O Brasil e o Rebalanceamento
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- Manuel Bugalho Lima
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1 n o Visão do desenvolvimento O Brasil e o Rebalanceamento do Comércio Mundial A principal forma de explicar o desempenho comercial de um país é aquela que interpreta os comportamentos das suas exportações e importações, analisando seus indicadores de quantum e preços, a demanda doméstica, os efeitos da política cambial nas contas externas, a estrutura produtiva e a competitividade da economia. De fato, em modelos de macroeconomia aberta, a evolução da balança comercial de um país pode ser razoavelmente explicada em função dessas variáveis, deixando em segundo plano o contexto internacional. Contudo, há momentos em que há transformações tão significativas no comércio internacional e na economia mundial que, tanto para fins analíticos quanto de política econômica, é mais esclarecedor observar o grande quadro dos ajustes internacionais. Entre os diversos ajustes observáveis, um em especial merece atenção. Trata-se da evolução dos saldos comerciais das grandes economias e seu impacto sobre a balança comercial dos demais países. Como, contabilmente, a soma dos saldos comerciais é zero, salvo erros e omissões, a evolução do comércio das grandes economias provoca impactos simétricos no conjunto das demais. O princípio é bem simples, mas tem sido empregado de forma útil, como, por exemplo, na definição das regras de Bretton Woods e na identificação do papel da economia americana, desde o pós-guerra, como motor da economia global. A partir da sistematização dos dados do comércio internacional, adicionam-se novos elementos à pesquisa sobre as razões para a queda no saldo comercial brasileiro no período recente. Nossa hipótese é que o rebalanceamento do comércio mundial seja um fator importante na determinação do saldo comercial brasileiro. Este estudo fornece uma explicação para a queda do saldo comercial brasileiro com base no rebalanceamento mundial dos fluxos de comércio Visão do Desenvolvimento é uma publicação da Área de Pesquisas Econômicas (APE), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. As opiniões deste informe são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente o pensamento da Administração do BNDES mundial, em direção aos Estados Unidos e União Europeia. Nossa atenção é para o período 2009 a 2013, que será contrastado com o período 2002 a Na próxima seção, comparamos os Por Fernando Puga e Antônio José Alves Júnior Economistas do BNDES
2 Gráfico 1: Exportações mundiais (US$ bilhão) Fonte: WTO. desempenhos do saldo comercial nessas duas maiores economias mundiais e os demais países. É seguida por seção com foco no Brasil. A partir da análise dos fluxos de comércio com nossos principais parceiros, procuramos avançar no entendimento das mudanças recentes na balança comercial brasileira. A última seção é dedicada às considerações finais e à conclusão. o rebalanceamento do comércio mundial A crise financeira internacional, que tem como marco a quebra do banco Lehman Brothers, em setembro de 2008, é, sem dúvida, um divisor de águas no desempenho do comércio mundial. Nesse sentido, podemos separar esse início de século em duas partes: i) 2002 a 2008 e ii) 2009 a a Auge do Comércio Internacional 1 O Japão teve desempenho inverso ao da Alemanha. Ampliou seu déficit comercial nos dois períodos analisados, em US$ 61 bilhões, entre 2002 e 2008, e em US$ 137 bilhões, entre 2009 e Nessa primeira fase, o comércio internacional cresceu a taxas muito expressivas, exibindo aumento médio anual de 16,4% nas exportações mundiais. Esse crescimento foi bastante estável, mantendo-se positivo em todos os anos e variando entre um mínimo de 15,2%, em 2008, e um máximo de 21,8% em Durante esses anos de auge do comércio internacional, estabeleceu-se uma assimetria na distribuição dos saldos comerciais entre Europa e Estados Unidos e o resto do mundo. Como mostra o Gráfico 2, Europa e Estados Unidos ampliaram sobremaneira a soma de seus déficits em US$ 715 bilhões, partindo de US$ 465 bilhões, em 2002, para US$ bilhões, em O saldo comercial dos EUA diminuiu em US$ 283 bilhões, seguido pela França (US$ 96 bi), pelo Reino Unido (US$ 90 bi), pela Espanha (US$ 86 bi) e Grécia (US$ 30 bi). A queda do saldo nessas economias mais do que compensou os aumentos na Alemanha (US$ 115 bi), Holanda (US$ 32 bi), República Tcheca (US$ 7 bilhões) e Irlanda (US$ 6 bilhões). 1 2
