75, 85, 89 e e , e 19 Imposto sobre Produtos Industrializados 25

26 II - ESTADUAL ACRE ICMS/AC - DIVULGA NOVOS PERCENTUAIS DE CARGA TRIBUTÁRIA E TABELA DE MULTIPLICADORES A SEREM CONSIDERADOS PARA FINS DE LANÇAMENTO E COBRANÇA DO ICMS Por intermédio da Instrução Normativa DAT AC nº 1/2013, publicada na imprensa oficial em , foram divulgados os percentuais de carga tributária e tabela de multiplicadores a serem considerados para fins de lançamento e cobrança do ICMS nas operações interestaduais com mercadorias de diversos setores, dentre os quais destacamos as seguintes: a) tratores, máquinas pesadas e caminhões; b) veículos automotores e autopeças; c) aparelhos de telefonia; d) produtos químicos; e) lâmpadas, pilhas e baterias; f) materiais de construção; g) produtos de fumo e derivados; h) rações tipo "pet" para animais domésticos; i) óleos lubrificantes, óleos de petróleo ou de minerais betuminosos; j) trigo em grão, farinha e suas misturas; k) sorvetes e acessórios; l) refrigerantes, bebidas energéticas e isotônicas; m) pneumáticos e câmaras de ar de borracha; n) soros, vacinas e medicamentos; o) produtos de higiene pessoal; p) água mineral; q) chope, cerveja e outras bebidas alcoólicas; r) materiais elétricos; s) produtos alimentícios e hortifrutigranjeiros; t) aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos; u) cosméticos; v) material de limpeza; w) máquinas, aparelhos e equipamentos industriais; x) máquinas e implementos agrícolas. Por fim, foi revogada a Instrução Normativa nº 1/2011, que dispunha sobre o mesmo assunto. Esta Instrução Normativa entrou em vigor na data de sua publicação. 26

27 ANEXO I TABELA DE MULTIPLICADORES PARA LANÇAMENTO E COBRANÇA DO ICMS POR SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NA ENTRADA DE MERCADORIAS ORIGINÁRIAS DE OUTRAS UF'S E NAS OPERAÇÕES COM IMPORTADOS TABELA "A" MERCADORIAS/PRODUTOS SUJEITOS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DISCRIMINAÇÃO DOS PRODUTOS LEGISLAÇÃO AGREG. MULT.% ALÍQ. INTERNA ALIQ. INTER ESTADUAL Tratores, máquinas pesadas e caminhões, listados no Anexo único da Portaria nº 285/2007, exceto os constantes dos anexos I e II do Convênio 52/91 e do anexo II do Convênio ICMS 132/92. Observação: Carga tributária interna de, mediante Termo de Acordo. Dec /2007 Portaria 285/ % 1,20% 6,20% 9,20% NCM/SH Cimento de qualquer tipo. Protocolo 20/87 Adesão AC: Protocolo 17/89 Protocolo 11/85 Adesão AC: Protocolo 20/89 20% 8,40 % 13,40 % 16,40% Aparelhos celulares: NCM/SH Terminais portáteis de telefonia celular; NCM/SH Terminais móveis de telefonia celular para veículos automóveis; NCM/SH Outros aparelhos transmissores, com aparelho receptor incorporado, de telefonia celular; NCM/SH cartões inteligentes (smart cards e sim card). Convênio 135/06 Decreto 1.221/2007 Decreto 5.314/ % 9,25% 14,25% 17,25% NCM/SH Lâmina de barbear; NCM/SH Aparelho de barbear; NCM/SH Isqueiro de bolso a gás. Protocolo 16/85 Adesão AC: Protocolo 23/00 Decreto 2.605/00 37,83% 45,66% 50,36% 11,43% 17,76% 21,56% Disco fonográfico, fita virgem ou gravada: Fita magnéticas de largura não superior Protocolo 19/85 Adesão AC: Protocolo 11/98 32,53% 40,06% 44,58% 10,53% 16,81% 20,58% 27

28 a 4mm (Item I do Anexo ao Protocolo 19/85): NCM/SH Em cassetes; NCM/SH Outras. NCM/SH Fitas magnéticas de largura superior a 4mm, mas não superior a 6,5mm (Item II do Anexo ao Protocolo 19/85); Fitas magnéticas de largura superior a 6,5mm (Item III do Anexo ao Protocolo 19/85): NCM/SH Em rolos ou carretéis, de largura inferior ou igual a 50,8mm (2''); NCM/SH Em cassetes para gravação de vídeo; NCM/SH Outras. NCM/SH Discos Fonográficos (Item IV do Anexo ao Protocolo 19/85); NCM/SH Discos para sistemas de leitura por raio "laser" para reprodução apenas do som (Item V do Anexo ao Protocolo 19/85); NCM/SH Outros discos para sistemas de leitura por raio "laser" (Item VI do Anexo ao Protocolo 19/85); Outras fitas magnéticas de largura não superior a 4mm (Item VII do Anexo ao Protocolo 19/85): NCM/SH Em cartuchos ou cassetes; NCM/SH outras. NCM/SH Outras fitas magnéticas de largura superior a 4mm mas não superior a 6,5mm (Item VIII do Anexo ao Protocolo 19/85); NCM/SH Outras fitas magnéticas de largura superior a 6,5mm (Item IX do Anexo ao Protocolo 19/85); Outros suportes (Item X do Anexo ao Protocolo 19/85): NCM/SH discos para sistema de leitura por raio "laser" com possibilidade de serem gravados uma única vez (CD-R); NCM/SH , Outros. Decreto 244/98 28

29 NCM/SH Discos para sistemas de leitura por raio "laser" para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem (Item XI do Anexo ao Protocolo 19/85); NCM/SH Fitas magnéticas para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da imagem (Item XII do Anexo ao Protocolo 19/85). Veículos automotores relacionados no Anexo II do Convênio ICMS 132/92: NCM/SH ; NCM/SH e NCM/SH Observação: Carga tributária interna de, mediante Termo de Acordo. Convênio 132/92 Portaria 285/2007 Decreto 516/92 30% 3,60% 8,60% 11,60% Veículos automotores relacionados no Anexo II do Convênio ICMS 132/92: NCM/SH ; NCM/SH e NCM/SH Observação: Carga Tributária de, quando não houver Termo de Acordo. Convênio 132/92 Portaria 285/2007 Decreto 516/92 30% 10,10% 15,10% 18,10% NCM/SH Veículos de duas rodas motorizados. Observação: Carga tributária interna de mediante Termo de Acordo. Convênio 52/93 Portaria 285/2007 Decreto 256/ % 4,08% 9,08% 12,08% NCM/SH Veículos de duas rodas motorizados. Observação: Carga Tributária de quando não houver Termo de Acordo. Convênio 52/93 Portaria 285/2007 Decreto 256/ % 10,78% 15,78% 18,78% Tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química: NCM/SH , 3209 e Tintas, vernizes e outros (Item I do Anexo ao Convênio 74/94); NCM/SH , e Preparações concebidas para solver, diluir ou remover tintas, vernizes e outros (Item II do Anexo ao Convênio 74/94). Convênio 74/94 Decreto 413/94 43,14% 51,27% 56,14% 12,33% 18,72% 22,54% 29

30 NCM/SH , , , , 3905, 3907, 3910, Massas, pastas, ceras, encáusticas, líquidos, preparações e outros para dar brilho, limpeza, polimento ou conservação (Item III do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , e Xadrez e pós assemelhados, exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH (Item IV do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , 2713, 2714 e Piche, pez, betume e asfalto (Item V do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , 2713, 2714, , 3214, 3506, 3808, 3824, 3907, 3910, Produtos impermeabilizantes, imunizantes para madeira, alvenaria e cerâmica, colas (exceto cola escolar branca e colorida em bastão ou líquida nas posições NCM e ) e adesivos (Item VI do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH secantes preparados (Item VII do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , 3815, 3824, 3909 e Preparações iniciadoras ou aceleradoras de reação, preparações catalísticas, aglutinantes, aditivos, agentes de cura para aplicação em tintas, vernizes, bases, cimentos, concretos, rebocos e argamassas (Item VIII do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , 3506, 3909, Indutos, mástiques, massas para acabamento, pintura ou vedação (Item IX do Anexo ao Convênio 74/94). NCM/SH , , 3206, Corantes para aplicação em bases, tintas e vernizes (Item X do Anexo ao Convênio 74/94). Convênio 74/94 Decreto 413/94 59,04% 68,08% 73,49% 15,04% 21,57% 25,49% NCM/SH Filme fotográfico e cinematográfico; Protocolo 15/85 Adesão AC: 40% 11,80% 16,80% 30

31 NCM/SH "SLIDES". Protocolo 24/00 Decreto 2.605/00 19,80% Peças, componentes, acessórios para autopropulsados e demais produtos classificados nos respectivos códigos da NCM/SH listados no ANEXO ÚNICO do protocolo 97/2010. Protocolos 97/2010 e 62/2012 Decreto nº /05 Decreto nº 5.068/ ,21% 78,83% 84,60% 16,76% 23,40% 27,38% Peças e componentes para atender índice de fidelidade de concessionários EXCETO acessórios, implementos e máquinas agrícolas constantes nos anexos I e II do Convênio 52/91. Art. 8º da Lei Federal nº 6.729/79 41,10% 49,11% 53,90% 11,99% 18,35% 22, NCM/SH Lâmpada elétrica; NCM/SH Lâmpada eletrônica; NCM/SH Reator; NCM/SH Starter. Protocolo 17/85 Adesão AC: Protocolo 23/00 Decreto 2.605/00 48,43% 56,87% 61,93% 13,23% 19,67% 23,53% NCM/SH Pilhas e baterias de pilha elétricas; NCM/SH ; e Acumuladores elétricos. Protocolo 18/85 Adesão AC: Protocolo 18/00 Decreto 2.605/00 48,43% 56,87% 61,93% 13,23% 19,67% 23,53% Telhas, cumeeira e caixa d'água de cimento, amianto, fibrocimento, polietileno e fibra de vidro, inclusive suas tampas, classificados nos códigos: NCM/SH ; NCM/SH ; NCM/SH ; NCM/SH Protocolo 32/92 Adesão AC: Protocolo 15/01 Decreto 4.246/01 37,83% 45,66% 50,36% 11,43% 17,76% 21,56% Fumo, cigarros e seus derivados: NCM/SH ; NCM/SH Convênio 37/94 Decreto nº /05 Decreto 214/94 50% 25,50% 30,50% 33,50% 25% NCM/SH Rações tipo "pet" para animais domésticos. Protocolo 26/04 Adesão AC: Protocolo 39/04 Decreto nº /05 54,80% 63,59% 68,87% 14,32% 20,81% 21,71% NCM/SH Óleos lubrificantes; LC 55/97 Convênio 56,63% 26,63% Não incidência, conforme art. 31

