A Engenharia na Crista do Surf

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Engenharia na Crista do Surf"

Transcrição

1 Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica 1º Semestre/ Projeto FEUP A Engenharia na Crista do Surf Supervisora: Professora Ana Rosanete Lourenço Reis Monitora: Catarina Spratley Vieira Mendes Equipa: 1M7_01 Alexandre Duarte Ribeiro Eusébio - up Ana Catarina Carvalho Pereira - up João Pedro Andrade Gonçalves - up Nuno Alexandre Fernandes Caldeira - up Pedro Pina Neves - up de

2 Resumo Ao longo deste relatório podemos encontrar o desenvolvimento do tema A Engenharia na Crista do Surf, no âmbito da unidade curricular Projeto FEUP, do curso de Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica (MIEM). Como o próprio título indica, este trabalho abrange vários ramos da engenharia que de algum modo permitem compreender e desenvolver a modalidade em questão. O nosso estudo e pesquisa focaram-se essencialmente nas pranchas e, como tal, referimos os diferentes tipos que existem, os materiais que as constituem, a sua forma e hidrodinâmica. Para além disto, destacamos o grande objetivo de reduzir o impacto ambiental no fabrico de pranchas através da utilização de materiais reciclados e não poluentes e, ainda, abordamos um ponto sempre muito discutível as melhores pranchas. E como vivemos num tempo em que é necessário privilegiar o que é nacional, este relatório foca-se nos destaques portugueses que passam pela investigação e pelas empresas relacionadas com o surf.

3 Índice 1. Introdução 1 2. História do Surf 2 3. Evolução das pranchas de surf 3 4. Constituição de uma prancha de surf 7 5. Melhores locais para surfar Surf em Portugal Contributo Nacional Melhores pranchas Conclusão 31 Referências Bibliográficas 32

4 1. Introdução Este relatório foi produzido no âmbito da disciplina Projeto FEUP, pelo grupo nº 1 da turma 1M7 do curso Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica. O tema que nos foi atribuído - "Engenharia na Crista do Surf" - aborda o surf e várias áreas da engenharia. A prática desportiva em questão consiste em efetuar manobras em cima de uma prancha ao longo das ondas e, por isso, a ciência sente-se capaz de contribuir para o desenvolvimento desta modalidade com cada vez mais apoiantes e praticantes, estando por isso a evoluir progressivamente. Quer ao nível dos materiais, da forma ou do fabrico, a engenharia pode servir para melhorar o desempenho de cada atleta profissional, pode preocupar-se em criar pranchas mais económicas que estejam ao alcance de muitas pessoas e ainda ter em conta o impacto ambiental. Pretende-se, então, com este trabalho apresentar um estudo aprofundado sobre o que a engenharia contribui para este desporto. 1

5 2. História do Surf O surf é um desporto individual, radical, praticado no mar que tem como objetivo/desafio manter o maior tempo possível em pé sob uma prancha deslizando sob as ondas e realizando manobras radicais, com várias níveis de dificuldades. Surgiu a cerca de 500 anos, apesar de não termos certezas de onde surgiu, acredita-se que tudo tenha começado nas ilhas polinésias na qual os povos que habitavam aquelas ilhas tinham o mar como trabalho ( visto que o sustento dos nativos da Polinésia era a pesca). Estes, muito habilidosos no mar, desenvolveram métodos para voltar rapidamente do barco à terra (isto é, embarcações) mesmo em águas furiosas. Com a barriga e o peito colados nas tábuas de madeira( primeiras pranchas de surf), eles surfavam fazendo com que essa prática acabasse por ser um ritual com raízes religiosas e culturais. Em 1912, o nadador havaiano Duke Paoa Kahanamoku (Fig.1) conquistou a medalha de ouro de natação nas Olimpíadas da Suécia e avisou ao mundo que treinara surfando. Batizado de "homem-peixe", esse atleta é considerado o pai do surfe moderno que tornou o arquipélago do Havaí e os seus desportos típicos passaram a ser reconhecidos internacionalmente. Fig.1 - Duke Paoa Kahanamoku No início do século XX, o pai do surf moderno (Duke) promoveu o surf, realizando demonstrações em diversas partes do mundo, nomeadamente na Califórnia, França, Austrália, América do Sul e África e por volta da década de 1940, popularizou-se na costa oeste dos EUA. Até que em 1920 começaram a surgir os primeiros campeonatos nos Estados Unidos. As competições de surf tornaram cada vez mais frequentes e o interesse por parte de empresas ligadas á "cultura do surf" foi aumentando e criou-se então o surf profissional onde os surfistas recebem pelo seu trabalho que consiste em representar a marca da empresa que o patrocina em campeonatos. Nos dias de hoje, o surf está cada vez mais competitivo uma vez que os campeonatos oferecem prémios, fazendo com que esta atividade se torne muito mais atrativa. 2

6 3. Evolução das pranchas de surf 3.1. Origem do surf e pranchas iniciais O surf, prática desportiva que consiste em efectuar manobras em cima de uma prancha ao longo das ondas, torna-se cada vez mais um desporto com mais apoiantes e praticantes, estando por isso a evoluir progressivamente. A sua origem é no entanto controversa, já que peruanos e polinésios reclamam ser os pioneiros a praticar esta modalidade, tendo no entanto fins distintos para quais a esta recorriam. Uma das teorias mais divulgadas aponta que o surf nasceu há aproximadamente 450 anos, na ilha peruana de Uros. A pesca é um meio fundamental para a obtenção de alimentos no Peru, logo os pescadores utilizavam pranchas muito rudimentares nas quais se lançavam ao mar. Foi, todavia, nas ilhas polinésias, mas especificamente no Hawai, que o surf, como desporto, teve origem. Ao contrário dos peruanos os polinésios usavam esta prática como actividade recreativa e não somente como método de sobrevivência. As jangadas utilizadas pelos peruanos nas suas actividades pesqueiras eram constituídas por palha e ráfia. Já os havaianos surfavam as ondas em pranchas de madeira Pranchas da actualidade: Materiais e Geometrias Em 1920, dois norte-americanos, George Freeth e DukeKahanamoku, conceberam as primeiras pranchas de surf. Estas eram muito simples e feitas de madeira. No final da década de 1940, Bob Simmons criou a primeira prancha em fibra de vidro. Contudo, a produção em laboratório de poliuretano, a partir de 1950, veio revolucionar a indústria das pranchas de surf, bem como os resultados obtidos pelos seus praticantes. Com a evolução de disciplinas como Química, Física, Ciência dos Materiais, Hidrodinâmica e Aerodinâmica foi possível desenvolver pranchas com materiais e geometrias apropriadas, que permitem aos atletas efectuar manobras de dificuldades 3

7 superiores e tornar este desporto cada vez mais competitivo. As primeiras jangadas eram feitas à base de palhas artesanais, sendo rapidamente substituídas por madeira, por ser mais rígida, consistente e não absorver água com tanta facilidade (o que a torna mais leve, facilitando portanto os movimentos). Mais tarde foram criadas pranchas com o mesmo material, mas a madeira degrada-se com bastante facilidade na presença de água, pelo que se iniciou um procura por materiais com características mais favoráveis à pratica do surf. Em 1950, começaram a ser fabricadas pranchas em espuma de poliuretano, mais leves e resistente, que permitiam aos atletas explorar mais esta modalidade e obter resultados significativamente melhores. As pranchas usadas actualmente, e que atingem os melhores resultados, são formadas por núcleos de poliestireno e resina epóxi. O poliestireno, apesar de parecer demasiado frágil, é o mais utilizado, sob a forma de espuma, na construção das partes centrais da prancha, visto ter custos muito reduzidos. Outra das suas características é a sua baixa densidade, o que aumenta a impulsão da prancha. O styrofoam, é uma espuma de poliestireno menos leve, mais forte e a que melhor responde a nível de isolamento térmico, o que minimiza as variações de temperatura, impedindo que esta se torne demasiado baixa, o que poderia prejudicar o atleta. É, no entanto, também a espuma mais cara. Utilizam-se espumas com diferentes densidades na formação dos núcleos, para que haja um equilíbrio entre a rigidez da prancha e a massa desta, maximizando assim o rendimento do surfista. A consolidação desses núcleos é feita através do sistema de resina epóxi. Este complexo de resina evita lesões nos calcanhares dos atletas provocadas por forças de compressão, especialmente quando se tratam de manobras aéreas, e minimiza o atrito. Confere também às pranchas boa resistência térmica, e boa resistência ao impacto, pois quando solidifica obtêm-se cristais que conferem a prancha alguma dureza. 4