3 Gráfico 2: Saldo comercial - EUA e União Europeia (US$ bilhão) Fonte: WTO. O incremento no déficit dos EUA e da União Europeia, entre 2002 e 2008, representou uma mudança positiva e equivalente nos saldos comerciais do resto do mundo, sobretudo nas economias emergentes e em desenvolvimento. Foi, sem dúvida, um motor potente para a atividade econômica, além de contribuir, juntamente com o IED e com os fluxos de capitais, para dar folga a países com dificuldades de balanço de pagamento. O aumento da demanda mundial do petróleo e combustíveis levou a uma extraordinária ampliação dos saldos comerciais dos países da OPEP e da Rússia. De um saldo conjunto de US$ 173 bilhões, em 2002, o número quase quintuplicou, evoluindo para US$ 813 bilhões, em Outro grande destaque foi a China, ao passar de um superávit de US$ 30 bilhões para US$ 298 bilhões, o maior do mundo, consolidando sua posição como manufatura mundial. O Brasil ampliou seu superávit de US$ 11 bilhões, em 2002, para US$ 16 bilhões, em Dentre as exceções à melhora das contas externas dos emergentes, destacam-se Índia e Turquia, com quedas nos saldos de US$ 119 bilhões e US$ 54 bilhões, respectivamente, no período. o incremento no déficit dos eua e da união europeia, entre 2002 e 2008, representou uma mudança positiva nos saldos comerciais do resto do mundo 2008 a Ajustamento Contracionista Com a crise de 2008, o comércio internacional sofreu duro golpe. De 2008 a 2013, as exportações mundiais cresceram à taxa média anual de 3,1%. Apresentaram forte volatilidade inicial, seguida por crescimento anêmico nos dois últimos anos (Gráfico 1). Considerando o elevado grau de incerteza sobre a recuperação da economia mundial, não é possível saber se já se afigura alguma nova trajetória. Depois de uma reação excepcional à crise do Lehmann, os EUA não conseguiram ou não quiseram implementar medidas fiscais expansionistas, enquanto a Europa, deliberadamente, passou a adotar os princí- 3
4 Tabela 1: Variação nas Exportações e Importações dos EUA e UE (US$ bi) Tabela 1: Variação nas Exportações e Importações dos EUA e União Europeia (US$ bilhão)* 2002 a a 2013 Var. Export. Var. Import. Var. Saldo Var. Export. Var. Import. Var. Saldo EUA (375) União Europeia (340) 381 (88) 469 * Exclui o comércio intra União Europeia. Fonte: WTO. entre 2008 e 2013, eua e união europeia retomaram da economia mundial grande parte do impulso dado no período de auge do comércio internacional pios da austeridade para lidar com desequilíbrios fiscais e de balança de pagamento. Do ponto de vista da economia global, essas ações resultaram em ajuste contracionista nos fluxos de comércio. Uma das consequências foi a inversão do saldo comercial dessas duas economias frente ao resto do mundo. Nesse segundo período, em nítido contraste com o primeiro, os EUA e a União Europeia, que eram economias crescentemente deficitárias, melhoraram seu saldo em US$ 130 bilhões e US$ 469 bilhões, respectivamente. Chama atenção a União Europeia, cujo saldo mudou de sinal, saindo de um déficit de US$ 298 bilhões, em 2008, para um superávit de US$ 170 bilhões, em No âmbito da União Europeia, destaca-se o ajuste do Reino Unido, que reduziu seu déficit em US$ 73 bilhões. A mudança foi ainda maior nos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), que reverteram seu saldo conjunto, ao saírem de um déficit de US$ 220 bilhões, em 2008, para um superávit de US$ 28 bilhões. Somente a Espanha reduziu seu déficit em US$ 116 bilhões. A análise dos fluxos de exportações e importações traz mais informações sobre as alterações nas contas externas dos EUA e da União Europeia, como mostra a Tabela 1. Confirma o diagnóstico de que o ajuste contracionista foi maior na União Europeia, em que a ampliação das exportações foi acompanhada por queda das importações. Novamente, as mudanças foram maiores nos PIIGS, por conta dos ajustes impostos pela Troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e FMI), acompanhados por recessão nessas economias. Na Espanha, a queda das importações