PROGRAMA PRÓ-EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA
|
|
|
- Pedro Ferrão
- 6 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROGRAMA PRÓ-EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA
2
3 PROGRAMA PRÓ-EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
4 Dilma Rousseff Presidenta da República Eleonora Menicucci Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres Linda Goulart Secretária Executiva Tatau Godinho Secretária de Políticas do Trabalho e Autonomia Econômica das Mulheres Aparecida Gonçalves Secretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres Rosali Scalabrin Secretária de Articulação Institucional e Ações Temáticas Elaboração: Simone Sarita Schäffer Coordenadora Geral de Autonomia Econômica das Mulheres - SPM/PR Coordenadora do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça Equipe Técnica: Angelica Duarte Breno Caldas Tânia Lancellotti
5 PROGRAMA PRÓ-EQUIDADE DE GÊNERO E RAÇA Lançado em 2005, o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça é uma iniciativa do Governo Federal, coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República SPM/PR. O Programa tem como objetivo difundir novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional, combater as dinâmicas de discriminação e desigualdade de gênero e raça praticadas no ambiente de trabalho, assim como promover a igualdade de gênero e raça no que diz respeito às relações formais de trabalho e à ocupação de cargos de direção. O Programa é coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres em parceria com a ONU Mulheres, a Organização Internacional do Trabalho OIT e a Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República SEPPIR/PR, com apoio de 16 Núcleos de Estudo de Gênero de Universidades.
6 Quem pode participar?
7 Podem participar do Programa organizações públicas e privadas, de médio e grande porte, com personalidade jurídica própria. A adesão ao Programa é voluntária e pactuada entre a direção da empresa e a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República.
8 1 Adesão Voluntária das organizações interessadas em par cipar do Programa Cons tuição Oficial de Comitê Gestor do Programa para construir e ar cular as ações 2 3 Elaboração da Ficha Perfil com informações do corpo funcional da organização Elaboração do Plano de Ação com o planejamento da aplicação dos critérios do Programa no âmbito da organização 4 5 Assinatura do Termo de Compromisso para firmar o engajamento da organização com a promoção da equidade de gênero e raça no mundo do trabalho Monitoramento da execução do Plano de Ação e elaboração do Relatório Final caracterizando o desenvolvimento de cada ação 6 7 Concessão do Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça para as organizações que executaram as ações de maneira sa sfatória.
9 Etapas para participação do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça
10
11 Por que um programa como o Pró-Equidade de Gênero e Raça? Atualmente, a inserção das mulheres no mercado de trabalho é uma realidade. Sua participação no trabalho formal é crescente e a taxa de desemprego diminuiu ao longo dos anos. Entretanto, a permanência e o rendimento das mulheres no mercado de trabalho ainda são desafios a serem enfrentados. Apesar da melhoria no rendimento, nos últimos anos, elas ainda recebem, em média, pouco mais de 70% do salário dos homens. E essa desigualdade salarial persiste mesmo com a maior qualificação das mulheres, que acumulam mais tempo de estudo do que os homens e já representam maioria no Ensino Superior. As mulheres também vivenciam dificuldades na ascensão profissional, ocupando ainda poucos cargos de chefia dentro das organizações. No mundo corporativo, as mulheres ocupam apenas 7% dos cargos de direção e gerência. As desigualdades de gênero e raça no mundo do trabalho se expressam de diversas maneiras. As mulheres negras enfrentam barreiras ainda mais persistentes. É indispensável o estabelecimento de políticas de promoção para ampliar a participação das mulheres no mundo do trabalho.
12
13 O Programa em números O programa envolve cerca de um milhão de trabalhadoras e trabalhadores em suas ações, sendo 44% mulheres e 56% homens. O Programa avança a cada edição com novas participações de organizações públicas e privadas. No âmbito da Política de Benefícios, as organizações do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça também apresentam estatísticas positivas: 42,3% garantem a licença-paternidade estendida e 87,17% garantem a licença-maternidade de 180 dias.
14
15 Por que sua organização deve participar? O trabalho é tema central na nossa sociedade e representa desenvolvimento social e econômico, autonomia e inclusão social. Ao participar do Programa, a organização destaca seu compromisso com o avanço da justiça social e da igualdade de gênero e raça, aproveitando os novos segmentos de consumidoras e consumidores preocupados com bens e serviços produzidos sob a perspectiva da sustentabilidade. SELO O Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelas organizações a fim de fomentar a igualdade de gênero e raça e de eliminar todas as formas de discriminação no mundo do trabalho. A concessão do Selo é uma certificação do Governo Federal de que a organização tem compromisso com a igualdade entre trabalhadoras e trabalhadores e com a promoção da cidadania.
