Capítulo VIII Irrigação
|
|
|
- Henrique Sousa Leal
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo VIII Irrigação Eugênio Ferreira Coelho Édio Luiz da Costa Antônio Heriberto de Castro Teixeira Em qualquer região do Brasil há riscos de ocorrência de déficit de água no solo nos períodos secos, afetando, com isso, a produtividade e a qualidade dos frutos produzidos. A irrigação existe como alternativa para a suplementação da água que falta durante períodos de déficit hídrico no solo e não funciona isoladamente, mas, sim, conjugada com outras práticas agrícolas, de forma a beneficiar a cultura. É indispensável nas regiões onde as chuvas não atendem às necessidades das plantas, durante todo o seu ciclo de vida ou em parte dele. Seu efeito dependerá do período de déficit hídrico da região, quanto à sua extensão temporal e ao estádio de desenvolvimento da cultura. A irrigação, sustentada em técnicas adequadas, permite ao solo condições de umidade e aeração propícias à absorção de água pelas raízes, o que mantém a cultura com ótimas taxas de transpiração e de produção de matéria seca Métodos de Irrigação A escolha do método vai depender das condições locais de cultivo, como, por exemplo, o tipo do solo e seu relevo, o custo da implantação, manutenção e operação da irrigação, bem 132
2 como a quantidade e qualidade da água e da mão-de-obra disponível, dentre outros fatores. Dentre os sistemas de irrigação por superfície, o de sulcos tem sido o mais utilizado em bananeira nos perímetros irrigados da Região Nordeste. O número de sulcos a ser construído por fileira de plantas vai depender do movimento lateral da água no solo onde a cultura estiver instalada. Para solos argilosos (maior movimento lateral), pode-se utilizar apenas um sulco por fileira de plantas, enquanto que para solos areno-argilosos (menor movimento lateral), são recomendados dois sulcos por fileira de plantas. O sistema de bacias em nível tem sido também usado na irrigação da bananeira. A vazão necessária é superior a 70 L/ s/ha, sendo a eficiência normalmente próxima de 90%, com sulcos de base larga entre fileiras simples. O método de aspersão convencional também pode ser usado para a cultura da bananeira, por meio dos sistemas de irrigação subcopa (Fig. 8.1a), com aspersores de ângulo de jato máximo de 7. O impacto do jato do aspersor com o pseudocaule, apesar de não provocar lesões, afeta o coeficiente de uniformidade de distribuição e, conseqüentemente, a eficiência da irrigação. O método de irrigação localizada tem sido o mais recomendado, pela maior eficiência e menor consumo de água e energia, principalmente em regiões onde o fator água é limitante. Dentre os sistemas de irrigação localizada, a microaspersão (Fig. 8.1b) gera maior área molhada, permitindo maior desenvolvimento das raízes. Recomenda-se um microaspersor de vazão acima de 45 L/h, para quatro plantas, assegurando-se um raio de ação de pelo menos 2,5 m. No uso do gotejamento, deve-se atentar para o número e disposição dos gotejadores, de forma a estabelecer-se uma área molhada propícia ao desenvolvimento das raízes. A variação da posição 133
3 das plantas com as colheitas, nos sucessivos ciclos, pode dificultar o uso do gotejamento, principalmente em solos de textura média a arenosa. Fotos: Eugênio Ferreira Coelho a b Fig Sistemas de irrigação comuns para a bananeira: aspersão subcopa (a) e microaspersão (b) Necessidades Hídricas A bananeira requer razoável quantidade de água, pela estrutura da planta, com grande área foliar e peso da água correspondente a 87,5% do peso total da planta. Pode-se estimar, para dias ensolarados e de baixa umidade relativa do ar, e para uma área foliar total próxima de 14m 2, que a planta consuma 26 L/dia; 17 L/dia, em períodos semi-cobertos, e 10 L/dia em períodos completamente nublados. A demanda hídrica da planta é 134
4 dependente da idade da mesma. Trabalhos de pesquisa conduzidos no Norte de Minas Gerais e em Tabuleiros Costeiros da Bahia, com Prata Anã e Grande Naine, em espaçamento de 4,0 x 2,0 x 2,0 m ou 3,0 x 2,7 m, têm mostrado o consumo de água pela bananeira apresentado na Tabela 8.1. Nas condições edafoclimáticas de Petrolina, PE, a evapotranspiração da cultura da bananeira Pacovan, plantada em espaçamento de 3,0 x 3,0 m, foi determinada pelo método da razão de Bowen, numa condição de reposição de água ao solo para a capacidade de campo, quando o potencial matricial do mesmo atingisse o valor próximo de -30 kpa a 40 cm de profundidade. A evapotranspiração foi de mm, entre os 120 dias após o plantio (maio, 1999) e a primeira colheita (abril, 2000), com um valor médio de 3,9 mm/dia. Para o segundo ciclo (término da colheita em novembro de 2000), o consumo foi de 880 mm, com média de 4,0 mm/dia (Tabela 8.2). Tabela 8.1. Demanda hídrica da bananeira Prata Anã e Grande Naine, nas condições do Norte de Minas Gerais e em Tabuleiros Costeiros da Bahia. Idade da planta Período do ano (dias após o plantio) Out/nov/dez/jan/fev/mar Abr/maio/set Jun/jul/ago L/planta/dia Até Acima de
