Ressonância Magnética. Prof. Luciano Santa Rita
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- Kléber Canário Neiva
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1 Ressonância Magnética Prof. Luciano Santa Rita
2 Sumário Introdução e Histórico Princípio de funcionamento de ressonância magnética - RM (abordagem física) Estrutura do equipamento de RM Formação da imagem em RM e artefatos Princípios de operação e meios de contraste Segurança em RM Protocolos básicos para exame de RM Aplicações com RM (Angio-RM, RM das Mamas e Avanços em Neuroimagem) 2
3 Introdução e histórico Desde o início da década de 1920 já se realizavam estudos sobre a propriedade magnética dos núcleos atômicos. Os primeiros dados foram apresentados por Felix Bloch e Edward Purcell em Ambos trabalhavam separadamente nos Estados Unidos na realização de experimentos para verificar como os átomos, e em especial, os prótons presentes no núcleo, respondiam sob a ação de fortes campos magnéticos. Estas pesquisas deram origem ao espectrógrafo de ressonância magnética nuclear. Purcell (a) e Bloch (b) ganharam juntos o prêmio Nobel em
4 Introdução e histórico A descoberta da ressonância magnética como um método de diagnóstico por imagem foi fruto das atividades de Raymond Damadian. No final os anos 60, trabalhando com ressonância magnética nuclear, Damadian verificou o fenômeno físico de núcleos atômicos emitindo ondas de rádio em frequências previsíveis quando sujeitos a forte campo magnético. Fazendo experimentos em ratos com câncer, Damadian verificou que sinais emitidos pelas células sadias eram diferentes dos sinais das células doentes. Esta diferença inspirou-o a inventar um equipamento e o método de ressonância magnética nuclear que fosse seguro e preciso para avaliar o corpo humano. Hoje em dia o método é conhecido como imagem por ressonância magnética (MRI ou IRM). 4
5 Introdução e histórico O primeiro ressonador magnético foi patenteado por Damadian em 1972 e usava hélio líquido para refrigerar os magnetos dispostos numa câmara cilíndrica. Em 1977 Damadian e sua equipe produziram com sucesso o primeiro equipamento de MRI do corpo humano, a partir de um protótipo chamado de "Indomitable" (persistente). No dia 3 de Julho de 1977 foi produzida a primeira imagem do corpo humano: o tórax do Dr. Lawrence Minkoff, um dos colaboradores de Damadian. Damadian e sua equipe ao lado do primeiro MRI, o "Indomitable". 5
6 Introdução e histórico A imagem radiológica envolve a interação dos raios X com os elétrons que circundam os núcleos dos átomos, enquanto a imagem por ressonância magnética envolve a interação de ondas de rádio e campos magnéticos estáticos apenas com os núcleos dos átomos. No entanto, nem todos os núcleos de átomos respondem aos campos magnéticos. Apenas os núcleos dos elementos químicos que são constituídos por um número ímpar de prótons ou nêutrons servem para a ressonância magnética, por possuírem spin diferente de zero. Isto se deve ao fato que tanto os prótons quanto os elétrons possuem carga elétrica. Por estarem sempre girando (movimento conhecido pela palavra inglesa spin), essa carga elétrica cria um campo elétrico variável. E todo campo elétrico variável está associado um campo magnético também variável. Isso faz com que o próton tenha comportamento de um imã. 6
7 Introdução e histórico A tabela ao lado, relaciona os elementos químicos mais interessantes para a utilização na ressonância magnética. Embora outros tantos ainda possam ser influenciados por um campo magnético, as imagens de ressonância são produzidas a partir da interação do núcleo de hidrogênio. Este átomo foi escolhido pela sua abundância no corpo humano (na forma de água - H 2 O) 7
8 Introdução e histórico Campo Magnético? Linhas de campo ou indução? Imãs e dipolos magnéticos? Espectro eletromagnético? Grandeza vetorial? etic-forces-and-magnetic-fields/magnetic-fieldcurrent-carrying-wire/a/what-are-magnetic-fields s/rudimentos-3d/ 8
9 RM (abordagem física) As partículas elétricas, prótons e elétrons, possuem um movimento giratório em torno do próprio eixo (Spin). Ou seja, os prótons giram como se fossem planetas. Este movimento acaba por fazer com que os elétrons e prótons transformem-se em pequenos ímãs, conhecidos por dipolos. Como o campo magnético possui um ponto de início ou saída, polo norte, e um ponto de fim ou entrada, polo sul, ele é comumente representado por uma seta, dando a direção e o sentido do ímã. Prótons giram como se fossem pequenos planetas e criam seu próprio campo magnético. 9
10 RM (abordagem física) O segredo da imagem por ressonância magnética está no fato de um corpo magnetizado precessar ao redor de um forte campo magnético estático (sem alteração). Este fenômeno de precessão ocorre sempre que uma força externa age sobre um objeto em rotação. A velocidade desta precessão aumenta com o incremento da força do campo magnético. Assim, um próton sob a ação de um campo de 2 Tesla precessa mais rápido que o próton no campo de 1 Tesla. Exemplos de movimentos de precessão realizado por 3 corpos: pião, Terra e próton. 10
