ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO
|
|
|
- Vítor Gabriel Molinari Henriques
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ACESSIBILIDADE WEB: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO DO CONHECIMENTO DO DESENVOLVEDOR WEB BRASILEIRO Timóteo Moreira Tangarife, Cláudia Mont Alvão Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces LEUI Programa Pós Graduação em Design - PUC- Rio, Rio de Janeiro - RJ [email protected] RESUMO: A inclusão social de pessoas com deficiência demanda a realização de pesquisas que a torne viável e efetiva. Neste artigo, apresenta-se uma pesquisa exploratória aplicada a 32 desenvolvedores brasileiros e faz-se uma análise nos dados coletados. Os resultados indicam que apesar de reconhecerem que a acessibilidade nos sítios é de grande importância, a maioria dos desenvolvedores desconhece sobre as leis, guidelines e ferramentas de validação que permitem um projeto de sítios acessíveis. Ainda que as ferramentas de validação e recomendações estejam disponíveis para ajudarem os desenvolvedores a fazerem seus sítios acessíveis, uma grande quantidade de sítios continua inacessível para pessoas com necessidades especiais. INTRODUÇÃO O tema inclusão social de pessoas com deficiência tem gerado inúmeras discussões, das quais emerge uma pluralidade de concepções e abordagens. Os agentes e protagonistas de tal processo devem propor alternativas e apontar caminhos para que essa inclusão seja possível e para que ela de fato ocorra em uma dimensão que transcenda o nível do discurso e alcance a prática. Além disso, também é importante o desenvolvimento de pesquisas que abordem temas referentes às demandas das pessoas com deficiência. A acessibilidade da Internet caracterizase pela flexibilidade da informação e interação relativa ao respectivo suporte de apresentação. Essa flexibilidade deve permitir a sua utilização por pessoas com necessidades especiais, bem como a utilização em diferentes ambientes e situações, e através de vários equipamentos ou navegadores. Breve Histórico da Legislação de Acessibilidade na Internet Os primeiros países a idealizarem parâmetros de acessibilidade na Internet foram o Canadá, USA e Austrália, em Em 1998, entra em vigor, nos Estados Unidos, a "Section 508", uma lei determinando que a tecnologia eletrônica e de informação dos órgãos federais seja acessível às pessoas com necessidades especiais. Segundo essa lei, "a tecnologia inacessível interfere na capacidade individual de adquirir e usar a informação de maneira rápida e fácil. A
2 lei se aplica a todos os órgãos federais que desenvolvam, adquiram, mantenham ou usem tecnologia eletrônica e de informação". Essa lei alavancou o desenvolvimento de tecnologias acessíveis e de soluções adaptáveis para tecnologias não acessíveis. Visando tornar a Web acessível a um número cada vez maior de pessoas e com o objetivo de levá-la ao potencial máximo de interoperabilidade, o W3C (World Wide Web Consortium), comitê formado por grandes empresas, criou o WAI (Web Accessibility Initiative). Entre outras atribuições, o WAI mantém grupos de trabalho elaborando conjuntos de diretrizes para garantir a acessibilidade do conteúdo da Web às pessoas com necessidades especiais, ou que acessam a Web em condições especiais de ambiente, equipamento, navegador e outras ferramentas Web. Como resultado desse trabalho, foram lançadas, em maio de 1999, as Web Content Accessibility Guidelines 1.0 (WCAG 1.0), principal referência mundial em termos de acessibilidade na Web até o momento. Ainda, em 1999, Portugal regulamentou a adoção de regras de acessibilidade à informação disponibilizada na Internet pela Administração Pública para cidadãos com necessidades especiais. Esta iniciativa - impulsionada pela primeira petição inteiramente eletrônica apresentada a um parlamento (que contava com 9 