5 Tabela 8.2. Consumo médio diário da bananeira em Petrolina, PE, com base na evapotranspiração de referência (ETo), para os períodos considerados. Períodos Duração ETo 1 Consumo médio diário (dias) (mm) (mm ou L/planta) Plantio ao término da 1 a colheita ,9 ou 35,1 Término da 1 a colheita ao término da 2 a colheita ,0 ou 36,0 Término da 2 a colheita ao término da 3 a colheita ,0 ou 27,0 1 Estimada pelo tanque classe A Para as condições de precipitação total anual de mm e uma evaporação total anual do tanque classe A de mm, ocorrida em 2001, nos Tabuleiros Costeiros da Bahia, e para as condições climáticas do Norte de Minas Gerais, com precipitação total anual de 717 mm e evaporação do tanque classe A de mm, pode-se, a principio, utilizar os coeficientes de cultura da Fig Devese ressaltar que esses coeficientes de cultura foram obtidos a partir de valores previamente estabelecidos que, multiplicados pela evapotranspiração potencial obtida pelo método de Penman modificado, resultaram na evapotranspiração da cultura. Os valores considerados na Fig. 8.2 foram os que resultaram em máximas produtividades em experimentos de campo. Nas condições edafoclimaticas do Polo Petrolina- Juazeiro, o coeficiente de cultura foi obtido determinandose a evapotranspiração da cultura pelo método da razão de Bowen e a evapotranspiração potencial por Penman- Monteith modificado. Os valores estiveram entre 0,6 e 1,1 e entre 1,1 e 1,3, respectivamente, no primeiro e segundo ciclos (Fig. 8.3). 136
6 1,6 1,4 Coeficiente de cultura (Kc) 1,2 1,0 0,8 0,6 0,4 0,2 0, Dias após o plantio Fig Coeficientes de cultura da bananeira (K c ) para as condições do Norte de Minas Gerais em função dos dias após o plantio. Coeficiente de cultura (Kc) 1,5 1,4 1,3 1,2 1,1 1,0 0,9 0,8 0,7 0,6 0, Dias após o plantio Fig Coeficientes de cultura da bananeira (K c ) em Petrolina, PE, em função dos dias após o plantio Resposta da Bananeira à Irrigação A resposta da cultura da bananeira a diferentes níveis de irrigação depende das condições meteorológicas locais, que resultam em diferentes condições de evapotranspiração e 137
7 constante térmica, associadas às características das variedades, tais como rugosidade, altura de planta e área foliar, que influem diretamente na resistência aerodinâmica, além de outros fatores tais como espaçamento da cultura, método de irrigação e práticas culturais, como cobertura do solo. Em Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, para o primeiro ciclo da bananeira Prata Anã, plantada em dezembro, numa condição de evaporação total anual do tanque classe A de mm e precipitação total anual de mm, obteve-se produtividade de até 27,8 t/ha, no primeiro ciclo, para a aplicação de 267 mm de irrigação nos períodos de déficit hídrico no solo. No terceiro ciclo, para uma precipitação de mm, a produtividade variou de 28 a 32 t/ha para a aplicação de 432 a 721 mm (Fig. 8.4). 35 Produtividade (t/ha) y = 1E-05x 2-0,0304x + 41,916 R 2 = 0, Chuva + irrigação (mm) Fig Produtividade do terceiro ciclo da bananeira Prata sob diferentes níveis de irrigação em Cruz das Almas, Recôncavo Baiano, Nas condições do Norte de Minas Gerais, as produtividades da Prata Anã, no terceiro ciclo, variaram de 31 a 34 t/ha para aplicação de 650 a 986 mm/ano de irrigação, respectivamente. A Grande Naine, nas mesma condições, resultou em produtividades de 57 a 62 t/ha para as mesmas lâminas de irrigação aplicadas (Fig. 8.5). 138
8 Produtividade (t/ha) y = -7E-06x 2 + 0,0174x + 24, R 2 = 0, Prata Anã Irrigação (mm) 64 Produtividade (t/ha) Grande Naine y = -2E-05x 2 + 0,0442x + 35,703 R 2 = 0, Irrigação (mm) Fig Produtividade do terceiro ciclo das bananeiras Prata Anã e Grande Naine sob diferentes níveis de irrigação no Norte de Minas Gerais, Nova Porteirinha, Manejo da Irrigação O manejo da irrigação envolve a tomada de decisão sobre quando e quanto irrigar. Entre os métodos de manejo da irrigação disponíveis, os mais acessíveis ao produtor baseiam-se em: (1) turno de rega calculado; (2) medidas do teor ou do potencial da água no solo; (3) instrumentos de evaporação; (4) balanço aproximado de água no solo. 139