8 As resinas utilizadas anteriormente, de poliéster, eram mais baratas, mas desgastavam-se mais rapidamente e tinham maior absorção de água, o que prejudicava o desempenho dos atletas. Nas pranchas que contêm resinas epóxi e espumas de poliestireno no núcleo não é necessário existir uma longarina central, que confere resistência e rigidez longitudinal. Nas outras pranchas a longarina é de madeira ou então formada por fibras de vidro ou carbono, ou ainda por PVC. Estes materiais tornam o equipamento mais rígido e facilitam o controlo da prancha por parte do surfista. É fundamental que a prancha tenha um acabamento antiderrapante, para que o surfista não caia ao efectuar as suas manobras. O mais eficaz é um tecido de nylon sem silicone. Este não adere à resina epóxi. Assim, obtemos uma parte superior antiderrapante, e uma parte inferior lisa, que diminui o atrito entre a prancha e a água e lhe confere uma maior fluidez. Com os problemas ambientais que temos nos dias de hoje, a preocupação com o meio ambiente é cada vez maior, o que afecta também o fabrico das pranchas de surf. Como se tratam de produtos plásticos e similares, torna-se cada vez mais comum o uso de pranchas construídas com madeira de agave, que só é extraída após a morte da planta, e que permite aos surfistas atingir resultados semelhantes aos conseguidos com as pranchas em poliuretano. As vantagens destas pranchas estão na sustentabilidade ecológica resultante da sua produção e também na sua durabilidade, 5 vezes superior às pranchas semelhantes de resina. Em 1981, as chamadas single fins (com apenas uma quilha) foram substituídas pelas tri-quilhas, criadas por Simon Anderson, que revolucionaram por completo o surf. Outro desenvolvimento foi alterar o bottom (parte de baixo) da prancha, criando concavidades. Estas podem ter diversas combinações, com o intuito de melhorar o desempenho da prancha. 5

9 Em última análise notamos que a indústria do surf cresce progressivamente, e as pranchas vão se tornando cada vez mais personalizadas, correspondendo às necessidades especificas de quem as usa. A evolução dos processos de fabrico e materiais utilizados fizeram com que o desporto crescesse, e se torne cada vez mais complexo. 6

10 4. Constituição de uma prancha de surf No universo do surf existem vários tipos de pranchas, sendo que estas diferem entre si devido às suas shapes (formas), e dimensões. As pranchas de surf são mediadas em inches (polegadas) e em feet (pés) sendo que 1 polegada equivale a 2,54cm, e uma vez que 1 pé são 12 polegadas, 1 pé tem valor de 30,48cm. Conforme a finalidade a que se destinam, a constituição de cada prancha varia. Geralmente são constituídas por materiais compósitos, ou seja materiais com várias camadas de diferentes componentes, componentes estes, que possuem características únicas, umas que são relevantes para o fim a que se destinam e outras não tao relevantes, mas que quando combinados compensam os defeitos uns dos outros, originando um material estável, que satisfaz as necessidades da prancha, contrariamente ao que acontecia no passado, onde as pranchas eram feitas de materiais naturais, como palha ou madeira. Graças a estes avanços tecnológicos, as pranchas que agora são produzidas possuem elevada resistência a choques e densidade reduzida, o que favorece a capacidade de flutuação da prancha e permite que o surfista realize manobras com mais facilidade. Para cada tipo de ondas e ambientes marinhos existe uma prancha que se adapta melhor a essas condições. Por essa razão têm capacidade de obter melhores resultados que as restantes. As pranchas possuem, geralmente, seis elementos básicos, sendo eles o nose, a tail, o deck, os rails, o bottom, os fin s (Fig.2). Tail Deck Nose Leash Cup Rails Stringer Bottom Rocker Fig.2 - Constituintes de pranchas de surf 7

11 4.1 Nose O nose é a parte frontal da prancha, existem três categorias de nose s. Pode ser pontiagudo, permitindo que a prancha seja manobrada mais facilmente. O nose redondo confere estabilidade à prancha, mas reduz a sua manobrabilidade. Por fim, a última categoria é a frente arredondada, que permite alguma manobrabilidade da prancha, mas também lhe confere estabilidade Tail A tail é a região traseira da prancha. Existem diversos tipos de tail s, no entanto os mais importantes são: o pin tail, o round tail e o shallow tail. O tipo pin tail é uma tail pontiaguda que permite que a traseira da prancha afunde ligeiramente impedindo que esta mude de direção. Por outro lado, o round tail, é um tipo de tail que se assemelha ao pin tail, mas é ligeiramente mais arredondado, e por isso possui mais área, o que aumenta a força de impulsão que atua sobre a prancha tornando-a mais manobrável. A shalow tail, é uma tail que possui um corte em forma de v, corte que proporciona um bom controlo da prancha quando se efetua uma curva Deck O deck é a superfície superior da prancha, ou seja o local sobre o qual o surfista se vai deslocar para efetuar manobras. Existem três tipos de decks, o dome deck, flat deck, e o step deck. O dome deck é o mais usado, uma vezque concentra grande parte do volume da prancha no seu eixo, de modo a que seja mais fácil afundar os rails para efetuar curvas Rails Os rail s são os limites da prancha, e podem ser afiados ou espessos. Os rail s afiados permitem que a prancha se mantenha estável a velocidades elevadas, mas é obrigatório a que na região central estes sejam mais espessos para fornecerem impulsão de modo a que o surfista não afunde, este tipo de rails é usado em shortboards, uma vez que estas pranchas são desenhadas para ondas que atingem velocidades elevadas. Por outro lado os rails podem ser espessos, sendo por isso 8

12 apropriados para ondas mais lentas, no entanto estes rails como são mais espessos provocam muito atrito entre a água e a prancha o que dificultam a mudança de direção desta. Outra reação que ocorre nas pranchas com este tipo de rail s, é que devido á sua espessura e densidade reduzida, quando se afundam ao efetuar uma curva armazenam muita energia potencial devido a impulsão que a prancha sofre, provocando assim uma espécie de ressalto conhecido como drive Bottom O bottom é a superfície inferior, fundo, de uma prancha e tem como principal função redirecionar a corrente da água para fornecer estabilidade à prancha. Existem diversos tipos de bottom s, sendo que os mais importantes são o fundo liso (flat), e o concavo, que se divide em single concave e em single to double concave. No single concave as primeiras doze a vinte polegadas da prancha são lisas, com uma curvatura ou com um v ligeiros, seguida por uma superfície concava que progressivamente aumenta a sua profundidade ate chegar aos fin s, reduzindo depois a profundidade ate atingir o fim da tail. No single to double concave a zona frontal é igual ao tipo single concave, mas conforme se aproxima da região traseira transforma-se a superfície concava inicial divide-se em duas. O fundo lise, que como o nome sugere é uma superfície plana, que facilita a flutuabilidade da prancha à superfície da água, o que faz com que a que a prancha responda bem em ondas pequenas, e seja instável a altas velocidades, e uma vez que é plana, ao efectuar curvas rapidamente, a prancha tem tendência a deslizar, porque não existe atrito suficiente para anular a força centrifuga Rocker O rocker, é a curvatura que uma prancha possui em toda a sua extensão, ou seja, a elevação que a frente e a traseira possuem em relação ao resto da prancha. A curvatura da frente é necessária para impedir que, quando o surfista apanha uma onda, a prancha se afunde, mantendo-se assim acima da superfície da onda. Por outro lado, a curvatura da região traseira, permite que a prancha efetue curvas com mais facilidade, e também impede que a mesma se afunde, uma vez que a impulsão que recebe da água é mais reduzida, e por isso não força a frente a penetrar a superfície da onda. 9

13 4.7. Fin Por fim, o fin é a quilha que está na traseira da prancha, ou seja na parte inferior da região traseira. Tem como função principal ajudar o surfista a controlar a prancha de modo a que esta se mantenha estável. Existem pranchas com mais que um fin, estando estes, por isso, disposto de diversas maneiras, no entanto é comum encontrar pranchas que possuem um fin (single fin), que está centrado. Este tipo de fin é usado mais frequente nas longboards. O twin fin, dois fin s posicionados lado a lado, geralmente encontrado em shortboards e em fish s, uma vez que permitem que a prancha atinja velocidades elevadas, o que é necessário para ondas de grandes dimensões. No entanto, a disposição mais usada é a que possui três fin s, um centrado e dois laterais, também conhecida como thruster, e devido à sua versatilidade, é encontrado em qualquer modelo prancha. No entanto existem componentes que nem todas as pranchas possuem, como por exemplo o stringer e a leash cup Stringer O stringer é uma tira, normalmente em madeira, que atravessa a prancha em toda sua extensão, para aumentar a resistência da mesma, e por isso é composto por uma madeira que quando deformada recupera rapidamente a sua forma original. Existem diversos sistemas de stringer s, como o stringer central, o parabólico, e múltiplo. No stringer central, a tira de madeira é única e atravessa a prancha ao longo do seu eixo, mas não proporciona resistência suficiente, especialmente quando a prancha está sujeita as forças de torção. O stringer parabólico é constituído por duas tiras que atravessam os rail s da prancha, deste modo proporcionam resistência elevada a forças de torção e são capazes de recuperar a forma original rapidamente. O stringer múltiplo é um conjunto de tiras que atravessam a prancha ao longo do seu comprimento para lhe fornecer resistência, e impedir que se deforme muito. Este tipo de sistema é usado frequentemente em longborads uma vez que estas pranchas tendem a oscilar bastante. 10

14 4.9. Leash cup A leash cup que é uma peça que contribui para a segurança do surfista. É produzida geralmente em plástico e tem como função unir a corda que segura o surfista à prancha, de modo a que este esteja mais seguro quando tem algum problema durante a realização de uma manobra, uma vez que não afunda com tanta facilidade Modelos de pranchas Existem vários modelos de pranchas de surf, sendo que os mais importantes são a shortboard, a longboard, a fish, a gun e a hybrid Shortborads(Fig.3) As shortborads foram desenhadas para surfar ondas de grandes dimensões que se desloquem a velocidades elevadas. Possuem geralmente comprimento inferior a sete pés, noses afiados, rails finos, e um rocker elevado, características estas, que quando combinadas conferem a este tipo de prancha alta mobilidade, embora sejam difíceis de estabilizar mesmo com os três ou cinco fin s que possuem, o que faz com que esta prancha seja frequentemente usada por surfistas mais experientes. Fig.3 Pranchas modelo Shortboard 11