32 NCM/SH Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (EXCETO óleos brutos) e preparações não especificadas nem compreendidas em outras posições, contendo, como constituintes básicos, 70% ou mais, em peso, de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto os desperdícios; NCM/SH Desperdícios de óleos; NCM/SH Coque de petróleo e outros resíduos de óleo de petróleo ou de minerais betuminosos; NCM/SH Preparações lubrificantes EXCETO as contendo, como constituintes de base, 70% ou mais, em peso, de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos; NCM/SH Derivados de ácidos graxos (gordos) industriais; preparações contendo álcoois graxos (gordos) ou ácidos carboxílicos ou derivados destes produtos (biodiesel); Observações: a) Exceto combustíveis, cuja base de cálculo é composta pelo preço médio ponderado a consumidor final - PMPF, constante de Ato COTEPE; b) A base de cálculo do ICMS do álcool hidratado e anidro, óleo diesel, óleo combustível, gasolina e GLP, é composta pelo preço médio ponderado a consumidor final - PMPF, constante nos ATOS COTEPE, publicados no Diário Oficial da União. (Decreto nº /05) 110/07 155, 2º, X, "b", CF/88. NCM/SH Preparações antidetonantes, inibidores de oxidação, aditivos peptizantes, beneficiadores de viscosidade, aditivos anticorrosivos e outros aditivos preparados, para óleos minerais (incluída a gasolina) ou para outros líquidos utilizados para os mesmos fins que os óleos minerais; NCM/SH Líquidos para freios hidráulicos e outros líquidos preparados para transmissões hidráulicas, não contendo óleos de LC 55/97 Convênio 110/07 30% 10,10% 15,10% 18,10% 32

33 petróleo nem de minerais betuminosos, ou contendo-os em proporção inferior a 70%, em peso; NCM/SH Preparações anticongelantes e líquidos preparados para descongelamento; NCM/SH Aguarrás mineral ("white spirit"). NCM/SH Farinha de trigo comum; NCM/SH Mistura de farinha de trigo; NCM/SH Trigo em grão. Observações: a) Farinha de Trigo embalada em sacos de 50 kg, proveniente de moinhos, quando destinada a indústria de panificação, biscoitos e macarrão, tem redução de 100% na base de cálculo, conforme Decreto nº /05; b) Benefício estendido aos atacadistas ou distribuidores deste Estado que efetuem vendas internas destinadas às indústrias de panificação biscoitos ou macarrão, nos termos da Portaria nº 087, de 16 de março de Decreto 1.104/99 (Tabela II) Protocolo 46/00 60% 15,20% 20,20% 23,20% 27,20% IMPORTAÇÃO NCM/SH Sorvetes e acessórios (casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros produtos destinados a integrar ou acondicionar o sorvete). Observação: A base de cálculo é o preço sugerido pelo fabricante ou distribuidor para as operações internas de varejo. Inexistindo preço sugerido, será utilizado MVA. Protocolo 45/91 Adesão AC: Protocolo 22/00 Decreto 2.605/00 70% 16,90% 21,90% 24,90% NCM/SH Refrigerantes; NCM/SH Xarope ou extrato concentrado para o preparo de refrigerantes e sucos; NCM/SH e Bebidas energéticas e isotônicas. Observação: A MVA prevista no item II da Tabela I do Anexo I do Decreto 008/98 deve ser Protocolo 10/92 Decreto 008/98 Decreto 1.426/92 90% 20,30% 25,30% 28,30% 33

34 utilizada somente para os produtos da produção interna, nos demais casos, inclusive diferimento, aplica-se a MVA de 90%, mesmo nas saídas internas. NCM/SH Pneumáticos novos de borracha: - para automóveis e camionetas; Convênio 85/93 e Convênio 06/2009 (Com redução da base de cálculo) Decreto 471/93 50,55% 59,11% 64,24% 12,89% 19,07% 23,92% NCM/SH , , , e Pneumáticos novos de borracha: - para caminhões, ônibus, aviões e máquinas; Convênio 85/93 e Convênio 06/2009 (Com redução da base de cálculo) Decreto 471/93 39,95% 47,90% 52,67% 11,18% 17,25% 21,95% NCM/SH Pneumáticos novos de borracha: - para motocicletas Convênio 85/93 e Convênio 06/2009 (Com redução da base de cálculo) Decreto 471/93 69,64% 79,28% 85,06% 15,96% 22,33% 27,46% NCM/SH Câmaras de Ar de Borracha Convênio 85/93 e Convênio 06/2009 (Com redução da base de cálculo) Decreto 471/93 53,73% 62,47% 67,71% 13,40% 19,61% 24,51% NCM/SH Protetores e outros tipos de pneus (Sem redução da base de cálculo) Convênio 85/93 e Convênio 06/2009 (Com redução da base de cálculo) Decreto 471/93 53,73% 62,47% 67,71% 14,13% 20,62% 24,51% NCM/SH Soros e vacinas, exceto para uso veterinário; NCM/SH e Medicamentos, exceto para uso veterinário; NCM/SH e Algodão, Convênio 76/94 (Redução da base de cálculo, cláusula segunda, 4º) Decreto 413/94 49,86% 58,37% 63,48% 10,93% 17,23% 23,79% 34

35 ataduras, esparadrapos, haste flexível ou não e outros; NCM/SH , e Mamadeiras e bicos; NCM/SH Fraldas descartáveis ou não NCM/SH e Absorventes higiênicos de uso interno e externo; NCM/SH Seringas; NCM/SH Agulhas p/ seringas; NCM/SH Escovas dentifrícias; NCM/SH Pastas dentifrícias; NCM/SH Fio e fita dental; NCM/SH Preparação para higiene bucal e dentifrícia; NCM/SH Provitaminas e vitaminas; NCM/SH Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos - DIU); NCM/SH Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas. Ver Nota 1: Planilha de multiplicadores de medicamentos. Decreto nº /05 NCM/SH Água mineral (gasosa ou não): - copos e embalagem plástica de até 500ml; - embalagem de vidro, não retornável, de até 300ml. Decreto 008/98, Decreto nº /05 e Protocolo 11/91 Decreto 960/91 100% 22,00 % 27,00 % 30,00 % NCM/SH Água mineral (gasosa ou não): - garrafa plástica de ml; - embalagem com capacidade igual ou superior a 5.000ml. - Nos demais casos, inclusive quando se tratar de água gaseificada ou aromatizada artificialmente. Observação: A MVA prevista no item II da Tabela I do Anexo I do Decreto 008/98 deve ser utilizada somente para os produtos da produção interna, nos demais casos, inclusive diferimento, aplica-se a MVA Decreto 008/98, Decreto nº /05 e Protocolo 11/91 Decreto 960/91 70% 16,90% 21,90% 24,90% 35

36 de 20%, mesmo nas saídas internas. NCM/SH Água mineral (gasosa ou não): - garrafa de vidro, retornável ou não, de até 500ml. Decreto 008/98, Decreto nº /05 e Protocolo 11/91 Decreto 960/91 170% 33,90% 38,90% 41,90% NCM/SH Chope. Decreto 008/98 e Protocolo 11/91 Decreto 960/91 115% 41,75% 46,75% 49,75% 25% NCM/SH Cervejas; NCM/SH e Bebidas alcoólicas. Lei Comp. 55/97 Dec. 08/98 Protocolo 11/91 (Decreto 960/91) e Protocolo 10/92 (Decreto 1.426/92) 140% 48,00% 53,00% 56,00% 25% Cerveja denominada "sem álcool". Lei Comp. 55/97 Dec. 08/98 Protocolo 11/91 (Decreto 960/91) e Protocolo 10/92 (Decreto 1.426/92) 140% 28,80% 33,80% 36,80% TABELA "B" (MATERIAL ELÉTRICO) DISCRIMINAÇÃO DOS PRODUTOS LEGISLAÇÃO AGREGADO MULT. (%) ALÍQUOTA INTERNA ALÍQUOTA INTEREST./ ORIGEM NCM/SH : Quadros, painéis, consoles, cabinas, armários e outros suportes com dois ou mais aparelhos das posições 8535 ou 8536, para comando elétrico ou distribuição de energia elétrica, incluídos os que incorporem instrumentos ou aparelhos do Capítulo 90 da NCM/SH, bem como os aparelhos de comando numérico. Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 36,77% 44,54% 49,20% 29% 11,25% 17,57% 21,36% 21,93% NCM/SH ; NCM/SH e NCM/SH : Diodos emissores de luz (LED), exceto 37,83% 45,66% 50,36% 11,43% 17,76% 21,56% 36

37 diodos "laser". 30% 22,10% NCM/SH : Eletrobombas submersíveis; NCM/SH Analisadores lógicos de circuitos digitais, de espectro de frequência, frequencímetros, fasímetros, e outros instrumentos e aparelhos de controle de grandezas elétricas e detecção. 38,89% 46,78% 51,52% 31% 11,61% 17,95% 21,76% 22,27% NCM/SH : Outros aparelhos elétricos de iluminação e suas partes. 39,95% 47,90% 52,67% 32% 11,79% 18,14% 21,95% 22,44% NCM/SH : Aparelhos elétricos de sinalização acústica ou visual (por exemplo, campainhas, sirenes, quadros indicadores, aparelhos de alarme para proteção contra roubo ou incêndio), exceto os de uso automotivo; NCM/SH : Aparelhos e instrumentos para medida ou controle da tensão, intensidade, resistência ou da potência, sem dispositivo, exceto os de uso automotivo. 41,01% 49,02% 53,83% 33% 11,79% 18,33% 22,15% 22,61% NCM/SH : Outros aparelhos de sinalização acústica ou visual, exceto os de uso automotivo. 42,07% 50,14% 54,99% 34% 12,15% 18,52% 22,35% 22,78% NCM/SH e : Lustres e outros aparelhos elétricos de iluminação, próprios para serem suspensos ou fixados no teto ou na parede, exceto os dos tipos utilizados na iluminação pública, e suas partes. NCM/SH : Interfones, seus acessórios, tomadas e plugs; NCM/SH : Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 43,13% 51,27% 56,14% 35% 44,19% 52,39% 57,30% 36% 12,33% 18,72% 22,54% 22,95% 12,51% 18,91% 22,74% 23, 37

