Relatório FINAL - Unidade Multiplicadora (UM)
|
|
|
- Luciano Ferreira di Azevedo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1-8 Código da Proposta (PTEC): Informe o código da Proposta Técnica (PTEC) da UM (FORMATO L-LL-NNNNN-PTEC-NNNN) ATIVIDADES DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA REALIZADAS DURANTE VISITAS À PROPRIEDADE Descrever as atividades de acompanhamento técnico, que ocorreram durante o primeiro período de assistência técnica, ou seja, 45 dias após a aprovação da PTEC. OBS: Conforme descrito no edital e previsto na sua PTEC de UM, o ATEC deverá realizar pelo menos duas visitas técnicas até a submissão do relatório final. As visitas adicionais não são obrigatórias, entretanto são desejáveis e devem ser detalhadas, conforme formulário abaixo. IMPORTANTE: Para cada Visita de Assistência Técnica, o ATEC deve entregar uma recomendação técnica por escrito, em 2 vias, a qual deverá ser assinada pelo produtor responsável pela UM. 1 dessas vias deverá ser submetida no Portal e a outra deverá ser entregue para o produtor(a). ANEXAR EM FORMATO PDF. QUANTIDADE TOTAL DE VISITAS DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA REALIZADAS NO PERÍODO "Informe a quantidade total de visitas que foram realizadas nos 45 dias após a aprovação da PTEC. OBS: Nessas visitas devem ser feitas as recomendações técnicas para a condução das tecnologias e sobre a gestão sustentável da propriedade rural. " Data da Visita 1: Atividade Realizada 1: Informe o dia que a visita foi realizada FORMATO DD/MM/AAAA Atestado da Visita 1: Informe resumidamente as atividades realizadas durante a visita de assistência técnica Anexar o atestado da visita Resultados da Visita 1: Informe resumidamente os resultados da visita de assistência técnica realizada, conforme apresentado no Plano de Implantação e Acompanhamento da Proposta Técnica. Data da Visita 2: Atividade Realizada 2: Informe o dia que a visita foi realizada FORMATO DD/MM/AAAA Atestado da Visita 2: Informe resumidamente as atividades realizadas durante a visita de assistência técnica Anexar o atestado da visita Resultados da Visita 2: Informe resumidamente os resultados da visita de assistência técnica realizada, conforme apresentado no Plano de Implantação e Acompanhamento da Proposta Técnica.
2 2-8 Data da Visita 3: Atividade Realizada 3: Informe o dia que a visita foi realizada FORMATO DD/MM/AAAA Informe resumidamente as atividades realizadas durante a visita de assistência técnica Atestado da Visita 3: Resultados da Visita 3: Anexar o atestado da visita Informe resumidamente os resultados da visita de assistência técnica realizada, conforme apresentado no Plano de Implantação e Acompanhamento da Proposta Técnica. FOTOS DA SITUAÇÃO ATUAL DA UM Anexar no máximo 3 fotos representativas ou das atividades de implantação. (obrigatoriamente com LEGENDA E DATA PARA CADA FOTO). FORMATO JPEG. CONFORMIDADE AMBIENTAL CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR): DOCUMENTO DE INSCRIÇÃO NO CAR: Inserir o número do Registro no CAR seguindo o formato e a quantidade de caracteres: UF-XXXXXXX-XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX Inserir o Recibo de Inscrição no CAR AÇÕES REALIZADAS OU EM ANDAMENTO PARA FINS DE ADEQUAÇÃO AMBIENTAL: Recomposição da Mata Ciliar Recomposição de Reserva Legal Proteção de Nascentes Outorga de Água Recuperação de Áreas Degradadas Outros: Marque um "X" nas atividades de regularização ambiental que foram realizadas na propriedade. Pode marcar mais de uma. CRONOGRAMA FÍSICO DE ATIVIDADES PARA A IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA ATÉ A SUBMISSÃO DO RELATÓRIO FINAL Listar as ações previstas para a implantação da tecnologia até a submissão do Relatório Final (14 de abril 2018). Ex: definição do sistema de produção e seus componentes (tipo, nº espécies, qualidade, quantidade, origem, etc); seleção e avaliação de animais; fornecimento de insumos (corretivos, adubos, sementes, mudas, etc); Preparo (P), Correção (C), e (A) do Solo; Visitas de Assistência Técnica e Acompanhamento, etc. Ações: Responsável: Inserir aqui se a tividade será realizada pelo ATEC/ATER, Produtor ou Terceirizado Planejamento: Calendário de Implantação ABRIL MÊS 1 MÊS 2 MÊS... Instalação: Avaliações e Manutenções Intermediárias: Marque com um X o mês correspondente à execução da atividade IMPORTANTE: As informações se referem às atividades desenvolvidas pelo técnico para a implantação da tecnologia, durante o primeiro período de assistência técnica, ou seja, 45 dias após a aprovação da PTEC de UM. OBS: Utilize o modelo disponível no portal.
