LISTA 3 DE INTRODUÇÃO À TOPOLOGIA 2011
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- Pedro Henrique Molinari Nobre
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1 LISTA 3 DE INTRODUÇÃO À TOPOLOGIA 2011 RICARDO SA EARP Limites e continuidade em espaços topológicos (1) (a) Assuma que Y = A B, onde A e B são subconjuntos abertos disjuntos não vazios. Deduza que A B = e que B A =, ou seja nenhum destes dois subconjuntos contém valores aderentes do outro. Sugestão: Deduza que A = A Y, concluindo que A B =. (b) Reciprocamente, deduza que se Y = A B, onde A e B são subconjuntos disjuntos não vazios, tal que A B = e que B A =. Deduza que A e B são abertos em Y. (2) Seja f : X Y uma função contínua de uma espaço topológico X num espaço topológico Y. Seja A X. Deduza que a restrição de f à A é contínua (munindo, é claro, A com a topologia induzida). (3) Sejam X e Y espaços topológicos. Assuma que X = A B, onde A e B são fechados em X. Sejam f : A Y e g : B Y duas funções contínuas tais que f(x) = g(x), x A B. Mostre que a função h : X Y dada por h(x) = f(x), x A e h(x) = g(x), x B é contínua. (4) Sejam f, g funções contínuas que levam um espaço topológico X na reta real R. Se f(a) 0 g(a), para certo a X, segue então que f(x) g(x) 0, numa vizinhança de a. (5) Seja f(x) = v x, onde denota o produto escalar em R n, e v R n é um vetor fixado. Discuta a continuidade de f(x). Mostre que os semi-planos dados pelas equações {x; v x > α} e {x; v x α} são subconjuntos abertos e fechados, respectivamente. Deduzir que o hiperplano {x; v x = α}, é um subconjunto fechado de R n. (6) Mostre que se f, g são funções contínuas que levam um espaço topológico X em R n, então se f(a) g(a), para certo a X, segue-se que f(x) g(x), numa vizinhança de a. (7) Dizemos que uma aplicação f que leva um espaço topológico X num espaço topológico Y é aberta (resp. fechada), se a imagem 1
2 2 PROFESSOR RICARDO SA EARP por f de uma aberto de X (resp. fechado) é um aberto de Y (resp. fechado). (a) Dê exemplos de aplicações contínuas reais definidas em subconjuntos do espaço Euclideano que sejam abertas, mas não sejam fechadas. (b) Dê exemplos de aplicações contínuas definidas de R n em R n que não sejam nem abertas nem fechadas. (c) Dê exemplos de aplicações contínuas f definidas num intervalo I da reta em R 2 que sejam injetivas mas não produzem um homeomorfismo entre I e sua imagem f(i). (d) Sejam X 1 e Y 1 subconjuntos de X e Y, respectivamente. Seja f : X 1 X 2 uma função contínua bijetiva tal que para todo aberto A de X (com a topologia induzida), f(a) é um aberto de Y 1 (com a topologia induzida). Mostre que f é um homeomorfismo. (8) Dê exemplos de funções definidas numa vizinhança perfurada da origem de R 2 que admitem um mesmo limite quando (x, y) (0, 0), ao longo de raios que chegam a origem (0, 0) de R 2, mas que não admitam uma extensão contínua à origem. (9) Responda verdadeiro ou falso. Caso verdadeiro, deduza, caso falso dê um contraexemplo. Lembro que uma propriedade importante de funções contínuas é o seguinte: Um função contínua num espaço compacto assume o máximo e o mínimo. (a) Dada f : R R uma função considere o gráfico de f dado por A = {(x, f(x)), x R}. Segue então que se o gráfico de f é fechado, f é contínua. (b) Seja f : R n (0, ) contínua tal que f(0) = 1/2 e f(x) 1 quando x. Segue então que f é limitada e assume um máximo global. (c) Seja X um subconjunto de R n e seja a X um valor aderente a X. Seja f : X R uma função contínua limitada. Segue então que existe lim x a f(x). (10) Exiba um homeomorfismo entre o intervalo ( 1, 1) e a reta real R. (11) Considere a esfera unitária S 2 = {(x, y, z) R 3, x 2 + y 2 + z 2 = 1}. Seja N = (0, 0, 1) o polo norte da esfera. Para cada p S 2, p N, trace a reta r passando por N e p. Seja f(p) o ponto que r corta ou perfura o plano horizontal {z = 0}. Deduza que a aplicação p f(p) é um homeomorfismo, que leva S 2 \ {N} homeomorficamente a R 2.
