CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA-013 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2"

Transcrição

1 Página: 1 de OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO Auditor Interno Auditor Aspirante Auditor Auditor Líder 3 5. PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Metodologia de Avaliação Procedimento para Certificação Requisitos para a Certificação Inicial Requisitos para a Manutenção Requisitos para a Recertificação Requisitos para a Promoção de Nível de Auditor Requisitos para a Extensão de Escopos de Certificação Redução de nível Declaração Pessoal Entrevista Certificados e Carteiras de Identificação Ações Disciplinares 14

2 Página: 2 de OBJETIVO Esta Norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção ABENDI, através do Sistema ABENDI de Certificação de Pessoas, para a certificação e registro de auditores de sistema de gestão ambiental baseado na norma NBR ISO 14001:2004. Essa Norma especifica os procedimentos para certificação inicial, manutenção, recertificação e promoção de nível de auditores de sistema de gestão ambiental, de acordo com os critérios estabelecidos pela ABENDI/RAC e pelo INMETRO. 2. SIGLAS Para os efeitos desta Norma são adotadas as seguintes siglas: 2.1 ABENDI: Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção 2.2 BC: Bureau de Certificação 2.3 CC: Conselho de Certificação 2.4 IPC: International Personnel Certification Association 2.5 INMETRO: Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial 2.6 RAC: Registro de Auditores Certificados 2.7 SGA: Sistema de Gestão da Ambiental 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA NBR ISO 9000:2005 Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e vocabulário NBR ISO 14001:2004 Sistemas da gestão ambiental - Requisitos com orientações para uso NBR ISO 19011:2002 Diretrizes para auditorias em sistemas de gestão da qualidade e/ou ambiental 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 4.1 Auditor Interno O nível de certificação auditor interno reconhece que o candidato satisfaz os critérios de certificação e demonstra habilidade para executar toda, ou qualquer parte, de uma auditoria interna, sozinho ou como membro de uma equipe auditora. Como, na maior parte dos casos, a realização das auditorias internas é somente uma parte do trabalho na Organização, não são requeridas as mesmas qualificações e experiências em relação aos outros níveis. O valor da certificação conferida ao auditor interno consiste no reconhecimento de sua competência e no suporte ao desenvolvimento do sistema de gestão da Organização. 4.2 Auditor Aspirante O nível de certificação auditor aspirante reconhece que o candidato satisfaz os critérios de certificação, com exceção da experiência em auditorias, o que o qualifica para participar de toda, ou qualquer parte, de uma auditoria, como membro de uma equipe auditora, de modo a adquirir a experiência necessária para ser promovido a auditor ou auditor líder. A opção pela certificação como auditor aspirante possibilita a promoção de nível para auditor ou auditor líder, de acordo com os requisitos do INMETRO.

3 Página: 3 de Auditor O nível de certificação auditor reconhece que o candidato satisfaz os critérios de certificação e demonstra habilidade para executar toda, ou qualquer parte, de uma auditoria, como membro efetivo de uma equipe auditora. É considerada uma etapa natural para se adquirir a experiência necessária para ser promovido a auditor líder. 4.4 Auditor Líder O nível de certificação auditor líder reconhece que o candidato satisfaz os critérios de certificação e demonstra habilidade para executar toda, ou qualquer parte, de uma auditoria, como membro de uma equipe auditora, para gerenciar uma equipe auditora e para coordenar todos os aspectos de uma auditoria. 5. PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO 5.1 Metodologia de Avaliação A avaliação de auditores tem como objetivo fornecer um resultado objetivo, consistente, justo e confiável do desempenho dos mesmos durante a realização das auditorias. Os métodos de avaliação de auditores utilizados pela ABENDI/RAC são: Análise crítica de registros Este método tem como objetivo verificar a formação e experiência do auditor através de análise de registro de educação, treinamento, emprego e experiência em auditoria Realimentação positiva e negativa O objetivo deste método é fornecer informações sobre como o desempenho do auditor é percebido através de respostas de questionários respondidos pelos auditados, referências pessoais, atestados e reclamações recebidas na ABENDI/RAC Entrevista Neste método é possível avaliar atributos pessoais e habilidades de comunicação para verificar informações e testar conhecimentos, além de ser possível coletar informações adicionais. Este método é aplicado através de entrevistas presenciais ou por telefone com o auditor Análise crítica após auditoria Uma vez que a observação direta não é possível ou apropriada, a ABENDI/RAC deve analisar criticamente o relatório de auditoria escrito pelo auditor. 5.2 Procedimento para Certificação Solicitação Um candidato que tenha interesse em se certificar, ou um auditor certificado que tenha interesse em se recertificar ou promover o seu nível de certificação, solicita à ABENDI/RAC o envio do seguinte material: Esta Norma ABENDI; Instrução ao Candidato à Certificação como Auditor do Sistema de Gestão; Dossiê do Candidato à Certificação como Auditor do Sistema de Gestão. Após preencher o Dossiê, e anexar as comprovações necessárias, o candidato, ou auditor certificado, formaliza a sua solicitação, enviando os documentos à ABENDI/RAC.