3 3-8 AVALIAÇÃO GERAL DE IMPACTOS A UM E O PROJETO GERARAM ALGUM POSTO DE TRABALHO? SE SIM, DESCREVA A QUANTIDADE DE POSTOS DE TRABALHO CRIADOS: Indique o número de postos de trabalho gerados, se for o caso. O BENEFÍCIO FINANCEIRO OBTIDO COM O PROJETO TEVE ALGUM IMPACTO NA RENDA DOS(AS) PRODUTORES(AS)? SE SIM, CLASSIFIQUE OS IMPACTOS GERADOS NA RENDA DOS PRODUTORES: 1- nenhum impacto financeiro, 2- baixo impacto financeiro, 3- medio impacto financeiro e 4 - alto impacto financeiro HOUVE A UTILIZAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS PARA IMPLANTAÇÃO DA TECNOLOGIA? O DESCARTE DAS EMBALAGENS FOI REALIZADO DE FORMA ADEQUADA, CONFORME ORIENTAÇÕES DO FABRICANTE?. Quais? Eu declaro, que as informações deste Relatório, foram validadas pelo Produtor Rural. O USO DOS PRODUTOS GEROU ALGUM PROBLEMA DE SAÚDE PARA O APLICADOR? HOUVE PROBLEMAS DE CONTAMINAÇÃO?
4 4-8 AVALIAÇÃO DO FORTALECIMENTO/MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA UNIDADES MULTIPLICADORAS INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA - ilpf/sistema AGROFLORESTAL - SAF 1 - implantada Selecione as melhorias e/ou intervenções a serem realizadas de acordo com o diagnóstico. HOUVE COLHEITA ATÉ A DATA ATUAL? Escolha uma das alternativas SE HOUVE COLHEITA, INFORMAR A PRODUÇÃO TOTAL, EM TERMOS DE: Grãos (total da colheita ) Animais (produção de leite, derivados e crescimento animal) Se sim, informar quais os produtos nas linhas que se seguem: ANIMAIS (PRODUÇÃO DE LEITE, DERIVADOS E CRESCIMENTO ANIMAL) GRÃOS (TOTAL DA COLHEITA ) Quantidade de grão em KG. Quantidade de produtos de origem animal: informar qual o produto e unidade. Em caso de não haver produção final, informar o crescimento animal.
5 5-8 AVALIAÇÃO DO FORTALECIMENTO/MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA UNIDADE MULTIPLICADORA PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS 1 - implantada Selecione melhorias e/ou intervenções a serem realizadas de acordo com o diagnóstico.
6 6-8 AVALIAÇÃO DO FORTALECIMENTO/MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA UNIDADE MULTIPLICADORA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS COM FLORESTAS 1 - implantada Selecione melhorias e/ou intervenções a serem realizadas de acordo com o diagnóstico.
7 7-8 AVALIAÇÃO DO FORTALECIMENTO/MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA UNIDADE MULTIPLICADORA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS COM PASTAGENS 1 - implantada Selecione melhorias e/ou intervenções a serem realizadas de acordo com o diagnóstico.
