Ricardo Ribeiro Rodrigues LERF/LCB/ESALQ/USP
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- Carmem Leveck
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1 Construção de modelos de restauração participativos e aplicação da Metodologia de Avaliação de Oportunidades de Restauração ROAM na APA Alto Mucuri e no Corredor Ecológico Sossego - Caratinga Ricardo Ribeiro Rodrigues LERF/LCB/ESALQ/USP
2 Avaliação de Oportunidades de Restauração e Plano Estratégico para a APA Alto do Mucuri e Corredor Ecológico Sossego-Caratinga (CESC) Realização Apoio
3 Objetivos do projeto - Avaliar a cadeia da restauração ecológica na região da APA Alto do Mucuri e do Corredor Ecológico Sossego-Caratinga - Elaborar modelos de plantio para restauração de APPs e RL, através da restauração ecológica e sistemas agroflorestais - Priorizar áreas de restauração dentro da APA e do CESC - Elaborar um Plano Estratégico de Restauração Florestal como forma de orientar a implantação e desenvolvimento de projetos na APA e no CESC
4 Metodologia Aplicação de questionários abertos Realização de visitas e reuniões período de maio a setembro 2018 Realização de duas oficinas e um workshop com a comunidade Levantamento de informações secundárias
5 Metodologia - Questionários Principais causas da degradação florestal Principais benefícios pretendidos com a restauração florestal Principais limitações e potencialidades para implantação de projetos Aplicação de legislação na região Atores envolvidos com restauração florestal
6 Metodologia Questionários Lista de atores que participaram das visitas e oficinas do projeto Instituto Federal do Norte de Minas Gerais Movimento Pró Rio de Todos os Santos e Mucuri Prefeitura de Teófilo Otoni Universidade Presidente Antonio Carlos Casa da Floresta Fundação Nacional do Indio Instituto Mineiro de Agropecuária Sindicato dos Produtores Rurais de Teófilo Otoni Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Teófilo Otoni Instituto Estadual de Florestas - Regional Teófilo Otoni Prefeitura de Malacacheta Sr. Messias - Novo Horizonte Prefeitura de Caraí APA Alto do Mucuri Corpo de Bombeiros de MG Polícia Militar de MG RPPN Ecovive Escola Família Agrícola de Caraí, Catuji, Itaipé e Ladainha EMATER - Regional Teófilo Otoni COPASA Associação de Apicultores de Novo Cruzeiro Prefeitura de Ladainha Associação Apícola do Alto Mucuri Escola Família Agrícola do Setubal Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Sr. Marcos - Comunidade Cristal Associação de Apicultores de Ladainha
7 Metodologia Questionários CESC Lista de atores que participaram das visitas e oficinas do projeto Centro Universitário de Caratinga Pastoral Ecológica AGRIFOM AGAIA COPASA EMATER - Simonésia IEF - Caratinga IEF - Manhuaçu Escola da Família Agrícola - Simonésia REDE de Intercâmbio Preserve Muriquis Prefeitura de Simonésia Biodiversitas Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Simonésia Centro de Proteção de Água e Vida
8 Metodologia Visitas APA
9 Metodologia Visitas CESC
10 Metodologia Oficinas APA
11 Metodologia Oficinas - CESC
12 Resultados Análise de Priorização de Áreas para Restauração Florestal Modelos de Restauração Florestal Análise da Cadeia da Restauração Florestal
13 Análise de Priorização para Restauração APA MUCURI
14 APA Mucuri - Uso e cobertura do solo (mapa de uso e cobertura de 2017) Legenda Classes Municípios Complexo Rupestre Floresta Estacional Semidecidual Floresta Estacional Semidecidual (inicial/médio) Pastagem Recursos Hídricos Silvicultura Solo Exposto Área Urbana
15 Análise de Priorização para Restauração APA Alto do Mucuri Por onde começar as ações de restauração? Quais benefícios queremos com a restauração? É possível localizar esses benefícios no mapa?