15 Fish (Fig.4) O modelo fish, é semelhante à shortboard, mas é mais pequeno e mais largo, o rocker neste modelo é baixo, e geralmente possui dois fin s, deste modo este modelo consegue adquirir elevadas velocidades nas zonas lisas de uma onda. Fig.4 - Prancha modelo Fish Gun(Fig.5) As gun s são modelos que, tal como o modelo fish, se assemelham à shortboard, no entanto são pranchas mais compridas, podendo atingir os dez pés de comprimento, possuem o nose fino e pontiagudo, deste modo podem ser usadas em ondas de grandes dimensões que atingem velocidades elevadas, no entanto este modelo requer elevada experiencia por parte do surfista. Fig.5 -Prancha modelo Gun 12

16 Longboards As longboards, como o nome sugere são pranchas de grandes dimensões. Têm comprimento entre oito e doze, no mínimo duas polegadas e meia de espessura, e vinte polegadas de largura, o nose é arredondado, e podem também ser divididas em tri-fin(fig.8), se tiverem três fin s, single fin(fig.6), se possuírem um fin, e 2+1(Fig.7), se forem constituídas por um fin central de grandes dimensões, e dois fin s de dimensões mais reduzidas, estas características fazem com que esta prancha seja bastante estável, e por isso a mais apropriada para iniciantes. Fig.6 - Longboard com single fin Fig.7 - Longboard com fin o tipo 2+1 Fig.8 - Longboard com tri-fin 13

17 Hybrid(Fig.9) O tipo Hybird, tal como o nome sugere é a união de dois modelos semelhantes, um modelo que pode ser usado como exemplo é o funboard, que mistura as características e desempenho de uma shortboard com uma longboard, sendo que o seu comprimento varia entre os seis e os oito pés, e têm geralmente forma arredondada, sendo que as outras componentes podem ser muito variadas neste tipo de pranchas. Como esta prancha é um elemento de transição é bastante usada por surfistas que pretendem iniciar-se no shortborading. Fig.9 - Prancha modelo Hybrid 14

18 5. Melhores locais para surfar Surfar é uma atividade que existe há milhares de anos e mesmo assim continua a crescer em popularidade seja como um desporto ou estilo de vida. É importante ter em mente que o surf é praticado durante o ano inteiro e não é apenas uma atividade de verão. Então, os melhores lugares para o surf apresentam boas condições para a prática durante cada uma das estações. Na verdade, os padrões climáticos do inverno e o movimento das marés são geralmente os responsáveis pelas maiores ondas. Por exemplo, a temperatura em Bundoran, na Irlanda, é fria mesmo nos meses de verão, e a água pode ficar realmente gelada nos meses de inverno. Mas apesar disso as enormes ondas que quebram por lá atraem cada vez mais um número maior de surfistas que buscam aventura. Algumas vezes os melhores lugares para o surf não são aqueles que atraem milhares de visitantes; Uma multidão de turistas pode acabar com a onda dos surfistas em função de uma superlotação na praia. Diante o prazer de surfar, a maioria dos profissionais na prática vão em busca de um novo ambiente para realizar as suas manobras, por este motivo a CNN divulgou uma lista dos melhores lugares do mundo para a prática de surf: Pipeline Hawai (Fig.10) Pipeline é sem dúvida um local muito desejado pelos surfistas com muita coragem, sangue frio e habilidade na prática, pois é uma praia com imensos perigos visto que as ondas chegam aos vinte metros de altura. Fig.10 - Praia de Pipeline - Hawai 15

19 Supertube África do Sul (Fig.11) De acordo com especialistas as melhores direitas do mundo são as de Supertube, que não é por acaso que recebe esse nome, as ondas tubulares permitem ao surfista percorrer um caminho de até trezentos metros ininterruptos. Fig.11 - Praia de Supertube na África do Sul 16

20 6. Surf em Portugal As ondas não podiam ser melhores e nomes tais como Ribeira d'ilhas, "Coxos" ou "Super Tubos", são conhecidos a nível planetário. As praias da Região Oeste, da Ericeira a Peniche, são um sonho para todos os surfistas. Não podemos esquecer de lugares como a Figueira da Foz, Carcavelos, Costa da Caparica e Carrapateira, entre outros são também locais de eleição Os Cinco Melhores Locais Para Surfar Em Portugal Nazaré A maior onda do mundo (Fig.12) foi surfada em Portugal, mais precisamente na costa da Nazaré, pelo havaiano Garrett McNamara que apanhou a onda em causa através do tow-in, prática onde o surfista é puxado por uma mota de água até conseguir entrar na onda. Fig.12 - A maior onda do mundo Provavelmente o surfista não esquecerá o dia em que se tornou o primeiro a conseguir apanhar uma onda de 30 metros, um fenómeno gigantesco motivado por um acidente geomorfológico raro. Daí que o surfista seja o primeiro a dizer que surfar na Nazaré é cada vez mais desafiante, pois as ondas da Praia do Norte são únicas no mundo. É por isso que cada vez mais surfistas de todo o mundo escolhem esta longa praia, rodeada por pinhais e dunas para, também eles, surfarem a onda perfeitas. 17

21 Ericeira, Reserva Mundial de Surf A região da Ericeira é conhecida por ter praias e ondas únicas e especiais. Tanto que isso lhe valeu o estatuto de primeira Reserva Mundial de Surf da Europa e a segunda do mundo só há outro sítio com uma distinção idêntica: Malibu, na Califórnia. A Reserva Mundial de Surf da Ericeira estende-se desde a Praia da Empa, à Praia de São Lourenço. São sete ondas de classe mundial num espaço de quatro quilómetros: Pedra Branca, Reef, Ribeira d Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e S. Lourenço Peniche A história de Peniche sempre esteve intimamente ligada ao mar, quer através da pesca quer, mais recentemente, através do surf. A zona é considerada uma das melhores da Europa para a prática da modalidade, pois há uma enorme quantidade de ondas, de onde se destaca a mundialmente famosa dos Supertubos. Esta é sem dúvida a onda rainha de Peniche, também chamada de Pipeline Europeu. O nome diz tudo. Nesta praia com fundo de areia, as ondas são muito tubulares e rápidas. Peniche recebe anualmente uma prova do circuito mundial de surf, o Rip Curl Pro Carcavelos (Fig.13) Situada na costa de Cascais, a praia de Carcavelos é considerada um dos melhores lugares para surf tanto para profissionais como para quem está a aprender. Fig.13 - Praia de Carcavelos 18

22 Bela Carrapateira (Fig.14) Situada na costa ocidental do Algarve, é uma das praias mais belas de Portugal, como a Arrifana ou a praia do Amado. Sendo que estas são populares não só pela paisagem, mas também por serem bons destinos Fig.14 - Praia Bela Carrapateira para a prática de surf. A praia do Amado, em particular, rodeada por dunas. 19

23 7. Contributo Nacional O nosso país tem uma ligação muito íntima com os desportos de mar e o surf não é exceção. Isto verifica-se, em grande parte, por possuirmos uma costa repleta de praias fantásticas e com condições favoráveis à prática desses desportos e também por sermos um povo de espírito livre, que valoriza as coisas boas da vida. Note-se que a praia da Pedra Branca (Fig.16), na Ericeira, referida como uma das praias com as melhores ondas da Europa e a praia da Carrapateira (Fig.15), no Algarve, conhecida pela sua tranquilidade, integram a lista dos 50 melhores lugares do mundo para surfar que foi publicada dia 1 de Julho de 2013 pela CNN, depois de ser conhecida a opinião dos editores da revista Surfing Megazine. Fig.15 - Praia da Carrapateira, no Algarve. Fig.16 - Praia da Pedra Branca, na Ericeira 20

24 E, como bons patriotas, não podemos deixar de referir o Canhão da Nazaré. Devido à existência de um desfiladeiro com uma extensão de 2000 quilómetros e com uma profundidade de 5000 metros, a Nazaré tornou-se uma referência a nível mundial quando Garrett McNamara, um surfista norte-americano de 45 anos, surfou a maior onda desde sempre com 34 metros (Fig.17). Fig.17 - McNamara na Praia do Norte, na Nazaré. Atualmente e em todo o mundo, o surf é o desporto que mais adeptos ganha por ano e, por isso, cada vez mais mediático. Devido à falta de documentação e registos, é difícil definir com exatidão o início surf no mundo e em Portugal. Contudo, são conhecidas algumas datas que marcam os feitos importantes no surf lusitano: Em 1946 foi criado em Carcavelos e na Parede o primeiro clube de Bodysurf de Portugal e por esta altura só se surfava com o peito, utilizando uma prancha de cortiça. Pensa-se que o desporto tal como é conhecido hoje em dia, em pé, teve início no fim dos anos 50, princípio dos anos 60 como consequência da presença das tropas americanas em Biarritz (França), durante e depois da 2ª grande guerra mundial, que 21