9 Turno de rega calculado O turno de rega (TR) ou freqüência de irrigação (dias) é dado pela seguinte equação: TR = LRN ETc (1) onde LRN = lâmina real necessária ou lâmina líquida (mm) a ser reposta a cada irrigação e ETc = evapotranspiração da cultura. O valor de LRN pode ser dado por: LRN = (θ CC - θ PM ). z. f (2) onde θ CC e θ PM = correspondem à umidade do solo (cm 3 /cm 3 ) na capacidade de campo e no ponto de murcha permanente, respectivamente; z = profundidade efetiva do sistema radicular (mm); e f = redução máxima permissível da disponibilidade de água no solo (decimal), sem causar redução significativa (física e econômica) na produtividade da cultura. Sugere-se usar valores para f entre 30% e 35%. Tem-se verificado que mais de 86% da extração de água pelas raízes tem-se dado até 40 cm de profundidade, embora o sistema radicular, dependendo do tipo de solo, possa chegar a 2,0 m. Com isso, sugere-se 50 cm, como valor de z para a bananeira Medidas do teor ou do potencial da água no solo Nesse caso, o momento da irrigação é determinado pelo estado atual da água no solo, por meio de sensores, quer para determinação da umidade, quer para determinação do potencial de água no solo. A informação sobre o potencial 140
10 ou estado de energia da água no solo pode auxiliar o produtor a decidir quando irrigar. Dos componentes do estado energético da água no solo, o potencial matricial é o mais importante no manejo da irrigação. Nesse caso, utiliza-se um tensiômetro do tipo vacuômetro ou um tensímetro digital, que indicam o potencial matricial da água no solo (ψ m ) em função da umidade, a uma dada profundidade. Existe uma tensão crítica (ψ mc ), além da qual é imprescindível a irrigação. Conhece-se a umidade critica (θ c ) a partir de ψ mc, com o uso da curva de retenção de água no solo. O ψ m é expresso em unidades de pressão como bar, atm e kpa. Os níveis de tensão de água no solo recomendados para a bananeira situam-se entre -25 kpa a -45 kpa para camadas superficiais do solo (até 0,25 m), e entre -35 kpa até -50 kpa para a profundidade próxima de 0,40 m. Um ponto importante a ser observado é quanto à localização dos sensores no perfil do solo. Essa localização deve estar embasada na distribuição da extração de água no volume molhado do solo, onde se situa o sistema radicular da bananeira. Não adianta instalar tensiômetros onde não há absorção ou onde a absorção não seja significativa. A pesquisa tem mostrado que as regiões de maior ou menor absorção variam, principalmente, com o manejo da irrigação, que determina o volume de água a ser aplicado na cultura. No caso da bananeira, recomenda-se instalar os tensiômetros em quatro baterias por hectare, sendo cada bateria composta por dois tensiômetros instalados em profundidades entre 20 e 40 cm e na distância de 30 a 40 cm da planta em direção ao microaspersor (Fig. 8.6). 141
11 Foto: Eugênio Ferreira Coelho Fig Disposição de tensiômetros para determinar o momento da irrigação em bananeira Instrumentos de evaporação Dentre os instrumentos de evaporação usados em manejo da irrigação destaca-se o tanque Classe A. O tanque é prático e de fácil aplicação, podendo portanto ser usado para definir a quantidade de irrigação, quando não for possível o uso de outros métodos de manejo. O uso do tanque Classe A para manejo da irrigação, além de servir na determinação da ETo, permite obter uma relação direta entre ECA e ETc, por meio de um fator de conversão (k), como se segue: ETc = k x ECA onde ETc = evapotranspiração da cultura e ECA = evaporação do tanque Classe A. A equação acima representa uma outra maneira de usarse o tanque Classe A para fins de manejo da irrigação. A princípio, sugere-se, um valor de k igual a 0,6, que poderá ser ajustado pelo usuário, dependendo da região. (3) 142
12 Nos métodos de manejo considerados, a LRN (lâmina real ou líquida necessária) corresponderá à diferença entre a ETc e a precipitação efetiva, que, caso não possa ser determinada, poderá ser a total. O valor da LRN não inclui as perdas inevitáveis de água inerentes a todo sistema de irrigação. Determina-se então a lâmina total necessária, como se segue: LRN LTN =, Ea (4) onde LTN = lâmina total necessária ou lâmina bruta de irrigação a ser aplicada (mm) e Ea é a eficiência de aplicação (decimal) do sistema de irrigação usado Balanço aproximado de água no solo O balanço aproximado de água no solo, recomendado para sistemas de alta eficiência de irrigação, tal como a microaspersão, consiste em fazer um balanço entre o que entra no sistema soloplanta, considerando a precipitação pluvial efetiva e a irrigação, e o que sai do sistema, no caso, a evapotranspiração, uma vez que se considera desprezível as perdas por percolação e por escoamento superficial. É um balanço aproximado, porque não leva em conta a redução permissível da disponibilidade de água do solo ou a lâmina real necessária para os cálculos. O cálculo da lâmina de irrigação, nesse método, segue os seguintes passos: 1. Coleta de dados da precipitação pluvial ou chuva (PT) e da evapotranspiração potencial (ETo) em mm. A ETo pode ser estimada por meio de diferentes equações, apresentadas em aplicativos (REF-ET, SISDA, além de outros), ou por leituras diretas em estações meteorológicas automáticas. A precipitação efetiva (PE), que atinge o solo, pode ser deduzida da precipitação total (PT) da seguinte forma: 143
