Resultados Consolidados
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- Tiago Pedroso Gorjão
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1 1ª Consulta aos associados para identificar as dificuldades enfrentadas para exportar e sobre temas de comércio exterior Resultados Consolidados Equipe de Assuntos de Comércio Exterior Maio de 2012 Total de questionários respondidos: 20 I - Operações de Comércio Exterior 1 - A empresa realiza operações de: Importação não citado; Exportação (5%) Ambos (95%) 2 - Qual o modal mais utilizado? 1º Marítimo (19 empresas); 2º Rodoviário (7 empresas); 3º Aéreo (4 empresas); Ferroviário não citado; Outros não citado. 3 - Informe o ponto de desembaraço de suas cargas. Na importação: 1º Porto de Santos (16 empresas); 2º Aeroporto de Viracopos (9 empresas); 3º Fronteira Uruguaiana (7 empresas); 4º Aeroporto de Guarulhos (5 empresas); 5º Paranaguá (4 empresas); Aeroportos: Curitiba e Rio de Janeiro; EADI: Uberaba; Portos: Aratu, Itajaí, Navegantes, Rio Grande, Rio de Janeiro, Salvador, São Francisco do Sul, Suape. Na exportação: 1º Porto de Santos (14 empresas); 2º Fronteira Uruguaiana (13 empresas); 3º Aeroporto de Viracopos (6 empresas); 4º Aeroporto de Guarulhos (5 empresas); 5º Fronteira Foz do Iguaçu (4 empresas); Aeroporto: Rio de Janeiro; Fronteiras: Corumbá, Chuí, Santana do Livramento; Portos: Aratu, Itaguaí, Itajai, Navegantes, Paranaguá, Rio Grande, Rio de Janeiro, Salvador, São Francisco do Sul. 4 Sua empresa depende de algum órgão anuente? Em caso afirmativo, qual o prazo médio de liberação da anuência. 1º ANVISA (13 empresas) Prazo médio de liberação: 12 dias; 2º MAPA (10 empresas) Prazo médio de liberação: 6 dias; 3º DPF (10 empresas) Prazo médio de liberação: 12 dias; 4º DECEX (3 empresas) Prazo médio de liberação: 10 dias; 5º ANP (3 empresas) Prazo médio de liberação: 5 dias; CNEN Prazo médio de liberação: 10 dias; EXÉRCITO Prazo médio de liberação: 20 dias; IBAMA Prazo médio de liberação: 10 dias; INMETRO Prazo médio de liberação: 30 dias; MCIT Prazo médio de liberação: 3 dias.
2 5 - Qual o prazo médio de liberação das cargas? Na importação: Até 2 dias (0%) 2 a 5 dias (40%) Mais que 5 dias (60%) Na exportação: Até 2 dias (50%) 2 a 5 dias (45%) Mais que 5 dias (5%) 6 - Como sua empresa trata os processos de importação e de exportação? Utiliza pessoal próprio com dedicação exclusiva (50%) Utiliza Despachante Aduaneiro (100%) Obs: Apesar de metade das empresas possuírem pessoal próprio para tratar dos processos de comércio exterior, todas usam os serviços de despachantes aduaneiros para efetivar as operações. 7 - Relacione os principais gargalos que influenciam na liberação das cargas? 1º Demora na liberação das cargas que estão em canal vermelho ou amarelo (12 empresas); 2º Demora na liberação dos órgãos anuentes quando a carga necessita de vistoria (10 empresas); 3º Grandes filas de caminhões e demora para autorização de carregamento (9 empresas); Agendamentos Complexos e Congestionamentos nos terminais de cargas; Limitações Operacionais nos Portos; ajustes em operações de drawback. 8 - Sua empresa está tendo dificuldade na liberação de LI s? Sim (45%) Não (55%) 9 - Sua empresa tem dificuldades para acessar os sistemas da Receita Federal do Brasil: Siscomex (1 empresa) Novoex não foi citado Siscarga não foi citado Obs: Relatado problema na habilitação ao Siscomex e não no uso da plataforma operacional. 10 Outros problemas operacionais de comércio exterior e/ou sugestões de melhoria das operações de comércio exterior: Problemas Operacionais Dragagem sistemática nos principais portos; Aumento do número de berços de atracação; Altos custos portuários e baixa capacidade operacional e de atracação nos principais portos Expansão e Melhorias dos acessos terrestres às instalações portuárias; Mecanização e Automação da movimentação de cargas; Implementação do Sistema de Informação Concentrador de Dados Portuários do Projeto Porto Sem Papel em todas as Aduanas. Burocracia excessiva nos processos de desembaraço aduaneiro Simplificação para acesso e habilitação ao Regime Despacho Aduaneio Expresso (Linha Azul); Estabelecimento de Single Window. Procedimentos de órgãos anuentes incompatíveis aos avanços tecnológicos, resultando em exigências quando do licenciamento de importações e averbação de exportações Flexibilizações Normativas (Ex: Autorização prévia de produtos controlados pelo DCPQ/DPF em lotes, com validade anual); Convênios entre órgãos do Governo para intercâmbio de dados visando a evitar procedimentos adicionais desnecessários (Ex: Necessidade de Vistoria de madeira em Isotanques pelo MAPA). 2
