Restauração Ecológica
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- Luiz Azevedo Vieira
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1 Restauração Ecológica
2 A importância das florestas Seres humanos e sociedade: uso de recursos direta e indiretamente Diretamente: madeira para móveis, lenha, carvão, frutos, sementes e castanhas, óleos, essências, plantas ornamentais e medicinais, princípios ativos para remédios, borracha, resinas, fibras, etc. Indiretamente: conservação da quantidade e qualidade da água, conservação solo (evita erosão e perda de solo fértil para agricultura), mudanças climáticas (sequestro e estoque de carbono), Florestas = Estação de tratamento de água e esgoto Fauna: recursos para sobrevivência das espécies (alimentação, abrigo, reprodução) Destaque espécies especialistas
3 Restituir a estabilidade e integridade ecológica dos ecossistemas naturais, principalmente: Áreas de Preservação Permanente, Reservas Legais, Demais espaços protegidos. E assim.. Por que restaurar? Preservar recursos hídricos, Manter a diversidade biológica, Contribuir com a manutenção do clima.. Uma área de vegetação natural suprimida dificilmente voltará a ter a mesma biodiversidade original.
4 Previsão legal Art. 225 da Constituição Federal Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê lo e preservá lo para as presentes e futuras gerações. Lei Federal /12 e Decreto Federal 7.830/12 e Lei Estadual /15: Regras para recomposição nas APP s e Reserva Legal
5 Restauração ecológica A Restauração ecológica é a ação humana em ecossistemas degradados visando desencadear, facilitar ou acelerar o processo de sucessão natural.
6 Restauração no âmbito da Adequação Ambiental do Imóvel Rural O CAR, Cadastro Ambiental Rural, é primeiro passo para quem vai apresentar um projeto de restauração. O interessado deverá cadastrar a propriedade, na qual será executado o Projeto, no Sistema de Cadastro Ambiental Rural SiCAR/SP. A partir da informações declaradas no SiCAR SP, a SMA irá obter as informações básicas sobre a propriedade para subsidiar os projetos de restauração. Todos os imóveis rurais precisam fazer este cadastro
7 Norma para restauração em SP Resolução SMA 32/2014 A área com condições de seguir uma trajetória na qual seja possível manter os processos ecológicos sem interferências humanas. A verificação de cumprimento dos compromissos de restauração baseia se nos resultados atingidos, por meio de indicadores de efetividade.
8 Indicadores Resolução ESTRUTURA AUTO-SUSTENTABILIDADE INDICADOR Cobertura do solo com vegetação nativa (%) Densidade de Regenerantes nativos (ind/ha) No. de espécies nativas em regeneração (nº spp)
9 Quem deve seguir a Resolução? Pessoas físicas ou jurídicas que apresentem : TCRA de licenciamento ambiental e autorizações emitidos pela Cetesb; TCRA de reparação de dano ambiental; Termo de Ajustamento de Conduta (TAC); PRADA do Programa de Regularização Ambiental (PRA); Projeto financiado com recursos públicos.
10 Priorização de áreas Corpos d água rios, lagos, represas
11 Priorização de áreas Com potencial de erosão dos solos e alta declividade do terreno;
12 Priorização de áreas Que promovam conectividade
13 Priorização de áreas Que ampliem ou melhorem a forma de fragmentos
14 Priorização de áreas Regiões com baixa cobertura vegetal nativa
15 Priorização de áreas Unidades de Conservação e respectivas zonas de amortecimento
16 Priorização de áreas Zonas de recarga hídrica; Áreas indicadas em ZEE; Áreas indicadas em Planos de Bacia ou Plano Diretor para Restauração
17 Etapa dos projetos I Diagnóstico; II Proposta; III Implantação; IV Manutenção e monitoramento; V Conclusão.
18 O cadastro da restauração: SARE O SARE, ou Sistema informatizado de Apoio à Restauração Ecológica, é a ferramenta para o gerenciamento das informações sobre restauração ecológica no Estado de SP. Com o SARE será possível: Registrar os projetos de restauração existentes no Estado, Monitorar o cumprimento de compromissos firmados Ao próprio executor gerenciar as informações sobre todas as suas propriedades, projetos e áreas de restauração;
19 SARE: Espacialização / Monitoramento
20 Projetos SMA anteriores ao Programa Nascentes
21 Programa Nascentes Objetivo Dar escala à restauração ecológica, promovendo a conservação da biodiversidade e a proteção dos recursos hídricos Decretos /14 e /15
22 Programa Nascentes Objetivos específicos Contribuir para a conservação de recursos hídricos e segurança hídrica (infraestrutura verde) Maximizar benefícios ambientais advindos de investimentos públicos e privados Reduzir o custo social do cumprimento da legislação Apoiar pequenos produtores rurais para a recomposição de matas ciliares Oferecer alternativa para compensação voluntária de emissões e pegada hídrica Incentivar o plantio de florestas nativas para uso econômico
23 Funcionamento do programa Projetos de Restauração Apresentação de projetos junto à CBRN/SMA Aprovação do projeto por Comissão de Avaliação SMA+CETESB Inscrição do projeto aprovado em um cadastro Disponibilização do cadastro a financiadores (empreendedores com passivo ambiental, empresas que querem compensar emissões de GEE) Acordo entre as partes interessadas
24 Funcionamento do programa Devedores/Financiadores Obrigações de reposição florestal: Supressão de vegetação para uso alternativo do solo Compensação e mitigação (não vinculadas a áreas predeterminadas) Projetos de incentivo econômico (PSA) Financiamento pelo FECOP e FEAP Conversão de multas administrativas
25 Funcionamento do programa fase inicial Devedores/Financiadores Projetos de Restauração viabilização Valoração em AEQ
26 Regras gerais Mínimo 10 ha por projeto (admitidas áreas próximas) Requer inscrição no SiCAR SP Margens de cursos d água, represas ou reservatórios e áreas no entorno de nascentes Imóveis com até 4 módulos fiscais: restauração das faixas mínimas conforme Lei /12 (Art. 61 A) Imóveis com mais de 4 módulos fiscais: restauração de toda APP, conforme Lei /12 (Art. 4º)
27 Regras gerais Abrangência e áreas prioritárias
28 Comitê Gestor Composto por 9 Secretarias de Estado Coordenação: Secretaria de Governo Secretaria Executiva: Secretaria de Meio Ambiente Previsão de participação de municípios, entidades e especialistas Plano de Ação anual
29 Legislação relacionada Decreto /2014 Institui o Programa Mata Ciliar / Programa Nascentes Resolução Conjunta SMA/SSRH 1/2014 Áreas prioritárias Resolução 70/2014 Metodologia de cálculo de AEQ Resolução SMA 32/2014 Restauração Ecológica Decreto /2015, modificado pelo Decreto /2015 Institui o Comitê Gestor do Programa Mata Ciliar / Programa Nascentes
30 Mais informações em:
31 Obrigada! Cristina Azevedo Coordenadora Coordenadoria de Biodiversidade Recursos Naturais (CBRN)/SMA
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