Federação Portuguesa de Canoagem
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- Yago Stachinski Caldas
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1 Federação Portuguesa de Canoagem Eleições Ciclo Olímpico 2012 a 2016 Carlos Cunha de Sousa Este documento serve para apresentar a todos, as linhas orientadoras para o mandato que me proponho fazer enquanto presidente da Federação Portuguesa de Canoagem. A relação de cooperação que pretendo estabelecer com as associações e os clubes, vai permitir que as decisões sobre estas e outras propostas sejam participadas por todos. A minha capacidade de trabalho, e a seriedade das minhas propostas são testemunhadas pelo meu desempenho nos últimos oito anos, quer como dirigente da Associação de Canoagem do Minho, quer como vice presidente do Clube Náutico de Ponte de Lima. É meu compromisso manter aquilo que de positivo foi feito nos últimos anos, mas ambicionando o patamar seguinte. Implementarei uma série de medidas que permitirão o aumento do número de atletas e dos níveis de formação destes, melhorando também as condições gerais em que os clubes se encontram, dotando-os de capacidade para dinamizarem ainda mais a modalidade nas suas diversas vertentes.
2 Não pretendo fazer mudanças radicais no funcionamento da Federação, nem trazer soluções milagrosas para todos os problemas que a modalidade enfrenta. Pretendo sim fazer mais do que tem sido feito, ouvindo os clubes, aproveitando as boas ideias e trabalhando arduamente. A Federação não se vai substituir aos clubes ou associações, mas pode e deve usar a sua capacidade de lobbing e a sua estrutura para apoiar os clubes nos seus projetos e na resolução dos problemas que os afetam. Estas medidas não são, no entanto, possíveis de implementar por uma equipa que ao longo destes últimos oito anos, ignorou as necessidades dos clubes e dos atletas em formação. Essa equipa deu o seu contributo à modalidade e deve agora dar espaço para que novas ideias e uma nova equipa possam levar a canoagem ao patamar seguinte. É esta nova visão, de reconhecer o que de bom foi feito, mas de saber que faz falta muito mais, aliada a uma grande capacidade de trabalho, que eu proponho e que pode levar a Canoagem nas suas diversas disciplinas a assumir a posição que lhe cabe no panorama desportivo nacional.
3 PROGRAMA 1. Cooperação interna na modalidade a. Trazer os clubes e os treinadores à participação nas decisões que digam respeito a temas como a organização desportiva, a formação, a alta competição etc., através da criação de uma comissão técnica por cada disciplina, que participe na discussão e na tomada de decisões. b. Chamar as associações a serem parceiras da Federação no desenvolvimento dos diversos projetos nas suas áreas territoriais, afetando para esse efeito os recursos necessários. As associações podem desempenhar um papel fulcral no desenvolvimento da modalidade e dos clubes. c. Criar canais de comunicação, seja através de mail, seja através de reuniões, para que os clubes possam expor as suas preocupações e sugestões à Federação. 2. Formação a. Apoiar e proteger os clubes que fazem formação, no sentido de ver valorizado e compensado o trabalho realizado em prol da formação de atletas. b. Dar especial atenção à captação de jovens atletas e à formação de base destes, de forma a aumentar o número de atletas nas diversas disciplinas da modalidade. c. Esta atenção passará por um plano nacional de captação, que estudará e delineará a forma de divulgar a modalidade junto das escolas e municípios, assim como as formas de protocolar parcerias de colaboração. Este plano salvaguardará as especificidades de cada município e agrupamento, adaptando-se às mesmas. d. Simultaneamente será dada especial atenção ao apetrechamento dos clubes, apoiando-os, com prémios de captação (em material), com um plano para aproveitamento de fundos comunitários em parceira com os clubes, e com outras medidas que facilitem a captação de recursos por parte dos clubes (estágios e eventos). 3. Disciplinas a. Trabalhar no sentido de aproveitar o que de melhor se faz em cada disciplina da modalidade, no sentido de fazer crescer a canoagem como um todo. b. Incrementar o número de clubes nas diversas disciplinas, atendendo às condições geográficas de cada zona do país, em articulação com
4 os Municípios e com as escolas para que se reúnam as condições propícias ao desenvolvimento e crescimento destes. c. Aproveitar o aumento do número de atletas (no caso de disciplinas menos participadas) e, apoiar os clubes com mecanismos de incentivo aos jovens atletas (por exemplo, organização de estágios ou participação em eventos internacionais) de forma a estimular a melhoria do nível competitivo. d. Uma boa gestão da modalidade implica a otimização dos sucessos de cada disciplina reforçando a visibilidade e o impacto que a mesma tem, como um todo, na sociedade. e. Quantas mais pessoas simpatizarem com as diversas modalidades, mais os patrocinadores e as diversas entidades se aproximam dos clubes para os apoiar. 4. Canoagem adaptada a. Procurar mecanismos de apoio à prática desportiva adaptada. É necessário dinamizar as competições que envolvem estes atletas, o que deverá passar por incentivos aos clubes que acolham estes atletas, aproveitando eventuais programas institucionais para o efeito (incentivos materiais, formação etc.). A dinamização desta vertente da modalidade, para além de ser o cumprimento de um dever cívico de uma entidade com utilidade pública desportiva, também representa um forte elo de ligação e de integração da modalidade com a sociedade e com as instituições públicas. 5. Competições a. Revisão dos regulamentos das competições i. Chamar à discussão as comissões técnicas no sentido de obter destas um parecer ou proposta base para a elaboração do documento final. ii. Trabalhar a regulamentação das competições orientada, quer para a dinamização dos clubes e estimulação interna da modalidade, quer para a preparação dos atletas e clubes para os desafios que se coloquem a nível internacional. iii. Devem ser revistas as disposições que aplicam sanções (multas) no que às camadas jovens dizem respeito, na medida das especificidades destas e da importância que têm para o futuro da modalidade. b. Quadro competitivo i. Trabalhar junto das comissões técnicas e das pessoas envolvidas nas diversas disciplinas no sentido de reforçar e adaptar o quadro competitivo a objetivos de crescimento interno e internacional.
