1 Espaço Euclideano e sua Topologia
|
|
|
- Maria Vitória Fagundes
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Espaço Euclideano e sua Topologia Topologia é a estrutura básica para a de nição dos conceitos de limite e continuidade de aplicações. O Espaço Euclideano é caracterizado por uma topologia especial, de nida a partir da métrica associada ao produto interno e norma euclideanos. O produto interno e a norma euclideanos estão diretamente relacionados à Geometria Euclideana, especi camente com as noções de comprimento e ângulo. De nição 1.1 (Espaço Euclideano) Para n 2 N, o espaço euclideano n-dimensional é de nido pelo produto carteziano do conjunto R dos números reais: R n := R ::: R = fx = (x {z } 1 ; :::; x n ) ; x 1 ; :::; x n 2 Rg : n vezes R n é um espaço vetorial com soma e multiplicação escalar de nidos por + : R n R n! R n ; x + y = (x 1 + y 1 ; :::; x n + y n ) ; : R R n! R n ; cx = (cx 1 ; :::; cx n ) : A dimensão de R n é exatamente n e a base canônica de R n é de nida por e j = (0; :::; 0; 1; 0; :::; 0) {z } "j-ésima posição O produto interno canônico em R n é de nido por ; j = 1; :::; n: h; i : R n R n! R ; hx; yi := x 1 y 1 + ::: + x n y n : A norma canônica é de nida a partir do produto interno canônico: k k : R n! [0; 1) ; kxk := p q hx; xi = x ::: + x2 n: A métrica euclideana é de nida a partir da norma canônica: q d : R n R n! R ; d (x; y) := kx yk = (x 1 y 1 ) 2 + ::: + (x n y n ) 2 : Podemos veri car diretamente que h; i, k k e d realmente de nem (i.e., satisfazem os axiomas de) um produto interno, uma norma e uma métrica em R n, respectivamente. De nição 1.2 (Topologia de R n ) A bola aberta de centro p 2 R n e raio r > 0 é o conjunto de nido por B (p; r) := fx 2 R n = kx pk < rg : Um subconjunto X R n é chamado aberto quando X = ; ou 8p 2 X; 9r > 0 = B (p; r) X: Um subconjunto X R n é chamado fechado quando X = ; ou seu complementar é aberto: 8p =2 X; 9r > 0 = B (p; r) R n n X: A topologia euclideana de R n é de nida pela classe dos subconjuntos abertos de R n, := fa R n = A é abertog : 1
2 As de nição e as propriedades básicas das sequências convergentes em espaços euclideanos são completamente análogas à de nição e propriedades básicas de sequências em R; isso decorre da caracterização da convergência de uma sequência em termos da convergência das sequências coordenadas (teorema 1.2). De nição 1.3 Sejam A R n subconjunto não-vazio e p 2 R n. p é ponto interior de A quando 9" > 0 = B (p; ") A: p é ponto exterior de A quando ele é ponto interior do complemento de A em R n : 9" > 0 = B (p; ") R n n A: p é ponto de fronteira de A quando 8" > 0 = B (p; ") \ A 6= ; e B (p; ") \ R n n A 6= ;: p é ponto de acumulação de A quando 8" > 0 = (B (p; ") n fpg) \ A 6= ;: 2
3 1.1 Limite de Sequências De nição 1.4 (Limite de Sequências) Dizemos que uma sequência (x k ) k2n R n converge para um ponto x 2 R n quando 8" > 0 9k 0 2 N = k k 0 ) kx k xk < ": Nesse caso, dizemos que (x k ) k2n é uma sequência convergente com limite x e escrevemos lim x k = x: n!1 (Essa notação é justi cada pelo fato de uma sequência convergente possuir um único limite.) A de nição de limite de sequências possui a seguinte reformulação em termos da topologia de R n (que não menciona a métrica euclideana): Lema 1.1 Uma sequência (x k ) k2n R n converge para x 2 R n se, e somente se: 8A R n aberto = x 2 A ) 9k 0 2 N = k k 0 ) x k 2 A: De nição 1.5 (Sequência de Cauchy) Dizemos que uma sequência (x k ) k2n R n é uma sequência de Cauchy quando 8" > 0 9k 0 2 N = k; j k 0 ) kx k x j k < ": Teorema 1.1 (Convergência e Propriedade de Cauchy) Uma sequência (x k ) k2n R n é convergente se, e somente se, é uma sequência de Cauchy. Observação 1.1 Dizemos que o espaço euclideano R n é completo pelo fato das sequências de Cauchy serem convergentes. O seguinte teorema reduz a análise da convergência de sequências no espaço euclideano à análise de sequências convergentes em R: Teorema 1.2 (Convergência em Coordenadas) Seja (x k ) k2n R n uma sequência cuja expressão em coordenadas canônicas é x k = (x k1 ; :::; x kn ) ; 8k 2 N: Então, (x k ) k2n é convergente e somente se suas sequências coordenadas convergem; além disso vale lim x k = x () lim x k j = x j ; 8j = 1; :::; n: k!1 k!1 Prova. A essência da prova deste teorema está nas desigualdades jx k j kxk jx 1 j + ::: + jx n j ; 8x = (x 1 ; :::; x n ) 2 R n : 3