25 trouxeram as pranchas de uma Califórnia completamente rendida ao surf. Chegado à Europa, o surf em pé conquistou Portugal com a ajuda de Pedro Lima, considerado o pai do surf português. Sabe-se também que os primeiros surfistas portugueses foram repreendidos e presos pelas autoridades presentes nas praias precisamente porque eles eram vistos como irresponsáveis que não respeitavam as bandeiras vermelhas. Só depois do 25 de Abril se verificou um crescimento considerável do número de praticantes de norte a sul do país. Em 1987 Portugal participa pela primeira vez enquanto seleção nacional no Campeonato Europeu de Surf Seleções, terminando num honroso 4º lugar. Em 1988 é criada a Federação Portuguesa de Surf. Em 1989 surge o 1º Circuito Nacional de Surf. Ainda neste ano, Portugal organizou o Campeonato Europeu de Surf Seleções, em Aveiro, no qual Portugal subiu ao pódio em 3º lugar. Para além disto, pela primeira vez, decorreu em águas lusas uma etapa do mundial de surf que contou com uma assistência de mais de 2000 pessoas. Em 1990 verifica-se o reconhecimento mundial da qualidade das ondas portuguesas através da exposição mediática de um campeonato espetacular o mundial de surf da Ericeira Buondi Pro. Em 1991 decorre a 1ª prova nacional com premiação em dinheiro e um surfista nacional sagra-se vice-campeão europeu de surf. Em 1992 a Seleção Nacional Portuguesa acaba em 9º lugar na primeira vez que disputa o mundial amador de seleções e o surf chega às televisões. Em 1993 inicia-se o Circuito Nacional de Esperanças, um conjunto de provas que impulsiona o futuro do surf nacional. Em 1996 a Seleção Portuguesa termina em 7º lugar no World Surfing Games ( uma espécie de Jogos Olímpicos do Surf que substituem o antigo mundial amador ). Pela 1ª vez Portugal recebe a elite do Surf Mundial numa prova da 1ª divisão do surf World Championship Tour of Surfing, para a história fica a vitória do surfista nacional Bubas 22

26 face ao na altura tetracampeão do mundo Kelly Slater. Ainda em 1996 Portugal sagra-se Campeão Europeu de Juniores. Em 2000 Tiago Pires Saca termina num 2º lugar histórico numa das provas de surf profissional mais emblemáticas do mundo em Sunset Beach Hawaii, naquela que foi provavelmente a prova que mais visibilidade deu ao Surf Português a nível mundial. Em 2008 Portugal verá pela 1ª vez um surfista nacional Tiago Pires Saca entre os 44 melhores surfistas do mundo a disputar a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf A aposta na investigação em Portugal Hoje em dia, principalmente devido a preocupações económicas e ecológicas há a necessidade de alterar os materiais e repensar nos processos de fabrico para que se criem produtos com um menor impacto ambiental e, ao mesmo tempo, acessíveis monetariamente. Isto acontece porque todos reconhecem os efeitos negativos que a industrialização e a consequente poluição provocam no nosso planeta e vida e, por outro lado, porque atravessamos uma crise económica global, muito sentida em Portugal, que levou muitos portugueses a reduzirem os seus custos. Assim, com o objetivo de inovar, ajudar o ambiente e fazer uma prancha de surf que esteja ao alcance de todos os praticantes do desporto, decorreram algumas investigações interessantes em Portugal como as que se seguem Investigadores do Minho criam pranchas de surf inovadoras e mais baratas Neste projeto, o objetivo era o fabrico independente, automatizado e com baixo custo unitário e ainda a utilização de materiais biológicos. Só depois da cultura do surf chegar ao Ocidente e relativamente à pouco tempo (nas últimas décadas) é que as tábuas de madeira gigantes e muito pesadas foram 23

27 substituídas por plásticos especiais, como o poliuretano, ficando mais leves e deslizantes. Na maioria das pranchas manteve-se uma tira central e longitudinal de madeira, para conferir resistência. De um modo geral, o método tradicional de construção de pranchas consiste em aplicar a espuma, que é responsável por conferir rigidez, e depois utilizar ferramentas manuais para trabalhar o bloco de espuma até se atingir a forma desejada. Durante um ano, a equipa do Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) da Universidade do Minho estudou as pranchas já existentes no mercado e as suas características mais relevantes como a relação entre densidade/rigidez e a facilidade com que o material flutua e desliza, chegando à conclusão de que é possível obter um bloco vertical constituído pelas espumas técnicas e a tira de madeira que posteriormente é laminado por uma máquina específica que pode ser programada de acordo com a curva e a forma que cada shaper deseja. Portanto, estes são os principais clientes da empresa que adotou este novo processo de fabrico que depois vão ter a responsabilidade de decorar. Para além disto, o projeto caracterizou-se pela utilização de difenilmetano diisocianato (MDI), um polímero mais amigo do ambiente e da saúde. Este, mais especificamente, foi utilizado para a produção da espuma da prancha e o seu uso pode resultar numa diminuição de cerca de 36% de gases do efeito de estufa, redução em 61% no uso de energias não renováveis e ainda se verificou uma poupança considerável na energia utilizada durante todo o processo. Os desafios tornam-se mais aliciantes quando têm aplicação prática, é a relação biunívoca universidade/indústria, Fernando Duarte, membro da equipa investigadora. 24

28 Prancha de surf de cortiça criada por dois antigos alunos da Universidade de Aveiro (Fig.18) Fig.18 - Prancha de cortiça. Um designer, Celso Assunção, e um engenheiro civil, Francisco Alves, tiveram a ideia de produzir uma prancha apta para qualquer onda e, ao mesmo tempo, com materiais reciclados. Então, para aliar a arte, a hidrodinâmica e a ecologia, os dois antigos alunos da Universidade de Aveiro utilizaram a cortiça como principal matéria prima que é um material completamente natural, renovável e biodegradável; também usaram resinas ecológicas e de bambu para as quilhas e incluíram o acabamento manual e personalizado para cada surfista na finalização da prancha. Em termos físicos, a prancha 100% ecológica, também tem vantagens porque a cortiça permite absorver melhor a trepidação causada pela onda na tábua enquanto dá melhor conforto e equilíbrio no contacto com os pés durante a prática do surf. 25

29 7.2. Negócios Micasurfboards Marca 100% portuguesa que se dedica ao fabrico especial de pranchas de surf a fim de melhorar o desempenho de cada atleta, tendo em conta o estilo de cada um. Mica Lourenço é o fundador desta empresa que se preocupa com o meio ambiente e, por isso, recorre à lixa, à cola e à acetona recicláveis. Criar pranchas de surf é a minha paixão, o meu amor e a minha vida. É aquilo que eu faço! - Mica Lourenço 26

30 8. Melhores Pranchas Actualmente, existem diversas maneiras de confeccionar pranchas, contudo as mais cobiçadas e também as de melhor qualidade são produzidas pelas melhores marcas, como a Billabong e a Quicksilver. Ultimamente, uma fábrica também se tem vindo a destacar pela sua originalidade e inovação, a Pukas Surf Pukas Surf Pukas Surf, mais conhecida por Olatu, é neste momento considerada a melhor fábrica a fazer pranchas no Mundo. Esta localizada entre Mundaka e Hossegor na área vizinha de San Sebastian e Zarautz (País Basco em Espanha). Esta fábrica assume agora um grande protagonismo a nível mundial devido às inovações que os seus trabalhadores trouxeram e devido às grandes apetências que os próprios têm para as construírem Peter Daniels Os projectos de Peter Daniels são caracterizados por linhas harmoniosas e elegantes. Segundo este uma prancha, além de ter harmonia e equilíbrio em cada uma das suas curvas, tem de ter a sua vertente sexy, de modo a captar a atenção das pessoas. Assim, as pranchas de última geração devem possuir volumes maiores e contornos ainda mais generosos e delicados. Peter defende ainda que os seus trabalhos na produção de pranchas têm de continuar a ser subtis, refinados e muito sensitivos, pois só deste modo se pode atingir o pretendido, uma prancha sem igual Johnny Cabianca Johnny Cabianca tem um papel de extrema importância na formação destas pranchas. É o responsável pelo manuseamento de todo o tipo de resinas. Agora Johnny Cabianca fornece uma quantidade incalculável de valor à Pukas. Johnny lida com resinas de todos os tipos. Para a melhor confecção de uma prancha, Johnny necessita de saber os melhores tipos de resina e poliéster. Hoje em 27

31 dia, as pranchas utilizadas pelos surfistas que atingem melhores prestações são formadas por núcleos de poliestireno e por resina epóxi (de modo a evitar o desgaste rápido e a absorção de água. Assim, o peso da prancha diminui e o surfista adquire maior velocidade, atingindo a crista da onda). Muitas vezes, o poliestireno presente nos núcleos das pranchas de surf pode parecer um plástico demasiado frágil, não parecendo assim o material mais adequado para a construção de uma prancha. Mas este, sob a forma de espuma é o mais utilizado na formação das partes centrais das pranchas, visto que para além do seu preço reduzido pode ser facilmente convertido em qualquer tipo de molde. O uso do poliestireno (material que pode ser obtido a baixas densidades) faz com que a impulsão da prancha por parte da água seja maior, não comprometendo a segurança do surfista. O Styrofoam é a espuma de poliestireno mais forte e a que melhor responde em matéria de isolamento térmico, diminuindo as variações de temperatura e impedindo que esta se torne demasiado baixa, o que podia prejudicar o atleta. Esta espuma sendo das recomendadas para se atingir um melhor desempenho da prancha, é também das mais caras e mais pesadas Mikel Agote Mikel afirma que a sua personalidade forte e um pouco de criatividade é a receita para ser considerado um dos melhores shapers da actualidade. Mikel tentou desde cedo aprofundar os seus conhecimentos relativamente tanto ao surf quanto à forma que se constroem as pranchas. Agora, com todo o conhecimento que tem, garante que, apesar da forma inferior da prancha ser fundamental para o seu desempenho (está em constante contacto com a face da onda) um shaper não gasta muito do seu tempo a moldá-la. Quase todo o trabalho real vem depois e envolve a plataforma e os trilhos. Necessitase de muito tempo para misturar o topo dos trilhos. Mesmo que isso demonstre habilidade do shaper, não é o principal objectivo. O grande objectivo é sim melhorar o desempenho da prancha e ninguém melhor do que Mikel o sabe concretizar. 28

