Banco do Brasil e o Agronegócio. Fevereiro 2012
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- Geraldo Ribas Porto
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1 Banco do Brasil e o Agronegócio Fevereiro 2012
2 Banco do Brasil e o Agronegócio 61,6% do Crédito Rural/Agroindustrial no País (SNCR ); 77% dos valores aplicados no Pronaf (SNCR); 1,4 milhões de clientes produtores rurais; R$ 39 bilhões aplicados na safra 2010/2011; 20,6% da carteira de crédito do BB, com saldo de R$ 83 bilhões ( ); Mais de 4 mil agências operadoras.
3 Banco do Brasil e o Agronegócio Plano Safra : R$ 107,2 bilhões destinados para o Crédito Rural BB 45,60 bilhões; R$ 20,5* bilhões destinados para Investimento BB 10,5 bilhões; * R$ 3,15 Bilhões destinados para ABC (Agricultura de Baixo Carbono) BB R$ 850 milhões.
4 Custeio Agrícola (Safra ) Tecnologias aderentes ao Programa ABC C. A. - Plantio Direto % Total da Carteira 48 Milho 79 Soja 89
5 O PROGRAMA ABC no Banco do Brasil Histórico
6 O Programa ABC Programa lançado na safra 2010/2011 Dotação do Programa: R$ 2 bilhões Fonte de Recursos: BNDES Pouca procura pelo crédito Poucas operações em todo o Sistema Nacional de Crédito Rural
7 Plano Setorial da Agricultura Compromissos da Agricultura Processo Tecnológico Compromisso (aumento de área/uso) Potencial de Mitigação (milhões t CO 2 eq) Recuperação de Pastagens Degradadas 1 15,0 milhões ha 83 a 104 Integração Lavoura-Pecuária-Floresta 2 4,0 milhões ha 18 a 22 Sistema Plantio Direto 8,0 milhões ha 16 a 20 Fixação Biológica de Nitrogênio 5,5 milhões ha 10 Florestas Plantadas 3 3,0 milhões ha - Tratamento de Dejetos Animais 4,4 milhões m 3 6,9 Total 133,9 a 162,9
8 Evolução da Produção e da Área Plantada de Grãos - Brasil 157,4 PRODUÇÃO (Milhões de t) + 171,9% = 4,8% a.a 57,9
9 Problemas / Dificuldades identificados Desconhecimento da existência da linha de crédito por parte dos produtores e técnicos; Desconhecimento de algumas das tecnologias difundidas pelo programa; Despreparo de parte dos técnicos para adoção das tecnologias difundidas pelo programa; Despreparo de parte dos técnicos na elaboração de projetos que atendam as exigências do Programa;
10 Problemas / Dificuldades identificados (continuação) Mudança de paradigma: ao contrário das linhas comuns do crédito rural, o ABC não financia apenas itens de investimento, mas finalidades; Em algumas regiões há dificuldades de ordem legal (problemas fundiários e /ou ambientais); Há necessidade de maior divulgação da linha pelo Governo Federal; Pouca atuação dos órgãos estaduais na divulgação do Programa; Código Florestal em revisão: após aprovação do novo Código, deve haver um aumento na procura por financiamentos do ABC.
11 Ações do BB Internas: Treinamento, divulgação e reuniões de sensibilização; Página na Intranet contendo legislação, informações técnicas, perguntas e respostas, modelo de Projeto Técnico, e outras informações do Programa; Definição de metas de aplicação por agência e Superintendência; Mapeamento por Estado das oportunidades de financiamento; Audioconferências semanais (ponto de controle); Validação pelo corpo técnico de todas as operações.
12 Ações BB Externas: Treinamento da Assistência Técnica; Participação em eventos de divulgação em todo o Brasil; Participação em Workshop conduzido pelo MAPA e Embrapa para definição de material de treinamento para Formação de Multiplicadores do Programa ABC (Agosto/2011); Articulação com diversos órgãos e entidades de atuação federal e estadual; Modelo de Projeto Técnico específico para o ABC; Apoio ao trabalho da CNA.