4 Teorema 1.3 (Propriedades Algébricas dos Limites) Valem: Se (x n ) ; (y n ) R n é um par de sequências convergentes e c 2 R é um número qualquer, então: lim cx n = c lim x n; lim (x n y n ) = lim x n lim y n: n!1 n!1 n!1 n!1 n!1 Se (x n ) R n e (k n ) R são sequências convergentes, então lim (k nx n ) = lim k n lim x n ; lim (x n=k n ) = lim x n= lim k n x!p n!1 n!1 n!1 n!1 n!1 se lim k n 6= 0 : n!1 Teorema 1.4 (Confronto) Sejam (x n ) ; (y n ) R n sequências tais que (x n ) é convergente e Então (y n ) é convergente para o mesmo limite de (x n ): lim kx n y n k = 0: n!1 lim x n = lim y n: n!1 n!1 4
5 1.2 Limite de Aplicações De nição 1.6 (Limite de Aplicações) Seja f : U R n! R m uma aplicação. acumulação p 2 U 0 é y 2 R m quando O limite de f num ponto de 8" > 0 9 > 0 = x 2 U; 0 < kx pk < ) kf (x) f (p)k < ": O seguinte teorema reduz a análise do limite de aplicações no espaço euclideano à análise de sequências convergentes: Teorema 1.5 (Limite e Sequências) Seja f : U R n! R m uma aplicação. O limite de f num ponto de acumulação p 2 U 0 é y 2 R m se, e somente se: para toda sequência (x k ) k2n U n fpg convergente para p, vale (f (x k )) k2n R m é uma sequência que converge para f (p): lim f (x) = y () x!p 8 (x k ) k2n U n fpg ; lim x k = p ) lim f (x k) = y : k!1 k!1 O seguinte teorema reduz a análise do limite de aplicações no espaço euclideano à análise de limites de funções reais: Teorema 1.6 (Limite em Coordenadas) Seja f : U R n! R m uma aplicação. O limite de f num ponto de acumulação p 2 U 0 é y 2 R m se, e somente se, o limite das funções coordenadas de f em p são as coordenadas de y:então, (x k ) k2n é convergente e somente se suas sequências coordenadas convergem; além disso vale lim f (x) = y () lim f j (x) = y j ; 8j = 1; :::; m: x!p x!p Teorema 1.7 (Propriedades Algébricas dos Limites) Valem: Se f; g : U! R m é um par aplicações com limite em p 2 U e c 2 R é um número qualquer, então: lim cf = c lim f; lim (f g) = lim f lim g: x!p x!p x!p x!p x!p Se f : U! R m e k : U! R são aplicações com limite em p 2 U, então: lim (kf) = lim k lim g ; lim (f=k) = lim f= lim k x!p x!p x!p x!p x!p x!p se lim k 6= 0 : x!p Se f : U! R m e g : V! R k são aplicações tais que f (U) V, f tem limite em p e g tem limite em f (p), então a composição f g tem limite em p e lim g f = lim g: x!p y!f(p) A análise da continuidade de uma função real reduz-se à análise da continuidade de funções reais de uma única variável: Teorema 1.8 (Limite ao longo de caminhos) Sejam f : U R n! R m com domínio localmente conexo e p 2 U 0 um ponto de acumulação. Então, f possui limite y 2 R m em p se, e somente se: para todo caminho : I! U que possui um ponto de acumulação t 2 I 0 no qual possui limite p, vale que f é função que tem limite y em t : lim (t) = p; t!t lim f (t) = y: t!t 5
6 Prova. (() Suponha que f não tenha limite y em p. Vamos construir um caminho (contínuo) : [0; 1)! U com lim t!1 (t) = p tal que f não possui limite y em t = 1. Com efeito, a hipótese de que f não possui limite y em p implica que existem " > 0 e uma sequência (x n ) n2n Un fpg tais que lim x n = p ; kf (x n ) f (p)k ": n!1 Como U é localmente conexo, passando a uma subsequência se necessário, podemos ligar os pontos da sequência (x n ) por um caminho (contínuo), e.g., (t) := 2 2 k+1 k k+1 t x k + 2 k+1 t 2 k 1 2 k x k+1 ; Então: é um caminho (contínuo) contido em U tal que lim t!1 (t) = p e 2 k f 1 f (p) = kf (x k) f (p)k " ; 8k 2 N; portanto, f não possui limite y em t = 1. 2 k 2 k 1 2 k t < 2k k+1 ; k = 0; 1; 2; ::: 6