8 8-8 AVALIAÇÃO DO FORTALECIMENTO/MANUTENÇÃO DAS TECNOLOGIAS NA UNIDADE MULTIPLICADORA MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL 1 - implantada Selecione melhorias e/ou intervenções a serem realizadas de acordo com o diagnóstico. HOUVE COLHEITA ATÉ A DATA ATUAL? Escolha uma das alternativas SE HOUVE COLHEITA, INFORMAR A PRODUÇÃO TOTAL, EM TERMOS DE: Madeira Produtos Florestais -Madeireiros Outros: Se sim, informar quais os produtos nas linhas que se seguem: MADEIRA PRODUTOS FLORESTAIS NÃO-MADEIREIROS Quantidade em volume (m3) e objetivo do produto (toras, tábuas, carvão, outros). Espécie, tipo de produto e quantidade de Produtos Florestais -Madeireiros (PFNM) produzidos, especificando a unidade (kg, litros, etc). OUTRO(S) PRODUTO(S) Descreva a espécie e produção total na UM para cada produto.
Como cadastrar uma Proposta Técnica (PTEC)
Como cadastrar uma Proposta Técnica (PTEC) Na página inicial vá em Login: ATENÇÃO: Para a criação da PTEC, seu cadastro já deve estar completo e aprovado pelo BID. Faça login no portal para acessar seu
Como cadastrar uma Proposta Técnica (PTEC)
Como cadastrar uma Proposta Técnica (PTEC) www.ruralsustentavel.org Na página inicial vá em Login: Atenção: Para a criação da PTEC, seu cadastro já deve estar completo e aprovado pelo BID. Faça login no
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS
4 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS O projeto Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro de redução de emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE), o Governo do Reino
Foto: Kátia Carvalheiro/BID INFORMATIVO TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS
INFORMATIVO 4 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS 2016 PROJETO PLANTIO DE FLORESTAS COMERCIAIS O PROJETO RURAL SUSTENTÁVEL Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO INTEGRAÇÃO LAVOURA, PECUÁRIA, FLORESTA - ilpf
2 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO INTEGRAÇÃO LAVOURA, PECUÁRIA, FLORESTA - ilpf O projeto Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro de redução de emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE), o
Banco do Brasil e o Agronegócio. Fevereiro 2012
Banco do Brasil e o Agronegócio Fevereiro 2012 Banco do Brasil e o Agronegócio 61,6% do Crédito Rural/Agroindustrial no País (SNCR 31.09.2011); 77% dos valores aplicados no Pronaf (SNCR); 1,4 milhões de
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO
INFORMATIVO 2 Foto: M. Vilar/BID Foto : K.Carvalheiro/BID TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA E FLORESTA ilpf 2016 PROJETO IMPORTÂNCIA DA INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA FLORESTA ilpf
Banco do Brasil. Setembro 2012
Banco do Brasil Setembro 2012 2011/2012 Atuação do BB na Safra 2011/2012 Volume de crédito rural desembolsado R$ 48,2 bilhões CRESCIMENTO de 23% Atuação do BB na Safra 2011/2012 Comparativo: Safras 2010/2011
FICHA DE INSCRIÇÃO ECOMUDANÇA 2018
FICHA DE INSCRIÇÃO ECOMUDANÇA 2018 ORIENTAÇÕES DE INSCRIÇÃO: 1. Antes de iniciar sua inscrição é recomendado consultar este documento, que contém todas as questões do formulário. Desta forma, você poderá
AGENDA DE DESENVOLVIMENTO DA ZONA DA MATA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA ZONA DA MATA
AGENDA DE DESENVOLVIMENTO DA ZONA DA MATA PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA ZONA DA MATA Eixos Temáticos: 1. Desenvolvimento Industrial 2. Desenvolvimento do Agronegócio 3. Desenvolvimento Ambiental
PROJETO TÉCNICO PROGRAMA ABC
01-Proponente Nome: PROJETO TÉCNICO PROGRAMA ABC Codigo 1 CPF/CNPJ: 12345678912 Agencia: 1234 Conta: 15458 Emissão: 2011 19:23:30 02- Imóveis Explorados: Matr. Denominação Município Área - ha Área- ha
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO
Fotos : K. Carvalheiro/BID INFORMATIVO 3 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS RAD COM PASTAGEM OU FLORESTAS 2016 PROJETO RAD COM PASTAGEM OU FLORESTA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS - RAD COM PASTAGEM OU FLORESTAS
3 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS - RAD COM PASTAGEM OU FLORESTAS O projeto Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro de redução de emissões de Gases de Efeito de