13 1.1. Calcula-se a redução permissível da água disponível do solo para as plantas, ou (θ CC - θ PM ). z. f, que será tomada como valor limite da PE, isto é, se PT > (θ CC - θ PM ). z. f, PE = (θ CC - θ PM ). z. f. Se PT < (θ CC - θ PM ). z. f, PE = PT. 2. Cálculo da evapotranspiração da cultura (ETc) em mm. Esse cálculo envolve a equação ETc = ETo x Kc, onde os coeficientes de cultura podem ser obtidos das Fig. 8.2 e Cálculo do volume total necessário (VTN) em litros. O volume de água de irrigação será dado pela equação: VTN = (ETc - PE) x Am, (5) Ea onde A m é a área molhada pelo microaspersor em m 2 e Ea é a eficiência de irrigação do sistema, que pode ser tomada como 0,85, ou seja, 85%, na falta de dados disponíveis. O tempo de irrigação é calculado dividindo o volume total (VTN) a ser aplicado pela vazão do microaspersor. 4. Se a precipitação efetiva for superior à evapotranspiração da cultura, isto é, PE>ETc, usa-se a diferença (PE ETc) como precipitação para ser somada à precipitação total na próxima irrigação, obedecendo o mesmo critério estabelecido em Qualidade da Água e Salinidade Para seu ótimo desenvolvimento vegetativo, com a conseqüente otimização da produtividade, a bananeira requer valores de condutividade elétrica (CE) da água de irrigação não superiores a 1,0 ds/m (classificação C3). A razão de adsorsão de sódio (RAS), deve ser inferior ou igual a 10,0 (classificação S1). Em condições de solos que tenham potencial para salinização, principalmente em regiões semi-áridas, a lâmina total necessária (LTN), também deve incluir uma fração de água para 144
14 evitar riscos de salinidade. Nesse caso, portanto, há necessidade de lixiviação, que consiste na razão entre a lâmina de drenagem e a lâmina de irrigação. Em termos matemáticos, a necessidade de lixiviação (NL), pode ser obtida pela equação: NL = CEi, 2.(maxCEe) (6) onde NL (decimal), CEi é a condutividade elétrica da água de irrigação (ds/m) e maxcee é a condutividade elétrica máxima (ds/m) do extrato de saturação do solo, que reduziria a zero a produtividade da cultura. Dependendo do valor de NL, deve-se acrescentar ao denominador da equação 4 a diferença (1 NL), que adiciona a fração da água para lixiviação, conforme a equação: LTN = LRN Ea. (1 NL) (7) Se NL 0,10, LTN não deve ser corrigido, mas, se NL > 0,10, LTN deve ser corrigido. 145
Relações da água no Sistema Solo-Planta-Atmosfera LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA IRRIGAÇÃO Relações da água no Sistema Solo-Planta-Atmosfera LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO Antenor de Oliveira de Aguiar Netto Introdução A quantidade
Irrigação do cafeeiro
Irrigação do cafeeiro Quando, quanto e porque irrigar? André Luís Teixeira Fernandes Doutor em Engenharia de Água e Solo Pró Reitor de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão Universidade de Uberaba UNIUBE
MANEJO DA IRRIGAÇÃO. Prof o. Dr. José Alves Júnior
MANEJO DA IRRIGAÇÃO Prof o Dr. José Alves Júnior EVAPOTRANSPIRAÇÃO E O MANEJO DA IRRIGAÇÃO ETP, ETo & ETR Penman Monteith (FAO56) Tanque Classe A Thornthwaite Camargo Hangreves & Samani EVAPOTRANSPIRAÇÃO
IT AGRICULTURA IRRIGADA
4 Manejo da irrigação 4.1 Introdução A água é fator limitante para o desenvolvimento agrícola, sendo que tanto a falta ou excesso afetam o crescimento, a sanidade e a produção das plantas. O manejo racional
Planejamento e Manejo da Água na Agricultura Irrigada 17 a 21 de outubro de 2011 UNL (Esperanza/Santa Fe) 4 Planejamento e manejo da irrigação
Planejamento e Manejo da Água na Agricultura Irrigada 17 a 21 de outubro de 2011 UNL (Esperanza/Santa Fe) 4 Planejamento e manejo da irrigação Planejamento e Manejo da Água na Agricultura Irrigada 17 a
MANEJO DE IRRIGAÇÃO INTRODUÇÃO
MANEJO DE IRRIGAÇÃO Francisco Fernandes da Costa Eng o. Agr o, M.Sc. em Irrigação e Drenagem; Projetar Irrigação LTDA, Av. Monsenhor Ângelo Sampaio, 56302-290, Petrolina-PE, fone (87) 3864.4010. E-mail:
MANEJO DA IRRIGAÇÃO MANEJO DA
MANEJO DA IRRIGAÇÃO Prof o Dr. Marcos Vinícius Folegatti LER 1571 Irrigação EVAPOTRANSPIRAÇÃO E O MANEJO DA IRRIGAÇÃO ETP, ETo & ETR Penman Monteith (FAO56) Tanque Classe A Thornthwaite Camargo Hangreves
Autor: Márcio Davy Silva Santos Orientador: Prof. Raimundo Nonato Távora Costa
Autor: Márcio Davy Silva Santos Orientador: Prof. Raimundo Nonato Távora Costa INTRODUÇÃO Irrigação por superfície Vantagens (custo, tipos de solo, qualidade da água); Desvantagens (topografia, profundidade
Manejo de água em cultivo orgânico de banana nanica
Manejo de água em cultivo orgânico de banana nanica Water management in organic cultivation of banana nanica PINTO, José Maria. Embrapa Semiárido, Petrolina, PE, [email protected]; GALGARO, Marcelo.