7 1.3 Continuidade O conceito de continuidade de aplicações de várias variáveis é análogo ao conceito de continuidade de funções de uma variável e possui propriedades análogas. De nição 1.7 (Continuidade) Seja f : U R n! R m uma aplicação. Dizemos que f é contínua em p 2 U quando 8" > 0 9 > 0 = x 2 U; kx pk < ) kf (x) f (p)k < ": Equivalentemente, 8 (x k ) k2n U n fpg ; lim n!1 x k = p ) lim n!1 f (x k) = f (p) : A análise da continuidade de uma aplicação vetorial reduz-se à análise da continuidade de funções reais: Teorema 1.9 (Continuidade das funções coordenadas) Seja f : U R n! R m uma aplicação com funções coordenadas (f 1 ; :::; f m ). Então, f é contínua em p 2 U se, e somente se, cada função coordenada f j é contínua em p, para todo j = 1; :::; m. A análise da continuidade de uma função real reduz-se à análise da continuidade de funções reais de uma única variável: Teorema 1.10 (Continuidade ao longo de caminhos) Seja f : U R n! R uma função real com domínio localmente conexo. Então, f é contínua em p 2 U se, e somente se, para todo caminho contínuo : [t 0 ; t 1 ]! U com (t ) = p para algum t 2 [t 0 ; t 1 ], tem-se que f é função contínua em t ; nesse caso, vale o seguinte limite (que independe da curva ) lim f (t) = f (p) t!t Teorema 1.11 (Propriedades Algébricas das Aplicações Contínuas) Valem: Se f; g : U! R m é um par aplicações contínuas em p 2 U e c 2 R é um número qualquer, então são contínuas em p as aplicações cf ; f + g ; f g: Se f : U! R m e k : U! R são aplicações contínuas em p 2 U, são contínuas as aplicações kf ; f=k: Se f : U! R m e g : V! R k são aplicações tais que f (U) V, f é contínua em p e g é contínua em f (p), então a composição f g é uma aplicação contínua em p. 7
8 1.4 Problemas i. (De nição topológica de continuidade de aplicações) Seja X R n aberto e f : X! R m uma aplicação. Prove que f é contínua em X se e somente se: ii. Calcule os limites, se existirem: A R m aberto ) f 1 (A) X é aberto: (i) lim x!0 y!0 x 3 2y 3 2x 2 + 3y 2 ; (ii) lim x!0 y!0 sin (xy) sin (x) sin (y) cos (x) 1 ; (iii) lim x!0 xy + z + 1 y!1 z! 1 iii. Prove que a função é contínua em todos os pontos do plano, exceto na origem: 1 i) f (x; y) = xy x 2 +y 2 ; (x; y) 6= (0; 0) 0 ; (x; y) = (0; 0) ; ii) g (x; y) = ( x 2 y x 4 +y 2 ; (x; y) 6= (0; 0) 0 ; (x; y) = (0; 0) : iv. Prove que a função é contínua em todos os pontos do plano, inclusive na origem: ( p xy ; (x; y) 6= (0; 0) f : R 2! R 2 ; f (x; y) = x2 +y 2 0 ; (x; y) = (0; 0) v. Prove que a função é contínua em todos os pontos do plano, exceto na reta x = y: xy f (x; y) = x y ; x 6= y 0 ; x = y : vi. Prove que a função é contínua em todos os pontos do plano, incluindo a origem e excetuando os pontos dos eixos coordenados fora da origem: ( x f (x; y) = 2 + y 2 1 sin xy ; x 6= 0 e y 6= 0 0 ; x = 0 ou y = 0 : 1 Sugestões: (i) analise o comportamento de f ao longo das retas que passam pela origem; (ii) analise o comportamento de f ao longo das retas que passam pela origem e veri que que a restrição de f a essas curvas é contínua; então, analise o comportamento de f ao longo das parábolas que passam pela origem. 8
MAT Cálculo Avançado - Notas de Aula
bola fechada de centro a e raio r: B r [a] = {p X d(p, a) r} MAT5711 - Cálculo Avançado - Notas de Aula 2 de março de 2010 1 ESPAÇOS MÉTRICOS Definição 11 Um espaço métrico é um par (X, d), onde X é um
LISTA 3 DE INTRODUÇÃO À TOPOLOGIA 2011
LISTA 3 DE INTRODUÇÃO À TOPOLOGIA 2011 RICARDO SA EARP Limites e continuidade em espaços topológicos (1) (a) Assuma que Y = A B, onde A e B são subconjuntos abertos disjuntos não vazios. Deduza que A B