13 O PROGRAMA ABC no Banco do Brasil Atuação
14 Programa ABC no Banco do Brasil Público: Produtores rurais e suas cooperativas, que sejam clientes com cadastro e limite de crédito aprovados. É exigido Projeto Técnico elaborado por profissional habilitado, conforme modelo definido pelo Banco. Fontes de Recursos: - Poupança Rural (recursos do BB) R$ 850 milhões - BNDES - Fundo Constitucional de Financiamento do Centro- Oeste (FCO)
15 Programa ABC no Banco do Brasil Encargos Financeiros: - Poupança Rural e BNDES: juros efetivos de 5,5% ao ano; - FCO: juros efetivos variando de 4% a 7,23% ao ano, de acordo com o porte do produtor (definido pela renda bruta agropecuária anual): Miniprodutor:até 360 mil de RBA Pequenoprodutor: acima de R$ 360mil até R$ 3,6 milhões de RBA Pequeno-Médio: acima de R$ 3,6 milhões até R$ 16 milhões de RBA Médio produtor: acima de R$ 16 milhões até R$ 90 milhões de RBA Grande produtor: acima de R$ 90 milhões de RBA
16 Programa ABC no Banco do Brasil Valor Financiável: - Poupança Rural e BNDES: até R$ 1 milhão por beneficiário, por ano-safra, independentemente de outros créditos concedidos ao amparo de recursos controlados do crédito rural; - FCO: até R$ 20 milhões por cliente, grupo empresarial ou grupo agropecuário.
17 Programa ABC no Banco do Brasil Garantias: as usuais exigidas no Crédito Rural. Forma de Pagamento: Em parcelas semestrais ou anuais, de acordo com o projeto técnico e com o fluxo de receitas da propriedade beneficiada. Liberação do Crédito: do projeto técnico. De acordo com o cronograma
18 Plantio morro a baixo, solo compactado, escorrimento superficial e erosão.
19 Finalidades Investimentos destinados a: recuperação de áreas e pastagens degradadas; implantação de sistemas orgânicos de produção agropecuária; implantação e melhoramento de sistemas de plantio direto "na palha"; implantação de sistemas de integração lavourapecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura-pecuária-floresta; implantação de planos de manejo florestal sustentável;
20 Modalidades de sistemas:
21 Finalidades (continuação) implantação, manutenção e manejo de florestas comerciais, inclusive aquelas destinadas ao uso industrial ou à produção de carvão vegetal; adequação ou regularização das propriedades rurais frente à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, e o tratamento de dejetos e resíduos, entre outros; implantação e manutenção de florestas de dendezeiro, prioritariamente em áreas produtivas degradadas.
22 Emissões de GEE pela Agropecuária CH 4 CO 2 N 2 O CO 2 N 2 O CH 4 CO 2 N 2 O CO 2 CH 4 CO 2 CH 4 CH 4 N 2 O CH 4 CH 4 CH 4
23 EVOLUÇÃO DAS CONTRATAÇÕES VALOR CONTRATADO - ACUMULADO POSIÇÃO CONTRATOS VALOR-R$ Julho/ ,35 Agosto/ ,51 Setembro/ ,83 Outubro/ ,04 Novembro/ ,76 Dezembro/ ,91 30/01/ ,47
24 Aplicação de Recursos por Estado VALORES APLICADOS POR UF 30/01/2012 UF CONTRATOS VALOR - R$ % M. GERAIS ,81 17,6% PARANÁ ,08 16,3% R.G. SUL ,42 12,9% S.PAULO ,10 11,9% GOIÁS ,18 11,4% M GROSSO SUL ,46 8,1% Demais ,42 21,8% TOTAL ,47 100,0%
25 Distribuição de Recursos (Dezembro 2011) IT EN S FIN AN CIADOS % Florestas 26,47 Práticas Conservacionistas e Corretivos 21,89 Recuperação de Pastagens 21,56 Aquisição de Animais 19,49 Benfeitorias 5,16 Custeio Associado 0,63 Outros 4,80 T OT AL 100%
26 PROPOSTA DE INVESTIMENTO ABC : R$ ,00 1)IMPLANTAÇÃO/RECUPERAÇÃO PASTAGENS : AVEIA, AZEVEM, TREVO R$ ,00 2)IMPLANTAÇÃO PASTAGENS VERÃO : MILHETO/CAPIM SUDÃO R$ ,00 3) CORREÇÃO SOLO R$ ,00 4) CERCA ELETRICA, ENERGIZADORES, COMEDOUROS, BENFEITORIAS R$ ,00 5)CUSTEIO ASSOCIADO : MEDICAMENTOS, VERMIFUGOS, CARRAPATICIDA R$ ,00 6)PLANTIO EUCALIPTO : R$ ,00 7)AQUISIÇÃO DE ANIMAIS : R$ ,00
27 SUPERINTENDÊNCIA ESTADUAL RIO GRANDE DO SUL MERCADO AGRONEGÓCIOS fone :
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