Métodos e Sistemas de Irrigação
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- Maria da Assunção Silveira
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1 Métodos e Sistemas de Irrigação Mestranda: Emanoele C. Amendola Responsável: Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez 13 de março de 2017
2 Métodos x Sistemas
3 Métodos x Sistemas Método: forma como a água será aplicada. Sistema: equipamento utilizado para isso.
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5 Métodos de Irrigação Superfície Localizada Aspersão Subirrigação
6 Superfície Métodos de Irrigação
7 Superfície Água se move por gravidade no solo;
8 Sistemas de irrigação por superfície Inundação Sulcos
9 Superfície Vantagens: Baixo Custo de implantação Requer equipamentos simples Não sofre efeito do vento Baixo consumo de energia Não interfere nos tratos culturais Pouca influência de sólidos em suspensão (filtros)
10 Superfície Desvantagens: Condição topográfica: declividade: 0-6% Manejo mais delicado Baixa eficiência na distribuição Baixo interesse comercial Alto custo operacional
11 Localizada Métodos de Irrigação
12 Irrigação Localizada - Vantagens A água é, em geral, aplicada em apenas uma fração do sistema radicular das plantas, empregando-se emissores pontuais (gotejadores), ou superficiais (microaspersores). Área molhada varia de 20 a 80% da área total; O teor de umidade do solo pode ser mantido alto, através de irrigações frequentes e em pequenas quantidades (Viveiros); Permite automação total; A água não molha a folhagem ou o colmo das plantas.
13 Irrigação Localizada: Desvantagens O custo inicial é relativamente alto; Montagem do sistema é mais cara; Não é possível reaproveitar o sistema; Cuidados na Qualidade da água.
14 Sistemas de Irrigação - Localizada Gotejamento Microaspersão Subsuperfície
15 Gotejamento: Colocar na superfície ou enterrar? Superfície Facilidade de instalação Inspeção Limpeza e reposição Facilidade em avaliar Subsuperfície Não interfere nas prática culturais Maior durabilidade Maior perda por evaporação
16 Irrigação localizada em cana Uso de Tecnologia anti-sifão; Trifluralina; Recomendado o uso de gotejadores autocompensantes.
17 Aspersão Métodos de Irrigação
18 Métodos de Irrigação - Aspersão A água é aplicada sobre a folhagem da cultura e sobre o solo, abrangendo toda a área, de forma a imitar a chuva.
19 Aspersão Vantagens: facilidade de adaptação às diversas condições de solo e topografia; Apresenta potencialmente maior eficiência de distribuição de água, quando comparado com o método de superfície; Pode ser totalmente automatizado; Pode ser transportado para outras áreas; As tubulações podem ser desmontadas e removidas da área, o que facilita o tráfego de máquinas.
20 Aspersão Desvantagens: Os custos de instalação e operação são mais elevados que os do método por superfície; Pode sofrer influência das condições climáticas, como vento e umidade relativa; A irrigação com água salina, ou sujeita a precipitação de sedimentos, pode reduzir a vida útil do equipamento e causar danos a algumas culturas; Pode favorecer o aparecimento de doenças em algumas culturas e interferir com tratamentos fitossanitários; Pode favorecer a disseminação de doenças cujo veículo é a água.
21 Sistemas de Irrigação por Aspersão Aspersão Convencional: Fixo; Semi-fixo; Autopropelido; Pivô: Central Deslocamento Linear LEPA low energy precision application
22 Aspersão Convencional São os sistemas que utilizam os componentes convencionais de aspersão (motobombas, tubulações, aspersores...); Podem ser: Fixos; Semifixos ou portáteis.
23 Aspersão Convencional: Fixos Tanto as linhas principais quanto as laterais permanecem na mesma posição durante a irrigação de toda a área; Em alguns sistemas fixos, as tubulações podem ser enterradas.
24 Aspersão Convencional: Semifixos As linhas principais são fixas e as linhas laterais são movidas, de posição em posição, ao longo das linhas principais. $ REQUEREM MÃO-DE-OBRA!
25 Autopropelido Um único canhão ou minicanhão é montado num carretel, que se desloca longitudinalmente ao longo da área a ser irrigada. A conexão do carrinho aos hidrantes da linha principal é feita por mangueira flexível. A propulsão do carrinho é proporcionada pela própria pressão da água
26 Pivô Central Consiste de uma única linha lateral, que gira em torno do centro de um círculo (pivô); Segmentos da linha lateral metálica são suportados por torres em formato de "A" e conectados entre si por juntas flexíveis; Um pequeno motor elétrico, colocado em cada torre, permite o acionamento independente dessas.
27 Maior Pivô do Mundo Raio irrigado de m e 26 torres; Instalado em 2009 e está em funcionamento em Pedro Afonso (TO), em área de 530 hectares; Inaugurando um novo conceito de irrigação, com lâminas menores de 4 mm; Opera com vazão de 506 m³ por hora e leva 44 h para percorrer toda a volta (velocidade máxima). Plantado com Cana!!!
28 Pivô - Deslocamento Linear Estrutura e mecanismo de deslocamento similar à do pivô central, mas desloca-se continuamente; Todas as torres deslocam-se com a mesma velocidade; Suprimento de água é feito através de canal ou linha principal, dispostos no centro ou na lateral da área; A bomba desloca-se junto com toda a lateral, o que requer conexões elétricas mais complicadas ou a utilização de motores de combustão interna; É recomendado para áreas retangulares planas e sem obstrução.
29 LEPA -"low energy precision application" Sistemas tipo pivô central ou deslocamento linear equipados com um mecanismo de aplicação de água mais eficiente; No LEPA, as laterais são dotadas de muitos tubos de descida, onde são conectados bocais que operam com pressão muito baixa; A água é aplicada diretamente na superfície do solo, o que reduz as perdas por evaporação e evita o molhamento das plantas; O solo deve ter alta taxa de infiltração ou ser preparado com sulcos e microdepressões.
30 Métodos de Irrigação Subsuperfície
31 Irrigação de Subsuperfície O lençol freático é mantido a uma certa profundidade, capaz de permitir um fluxo de água adequado à zona radicular da cultura; Geralmente, está associado a um sistema de drenagem subsuperficial; Havendo condições satisfatórias, pode-se constituir no método de menor custo.
32 Qual o melhor método? E o melhor sistema de irrigação?
33 Métodos de Irrigação Clima; Solo; Topografia; Cultura; Disponibilidade energética; Poder financeiro/ financiamento.
34 Gosto e Bolso? Disponível em:
35 Seleção Fonte:
36 Curiosidade Enterrio de tubulação de PEMD nas linhas principais e laterais.
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40 Evapotranspiração Mestranda: Emanoele C. Amendola Responsável: Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez 13 de março de 2017
41 Introdução - Evapotranspiração 3 principais: ETo ETc ETa
42 Introdução ETo Mensurada sobre uma cultura Referência; Grama ou alfafa Sem restrição de Água e Adubo; Disponível em base de dados ou programas.
43 Determinação da ETo Balanço de água no solo; Penman Monteith Através de dados Meteorológicos; Tanque Classe A
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45 ETc= ETo x Kc Introdução ETc Quando a Cultura não possui déficit hídrico e/ou nutricional. Sem ataque de pragas e doenças.
46 ETa= ETo x Kc Introdução ETa Quando a Cultura possui déficit hídrico e/ou nutricional ou ataque de pragas e doenças. Normalmente ocorre em campo
47 Introdução Kc Varia principalmente com: Espécie; Fase fenológica da cultura; Condições fitossanitárias.
48 Trabalho para a próxima semana
49 Obrigada!
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