3 LISTA 3 3 (12) No plano yz, no espaço R 3, considere o círculo C de centro (0, a, 0) e de raio r > 0, dado por z 2 + (y a) 2 = r 2, x = 0 onde 0 < r < a. (a) Obtenha a superfície S de revolução fazendo girar o círculo C em torno do eixo z. Exiba parametrizações desta superfície. (b) Deduza que S é homeomorfa ao toro S 1 S 1. (c) Escreva S na forma implícita f(x, y, z) = 0, encontando esta função f(x, y, z). (13) Seja S o cilindro em R 3 dado por x 2 + y 2 = 1. Deduza que S é homeomorfo aos seguintes conjuntos: (a) Disco perfurado em R 2 dado por 0 < x 2 + y 2 < 1. (b) Anel em R 2 dado por 1 < x 2 + y 2 < 2. (c) Plano perfurado em R 2 dado por x 2 + y 2 > 0. (d) Esfera S 2 em R 3, com dois pontos removidos dada por x 2 + y 2 + z 2 = 1, x 2 + y 2 > 0. (e) O espaço quociente R 2 /Z, munido da topologia quociente, fazendo a identificação em R 2 C de z C com z +n, n Z. (14) Deduza as afirmações abaixo: (a) Seja A um conjunto limitado não compacto de R. Segue então que existe uma função contínua f : A R que não é limitada e existe g : A R limitada, mas o sup x f(x) não é atingido. (b) Seja f : R n R + contínua tal que f(x) 0 quando x. Segue então que f assume um máximo global. (c) Todo conjunto infinito limitado de R n possui um ponto de acumulação. (d) Toda sequência limitada de R n possui um valor aderente. (e) Seja {x n } uma sequência limitada em R N tal que toda subsequência converge para o mesmo ponto a de R N. Segue então que x n a, quando n. (15) Seja A um subconjunto não vazio de R n. Definimos: f(x) := dist(x, A) = inf y A x y, x Rn que se chama de distância de x ao conjunto A. Deduza: (a) f é Lipschitz, logo uniformemente contínua em R n. (b) Dê uma caracterização da aderência A de A em termos de f(x). (c) Deduza que para t > 0 o conjunto V t (A) = {x; dist(x, A) < t} é uma vizinhança de A e de A.
4 4 PROFESSOR RICARDO SA EARP (d) Dados dois conjuntos A, B de R n defina dist(a, B), a distância de A a B. Conclua que se A é compacto e B é fechado e A B =, então dist(a, B) > 0. Mostre ainda que isto é falso se A e B forem apenas fechados. (16) (a) Deduza que f(x) = x é Lipschitz para x a > 0 e uniformente contínua, mas não Lipschitz em [0, ). (b) Estenda o que foi feito no item anterior para a função f(x) = x 1/p, x 0, p Z +. (c) Dê exemplos de funções reais elementares, definidas num intervalo da reta que sejam α-hölder continuas com expoente de Hölder α = 1/2, mas que não sejam α-hölder continuas para α < 1/2. (d) Deduza que f(x) = x 1/n, x R, n N é α-hölder continua com expoente de Hölder α = 1/n. (e) (i) Sejam α, β (0, 1). Deduza que se f : [0, 1] R e g : [0, 1] R são duas funções α-hölder continua e β-hölder continua, respectivamente, então o produto f g também é Hölder contínua, explicitando o expoente de Hölder do produto. (ii) Deduza que se f : R R e g : [0, 1] R são duas funções α-hölder continua e β-hölder continua, respectivamente, então a composta f g é αβ-hölder contínua. (f) Seja X um subconjunto da reta real R. Seja f : X R, uma aplicação uniformemente contínua. Deduza que se a é um valor aderente a X, então limite lim x a f(x), existe. Conclua que toda aplicação uniformente contínua f : X R, admite uma única extensão contínua F : X R, (i. e, F X = f, F restrita a X é igual à f) que é uniformemente contínua. Além disso, conclua que se X é limitado, então f(x) é limitado. (g) Dê exemplos de funções contínuas definidas em (0, 1] que não são uniformente contínuas. (h) Estabeleça um critério usando sequências para que uma função f : X R R não seja uniformente contínua. Aplique para deduzir que f(x) = x 3 não é uniformemente em R. (17) Seja X um subconjunto de um espaço métrico Z. Seja f : X R, uma aplicação uniformemente contínua. Deduza que se a é um valor aderente a X Z (imagine X contido num espaço métrico ambiente Z, digamos Z = R n ), então limite lim x a f(x), existe. Conclua que toda aplicação uniformemente