32 Axel Lorentz Axel Lorentz é o responsável pela remoção do excesso de espuma. Para a remover Lorentz usa uma placa. Normalmente esse excesso de espuma é constituído pela espuma mais densa, a qual é cortada fora uma vez que o shaper não está agradado com a forma ou a espessura da prancha. Resumindo, Axel é o responsável pelo melhoramento da prancha quando esta já se encontra na fase terminal da sua construção As melhores pranchas As pranchas da Quicksilver (Fig.19) são das pranchas mais conhecidas e os seus modelos servem de inspiração a muitos shapers mundiais. A ST CompFish, por exemplo, resulta de um longo trabalho de 15 anos e de um estudo de mercado e utiliza os melhores materiais como um shell de fibra de vidro e resina de poliuretano. Fig.19 - Prancha Quicksilver Com um estilo muito retro, nariz pontiagudo e fundo em "V", a prancha KeelFish (Fig.20) proporciona um controlo mais eficaz nas mudanças de direcção e uma navegação mais abrangente ao seu utilizador. Fig.20 - Prancha KellFish A Insight Penn (Fig.21) é uma prancha com uma dupla curvatura no fundo, o que lhe confere um aumento da velocidade e maior domínio sobre a direcção. Esta prancha tornou-se mais fácil com o rebaixamento do nariz frontal. Para além disso, foram introduzidos novos pormenores técnicos, que aumentaram a capacidade de resposta da prancha, a sua resistência e, consequentemente, a performance dos seus atletas. Fig.21 - Prancha Insight Penn 29

33 O modelo Dumpster Driver (Fig.22) foi uma das pranchas recentemente lançadas e nasceu para suprir uma lacuna de mercado. Para suportar um verão tórrido desenvolveu-se uma prancha com uma curvatura ampla e uma cauda enorme quadrada para permitir mergulhar sem sentir qualquer espécie de incómodo. Fig.22 - Prancha Dumpster Driver 30

34 9. Conclusão Tendo em conta a pesquisa feita, concluiu-se que a engenharia contribui significativamente para o mundo do surf, mais concretamente no que toca ao fabrico e ao desenvolvimento de pranchas. O deslize da prancha na água vai depender de muitos fatores como a hidrodinâmica, a forma e os materiais utilizados. Mas esta afirmação já faz sentido há muitos anos, pois verificou-se um melhoramento gradual daquelas que começaram por ser tábuas de madeira e até passou a haver distinção das pranchas de acordo com a sua função. Atualmente, e segundo este trabalho, o objetivo passa essencialmente pela criação de pranchas cada vez melhores que correspondam às necessidades dos praticantes da modalidade. Existe também uma preocupação com o meio ambiente que se traduz na utilização quer de produtos reciclados quer de produtos com menor impacto ambiental. Tornou-se então possível, através do estudo de engenheiros, criar pranchas de grande qualidade sem afetar a saúde do nosso planeta. Sendo assim, e tendo consciência de toda a evolução até aos dias de hoje, reconhecemos que a engenharia é, em parte, responsável pelo desenvolvimento do desporto. 31

35 Referências Bibliográficas clickgratis "Conheça os 30 melhores lugares para surfar ao redor do mundo". URL: a 9 de Outubro de 2013 wikipedia. "Surfe". URL: Acedido a 9 de Outubro de 2013 viajante-abreu "As 5 melhores praias de surf em Portugal" URL: Acedido a 9 de Outubro 2013 URL: teahupoo.jpg. Retirada a 9 de mybesthotel. "As melhores praias de surf em portugal" URL: Acedido a 9 de URL: Retirada a 9 de URL: v7tygtxuda8/tc7os_j_9vi/aaaaaaaacau/jzkft3ukgpc/s400/arte.jpg Acedido a 10 de comsurf "A evolução do Surf e do design das pranchas". URL: Acedido a 10 de hb blog "A evolução das pranchas de surf". URL: Acedido a 10 de efdeportes 2012: "A evolução histórica da prancha de surf e seu aperfeiçoamento tecnológico". URL: Acedido a 10 de waves. "A evolução das pranchas". URL: Acedido a 10 de Surfscience 2013 surfboard design guide URL: Acedido a 4 de outubro de Surfscience 2013 The Funboard URL: Acedido a 4 de outubro de

36 Surfscience 2013 The Nose Knows URL: Acedido a 9 de outubro de Surfscience 2013 Basic Tail Shapes URL: 9 de outubro de Acedido a Surfscience 2013 All Hands on Deck URL: Acedido a 11 de outubro de Surfscience 2013 Ignore the Rail at Your Own Risk URL: Acedido a 11 de outubro de Surfscience 2013 Bottom Contour URL: Acedido a 12 de outubro de Surfscience 2013 The Longboard URL: Acedido a 13 de outubro de Surfing-waves 2013 Types of Surfboards URL: Acedido a 13 de outubro de 2013 Surfscience 2013 Diferent Rocker Shapes URL: Acedido a 13 de outubro de Surfscience 2013 The Thruster Setup URL: Acedido a 13 de outubro de Bottom MAGAZINE. Breve História do Surf em Portugal. URL: Acedido a 9 de. CNN World s 50 best surf spots. URL: Acedido a 9 de. Facebook Henrique Casinhas Photography. URL: &type=1&theater. Retirada a 16 de. Blog turismo do Algarve Praias: Praia da Bordeira. URL: Retirada a 16 de. Papel Aquela Onda Garrett McNamara fala com Papel, depois de novo recorde na Nazaré. URL: Retirada a 16 de. 33

37 Ciência Hoje Investigadores do Minho criam pranchas de surf mais inovadores e mais baratas. URL: Acedido a 10 de. ecycle. Bioespuma, latinhas de alumínio, restos de skate: conheça opções de de pranchas sustentáveis. URL: Acedido a 10 de. Ciência Hoje Prancha de surf de cortiça criada por dois antigos alunos da Universidade de Aveiro. URL: Acedido a 10 de Outubro de Shopping Spirit news Estilista Celsus cria prancha de surf ecológica portuguesa. URL: Retirada a 10 de. MICA SURFBOARDS. URL: Acedido a 16 de. How to shape. Finishing work. URL: Acedido a 10 de. PUKAS SURF. Axel Lorent. URL: Retirado a 12 de. PUKAS SURF. Mikel Agote. URL: Acedido a 10 de. PUKAS SURF. Johnny Cabianca. URL: Acedido a 10 de. PUKAS SURF. Peter Daniels. URL: Acedido a 10 de. Recifes. Top 10 das melhores pranchas. URL: melhores-pranchas-surf. Acedido a 10 de. Surf. How can a surfboard be made?. URL: Acedido a 11 de. Surf s world. Melhores pranchas URL: Retirado a 12 de. Surfboards. Dk surfboards.url: Retirado a 12 de Outubro de

38 Recifes. Melhores pranchas de surf. URL: Retirado a 12 de. Surfboards. Dumpster diver. URL: Retirado a 12 de. 35

A Engenharia na Crista do Surf

A Engenharia na Crista do Surf Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica 1º ano 1º semestre 2013/2012 Projeto FEUP A Engenharia na Crista do Surf Supervisora: Professora Ana Rosanete

Leia mais

Engenharia na Crista da Onda

Engenharia na Crista da Onda Engenharia na Crista da Onda MIEM Ano letivo 2013/2014-1º Semestre Projeto FEUP Turma: 1M7 Equipa: 1M7_04 João Filipe Seabra da Costa, Patrick James Welsh Talas, Rosa Margarida de Miranda Moreira, Tiago

Leia mais

Introdução. Por fim, na presente exposição vamos apresentar os resultados da pesquisa, assim como a conclusão que retirámos deste trabalho.

