Programação estruturada no Fortran 90-3
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- Cláudio Garrido
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1 Programação estruturada no Fortran 90-3 Departamento de Física UFPel
2 Em Fortran 90 existem dois tipos de subprogramas: Funções e Subrotinas Uma Função, quando chamada, retorna um único valor calculado dentro da unidade de programa, associado com o nome da Função Uma Subrotina, quando chamada, pode retornar diversos valores calculados dentro da unidade de programa, associados com os argumentos usados na chamada da Subrotina
3 Um subprograma do tipo SUBROTINA tem a seguinte sintaxe <atributos> SUBROUTINE <nome> (arg1, arg2,..., argn) IMPLICIT NONE [campo de declaração de variáveis] [campo de execução] END SUBROUTINE <nome> A opção <atributos> é opcional, possibilitando o uso de atributos como RECURSIVE, com a mesma funcionalidade apresentada no caso de Funções. A Subrotina é nomeada pelo identificador <nome>. É ele que devemos usar para invocar o uso da Subrotina. O nome da Subrotina não pode ser usado dentro de expressões aritméticas e/ou lógicas, nem em comando do tipo PRINT. Para invocar a Subrotina, usamos o comando CALL <nome>.
4 Um subprograma do tipo SUBROTINA tem a seguinte sintaxe <atributos> SUBROUTINE <nome> (arg1, arg2,..., argn) IMPLICIT NONE [campo de declaração de variáveis] [campo de execução] RETURN END SUBROUTINE <nome> Se um dos comando dentro da Subrotina é uma instrução do tipo RETURN, a execução da Subrotina é encerrada e o programa segue a partir do ponto em que a Subrotina foi invocada. Podem existir mais de uma instrução RETURN dentro da Subrotina, isoladamente ou em combinação com instruções do tipo IF. A instrução RETURN é opcional. Sem ela, a execução da Subrotina é encerrada no comando END.
5 Um subprograma do tipo SUBROTINA tem a seguinte sintaxe <atributos> SUBROUTINE <nome> (arg1, arg2,..., argn) IMPLICIT NONE [campo de declaração de variáveis] [campo de execução] END SUBROUTINE <nome> Os argumentos da Subrotina são identificados por uma lista de identificadores mudos arg1, arg2,..., argn. Eles são usados na unidade de programa para produzir o resultado a ser extraído da Subrotina. Os argumentos podem ser de entrada, INTENT(IN). Os argumentos podem ser de saída INTENT(OUT).
6 Declaração de argumentos e identificadores em Subrotina Os argumentos de uma Subrotina podem ser declarados com o opção de intenção INTENT: usado para se especificar como é passado um argumento para um subprograma e como ele é retornado. Opção de intenção de entrada, INTENT(IN): neste caso o valor do argumento não pode ser alterado pela Subrotina A sintaxe a ser usada é a seguinte INTENT(IN) :: <lista de argumentos mudos da Subrotina> Sem o INTENT(IN) os valores dos argumentos mudos podem mudar pelos cálculos realizados dentro da Subrotina.
7 Declaração de argumentos e identificadores em Subrotina Os argumentos de uma Subrotina podem ser declarados com o opção de intenção INTENT: usado para se especificar como é passado um argumento para um subprograma e como ele é retornado. Opção de intenção de saída, INTENT(OUT): neste caso o argumento só pode ser usado em expressões e comandos depois de um valor ter sido atribuído a ele dentro da Subrotina. A sintaxe a ser usada é a seguinte INTENT(OUT) :: <lista de argumentos mudos da Subrotina> A opção INTENT(OUT) em geral é usada para extrair os resultados calculados dentro da Subrotina através dos argumentos mudos desta.
8 As Subrotinas podem ser internas ou externas Subrotinas internas (com CONTAINS): São definidas dentro de uma unidade de programa, a partir da instrução CONTAINS. program t e s t e [ campo de declaracao de i d e n t i f i c a d o r e s ] [ campo de execucao ] CONTAINS [ Subroutine 1] [ Subroutine 2] end program t e s t e Todas as Subrotinas são listadas a partir do CONTAINS. O Programa Principal é finalizado após a declaração de todas as Subrotinas.