3 IRRIGAÇÃO. Marco Antônio Fonseca Conceição
Marco Antônio Fonseca Conceição 3.1 Introdução A irrigação tem sido utilizada em diferentes regiões na produção de uvas destinadas à elaboração de sucos, vinhos e espumantes. Em regiões áridas e semiáridas,
IT AGRICULTURA IRRIGADA
4 Manejo da irrigação 4.1 Introdução A água é fator limitante para o desenvolvimento agrícola, sendo que tanto a falta ou excesso afetam o crescimento, a sanidade e a produção das plantas. O manejo racional
Resposta das bananeiras BRS Platina e PA 9401 à irrigação no segundo ciclo nas condições do Norte de Minas
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013. Belo Horizonte Resposta das bananeiras BRS Platina e PA 9401 à irrigação no segundo ciclo nas condições do Norte de Minas Miquéias Gomes dos
Irrigação. Maio 29, 2004 José Giacoia Neto. Gerente Nacional Paisagismo
Formas Práticas para Manejo de Irrigação Maio 29, 2004 José Giacoia Neto Gerente Nacional Paisagismo Introdução Projeto bem feito e Instalado. Prático x Barato. Tecnologia Benefícios do manejo: Economia
Métodos e Sistemas de Irrigação
Métodos e Sistemas de Irrigação Mestranda: Emanoele C. Amendola Responsável: Prof. Dr. Fernando Braz Tangerino Hernandez 13 de março de 2017 Métodos x Sistemas Métodos x Sistemas Método: forma como a água
EXTRAÇÃO DE ÁGUA DO SOLO E POSICIONAMENTO DE SENSORES PARA MANEJO DA IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO DE MAMOEIRO
EXTRAÇÃO DE ÁGUA DO SOLO E POSICIONAMENTO DE SENSORES PARA MANEJO DA IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO DE MAMOEIRO Eugênio Ferreira Coelho¹; Gian Carlo Carvalho²; Afrânio dos Anjos Santos Mendes da Silva³; Arthur
Otimização do Uso da Água na Agricultura Irrigada
São Mateus, ES 02 de setembro de 2016 Otimização do Uso da Água na Agricultura Irrigada Prof. Ds. Robson Bonomo Programa de Pós-graduação em Agricultura Tropical Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas
DESVANTAGENS EM RELAÇÃO A OUTROS SISTEMAS DE REGA
REGA LOCALIZADA VANTAGENS Economia de água uma vez que apenas se rega parte da parcela Possibilidade de utilização em todo o tipo de terreno Possibilidade de utilizar água com elevados teores em sais Permite
APOSTILA DE EXERCÍCIOS PARTE I
APOSTILA DE EXERCÍCIOS PARTE I CCA 039 - IRRIGAÇÃO E DRENAGEM Centro/Setor: Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas Núcleo de Engenharia de Água e Solo NEAS Professores: Prof. Dr. Vital Pedro
Evapotranspiração - o ciclo hidrológico
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ" DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB 5036 Micrometeorologia de Sistemas Agrícolas Prof. Fábio Mairn EVAPOTRANSPIRAÇÃO
Irrigação da Bananeira
Irrigação da Bananeira Édio Luiz da Costa! Paulo Maeno? Paulo Emílio Pereira Albuquerque' Resumo - A bananeira é uma cultura que requer uma grande e permanente disponibilidade de água no solo, aplicada
EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA
EVAPOTRANSPIRAÇÃO NA CULTURA DO MILHO NA REGIÃO NOROESTE PAULISTA Viabilizado Discente: Vitor Felipe Trinca Orientador: Fernando Braz Tangerino Hernandez Financiado INTRODUÇÃO OBJETIVOS REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
40 escritórios regionais de desenvolvimento rural (EDR) EDR - Botucatu. 545 municípios com Casa da Agricultura (CA)
40 escritórios regionais de desenvolvimento rural (EDR) EDR - Botucatu 545 municípios com Casa da Agricultura (CA) PROPRIEDADE EMPRESA INVESTIMENTO GASTO IRRIGACAO MOLHAR Irrigação é uma técnica que
COEFICIENTES DE CULTURA PARA O ALHO IRRIGADO
COEFICIENTES DE CULTURA PARA O ALHO IRRIGADO RESENDE, B.P.M.C. 1 ; SANTANA, M.J. de 2 ; SILVEIRA, A.L. da 3 ; TAVARES, W.A. 1 ; BARRETO, A.C. 2 ; CRUZ, O.C. 2 1 Estudante de Tecnologia de Irrigação e Drenagem
Evapotranspiração cultural. Coeficiente cultural
Evapotranspiração cultural Coeficiente cultural Metodologia da FAO para a determinação dos consumos hídricos das culturas A resistência aerodinâmica varia com as condições climáticas e a rugosidade da
III SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA
III SIMPÓSIO DE CITRICULTURA IRRIGADA MANEJO DE IRRIGAÇÃO 3 a Parte Regina Célia de Matos Pires Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro Setembro - 2005 MANEJO DA ÁGUA Quando? Quanto? Como? MANEJO DA ÁGUA
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Evaporação e evapotranspiração. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014
Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Evaporação e evapotranspiração Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir os conceitos básicos da evaporação e evapotranspiração
Irrigação. Luís Fernando Stone José Aloísio Alves Moreira
8 Irrigação Luís Fernando Stone José Aloísio Alves Moreira 199 A partir de quando a irrigação passou a ser utilizada nas lavouras de arroz no Brasil? No Brasil, as primeiras lavouras comerciais de arroz
Planejamento e Manejo da Água na Agricultura Irrigada 17 a 21 de outubro de 2011 UNL (Esperanza/Santa Fe) 3 Necessidade hídrica dos cultivos
3 Necessidade hídrica dos cultivos 3.1 Introdução à Evapotranspiração dos cultivos ETc ETo arquitetura da planta resistência aerodinâmica Essas diferenças estão incorporadas no coeficiente de cultura (kc)
BENEFÍCIOS DO MONITORAMENTO IRRIGAÇÃO LOCALIZADA
VIII Simpósio de Citricultura Irrigada Agosto, 2012 BENEFÍCIOS DO MONITORAMENTO IRRIGAÇÃO LOCALIZADA Carlos Eduardo Sanches Gerente Departamento Agronômico Netafim Brasil INTRODUÇÃO MONITORAMENTO RESULTADOS
Balanço Hídrico - Conceito
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ" DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB 306 Meteorologia Agrícola 1 o Semestre de 2017 Prof. Fábio Marin Balanço Hídrico
PESQL//SA EM ANDAMENTO
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Agroindústrrá Tropical Ministério da Agricultura e do Abastecimento Rua Dra. Sara Mesquira, 2270, B. Píci, CEP: 6057 7-7 70 -
Prof. Felipe Gustavo Pilau
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS LEB0495 Análise Física do Ambiente Balanço Hídrico Prof. Felipe Gustavo Pilau Balanço
Manejo e eficiência de uso da água de irrigação da cultura do abacateiro no Submédio São Francisco
Manejo e eficiência de uso da água de irrigação da cultura do abacateiro no Submédio São Francisco M. Calgaro 1, M. A. do C. Mouco 2, J. M. Pinto 2 RESUMO: As características climáticas e a possibilidade
139 Circular. Técnica. Manejo da Irrigação do Algodoeiro. Importância da irrigação. Vantagens do uso da irrigação
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 0100-6460 Manejo da Irrigação do Algodoeiro 139 Circular Técnica Campina Grande, PB Janeiro, 2016 Autores João Henrique Zonta Engenheiro-agrônomo,
Comunicado198 Técnico
Comunicado198 Técnico ISSN 1808-6802 Outubro, 2017 Bento Gonçalves, RS Foto: Marco Antônio F. Conceição. IRRIVITIS-T: Manual da Planilha Eletrônica para Manejo da Irrigação de Videiras com base na Temperatura
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO *
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO * VIEIRA, T.A. 1 ; SANTANA, M.J. 2 ; BARRETO, A.C. 2 * Projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).