16 Fator/Camada Objetivos da Restauração Variável Representativa do Benefício Dados GIS utilizados HIDRO Proteção dos Recursos Hídricos Proximidade de cursos hídricos Distância de rios, nascentes + densidade de drenagem SOLO Conservação do solo Vulnerabilidade erosiva dos solos Shape vulnerabilidade Plano de Manejo BIODIVERSIDADE Conservação da Biodiversidade Conectividade Mata Atlântica Shape Análise Conectividade, Tambosi et al. COMUNIDADES Promover oportunidades para comunidades tradicionais e prover água Proximidade de comunidades Shp comunidades APA + shp indígenas ÁREA DEGRADADA Recuperação da terra Identificação de áreas degradadas Dados de pastagem, área degradada e espessamento do solo RISCO DE INCÊNDIOS Evitar propagação de incêndios Fragilidade a incêndios florestais Shape risco de incêndios Plano de Manejo
17 Análise de Priorização para Restauração APA MUCURI Benefícios esperados com a restauração Identificação de Áreas Prioritárias para Restauração HIDRO SOLOS BIODIVERSIDADE COMUNIDADES ÁREA DEGRADADA RISCO DE INCÊNDIOS
18 Áreas prioritárias para restauração APA - Mucuri Legenda Municípios Áreas priotiárias para restauração Muito alta prioridade de restauração Alta prioridade de restauração Média prioridade de restauração Baixa prioridade de restauração Muito baixa prioridade de restauração HIDRO SOLO BIODIVERSIDADE Legenda Valores de importância de restauração dentro das camadas Alto: 100 Baixo: 0 COMUNIDADES ÁREA DEGRADADA RISCO INDÊNDIOS
19 Áreas prioritárias para restauração APA - Mucuri Legenda Municípios Áreas priotiárias para restauração Muito alta prioridade de restauração - Quintil superior - valores mais altos na soma das camadas Alta prioridade de restauração Média prioridade de restauração Baixa prioridade de restauração Muito baixa prioridade de restauração - Quintil inferior - valores mais baixos na soma das camadas
20 Áreas de Muito Alta Prioridade para restauração APA - Mucuri Áreas de Muito Alta Prioridade para restauração APA Alto Mucuri e uso do solo 2017 Legenda Muito Alta Prioridade para restauração Municípios Legenda Legenda Legenda Municípios Classes Muito Alta Municípios Prioridade para restauração Classes Complexo Rupestre Municípios Complexo Floresta Estacional RupestreSemidecidual Floresta Estacional Semidecidual (inicial/médio) Floresta PastagemEstacional Semidecidual (inicial/médio) Pastagem Recursos Hídricos Recursos SilviculturaHídricos Silvicultura Solo Exposto Solo Área Exposto Urbana Área Urbana
21 Potencial de Regeneração Natural Legenda Potencial de Regeneração de acordo com Proximidade de Fragmentos e Vulnerabilidade do Solo Quanto maior a proximidade e menos vulnerável o solo, maior o potencial de regeneração Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Alta vulnerabilidade do solo Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Média vulnerabilidade do solo Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Baixa vulnerabilidade do solo Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Alta vulnerabilidade do solo Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Baixa vulnerabilidade do solo Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Média vulnerabilidade do solo Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Alta vulnerabilidade do solo Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Média vulnerabilidade do solo Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Baixa vulnerabilidade do solo Fragmentos Florestais