Introdução. Por fim, na presente exposição vamos apresentar os resultados da pesquisa, assim como a conclusão que retirámos deste trabalho. Jorge Emanuel Marques Pacheco 201308050 Luís Pedro Oliveira Peixoto 201308079 Rafael Simões Quinta 201308029 Equipa: 1M7_03 Data de Entrega: 4 de Novembro Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Leia mais

IAM Desportos ao Ar Livre

IAM Desportos ao Ar Livre Escola Básica e Secundária de Santa Maria IAM Desportos ao Ar Livre Discentes: Delfim Vieira Nº9 Francisco Silva Nº10 Henrique Ferreira Nº11 Henrique Barros Nº 13 Índice Surf página 3 Body Board página

Leia mais

Projecto Oura Paddle School

Projecto Oura Paddle School A Equipa: Pedro Carrilho Bacharel em Turismo e Pós- graduação em Gestão Hoteleira pela Universidade ISLA Monitor internacional ASI Stand Up Paddle Curso de Educação Física pela Xistarca/Cefad Curso Europeu

Leia mais

Engenharia na crista do Surf Mestrado Integrado de Engenharia Mecânica

Engenharia na crista do Surf Mestrado Integrado de Engenharia Mecânica Engenharia na crista do Surf Mestrado Integrado de Engenharia Mecânica 1º Semestre de 2013/2014 Supervisora: Professora Ana Rosanete Lourenço Reis Monitora: Catarina Spratley Vieira Mendes / Turma 1M7

Leia mais

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO É dito no ditado popular que os olhos de uma pessoa são as janelas de sua alma, trazendo este pensamento para uma residência, podemos entender que as janelas

Leia mais

Qualificação de Procedimentos

Qualificação de Procedimentos Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,

Leia mais

Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios

Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios Cinco principais qualidades dos melhores professores de Escolas de Negócios Autor: Dominique Turpin Presidente do IMD - International Institute for Management Development www.imd.org Lausanne, Suíça Tradução:

Leia mais

CAIAQUES, SUPS E ACESSORIOS CATÁLOGO DE PRODUTOS

CAIAQUES, SUPS E ACESSORIOS CATÁLOGO DE PRODUTOS CAIAQUES, SUPS E ACESSORIOS CATÁLOGO DE PRODUTOS LAMBARI Caiaque para lazer sit on top para 1 pessoa - Capacidade 85 kg Adequado para lazer e passeios no mar em lagos e rios até grau 2 O caiaque Lambari

Leia mais

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica

SOLAR OVEN. Eco-Cook in Mouraria. Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica SOLAR OVEN Eco-Cook in Mouraria Introdução à Engenharia Mecânica Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica Aluno: Diogo Lucas nº 78044 Aluno: João Ornelas nº 79681 Lisboa, 25 de Novembro de 2013 Introdução

Leia mais

RIPCURL PRO PORTUGAL 2011

RIPCURL PRO PORTUGAL 2011 RIPCURL PRO PORTUGAL 2011 Memória Descritiva O ASP World Tour é o circuito correspondente à primeira divisão do surf mundial masculino e feminino. O Rip Curl Pro Search, chegou a Peniche em 2009, sendo

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação

Curso de Engenharia de Produção. Processos de Fabricação Curso de Engenharia de Produção Processos de Fabricação Forjamento: O forjamento, um processo de conformação mecânica em que o material é deformado por martelamentoou prensagem, é empregado para a fabricação

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO Aquecedor Solar a vácuo utiliza o que existe de mais avançado em tecnologia de aquecimento solar de água. Esse sistema de aquecimento utiliza a circulação natural da água, também

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema

1. Introdução. 1.1 Contextualização do problema e questão-problema 1. Introdução 1.1 Contextualização do problema e questão-problema A indústria de seguros no mundo é considerada uma das mais importantes tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista social.

Leia mais

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia Módulo 1 Questões Básicas da Economia 1.1. Conceito de Economia Todos nós temos uma série de necessidades. Precisamos comer, precisamos nos vestir, precisamos estudar, precisamos nos locomover, etc. Estas

Leia mais

Escolha da Objectiva. Quais as principais características das objectivas que servem de base para a escolha das suas lentes?

Escolha da Objectiva. Quais as principais características das objectivas que servem de base para a escolha das suas lentes? Escolha da Objectiva Quais as principais características das objectivas que servem de base para a escolha das suas lentes? As lentes, também conhecidas como objectivas, são a parte mais importante do seu

Leia mais

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição

Período de Preparação Período de Competição Período de Transição PERIODIZAÇÃO Desde que a chamada "Ciência do Esporte" passou a sistematizar e metodizar o Treinamento Desportivo, a periodização passou a ser a única forma de se organizar todo o trabalho realizado durante

Leia mais

Rev.1 18.01.2013. Estantes cantoneira

Rev.1 18.01.2013. Estantes cantoneira 18.01.2013 Estantes cantoneira O sistema de estantes em cantoneira foi concebido para satisfazer as necessidades de armazenagem nas indústrias, oficinas, armazéns, etc, tendo em vista uma solução económica.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO APRESENTAÇÃO SOBRE O TEMA: GUERRA COMERCIAL DA INFORMÁTICA VITÓRIA ES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO APRESENTAÇÃO SOBRE O TEMA: GUERRA COMERCIAL DA INFORMÁTICA VITÓRIA ES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO APRESENTAÇÃO SOBRE O TEMA: GUERRA COMERCIAL DA INFORMÁTICA VITÓRIA ES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO APRESENTAÇÃO SOBRE O TEMA: GUERRA COMERCIAL DA INFORMÁTICA

Leia mais

Há 4 anos. 1. Que dificuldades encontra no seu trabalho com os idosos no seu dia-a-dia?

Há 4 anos. 1. Que dificuldades encontra no seu trabalho com os idosos no seu dia-a-dia? Entrevista A13 I Experiência no lar Há quanto tempo trabalha no lar? Há 4 anos. 1 Qual é a sua função no lar? Encarregada de Serviços Gerais. Que tarefas desempenha no seu dia-a-dia? O contacto directo

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

CONSTRUINDO UMA PONTE TRELIÇADA DE PALITOS DE PICOLÉ

CONSTRUINDO UMA PONTE TRELIÇADA DE PALITOS DE PICOLÉ CONSTRUINDO UMA PONTE TRELIÇADA DE PALITOS DE PICOLÉ Objetivo do projeto. Neste projeto, você irá construir um modelo de ponte treliçada que já estará previamente projetada. Quando terminada a etapa construção,

Leia mais

memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal

memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal memmolde Norte: uma contribuição para a salvaguarda da memória colectiva da indústria de moldes do Norte de Portugal Nuno Gomes Cefamol Associação Nacional da Indústria de Moldes MEMMOLDE NORTE As rápidas

Leia mais

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra A U A UL LA Corte e dobra Introdução Nesta aula, você vai ter uma visão geral de como são os processos de fabricação por conformação, por meio de estampos de corte e dobra. Inicialmente, veremos os princípios

Leia mais

Densímetro de posto de gasolina

Densímetro de posto de gasolina Densímetro de posto de gasolina Eixo(s) temático(s) Ciência e tecnologia Tema Materiais: propriedades Conteúdos Densidade, misturas homogêneas e empuxo Usos / objetivos Introdução ou aprofundamento do

Leia mais

ENGENHARIA MECÂNICA NA

ENGENHARIA MECÂNICA NA ENGENHARIA MECÂNICA NA Gonçalo Falcão Marta Ramos Paulo Fernandes Pedro Lima Pedro Forte Pedro Seabra 1M05_03 Supervisor: Monitor: Ana Reis Mário Silva Mestrado Integrado Engenharia Mecânica Motores Energy

Leia mais

Proposta de melhoria de processo em uma fábrica de blocos de concreto

Proposta de melhoria de processo em uma fábrica de blocos de concreto VII Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí VII Jornada Científica 21 a 23 de outubro de 2014 Proposta de melhoria de processo em uma fábrica de blocos de concreto Warley Alves Coutinho CHAVES

Leia mais

LIGHT STEEL FRAMING. Em Portugal o sistema é vulgarmente conhecido por Estrutura em Aço Leve.

LIGHT STEEL FRAMING. Em Portugal o sistema é vulgarmente conhecido por Estrutura em Aço Leve. Light Steel Framing PORTEFÓLIO 2 QUEM SOMOS A INSIDEPLAN foi criada com o intuito de responder às exigências do mercado no âmbito da prestação de serviços a nível de projecto e obra. Na execução de projectos

Leia mais

Proponente(s): Nome: Zinder León Echeverría Idade: 32 anos BI ou CC n.º: 49260049Y Telm./ Telf.: 917711025 E-mail: zinderli@yahoo.

Proponente(s): Nome: Zinder León Echeverría Idade: 32 anos BI ou CC n.º: 49260049Y Telm./ Telf.: 917711025 E-mail: zinderli@yahoo. Proponente(s): Nome: Zinder León Echeverría Idade: 32 anos BI ou CC n.º: 49260049Y Telm./ Telf.: 917711025 E-mail: [email protected]: Nome: Ricardo João Roque de Carvalho Idade: 33 anos CC nº 11679744

Leia mais

Air-Fi - sistema sem fio Sinta-se confortável com a confiança e o desempenho líderes do setor.

Air-Fi - sistema sem fio Sinta-se confortável com a confiança e o desempenho líderes do setor. Air-Fi - sistema sem fio Sinta-se confortável com a confiança e o desempenho líderes do setor. Corte os fios e sinta-se confortável com a solução sem fio Air-Fi da Trane. A comunicação sem fio Air-Fi da

Leia mais

Apresentação. Olá! O meu nome é Paulo Rebelo e sou apostador profissional.