38 conexão; NCM/SH e NCM/SH fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; NCM/SH : Cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio, não isolados para uso elétricos, exceto os de uso automotivo; NCM/SH : Fios e cabos elétricos, para tensão não superior a 1000V, exceto os de uso automotivo. NCM/SH : Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão, chuveiros ou duchas elétricos, torneiras elétricas, resistências de aquecimento, inclusive as de duchas e chuveiros elétricos e suas partes, EXCETO outros fornos, fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras, ; NCM/SH : Aparelhos elétricos para telefonia; outros aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagens ou outros dados, incluídos os aparelhos para comunicação em redes por fio ou redes sem fio (tal como uma rede local (LAN) ou uma rede de área estendida (WAN)), incluídas suas partes, EXCETO os de uso automotivos e os das subposições , , ; NCM/SH : Interruptores horários e outros aparelhos que permitam acionar um mecanismo em tempo determinado, munidos de maquinismo de aparelhos de relojoaria ou de motor síncrono. Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 45,25% 53,51% 58,46% 37% 12,69% 19,10% 22,94% 23,29% NCM/SH : Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular; NCM/SH : Antenas com refletor parabólico, exceto para telefone celular e de uso automotivo; NCM/SH : Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 46,31% 54,63% 59,61% 38% 12,87% 19,29% 23,13% 23,46% 38

39 derivação, ligação ou conexão de circuitos elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, relés, cortacircuitos, eliminadores de onda, plugues e tomadas de corrente, suportes para lâmpadas e outros conectores, caixas de junção), para uma tensão não superior a 1.000V; conectores para fibras ópticas, feixes ou cabos de fibras ópticas, exceto "stater" classificado na subposição e os de uso automotivo; NCM/SH : Eletrificadores de cercas; NCM/SH : Peças isolantes inteiramente de matérias isolantes, ou com simples peças metálicas de montagem (suportes roscados, por exemplo) incorporadas na massa, para máquinas, aparelhos e instalações elétricas; tubos isoladores e suas peças de ligação, de metais comuns, isolados interiormente; NCM/SH e NCM/SH : Instrumentos e aparelhos para regulação ou controle, automáticos; suas partes e acess acessórios - exceto os reguladores de voltagem eletrônicos classificados no código e os controladores eletrônicos da subposição ; NCM/SH : Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por exemplo: de pilhas, de acumuladores, de magnetos), exceto os aparelhos de iluminação utilizados em ciclos e automóveis; NCM/SH : Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições a 8528, exceto os de uso automotivo; NCM/SH : Resistências elétricas (incluídos os reostatos e os potenciômetros), exceto de aquecimento; NCM/SH : Circuitos impressos, exceto os de uso automotivo; NCM/SH : Cabos, tranças e semelhantes, de cobre, não isolados para usos elétricos, exceto os de uso Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 47,37% 55,75% 60,77% 39% 13,05% 19,48% 23,33% 23,63% 39

40 automotivo; NCM/SH : Aparelhos de iluminação (incluídos os projetores) e suas partes, não especificados nem compreendidos em outras posições; anúncios, cartazes ou tabuletas e placas indicadoras luminosos, e artigos semelhantes, contendo uma fonte luminosa fixa permanente, e suas partes não especificadas nem compreendidas em outras posições; NCM/SH e : Abajures de cabeceira, de escritório e lampadários de interior, elétricos e suas partes. NCM/SH : Aparelhos elétricos de alarme, para proteção contra roubo ou incêndio e aparelhos semelhantes, exceto os de uso automotivo. 48,43% 56,87% 61,93% 40% 13,23% 19,67% 23,53% 23,80% NCM/SH : Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições 8535, 8536 ou ,49% 57,99% 63,08% 41% 13,41% 19,86% 23,72% 23,97% NCM/SH : Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, cortacircuitos, pára-raios, limitadores de tensão, eliminadores de onda, tomadas de corrente e outros conectores, caixas de junção), para tensão superior a 1.000V, exceto os de uso automotivo. NCM/SH : Outras antenas, exceto para telefones celulares; NCM/SH : Isoladores de qualquer matéria, para usos elétricos. Protocolo 84/2011 Decreto Anexo I 50,55% 59,11% 64,24% 42% 54,80% 63,59% 68,87% 46% 13,59% 20,05% 23,92% 24,14% 14,32% 20,81% 24,71% 24,82% NCM/SH : Transformadores, conversores, retificadores, bobinas de reatância e de auto indução, exceto os transformadores de potência superior a 16 KVA, classificados nos códigos e , os da subposição , os reatores para 56,92% 65,83% 71,18% 48% 14,68% 21,19% 25,10% 25,16% 40

41 lâmpadas elétricas de descarga classificados no código , os carregadores de acumuladores do código , os equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou "no break"), no código e os de uso automotivo. TABELA "C" MATERIAL DE CONSTRUÇÃO, ACABAMENTO, BRICOLAGEM OU ADORNO (Anexo II Decreto 4.050/2012) DISCRIMINAÇÃO DOS PRODUTOS LEGISLAÇÃO AGREGADO MULT. (%) ALÍQUOTA INTERNA ALÍQUOTA INTEREST./ ORIGEM NCM/SH : Fitas emborrachadas. 34,65% 42,30% 46,89% 27% 10,89% 17,19% 20,97% 21,59% NCM/SH ; 3920 e 3921: Veda rosca, lona plástica, fitas isolantes e afins. NCM/SH : Obras de gesso ou de composições à base de gesso. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 35,71% 43,42% 48,05% 28% 37,83% 45,66% 50,36% 30% 11,07% 17,38% 21, 21,76% 11,43% 17,76% 21,56% 22,10% NCM/SH : Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas) de cobre e suas ligas. 38,89% 46,78% 51,52% 31% 11,61% 17,95% 21,76% 22,27% NCM/SH : Tubos de cobre e suas ligas, para instalações de água quente e gás; NCM/SH : Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes, torres, pórticos, pilares, colunas, armações, estruturas para telhados, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, balaustradas, e estruturas de box), de alumínio, exceto as construções, Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 39,95% 47,90% 52,67% 32% 11,79% 18,14% 21,95% 22,44% 41

42 pré-fabricadas da posição 94.06; chapas, barras, perfis, tubos e semelhantes, de alumínio, próprios para construção civil. NCM/SH : Tubos, e seus acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões), de plásticos; NCM/SH : Obras de cimento, de concreto ou de pedra artificial, mesmo armadas, exceto poste acima de 3 m de altura e tubos, laje, pré laje e mourões; NCM/SH ; NCM/SH e : Vergalhões; NCM/SH : Acessórios para tubos (inclusive uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de ferro fundido, ferro ou aço; NCM/SH Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço; NCM/SH : Aquecedores de água não elétricos, de aquecimento instantâneo ou de acumulação. 41,01% 49,02% 53,83% 33% 11,97% 18,33% 22,15% 22,61% NCM/SH : Banheira de hidromassagem; NCM/SH : Portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras de ferro fundido, ferro ou aço; NCM/SH : Manta de subcobertura aluminizada; NCM/SH : Torneiras, válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes, para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes 42,07% 50,14% 54,99% 34% 12,15% 18,52% 22,35% 22,78% NCM/SH : Outras obras de plástico; NCM/SH : Pisos de madeira; NCM/SH : Vidros temperados; NCM/SH : Outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes de metais comuns, para construção civil, inclusive puxadores, exceto persianas de alumínio constantes do item ,19% 52,39% 57,30% 36% 12,51% 18,91% 22,74% 23, NCM/SH : Portas, janelas e afins, de plástico; NCM/SH ; NCM/SH : Argamassas; 45,25% 53,51% 58,46% 37% 12,69% 19,10% 22,94% 23, 42

43 NCM/SH : Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira; NCM/SH : Espelhos de vidro, mesmo emoldurados, excluídos os de uso automotivo; NCM/SH : Tachas, pregos, percevejos, escápulas e artefatos semelhantes, de cobre, ou de ferro ou aço com cabeça de cobre, parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão), e artefatos semelhantes, de cobre; NCM/SH : Outras obras de alumínio, próprias para construção civil, incluídas as persianas; NCM/SH -8307: Tubos flexíveis de metais comuns, mesmo com acessórios. NCM/SH : Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos; NCM/SH : Painéis de partículas, painéis denominados "oriented strand board" (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo, "waferboard"), de madeira ou de outras matérias lenhosas, recobertos na superfície com papel impregnado de melamina, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos, em ambas as faces, com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais, dos tipos utilizados para pavimentos; NCM/SH : Obras de marcenaria ou de carpintaria, incluídos os painéis celulares, os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados "shingles e shakes", de madeira; NCM/SH : Barra de cobre. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 46,31% 54,63% 59,61% 38% 12,87% 19,29% 23,13% 23,46% NCM/SH : Chapas, folhas, tiras, fitas, películas e outras for-mas planas, auto-adesivas, de plásticos, mesmo em rolos; NCM/SH e NCM/SH : Ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 47,37% 55,75% 60,77% 39% 13,05% 19,48% 23,33% 23,63% 43

44 pavimentação ou revestimento; NCM/SH : Vidro vazado ou laminado, em chapas, folhas ou perfis, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho; NCM/SH : Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces, em chapas ou em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho; NCM/SH : Vidros laminados; NCM/SH e : Material para andaimes, para armações (cofragens) e para escoramentos, (inclusive armações prontas, para estruturas de concreto armado ou argamassa armada), eletrocalhas e perfilados de ferro fundido, ferro ou aço, próprios para construção civil; NCM/SH ; NCM/SH : Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência. NCM/SH : Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários, caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de cerâmica; NCM/SH e NCM/SH : Barras próprias para construções, exceto os vergalhões; NCM/SH : Outros fios de ferro ou aço, não ligados, galvanizados; NCM/SH : Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de alumínio. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 48,43% 56,87% 61,93% 40% 13,23% 19,67% 23,53% 23,80% NCM/SH : Banheiras, boxes para chuveiros, pias, lavatórios, bidês, sanitários e seus assentos e tampas, caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos, de plásticos; NCM/SH : Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados sobre matérias têxteis, papel, cartão ou outras matérias, mesmo recortados, costurados ou reunidos de outro modo; NCM/SH : Tachas, pregos, Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 49,49% 57,99% 63,08% 41% 13,41% 19,86% 23,72% 23,97% 44