CDI-II. Resumo das Aulas Teóricas (Semana 1) 2 Norma. Distância. Bola. R n = R R R
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Prof. Gabriel Pires CDI-II Resumo das Aulas Teóricas (Semana 1) 1 Notação R n = R R R x R n : x = (x 1, x 2,, x n ) ; x
Exercícios de topologia geral, espaços métricos e espaços vetoriais
Exercícios de topologia geral, espaços métricos e espaços vetoriais 9 de Dezembro de 2009 Resumo O material nestas notas serve como revisão e treino para o curso. Estudantes que nunca tenham estudado estes
1.1 Domínios & Regiões
1. CAMPOS ESCALARES CÁLCULO 2-2018.2 1.1 Domínios & Regiões 1. Esboce o conjunto R do plano R 2 dada abaixo e determine sua fronteira. Classi que R em: aberto, fechado, itado, compacto, ou conexo. (a)
Prova: Usando as definições e propriedades de números reais, temos λz = λx + iλy e
Lista Especial de Exercícios de Física Matemática I Soluções (Número complexo, sequência de Cauchy, função exponencial e movimento hamônico simples) IFUSP - 8 de Agosto de 08 Exercício Se z x + iy, x,
MAT 5798 Medida e Integração Exercícios de Revisão de Espaços Métricos
MAT 5798 Medida e Integração Exercícios de Revisão de Espaços Métricos Prof. Edson de Faria 30 de Março de 2014 Observação: O objetivo desta lista é motivar uma revisão dos conceitos e fatos básicos sobre
1 Limites e Conjuntos Abertos
1 Limites e Conjuntos Abertos 1.1 Sequências de números reais Definição. Uma sequência de números reais é uma associação de um número real a cada número natural. Exemplos: 1. {1,2,3,4,...} 2. {1,1/2,1/3,1/4,...}
Propriedades das Funções Contínuas
Propriedades das Funções Contínuas Prof. Doherty Andrade 2005- UEM Sumário 1 Seqüências 2 1.1 O Corpo dos Números Reais.......................... 2 1.2 Seqüências.................................... 5
{ 1 se x é racional, 0 se x é irracional. cos(k!πx) = cos(mπ) = ±1. { 1 se x Ak
Solução dos Exercícios Capítulo 0 Exercício 0.: Seja f k : [0, ] R a função definida por Mostre que f k (x) = lim j (cos k!πx)2j. { f k (x) = se x {/k!, 2/k!,..., }, 0 senão e que f k converge pontualmente
Introdução à Linguagem da Topologia
Introdução à Linguagem da Topologia Corpos Define-se corpo por um conjunto K, munido de duas operações básicas chamadas de adição e multiplicação. São os axiomas do corpo: Axiomas da Adição Associatividade:
Noções (básicas) de Topologia Geral, espaços métricos, espaços normados e espaços com produto interno. André Arbex Hallack
Noções (básicas) de Topologia Geral, espaços métricos, espaços normados e espaços com produto interno André Arbex Hallack Setembro/2011 Introdução O presente texto surgiu para dar suporte a um Seminário
Capítulo 1 Como motivação para a construção dos números complexos aconselha-se o visionamento do quinto do capítulo do documentário Dimensions, disponível em http://www.dimensions-math.org/ Slides de apoio
1 Distância entre dois pontos do plano
Noções Topológicas do Plano Americo Cunha André Zaccur Débora Mondaini Ricardo Sá Earp Departamento de Matemática Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 1 Distância entre dois pontos do plano
Topologia. Fernando Silva. (Licenciatura em Matemática, 2007/2008) 13-agosto-2018
Topologia (Licenciatura em Matemática, 2007/2008) Fernando Silva 13-agosto-2018 A última revisão deste texto está disponível em http://webpages.fc.ul.pt/~fasilva/top/ Este texto é uma revisão do texto
Resumos de CDI-II. 1. Topologia e Continuidade de Funções em R n. 1. A bola aberta de centro em a R n e raio r > 0 é o conjunto
Resumos de CD- 1. Topologia e Continuidade de Funções em R n 1. A bola aberta de centro em a R n e raio r > 0 é o conjunto B r (a) = {x R n : x a < r}. 2. Seja A R n um conjunto. m ponto a A diz-se: (i)
Capítulo Topologia e sucessões. 7.1 Considere o subconjunto de R 2 : D = {(x, y) : xy > 1}.