5 LISTA 3 5 contínua f : X R, admite uma única extensão contínua F : X R, que é além disso uniformemente contínua. (18) Generalize o item anterior para uma aplicação uniformemente contínua f : X Z Y, de um espaço métrico X Z num espaço métrico completo Y. (19) Exiba um recobrimento explícito do plano complexo C no plano perfurado C\{0}. Tente dar um recobrimento conforme (i.e que preserva ângulos). (20) Exiba um recobrimento explícito do disco aberto D de raio 1, i.e D = {z, z < 1}, no disco perfurado D \ {0}. Tente dar um recobrimento conforme (i.e que preserva ângulos). (21) Exiba um recobrimento explícito do disco aberto D de raio 1 no anel 0 < z < 2. Tente dar um recobrimento conforme (i.e que preserva ângulos). (22) Exiba um recobrimento de R n no toro T n. (23) Vamos desenvolver o seguinte exercício da Lista 1: Considere (E, E ) e (F, F ) espaços vetoriais normados (que, possivelmente, têm dimensão infinita). Deduza que as afirmações abaixo sobre uma transformação (operador) linear T : E F são equivalentes. (a) T : E F é contínua; isto é, fixado a E qualquer, segue então que, dado ε > 0 existe δ > 0, tal que x a E < δ T (x) T (a) F < ε. (b) T é contínua em 0 E. (c) Existe c > 0 tal que T (x) F c x E, x E. (d) Existe c > 0 tal que T (x y) F c x y E, x, y E. (e) Assuma que T : E F é linear, injetora e sobrejetora. Deduza que T : E F é um homeomorfismo, se existem constantes a > 0 e b > 0 tal que a x E T (x) F b x E. OBS: Se E e F são espaços de Banach e T é um operador linear contínuo e sobrejetivo de E em F então T é uma aplicação aberta: T leva abertos de E em abertos de F ( Este é o teorema da aplicação aberta da Análise Funcional ). (f) Assumindo que E e F são espaços de Banach deduza que se T : E F é linear, injetora e sobrejetora então T 1 é contínua de F sobre E. Seja L(E, F ) := {T : E F } linear e contínua. Coloquemos: T L(E,F ) = T := sup x E 1 T (x) F.
6 6 PROFESSOR RICARDO SA EARP (g) Deduza que de fato T L(E,F ) é uma norma em L(E, F ). (h) Deduza que T L(E,F ) é a menor constante c 0 tal que T (x) F c x E, x E. (i) Deduza que se F é um espaço de Banach então L(E, F ) é um espaço de Banach. (24) Seja Ω um domínio limitado de R n. Seja f : Ω R n, uma aplicação contínua, com f restrita à Ω injetora. Deduza que f( Ω) = f(ω). (25) Deduza o mesmo resultado, quando Ω não é limitado, f : Ω R n é uma aplicação contínua, com f restrita à Ω injetora, e com a hipótese adicional de f(x), sempre que x, (26) Deduza que um aplicação própria f : R n R n que é um homeomorfismo local é um homeomorfismo global. Este resultado é chamado de teorema de Hadamard. Generalize: Assuma que X é um espaço métrico conexo e que Y é um espaço métrico simplesmente conexo. Deduza que todo homeomorfismo local próprio f : X Y é um homeomorfismo global. (27) Seja g : R R uma aplicação diferenciável tal que g (x) c, onde c é uma constante satisfazendo 0 < c < 1. (a) Deduza que o gráfico de g corta a reta y = x num único ponto. (b) Deduza que a aplicação f : R R definida por f(x) := x + g(x), x R produz um homeomorfismo de R sobre R. (28) Seja g : R n R n uma aplicação diferenciável tal que todas as derivadas parciais satisfazem i g/ x j c < 1/n, c > 0 em R n. Deduza que a aplicação f : R n R n definida por f(x) := x + g(x), x R n produz um homeomorfismo de R n sobre R n. (29) Sejam G e H grupos topológicos. Seja f : G H um homomorfismo contínuo sobrejetivo. Assuma que f seja um homeomorfismo local. Deduza que f é uma aplicação de recobrimento. (30) Considere o sistema x + 1 sin x cos y = 0 2 y sin y cos x = 0 (1) (a) Deduza que o sistema (1) tem uma única solução. (b) Use o MAPLE e o método das aproximações sucessivas para encontrar uma aproximação da solução.
7 LISTA 3 7 (31) Considere o sistema x 1 sin(x + y) = 0 2 y 1 2 cos(x y) = 0 (2) (a) Deduza que o sistema (2) tem uma única solução. (b) Use o MAPLE e o método das aproximações sucessivas para encontrar uma aproximação da solução.
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