45 percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço, mesmo com a cabeça de outra matéria, exceto cobre; NCM/SH : Cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns, incluídas as suas partes fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns chaves para estes artigos, de metais comuns, excluídos os de uso automotivo; NCM/SH : Fios, varetas, tubos, chapas, eletrodos e artefatos semelhantes, de metais comuns ou de carbonetos metálicos, revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes, para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados, para metalização por projeção. NCM/SH : Chapas, laminados plásticos em bobina; NCM/SH e 7312: Fios de ferro ou aço não ligados, não revestidos, mesmo polidos, cordas, cabos, tranças (entrançados), lingas e artefatos semelhantes, de ferro ou aço, não isolados para usos elétricos; NCM/SH : Arame farpado, de ferro ou aço, arames ou tiras, retorcidos, mesmo farpados, de ferro ou aço, dos tipos utilizados em cercas; NCM/SH : Correntes de elos soldados, de ferro fundido, de ferro ou aço. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 50,55% 59,11% 64,24% 42% 13,59% 20,05% 23,92% 24,14% NCM/SH : Tubos de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo providos dos respectivos acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões). 51,61% 60,23% 65,40% 43% 13,77% 20,24% 24, 24,31% NCM/SH : Revestimentos de PVC e outros plásticos; forro, sancas e afins de PVC; NCM/SH : Tapetes e outros revestimentos p/ pavimentos (pisos), de feltro, exceto os tufados e os flocados, mesmo confeccionados; 52,67% 61,35% 66,55% 44% 13,95% 20,43% 24,31% 24,48% 45

46 NCM/SH : Ladrilhos de mármores, travertinos, lajotas, quadrotes, alabastro, ônix e outras rochas carbonáticas, e ladrilhos de granito, cianito, charnokito, diorito, basalto e outras rochas silicáticas, com área de até 2m²; NCM/SH : Artefatos de higiene/toucador de cobre. NCM/SH : Parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, tira-fundos, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço; NCM/SH : Artefatos de higiene/toucador de alumínio; NCM/SH : Dobradiças de metais comuns, de qualquer tipo. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 54,80% 63,59% 68,87% 46% 14,32% 20,81% 24,71% 24,82% NCM/SH : Juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada não endurecida, para uso não automotivo; NCM/SH : Persianas de materiais têxteis. 55,86% 64,71% 70,02% 47% 14,50% 21,00% 24,90% 24,99% NCM/SH : Postigos, estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes. 56,92% 65,83% 71,18% 48% 14,68% 21,19% 25,10% 25,16% NCM/SH : Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de matérias têxteis, tufados, mesmo confeccionados. 57,98% 66,95% 72,34% 49% 14,86% 21,38% 25,30% 25,33% NCM/SH : Vidros isolantes de paredes múltiplas; NCM/SH : Pateras, portachapéus, cabides, e artigos semelhantes de metais comuns. 59,04% 68,07% 73,49% 50% 15,04% 21,57% 25,49% 25,50% NCM/SH : Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes; papel para vitrais. 60,10% 69,19% 74,65% 51% 15,22% 21,76% 25,69% 25,67% NCM/SH : Artefatos de higiene/ toucador de plástico; Protocolo 85/ ,16% 70,31% 15,40% 21,95% 46

47 NCM/SH : Abraçadeiras. Decreto Anexo II 75,81% 52% 25,89% 25,84% NCM/SH : Artefatos de higiene/toucador de cerâmica. 63,28% 72,55% 78, 54% 15,76% 22,33% 26,28% 26,18% NCM/SH : Artefatos de higiene ou de toucador, e suas partes; pias, banheiras, lavatórios, cubas, mictórios, tanques e afins de ferro fundido, ferro ou aço; NCM/SH : Outras obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço. 66,46% 75,92% 81,59% 57% 16,30% 22,91% 26,87% 26,69% NCM/SH : Caixas diversas (tais como caixa de correio, de entrada de água, de energia, de instalação) de ferro ou aço próprias para construção civil; de ferro fundido, ferro ou aço. 68,58% 78,16% 83,90% 59% 16,66% 23,29% 27,26% 27,03% NCM/SH : Blocos, placas, tijolos, ladrilhos, telhas e outros artefatos, de vidro prensado ou moldado, mesmo armado; cubos, pastilhas e outros artigos semelhantes. 70,91% 80,62% 86,45% 61,20% 17,05% 23,71% 27,70% 27,40% NCM/SH : Linóleos, mesmo recortados, revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil, mesmo recortados. 72,82% 82,64% 88,53% 63% 17,38% 24,05% 28,05% 27,71% NCM/SH : Esponjas, esfregões, luvas e artefatos semelhantes para limpeza, polimento e usos semelhantes, de ferro ou aço. Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 79,32% 89,51% 95,62% 69,13% 18,48% 25,22% 29,26% 28,75% NCM/SH : Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida. NCM/SH : Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada), folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras, serradas longitudinalmente, cortadas em folhas ou desenroladas, Protocolo 85/2011 Decreto Anexo II 79,64% 89,84% 95,97% 69,43% 18,54% 25,27% 29,31% 28,80% 47

48 mesmo aplainadas, polidas, unidas pelas bordas ou pelas extremidades, de espessura não superior a 6mm; NCM/SH : Painéis, chapas, ladrilhos, blocos e semelhantes, de fibras vegetais, de palha ou de aparas, partículas, serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira, aglomerados com cimento, gesso ou outros aglutinantes minerais; NCM/SH : Vidro estirado ou soprado, em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho; NCM/SH : Correntes de rolos, de ferro fundido, ferro ou aço; NCM/SH : Outras correntes de elos articulados, de ferro fundido, ferro ou aço. ANEXO II TABELA DE MULTIPLICADORES PARA LANÇAMENTO E COBRANÇA DO ICMS POR ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA NAS AQUISIÇÕES INTERESTADUAIS DE MERCADORIAS ORIGINÁRIAS DE OUTRAS UF'S E NAS OPERAÇÕES COM IMPORTADOS DISCRIMINAÇÃO DOS PRODUTOS LEGISLAÇÃO AGREGADO MULT. (%) ALÍQUOTA INTERNA ALÍQUOTA INTEREST./ ORIGEM Arroz, feijão, carne, frango (inteiro), leite em pó, açúcar, óleo de soja, ovos, macarrão, sal, peixe de água doce. Decreto 4.359/01- Cesta Básica Convênio 128/94 0 5,00% 10,00% 13,00% Frango congelado em partes e miúdos, farinha de trigo comum, quando destinada à fabricação de cola, para uso na indústria de compensado de madeiras. Decreto 008/98, Anexo I, Tabela II Decreto 1.105/99 20% 8,40% 13,40% 16,40% Legumes, verduras e frutas, exceto batata, beterraba, cebola, cenoura e tomate que estão isentos de ICMS conforme Decreto nº 3.300/2012. Decreto 1.081/ ,00% 10,00% 13,00% 48

49 Tratores, máquinas pesadas e caminhões, listados no Anexo Único da Portaria nº 285/2007, exceto os constantes dos anexos I e II do Convênio 52/91 e no anexo II do Convênio ICMS 132/92. Observação: Carga tributária de, quando não houver Termo de Acordo. Dec / % 6,70% 11,70% 14,70% Eletrodomésticos, arames não sujeitos à Substituição Tributária. Dec. 008/98 e Dec /07 25% 9,25% 14,25% 17,25% Relógios, aparelhos eletrônicos, inclusive aparelhos de TV, Home Theater, rádios, computadores e seus componentes, equipamentos e peças para filmagem, instrumentos musicais, calculadoras em geral e antenas, exceto as das posições NCM e e as destinadas ao uso automotivo. Dec. 008/98 e Dec /07 35% 10,95% 15,95% 18,95% Materiais elétricos, materiais hidráulicos, materiais de construção em geral não listados no Decreto 4050/12; Material de pesca, material de uso veterinário, bicicletas e suas peças e partes; Brinquedos, motores estacionários e partes ou peças não listados ou não previstos em outra posição desta instrução. Dec. 008/98 e Dec /07 40% 11,80% 16,80% 19,80% Móveis e suas partes e colchões. Dec. 008/98 e Dec /07 42% 12,14% 17,14% 20,14% Cosméticos da linha popular; artigos de papelaria, material de higiene, material de limpeza, inclusive sabão de qualquer tipo, utilidades domésticas, gêneros alimentícios, inclusive aves de qualquer espécie, EXCETO frango inteiro, em partes ou seus miúdos e demais produtos listados na cesta básica. Dec. 008/98 Dec /07 45% 12,65% 17,65% 20,65% 49

50 Máquinas, aparelhos e equipamentos industriais. Convênio 52/91, Anexo I - Decreto 1.158/91 (redução da base de cálculo nas operações interestadual e interna) 50% 4,40% 8,06% 21,50% Máquinas e implementos agrícolas. Convênio 52/91, Anexo II - Decreto 1.158/91 (redução da base de cálculo nas operações interestadual e interna) 50% 1,40% 4,30% 21,50% Ferragens e ferramentas em geral, balanças e escadas; Artigos de armarinhos, flores, artigos para festas e para decoração em geral; Confecções, calçados, bolsas, cintos, derivados de couro, artigos de "cama, mesa e banho"; Espingardas, chumbos, pólvoras, espoletas e cartuchos, produtos químicos em geral, produtos para "pet shop"; Observação: Não abrange os produtos incluídos na substituição tributária nem ração para animais domésticos. Dec. 008/98 e Dec /07 50% 13,50% 18,50% 21,50% Embarcações de esporte e recreação armas e munições, EXCETO espingardas, chumbos, pólvoras, espoletas e cartuchos. LC nº 100/01 Dec /07 50% 25,50% 30,50% 33,50% 25% Jóias. Dec. 008/98 e Dec /07 60% 28,00% 33,00% 36,00 % 25% Material hospitalar, material odontológico e laboratorial, inclusive equipamentos, EXCETO os incluídos na substituição tributária ou isentos por força de Convênios ICMS ou da legislação interna. Dec. 008/98 e Dec /07 65% 16,05% 21,05% 24,05% Óculos, armações e lentes. Dec. 008/98 e Dec /07 90% 20,30% 25,30% 50