Capítulo 7 Introdução à Análise em R n 7. Topologia e sucessões 7. Considere o subconjunto de R 2 : D = {(x, y) : > }.. Indique um ponto interior, um ponto fronteiro e um ponto exterior ao conjunto D e
Bases Matemáticas Continuidade. Propriedades do Limite de Funções. Daniel Miranda
Daniel De modo intuitivo, uma função f : A B, com A,B R é dita contínua se variações suficientemente pequenas em x resultam em variações pequenas de f(x), ou equivalentemente, se para x suficientemente
Lista de Exercícios da Primeira Semana Análise Real
Lista de Exercícios da Primeira Semana Análise Real Nesta lista, a n, b n, c n serão sempre sequências de números reais.. Mostre que todo conjunto ordenado com a propriedade do supremo possui a propriedade
Espaços vectoriais reais
Espaços Vectoriais - Matemática II - 2004/05 40 Introdução Espaços vectoriais reais O que é que têm em comum o conjunto dos pares ordenados de números reais, o conjunto dos vectores livres no espaço, o
denomina-se norma do vetor (x 1,..., x n ). (Desigualdade de Schwarz) Quaisquer que sejam os vetores u e v de R n, tem-se
Teoria FUNÇÕES VETORIAIS Geometria do Espaço R n : O espaço R n é um espaço vetorial sobre R com as operações de soma e multiplicação por escalar definidas coordenada a coordenada. O número (x 1,..., x
Notas Sobre Sequências e Séries Alexandre Fernandes
Notas Sobre Sequências e Séries 2015 Alexandre Fernandes Limite de seqüências Definição. Uma seq. (s n ) converge para a R, ou a R é limite de (s n ), se para cada ɛ > 0 existe n 0 N tal que s n a < ɛ
Leandro F. Aurichi de novembro de Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação - Universidade de São Paulo, São Carlos, SP
Espaços Métricos Leandro F. Aurichi 1 30 de novembro de 2010 1 Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação - Universidade de São Paulo, São Carlos, SP 2 Sumário 1 Conceitos básicos 5 1.1 Métricas...........................................
54 CAPÍTULO 2. GEOMETRIA ANALÍTICA ( ) =
54 CAPÍTULO. GEOMETRIA ANALÍTICA.5 Cônicas O grá co da equação + + + + + = 0 (.4) onde,,,, e são constantes com, e, não todos nulos, é uma cônica. A equação (.4) é chamada de equação geral do grau em e
Topologia do espaço Euclidiano
Capítulo 1 Topologia do espaço Euclidiano 1 O espaço vetorial R n iguais a R: Seja n N. O espaço euclidiano n dimensional é o produto cartesiano de n fatores R n = R R R }{{} n cópias Os pontos de R n
Limites de Funções de Variáveis Complexas
Limites de Funções de Variáveis Complexas AULA 2 META: Introduzir o conceito de limite de funções de variáveis complexas. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir limites de
Alexandre L. Madureira
Introdução à Análise Real em Uma Dimensão Pós-graduação da EPGE FGV 1 Alexandre L. Madureira Laboratório Nacional de Computação Científica LNCC, Brasil URL: http://www.lncc.br/ alm URL: http://www.lncc.br/
54 CAPÍTULO 2. GEOMETRIA ANALÍTICA ( ) =
54 CAPÍTULO. GEOMETRIA ANALÍTICA.5 Cônicas O grá co da equação + + + + + = 0 (.4) onde,,,, e são constantes com, e, não todos nulos, é uma cônica. A equação (.4) é chamada de equação geral do grau em e
Exercícios de Álgebra Linear 2 o Semestre 2008/2009 LEIC, LEGM, LMAC, MEFT, MEBiom e MEC
Exercícios de Álgebra Linear o Semestre 008/009 LEIC, LEGM, LMAC, MEFT, MEBiom e MEC João Ferreira Alves/Ricardo Coutinho Sistemas de Equações Lineares e Matrizes Exercício Resolva por eliminação de Gauss
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas - CCE Departamento de Matemática Primeira Lista de MAT641 - Análise no R n
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Exatas - CCE Departamento de Matemática Primeira Lista de MAT641 - Análise no R n 1. Exercícios do livro Análise Real, volume 2, Elon Lages Lima, páginas
Sobre a dinâmica de aplicações do círculo e do toro
Sobre a dinâmica de aplicações do círculo e do toro Fernando Oliveira U. F. de Minas Gerais EMALCA 2010 Fernando Oliveira (U. F. de Minas Gerais) Sobre a dinâmica de aplicações do círculo e do toro EMALCA
CDI-II. Limites. Continuidade
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Prof. Gabriel Pires CDI-II Limites. Continuidade 1 Introdução Oassunto central docálculo emr n éoestudo defunções cujosdomínios
Matemática /09 - Produto Interno 32. Produto Interno
Matemática - 2008/09 - Produto Interno 32 Produto Interno A noção de produto interno (ou escalar) de vectores foi introduzida no ensino secundário, para vectores com duas ou três coordenadass. Neste capítulo
Então (τ x, ) é um conjunto dirigido e se tomarmos x U U, para cada U vizinhança de x, então (x U ) U I é uma rede em X.