3 II Acordos Internacionais de Comércio 11 Principais mercados alvos das exportações dessa empresa. 1º Argentina (18 empresas); 2º Chile (13 empresas); 3º Peru (12 empresas); 4º Colombia (12 empresas); 5º Uruguai (10 empresas); 6º Paraguai (10 empresas); 7º Estados Unidos (8 empresas); 8º Bolívia (8 empresas); 9º União Europeia (7 empresas); 10º Equador ( 7 empresas); 11º Venezuela (6 empresas); 12º México (5 empresas); Países da África; América Central; do Sudeste Asiático, China, Índia e Israel. 12 Indicar os países para os quais essa empresa exporta e não há benefício de preferência tarifária de acordo comercial: 1º África do Sul Acordo de Livre Comércio Negociado, mas não vigente (4 empresas); 2º China (3 empresas); 3º Paises do Sudeste Asiático (Malásia, Singapura, Tailândia) e Coréia do Sul (2 empresas); 4º Países da América Central El Salvador, Nicarágua, Panamá, República Dominicana (2 empresas); 5º México Necessidade de Ampliação da Cobertura das Preferências do ACE 53 (1 empresa); 6º Países Africanos Preferências do SGPC não são suficientes (1 empresa); 13 Indicar os países para os quais essa empresa gostaria de exportar e não o faz em vista de não haver acordo comercial entre o Brasil e esses países: 1º África do Sul Acordo de Livre Comércio Negociado, mas não vigente (2 empresas); 2º Países Africanos Preferências do SGPC não são suficientes (1 empresa); 4º Países da América Central (1 empresa); 3º China (1 empresa); - Essa empresa tem interesse na negociação, pelo Brasil, de acordo comercial com esses países: Sim: 25% (5 empresas): País: 1º Aprofundamento da cobertura do ACE 53 Mercosul-México (2 empresas); 2º Estabelecimento de Acordos de Livre Comércio com Países da América Central (2 empresas); 3º Estabelecimento de Acordos de Livre Comércio com Países Africanos (1 empresas); Não: 75% (15 empresas) 14 Outros problemas relativos a acordos internacionais de comércio e/ou sugestões de melhorias: Problemas em Acordos Comerciais Excessiva burocracia para emissão de documentos para exportar Implementação de Declaração de Origem Digital; Existência de Acordos Comerciais praticamente apenas com parceiros da América do Sul Fomento a negociações com parceiros da América Central e da África; ACE com o México insuficiente em termos de abrangência de itens tarifários e de preferências negociadas Converter o ACE 53 Mercosul/México em um Acordo de Livre Comércio. Regulamentos Internacionais que travam exportações para mercados relevantes (Ex: REACH europeu) - 3
4 III Dificuldades Não Tarifárias 15 Essa empresa enfrenta dificuldades (não tarifárias) em suas exportações? Quais? País: Dificuldade Enfrentada: Argentina DJAI (Demora para liberação, Dificuldades para Ajustes, Exigências excessivas) Paises Andinos (Bolívia, Colômbia, Peru) Demora para Averbação de REs pelo DCPQ/DPF União Europeia REACH Venezuela CADIVI 16 - Essa empresa vem enfrentando dificuldades nas suas exportações à Argentina devido ao novo instrumento para acompanhamento estatístico e de controle de importações denominado Declaração Jurada Antecipada de Importação (DJAI), instituído pelo governo argentino? Sim (85%) Não (15%) Comentários: Processo complexo e confuso; Demora excessiva na liberação da DJAI ao importador argentino; Crescentes perdas de janela para embarque, levando a altos custos logísticos nas exportações à Argentina; Atituda complascente dos Países membros do Mercosul em relação à DJAI e demais dificuldades impostas pela Argentina mesmo às importações intrazona. IV Mercosul: 17 Drawback intra-mercosul - Essa empresa exporta para os demais Estados Partes do Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai) importando as matérias-primas por regime de drawback intra-mercosul? Sim (10%) Não (90%) - Essa empresa é favorável ao drawback intra-mercosul? Sim (90%) Não (10%) 18 Dificuldades enfrentadas no Mercosul e/ou sugestões: Dificuldades enfrentadas no Mercosul DJAI Ação mais efetiva do Governo para minimizar os impactos às exportações brasileiras destinadas a Argentina. Lentidão excessiva dos trabalhos do Comitê Técnico nº 1 do Mercosul Tarifas, Nomenclatura e Classificação de Mercadorias - Intensificação da defesa comercial no País; Práticas desleais e ilegais de comércio internacional Aplicação aos produtos importados dos mesmos regulamentos técnicos e exigências feitas por órgãos de governo e agência reguladoras aos produtos nacionais. Aduanas burocráticas e inconformidades aduaneiras entre os países membros do Mercosul Estabelecimento do Código Aduaneiro do Mercosul. 4
5 V Defesa da Indústria: 19 Essa empresa sofre com a importação de produtos químicos que ameaçam sua produção local? Sim (55%) Não (45%) Detalhamento dos principais problemas enfrentados: Programas Estaduais de Incentivos Fiscais às Importações (Ex.: Pró-Emprego/SC, Fundap/ES); Indícios de fraudes de classificação fiscal, categorizadas por uso de NCMs de fuga com baixa TEC; Práticas de dumping no mercado brasileiro e deslocamentos em mercados-alvo de exportações; Práticas de cirvunvenção no mercado brasileiro e deslocamentos em mercados-alvo de exportações; Perda de competitividade local devido ao Custo Brasil. VI Outros 20 - Comentários e /ou sugestões relativas ao comércio exterior brasileiro de questões não abordados em outros tópicos: Comentários Gerais Solução de distorções tributárias que oneram o produto local; Crescente perda de competitividade do produto local em relação aos importados Estabelecimento de Regime de Incentivos Fiscais a investimentos do setor químico. Pouca oferta de espaço nos terminais em importantes portos Uso de Recintos Especiais para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex) onerando as vendas externas devido a ineficiências operacionais nos Portos Revisão de termos de Atuais Contratos de Concessão; Concessão a novos operadores nos portos críticos ao desenvolvimento do setor químico. 5
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