16 Exemplos de Boas Práticas do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça
17 Garan r bene cios que promovam a equidade de gênero e prá cas não discriminatórias raciais em Acordos Cole vos de Trabalho. Fortalecer a cultura da diversidade, eliminar estereó pos nas questões de gênero, etnia, religião, deficiência sica. Inves r na capacitação de mulheres para o exercício gerencial, mediante curso de formação de liderança. Criar normas para adequar equipamentos de segurança e condições específicas para o trabalho de mulheres em área de risco. Incen var a inserção das mulheres em profissões tradicionalmente masculinas, adequando equipamentos de proteção e ambiente de trabalho. Ação afirma va para garan r o mesmo percentual de mulheres inscritas em todas as etapas do programa de ascensão funcional (aumento do número de mulheres em postos de direção). Fomentar a paternidade responsável e o compar lhamento das responsabilidades familiares junto aos gestores e gestoras e ao corpo funcional das empresas. Criar local adequado para que as lactantes possam colher, armazenar o leite materno ou amamentar durante o horário de trabalho. Oferecer canal confiável para denúncias de prá cas discriminatórias.
18 Informações (61) / 7453
19
20
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO /2011
RESOLUÇÕES DE QUESTÕES- TEMÁTICA DE GÊNERO, RAÇA E ETNIA, CONFORME DECRETO 48.598/2011 QUALIDADE NO ATENDIMENTO E DIVERSIDADE PROFª FRANCIELE RIEFFEL @franciele.rieffel Questão 1 O Decreto nº 48.598, de
NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015
Correios NOTA TÉCNICA/GRETNIGEP- ` )t 12015 DESTINO: Vice-Presidência de Gestão de Pessoas ASSUNTO: Programa Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos Subtítulo 1 Diversidade, Inclusão e Direitos Humanos
Secretaria de Políticas para as Mulheres. Coordenação de Educação e Cultura
Secretaria de Políticas para as Mulheres Coordenação de Educação e Cultura Equipe Hildete Pereira de Melo Ana Carolina Coutinho Villanova Naiara Betânia de Paiva Correa Políticas Públicas: Educação e Gênero
Renata Thereza Fagundes Cunha
ODS 5 - EMPODERAMENTO DAS MULHERES TRBALAHO E VALORIZAÇÃO Reunião EP Educando para a Sustentabilidade Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial CPCE Renata Thereza Fagundes Cunha Assessoria de Projetos
Relações raciais e educação - leis que sustentaram o racismo e leis de promoção da igualdade racial e étnica 23/06
Relações raciais e educação - leis que sustentaram o racismo e leis de promoção da igualdade racial e étnica 23/06 Bel Santos Mayer Vera Lion Políticas de Promoção da Igualdade de oportunidades e tratamento
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Versão 2.0
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 Aprovada por meio da RES nº 213/2016, de 02/08/2016 Sumário 1. OBJETIVO... 3 2. CONCEITOS... 3 3. REFERÊNCIAS... 4 4. DIRETRIZES...
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.725, DE 27 DE ABRIL DE 2016 Institui a Rede Intersetorial de Reabilitação Integral e dá outras providências. A PRESIDENTA
A DiversityInc publica anualmente a lista das 50 melhores empresas no que tange suas práticas de diversidade e inclusão.