11 RM (abordagem física) A aplicação de um campo magnético muito intenso sobre o corpo humano (0,1 Tesla até 2 Teslas vezes o campo magnético natural da Terra) faz com que os prótons do corpo realizem seus movimentos de forma uniforme. Este campo magnético intenso é necessário para que se possa alinhar todos os prótons e com isso saber qual é a condição inicial deles. Além do alinhamento, os prótons acabam também por precessar. E esta precessão está relacionada com a intensidade do campo magnético aplicado. Como os prótons do hidrogênio são influenciados pela presença do campo magnético: (a) prótons dentro do corpo sem direção preferencial; (b) prótons alinhados pela força do campo magnético aplicado. 11
12 RM (abordagem física) A frequência de precessão está relacionada com a variação da intensidade do campo magnético aplicado por meio de uma constante chamada de razão giromagnética. A equação de Larmor estabelece a relação entre frequência de precessão e intensidade de campo magnético. Para o hidrogênio = 42,5 MHz/T Frequência de precessão ω 0 = γ. B Razão giromagnética Intensidade de campo magnético em Tesla Os prótons além do alinhamento, também precessam na presença de um campo magnético intenso. 12
13 RM (abordagem física) A emissão de ondas de rádio A precessão dos prótons no paciente pode ser ainda mais alterada por ondas de rádio. A onda de rádio (ondas eletromagnéticas) causa aumento do ângulo de precessão do próton. São essas ondas, ou mais especificamente, seus campos magnéticos que estarão em ressonância com os prótons. Por ser esta ressonância causada por interações magnéticas, este tipo de exame é chamado de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA. À medida que a onda de rádio interage com a partícula (maior tempo), essa aumenta sua velocidade de precessão, o que implica na inclinação, cada vez maior, do eixo de rotação. 13
14 RM (abordagem física) A emissão de ondas de rádio Esta ressonância magnética não ocorre apenas com um único próton, mas com um grande número deles. Assim, cada próton contribui com seu dipolo para gerar um vetor de magnetização resultante, conhecido como M, que irá indicar o comportamento médio de todos os prótons de uma determinada região do corpo. Este vetor magnetização será o responsável pela geração da imagem, no momento em que ele receber a energia proveniente da onda eletromagnética gerada pela bobina. Um conjunto de prótons, representados pelos vetores de magnetização, alteram sua precessão ao receberem a energia de uma onda eletromagnética. A componente longitudinal (eixo z) diminui seu valor e aparece uma componente transversal (eixo y). 14
15 RM (abordagem física) Conceito de ressonância A escolha da radiofrequência a ser utilizada para afetar a precessão dos prótons depende da velocidade de precessão em que o próton já esteja girando para que o valor escolhido seja o adequado para entrar em ressonância com os prótons. Assim, o princípio de ressonância explica por que utilizamos ondas de radiofrequência aplicadas em pulsos para imagens por ressonância magnética. As ondas de rádio, que se encontram na faixa de 1 a 100 MHz, estão em ressonância com os prótons em precessão. Quando empurramos o balanço no momento de máxima altura, entramos em ressonância com ele. 15
16 RM (abordagem física) Recebimento do sinal de ressonância O próton é um pequeno magneto que ao girar, emite ou cria ondas eletromagnéticas. Estas ondas emitidas de prótons dentro do tecido humano são captadas por uma bobina receptora durante a fase de recepção do processo de ressonância magnética. Geração do sinal de ressonância magnética Este sinal elétrico obtido na bobina receptora é enviado a um computador que utilizará técnicas matemáticas semelhantes a da TC para reconstruir a imagem do paciente. 16
17 RM (abordagem física) Relaxamento Quando o pulso de ressonância que foi enviado ao próton cessa, todos os prótons estão em precessão juntos e em fase. Assim que o pulso de radiofrequência é desligado, os prótons começam a retornar a uma configuração mais aleatória em um processo chamado de relaxamento. Como o termo indica, os prótons tendem a procurar um estado de menor energia, um estado mais relaxado. À medida que as partículas relaxam, o sinal de ressonância enviado pelos prótons em precessão diminui. Cessado o pulso de RF, os prótons tendem a voltar ao seu estado natural, aumentando a componente longitudinal e eliminando a componente transversal. 17
18 RM (abordagem física) Relaxamento A velocidade de relaxamento fornecenos informação sobre o tecido normal e sobre processos patológicos nos tecidos. Assim, podemos dizer que é o tempo de relaxamento o responsável pela imagem que visualizamos do paciente. O relaxamento é dividido em dois tipos, denominados relaxamento T1 e relaxamento T2. A letra significa tempo, pois é o tempo de duração ou de alteração do vetor MZ e MXY que é calculado em cada um dos relaxamentos. Relaxamento T1 e T2. 18
19 RM (abordagem física) Relaxamento T1 Continua... 19
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