mil assinaturas) - transformou Portugal no primeiro país da Europa e o quarto no Mundo a legislar sobre acessibilidade na internet. Em junho de 2000, ao aprovar o plano de ação e-europe que inclui o compromisso da adoção das orientações sobre acessibilidade do W3C nos sítios públicos - o Conselho Europeu estendeu a iniciativa portuguesa aos 15 países da União Européia. Acessibilidade na Internet no Brasil e o Decreto 5.296/2004 Buscando promover a inclusão digital e reiterando que a informação é para todos, o Departamento de Governo Eletrônico, ligado a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão do Governo Federal do Brasil, comprometeu-se a elaborar um Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico para o desenvolvimento e a adaptação de conteúdos federais na internet, gerando um conjunto de recomendações a serem consideradas. Tais recomendações proporcionarão que o processo de tornar disponíveis em formato acessível os sítios do Governo Brasileiro, seja conduzido de forma padronizada, de fácil implementação, coerente com as necessidades brasileiras e em conformidade com os padrões internacionais. Esse modelo será a referência de toda a instituição governamental federal para a construção e adaptação das suas
3 soluções de governo eletrônico com interface na internet. Este modelo vem ao encontro das políticas públicas de tecnologia da informação empregadas pelo Governo Federal e foi criado especificamente para atender ao decreto número 5.296, de 2 de dezembro de 2004, que Regulamenta a Lei número , de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e a Lei número , de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com necessidades especiais, e dá outras providências. OBJETIVOS O objetivo deste artigo é verificar o conhecimento do desenvolvedor brasileiro sobre o termo acessibilidade, as ferramentas de validação de sítios, conhecer hábitos de desenvolvimento, saber se as empresas estão trabalhando para se enquadrar ao decreto brasileiro e sobre a relevância de se pensar na inclusão digital como caminho para a inclusão social, dentre outros aspectos. MÉTODO A técnica de coleta de dados utilizada para esta pesquisa exploratória foi a elaboração de um questionário contendo 30 questões, tanto abertas quanto fechadas, no período de 20 a 30 de Maio de 2005, para profissionais que trabalham com desenvolvimento de sítios. Estes profissionais escolhidos foram analistas de sistemas e designers ocupando diferentes cargos nas respectivas empresas (tabela 4). No início do questionário, foram colocadas duas afirmativas sobre o termo acessibilidade para se obter informações sobre o conhecimento do desenvolvedor, no assunto. As tabelas de 1 a 4, a seguir, apresentam os dados demográficos da pesquisa sobre sexo, idade, área de atuação e cargo dos respondentes. Tabela 1 por sexo Sexo Masculino 24 Feminino 8 Tabela 2 por idade Idade Tabela 3 / área atuação Área de Atuação Educacional 1 Sítio Pessoal 1 Governamental 22 Corporativo 5 Outros 3 Tabela 4 por cargo Cargo Analista de Sistema 13 Programador 8 Administrador de Dados 1 Consultor de Interface 2 Gestor 1 Webdesigner 5 Arquiteto de Informação 2
4 Vale ressaltar que essa pesquisa é apenas um levantamento inicial que faz parte de um estudo ergonômico mais abrangente, da acessibilidade nas interfaces de sítios governamentais. RESULTADOS E DISCUSSÃO Apresentam-se apenas alguns dos dados obtidos mais relevantes para esse artigo. Dos desenvolvedores respondentes, 25 possuem mais de 5 anos de experiência em desenvolvimento. Dos 32 respondentes, 15 desenvolvedores se consideraram no nível intermediário e 14 especialistas (experts). Apesar de apenas 5 respondentes terem desenvolvido algum website levando em conta a acessibilidade, 28 afirmam que é muito importante que os sítios possam ser acessados por todos, independente de alguma