4 Página: 4 de Avaliação Preliminar A avaliação preliminar é realizada para verificar o conteúdo e a veracidade das informações fornecidas pelo candidato, ou auditor certificado. Após concluída a avaliação preliminar, toda a documentação é submetida às avaliações técnicas Completeza Deve ser verificado se o Dossiê do Candidato foi enviado com os campos pertinentes completamente preenchidos, conforme o quadro a seguir. Certificação de Auditor Aspirante, Auditor e Auditor Líder Documento Certificação Recertificaçã Promoção Inicial o de Nível Dossiê do Candidato preenchido X X X Fotocópia autenticada do comprovante de escolaridade X Fotocópia do certificado de aprovação em curso de formação de auditor líder X Fotocópia do certificado de outros cursos realizados X X X Comprovação da experiência profissional X Folhas de rosto dos relatórios das auditorias realizadas (para Auditor e Auditor Líder) X X X Certificação de Auditor Interno Documento Certificação Inicial Recertificação Dossiê do Candidato preenchido X X Fotocópia autenticada do comprovante de escolaridade X Fotocópia do certificado de aprovação em curso de formação de auditor interno X Fotocópia(s) do(s) certificado(s) de outros cursos realizados X X Comprovação da experiência profissional X Folhas de rosto dos relatórios das auditorias realizadas X X Nota: As fotocópias podem ser comparadas com o documento original pela ABENDI/RAC para confirmar a sua autenticidade. Após a avaliação da completeza, informar ao candidato, ou auditor certificado, a situação de seu processo Exatidão Deve ser verificada a exatidão das informações fornecidas no Dossiê do Candidato e em seus comprovantes. As informações sobre o requisito Experiência Profissional em sistema de gestão ambiental devem ser confirmadas com os empregadores do candidato, conforme as fontes indicadas. Confirmar o tipo de organização, as datas de início e de conclusão das atividades na organização e as responsabilidades do candidato. As informações sobre o requisito Experiência em Auditorias também devem ser confirmadas com os empregadores do candidato, conforme as fontes indicadas: a data da auditoria e a duração dos trabalhos nas instalações do auditado; a norma adotada; o tipo de auditoria; a confirmação de que a auditoria foi uma auditoria de conformidade conduzida de acordo com a norma ABNT NBR ISO 19011, se for o caso; a confirmação do bom desempenho do candidato na realização da auditoria; a função do candidato na equipe auditora; o número de pessoas na equipe auditora;