#diversidade Uma forma mais ampla de abordar a questão da diversidade é a partir da compreensão de que mulheres, negros, indígenas, LGBTS e diversos outros grupos podem trazer conhecimentos e visões diferentes,
E AUTONOMIA DAS MULHERES
E AUTONOMIA DAS Faz-se necessário identificar as organizações de mulheres artesãs e possibilitar a articulação das cadeias produtivas de artesanatos geridas por mulheres. o que orienta o Programa O desafio
DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO. Bernadete Kurtz
DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO Bernadete Kurtz FERRAMENTAS CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DA MULHER NAS RELAÇÕES DE TRABALHO Documentos Internacionais Legislação Brasileira Uso dos princípios Constitucionais
Seminário SINTETEL Conversa entre Mulheres
Seminário SINTETEL Conversa entre Mulheres Mercado de trabalho e cláusulas de gênero São Paulo 30 e 31 de janeiro e 01 de fevereiro de 2014 A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES
CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito
Exma. Senhora. Chefe do Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Dra Marina Gonçalves. Palácio de São Bento Lisboa
Exma. Senhora Chefe do Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares Dra Marina Gonçalves Palácio de São Bento 1249-068 Lisboa SUA REFERÊNCIA Of. 1073, Ent. 1737 SUA COMUNICAÇÃO DE 16 de
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017
DECRETO Nº 9.149, DE 28 DE AGOSTO DE 2017 Cria o Programa Nacional de Voluntariado, institui o Prêmio Nacional do Voluntariado e altera o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política
AGENDA 1. DIVERSIDADE +INCLUSÃO DESAFIOS DE PROFISSIONAIS DEFICIÊNCIA
AGENDA 1. DIVERSIDADE +INCLUSÃO CENÁRIOS E DESAFIOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE INCLUSIVO IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE DIVERSIDADE OS DESAFIOS PARA INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA COMO PREPARAR
PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT
PLANO OPERATIVO DA POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE INTEGRAL DE LÉSBICAS, GAYS, BISSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS - LGBT Departamento de Apoio à Gestão Participativa /DAGEP Secretaria de Gestão Estratégica
RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL
RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL Social Econômico Ambiental Responsabilidade de Todos FORTALECIMENTO DA RSE NA CAIXA 2003 A CAIXA aderiu ao Pacto Global da ONU 2004 A CAIXA deu início ao Projeto Corporativo
Metodologia 1º ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO DEZEMBRO/2017
Metodologia 1º ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO DEZEMBRO/2017 AGENDA ATIVIDADES FORMATIVAS DEZEMBRO/2017 OS NÚMEROS DO SELO UNICEF EDIÇÃO 2017-2020 1. 902 municípios inscritos 1.279 no Semiárido 623 na Amazônia
Diversidade e Inclusão
Diversidade e Inclusão Novembro 2017 Anna Paula Rezende Cenários e Desafios Indústria B2B, centenária, e majoritariamente formada por homens brancos Formação universitária preponderante em engenharia Grande
Suplente Roberto Luis Lopes Nogueira Advogado Divisão Sindical da CNC. Ações Reunião Ordinária realizada nos dias 5 e 6 de abril de 2016.
RELAÇÕES DO TRABALHO Órgão Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS) Representação Efetiva Comissão Tripartite de Revisão do Plano Nacional de Emprego e Trabalho Decente (PNETD) Representantes
Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial
Desenvolvimento, Trabalho Decente e Igualdade Racial Lais Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, julho de 2012 Esquema da Apresentação 1. Trabalho decente e estratégia de desenvolvimento
A Agenda do Trabalho Decente no Brasil e a I CNETD
A Agenda do Trabalho Decente no Brasil e a I CNETD Ana Lúcia Monteiro Organização Internacional do Trabalho 28 de outubro de 2011 ESQUEMA DA APRESENTAÇÃO 1. O Conceito de Trabalho Decente 2. O compromisso
Diversos Somos Todos. Majo Martinez Campos Vice-Presidente de Pessoas, RSC e CI Atento Brasil S/A
Diversos Somos Todos Majo Martinez Campos Vice-Presidente de Pessoas, RSC e CI Atento Brasil S/A Quem somos? Quem somos? Líder global e maior empresa de CRM BPO na América Latina US$ 1,8 Bi 2018 13 Países
O conceito de Trabalho Decente
O Trabalho Decente O conceito de Trabalho Decente Atualmente a metade dos trabalhadores de todo o mundo (1,4 bilhão de pessoas) vive com menos de 2 dólares ao dia e portanto, é pobre quase 20% é extremamente