51 28,30% Perfumes, águas-de-colônia e deocolônias (EXCETO os pertencentes à franquias). Dec /07 45% 24,25% 29,25% 32,25% 25% Perfumaria de franquia (perfumes, águas-de-colônia e deo-colônias). Dec /07 100% 38,00% 43,00% 46,00% 25% Cosméticos de Franquias. Dec /07 100% 22,00% 27,00% 30,00% Agregado Multiplicador Com Redução de 10% de BC Interna Interestadual 53,89% 22,16%. 4% Lista Negativa 49,08% 18,34% 15,81% 7% 41,06% 11,98% 9,58% 59,89% 23,18%. 4% Lista Positiva 54,89% 19,33% 16,70% 7% 46,56% 12,92% 10,42% 63,48% 23,79%. 4% Lista Neutra 58,37% 19,92% 17,23% 7% 49,86% 13,48% 10,93% Notas: Nota 1: Tabela de Multiplicadores de Medicamentos Nota 2: O diferencial de alíquotas, quando cabível, será o percentual que resultar da diferença entre a alíquota interna deste Estado e a alíquota interestadual do Estado de origem para operação ou prestação, considerandose os percentuais estabelecidos nas Resoluções 22/89 e 13/2012 do Senado Federal; Nota 3: Aplica-se a MVA de 50% (cinquenta por cento) para outros produtos não relacionados no Anexo II desta Instrução Normativa, sem prejuízo da aplicação do disposto no art. 100, inciso III, do Código Tributário Nacional, quando for o caso. 51

52 ALAGOAS ICMS/AL - DIVULGA PREÇO MÉDIO PONDERADO A CONSUMIDOR FINAL (PMPF) NAS OPERAÇÕES COM COMBUSTÍVEIS Por meio Comunicado SRE nº 6/2013, publicado no AL em , foram informados os valores que serão considerados como Preço Médio Ponderado a Consumidor Final (PMPF), para fins de base de cálculo de substituição tributária, desde 1º de abril de 2013, nas operações com os combustíveis. PREÇO MÉDIO PONDERADO A CONSUMIDOR FINAL UNIDADE FEDERADA GASOLINA C DIESEL GLP QAV AEHC Gás Natural (R$/litro) (R$/litro) (R$/kg) (R$/litro) (R$/litro) (R$/m³) AL 2,9160 2,2480 3,0362 1,8321 2, ICMS/ AL - ALTERA NORMA QUE REGULAMENTA A CONCESSÃO DOS INCENTIVOS DO PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO DO ESTADO DE ALAGOAS (PRODESIN) Por meio do Decreto nº /2013, publicado no DOE AL , foi alterado o DECRETO nº /2000, que regulamenta a concessão dos incentivos do Programa de Desenvolvimento Integrado do Estado de Alagoas - PRODESIN, de forma a tratar sobre o alcance, a concessão e o prazo dos incentivos fiscais e creditícios de que trata o Decreto ora alterado. Por incentivo creditício deve-se entender o financiamento do ICMS devido pela empresa incentivada, a título de imposto incentivado. Como incentivo fiscal estão compreendidos: a) diferimento do ICMS nas aquisições de bens para o ativo, matérias-primas, energia elétrica, gás natural; b) crédito fiscal presumido nas aquisições de bens para o ativo e nas saídas de produtos industrializados; dentre outros. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação e revogou as disposições em contrário. 52

53 CEARÁ ICMS/CE - ESTABELECE PARÂMETROS PARA A COBRANÇA DO ICMS NAS OPERAÇÕES SUJEITAS À ALÍQUOTA DE 4% COM PRODUTOS DE ORIGEM ESTRANGEIRA PROCEDENTES DE OUTRAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO Por meio da Instrução Normativa nº 17/2013, publicada no DOE CE em , o Secretário da Fazenda do Estado do Ceará, estabeleceu os parâmetros para a cobrança do ICMS nas operações, sujeitas à alíquota de 4% (quatro por cento), com produtos de origem estrangeira procedentes de outras Unidades da Federação, nos termos da Resolução nº 13 do Senado Federal. Para tanto, fica acordado que, quando for o caso, os percentuais correspondentes à carga tributária líquida estabelecida na legislação estadual para a exigência do ICMS por substituição, inclusive das operações realizadas por estabelecimento de construção civil sujeito ao regime de tributação previsto no Decreto nº /1997, serão acrescidos de 3 (três) pontos percentuais, quando a mercadoria for procedente dos Estados das Regiões Sul e Sudeste, exceto do Estado do Espírito Santo e de 8 (oito) pontos percentuais, quando a mercadoria for procedente dos Estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo. O crédito fiscal de origem equivalente ao percentual de 4% (quatro por cento) para o cálculo do ICMS será considerado quando: i) se tratar de operação sujeita ao regime de substituição tributária; ii) cobrança do ICMS antecipado de que trata o Decreto nº /1997; iii) exigência do ICMS de que trata o Protocolo ICMS 21/2011 e; iv) de apuração do diferencial de alíquotas do ICMS nas operações com bens do ativo imobilizado e de uso ou consumo. Vale observar, que de acordo com o Ajuste Sinief n 27/2012, a verificação pelo Fisco do cumprimento das obrigações acessórias instituídas pelo Ajuste Sinief n 19/2012 será feita até o dia 1º em caráter exclusivamente orientador, salvo nos casos de dolo, fraude ou simulação devidamente comprovado pelo Fisco. Esta Instrução Normativa entrou em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos jurídicos desde 1º e revoga a Instrução Normativa nº 02/

54 SEFAZ/CE - DISPÕE SOBRE O REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS OPERAÇÕES COM TECIDOS E PRODUTOS DE AVIAMENTO IMPORTADOS Por meio da Instrução Normativa nº 21/2013, publicada no DOE/CE em , o Secretário da Fazenda do Estado do Ceará dispôs acerca da aplicação do Regime de Substituição Tributária nas operações com tecidos e produtos de aviamento previsto no Decreto nº /2006. De acordo com o disposto no parágrafo 3º, do artigo 2º do Decreto nº /2006, o tratamento tributário previsto será aplicado às operações de importação do exterior, com os produtos codificados na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) que se seguem: I - outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas de plásticos não alveolares, não reforçadas nem estratificadas, sem suporte, nem associadas de forma semelhante a outras matérias (3920): a) outras ( ); b) outras ( ); II - outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas de plásticos ( ); III tecidos, com exceção dos produtos discriminados a seguir, com seus respectivos códigos da NCM: Tecidos de algodão ( ) crus ou branqueados ( ); tintos ( ); de fios de diversas cores ( ); estampados ( ). Tecidos de fibras artificiais ( ) crus ou branqueados ( ); tintos ( ); de fios de diversas cores ( ); estampados ( ). Tecidos de algodão (6006.2) crus ou branqueados ( ); tintos ( ); de fios de diversas cores ( ); estampados ( ). 54

55 Tecidos de fibras artificiais (6006.4) crus ou branqueados ( ); tintos ( ); de fios de diversas cores ( ); estampados ( ). IV passamanaria (artigo com 10% de algodão e 90% de poliéster) ( ); V velcro (material de poliester 100%) ( ). Os tecidos e aviamentos descritos nos itens I a V, exceto as exceções apontadas no item III foram dispensados da comprovação de não similaridade. Entretanto, fica vedada a fruição do tratamento tributário previsto no 3º do art.2º do Decreto nº /06, para as mencionadas exceções, independentemente da apresentação de certificação de não similaridade. A Instrução Normativa nº 21/2013 entrou em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Instrução Normativa nº 36, de 17 de outubro de SEFAZ/CE - ESTABELECE PRAZO PARA RETIFICAÇÃO DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL (EFD) Por meio da Instrução Normativa SEFAZ nº 20/2013, publicada na imprensa oficial em , o Secretário da Fazenda do Estado do Ceará Estabelece prazo para retificação da Escrituração Fiscal Digital (EFD) e dá outras providências. Para tanto, dentre outras medidas, estabeleceu que o contribuinte poderá retificar a EFD: a) até o dia 15 do mês subsequente ao período de referência do arquivo, independentemente de autorização da administração tributária; b) até o último dia do 3º mês subsequente ao mês da apuração, independentemente de autorização da administração tributária. O exposto nas hipóteses 1 e 2, não caracteriza dilação do prazo de entrega, que é o dia 15 do mês subsequente ao período de referência do arquivo. Não produzirá efeitos a retificação de EFD, onde o período de apuração tenha sido submetido ou esteja sob ação fiscal; ou cujo débito constante da EFD objeto da retificação tenha sido enviado para inscrição em dívida ativa, nos casos em que importe alteração 55

56 desse débito;ou ainda, que tenha sido transmitida em desacordo com as disposições dessa Instrução Normativa. Destaca-se que a EFD de período de apuração anterior a janeiro/2013 poderá ser retificada até o dia , independentemente de autorização do Fisco, exceto nas situações em que, relativamente ao período de apuração objeto da retificação, o contribuinte tenha sido submetido ou esteja sob ação fiscal. Para a execução da retificação dos arquivos, o contribuinte deverá preencher a Solicitação de Retificação Digital, após o prazo anteriormente descrito, adotando os seguintes procedimentos para cada arquivo a ser retificado no site da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará ( a) acessará o site na opção Acesso Seguro com o certificado digital e-cnpj; b) informará a inscrição estadual da empresa que solicita a retificação; c) selecionará o mês e ano a ser retificado; d) selecionará o(s) motivo(s) da retificação e dados a retificar; e) assinalará o requerimento com Li e Concordo ; e f) assinará digitalmente o requerimento. Após conclusão da Solicitação de Retificação Digital, o contribuinte estará autorizado a transmitir o arquivo retificado para a RFB; vale observar, também, que ao se tratar de operações de importação de bens e mercadorias, deverão ser informados obrigatoriamente os registros C110 e C120, essa disposição produzirá efeitos a partir de 1º Esta Instrução Normativa entrou em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos desde Janeiro de DISTRITO FEDERAL ICMS/DF - ALTERA DISPOSIÇÕES SOBRE A NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NE-e) E O DOCUMENTO AUXILIAR DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA (DANFE) Por intermédio da Portaria Sefaz DF nº 83/2013, publicada no DO-DF em , foi alterada a Portaria nº 403/2009, que trata sobre a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica - DANFE. 56