deficiência do usuário. No questionário, foram colocadas duas afirmativas sobre o conhecimento do termo acessibilidade. Na primeira afirmativa, 15 respondentes optaram pelo conceito de usabilidade ao invés de acessibilidade e na segunda afirmativa, 25 optaram corretamente pelo conceito de acessibilidade. Nota-se, portanto, que ainda há uma pequena confusão entre os conceitos de Acessibilidade e Usabilidade. Um aspecto que chama a atenção é que dos 32, 22 desenvolvedores não estão familiarizados com as leis de acessibilidade ao redor do mundo e que 25 desenvolvedores desconhecem que no Brasil o Decreto entrou em vigor obrigando os sites governamentais brasileiros serem acessíveis até Dezembro de Dos que conhecem, uma empresa está reformulando os sítios já existentes e uma outra empresa está desenvolvendo atualmente um projeto para atender a esse Decreto. Quase a metade, ou seja, 15 dos 32 respondentes conhecem as ferramentas de validação existentes no mercado e desses 15, apenas 8 desenvolvedores as utilizam. Dos 32 respondentes, apenas 7 conhecem a existência de uma ferramenta brasileira. Perguntados se as empresas onde trabalham levam em consideração a acessibilidade nos projetos, a grande maioria respondeu que não. E nas perguntas abertas responderam que não concordam com essa posição de suas empresas. Sobre a importância de se levar em consideração a acessibilidade no início do projeto, quase todos responderam que é muito importante mesmo sendo colocado que pela falta de tempo, na maioria das vezes, essa etapa seja pulada. Segundo os respondentes, os motivos que fazem com que suas empresas não levem em consideração a acessibilidade são (nessa questão podia ser escolhida mais de uma opção): a falta de tempo (10), desconhecimento do assunto por
5 parte da gerência (10), aumento no orçamento e falta de especialistas no assunto (10). Com relação à familiarização com as diretrizes (guidelines) existentes (tabela 5), 5 desenvolvedores marcaram que conhecem a WCAG; 4 marcaram a ATAG; 3 marcaram a UAAG e a maioria, ou seja, 22 marcaram que não estão familiarizados com nenhuma das guidelines. Tabela 5 Familiarização com diretrizes Familiarização WCAG 5 ATAG 4 UAAG 3 Nenhuma 22 Quanto à Cartilha Técnica desenvolvida pelo Governo Federal, 26 desenvolvedores nunca a viram e apenas 3 já a estão utilizando (tabela 6). Estes usuários, sentem falta de exemplos mais concretos e práticos e que o Flash acessível ainda está em estudo. Tabela 6 Contato com a Cartilha Contato com a Cartilha Já li e utilizo 3 Apenas li 3 Nunca vi 26 Quanto às mudanças a serem feitas no desenvolvimento de sítios para atender a acessibilidade, listaremos algumas respostas: treinamento de profissionais envolvidos, adequação dos padrões da W3C e diretrizes (guidelines) específicas, aplicação de testes com deficientes, o projeto (design), a estrutura, o código, a não utilização de tabelas para fins de diagramação de tela e, por fim, a consciência da equipe de desenvolvimento. Sobre os planos das empresas produzirem sítios acessíveis, 15 desenvolvedores responderam que desconhecem qualquer tipo de plano e 14 responderam que suas empresas têm planos de tornar acessível seu sítio. Apesar da maioria dos respondentes serem analistas de sistemas, 21 respondentes marcaram que quem deve ser o responsável pelo desenvolvimento de sítios acessíveis é o designer, alegando que pela sua formação multidisciplinar o designer deve ser capaz de observar diferentes aspectos, entre eles a acessibilidade. Porém, 4 responderam que todos deveriam ser responsáveis. Seguem algumas dessas respostas à pergunta aberta sobre quem deveria ser o responsável pelo desenvolvimento de sítios acessíveis e por que : Respondente 8 - Todos. Porque não dá para tratar a acessibilidade numa única etapa ou delegar para uma pessoa. Deve ser uma meta de todo o grupo envolvido na elaboração do site. Desde clientes até o programador de sistemas passando pelo gerente do projeto, designers e os responsáveis pelo conteúdo. Respondente 18 - Todos. Porque um projeto de Internet tem que ser feito
