DESPACHO SEJUR N.º 513/2015
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- Natália Almada de Sá
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1 DESPACHO SEJUR N.º 513/2015 (Aprovado em Reunião de Diretoria em 14/10/2015) Interessado: Dr. M. F. C. N Expedientes n.º 8771/2015 Assunto: Análise jurídica. Perícia médico-legal em vítimas de violência sexual. Inclusão de fotografias em laudos. Permissão legal. CPP. Código de Ética Médica. Liberdade profissional. Encaminhamento para Câmara Técnica. I DOS FATOS Trata-se de comunicação encaminhada pelo Dr. M. F. C. N., na qual informa ser perito médico legista na cidade de Cáceres/MT. Aduz que na realização de laudos periciais em vítimas de violência sexual sempre adotou como prática a conduta de fotografar os aspectos relevantes das lesões encontradas, acostando tais fotografias nos laudos confeccionados. Ressalta que tal conduta estaria baseada em etapa necessária a ser cumprida no procedimento técnico de confecção do laudo pericial. Ocorre que em 16/03/2011, recebeu intimação do Juízo da Primeira Vara da Comarca de Mirassol D oeste/mt, determinando que o médico perito se abstivesse de incluir fotografias nos laudos que expusessem as vítimas a situação constrangedora. O médico afirma que a conduta do magistrado promove limitação indevida do desempenho de sua atividade profissional, razão pela qual solicita a emissão de análise e emissão de parecer pelo CFM. Há nos autos parecer jurídico exarado pela Assessoria do CRM/MT que informa ser indevida a mitigação da realização da atividade pericial, de modo que cumpriria ao juiz determinar o sigilo dos autos do processo, sob pena de decotar o exercício da atividade probatória em clara violação ao devido processo legal. É o relatório. II DA ANÁLISE JURÍDICA O Direito Processual Penal tem como meta o reconhecimento e o estabelecimento de uma verdade jurídica e tal fim se alcança por meio das provas que se produzem e se valoram segundo as normas prescritas em lei.
2 A finalidade da prova é formar a convicção do Juiz sobre os elementos necessários para a decisão da causa. Para tanto, o magistrado pode se valer dos documentos médico-legais, que são instrumentos escritos ou simples exposições verbais mediante os quais o médico fornece esclarecimentos à justiça. Dentre estes cite-se: atestado, laudo, parecer, auto, relatório, etc. e cada um deles possui características diferentes, tanto do ponto de vista médico como jurídico, e serve à finalidade também diversificada. Nesse contexto, prescreve o art. 158 do Código de Processo Penal: Quando a infração deixar vestígios, será indispensável o exame de corpo de delito, direto ou indireto, não podendo supri-lo a confissão do acusado. O exame de corpo de delito direto é aquele realizado por perito para provar a materialidade do crime. O exame de corpo de delito indireto é aquele instrumento utilizado para provar a materialidade do crime por meio de prova testemunhal e ficha de registro médico. A par disso, no que se refere aos aspectos médico-legais criminalísticos da fotografia judiciária, tem-se que o uso fotográfico na Medicina Legal e na Criminalística modernas possui aplicações bastante diversificadas. O levantamento fotográfico representa um complemento da descrição escrita, residindo seu interesse na objetividade de documentar aspectos, não raro, complexos de serem traduzidos exclusivamente em palavras, particularmente, quando direcionados aqueles que não possuam cultura técnica especializada. Conforme a doutrina médico-pericial, as funções básicas da fotografia judiciária são as seguintes: a - fixar o estado das coisas enquanto necessário, isto é, perpetuar as condições em que se encontrava o local do fato, o instrumento do crime, a peça relacionada com a infração penal, a lesão perfuro-contusa do cadáver, as manchas de sangue, o vestígio de impacto de projétil de arma de fogo em uma parede, a destruição do sistema de segurança de um cofre-forte ou da folha de uma porta, etc., como foram, objetivamente, apreciados pelo perito; b - constituir forma elementar de evidenciar ao leigo, em assuntos técnico-científicos, circunstâncias ou aspectos relevantes, de difícil ou de complexa explicação; c - ilustrar ângulos tecnicamente de interesse para o juiz de Direito, para o promotor público, para a autoridade policial e para o advogado; d - oferecer visão clara das lesões corporais apresentadas pela pessoa viva ou morta, dimensionando-as e quantificando-as, indicando sua localização anatômica, sua gravidade e esclarecendo serem tais lesões provocadoras, ou não, do êxito letal.