PLATAFORMA PARA CANDIDATAS A VEREADORAS E A PREFEITAS
C E N T R O F E M I N I S TA D E E S T U D O S E A S S E S S O R I A C F E M E A PLATAFORMA PARA CANDIDATAS A VEREADORAS E A PREFEITAS Em Defesa da Igualdade e da Cidadania Feminina ELEIÇÕES MUNICIPAIS
POLÍTICA DE DIVERSIDADE E PROMOÇÃO DA EMPREGABILIDADE
POLÍTICA DE DIVERSIDADE E PROMOÇÃO DA EMPREGABILIDADE ÍNDICE 1. PRINCÍPIOS 4 2. ABRANGÊNCIA 4 3. PREMISSAS 5 4. DIRETRIZES 8 5. POLÍTICAS E DIRETRIZES INTERNAS RELACIONADAS 11 3 1. PRINCÍPIOS 1.1. A Klabin
Diversidade e Inclusão na White Martins
1 Diversidade e Inclusão na White Martins Diversidade para White Martins Política de Diversidade: Igualdade de oportunidades e valorização do talento independentemente de qualquer característica 2 Diversidade
Atento. Responsabilidade Social Corporativa Programa de Diversidade
Atento Responsabilidade Social Corporativa Programa de Diversidade Margarete Yanikian Gerente de Responsabilidade Social, Ouvidoria e Comunicação Interna 6/28/2019 1 Quem Somos? Atento Brasil é uma unidade
UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/018
UNICEF BRASIL Edital de Seleção de Consultor: RH/2014/018 O UNICEF, Fundo das Nações Unidas para a Infância, a Organização mundial pioneira na defesa dos direitos das crianças e adolescentes, convida profissionais
Pacto de Constituição da Rede ODS Universidades Brasil
Pacto de Constituição da Rede ODS Universidades Brasil Artigo 1º: ODS Universidades Brasil é uma rede de Instituições de Educação Superior e Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICT) que
Secretaria Nacional p/assuntos da Diversidade Humana Emprego e Trabalho Decente
Secretaria Nacional p/assuntos da Diversidade Humana Emprego e Trabalho Decente A UGT está comprometida com o emprego e trabalho decente para o enfrentamento ao racismo e promoção da igualdade racial Por
A inserção do negro no mercado de trabalho no Distrito Federal
PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NO DISTRITO FEDERAL A inserção do negro no mercado de trabalho no Novembro de 2011 A discussão sobre trabalho decente, capitaneada pela Organização Internacional do Trabalho
Pacto Global das Nações Unidas Rede Brasil. Workshop Sustentabilidade na Prática e Modelo de Negócio
Pacto Global das Nações Unidas Rede Brasil Workshop Sustentabilidade na Prática e Modelo de Negócio São Paulo, 27 de setembro de 2016 Pacto Global das Nações Unidas Lançado em 2000 por Koffi Annan; Mais
Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores e Sustentabilidade. Augusto Riccio Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Gerente de Práticas de Gestão
Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores e Sustentabilidade Augusto Riccio Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Gerente de Práticas de Gestão Convênio Nacional Petrobras-Sebrae: Inserção de MPEs na cadeia
AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA A JUVENTUDE. Laís Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, 27 de junho de 2012
AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA A JUVENTUDE Laís Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, 27 de junho de 2012 Esquema da apresentação A. Por que uma agenda de trabalho decente
PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS. São Paulo, 19 de outubro de 2017
PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS São Paulo, 19 de outubro de 2017 LINHA DO TEMPO 2011 1992 2002 2012 2015 2003 LINHA DO TEMPO 1992 2002 2003 Consumo Sustentável é o uso de bens e serviços que atenda às
Natália de Oliveira Fontoura. Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília, março de 2014
Natália de Oliveira Fontoura Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Brasília, março de 2014 Apesar das conquistas das mulheres, são ainda observadas muitas desigualdades
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3)
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3) EIXO ORIENTADOR III - UNIVERSALIZAR DIREITOS EM CONTEXTO DE DESIGUALDADES Diretriz
Declaração de apoio contínuo ao Pacto Global
SUMÁRIO 03 Declaração de apoio contínuo ao Pacto Global 04 Quem Somos 05 Nossa Missão, Visão e Valores 06 Pacto Global ONU 07 Direitos Humanos 10 Respeito ao Trabalho 17 Meio Ambiente 20 Anticorrupção
Violência no trabalho. Mara Feltes, secretária de mulheres da Contracs
Violência no trabalho Mara Feltes, secretária de mulheres da Contracs Divisão sexual do trabalho Entre as principais causas das desigualdades de gênero está centrada na divisão sexual do trabalho. Por