Apresentação. Olá! O meu nome é Paulo Rebelo e sou apostador profissional. Apresentação Olá! O meu nome é Paulo Rebelo e sou apostador profissional. Ao longo dos últimos anos, tem aumentado o interesse em redor das apostas. A imprensa tem-se interessado pelo meu trabalho pelo

Leia mais

VANTAGENS DAS CORREIAS TRAPEZOIDAIS DENTADAS SOBRE AS CLÁSSICAS LISAS

VANTAGENS DAS CORREIAS TRAPEZOIDAIS DENTADAS SOBRE AS CLÁSSICAS LISAS VANTAGENS DAS CORREIAS TRAPEZOIDAIS DENTADAS SOBRE AS CLÁSSICAS LISAS 1. Introdução... 1 2. Estudo... 3 2.1 Condições do estudo... 3 2.2 Consumo de energia... 3 2.3 Estudo de degradação da tensão com o

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE SURF. Fundação - 14 de Março de 1989

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE SURF. Fundação - 14 de Março de 1989 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE SURF Fundação - 14 de Março de 1989 Ficha Atualização 31.08.2015 SEDE Cascais Surf Centre Praia de Carcavelos 2775-604 CASCAIS CONTATOS Telefone: (+351) 21 922 89 14 / 964 117 723

Leia mais

HISTÓRIAREAL. Como o Rodrigo passou do estresse total para uma vida mais balanceada. Rodrigo Pinto. Microsoft

HISTÓRIAREAL. Como o Rodrigo passou do estresse total para uma vida mais balanceada. Rodrigo Pinto. Microsoft HISTÓRIAREAL Rodrigo Pinto Microsoft Como o Rodrigo passou do estresse total para uma vida mais balanceada Com a enorme quantidade de informação, o funcionário perde o controle do que é prioritário para

Leia mais

CONSTRUIR UM BARCO VELOZ

CONSTRUIR UM BARCO VELOZ CONSTRUIR UM BARCO VELOZ Propostas de atividades de Ciência e Matemática Público-alvo: alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (3º e 4º anos) Autores: Claus Auning & Ida Guldager, University College South

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

O consumo de conteúdos noticiosos dos estudantes de Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto

O consumo de conteúdos noticiosos dos estudantes de Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria e Multimédia O consumo de conteúdos noticiosos dos estudantes de Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto Metodologia da Investigaça

Leia mais

Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical

Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical Mobilidade na FEUP Deslocamento Vertical Relatório Grupo 515: Carolina Correia Elder Vintena Francisco Martins Salvador Costa Sara Palhares 2 Índice Introdução...4 Objectivos...5 Método...6 Dados Obtidos...7

Leia mais

ICC Europe Howzat Text Portuguese Version

ICC Europe Howzat Text Portuguese Version ICC Europe Howzat Text Portuguese Version Bem-vindo ao Howzat! A ECB Coach Education em parceria com a ICC Europe está empenhada em disponibilizar recursos de nível mundial; o Howzat! foi pensado para

Leia mais

Somos pioneiros no Brasil na fabricação de quilhas da linha Vitral onde cada peça é pintada à mão individualmente!

Somos pioneiros no Brasil na fabricação de quilhas da linha Vitral onde cada peça é pintada à mão individualmente! A é uma empresa familiar situada em Cabo Frio - RJ, produzindo quilhas artesanalmente desde 2008 seguindo as tendências das grandes fábricas artesanais de quilhas importadas. Utilizamos 100% TECIDO DE

Leia mais

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável.

É esta imensidão de oceano, que mais tarde ou mais cedo teremos de aproveitar de um modo sustentável. Pescas Senhor Presidente da Assembleia Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo Senhoras e Senhores Membros do Governo É inevitável olhar as ilhas na sua descontinuidade e imaginá-las

Leia mais

Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1

Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1 Cresce o numero de desempregados sem direito ao subsidio de desemprego Pág. 1 CRESCE O DESEMPREGO E O NUMERO DE DESEMPREGADOS SEM DIREITO A SUBSIDIO DE DESEMPREGO, E CONTINUAM A SER ELIMINADOS DOS FICHEIROS

Leia mais

Mais um ano Mais Recordes

Mais um ano Mais Recordes www.portugalrugbyfestival.com Mais um ano Mais Recordes 12 e 13 de Abril de 2014 Estádio Universitário de Lisboa O Rugby Youth Festival Jogos Santa Casa 2014 terminou como a edição que bateu todos os recordes,

Leia mais

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura

Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Diminua seu tempo total de treino e queime mais gordura Neste artigo vou mostrar o principal tipo de exercício para acelerar a queima de gordura sem se matar durante horas na academia. Vou mostrar e explicar

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO A COMUNICAÇÃO NA INTERNET PROTOCOLO TCP/IP Para tentar facilitar o entendimento de como se dá a comunicação na Internet, vamos começar contando uma história para fazer uma analogia. Era uma vez, um estrangeiro

Leia mais

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica.

As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. GUILHOTINAS As soluções de janelas de guilhotina ZENDOW são a escolha adequada para obras de renovação arquitectónica. Com um sistema de ferragens de elevado desempenho, a solução de janelas de guilhotina

Leia mais

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa.

Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da energia necessária para o aquecimento de água que usamos em casa. Mais Questões Isildo M. C. Benta, Assistência Técnica Certificada de Sistemas Solares Quanto poupo se instalar um painel solar térmico? Um sistema bem dimensionado permite poupar, em média, 70% a 80% da

Leia mais

Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31

Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31 1 de 9 Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31 NOTÍCIAS A substituição de janelas antigas por janelas eficientes pode gerar na indústria, um potencial de negócio

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho

Segurança e Higiene do Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XXXI Trabalhos com segurança em telhados um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído

Leia mais

CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO

CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO CAPÍTULO 3 PROTOCOLO DE KIOTO Medidas estão sendo tomadas... Serão suficientes? Estaremos, nós, seres pensantes, usando nossa casa, com consciência? O Protocolo de Kioto é um acordo internacional, proposto

Leia mais

C5. Formação e evolução estelar

C5. Formação e evolução estelar AST434: C5-1/68 AST434: Planetas e Estrelas C5. Formação e evolução estelar Mário João P. F. G. Monteiro Mestrado em Desenvolvimento Curricular pela Astronomia Mestrado em Física e Química em Contexto

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Nesta aula você aprenderá a diferenciar um desenhista de um ilustrador e ainda iniciará com os primeiros exercícios de desenho. (Mateus Machado) O DESENHISTA E O ILUSTRADOR Ainda que não sejam profissionais

Leia mais

Cefaleia crónica diária

Cefaleia crónica diária Cefaleia crónica diária Cefaleia crónica diária O que é a cefaleia crónica diária? Comecei a ter dores de cabeça que apareciam a meio da tarde. Conseguia continuar a trabalhar mas tinha dificuldade em

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

Teambuilding (Habitat for Humanity Portugal)

Teambuilding (Habitat for Humanity Portugal) Teambuilding (Habitat for Humanity Portugal) A Habitat for Humanity Portugal é uma organização não governamental sem fins lucrativos de base cristã e ecuménica e procura lutar contra o problema da pobreza

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos Segundo a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), existiam quase 4 milhões (3 912 000) de utilizadores da

Leia mais

SISTEMA DE TRANSPORTE AÉREO DE ÁGUA E ESGOTO

SISTEMA DE TRANSPORTE AÉREO DE ÁGUA E ESGOTO SISTEMA DE TRANSPORTE AÉREO DE ÁGUA E ESGOTO Eng. Giuseppe Pellegrini Eng. Diego Scofano Histórico O sistema de transporte de água e esgoto por via aérea foi um conceito elaborado a partir da necessidade

Leia mais

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal

Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal 1 Redução da pegada carbónica dos clientes da PT Portugal As alterações verificadas no comportamento dos consumidores, consequência dos novos padrões

Leia mais

Fibras, Esponjas e Panos

Fibras, Esponjas e Panos 3M Soluções Comerciais Núcleo Profissional Fibras, Esponjas e Panos Food Service O mercado de Profissional é um dos que mais cresce no país e, com ele, cresce também a demanda por padrões cada vez mais

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br

A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar. www.proenem.com.br A INFLUÊNCIA DA FAMÍLIA NA ESCOLHA DA PROFISSÃO Professor Romulo Bolivar www.proenem.com.br INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo

Leia mais

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade

Tecnologia nacional potencia sustentabilidade Tecnologia nacional potencia sustentabilidade 1 Tecnologia nacional potencia sustentabilidade O desenvolvimento de soluções inovadoras que melhoram a eficiência das organizações e a qualidade de vida das

Leia mais

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa.

O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O que é o Aquecimento Global? O Aquecimento Global se caracteriza pela modificação, intensificação do efeito estufa. O efeito estufa é um fenômeno natural e consiste na retenção de calor irradiado pela

Leia mais

O papel do CRM no sucesso comercial

O papel do CRM no sucesso comercial O papel do CRM no sucesso comercial Escrito por Gustavo Paulillo Você sabia que o relacionamento com clientes pode ajudar sua empresa a ter mais sucesso nas vendas? Ter uma equipe de vendas eficaz é o

Leia mais

A evolução do conceito de liderança:

A evolução do conceito de liderança: A evolução do conceito de liderança: um bolo feito de camadas Departamento de Economia, Sociologia e Gestão Licenciatura em Gestão, 3º Ano, 2º semestre, 2011-2012 Liderança e Gestão de Equipas Docentes:

Leia mais

Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957.

Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957. Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957. FORMAÇÃO

Leia mais

RIBEIRINHA DAS ORIGENS À ACTUALIDADE

RIBEIRINHA DAS ORIGENS À ACTUALIDADE RIBEIRINHA DAS ORIGENS À ACTUALIDADE Por Carlos Faria Dia da Freguesia e de apresentação do símbolos heráldicos 21 de Setembro de 2009 1. DAS ORIGENS DA RIBEIRINHA NATURAIS A Freguesia da Ribeirinha situa-se

Leia mais

Acumuladores de Calor

Acumuladores de Calor Acumuladores de Calor Em virtude da atividade de muitas pessoas se desenvolver, diariamente, no interior de edifícios, tal obriga a que as condições de conforto, principalmente as relacionadas com a qualidade

Leia mais

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses

Estudo de Caso. Cliente: Rafael Marques. Coach: Rodrigo Santiago. Duração do processo: 12 meses Estudo de Caso Cliente: Rafael Marques Duração do processo: 12 meses Coach: Rodrigo Santiago Minha idéia inicial de coaching era a de uma pessoa que me ajudaria a me organizar e me trazer idéias novas,

Leia mais

Empreender para Crescer

Empreender para Crescer Empreender para Crescer R. Miguel Coelho Chief EntusiastPersonalBrands Caros Pais e Encarregados de Educação, este ano lectivo, por iniciativa da Assoc. Pais do Colégio, vai iniciar-se em Novembro uma

Leia mais

XI Mestrado em Gestão do Desporto

XI Mestrado em Gestão do Desporto 2 7 Recursos Humanos XI Mestrado em Gestão do Desporto Gestão das Organizações Desportivas Módulo de Gestão de Recursos Rui Claudino FEVEREIRO, 28 2 8 INDÍCE DOCUMENTO ORIENTADOR Âmbito Objectivos Organização

Leia mais

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO 1- Generalidades PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO Todas as misturas de concreto devem ser adequadamente dosadas para atender aos requisitos de: Economia; Trabalhabilidade; Resistência; Durabilidade. Esses

Leia mais

Prova bimestral. história. 4 o Bimestre 3 o ano. 1. Leia o texto e responda.

Prova bimestral. história. 4 o Bimestre 3 o ano. 1. Leia o texto e responda. Material elaborado pelo Ético Sistema de Ensino Ensino fundamental Publicado em 2012 Prova bimestral 4 o Bimestre 3 o ano história 1. Leia o texto e responda. As evidências mais antigas da amizade entre

Leia mais

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação A U A UL LA Lubrificação III Introdução Após a visita de um vendedor de lubrificante ao setor de manutenção de uma indústria, o pessoal da empresa constatou que ainda não conhecia todos os dispositivos

Leia mais

Teste Vocacional de Engenharia Ambiental http://simulados.guiadacarreira.com.br/simulado/resultado-teste-vocacional/

Teste Vocacional de Engenharia Ambiental http://simulados.guiadacarreira.com.br/simulado/resultado-teste-vocacional/ Teste Vocacional de Engenharia Ambiental http://simulados.guiadacarreira.com.br/simulado/resultado-teste-vocacional/ Teste Vocacional de Engenharia Ambiental do Guia da Carreira O Engenheiro Ambiental

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Começo por apresentar uma breve definição para projecto e para gestão de projectos respectivamente.

Começo por apresentar uma breve definição para projecto e para gestão de projectos respectivamente. The role of Project management in achieving Project success Ao longo da desta reflexão vou abordar os seguintes tema: Definir projectos, gestão de projectos e distingui-los. Os objectivos da gestão de

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor ([email protected])

Leia mais

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591

Organização. Trabalho realizado por: André Palma nº 31093. Daniel Jesus nº 28571. Fábio Bota nº 25874. Stephane Fernandes nº 28591 Organização Trabalho realizado por: André Palma nº 31093 Daniel Jesus nº 28571 Fábio Bota nº 25874 Stephane Fernandes nº 28591 Índice Introdução...3 Conceitos.6 Princípios de uma organização. 7 Posição

Leia mais

LANXESS AG. Rainier van Roessel Membro da Diretoria. Sustentabilidade em Borrachas: Hoje e Amanhã. Painel 1 Discurso de Abertura

LANXESS AG. Rainier van Roessel Membro da Diretoria. Sustentabilidade em Borrachas: Hoje e Amanhã. Painel 1 Discurso de Abertura LANXESS AG Rainier van Roessel Membro da Diretoria Sustentabilidade em Borrachas: Hoje e Amanhã Painel 1 Discurso de Abertura LANXESS Rubber Day São Paulo (Favor verificar em relação à apresentação) 23

Leia mais

TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR

TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR TIPOS DE BRINCADEIRAS E COMO AJUDAR A CRIANÇA BRINCAR As crianças precisam atravessar diversos estágios no aprendizado de brincar em conjunto, antes de serem capazes de aproveitar as brincadeiras de grupo.

Leia mais

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006

Estabilizada de. PdP. Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Fonte Estabilizada de 5 Volts Autor: Luís Fernando Patsko Nível: Intermediário Criação: 22/02/2006 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

Federação Portuguesa de Canoagem

Federação Portuguesa de Canoagem Federação Portuguesa de Canoagem Eleições Ciclo Olímpico 2012 a 2016 Carlos Cunha de Sousa Este documento serve para apresentar a todos, as linhas orientadoras para o mandato que me proponho fazer enquanto

Leia mais

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...);

- Pisos e revestimentos Industriais (pinturas especiais, autonivelantes, uretânicas, vernizes...); A TECNIKA iniciou suas atividades em meados de 2003, impulsionada pela demanda do mercado, sempre preocupada em buscar e oferecer soluções técnicas inovadoras, tendo como focos principais as áreas de impermeabilização

Leia mais

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL

ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL ENSINO DE QUÍMICA: VIVÊNCIA DOCENTE E ESTUDO DA RECICLAGEM COMO TEMA TRANSVERSAL MENDONÇA, Ana Maria Gonçalves Duarte. Universidade Federal de Campina Grande. E-mail: [email protected] RESUMO

Leia mais

1919 siawood + A próxima geração de abrasivos profissionais

1919 siawood + A próxima geração de abrasivos profissionais 1919 siawood + A próxima geração de abrasivos profissionais 1919 siawood + A próxima geração de abrasivos profissionais A mais nova geração do 1919 siawood clássico estabelece novos padrões no lixamento

Leia mais

CACAU SHOW. Nossos equipamentos produzem a PÁSCOA. Páscoa Cacau Show e REFRISAT REFRISAT NA MÍDIA

CACAU SHOW. Nossos equipamentos produzem a PÁSCOA. Páscoa Cacau Show e REFRISAT REFRISAT NA MÍDIA Nossos equipamentos produzem a PÁSCOA CACAU SHOW Páscoa Cacau Show e REFRISAT Há 15 anos cliente REFRISAT, a Cacau Show nos procura novamente em busca de soluções em sua produção de Páscoa! Hummm... Sírio

Leia mais

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de

Leia mais

Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida

Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida Protocolo em Rampa Manual de Referência Rápida 1 O que é o Protocolo em Rampa O protocolo em rampa é um protocolo para testes de esforço que não possui estágios. Nele o incremento da carga se dá de maneira

Leia mais

Título do Case: Desafio de obter a confiança na EJ: Análise de Custos para Grande Empresa. Categoria: Projeto Externo

Título do Case: Desafio de obter a confiança na EJ: Análise de Custos para Grande Empresa. Categoria: Projeto Externo Título do Case: Desafio de obter a confiança na EJ: Análise de Custos para Grande Empresa. Categoria: Projeto Externo Resumo: Uma detalhada análise dos custos incorridos num processo produtivo é de fundamental

Leia mais

CPU Unidade Central de Processamento. História e progresso

CPU Unidade Central de Processamento. História e progresso CPU Unidade Central de Processamento História e progresso O microprocessador, ou CPU, como é mais conhecido, é o cérebro do computador e é ele que executa todos os cálculos e processamentos necessários,

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

CONFIABILIDADE DESEMPENHO

CONFIABILIDADE DESEMPENHO CONFIABILIDADE DESEMPENHO www. magotteaux. com STRATEGIEDESIGN 09/2006 Em 1950, a MAGOTTEAUX desenvolveu as primeiras bolas fundidas ao cromo na sua planta de Vaux (Bélgica). Hoje, o grupo produz mais

Leia mais

História do Mountain Bike. Como tudo começou

História do Mountain Bike. Como tudo começou História do Mountain Bike Como tudo começou A História do Mountain bike, teve o seu início em meados dos anos 70. Época do rock n roll, jovens com cabelos compridos, corpos esbeltos esculpidos pela alimentação,

Leia mais

Estrutura da Terra Contributos para o seu conhecimento

Estrutura da Terra Contributos para o seu conhecimento Estrutura da Terra Contributos para o seu conhecimento O Sistema Terra Lua e o passado da Terra O Sistema Terra Lua A conquista da Lua pelo Homem (em 21 de Julho de 1969), tornou possível conhecer com

Leia mais

Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil

Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil Pisa 2012: O que os dados dizem sobre o Brasil A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgou nesta terça-feira os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos,

Leia mais

Amanda Oliveira. E-book prático AJUSTE SEU FOCO. Viabilize seus projetos de vida. www.escolhas-inteligentes.com

Amanda Oliveira. E-book prático AJUSTE SEU FOCO. Viabilize seus projetos de vida. www.escolhas-inteligentes.com E-book prático AJUSTE SEU FOCO Viabilize seus projetos de vida CONTEÚDO À QUEM SE DESTINA ESSE E-BOOK:... 3 COMO USAR ESSE E-BOOK:... 4 COMO ESTÁ DIVIDIDO ESSE E-BOOK:... 5 O QUE É COACHING?... 6 O SEU

Leia mais