6 por especialistas nas áreas de arquitetura, branding, implementação, programação e gerência para que tenha como características: acessibilidade, usabilidade entre outros fatores fundamentais para o sucesso de um projeto. Quanto aos fatores que influenciariam o desenvolvimento de novos sítios para serem acessíveis, alguns citaram a cidadania e respeito ao próximo, inclusão social, a necessidade de universalizar a informação, ética pessoal e profissional, atingir maior público e fim da discriminação. CONCLUSÕES Considerando-se que ferramentas e recomendações estão disponíveis para ajudar na concepção de sítios acessíveis e que existem leis específicas, ainda é surpreendente que muitos sítios ainda estejam inacessíveis. Este estudo é um dos primeiros passos para se entender porque inúmeros sítios ainda continuam inacessíveis. Muitos desenvolvedores que responderam a esta pesquisa entendem o conceito de acessibilidade na internet, mas citaram várias barreiras contra essa acessibilidade, nas suas empresas: falta de tempo, falta de treinamento, falta de suporte gerencial, falta de suporte ao cliente, inadequadas ferramentas de softwares e recomendações de acessibilidade confusas. A acessibilidade na Internet deve traduzir-se não só num requisito social, mas também em um fator de qualidade de vida a que todos têm direito. REFERÊNCIAS GOVERNO ELETRÔNICO. Disponível em: /governoeletronico/index.html Acesso em: 10 mai MELO, Amanda Meincke; BARANAUSKAS, M. Cecília C.. Avaliação de Acessibilidade na Web com a Participação do Usuário. Em: Anais do VI Simpósio sobre Fatores Humanos em Sistema Computacionais, W3C Leading the Web to its full potencial.i. Disponível em: Acesso em: 06 mai Web Accessibility Initiative W3C/WAI. Disponível em: Acesso em: 06 mai Importante: Autorizada a reprodução, divulgação ou citação deste conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, desde que citados o título, a autoria e a fonte: sítio ATIID, disponível em
Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
215 Departamento de Governo Eletrônico Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. www.governoeletronico.gov.br Recomendações de Acessibilidade para
TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http://www.edilms.eti.
TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos
Introdução a Computação
Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva [email protected] http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos
8 Tabulação e análise dos dados
Tabulação e análise dos dados 264 8 Tabulação e análise dos dados Neste capítulo da pesquisa, são apresentados os resultados da pesquisa. Todos os dados gerados a partir dos experimentos, que foram baseados
A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO
A PÁGINA DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA DO PORTAL DIA A DIA EDUCAÇÃO Resumo: Dolores Follador Secretaria de Estado da Educação do Paraná e Faculdades Integradas do Brasil - Unibrasil [email protected]
AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO
AÇÕES DE GESTÃO DO CONHECIMENTO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: COMPARTILHAMENTO DE EXPERIÊNCIAS EUGÊNIA BELÉM CALAZANS COELHO A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À INFORMAÇÃO EM SAÚDE: ACESSIBILIDADE DA BVS MS ÀS PESSOAS
Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais.
Desenvolvimento de um CMS 1 para a criação e publicação de web sites acessíveis por deficientes visuais. Tales Henrique José MOREIRA 1 ; Gabriel da SILVA 2 ; 1 Estudante de Tecnologia em Sistemas para
UTILIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS.
MINISTERIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UTILIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES EDUCACIONAIS PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS. Elaine Cristina Dias Calaça
Acessibilidade e inclusão social para os cidadãos surdos e deficientes auditivos
Acessibilidade e inclusão social para os cidadãos surdos e deficientes auditivos No Brasil há necessidade de conscientização e cumprimento de Decretos e Leis para a promover acessibilidade e inclusão social
Organização dos Estados Ibero-americanos. Para a Educação, a Ciência e a Cultura
Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da
Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO
Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Referência RFI 011 Pergunta NBR ISO 9001:2000 cláusula: 2 Apenas os termos e definições da NBR ISO 9000:2000 constituem prescrições da NBR ISO 9001:2000,
Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento
OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS
OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico
PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB
PADRÕES PARA O DESENVOLVIMENTO NA WEB Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1,Tiago Bonetti Piperno 1, Ricardo Germano 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR- Brasil [email protected],
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA MCT MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI MPEG
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA MCT MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI MPEG PROJETO: DESENVOLVIMENTO DE UMA PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DO SITE DA ESTAÇÃO CIENTÍFICA FERREIRA PENNA, VISANDO ATENDER AOS PADRÕES
Mídias sociais como apoio aos negócios B2C
Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro
Benchmark Internacional Usabilidade Prefeituras e Boas Práticas de Planejamento e Gestão. Marcelo Barbosa, M.Sc. José Cláudio C.
Benchmark Internacional Usabilidade Prefeituras e Boas Práticas de Planejamento e Gestão Marcelo Barbosa, M.Sc. José Cláudio C. Terra, PhD Brasília, 13 de setembro de 2005 Portais trazem inúmeros benefícios
Capítulo 2 Usabilidade... 24 2.1 Definição de usabilidade... 25 2.2 Resumo... 39 2.3 Leitura recomendada... 39
Prefácio... IX Lista de Siglas e Abreviaturas... XIII Lista de Figuras e Quadros... XVI Capítulo 1 Portal web... 1 1.1 Definição de portal web... 3 1.2 Portal corporativo... 8 1.3 Resumo... 22 1.4 Leitura
Manual dos Serviços de Interoperabilidade
MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Manual dos Serviços de Interoperabilidade Sumário Lista de Figuras...3 Lista de Tabelas...4 Introdução...5
6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas
6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas A partir do exposto, primeiramente apresentam-se as fases discriminadas no modelo proposto por Mello (2005), porém agora direcionadas
6º Semestre de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. - 6 Inscritos -
6º Semestre de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - 6 Inscritos - Tema: [Área 9]: Comunidade - Tema: 4. Iniciativas para a redução das desigualdades sociais Título: Aplicação de IHC para Inclusão Social e Digital
GESTÃO DE SUPRIMENTO TECNÓLOGO EM LOGÍSTICA
GESTÃO DE SUPRIMENTO TECNÓLOGO EM LOGÍSTICA Gestão da Cadeia de Suprimento Compras Integração Transporte Distribuição Estoque Tirlê C. Silva 2 Gestão de Suprimento Dentro das organizações, industriais,
Prova de Conhecimento para Consultores de Implementação MPS.BR INSTRUÇÕES
Implementação MPS.BR 26 de maio de 2008 4 horas de duração e-mail: (DEIXAR EM BRANCO) RESULTADO: Q1 Q2 Q3 Q4 Q5 Q6 Q7 Q8 Q9 Q10 Nota INSTRUÇÕES Para a maioria das questões você tem mais de uma opção e
DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3
DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil [email protected], [email protected] Resumo.
2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?