Plano Nacional de Trabalho Decente -
Plano Nacional de Trabalho Decente - PNTD Ministério do Trabalho e Emprego Setembro de 2009 Trabalho Decente Contar com oportunidades de um trabalho produtivo com retribuição digna, segurança no local
Selo UNICEF realiza ciclo de capacitação em todo o País
08 novembro de 2010 Selo UNICEF realiza ciclo de capacitação em todo o País O 3º Ciclo de capacitação do Selo UNICEF Município Aprovado está sendo realizado em todo o Brasil, com a participação de conselheiros
MINUTA EM CONSTRUÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas
NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD
SEMINÁRIO SINDICAL SOBRE O PLANO NACIONAL DE TRABALHO DECENTE - PNTD Paulo Sergio Muçouçah Coordenador dos Programas de Trabalho Decente e Empregos Verdes Escritório da OIT no Brasil Roteiro da apresentação
Manual de Humanização em Saúde
Manual de Humanização em Saúde CASSIANA M B FONTES MARIA HELENA BORGATO CARMEN MARIA JU LIANI MILENA TACITO E SILVA Manual de Humanização em Saúde CASSIANA M B FONTES MARIA HELENA BORGATO CARMEN MARIA
Juventude e Políticas Públicas em Salvador
Juventude e Políticas Públicas em Salvador Taís de Freitas Santos, Representante Auxiliar Fundo de População das Nações Unidas www.unfpa.org.br Salvador, Junho de 2013 Marco Teórico do UNFPA Nosso objetivo
Relatório da atividade: Igualdade de oportunidade e não discriminação nas relações de trabalho DIEESE, OIT e INSPIR 01 e 02 de outubro de 2009
Relatório da atividade: Igualdade de oportunidade e não discriminação nas relações de trabalho DIEESE, OIT e INSPIR 01 e 02 de outubro de 2009 Acordo DIEESE/ OIT Apresentação A atividade teve como objetivos
MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MATRIZ 4: ESTRATÉGIA NACIONAL DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL CARTA
Prof. (a) Naiama Cabral
Prof. (a) Naiama Cabral DIREITOS HUMANOS @naiamacabral @monster.concursos Olá pessoal me chamo Naiama Cabral, Sou advogada e professora no Monster Concursos, e há algum tempo tenho ajudado diversos alunos
DIVERSIDADE SEXUAL E GÊNERO (DSG) NO MEIO ESCOLAR E ORGANIZACIONAL
DIVERSIDADE SEXUAL E GÊNERO (DSG) NO MEIO ESCOLAR E ORGANIZACIONAL Psic. Esp. Giovanna Lucchesi Terapeuta de Casais Fundadora da DIVERSUS - Consultoria em Diversidade Sexual DSG A diversidade sexual e
Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Piracaia PIRAPREV CNPJ: 10.543.660/0001-72. Política de Responsabilidade Social
Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Piracaia PIRAPREV CNPJ: 10.543.660/0001-72 Política de Responsabilidade Social Dezembro de 2011 1 PREÂMBULO O IPSPMP-PIRAPREV, sendo uma
AGENDA ESTADUAL DO TRABALHO DECENTE
AGENDA ESTADUAL DO TRABALHO DECENTE Segundo definição da OIT, Trabalho Decente é um trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, eqüidade e segurança, capaz de garantir uma vida
GHC Empresa Cidadã. Aumento da Licença Paternidade como Estratégia para o Desenvolvimento Integral na Primeira Infância
GHC Empresa Cidadã Aumento da Licença Paternidade como Estratégia para o Desenvolvimento Integral na Primeira Infância IV Seminário Internacional do Marco Legal da Primeira Infância Brasília julho 2016
ENFERMAGEM PROMOÇÃO DA SAÚDE. Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014 Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Art. 5º São diretrizes da PNPS: I - o estímulo à
RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 202/2016, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2016
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO SUPERIOR Avenida Rio Branco, 50 Santa Lúcia 29056-255 Vitória ES 27 3357-7500 ramal 2013 / 2044 RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 202/2016,
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL TERMO DE ADESÃO AO COMPROMISSO NACIONAL PELA PARTICIPAÇÃO SOCIAL O Município (NOME), representado
Relação de Coordenadores das Iniciativas Estratégicas
Relação de Coordenadores das Iniciativas Estratégicas Maio/2016 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação
ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE. Humanização Parte 5. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM LEGISLAÇÃO EM SAÚDE Parte 5 Profª. Tatiane da Silva Campos POLÍTICA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA SAÚDE A promoção da saúde compreende a ação individual, a ação da comunidade e a ação e o compromisso