Serviços Técnicos e Gestão Ambiental no Agronegócio Diretoria de Agronegócios
47º Café com Sustentabilidade - Febraban Pecuária Sustentável: Agentes financeiros como indutores de boas práticas Modelos de financiamento e investimento: incentivos à adoção de boas práticas socioambientais
TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS NATIVAS
5 TECNOLOGIAS DE BAIXO CARBONO MANEJO SUSTENTÁVEL DE FLORESTAS NATIVAS O projeto Na perspectiva de colaborar com o esforço brasileiro de redução de emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE), o Governo
Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio Gerag SP
Gerência de Assessoramento Técnico ao Agronegócio Gerag SP Diretoria de Agronegócios Gerag São Paulo Safra 2012/2013 Programa ABC Agricultura de Baixo Carbono ABC - Mitigar a Emissões de GEE pela Agropecuária
BOAS PRÁTICAS NA PRODUÇÃO PRIMÁRIA DE HORTIFRUTÍCOLAS
BOAS PRÁTICAS NA PRODUÇÃO PRIMÁRIA DE HORTIFRUTÍCOLAS 1. Tema Produção e Qualidade 2. Subtema Gestão da Qualidade 3. Categoria de serviço Acesso a Serviços de Terceiros 4. Tipo de serviço / instrumento
PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL DO XINGU
PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL SUSTENTÁVEL DO XINGU CT 03 - Fomento às atividades produtivas sustentáveis JUNHO/2016 Status Geral Projetos de 2011-2016 Cenário geral Critérios de Seleção Projetos de
Necessidades e Oportunidades de Investimentos no Agronegócio: da Pesquisa ao Consumo. Como chegar ao campo os avanços da ciência e da tecnologia
Necessidades e Oportunidades de Investimentos no Agronegócio: da Pesquisa ao Consumo Como chegar ao campo os avanços da ciência e da tecnologia Como transmitir o conhecimento às Assistência Técnica: pessoas
FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TERMO DE REFÊRENCIA PARA ELABORACÃO DE PROJETO AMBIENTAL DE MATADOUROS, ABATEDOUROS, FRIGORÍFICOS, CHARQUEADOS E DERIVADOS DE ORIGEM ANIMAL Este Termo de Referência visa orientar na elaboração de PROJETO
PROSEL IFPA 2019 CADERNO DE CURSOS CAMPUS CASTANHAL
CADERNO DE CURSOS INFORMAÇÕES INSCRIÇÕES SOMENTE PELO ENDEREÇO WWW.CONCURSOS.IFPA.EDU.BR PERÍODO DE INSCRIÇÃO 18/09 A 10/10/2018 PERÍODO DE ISENÇÃO 19/09 A 26/09/2018 TAXA DE INSCRIÇÃO R$ 40,00 DATA DA
Síglia Regina Souza / Embrapa. Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) Sustentabilidade do agronegócio com preservação ambiental
Síglia Regina Souza / Embrapa Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) Sustentabilidade do agronegócio com preservação ambiental 1 Síglia Regina Souza / Embrapa O que é Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO DO AGRONEGÓCIO E APOIO AS EMPRESAS/INSTITUIÇÕES ASSOCIADAS
www.cedagro.org.br O que é o CEDAGRO? O Centro de Desenvolvimento do Agronegócio - CEDAGRO, registrado em 27/10/2004, em Vitória/ES, é uma organização não governamental, sem fins econômicos, pessoa jurídica
PROTEÇÃO DE NASCENTES. Pensando no amanhã
PROTEÇÃO DE NASCENTES Pensando no amanhã Ciclo Hidrológico Nascentes de água Nascente sem acúmulo inicial Área de Preservação Permanente Área de Preservação Permanente Área destinada à Reserva Legal
NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO: Principais mudanças e implicações. Lei n , de 25 maio de Volume 2 Série Cartilhas ao Produtor
NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO: Principais mudanças e implicações Lei n 12.651, de 25 maio de 2012 Volume 2 Série Cartilhas ao Produtor 2015 Elaboração Maristela Machado Araujo, Prof a de Silvicultura
A ECO-92 resultou na elaboração dos seguintes documentos oficiais: A Carta da Terra;
A ECO-92 resultou na elaboração dos seguintes documentos oficiais: A Carta da Terra; três convenções Biodiversidade, Desertificação e Mudanças climáticas; uma declaração de princípios sobre florestas;
FICHA PROJETO - nº 059-P
FICHA PROJETO - nº 059-P PADEQ Grande Projeto 1) TÍTULO: Apoio a Alternativas Sustentáveis no Território Portal da Amazônia. 2)MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Nova Guarita, Terra Nova do Norte MT. 3)LINHA
RELATÓRIO DIRETORIA DE DIFUSÃO AGROTECNOLÓGICA. Palmas- TO, 09 de junho de 2015.