1. Redes Quando trabalhamos no R n, podemos testar várias propriedades de um conjunto A usando seqüências. Por exemplo: se A = A, se A é compacto, ou se a função f : R n R m é contínua. Mas, em espaços
Preliminares de Cálculo
Preliminares de Cálculo Profs. Ulysses Sodré e Olivio Augusto Weber Londrina, 21 de Fevereiro de 2008, arquivo: precalc.tex... Conteúdo 1 Números reais 2 1.1 Algumas propriedades do corpo R dos números
Derivadas Parciais Capítulo 14
Derivadas Parciais Capítulo 14 DERIVADAS PARCIAIS 14.2 Limites e Continuidade Nesta seção, aprenderemos sobre: Limites e continuidade de vários tipos de funções. LIMITES E CONTINUIDADE Vamos comparar o
2.1 Sucessões. Convergência de sucessões
Capítulo 2 Sucessões reais Inicia-se o capítulo introduzindo os conceitos de sucessão limitada, sucessão monótona, sucessão convergente e relacionando estes conceitos entre si. A análise da convergência
Turma Demonstre que a série dada é convergente e encontre sua soma. x n uma série de termos não-nulos. Demonstre que se n=1.
Universidade Federal de Viçosa Departamento de Matemática Exercícios de Análise I - MAT 34 Mostre que: (a) + P (b) + P n=3 (c) + P n= n(n+)(n+) = 4 4n 3 (n )n(n+3) =3 5 n+3 (n )n(n+) =65 36 (d) Se α >0,
ANÁLISE MATEMÁTICA PARA ECONOMISTAS: NOTAS DE AULA
ANÁLISE MATEMÁTICA PARA ECONOMISTAS: NOTAS DE AULA Este documento consiste em notas de aula para o capítulo 3 de Bartle & Sherbert (Introduction to Real Analysis. 3 ā edição. Nova Iorque: John Wiley &
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA LISTA DE EXERCÍCIOS DE MAT243-CÁLCULO III
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA LISTA DE EXERCÍCIOS DE MAT243-CÁLCULO III Capítulo 1 Vetores no Rn 1. Sejam u e v vetores tais que e u v = 2 e v = 1. Calcule v u v. 2. Sejam u
Convergência, séries de potência e funções analíticas
Convergência, séries de potência e funções analíticas Roberto Imbuzeiro Oliveira March 13, 2015 1 Algumas palavras sobre convergência em C Tudo o que descreveremos aqui é análogo ao que se define e prova
Análise Matemática II - 1 o Semestre 2001/ o Exame - 25 de Janeiro de h
Instituto Superior Técnico Departamento de Matemática Secção de Álgebra e Análise Análise Matemática II - 1 o Semestre 2001/2002 2 o Exame - 25 de Janeiro de 2001-9 h Todos os cursos excepto Eng. Civil,
O TEOREMA DE ARZELÁ ASCOLI. Osmar Rogério Reis Severiano¹, Fernando Pereira de Souza².
Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 51 O TEOREMA DE ARZELÁ ASCOLI Osmar Rogério Reis Severiano¹, Fernando Pereira de Souza² ¹Acadêmico do Curso de matemática
1 Álgebra linear matricial
MTM510019 Métodos Computacionais de Otimização 2018.2 1 Álgebra linear matricial Revisão Um vetor x R n será representado por um vetor coluna x 1 x 2 x =., x n enquanto o transposto de x corresponde a
Espaços vectoriais reais
ALGA - 00/0 - Espaços Vectoriais 49 Introdução Espaços vectoriais reais O que é que têm em comum o conjunto dos pares ordenados de números reais, o conjunto dos vectores livres no espaço, o conjunto das
Instituto Tecnológico de Aeronáutica / Departamento de Matemática / 2 o Fund / a LISTA DE MAT-32
1 Instituto Tecnológico de Aeronáutica / Departamento de Matemática / 2 o Fund / 2012. 1 a LISTA DE MAT-32 Nos exercícios de 1 a 9, classi car e apresentar, formalmente, solução (ou candidata a solução)
Convergência, séries de potência e funções analíticas
Convergência, séries de potência e funções analíticas Roberto Imbuzeiro Oliveira March 16, 2011 1 Algumas palavras sobre convergência em C Tudo o que descreveremos aqui é análogo ao que se define e prova