3 Para corroborar a importância do registro fotográfico, o Código de Processo Penal informa em seu art. 165 que Para representar as lesões encontradas no cadáver, os peritos, quando possível, juntarão ao laudo do exame provas fotográficas, esquemas ou desenhos, devidamente rubricados. Por sua vez, o art. 170 do CPP aduz que: Art Nas perícias de laboratório, os peritos guardarão material suficiente para a eventualidade de nova perícia. Sempre que conveniente, os laudos serão ilustrados com provas fotográficas, ou microfotográficas, desenhos ou esquemas. Como se vê, toda a sistemática legal e doutrinária de realização das perícias criminais, gênero no qual estão incluídas as perícias médico-legais, determina a ilustração dos laudos com provas fotográficas, esquemas ou desenhos que sejam elucidativos sobre as conclusões do perito. Desse modo, a restrição de inclusão de fotografias em exames periciais, em contrariedade ao entendimento técnico do perito, limita e esvazia por completo o objeto da prova pericial, restringindo o acervo probatório dos autos do processo penal, de modo a prejudicar tanto a atividade da acusação quanto da defesa, eis que a juntada de laudos incompletos ou muitas vezes incompreensíveis para o leigo inviabiliza a exata compreensão de suas conclusões. Não há dúvidas de que a inclusão de fotografias de vítimas de crimes sexuais em posições íntimas seja passível de provocar constrangimento, porém tal argumento não pode ser utilizado para ignorar toda a sistemática técnica de realização de perícias médico-legais, limitando, de forma genérica, a atividade técnica do profissional legalmente competente para a realização de perícias. Importante citar, ainda, que a perícia médico-legal é espécie do gênero de perícia criminal, sendo aplicável, por oportuno, as regras da Lei n.º /09, que dispõe sobre as perícias oficiais. Tal dispositivo legal esclarece em seus arts. 2º e 5º o objeto da presente discussão, senão vejamos: Art. 2 o No exercício da atividade de perícia oficial de natureza criminal, é assegurado autonomia técnica, científica e funcional, exigido concurso público, com formação acadêmica específica, para o provimento do cargo de perito oficial. Art. 5 o Observado o disposto na legislação específica de cada ente a que o perito se encontra vinculado, são peritos de natureza criminal os peritos criminais, peritos médico-legistas e peritos odontolegistas com formação superior específica detalhada em regulamento, de acordo com a necessidade de cada órgão e por área de atuação profissional. Desse modo, o perito médico-legista goza de autonomia técnica, científica e funcional, sendo sua a decisão quanto à inclusão ou não de fotografias em laudos periciais.
4 Caso o juiz não concorde com as conclusões do laudo que o rejeite de forma fundamentada, nos termos do art. 182 do CPP, não podendo, porém, impor formas ou critérios de elaboração do parecer técnico. Por oportuno, deve ser ressaltado que o art. 201, 6º, do CPP, determina que O juiz tomará as providências necessárias à preservação da intimidade, vida privada, honra e imagem do ofendido, podendo, inclusive, determinar o segredo de justiça em relação aos dados, depoimentos e outras informações constantes dos autos a seu respeito para evitar sua exposição aos meios de comunicação. Como se vê, deve o juiz promover medidas que assegurem o sigilo das informações contidas nos autos do processo, como, por exemplo, a limitação de acesso às fotografias encaminhadas pelos peritos, e não simplesmente decotar o exercício da atividade técnica dos peritos-médicos que atuam no processo. Por sua vez, o Código de Deontologia da Ética Médica dispõe no inciso VIII o princípio fundamental da profissão a liberdade profissional, dispositivo este que segue transcrito: VIII - O médico não pode, em nenhuma circunstância ou sob nenhum pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, nem permitir quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e a correção de seu trabalho. Nessa linha, não pode o médico ser mitigado no exercício de sua atividade profissional por condutas que prejudiquem a eficiência e a correção de seu trabalho. No caso presente caso, verifica-se que a determinação judicial que limita a atividade profissional do médico perito quanto à realização de fotografias impõe restrição indevida ao desempenho correto e eficaz de suas atribuições. Desse modo, salvo nas hipóteses em que a própria pessoa a ser periciada informe expressamente ao profissional médico que não deseja se submeter ao exame médico em toda sua completude, isto é, com a realização de fotografias, não pode o médico ser limitado no exercício de sua liberdade profissional. III DA CONCLUSÃO Face o exposto, este SEJUR conclui que: a) De acordo com o Código de Processo Penal e com a doutrina médico-legal, a realização de fotografias para ilustrar os exames de perícia médico-legais é medida adequada e prevista na legislação, constituindo fase normal da realização do exame pericial. b) Conforme a Lei n.º /09 e o Código de Ética Médica, o médico deve exercer suas funções com liberdade profissional, não podendo sofrer quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e a correção de seu
5 trabalho, sendo assegurado ao exercício da atividade de perícia oficial de natureza criminal a autonomia técnica, científica e funcional. c) Ressaltamos, porém, que a matéria deve ser encaminhada à Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas para conhecimento e providências que entender pertinentes, já que não cabe aos Conselhos de Medicina promoverem a defesa individual de médicos. É o que nos parece, s.m.j. Brasília/DF, 08 de outubro de Rafael Leandro Arantes Ribeiro Advogado do Conselho Federal de Medicina OAB/DF n.º De Acordo: José Alejandro Bullón Chefe do SEJUR
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