Sumário. Apresentação I Apresentação II Apresentação III Prefácio Capítulo 1 Introdução... 37
Sumário Apresentação I... 19 Apresentação II... 23 Apresentação III... 29 Prefácio... 35 Capítulo 1 Introdução... 37 Capítulo 2 Bacia hidrográfica como Unidade de Planejamento... 47 Capítulo 3 Localização
22/2/2012. Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar. Introdução. Coeficiente de esgotamento (f)
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Aula 8: Projeto Agronômico Disciplina: Irrigação e drenagem Prof.: Marcos Eric Barbosa Brito Introdução Necessidade
Eficiência de uso da água de irrigação em dois sistemas de cultivo de cana-de-açúcar no Submédio São Francisco
Eficiência de uso da água de irrigação em dois sistemas de cultivo de cana-de-açúcar no Submédio São Francisco M. Calgaro 1, W. L. Simões 2, M. B. Braga 3, J. M. Pinto 2, M.A de Souza 4, J.A. Lima 4 RESUMO:
Padrão: água pura isenta de sais, submetida a condições normais de pressão (pressão relativa = 0) e sobre a superfície do solo.
7 POTENCIAIS DE ÁGUA NO SOLO Potencial de água no solo define o estado de energia em que a água se encontra no solo em relação a um potencial padrão Padrão: água pura isenta de sais, submetida a condições
MANEJO DA ÁGUA NO CULTIVO DE ALFACE IRRIGADO PELO SISTEMA DE MICROASPERSÃO
MANEJO DA ÁGUA NO CULTIVO DE ALFACE IRRIGADO PELO SISTEMA DE MICROASPERSÃO HELRIJESUS ALVES LIMA 1 ; LEIDE PRISCILLA SANTANA SANTOS2; GABRIEL VINICIOS DOSANJOS ALVES3; TIAGO TORRES DIAS4; DELAÍDES SILVA
RELAÇÃO SOLO, ÁGUA, PLANTA. Engº Agrº Nilton Brittos da Silva ESREG- ESTRELA JUNHO/07
RELAÇÃO SOLO, ÁGUA, PLANTA Engº Agrº Nilton Brittos da Silva ESREG- ESTRELA JUNHO/07 RELAÇÃO SOLO-ÁGUA-CLIMA E PLANTA A irrigação não deve ser considerada, apenas, como a captação, condução e o fornecimento
MANEJO DA IRRIGAÇÃO EM HORTALIÇAS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO - MA EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE HORTALIÇAS - CNPH MANEJO DA IRRIGAÇÃO EM HORTALIÇAS Waldir Aparecido
CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE DO MAMOEIRO SUNRISE SOLO SOB IRRIGAÇÃO LOCALIZADA
CRESCIMENTO E PRODUTIVIDADE DO MAMOEIRO SUNRISE SOLO SOB IRRIGAÇÃO LOCALIZADA Gian Carlo Carvalho 1 ; Eugênio Ferreira Coelho 2, Afrânio dos Anjos Santos Mendes da Silva 3, Arthur José Mendes Pamponet
on line Irrigacaju: Planilha Eletrônica para o Manejo da Irrigação na Produção Integrada de Caju Objetivos Metodologia
ISSN 1679-2254 Irrigacaju: Planilha Eletrônica para o Manejo da Irrigação na Produção Integrada de Caju 23 on line Introdução De acordo com os princípios da produção integrada de frutas, a irrigação do
IRRIGAÇÃO POR SULCOS Pa P t a r t i r c i ia i A n A g n é g li l c i a c A l A v l e v s s Ma M rq r u q e u s
IRRIGAÇÃO POR SULCOS Patricia Angélica Alves Marques 1. DEFINIÇÃO A irrigação por sulcos é um método que consiste na distribuição de água através de pequenos canais (os sulcos), paralelos às fileiras de
5. Evaporação e Transpiração
Transpiração 5.1. Definição Na fase terrestre do ciclo hidrológico, a evaporação e a transpiração são os processos físicos responsáveis pelas perdas de água da superfície para a atmosfera. Aos processos
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO IRRIGADO
VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO IRRIGADO VIEIRA, T.A. 1 ; SANTANA, M.J. 2 ; BRAGA NETO, J.A. 3 ; BARRETO, A.C. 2 ; PAULA, J.C. 3 1 Estudante do curso de Agronomia do Centro Federal
AJUSTE DA LÂMINA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUTIVIDADE DA CULTURA DO FEIJÃO
AJUSTE DA LÂMINA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUTIVIDADE DA CULTURA DO FEIJÃO KARINA ROSALEN 1,2*, VANDERLÉIA FORTUNA 1,2, PATRICIA MARA DE ALMEIDA 1,2, LEONARDO PANDOLFI 1, HUGO VON LINSINGEN PIAZZETTA 1,2 1 Universidade