A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma
Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT
Acessibilidade nos sites das Instituições da Rede Federal de EPT Maurício Covolan Rosito Gerente do Núcleo de Bento Gonçalves do projeto de Acessibilidade Virtual da RENAPI Everaldo Carniel Pesquisador
ENGENHARIA DE USABILIDADE Unidade V Acessibilidade à Web. Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com
Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático Conceitos e Importância Projeto e desenvolvimento de Web acessível Acessibilidade É o processo e as técnicas usadas para criar
ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO
ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível
Projeto de Sistemas I
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo Projeto de Sistemas I Professora: Kelly de Paula Cunha E-mail:[email protected] Requisitos: base para todo projeto, definindo o
AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas
AGENDA O Portal Corporativo Arquitetura da Informação Metodologia de Levantamento Instrumentos Utilizados Ferramentas PORTAL CORPORATIVO Na sociedade da informação é cada vez mais presente a necessidade
Existem 109 questões nesta pesquisa
FASE 2: ANÁLISE DO WEBSITE INSTRUÇÕES Leia atentamente todas as questões Explore o website em avaliação, procurando pelas questões propostas Depois, responda cada questão Algumas questões precisam de informações
SOFTWARE LIVRE NO SETOR PÚBLICO
SOFTWARE LIVRE NO SETOR PÚBLICO Marco Túlio dos Santos([email protected]) Thales Macieira([email protected]) Richardson Mendes([email protected]) Resumo: O artigo a seguir tem
ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS MÓDULO 10
ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS MÓDULO 10 Índice 1. Gerenciamento da qualidade do projeto...3 2. Gerenciamento de recursos humanos do projeto...3 3. Gerenciamento das comunicações do projeto...4 2 1.
MAPEAMENTO DOS CONHECIMENTOS ESSENCIAIS REQUERIDOS PARA RESULTADOS NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA CODEVASF. fevereiro 2006
MAPEAMENTO DOS CONHECIMENTOS ESSENCIAIS REQUERIDOS PARA RESULTADOS NOS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS DA CODEVASF fevereiro 2006 ESPAÇO OCUPACIONAL NA ORGANIZAÇÃO Necessidades da Organização Competências Individuais
Processos Técnicos - Aulas 4 e 5
Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor ([email protected])
Ano 3 / N 16. 37ª Convenção dos Lojistas do Estado de São Paulo reúne empresários lojistas.
Ano 3 / N 16 37ª Convenção dos Lojistas do Estado de São Paulo reúne empresários lojistas. Artigo MÃO DE OBRA: HÁ COMO MELHORAR? Uma das principais reclamações dos lojistas, é a qualidade da mão de obra,
SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005
SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5
Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais. durante o Estágio Probatório.
Governo do Estado de Mato Grosso Secretaria de Estado de Planejamento Unidade de Apoio a Projetos Especiais REGULAMENTO 001, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. Regula o Monitoramento da Inserção e das Atividades
PLANOS DE CONTINGÊNCIAS
PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES [email protected] PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como
softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)
1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas
Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)
Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente
QUALIDADE DE SOFTWARE
QUALIDADE DE SOFTWARE Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Questão 1 A ISO 9000-3 é um guia para a aplicação da ISO 9001 para o desenvolvimento, fornecimento e manutenção de software. As
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento
Plano de Gerenciamento do Projeto
Projeto para Soluções Contábeis 2015 Plano de Gerenciamento do Projeto Baseado na 5ª edição do Guia PMBOK Brendon Genssinger o e Elcimar Silva Higor Muniz Juliermes Henrique 23/11/2015 1 Histórico de alterações
IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA UFG
IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA UFG Rosângela da Silva Nunes 1 Centros de Recursos Computacionais - CERCOMP Universidade Federal de Goiás UFG Campus II, UFG, 74000-000, Goiânia
GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores. Apresentação SERVIÇO PÚBLICO RELEVANTE
GESPÚBLICA Rede Nacional de Consultores Apresentação A Rede de Nacional de Consultores "ad hoc" do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GesPública se constitui elemento de suma importância
RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008
SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental
Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições
Compras de Software do Governo. [email protected] www.softwarepublico.gov.br
Compras de Software do Governo [email protected] www.softwarepublico.gov.br Modelos de Negócios O que você vende? Qual é o modelo de negócios da sua empresa? Quanto você está faturando?