Alexandre L. Madureira. Laboratório Nacional de Computação Científica LNCC, Brasil URL: alm
Introdução à Análise Real 1 Alexandre L. Madureira Laboratório Nacional de Computação Científica LNCC, Brasil URL: http://www.lncc.br/ alm 1 06 de outubro de 2008 Prefácio. Estas notas de aula são relativas
Espaços Vetoriais II
Espaços Vetoriais II Juliana Pimentel [email protected] http://hostel.ufabc.edu.br/ juliana.pimentel Sala 507-2 - Bloco A, Torre 2 Espaço Vetorial C[a, b] Denotamos por C[a, b] o conjunto de
Lista de exercícios 1
Lista de exercícios 1 MAT-160 Topologia Geral Quadrimestre 2017.2 1. Sejam τ 1 e τ 2 topologias sobre um conjunto X tais que τ 1 τ 2. Mostre que, para todo A X, tem-se que int τ1 (A) int τ2 (A) e A τ 1
4.1 Função Complexa de uma Variável Real. 4.2 Contornos. 1. Calcule as seguintes integrais: Z =4 e it dt. Z 1 e wt dt; (Re w > 0) (c)
VAIÁVEL COMPLEXA 4. INTEGAÇÃO COMPLEXA 4. Função Complexa de uma Variável eal. Calcule as seguintes integrais: =4 e it dt e wt dt; (e w > ) (c) 2 e imt e int dt; m; n 2 : 2. Calcule as integrais trigonométricas:
Noções Topológicas em R n
Noções Topológicas em R n Revisão - norma e distância em R n Chama-se norma Euclideana em R n à norma associada ao produto interno canónico em R n, isto é, à função definida por PP : R n v R x v PxP x
Cálculo Diferencial em R n
Cálculo Diferencial em R n Derivadas parciais DMAT ESTSetúbal-DMAT 1 de Março de 2011 DMAT (ESTSetúbal-DMAT) LIÇÃO 19 1 de Março de 2011 1 / 12 Derivadas parciais de campos escalares De nição: Seja f :
Universidade Estadual de Montes Claros Departamento de Ciências Exatas Curso de Licenciatura em Matemática. Notas de Aulas de
Universidade Estadual de Montes Claros Departamento de Ciências Exatas Curso de Licenciatura em Matemática Notas de Aulas de Cálculo Rosivaldo Antonio Gonçalves Notas de aulas que foram elaboradas para
Topologia e Análise Linear. Maria Manuel Clementino, 2013/14
Maria Manuel Clementino, 2013/14 2013/14 1 ESPAÇOS MÉTRICOS Espaço Métrico Um par (X, d) diz-se um espaço métrico se X for um conjunto e d : X X R + for uma aplicação que verifica as seguintes condições,
Análise II (a parte no IR n )
Análise II (a parte no IR n ) Notas de aulas André Arbex Hallack Janeiro/2008 Índice 1 Noções Topológicas no IR n 1 1.1 O espaço vetorial IR n................................ 1 1.2 Seqüências......................................
Análise III (Análise no IR n )
Análise III (Análise no IR n ) Notas de aulas André Arbex Hallack Agosto/2008 Índice 1 Noções Topológicas no IR n 1 1.1 O espaço vetorial IR n................................ 1 1.2 Seqüências......................................
Convergência de Séries de Números Complexos
Convergência de Séries de Números Complexos META: Apresentar o conceito de convergência de séries de números complexos. OBJETIVOS: Ao fim da aula os alunos deverão ser capazes de: Definir convergência
Limites. 2.1 Limite de uma função
Limites 2 2. Limite de uma função Vamos investigar o comportamento da função f definida por f(x) = x 2 x + 2 para valores próximos de 2. A tabela a seguir fornece os valores de f(x) para valores de x próximos
Produtos de potências racionais. números primos.
MATEMÁTICA UNIVERSITÁRIA n o 4 Dezembro/2006 pp. 23 3 Produtos de potências racionais de números primos Mário B. Matos e Mário C. Matos INTRODUÇÃO Um dos conceitos mais simples é o de número natural e
Faremos aqui uma introdução aos espaços de Banach e as diferentes topologías que se podem definir nelas.