chegou a US$ 82 bilhões, ao passo que as exportações cresceram US$ 34 bilhões, entre 2008 e Como resultado, EUA e União Europeia retomaram da economia mundial uma grande parte do impulso dado no período de auge do comércio internacional. Vale dizer que a deterioração no comércio exterior não poupou países desenvolvidos e mesmo economias que já estavam com trajetória de ampliação do déficit comercial, no período de 2002 e Como exemplos, temos África do Sul, Índia, Indonésia, Japão e Turquia. Dentre aqueles que apresentavam trajetória de aumento no superávit ou redução do déficit, até 2008, e pioraram seus saldos comerciais no período recente, encontram-se Canadá, China e Brasil. As principais exceções foram os países da OPEP e a Rússia que, por conta dos aumentos dos preços do petróleo e de combustíveis, continuaram a ampliar seus saldos comerciais. O Gráfico 3 mostra a evolução dos saldos comerciais no caso de algumas das maiores economias emergentes. A China se distingue por ter mantido superávits bem elevados, apesar da queda entre 2008 a Brasil, Indonésia e África do Sul tiveram piora do saldo comercial, mas 4
5 Gráfico 3: Evolução do saldo comercial em países selecionados (US$ bi) Fonte: WTO. China Brasil India Turquia Af Sul Indonesia sem que isso levasse a déficits elevados ao final do período. Situação bem diferente ocorreu na Índia e Turquia, que apresentaram déficits de US$ 153 bilhões e US$ 100 bilhões, respectivamente, em Até aqui, vimos, de um lado, o forte ajuste nas contas de comércio dos Estados Unidos e União Europeia, que, com a crise internacional, passaram de geradores de déficits comerciais crescentes, para uma trajetória de redução desses déficits. No caso da União Europeia, a economia do bloco passou a apresentar superávit comercial. Do outro lado, temos alguns desenvolvidos, com destaque para o Japão, e algumas das maiores economias emergentes. Sem dúvida, são economias bastante diferentes em termos de estruturas produtivas, políticas econômicas, inserção internacional, pautas de comércio exterior e termos de troca. Apesar dessas diferenças, tiveram, em comum, a deterioração das suas balanças comerciais, no período recente. No que segue, analisamos de forma mais detida os efeitos do rebalanceamento do comércio mundial sobre o Brasil. brasil, indonésia e áfrica do sul tiveram piora do saldo comercial, mas sem que isso levasse a déficits elevados ao final do período o rebalanceamento do comércio mundial De 2002 a 2008, a economia brasileira se valeu das oportunidades abertas pelo crescimento do comércio internacional. As exportações cresceram a uma taxa média de 22% a.a., diante de um aumento médio de 16% a.a. do comércio mundial, no período. A correlação entre os desempenhos brasileiro e mundial continuou no período pós crise financeira internacional, quando as exportações brasileiras acompanharam a maior volatilidade do comércio internacional. O gráfico 4 mostra que as vendas ao exterior do Brasil cresceram acima da média mundial nos anos de expansão robusta do comércio internacional. O desempenho ficou abaixo nos anos de queda ou virtual estagnação desse comércio. 5
6 Gráfico 4: Crescimento das exportações - Brasil e mundo (%) Fonte: WTO e Secex/MDIC. chama atenção a forte ampliação do comércio brasileiro com a china, tanto pelo lado das exportações, quanto das importações No que segue, focamos a análise no período 2008 a Nosso objetivo é entender a mudança no comércio exterior brasileiro, a partir do diagnóstico do rebalanceamento do comércio mundial, apresentado na seção anterior. O Gráfico 5 mostra as variações nos fluxos de comércio com outros países e com blocos econômicos. No eixo horizontal, apresentamos os valores das variações das importações brasileiras para esses mercados, no período 2008 a No eixo vertical, temos as variações das exportações. A reta de 45 graus separa os países com os quais tivemos aumento do nosso saldo comercial, daqueles com queda no saldo. Com exceção dos EUA, o Brasil ampliou suas exportações para os diferentes países e blocos econômicos analisados. Chama atenção a forte ampliação do comércio brasileiro com a China, tanto pelo lado das exportações, quanto das importações. O saldo comercial brasileiro aumentou nos intercâmbios