Sobre a Universidade Banco Central do Brasil (UniBacen)
Sobre a Universidade Banco Central do Brasil (UniBacen) Histórico A UniBacen é um departamento vinculado diretamente ao Diretor de Administração do Banco Central do Brasil (BCB), conforme sua estrutura
Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING
Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando
OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5 TERMINOLOGIA 6 DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE GESTÃO DE MUDANÇAS
Impresso em 26/08/2015 10:31:18 (Sem título Aprovado ' Elaborado por Daniel Trindade/BRA/VERITAS em 01/11/2013 Verificado por Cintia Kikuchi em 04/11/2013 Aprovado por Americo Venturini/BRA/VERITAS em
Guia de preparação para o exame da Axis
Diretrizes Guia de preparação para o exame da Axis Axis Certification Program Índice 1. Introdução 3 2. O que é o Axis Certification Program? 3 3. Detalhes do exame 4 4. Preparação recomendada para o exame
ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA
1 ATIVIDADES DE LINHA E DE ASSESSORIA SUMÁRIO Introdução... 01 1. Diferenciação das Atividades de Linha e Assessoria... 02 2. Autoridade de Linha... 03 3. Autoridade de Assessoria... 04 4. A Atuação da
America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil
America Acessivel: Informação e Comunicação para TODOS 12 14 de novembro de 2014 São Paulo, Brasil Pautas para a promoção da acessibilidade das TIC para pessoas com Deficiência na região das Americas Preâmbulo
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR Dispõe sobre a Política de uso de Softwares Livres no âmbito da UDESC O REITOR da FUNDAÇÃO
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010
TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 1/SETIN, DE 30 DE SETEMBRO DE 2010 O SECRETÁRIO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, no
Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano
Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
AVALIAÇÃO DE INTERFACES UTILIZANDO O MÉTODO DE AVALIAÇÃO HEURÍSTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA AUDITORIA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES Rafael Milani do Nascimento, Claudete Werner Universidade Paranaense (Unipar)
5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica
5 passos para a implementação do Manejo da Infecção pelo HIV na Atenção Básica Guia para gestores MINISTÉRIO DA SAÚDE Introdução As diretrizes aqui apresentadas apontam para uma reorganização do modelo
Gerenciamento de Níveis de Serviço
Gerenciamento de Níveis de Serviço O processo de Gerenciamento de Níveis de Serviço fornece o contato entre a organização de TI e o cliente, para garantir que a organização de TI conhece os serviços que
Como é o RH nas Empresas?
Como é o RH nas Empresas? Informações gerais da pesquisa Objetivo: entender a percepção dos profissionais de RH sobre clima organizacional Pesquisa realizada entre 24/06 e 12/07 Parceria entre Hay Group
Conectando sonhos e negócios.
Conectando sonhos e negócios. Quem somos Somos uma agência com sede em Porto Alegre, que tem como objetivo abraçar todos os desafios de planejamento, criação e execução de ideias daqueles que transformam
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada PROJETO BÁSICO
_.- f Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada PROJETO BÁSICO 1-0BJETO Definir as bases de uma proposta de ação com vistas à criação de um plano de atividades para a Livraria do IPEA. 2-OBJETIVO distribuição
Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo
Indicadores de Rendimento do Voluntariado Corporativo Avaliação desenvolvida por Mónica Galiano e Kenn Allen, publicado originalmente no livro The Big Tent: Corporate Volunteering in the Global Age. Texto
O QUE É O SITE MUNÍCIPIOS?