22 Áreas de prioridade de restauração APA Mucuri Uso e cobertura do solo (mapa de uso e cobertura de 2017) Classes de Uso e Cobertura do Solo Prioridade de restauração APA Alto Mucuri Muito Muito Alta Alta Média Baixa Baixa Classes em que é possível realizar ações de restauração na APA Alto Mucuri Total Pastagem Solo Exposto Silvicultura FES inicial/médio (avaliar necessidade de restauração) Classes em que ações de restauração não são necessárias ou não se aplicam Área Urbana Complexo Rupestre FES (avaliar conservação da floresta) Recursos Hídricos Total
23 Análise de Priorização para Restauração Corredor Ecológico Sossego Caratinga
24 Uso e cobertura do solo Corredor Ecológico Sossego Caratinga Legenda Municípios Limite CESC Uso e Cobertura do Solo Biodiversitas Classes Afloramento rochoso com vegetação herbácea Água Cultivo Mata Nuvem Pastagem Solo exposto Sombra
25 Fator/Camada HIDRO BIODIVERSIDADE Objetivos da Restauração Proteção dos Recursos Hídricos Conservação da Biodiversidade Variável Representativa do Benefício Proximidade de cursos hídricos Conectividade do CESC e distância de grandes fragmentos SOLO Conservação do solo Declividade Dados GIS utilizados Shapes de rios, fornecidos pela Biodiversitas e de nascentes elaborado pela Bioflora Shape uso do solo Mata Análise Conectividade, Tambosi et al. Shape de declividade elaborado pela Bioflora a partir de dados de Modelo Digital de Terreno DEM ASTER EarthExplorer disponível online
26 Análise de Priorização para Restauração Corredor Ecológico do Sossego Benefícios esperados com a restauração Identificação de Áreas Prioritárias para Restauração HIDRO BIODIVERSIDADE SOLO
27 Áreas prioritárias para restauração CESC Legenda Municípios Áreas priotiárias para restauração Muito alta prioridade de restauração Alta prioridade de restauração Média prioridade de restauração Baixa prioridade de restauração Muito baixa prioridade de restauração Legenda Valores de importância de restauração dentro das camadas Alto: 100 Baixo: 0 HIDRO SOLO BIODIVERSIDADE
28 Muito baixa prioridade de restauração Áreas prioritárias para restauração CESC Legenda Municípios Áreas priotiárias para restauração Muito alta prioridade de restauração Alta prioridade de restauração Média prioridade de restauração Baixa prioridade de restauração
29 Áreas de Muito Alta Prioridade para restauração - CESC
30 Potencial de Regeneração Natural Legenda Potencial de Regeneração de acordo com Proximidade de Fragmentos e Declividade Quanto maior a proximidade e declividade, maior o potencial de regeneração Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Baixa declividade (até 8º) Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Média declividade (8º - 30º) Baixa proximidade de fragmentos (> 500 m) e Alta declividade (>30º) Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Baixa declividade (até 8º) Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Média declividade (8º - 30º) Média proximidade de fragmentos (500 a 200 m) e Alta declividade (>30º) Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Baixa declividade (até 8º) Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Média declividade (8º - 30º) Alta proximidade de fragmentos (até 200 m) e Alta declividade (>30º) Fragmentos Florestais
31 Áreas de prioridade de restauração CESC Uso e cobertura do solo (mapa de uso e cobertura de 2010 Biodiversitas) Prioridade de restauração Corredor Ecológico Sossego-Caratinga Classes de Uso e Cobertura do Solo Muito Alta Alta Média Baixa Classes em que é possível realizar ações de restauração no CESC Muito Baixa Total Mata (avaliar necessidade de restauração) Pastagem Cultivo Solo exposto Afloramento rochoso com vegetação herbácea Classes em que ações de restauração não são necessárias ou não se aplicam Corpos d água Sombra Nuvem Total
32 Modelos de Restauração Florestal com Finalidade Ecológica e Oportunidade de Negócios