RELATÓRIO DIRETORIA DE DIFUSÃO AGROTECNOLÓGICA Palmas- TO, 09 de junho de 2015. 1 PLANO ABC-TOCANTINS OBETIVO O Plano Estadual de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de
LASE Implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) como alternativa a Reposição Florestal Obrigatória (RFO)
Implantação de Sistemas Agroflorestais (SAFs) como alternativa a Reposição Florestal Obrigatória (RFO) LASE 218 Samuel Cardoso, Analista Ambiental Enel 9º Congresso de Licenciamento e Gestão Socioambiental
IV Semana de Engenharia Florestal. Estratégia de Relacionamento Fibria
IV Semana de Engenharia Florestal Estratégia de Relacionamento Fibria Estratégia de Relacionamento Fibria Um Passado de Conflitos Um Presentede Diálogo Um Futuro de Cooperação Pauta 1. Fibria Quem somos?
Gabriel Nunes dos Santos Junior Eng. Agrônomo Gerente de Relacionamento/Segmento Rural - Sul
Gabriel Nunes dos Santos Junior Eng. Agrônomo Gerente de Relacionamento/Segmento Rural - Sul Soluções de crédito para empreendimentos Capixabas PROGRAMAS ESTRATÉGICOS LINHAS DE FINANCIAMENTO SOLUÇÕES
PLANO DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DA ÁGUA E DO SOLO EM ÁREAS DE PRODUÇÃO RURAL NO DISTRITO FEDERAL
PLANO DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DA ÁGUA E DO SOLO EM ÁREAS DE PRODUÇÃO RURAL NO DISTRITO FEDERAL Foto: Ganem, S. Apresentação A qualidade de vida passa, necessariamente, pelo uso sustentável e equilibrado
The Nature Conservancy. Mercado Potencial de Espécies Florestais Nativas no Espírito Santo. Vanessa Jó Girão Especialista em Conservação
The Nature Conservancy Mercado Potencial de Espécies Florestais Nativas no Espírito Santo Vanessa Jó Girão Especialista em Conservação TNC: 64 anos 50 estados 1 milhão De membros 3,700/ 550 35 países Funcionários/
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a pecuária é ativ considerada a
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a atividade agrícola menos onerosa e mais eficiente para ocupar áreas e assegurar a posse da terra Embrapa Amazônia Oriental Outras atividades agrícolas
MANUAL. SISTEMA WebTCC TCC 1 TCC 2 TCC ÚNICO. 1 P á g i n a
MANUAL SISTEMA WebTCC TCC 1 TCC 2 TCC ÚNICO 1 P á g i n a SUMÁRIO TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO... 4 SISTEMA WebTCC... 4 CRITÉRIOS PARA INSCRIÇÃO NO WebTCC... 4 CALENDÁRIO... 4 ORIENTAÇÕES... 4 FORMATAÇÃO
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a pecuária é ativ considerada a
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a atividade agrícola menos onerosa e mais eficiente para ocupar áreas e assegurar a posse da terra Moacyr Bernardino Dias-Filho Embrapa Amazônia
Ricardo Ribeiro Rodrigues LERF/LCB/ESALQ/USP
Construção de modelos de restauração participativos e aplicação da Metodologia de Avaliação de Oportunidades de Restauração ROAM na APA Alto Mucuri e no Corredor Ecológico Sossego - Caratinga Ricardo Ribeiro
FUNDAMENTOS EM AGROECOLOGIA
Especialização Latu Sensu em Agroecologia 2017-1 FUNDAMENTOS EM AGROECOLOGIA Professor: Roberto Akitoshi Komatsu [email protected] (49) 9.9152-9081 FUNDAMENTOS EM AGROECOLOGIA - Transferência
Experiências em Recuperação Ambiental. Código Florestal. Implantação de sistema silvipastoril com eucalipto