9 Subrotina interna com CONTAINS program t e s t a _ s u b r o t i n a r e a l : : number CALL GetNumber ( number ) p r i n t, numero digitado :, number CONTAINS SUBROUTINE GetNumber ( Input_Value ) real, INTENT(OUT) : : Input_Value do write (, ) d i g i t e um numero p o s i t i v o : read (, ) Input_Value i f ( Input_Value > 0. 0 ) e x i t write (, ) Erro : t e n t e novamente end do end SUBROUTINE GetNumber end program t e s t a _ s u b r o t i n a
10 As Subrotinas podem ser internas ou externas Subrotinas internas (sem CONTAINS): Todas as Subrotinas devem ser iniciadas e finalizadas separadamente, após a finalização do Programa Principal. program t e s t e [ campo de declaracao de i d e n t i f i c a d o r e s ] [ campo de execucao ] end program t e s t e [ subroutine 1] [ subroutine 2]
11 Subrotina interna sem CONTAINS program t e s t a _ s u b r o t i n a r e a l : : number CALL GetNumber ( number ) p r i n t, numero digitado :, number end program t e s t a _ s u b r o t i n a SUBROUTINE GetNumber ( Input_Value ) real, INTENT(OUT) : : Input_Value do write (, ) d i g i t e um numero p o s i t i v o : read (, ) Input_Value i f ( Input_Value > 0. 0 ) e x i t write (, ) Erro : t e n t e novamente end do end SUBROUTINE GetNumber
12 Fatorial de n: program f a t o r i a l _ s u b i n t e g e r : : f, n p r i n t, n? read, n i f ( n >= 0) then CALL f a t o r i a l ( n, f ) write (, ( " f a t o r i a l ( ", I12, " ) = ", I12 ) ) n, f e l s e p r i n t, valor i n valido para n end i f CONTAINS subroutine f a t o r i a l ( n, f ) [... ] end subroutine f a t o r i a l end program f a t o r i a l _ s u b
13 Fatorial de n: program [... ] CONTAINS f a t o r i a l _ s u b subroutine f a t o r i a l ( n, f ) integer, i n t e n t ( in ) : : n integer, i n t e n t ( out ) : : f i n t e g e r : : i i f ( n >= 0) then f = 1 do i = 2,n f = f i end do e l s e i f ( n == 0) then f = 1 end i f end subroutine f a t o r i a l end program f a t o r i a l _ s u b Execução do código: Tente usar na Subrotina integer, intent(out) :: f = 1 O que acontece na compilação?
14 Exemplo: Considere uma partícula de massa m submetida a um movimento harmônico simples (MHS), produzido por uma mola de constante elástica κ. As equações para a posição, velocidade e aceleração da partícula se escrevem, respectivamente, como x(t) = A sin(ωt + φ) v(t) = ωa cos(ωt + φ) a(t) = ω 2 A sin(ωt + φ), onde ω = κ/m = 10 rad/s são a frequêcia de oscilação e φ = π/2 a fase inicial. Sabendo que a amplitude inicial do movimento é A = 10 cm, escreva um programa em Fortran 90 que avalia x(t), v(t) e a(t) da partícula de zero até 2 segundos, usando um intervalo de tempo de 0.01 segundos entre cada ponto avaliado. A saída dos resultados deve ser apresentada num arquivo de saída, em formato exponencial (E) e com 4 casas decimais. Faça versões sem e com Subprogramas.
15 program mhs r e a l : : t, x, v, a r e a l : : w, amp, pi pi = 4. 0 atan ( 1. 0 ) w = amp = t = 0. 0 write (, (A) ) # MHS de uma p a r t i c u l a write (, (A) ) # t x v a write (, ) do i f ( t > 2. 0 ) e x i t x = amp s i n (w t+pi / 2. 0 ) v = w amp cos (w t+pi / 2. 0 ) a = w 2 amp s i n (w t+pi / 2. 0 ) write (, ( 4 ( E11. 4 E2, 1 x ) ) ) t, x, v, a t = t end do end program mhs
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