O QUE É O SITE MUNÍCIPIOS? Apresentação Histórico Estratégia de comunicação e políticas para promoção do municipalismo forte e atuante A atuação da Confederação Nacional de Municípios na comunicação pública
O dilema no uso da internet rica
44 :: Webdesign O dilema no uso da internet rica Nós sabemos que a tentação é grande diante das mais diversas pirotecnias tecnológicas, mas o bom senso deve prevalecer na hora de se definir os rumos de
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA
TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e
M A N U A L D E I D E N T I D A D E V I S U A L D O S S I T E S D O G O V E R N O D O P A R A N Á
M A N U A L D E I D E N T I D A D E V I S U A L D O S S I T E S D O G O V E R N O D O P A R A N Á Índice 1. Introdução 2. Estrutura 2.1. Topo 2.2. Corpo 2.3. Coluna Esquerda 2.4. Coluna Direita 2.5. Rodapé
CSS. Oficina de CSS Aula 10. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets Roteiro. Cascading Style Sheets. Cascading Style Sheets W3C
Roteiro Oficina de Aula 10 s Selos de conformidade Prof. Vinícius Costa de Souza www.inf inf.unisinos..unisinos.br/~vinicius outubro de 2006 W3C São um conjunto de normas, diretrizes, recomendações, notas
Gerenciamento de Incidentes
Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA Cássia Regina Batista Clarissa Kellermann de Moraes Ivan Mário da Silveira Márcia Dietrich Santiago Proposta
COMPATIBILIZANDO CADASTROS
COMPATIBILIZANDO CADASTROS EM PROJETO SIG Cristiane Vaz Domingues [email protected] FOTOGRAFIA Hoje nas instituiçõesições públicas existem: informações repetidas e/ou complementares distribuídas
Política de Logística de Suprimento
Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração
ISO/IEC 12207: Gerência de Configuração Durante o processo de desenvolvimento de um software, é produzida uma grande quantidade de itens de informação que podem ser alterados durante o processo Para que
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1/9 Sumário 1. Introdução... 3 2. Objetivo... 3 3. Princípios... 4 4. Diretrizes... 4 4.1. Estrutura de Governança... 4 4.2. Relação com as partes interessadas...
ATENÇÃO. Apresentação
Apresentação O tema logística reversa vem crescendo em importância entre as empresas desde a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com as novas exigências, as empresas precisam buscar
CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
CRIAÇÃO DA DISCIPLINA SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Elias S. Assayag [email protected] Universidade do Amazonas, Departamento de Hidráulica e Saneamento da Faculdade
18/06/2009. Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. Blog: www.tudibao.com.br E-mail: [email protected].
Marketing Ambiental Quando cuidar do meio-ambiente é um bom negócio. O que temos visto e ouvido falar das empresas ou associado a elas? Blog: www.tudibao.com.br E-mail: [email protected] 2 3 Sílvia
NanowareCyber: Nosso negócio é sua formação.
NanowareCyber: Nosso negócio é sua formação. PLATAFORMA AcademiaWeb Sistema de gerenciamento de escola virtual com gestão de conteúdo, transmissão de web-aula ao vivo e interação online com os participantes.
DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA
Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete
Arquitetura de Informação
Arquitetura de Informação Ferramentas para Web Design Prof. Ricardo Ferramentas para Web Design 1 Arquitetura de Informação? Ferramentas para Web Design 2 Arquitetura de Informação (AI): É a arte de expressar
Mídia Kit. Produzido por Luis Daniel da Silva Rodrigo Almeida Tancy Costa Mavignier. Jornalistas
Mídia Kit Produzido por Luis Daniel da Silva Rodrigo Almeida Tancy Costa Mavignier Jornalistas Índice Quem somos... 3 Conteúdo... 3 Temática... 4 Periodicidade... 5 Redes Sociais... 5 Estatísticas de visitas...
INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULADE DE CIENCIAS ECONOMICAS VIANNA JUNIOR. Internet em dispositivos Móveis e Aparelhos Domésticos
INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULADE DE CIENCIAS ECONOMICAS VIANNA JUNIOR Internet em dispositivos Móveis e Aparelhos Domésticos Celito Luz Olivetti 1 Resumo Será abordada neste artigo a integração entre
Interação Humano-Computador: Conceitos Básicos INF 1403 Introdução a IHC Aula 03 19/02/2014 Conteúdo da Aula Interação, Interface e Affordance Critérios de qualidade de uso Usabilidade Experiência do Usuário