5 6. Recursos Financeiros a. Revisão de toda a estrutura de custos na procura de recursos que possam ser afetados ao apoio à formação e aos clubes. b. Reforço das parcerias e patrocínios. 7. Apoios aos clubes a. Apoio material i. Através da afetação de recursos levada a cabo, serão programados incentivos aos clubes para a captação de jovens atletas. Estes incentivos serão planeados para serem prioritariamente afetados aos clubes com maiores dificuldades estruturais. b. Apoio não material i. Serão abertos canais de comunicação com os Municípios, os agrupamentos escolares, e outras entidades, no sentido de apoiar os clubes com maiores necessidades estruturais. ii. Replicar o que de melhor se faz a nível nacional, em termos de projetos de financiamento, protocolos com escolas, municípios e outras entidades, e formas de captação de jovens atletas e de recursos materiais, difundindo a informação através de documentos orientadores e workshops para dirigentes. iii. Apoiar os clubes na gestão de burocracias ligadas à inscrição de atletas (por exemplo as relativas a atestados médicos). iv. Criar um núcleo na Federação que se destine a apoiar os clubes na gestão de diversas questões do dia a dia, como as acima identificadas, e outras que possam merecer a atenção da federação. 8. Alta competição a. Trabalhar em concertação com as comissões técnicas para estabelecer um entendimento alargado sobre o modelo de alta competição. A base de trabalho é um modelo misto, com a criação de condições centrais (residência e centro de alto rendimento) para que os atletas possam desenvolver o seu trabalho devidamente apoiados por uma equipa técnica, permitindo no entanto a opção pelo trabalho junto dos seus clubes. b. Este modelo será alicerçado numa cooperação muito forte entre os clubes e a Federação, exigindo o estabelecimento de períodos de
6 concentração obrigatória, em face das necessidades de preparação de tripulações, ou aferição de desempenho. c. Serão estabelecidos métodos rigorosos de controlo do trabalho e evolução dos atletas, para que estes possam dar provas da dedicação e do trabalho desenvolvido. d. Serão feitas apostas nas categorias ou disciplinas que ainda não tenham resultados de topo, mas que podem vir a ter se devidamente incentivadas. Esta aposta passará por estágios, provas internacionais ou outros incentivos. 9. Arbitragem a. Procurar, em articulação com os órgãos competentes, a criação de mecanismos de incentivo à captação e formação dos árbitros, permitindo assim a melhoria das suas condições de trabalho. A melhoria da imagem interna e internacional da arbitragem na canoagem portuguesa é muito importante, quer para a motivação dos agentes, quer para dimensão internacional da modalidade nas suas diversas vertentes. 10. Comunicação social a. Será reforçado o trabalho de divulgação das competições e de resultados, quer nacionais, quer internacionais. i. Divulgação das competições através da RTP 2. ii. Utilização de meios alternativos de divulgação, por exemplo canais virtuais (internet). iii. A divulgação através das rádios locais de resumos das competições e resultados. iv. A criação de uma lista de divulgação nos meios de comunicação local, privilegiando esta forma de dar visibilidade aos clubes locais e apoiar ao seu desenvolvimento. v. Esta divulgação partirá da Federação Portuguesa de canoagem que, aproveitando a estrutura que já hoje emite essa informação, possa fazê-la correr os órgãos de comunicação locais. 11. Relações institucionais a. Reforçar a cooperação com os diversos organismos nacionais. b. Reforçar a cooperação com os organismos internacionais fazendo valer os méritos detidos pela canoagem Portuguesa. c. Criar uma imagem de marca da Canoagem Portuguesa que possa ser divulgada no estrangeiro, como exemplo de qualidade e excelência. d. Utilizar esta divulgação para a captação da organização, quer de competições, quer de eventos turísticos, por parte dos clubes.
7 e. Esta divulgação permitirá transformar o nosso País num centro mundial de preparação para as seleções nacionais. f. A própria seleção nacional, mediante uma rigorosa gestão de custos, realizará estágios junto de clubes que apresentem condições para o efeito, quer em termos de rio, quer em termos de alojamento e alimentação. Estes estágios servirão para apoiar os clubes e ajudálos a desenvolverem o seu próprio centro de estágios. 12. Eventos e atividades turísticas a. Apoiar os clubes na organização de eventos abertos ao público para a divulgação da modalidade, que servirão para a captação de recursos para os clubes. Estes eventos podem consistir em descidas de rio, regatas, ou outras atividades que aproveitando o know-how que os clubes detêm, possam atrair mais adeptos e participantes na modalidade e ao mesmo tempo financiar os clubes.
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