Ressonância Magnética. Considerações técnicas práticas
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- Rosângela Vieira
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1 Ressonância Magnética Considerações técnicas práticas
2 PULSO DE RADIOFREQUÊNCIA Como consequência da aplicação do pulso de RF observa-se que o VME afasta-se do alinhamento em relação a linha paralela de B0 (longitudinal), criando um angulo entre ele e B0 chamado de Flip Angle (ângulo de inclinação). A magnitude deste ângulo depende da amplitude e duração do pulso de RF. Magnetização longitudinal ML Magnetização transversal MT
3 RELAXAMENTO Ao desligar o pulso de RF, os momentos dos átomos de hidrogênio que se encontram em fase passam a perder energia e, em consequência, passam a fora de fase. O VME passa a sofrer influência de B0, tentando o realinhamento. Durante essa volta, chamada de Relaxamento, o grau de magnetização longitudinal aumenta gradualmente(recuperação) em detrimento à magnetização transversal (declinio). Portanto Relaxamento = desaparecimento magnetização transversal e reaparecimento da magnetização longitudinal
4 RELAXAMENTO Diminuindo a MT (Magnetização Transversal) diminuímos progressivamente a magnitude da voltagem induzida na bobina receptora até zero (Declínio de Indução Livre DIL) Durante essa volta, é o momento que podem ser mensuradas as ponderações T1(ao longo eixo Z) e T2(plano X-Y).
5 AQUISIÇÃO IMAGENS Durante os processos de relaxamento os átomos liberam seu excesso de energia, adquiridos do pulso de RF 90, na forma de ondas de rádio. Para captar essas ondas precisamos de uma bobina receptora, que pode ser a mesma transmissora ou outra, que deve estar posicionada em ângulos retos com o campo magnético. A obtenção de imagem por RM depende de uma combinação de fatores intrínsecos (característica do paciente) e extrínsecos (parâmetros escolhidos), que influenciam na ponderação, resolução espacial e contraste da imagem.
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8 RELAÇÃO ENTRE IMAGENS PONDERADAS EM T1, T2 E DP COM O TE E TR
9 TE CURTO E TR CURTO
10 TE LONGO E TR LONGO
11 TE CURTO E TR LONGO Sequência ponderada em Densidade de Prótons (Dp). É baseada na diferença no número de prótons por unidade de volume. TR longo diminui a influência T1. TE curto diminui a influência T2. Imagem ponderada em DP
12 MEIOS DE CONTRASTE Aumenta o contraste entre o tecido normal e as patologias Seletividade entre os tempos de T1 e T2 Gadolíneo substância paramagnética (concentração em tecidos vascularizados e eliminados via renal) Água como contraste (sinais de próton da água em ductos e vesículas) Sangue como contraste (diferentes concentrações de O 2 )
13 Imagens de ressonância magnética (RM) do fígado obtidas em um sistema de 0,3 Tesla. As imagens axiais em fase (A) e fora de fase (B) exibem sinal relativamente reduzido por todo o fígado nas imagens fora de fase em comparação com a imagem em fase, indicando infiltração gordurosa.
14 A imagem axial ponderada em T2 (C) revela uma pequena lesão hiperintensa (seta em C e D), que contrasta como se pode ver na imagem gradiente-eco tardia e ponderada em T1 (D), degradada pela baixa relação sinal-ruído e pelo artefato de movimento respiratório.
15 A imagem axial ponderada em T2, obtida em um paciente diferente com um sistema de 0,3 Tesla (E) demonstra um artefato proibitivo distorcendo a imagem além da utilidade diagnóstica, em comparação com a imagem correspondente (F) de um estudo de acompanhamento feito em um sistema de configuração aberta de 1,5 Tesla e pequeno diâmetro.
16 ANATOMIA EM RM EXEMPLOS E VISUALIZAÇÃO EM SOFTWARE...
17 RM DE ABDOME SUPERIOR 1 - Fígado 2 Baço 3 Rim Direito 4 Rim Esquerdo 5 Músculo Psoas 6 Cólon Descendente 7 Medula Espinal
18 RM DE ABDOME TOTAL
19 EXEMPLO DE RM- ABDOME SUPERIOR
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22 Imagem de RM Cervical ponderada em T2 com Hérnia de disco em C5-C6
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25 Imagem em plano sagital ponderada em T2 com saturação de gordura.
26 SOFTWARE
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