57 As novas disposições trataram especialmente sobre: a) a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração do Portal da Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal com os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e; b) a publicação de Nota Técnicas no Portal Nacional da NF-e para esclarecimento de questões referentes ao "Manual de Orientação do Contribuinte"; c) a indicação dos CRT e CSOSN a partir da utilização do leiaute definido na versão 4.01 do "Manual de Orientação do Contribuinte"; d) o preenchimento dos campos cean e ceantrib da NF-e, quando o produto comercializado possuir código de barras com GTIN ; e) a denegação da Autorização de Uso da NF-e, em virtude de irregularidade fiscal do emitente ou do destinatário; f) a operação em contingência caso em decorrência de problemas técnicos não seja possível transmitir a NF-e; g) a vedação da reutilização, em contingência, de número de NF-e transmitida com tipo de emissão "Normal"; h) a cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e; i) a vedação da utilização da carta de correção em papel para sanar erros em campos específicos de NF-e; j) a indicação dos eventos relacionados a uma NF-e. Esta Portaria entrou em vigor na data da sua publicação, revogando as disposições em contrário. DISTRITO FEDERAL E BRASÍLIA DF E BRASÍLIA - DISPÕE SOBRE O PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS Com a publicação do Decreto do Distrito Federal nº /2013, no DO-DF em , foi regulamentada a Lei nº 5.096/2013, que institui Programa de Recuperação 57

58 de Créditos Tributários do Distrito Federal RECUPERA/DF, destinado a promover a regularização de créditos. O ato em comento dispôs sobre: a) os débitos que poderão ser incluídos; b) os prazos para adesão; c) os períodos de ocorrência dos fatos geradores; d) a aplicabilidade aos débitos do ICMS, ISS, IPTU, IPVA, ITBI, ITCD, Simples Candango, Taxa de Limpeza Pública e débitos decorrentes de penalidades pecuniárias; e) a consolidação do débito; f) as situações em que não serão aplicados os benefícios fiscais; g) os percentuais de redução de juros de mora e multa, inclusive a moratória; h) a adesão ao programa, os respectivos prazos e os valores da parcelas; i) a exclusão do parcelamento. O RECUPERA/DF consiste na redução de juros de mora e multa, inclusive a moratória, nas seguintes proporções: I - 99% (noventa e nove por cento) para pagamento à vista, até 29 de maio de 2013; II - 90% (noventa por cento) do seu valor, no pagamento em 2 (duas) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e a segunda, em 10 de julho de 2013; III - 85% (oitenta e cinco por cento) do seu valor, no pagamento em 3 (três) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; IV - 80% (oitenta por cento) do seu valor, no pagamento em 4 (quatro) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; 58

59 V - 75% (setenta e cinco por cento) do seu valor, no pagamento de 5 (cinco) a 12 (doze) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; VI - 40% (quarenta por cento) do seu valor, no pagamento de 13 (treze) a 60 (sessenta) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de º Os créditos decorrentes exclusivamente de penalidade pecuniária, por descumprimento de obrigações acessórias, serão reduzidos da seguinte forma, para a quantificação do crédito favorecido: I - 95% (noventa e cinco por cento) do seu valor, no pagamento à vista, até 29 de maio de 2013; II - 90% (noventa por cento) do seu valor, no pagamento em 2 (duas) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e a segunda, em 10 de julho de 2013; III - 85% (oitenta e cinco por cento) do seu valor, no pagamento em 3 (três) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; IV - 80% (oitenta por cento) do seu valor, no pagamento em 4. (quatro) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; V - 75% (setenta e cinco por cento) do seu valor, no pagamento de 5 (cinco) a 12 (doze) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de 2013; VI - 40% (quarenta por cento) do seu valor, no pagamento de 13 (treze) a 60 (sessenta) parcelas, vencendo a primeira no dia 29 de maio de 2013, e as demais, no dia 10 de cada mês, a contar de julho de Os benefícios de que trata este Decreto ficam condicionados ao pagamento do crédito tributário consolidado, à vista ou parcelado, exclusivamente em moeda corrente, sendo vedada a compensação com precatórios, ou quaisquer outros títulos. O pedido de redução do número de parcelas realizado após o pagamento da primeira parcela não implicará alteração do desconto inicialmente concedido pela adesão ao RECUPERA DF. 59

60 A Secretaria de Estado de Fazenda e a Procuradoria Geral do DF, no âmbito de suas respectivas atribuições, adotarão as medidas necessárias à implementação deste Decreto. Este decreto entrou em vigor na data da sua publicação. ESPÍRITO SANTO ICMS/ES - TRATA SOBRE BENEFÍCIOS FISCAIS PARA IMPORTAÇÃO Por meio do Decreto nº R/2013, publicado em , o Governador do Estado do Espírito Santo, alterou o RICMS/ES, para tratar sobre a celebração de termo de acordo no âmbito da legislação tributária. Para tanto, determinou a concessão de diferimento no lançamento e o pagamento do imposto na importação realizado por contribuintes localizados no ES registrados há mais de cinco anos, para a realização de operações ao abrigo do FUNDAP e estabeleceu que o diferimento previsto dependerá da celebração de Termo de Acordo Sefaz, e terá como beneficiários exclusivamente os contribuintes que sejam signatários de Termo de Adesão para utilização da Agência Virtual, na forma do art. 769-C do RICMS/ES. Vale observar que o exposto abrangerá, exclusivamente, as operações de importação nas quais forem utilizadas a infraestrutura portuária ou aeroportuária deste Estado, e as mercadorias importadas que sejam desembarcadas e desembaraçadas no Espírito Santo. O mencionado ato dispôs, ainda, sobre as condições para a vedação de concessão nas importações de diversas mercadorias, além de vedar, os benefícios aos contribuintes que estejam em situação irregular perante o Fisco, relativamente às obrigações de entrega e recolhimento do imposto declarado no DIEF, envio da EFD, ou a transmissão dos arquivos magnéticos a que se refere o Convênio ICMS 57/95. Dentre as mercadorias destacamos: a) café, farinha de trigo e cacau; b) mármore, granito, cimento, minério, hulha betuminosa e linhitas; c) gasolinas, querosenes e outros óleos combustíveis; d) óleo bruto de petróleo ou minerais betuminosos; e) carvão vegetal e madeira em estado bruto; f) ferro fundido e produtos semimanufaturados, de ferro ou aços não ligados; 60

61 g) outros jogos funcionando por introdução de uma moeda, de papel-moeda, de uma ficha ou de outros artigos similares, exceto os jogos de balizas (palitos) automáticas (boliche, por exemplo). Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º GOIÁS RECEITA ESTADUAL/GO - DISPÕE SOBRE A ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS RELACIONADOS À SELEÇÃO DE CONTRIBUINTES PARA REPRESENTAÇÃO FISCAL PARA FINS PENAIS (RFFP) Por meio da Instrução Normativa SRE nº 2/2013, publicada no DOE-GO em , o Superintendente da Receita Estadual dispõe sobre a adoção de procedimentos relacionados à seleção de contribuintes para representação fiscal para fins penais (RFFP). Portanto, as representações fiscais para fins penais (RFFP) realizadas na forma desta instrução tem por finalidade a persecução criminal da conduta do contribuinte e a defesa da ordem tributária. A Coordenação dos Núcleos Jurídicos da Gerência de Recuperação de Créditos (CNJ- GERC) fica responsável e encarregada pelo planejamento, direcionamento e coordenação das atividades inerentes à propositura de RFFP, executadas no âmbito dos Núcleos Jurídicos das Delegacias Regionais, incluindo: I) notificar trimestralmente os contribuintes cujos débitos estão definitivamente constituídos, excluindo os autos que não configurem indícios de crimes contra a ordem tributária, com a finalidade de recuperar créditos; II) disponibilizar em ambiente virtual, aos Núcleos Jurídicos Regionais, os processos administrativos tributários digitalizados, nos quais existem indícios de crimes contra a ordem tributária, para análise da viabilidade de proposição da representação fiscal; III) oferecer consultoria por meio de suporte administrativo e jurídico aos Núcleos Jurídicos das Delegacias Regionais; IV) estudar e propor alterações normativas com a finalidade de aprimorar os procedimentos pertinentes às atividades inerentes à RFFP; 61

62 V) utilizar e fornecer, quando solicitado, documentos, de preferência em ambiente virtual, às autoridades oficiais. A norma em comento estabelece ainda, os que são crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária, que ensejam notitias criminis, e as penalidades cabíveis em casos de descumprimento do estabelecido nessa norma. Esta instrução entrou em vigor na data de sua publicação e revoga a Instrução Normativa SAT nº 39/2008. MATO GROSSO ICMS/MT - DISPÕE SOBRE A PROGRAMAÇÃO FINACEIRA DO ESTADO PARA O EXERCÍCIO DE 2013 E ICMS O Decreto nº 1.707/2013, publicado no DOE-MT em , alterou Decretos diversos que tratam, entre outras coisas, sobre a programação financeira do Estado para o exercício de 2013 e sobre ICMS. No que tange ao ICMS, o referido ato tratou sobre a não aplicação, no período de a , de dispositivos: I. do RICMS/MT referentes: a) a apropriação de crédito de ICMS não destacado em documento em nota fiscal, mediante autorização da SEFAZ; b) a transferência e o aproveitamento de crédito acumulado. II. do Decreto nº 2.683/2010, que possibilitam ao transportador aproveitar em conta gráfica o valor nominal do crédito do imposto retido na aquisição de óleo diesel, desde que não destinado a comercialização subsequente e atendidos os requisitos mencionados. Este decreto entrou em vigor na data de sua publicação. MATO GROSSO DO SUL ICMS/MS - SEFAZ SUSPENDE A APRECIAÇÃO DE PEDIDOS DE BENEFÍCIOS FISCAIS COMO ESTÍMULO À CONSTRUÇÃO, AMPLIAÇÃO OU AO MELHORAMENTO DE INSTALAÇÕES DESTINADAS AO ARMAZENAMENTO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS Por meio da Resolução/SEFAZ nº 2.461/2013, foi suspensa, até ulterior deliberação, a apreciação de pedidos de concessão de crédito outorgado como estímulo à construção, à ampliação ou ao melhoramento de instalações destinadas ao armazenamento de produtos agrícolas no Estado. 62