com China, Japão e Oriente Médio. No entanto, essa melhora foi insuficiente para fazer frente às pioras nos saldos com os EUA, União Europeia, América do Sul (Argentina e demais), África e com o conjunto dos demais países. Observamos que a queda no saldo brasileiro foi concentrada no comércio com Estados Unidos e União Europeia. Do ponto de vista dessas duas economias, uma pequena parte dos ajustes nas suas contas de comércio exterior, observado na seção anterior, recaiu sobre o Brasil. A piora no saldo brasileiro com essas economias ficou em US$ 26 bilhões (US$ 13 bilhões com cada um), entre 2008 e Essa variação supera a queda de US$ 22 bilhões no saldo total do Brasil, no período. O aumento de US$ 12 bilhões no saldo brasileiro com a China, compensou, apenas parcialmente, a deterioração com os EUA e com a União Europeia. As trajetórias dos saldos comerciais brasileiros com essas três economias chama atenção. Entre 2008 e 2013, observa-se uma queda quase contínua no saldo com os EUA e com a União Europeia. Exceto 6
7 Gráfico 5: Variações nos Fluxos de Comércio do Brasil (US$ bi) Fonte: Secex/MDIC. em 2012, o saldo com China tem aumentado. No entanto, a melhora com a China tem sido bem mais suave do que a deterioração no saldo com as duas outras economias. comentários finais Neste estudo, analisamos as mudanças recentes nas contas externas brasileiras em um contexto global de rebalanceamento do comércio mundial, que se seguiu à eclosão da crise financeira internacional. Nesse sentido, podemos dizer que a piora no saldo comercial brasileiro guarda relação com movimentos semelhantes ocorridos em outras grandes economias emergentes, como África do Sul, Índia, Indonésia e Turquia, entre 2008 e Quando comparada com a Índia e Turquia, na verdade, a queda no saldo brasileiro foi pouco expressiva. Até a China, que ainda mantém superávits comerciais elevados, percebeu saldos comerciais menores. A deterioração do saldo em grandes economias emergentes, por sua vez, está inserida em um movimento de ajuste expressivo nas contas de comércio dos EUA e a União Europeia, países que deram origem à crise financeira internacional. Contrasta fortemente com o ocorrido nos anos de auge do comércio mundial, que marcou o período de 2002 a 2008, quando essas duas economias tiveram déficits comerciais crescentes. Entre 2008 e 2013, essa melhora foi quase integralmente devolvida, tendo o saldo comercial conjunto dessas economias retornado, em 2013, ao valor de No caso do Brasil, a queda no saldo comercial com EUA e com a União Europeia supera a redução total no superávit brasileiro, entre 2008 e Foi também mais de duas vezes maior do que a melhora no saldo com a China. Mais do que isso, enquanto a deterioração no saldo com EUA e União Europeia tem apresentado uma nítida aceleração, a a deterioração do saldo em economias emergentes está inserida em um movimento de ajuste expressivo nas contas de comércio dos eua e união europeia 7
8 8 Gráfico 6: Saldo Comercial do Brasil com EUA, UE e China (US$ bi) Fonte: Secex/MDIC. tendência de aumento no superávit com a China tem sido mais modesta. À luz dessa abordagem, conclui-se que é importante deslocar um pouco o foco, muitas vezes exclusivo, que tem sido ao dado ao aprofundamento das relações comerciais do Brasil com a China, para o comércio com os EUA e União Europeia. O estudo aponta também para a necessidade de se olhar com atenção para as melhoras recentes na economia dos EUA e para o movimento de saída da crise na União Europeia. Serve como crítica ao senso comum de que esses desempenhos são, necessariamente, favoráveis ao comércio exterior dos demais países. De fato, a recuperação dessas duas economias tem vindo menos pelo lado da demanda doméstica, que puxaria as exportações dos demais países, e mais acompanhado pelo ajuste externo, que tem tido como contrapartida a piora dos saldos comerciais no resto do mundo. Nesse sentido, a piora do saldo comercial brasileiro não pode ser atribuída diretamente à perda de competitividade, devendo-se ter em conta a magnitude do rebalanceamento da economia mundial, que nos foi desfavorável. Se você quer receber os próximos números desta publicação envie para [email protected]
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