Experiências em Recuperação Ambiental Código Florestal Implantação de sistema silvipastoril com eucalipto Implantação de sistema silvipastoril com eucalipto 1. Bioma: Mata Atlântica Estado: Paraná Município:
ANEXO I ANEXO II RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS ANEXO III
* Saldo = produção do ano - (comercializada + plantio próprio + outros destinos) ANEXO I Produtor: RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORE S TA I S Ano de produção:
Plano ABC & Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono
SECRETARIA DE MOBILIDADE SOCIAL, DO PRODUTOR RURAL E DO COOPERATIVISMO DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS, E DA PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL Plano ABC & Suinocultura de Baixa Emissão de Carbono
Transformando Fita Tusa em Artesanato
Klabin S/A Otacílio Costa (SC) Transformando Fita Tusa em Artesanato Categoria Reciclagem 1. Sobre a organização participante: Razão social: - Klabin S.A. Nome fantasia: - Klabin Setor de atuação: - Papel
MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO NO CERRADO
EMENTA MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO NO CERRADO DISCIPLINA: Solos nos domínios morfoclimáticos do Cerrado EMENTA: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização
EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA- PESCA E AQUICULTURA FUNDAÇÃO AGRISUS RELATÓRIO PARCIAL-01/10/2016
1 EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA- PESCA E AQUICULTURA FUNDAÇÃO AGRISUS RELATÓRIO PARCIAL-01/10/2016 CONSÓRCIO DE MILHO COM BRAQUIÁRIA: COMPREENDENDO OS RISCOS DO ESTRESSE HÍDRICO NA
Agenda de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados
Agenda de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Cerrados Definição A Agenda de P&D da Embrapa Cerrados é um documento de caráter estratégico, construído em consonância com o Sistema de Inteligência Estratégica
O NOVO CÓDIGO FLORESTAL Lei nº /2012
O NOVO CÓDIGO FLORESTAL Lei nº. 12.651/2012 BRASIL 8.514.876,599 km² 26 Estados e DF 5.565 Municípios Fonte: www.cennysilva.blogspot.com Bioma Amazônia Bioma Cerrado Fonte: www.biologo.com.br Fonte: www.socerrado.com.br
Quais os benefícios ao patrocinar um curso online?
Quais os benefícios ao patrocinar um curso online? Reforço da marca no mercado; Relacionamento estreito com o público alvo; Destaque da expertise da organização ao contribuir com conhecimentos e tecnologias
Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário - DFDA-ES. Políticas Estruturantes da SEAD: DAP, Crédito e ATER. Eng. Agrônomo Max Ribas
Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário - DFDA-ES Políticas Estruturantes da SEAD: DAP, Crédito e ATER Eng. Agrônomo Max Ribas Identificação e acesso à políticas públicas Dados sobre a DAP PESSOA
AS FLORESTAS NO MUNDO
AS FLORESTAS NO MUNDO ÁREA - Naturais = 3,682 bilhões ha (95%) - Plantadas = 187 milhões ha (5%) - Total = 3,869 bilhões ha (100%) SUPRIMENTO DE MADEIRA - Naturais = 65% - Plantadas = 35% - Total = 100%
04/10/2015. Moacyr Bernardino Dias-Filho Embrapa Amazônia Oriental. Amazônia: protótipo da fronteira agrícola brasileira
31,8 15,9 Moacyr Bernardino Dias-Filho Embrapa Amazônia Oriental 1,6 1,4 1,8 www.diasfilho.com.br Fonte: IBGE/Pesquisa Pecuária Municipal Norte Nordeste Sudeste Sul Centro Oeste Amazônia: protótipo da
Código Florestal evolução.debate.consequências.