IRRIGAÇÃO EM VINHEDOS NO OESTE PAULISTA. Marco Antônio F. Conceição Embrapa Uva e Vinho Estação Experimental de Viticultura Tropical
IRRIGAÇÃO EM VINHEDOS NO OESTE PAULISTA Marco Antônio F. Conceição Embrapa Uva e Vinho Estação Experimental de Viticultura Tropical Produção de Uvas no Brasil Produção de Uvas no Brasil 16% 12% 57% 52%
REDUÇÃO DA SALINIDADE E DA SODICIDADE EM SOLOS IRRIGADOS: AÇÃO DA IRRIGAÇÃO, LAVAGEM, CORRETIVOS QUÍMICOS E INSUMOS ORGÂNICOS
REDUÇÃO DA SALINIDADE E DA SODICIDADE EM SOLOS IRRIGADOS: AÇÃO DA IRRIGAÇÃO, LAVAGEM, CORRETIVOS QUÍMICOS E INSUMOS ORGÂNICOS Fortaleza CE Abril - 2014 Lourival Ferreira Cavalcante CCA /UFPB, Areia,PB
Circular. Técnica. Irrigação na cultura da melancia. Autores. Introdução ISSN
ISSN 1415-3033 Circular Técnica 108 Brasília, DF Outubro, 2012 Autores Waldir Aparecido Marouelli Eng. Agríc., Ph.D., Embrapa Hortaliças [email protected] Marcos Brandão Braga Eng. Agr., D.Sc., Embrapa
UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE IRRISIMPLES NO MANEJO DA IRRIGAÇÃO DO CAFEEIRO CONILON EM PEQUENAS E MÉDIAS PROPRIEDADES NO NORTE DO ESPÍRITO SANTO
UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE IRRISIMPLES NO MANEJO DA IRRIGAÇÃO DO CAFEEIRO CONILON EM PEQUENAS E MÉDIAS PROPRIEDADES NO NORTE DO ESPÍRITO SANTO Luan Peroni Venancio 1, Roberto Filgueiras², Fernando França Da
MANEJO DA IRRIGAÇÃO EM ALFAFA
MANEJO DA IRRIGAÇÃO EM ALFAFA Fernando Campos Mendonça Embrapa - São Carlos - SP TÓPICOS A ALFAFA E O CLIMA NECESSIDADES HÍDRICAS E IRRIGAÇÃO EFICIÊNCIA DE USO DE ÁGUA MEDIÇÃO E ESTIMATIVA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO
Analise Comparativa de Manejo e Sistemas de Irrigação Geraldo Antonio Ferreguetti Engenheiro Agrônomo
Analise Comparativa de Manejo e Sistemas de Irrigação Geraldo Antonio Ferreguetti Engenheiro Agrônomo Presidente da SEEA Sociedade Espiritossantense de Engenheiros Agrônomos Sumario Crise hídrica Vilões
PLANILHA ELETRÔNICA PARA AUXILIO À TOMADA DE DECISÃO EM MANEJO DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA: APLICAÇÃO NO CULTIVO DA VIDEIRA 1
PLANILHA ELETRÔNICA PARA AUXILIO À TOMADA DE DECISÃO EM MANEJO DE IRRIGAÇÃO LOCALIZADA: APLICAÇÃO NO CULTIVO DA VIDEIRA 1 PATRICIA DOS SANTOS NASCIMENTO (1), LUÍS HENRIQUE BASSOI (2),VITAL PEDRO DA SILVA
ESTIMATIVA DA PRECIPITAÇÃO EFETIVA PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE IBOTIRAMA, BA Apresentação: Pôster
ESTIMATIVA DA PRECIPITAÇÃO EFETIVA PARA A REGIÃO DO MUNICÍPIO DE IBOTIRAMA, BA Apresentação: Pôster Rafael Soares Batista 1 ; Weslei dos Santos Cunha 2 ; Marcus Aurélio de Medeiros 3 ; Murilo Oliveira
COMPARAÇÃO DE TRÊS MÉTODOS DE MANEJO DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO: TENSIOMÉTRICO, EVAPOTRANSPIRAÇÃO POR TANQUE CLASSE A EVAPOTRANSPIRAÇÃO POR PENMAN-MONTEITH
COMPARAÇÃO DE TRÊS MÉTODOS DE MANEJO DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO: TENSIOMÉTRICO, EVAPOTRANSPIRAÇÃO POR TANQUE CLASSE A EVAPOTRANSPIRAÇÃO POR PENMAN-MONTEITH T. B. CORTEZ 1, S. M. C. e SILVA 2, A. H. N. CUNHA
BALANÇO DE ÁGUA NO SOLO PARA O MILHO SUBMETIDO A TURNOS DE REGA EM REGIÃO SEMIÁRIDA
BALANÇO DE ÁGUA NO SOLO PARA O MILHO SUBMETIDO A TURNOS DE REGA EM REGIÃO SEMIÁRIDA Edmaíris Rodrigues Araújo; Jonatas Emanuel de Souza; Carla Sabrina da Silva; Amanda Cibele da Paz Sousa; Samuel Silva
Capítulo 12. Irrigação e fertirrigação na cultura da banana
Capítulo 12 Irrigação e fertirrigação na cultura da banana Ana Lúcia Borges Eugênio Ferreira Coelho Édio Luiz da Costa Antônio Heriberto de Castro Teixeira Introdução A irrigação existe como alternativa
Produção de Folhosas sem desperdício de água. Palestra 2 Tecnologia de Cultivo e Gotejamento. Regina Célia de Matos Pires -