63 Nos processos instaurados para a tramitação de pedidos do benefício fiscal, a Superintendência de Administração Tributária deve, mediante despacho, registrar a suspensão e determinar que se dê ciência ao interessado. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. PARANÁ ICMS/PR - PUBLICA NORMA DE PROCEDIMENTO FISCAL PARA FINS DE EXCLUSÃO DOS ACRÉSCIMOS FINANCEIROS DA BASE DE CÁLCULO DO ICMS Por intermédio da Norma de Procedimento Fiscal nº 30/2013, publicada no DOE-PR em , o Secretário de Estado da Fazenda do Paraná, tratou dos percentuais para fins de exclusão dos acréscimos financeiros da base de cálculo do ICMS nas vendas a prazo realizadas por estabelecimento varejista, para consumidor final, pessoa física, para o mês de abril de A Norma de Procedimento Fiscal nº 30/2013 determinou que, considerando que não houve variação da taxa utilizada pelo mercado financeiro, não haverá taxa referencial para exclusão da base de cálculo do ICMS dos acréscimos financeiros cobrados nas vendas a prazo realizadas por estabelecimento varejista, para consumidor final, pessoa física, no mês de abril de Esta Norma de Procedimento Fiscal entrou em vigor na data da sua publicação, surtindo desde 1º PARÁ ICMS/PA - TRATA SOBRE OS PRAZOS PARA REGISTRO DE OCORRÊNCIA PELO CONSUMIDOR SOBRE O PROGRAMA NOTA FISCAL CIDADÃ Por intermédio do Decreto nº 719/2013, publicado no DOE-PA de , o Estado do Pará alterou o Decreto nº 490/2012 para tratar sobre os prazos para registro pelo consumidor de ocorrência de prática infrativa mediante o serviço disponibilizado no endereço eletrônico da SEFA, bem como a verificação posterior no portal do Programa da Nota Fiscal Cidadã, na área de acesso restrito, se o fato registrado foi respondido pelo fornecedor, podendo concluir o registro, quando considerar que o fato foi esclarecido. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação. RIO GRANDE DO NORTE ICMS/RN - PRORROGA PRAZO PARA QUITAÇÃO DE DÉBITOS TRIBUTÁRIOS DEVIDOS POR CONTRIBUINTES BENEFICIADOS PELO PROADI 63

64 Por meio do Decreto nº /2013, publicado no DOE RN de , o Governo do Estado do Rio Grande do Norte, prorrogou para o prazo para a quitação de débitos tributários referentes ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), com vencimento até a data da publicação deste Decreto, devido por contribuintes beneficiários do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proadi). A norma dispõe ainda, que a prorrogação só se aplica aos contribuintes que estejam adimplentes quanto ao pagamento da parcela do ICMS que lhes cabe, de acordo com o contrato de mútuo firmado para participar do Proadi. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação RIO GRANDE DO SUL ICMS/RS - INCLUI CÓDIGO PARA INFORMAR CRÉDITO PRESUMIDO NA IMPORTAÇÃO DE POLIÉSTER AMPARADO POR DIFERIMENTO DE ICMS Por meio da Instrução Normativa nº 31/2013, publicado no DOE RS de , o Subsecretário da Receita Estadual do Estado do Rio Grande do Sul, acrescentou o código 151 à Seção III do Apêndice VII da Instrução Normativa DRP nº 45/1998. O código em comento deverá ser informado na Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) pelo estabelecimento industrial que importar poliéster amparado por diferimento do pagamento do imposto, previsto no RICMS-RS/1997. Esta Instrução Normativa entrou em vigor na data da sua publicação. Norma: Instrução Normativa nº 32, de 05 de abril de ICMS/RS - DISPENSA O CONTRIBUINTE DO SETOR DE COMBUSTÍVEL DE ENTREGAR A GIA E A GI, MODELO-B REFERENTE AO PERÍODO PRÉ- OPERACIONAL Por meio da Instrução Normativa nº 32/2013, publicada no DOE RS de , o Subsecretário da Receita Estadual do Estado do Rio Grande do Sul, dispensou o contribuinte do setor de combustível de entregar a GIA e a GI, modelo B. 64

65 Os contribuintes que obtiveram a inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes de Tributos Estaduais (CGC/TE), na categoria geral, em caráter pré-operacional estão dispensados da apresentação da GIA e da GI, modelo B, relativamente aos fatos geradores ocorridos entre a data de inscrição no CGC/TE e a data da convalidação da inscrição. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data da sua publicação. ICMS/RS - MODIFICA O REGULAMENTO DE ICMS PARA DISPOR SOBRE O SETOR DE COMBUSTÍVEIS Por meio do Decreto nº /2013, publicado no DOE RS de , o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, alterou o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS). As alterações tratam da inclusão do inciso VIII, ao artigo 7º e parágrafos 5º e 6º do artigo 7º-A do RICMS-RS, que dispõem sobre a concessão, a alteração, a renovação, a cassação e o cancelamento de inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS de estabelecimentos do setor de combustíveis. Para tanto a modificação prevê, que poderá ter sua inscrição baixada de ofício, o contribuinte que tiver o funcionamento suspenso, o registro cancelado ou a autorização para o exercício da atividade revogada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Ademais, o contribuinte que não requerer a exclusão cadastral no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da data de inscrição em caráter pré-operacioanal, prevista no artigo 7º-A, parágrafos 5º e 6º, poderá sofrer a mesma medida. A inscrição no CGC/TE será convalidada após a aprovação da documentação faltante. Na hipótese da não aprovação ou da não apresentação da documentação faltante, ou ainda não atender às disposições do Protocolo ICMS nº 48/2012, o contribuinte ficará impedido e iniciar suas atividades, de emitir Nota Fiscal Eletrônica e Conhecimento de Transporte Eletrônico, de utilizar equipamentos Emissor de Cupom Fiscal e de obter Autorização de Impressão de Documentos Fiscais, até a convalidação da inscrição. Este decreto entrou em vigor na data sua publicação. ICMS/RS - ALTERA O RICMS-RS PARA TRATAR SOBRE O CONCEITO DE EMPRESAS INTERDEPENDENTES E RESPONSABILIDADES TRIBUTÁRIAS 65

66 Por meio do Decreto ICMS/RS nº /2013, publicado no DOE RS em , o Governo do Estado do Rio Grande do Sul promoveu alterações em diversos artigos do RICMS-RS/1997, relativamente ao conceito de empresas interdependentes; para tanto estabelece que, considera-se interdependentes duas empresas quando: i. uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges e filhos menores, for titular de mais de 50% (cinquenta por cento) do capital da outra; ii. uma delas tiver participação na outra de 15% (quinze por cento) ou mais do capital social, por si, seus sócios ou acionistas, bem assim por intermédio de parentes destes até o segundo grau e respectivos cônjuges, se a participação societária for de pessoa física; iii. uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação; iv. uma tiver vendido ou consignado à outra, no ano anterior, mais de 20% (vinte por cento), no caso de distribuição com exclusividade em determinada área do território nacional, e mais de 50% (cinquenta por cento), nos demais casos, do seu volume de vendas; v. uma delas, por qualquer forma ou título, for a única adquirente, de um ou de mais de um dos produtos da outra, ainda quando a exclusividade se refira à padronagem, marca ou tipo do produto; vi. uma vender à outra, mediante contrato de participação ou ajuste semelhante, produto que tenha fabricado ou importado." O dispositivo normativo acrescentou disposições relativas à inaplicabilidade da responsabilidade tributária do estabelecimento atacadista que receber mercadoria de empresa interdependente ou por transferência; com as alterações o parágrafo único do art. 9º do Livro III do RICMS-RS/1997, que estabelece a responsabilidade tributária pelo pagamento do imposto devido nas operações subsequentes: i. ao estabelecimento atacadista ou varejista quanto ao estoque de mercadorias existente na ocasião de inclusão dessas no regime de substituição tributária, exceto o estabelecimento distribuidor das mercadorias, quando se tratar de produtos farmacêuticos relacionados no RICMS-RS/1997, Apêndice II, Seção III, item VI; ii. ao estabelecimento atacadista que deixar a condição de responsável que lhe é atribuída quando receber mercadoria de empresa interdependente ou por transferência, conforme mencionado anteriormente. 66

67 Foram alterados, ainda, o inciso III do art. 23 do Livro III, que dispõe sobre a restituição do imposto pago nas etapas anteriores, que será efetuada mediante adjudicação do crédito relativo ao referido imposto, quando ocorrer alguma das seguintes hipóteses com mercadorias já alcançadas pelo regime de substituição tributária estabelecendo que, para exercício desse direito, o estabelecimento atacadista deverá inventariar o estoque de mercadorias já submetidas ao mencionado regime tributário no momento e na forma estabelecidos na legislação, ou quando for por estabelecimento optante pelo Simples Nacional, limitando-o ao valor do imposto pago referente à substituição tributária, e o inciso I do art. 53-E do Livro III, Art. 53-E, afim de acrescentar nota que dispensa o estabelecimento atacadista do pagamento do imposto devido nas subsequentes saídas de mercadorias recebidas de outros Estados, sujeitas à antecipação tributária e amparadas por meio de regime especial para pagamento do imposto na forma prevista no mencionado inciso, quando estiver novamente na condição de substituto tributário. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação, retroagindo os seus efeitos a 1º ICMS/RS - DISPÕE SOBRE CRÉDITO FISCAL PRESUMIDO DE ICMS PARA OPERAÇÕES DE SAÍDA DE BIODISEL B-100 Por meio do Decreto nº /2013, publicado em DOE RS de , o Governador do Estado do Rio Grande do Sul alterou a redação do Livro I, artigo 32, inciso LXXXVIII, do RICMS-RS/1997, para dispor sobre o percentual do crédito presumido apropriado pelo fabricante de biodiesel B100. O percentual do crédito presumido apropriado pelos estabelecimentos industriais autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) era de 63% nas operações realizadas até e passou a ser de 57% do imposto incidente nas saídas de biodiesel B100, de produção própria, realizadas desde 1º Esse crédito somente é permitido se a matéria-prima utilizada na fabricação dessa mercadoria tiver sido adquirida e produzida no Estado do Rio Grande do Sul ou importada. O Decreto também estabelece que para fins de utilização deste crédito fiscal, considera-se matéria-prima os grãos, as sementes e os óleos e gorduras, vegetais ou animais. Importante observar que as empresas beneficiárias do Fundo Operação Empresa do Estado do Rio Grande do Sul (Fundopem/RS) podem optar pela apropriação desse crédito, ficando vedada a apropriação cumulativa com o previsto no RICMS-RS/1997, Livro I, art. 32, LXXIV. 67