33 Modelos para Restauração Florestal Restauração Ecológica Sistemas Agroflorestais para pequenas, médias e grandes propriedades rurais
34
35 Indução Indución e Condução condución de da la Regeneração regeneración natural Natural
36 Modelo de SAFs para APP e RL para pequenos proprietários (sem corte raso)
37 Modelo de SAFs para APP e RL de assentamentos e pequenos proprietários (sem corte raso) Regeneração Natural Regeneração Natural Regeneração Natural Regeneração Natural
38 Espécie Tolerante a sombra Madeiras Iniciais Madeiras Médias Madeiras Iniciais Espécie Tolerante a sombra Madeiras Iniciais Madeira Final e PFNM Madeiras Iniciais Sistema Agroflorestal de Alta Densidade 2 a 4 m 2 a 4 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 2 a 4 m 3 a 6 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 2 a 4 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 3 a 6 m 2m 2m 2m 2m 2m 2m 2m 4m 4m 4m
39 Modelos de SAF com Regeneração Natural Espécie Tolerante a sombra Diversidade de espécies está na regeneração Nativa ou Eucalipto 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m Regeneração Natural 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 4 a 8 m Espécie Tolerante a sombra Diversidade (30 spp) Regeneração Natural 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m Regeneração Natural 2 a 4 m 2 a 4 m 2 a 4 m 4 a 8 m 4 a 8 m
40 Modelo Agroflorestal para Produção de Café - CESC Linha de café com plantas no espaçamento 3 x 1,5 m 5 a 8 m 3m 3m 5 a 8m 5 a 8 m 3m Árvores nativas ou exóticas na mesma linha do café com espaçamento de 5 x 8 m 5 a 8 m 3m 3m 3m 5 a 8m 5 a 8m 5 a 8 m 3m
41 Custos da Restauração - SAFs Componentes do Custo Valor em R$ % do Custo custos/anos mudas 3.965,47 38,23 máquinas 2.747,54 26,49 mão de obra 2.348,25 22,64 termofosfato 443,93 4,28 cama de franco 295,56 2,85 adubos verdes 295,56 2,85 Ano 1 (R$) calcário 276,35 2,66 total , Ano 2 (R$) Ano 3(R$) Ano 4 (R$) Total por categoria (R$) mão de obra 5.005, , , , ,49 máquinas 488,37 602,33 726, ,74 insumos 755,61 456,74 382,85 476, ,25 Total 6.249, , , , ,48
42 Áreas de Muito Alta prioridade de restauração APA Mucuri Uso e cobertura do solo (mapa de uso e cobertura de 2017) Classes em que é possível realizar ações de restauração em áreas de Muito Alta Prioridade de Restauração da APA Área em hectares % da APA Quantidade de Mudas Estimadas (média de mudas/ha) Pastagem ,9% Solo exposto área degradada % Silvicultura 306 0,1% Floresta Estacional Semidecidual (inicial/médio) avaliar situação ecológica da floresta analisar necessidade de enriquecimento/adensamento ,9% TOTAL ,9% APPs
43 Cadeia da Restauração Florestal - Elos Operadores - Oferta Sementes e Mudas Florestais - Coletores de Sementes Sr. Messias e Viveiro do IEF - Viveiros Florestais Sr. Messias e Viveiro do IEF Como alcançar a produção de mudas necessárias? Produção de mudas/ano para restaurar as APPs em 20 anos
44 Cadeia da Restauração Florestal - Elos Prestadores de Serviços Operacionais - Associações de Agricultores - Comunidades Rurais - Empresas e Instituições Especializadas: The Nature Conservancy, Casa da Floresta, Bioflora, Suzano - Universidades: IFNMG, UFVJM, UNIPAC - Escola da Família Agrícola - RPPN Ecovive
45 Cadeia da Restauração Florestal - Elos Prestadores de Serviços de Apoio - Instituto Estadual de Florestas - SEBRAE - EMATER/MG - Associações Agrícolas - SENAR/MG - Comunidades Rurais - Prefeituras - RPPN Ecovive - Universidades: IFNMG, UFVJM - COPASA - Escola da Família Agrícola - SEST/SENAT - Funai - CBH - Sindicatos dos Trabalhadores e Produtores
46 Obrigado!
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