Produção de Folhosas sem desperdício de água Palestra 2 Tecnologia de Cultivo e Gotejamento Regina Célia de Matos Pires - IAC Campinas, 10 agosto de 2016 Economia de água - importância População mundial
Manejo de Água na Cultura da Videira
Manejo de Água na Cultura da Videira José Monteiro Soares Tarcizio Nascimento Introdução A Figura 1 mostra um desenho esquemático correspondente ao manejo da água de irrigação de uma área cultivada. Nesta
Irrigação do cajueiro. Fábio Rodrigues de Miranda
Capítulo 4 Irrigação do cajueiro Fábio Rodrigues de Miranda Resumo: A irrigação do cajueiro-anão-precoce promove o aumento da produção e a melhoria da qualidade dos frutos. É uma prática economicamente
Irrigação. Irrigação. Escoamento ou gravidade 09/03/2011. Infiltração, utilizando canais abertos entre fileiras de plantas
Irrigação Irrigação Prof. Luciane Costa de Oliveira Fonte: Eng. Agrônomo Lucas de Paula Mera É uma técnica utilizada na agricultura que tem por objetivo o fornecimento controlado de água para as plantas
OS MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO
OS MÉTODOS DE IRRIGAÇÃO ASPERSÃO Convencionais Mecanizados MICROIRRIGAÇÃO Gotejamento Microaspersão SUPERFÍCIE Sulcos Faixas Inundação QUAL O MELHOR SISTEMA DE IRRIGAÇÃO? Não existe um único sistema de
Comunicado119 Técnico
Comunicado119 Técnico ISSN 1808-6802 Junho, 2012 Bento Gonçalves, RS IRRIVITIS Planilha para Manejo da Irrigação em Videiras Marco Antônio Fonseca Conceição * Introdução O uso da irrigação se faz necessário
MANEJO DE IRRIGAÇÃO PARA PLANTAS OLEAGINOSAS. Daniel Vieira Silva
MANEJO DE IRRIGAÇÃO PARA PLANTAS OLEAGINOSAS Daniel Vieira Silva Plantas Oleaginosas Aumento no uso dos óleos vegetais para a produção de biodiesel. Políticas de incentivo ao cultivo. Necessidade de farelos
Evapotranspiração e coeficiente de cultivo da bananeira para a região litorânea do Ceará
Rev. Ciên. Agron., Fortaleza, v. 39, n. 02, p. 203-208, Abr.- Jun., 2008 Centro de Ciências Agrárias - Universidade Federal do Ceará www.ccarevista.ufc.br ISSN 1806-6690 Evapotranspiração e coeficiente
Cultivo do Milho
1 de 5 24/5/2011 09:14 Sumário Apresentação Economia da produção Zoneamento agrícola Clima e solo Ecofisiologia Manejo de solos Fertilidade de solos Cultivares Plantio Irrigação Plantas daninhas Doenças
RELAÇÕES SOLO-ÁGUA-PLANTA-ATMOSFERA
RELAÇÕES SOLO-ÁGUA-PLANTA-ATMOSFERA 1 ABSORÇÃO DE ÁGUA PELAS PLANTAS MOVIMENTO DA ÁGUA DO SOLO PARA A ATMOSFERA ATRAVÉS DA PLANTA COMPOSIÇÃO DO SOLO SOLO material poroso, constituído de três fases: Sólida
HIDROLOGIA ENGENHARIA AMBIENTAL. Aula 06
HIDROLOGIA ENGENHARIA AMBIENTAL Aula 06 EVAPORAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO 2 Definição Evaporação: é o processo natural pelo qual a água, de uma superfície livre (líquida) ou de uma superfície úmida, passa para
MATURAÇÃO E PRODUTIVIDADE DO CAFEEIRO CONILON SUBMETIDO Á DIFERENTES ÉPOCAS DE IRRIGAÇÃO 2º ANO AGRÍCOLA
MATURAÇÃO E PRODUTIVIDADE DO CAFEEIRO CONILON SUBMETIDO Á DIFERENTES ÉPOCAS DE IRRIGAÇÃO 2º ANO AGRÍCOLA J.M. Correa¹; G.H.S. Vieira ²; J.B.Loss³; R. Birchler 4 ; G. Peterle 4 RESUMO: A qualidade do café
Qualidade pós-colheita de frutos de bananeiras Prata-Anã, BRS Platina, Fhia-18, BRS Princesa e Grande Naine produzidos sob irrigação
ISSN 1809-5011 17 Qualidade pós-colheita de frutos de bananeiras Prata-Anã, BRS Platina, Fhia-18, BRS Princesa e Grande Naine produzidos sob irrigação Introdução A região norte de Minas Gerais é grande
Operação do Irrigâmetro
Capítulo 4 Operação do Irrigâmetro Preparação da água de abastecimento Adicionar cinco litros de água filtrada em um balde e acrescentar apenas uma pitada de sulfato de cobre, misturando o suficiente para