68 Caso a matéria-prima seja adquirida de outro Estado, o contribuinte deve deixar de adjudicar esse crédito presumido até atingir a quantidade de biodiesel que seria produzida com essa matéria-prima; essa exigência não se aplica às aquisições de soja realizadas entre 1º e , hipótese em que o mencionado crédito, excepcionalmente, pode ser apropriado mesmo que a soja tenha sido produzida em outro Estado. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo seus efeitos a 1º ICMS/RS - ALTERA O RICMS PARA TRATAR SOBRE O DIFERIMENTO DO IMPOSTO DEVIDO NA IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS UTILIZADAS NA FABRICAÇÃO DE ASSENTO PARA VEÍCULOS O Decreto nº /2013, publicado em , acrescentou o item LXIV ao Apêndice XVII do RICMS-RS/1997 para permitir a realização de importação, com o diferimento do pagamento do ICMS, de mercadorias utilizadas pelo próprio importador na fabricação de encostos dianteiro e traseiro de assentos para veículos automotores, placas de assento dianteiro e trilho ajustável com e sem regulador de altura, classificados no código da NBM/SH-NCM. Portanto, a norma em comento, dispõe que uma vez atendidas as condições estabelecidas no mencionado item, podem ser importadas com o referido diferimento as seguintes mercadorias: conjunto de trilho, conjunto reclinador, concha de assento, conjunto de trava e conjunto de apoio, travessa dianteira, alavanca de regulagem, tubo de apoio, caixa da trava, lateral interna e lateral do inclinador. A fruição do diferimento está condicionada às mercadorias importadas não possuírem similar nacional e o desembaraço aduaneiro ocorrer no Estado do Rio Grande do Sul. A ausência de similaridade deve ser atestada pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SPDI), com base em informações prestadas por entidade representativa do setor ou por órgão técnico. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação. RONDÔNIA ICMS/RO - PRORROGA O PRAZO PARA OBRIGATORIEDADE DA UTILIZAÇÃO DO PAF-ECF PARA 1º DE JANEIRO DE 2014 Por meio do Decreto nº /2013, publicado na imprensa oficial em , foram alteradas disposições do RICMS/RO, relativas à prorrogação do prazo para a utilização do PAF-ECF. 68

69 A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou a prestação de serviços somente será admitida quando o software denominado PAF-ECF integrar o ECF, sendo que este deverá estar em conformidade com os requisitos especificados no ATO COTEPE nº 06/2008, e será obrigatória sua instalação e utilização a partir de 1º de janeiro de Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação SANTA CATARINA ICMS/SC - ACRESCE DISPOSITIVOS À REGULAMENTAÇÃO DO PROGRAMA PRÓ- EMPREGO Por meio do Decreto nº 1.489/2013, publicado no DOE/SC de , o Governador do Estado de Santa Catarina alterou o Decreto nº 105/2007, que regulamenta a Lei n /2007, que instituiu o Programa Pró-Emprego, para incluir os 12 ao 14 ao art. 20- A. Por meio dos parágrafos em comento, foi determinado que na hipótese de termo de compromisso ou instrumento congênere ter sido firmado pelo Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, não será aplicada a previsão constante no 7º do art. 20-A do Decreto nº 105/2007, devendo-se observar o seguinte: a) as providências contidas no Decreto nº 105/2007, art. 20-A, 5º e 6º, I, podem ser dispensadas por ato do Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, caso entenda que os elementos constantes no processo administrativo sejam suficientes; b) os valores para a subvenção serão submetidos à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS); c) o acompanhamento técnico e financeiro será efetuado pela SDS. Esse procedimento não exclui a competência da Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) para análise do pedido de tratamento tributário diferenciado, bem como para acompanhar o cumprimento pela empresa beneficiada das condições e obrigações estabelecidas. O contrato de subvenção será firmado pela SEF após a SDS homologar os valores. Este Decreto entrou em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos retroativos a

70 SÃO PAULO ICMS/SP - ALTERA O RICMS PARA TRATAR SOBRE A NÃO APLICAÇÃO DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS SAÍDAS DESTINADAS A SUJEITO PASSIVO POR SUBSTITUIÇÃO POR MEIO DE REGIME ESPECIAL O Decreto nº /2013, publicado no DOE SP de , alterou o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS), para dispor sobre a não aplicação da substituição tributária nas saídas destinadas a sujeito passivo por substituição por meio de regime especial. A retenção em comento não será aplicada nas saídas de mercadorias destinadas a estabelecimento ao qual for atribuída, por regime especial, a condição de sujeito passivo por substituição, condição em que a responsabilidade pela retenção do imposto será do estabelecimento destinatário. A aplicação dessa regra deverá observar a disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, podendo o regime especial ser concedido a pedido do contribuinte ou instituído de ofício. Este decreto entrou em vigor na data de sua publicação. 70

71 III MUNICIPAL SÃO PAULO - DISPÕE SOBRE O PLANO DE CONTROLE DE POLUIÇÃO VEICULAR (PCPV-SP) E O PROGRAMA DE INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE VEÍCULO SEM USO (I/M-SP) Por meio da Lei nº Lei nº /2013, publicado no DOM São Paulo de , o Prefeito do Município de São Paulo, dispôs sobre o Plano de Controle de Poluição Veicular do Município de São Paulo - PCPV-SP e o Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso do Município de São Paulo - I/M-SP, bem como altera a Lei nº , de 27 de março de A lei estabelece que cabe ao Executivo elaborar o Plano de Controle de Poluição Veicular do Município de São Paulo - PCPV-SP, em consonância com o Plano de Controle de Poluição Veicular do Estado de São Paulo - PCPV, tendo como base o inventário de emissões de fontes móveis e, quando houver, o monitoramento da qualidade do ar, visando à redução da emissão de poluentes. O PCPV-SP deverá caracterizar, de forma clara e objetiva, as alternativas de ações de gestão e controle da emissão de poluentes e do consumo de combustíveis, incluindo Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso - I/M, quando este se fizer necessário e deverá ser periodicamente avaliado e revisto pelo Executivo com base nos seguintes quesitos: I - comparação entre os resultados esperados e aqueles obtidos, especialmente o que se refere às emissões inicialmente previstas e aquelas efetivamente obtidas por meio da implementação do Plano; II - avaliação de novas alternativas de controle de poluição veicular; III - evolução da tecnologia veicular de novos modelos e das tecnologias de inspeção veicular ambiental; IV - projeções referentes à evolução da frota circulante; V - relação custo/benefício do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso do Município de São Paulo - I/M-SP, identificada em estudos promovidos pelo Executivo, e de outras alternativas de ações de gestão e controle da emissão de poluentes e do consumo de combustíveis. 71

72 O PCPV-SP deverá ser revisto, no mínimo, a cada 3 (três) anos, podendo o órgão responsável estabelecer intervalo menor entre as revisões; implicará revisão do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso do Município de São Paulo - I/M-SP, e deverá estabelecer, no mínimo: I - a frota-alvo e respectivos embasamentos técnicos e legais; II - a forma de vinculação com o sistema estadual de registro e de licenciamento de trânsito de veículos; III - a periodicidade da inspeção; IV - a análise econômica; V - a forma de integração, quando for o caso, com programas de inspeção de segurança veicular e outros similares. A frota-alvo poderá compreender apenas uma parcela da frota total, podendo ser fracionada no mesmo exercício ou em exercícios distintos, e ser ampliada ou restringida a critério do Executivo em razão da experiência e dos resultados obtidos com a implantação do I/M-SP e das necessidades locais. Os fabricantes de veículos deverão comprovar a observância dos limites de emissão de poluentes e a efetiva disponibilização, nas redes de assistência técnica a eles vinculadas, de equipamentos e pessoal habilitado para a realização de serviços de diagnóstico, regulagem de motores e sistemas de controle das emissões para os veículos que venham a circular no território do Município de São Paulo, nos termos dos arts. 1º e 13 da Lei Federal nº 8.723, de 28 de outubro de O Executivo regulamentará esta lei no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data de sua publicação. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação. BELO HORIZONTE - DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO DE EVENTOS NO MUNICÍPIO NO PERÍODO DE REALIZAÇÃO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES DA FIFA BRASIL 2013 Por intermédio Decreto nº /2013, publicado no DOM em , o Prefeito de Belo Horizonte, dispôs sobre o licenciamento de eventos no Município no período de realização da Copa das Confederações da FIFA Brasil

73 Os eventos cuja realização estiver prevista para o período de 1º de junho de 2013 a 07 de julho de 2013 terão o licenciamento condicionado à análise prévia de sua compatibilidade com a programação de projetos e ações relativos à Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013 em Belo Horizonte, conforme critérios e condições previstos neste Decreto. Ficam condicionados à análise prévia os eventos de que trata o Decreto nº , de 2 de dezembro de 2009, que se enquadrem em uma das seguintes hipóteses: I - eventos que não sejam classificados como de mínima dimensão; II - eventos programados para serem realizados nas áreas indicadas no Anexo Único deste Decreto, inclusive os caracterizados como de mínima dimensão. As áreas indicadas no neste Decreto são constituídas pelos seguintes territórios, identificados nos mapas de Territórios de Gestão Compartilhada, estão disponíveis no sítio eletrônico Para a análise prévia a que se refere este Decreto deverão ser apresentados, pelos empreendedores responsáveis pela realização dos eventos, os seguintes documentos e informações: I - requerimento para licenciamento de evento, conforme modelos constantes dos Anexos I e II do Decreto nº /2009; II - memorial descritivo contendo as seguintes informações: a) deslocamentos ou rotas presumíveis do público alvo; b) meios de divulgação do evento; c) formas de publicidade a serem utilizadas durante o evento; d) patrocínios e parcerias existentes ou pretendidas para a realização do evento; e) croqui de montagens na área do evento; III - manifestação da Fundação de Parques Municipais, da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte ou da Fundação Municipal de Cultura quanto à disponibilidade do local pretendido e exigências específicas, no caso de se tratar de eventos em equipamentos sob a responsabilidade dessas entidades. 73

74 O protocolo dos documentos previstos no caput deste artigo deverá ser feito com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da realização do evento. Caberá à Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana a deliberação quanto à viabilidade dos eventos regidos por este Decreto, em consonância com o interesse público, ouvidos os demais órgãos ou entidades competentes, em especial, o Comitê Executivo Municipal das Copas. Além dos documentos previstos no art. 3º deste Decreto, a Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana poderá solicitar informações adicionais que julgar necessárias para a adequada análise da viabilidade do evento. Caso o evento seja considerado inviável em razão da incompatibilidade com as atividades e compromissos assumidos para a Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, o licenciamento será indeferido pela Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana. Caso o evento seja considerado viável, a Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana encaminhará o processo à Secretaria de Administração Regional Municipal correspondente, para continuidade do licenciamento, observadas as demais exigências aplicáveis, especialmente as previstas no Decreto nº /2009. Para que sejam resguardadas as condições de compatibilidade com os compromissos e atividades da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, poderão ser estabelecidas condições a serem observadas pelos responsáveis pelos eventos. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 74

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