Capítulo 2 Espaços de Banach Faremos aqui uma introdução aos espaços de Banach e as diferentes topologías que se podem definir nelas. 2.1 Espaços métricos O conceito de espaço métrico é um dos conceitos
Topologia e espaços métricos
Topologia e espaços métricos Roberto Imbuzeiro Oliveira 7 de Fevereiro de 2014 Conteúdo 1 Preliminares sobre conjuntos 2 2 Introdução aos espaços métricos 3 2.1 Definição............................. 3
Matemática Licenciatura - Semestre Curso: Cálculo Diferencial e Integral I Professor: Robson Sousa. Diferenciabilidade
Matemática Licenciatura - Semestre 200. Curso: Cálculo Diferencial e Integral I Professor: Robson Sousa Diferenciabilidade Usando o estudo de ites apresentaremos o conceito de derivada de uma função real
Física Matemática II: Notas de aula
Física Matemática II: Notas de aula Rafael Sussumu Y. Miada Nessas notas, faremos uma introdução à teoria dos espaços métricos e normados, e aos operadores lineares em espaços normados. Os resultados obtidos
ANÁLISE E TOPOLOGIA. 1 o semestre. Estudaremos neste curso alguns dos conceitos centrais da análise matemática: números reais, derivadas,
ANÁLISE E TOPOLOGIA 1 o semestre Estudaremos neste curso alguns dos conceitos centrais da análise matemática: números reais, derivadas, séries e integrais. 1. Espaços topológicos e métricos Todos estes
Análise Matemática III. Textos de Apoio. Cristina Caldeira
Análise Matemática III Textos de Apoio Cristina Caldeira A grande maioria dos exercícios presentes nestes textos de apoio foram recolhidos de folhas práticas elaboradas ao longo dos anos por vários docentes
Espaços Euclidianos. Espaços R n. O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais:
Espaços Euclidianos Espaços R n O conjunto R n é definido como o conjunto de todas as n-uplas ordenadas de números reais: R n = {(x 1,..., x n ) : x 1,..., x n R}. R 1 é simplesmente o conjunto R dos números
Propriedades das Funções Contínuas e Deriváveis
Propriedades das Funções Contínuas e Deriváveis O Corpo dos Números Reais Prof. Doherty Andrade 2005/Agosto/20 Vamos rever algumas coisas que já sabemos sobre o corpo dos números reais. Por corpo entendemos
2 Conceitos Básicos da Geometria Diferencial Afim
2 Conceitos Básicos da Geometria Diferencial Afim Antes de iniciarmos o estudo das desigualdades isoperimétricas para curvas convexas, vamos rever alguns conceitos e resultados da Geometria Diferencial
Universidade Federal do Espírito Santo Prova de Álgebra II Prof. Lúcio Fassarella DMA/CEUNES/UFES Data: 07/05/2015
Universidade Federal do Espírito Santo Prova de Álgebra II Prof. Lúcio Fassarella DMA/CEUNES/UFES Data: 07/05/2015 Aluno: Matrícula. Nota: : :.Observações: I A prova tem duração de 100 min; não é permitido
Cálculo Diferencial e Integral I
Cálculo Diferencial e Integral I LEE, LEIC-T, LEGI e LERC - o semestre - / de Junho de - 9 horas I ( val.). (5, val.) Determine o valor dos integrais: x + (i) x ln x dx (ii) (9 x )( + x ) dx (i) Primitivando
Noções Topológicas em R n (n N)
Noções Topológicas em R n (n N) Cálculo II Departamento de Matemática Universidade de Aveiro 2018-2019 Cálculo II 2018-2019 Noções Topológicas em R n 1 / 11 Bola em R n Sejam X, Y R n, X = (x 1, x 2,...,
Teorema Espectral. Fabiani Coswosck CEUNES/UFES. August 6, Introdução Terminologia e Notação... 5
Teorema Espectral Fabiani Coswosck CEUNES/UFES August 6, 200 Contents Introdução 4. Terminologia e Notação............................................ 5 2 Conceitos Básicos 6 2. Espaço Vetorial, Produto
Questão 4 (2,0 pontos). Defina função convexa (0,5 pontos). Seja f : I R uma função convexa no intervalo aberto I. Dado c I (qualquer)
DM IMECC UNICAMP, Análise I, Prof. Marcelo M. Santos Exame Final, 15/07/2009 Aluno: RA: Ass.: Observações: Tempo de prova: 100min; Justifique sucintamente todas as suas afirmações; Disponha as suas resoluções
Apontamentos III. Espaços euclidianos. Álgebra Linear aulas teóricas. Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico
Apontamentos III Espaços euclidianos Álgebra Linear aulas teóricas 1 o semestre 2017/18 Lina Oliveira Departamento de Matemática, Instituto Superior Técnico Índice Índice i 1 Espaços euclidianos 1 1.1
INSTITUTO DE MATEMÁTICA - UFRJ DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Professor Felipe Acker parte 1 - o plano
1 INSTITUTO DE MATEMÁTICA - UFRJ DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA APLICADA CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Professor Felipe Acker parte 1 - o plano Exercícios - transformações lineares determinante e
Prova Extramuro BOA PROVA! Respostas da Parte II
Prova Extramuro Nome: Identidade (Passaporte): Assinatura: Instruções (i) O tempo destinado a esta prova é de 5 horas. (ii) 25 porcento da pontuação total é da parte I (Perguntas dissertativas). BOA PROVA!
[À funç~ao d chama-se métrica e aos elementos de X pontos do espaço métrico; a condiç~ao (3) designa-se por desigualdade triangular.
Aula I - Topologia e Análise Linear 1 Espaços Métricos ESPAÇO MÉTRICO Um par (X, d) diz-se um espaço métrico se X for um conjunto e d : X X R + for uma aplicação que verifica as seguintes condições, quaisquer