Código Florestal evolução.debate.consequências [email protected] 1. Evolução 2. Conteúdo 3. Debate 4. O que muda 5. Consequências Regulamentação sobre florestas Constituição Federal (1988) Código
Programa Aprender na Comunidade PROGRAMA DA REITORIA DE GRADUAÇÃO
Número PRG: (Uso exclusivo da PRG) As instruções de preenchimento de cada campo podem ser vistas na barra de status do Microsoft Word na barra inferior ou clicando F1 com o cursor no campo desejado. Dúvidas
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SDC Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono -Plano ABC- Por: José Guilherme Tollstadius Leal Diretor do Departamento de Sistemas de Produção
A energia gerada a partir da chamada biomassa florestal é fundamental para a economia do País e está presente em nosso dia-a-dia.
Você já parou para pensar de onde vem a energia que move muitas indústrias, que assa a pizza deliciosa, que aquece a piscina da academia de natação? Grande parte vem das florestas! A energia gerada a partir
IMPLANTAÇÃO DE MANDIOCA PARA ALIMENTAÇÃO DE REBANHO
IMPLANTAÇÃO DE MANDIOCA PARA ALIMENTAÇÃO DE REBANHO 1. Tema Produção e Qualidade 2. Subtema Mapeamento e Melhoria de Processos 3. Categoria de serviço Acesso a Serviço Tecnológico 4. Tipo de serviço /
Tutorial para Solicitação de Incentivo Educacional no SEI
Tutorial para Solicitação de Incentivo Educacional no SEI Para solicitar concessão de Incentivo Educacional, o processo deverá ser aberto no login do requerente (servidor interessado no Incentivo). 1.
SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO E PRODUÇÃO AGRÍCOLA
SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO E PRODUÇÃO AGRÍCOLA Graziele Luíza Hammes 1, Marlova Bernardi¹, Patrícia Janssen Porsch 1 Marciano Balbinot² Palavras chaves: Solo. Pastagem. Sustentabilidade. INTRODUÇÃO O solo
ROTEIRO DO SIMPLES NACIONAL
ROTEIRO DO SIMPLES NACIONAL Explicação: Empresas enquadradas no regime de tributação do Simples Nacional poderão apurar o imposto seguindo as rotinas apresentadas abaixo. 1. Cadastro de empresa 2. Parâmetros
PRODUÇÃO DE MUDAS PARA
Universidade Estadual Paulista Faculdade de Ciências Agronômicas PRODUÇÃO DE MUDAS PARA RECUPERAÇÃO DE MATA CILIAR Profª Magali Ribeiro da Silva Encontro sobre Recuperação de Matas Ciliares e Proteção
ANEXO I DECLARAÇÃO DE ISENTO
ANEXO I DECLARAÇÃO DE ISENTO Eu,, Carteira de Identificação nº, órgão expedidor:, UF:, CPF nº, residente na, nº, complemento:, bairro:, na cidade de /, CEP:, contato pelo(s) telefone(s): ( ) / ( ), declaro
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE MATA NATIVA
ESCOLA SENAI CELSO CHARURI CFP 5.12 PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE MATA NATIVA PROGRAMA Nº 05/ 2014 SENAI-SP. Projeto desenvolvido pelo CFP 5.12 Escola SENAI Celso Charuri. 5ª edição, revisão e atualização
Integração Lavoura-Pecuária-Floresta* Introdução
Integração Lavoura-Pecuária-Floresta* Introdução O aumento populacional mundial e a inserção de novos contingentes no mercado consumidor tem gerado crescente demanda mundial por matérias-primas, alimentos,
Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono
SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DA AGRICULTURA DIVISÃO DE POLÍTICA, PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO COORDENAÇÃO DO PLANO ABC NO RIO GRANDE DO SUL Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono -Plano