5 Página: 5 de 14 o nome do líder da equipe auditora, caso aplicável; o relacionamento do candidato com a organização auditada. Nos casos em que a Recomendação for assinada por duas pessoas que tiveram relacionamento profissional com o candidato, confirmar as informações relativas a tal relacionamento, tendo como base o Dossiê do Candidato. Após a realização da avaliação preliminar, o Técnico de Certificação deve rubricar a folha de registro de processo de certificação antes de encaminhar o processo para as avaliações técnicas. Caso a solicitação do candidato, ou auditor certificado, não atenda a avaliação preliminar, notificar o candidato, ou auditor certificado, das pendências a serem atendidas. Após atender às pendências, encaminhar sua documentação para as avaliações técnicas Necessidades especiais Os candidatos devem informar suas necessidades especiais, tais como idiomas e/ou deficiências no Dossiê do Candidato. Estas necessidades especiais serão verificadas pelo Gerente do Bureau de Certificação do RAC e, dentro do razoável, as mesmas devem ser satisfeitas Avaliação Técnica A avaliação técnica é conduzida por dois avaliadores técnicos com experiência em sistemas de gestão ambiental, e em auditorias. A avaliação técnica é conduzida de forma independente por cada um dos avaliadores. Os laudos das avaliações técnicas, e toda a documentação envolvida, são encaminhados ao Bureau de Certificação Aprovação da Certificação O Bureau de Certificação é constituído por profissionais com experiência em sistemas de gestão ambiental, em auditorias e/ou certificação de pessoal. O Bureau de Certificação, de posse dos documentos relativos à solicitação e da recomendação dos dois avaliadores técnicos, aprova a certificação inicial, recertificação ou promoção de nível de auditor. No mínimo, dois membros do Bureau de Certificação são necessários para a emissão de parecer acerca do processo de certificação inicial, recertificação ou promoção de nível de auditor Notificação da Conclusão do Processo A notificação da aprovação, ou não aprovação, da solicitação do candidato, ou auditor certificado, deve ser realizada pela ABENDI/RAC. 5.3 Requisitos para a Certificação Inicial Níveis de Certificação Contemplados pelo Credenciamento do INMETRO: Auditor e Auditor Líder Atributos Pessoais Convém que o candidato seja: ético, isto é, justo, verdadeiro, sincero, honesto e discreto; mente aberta, isto é, disposto a considerar idéias ou pontos de vista alternativos; diplomático, isto é, com tato para lidar com pessoas; observador, isto é, ativamente atento à circunvizinhança e às atividades físicas; perceptivo, isto é, instintivamente atento e capaz de entender situações; versátil, isto é, se ajuste prontamente a diferentes situações; tenaz, isto é, persistente, focado em alcançar objetivos; decisivo, isto é, chegue a conclusões oportunas baseado em razões lógicas e análise; e autoconfiante, isto é, atue e funcione independentemente, enquanto interage de forma eficaz com outros.

6 Página: 6 de 14 Esses atributos pessoais devem ser demonstrados durante as auditorias e podem ser confirmados através de referências pessoais, testemunhos de auditores líderes, contatos com auditados, questionários respondidos por membros da mesma equipe auditora ou, ainda, no caso do candidato a auditor líder, podem ser confirmados pelo(s) auditor(es) verificador(es), a critério da ABENDI/RAC Educação Os candidatos devem ter concluído, no mínimo, o ensino superior em um curso reconhecido. A documentação fornecida deve evidenciar o grau atingido e o ano de conclusão. São exemplos de documentação aceitável: Diploma de curso de graduação reconhecido pelo MEC, emitido por instituição do ensino superior; Declaração de Colação de Grau de curso de graduação reconhecido pelo MEC. Uma fotocópia autenticada da referida documentação é requerida como evidência objetiva de que o candidato satisfaz ao requisito de Educação Experiência Profissional Os candidatos devem possuir 4 (quatro) anos de experiência profissional apropriada em horário integral ou, o equivalente, em horário parcial, em função técnica, ou gerencial, com responsabilidade/autoridade para a tomada de decisões A experiência profissional apropriada deve ter sido adquirida em pelo menos 2 (duas) das seguintes áreas, durante pelo menos 1 (um) ano em cada uma delas: ciência e tecnologia ambiental; aspectos técnicos e ambientais da operação das instalações; requisitos aplicáveis de leis e regulamentos ambientais, bem como outros documentos relacionados; sistemas e normas de gestão ambiental; procedimentos, processos e técnicas de auditoria de sistemas de gestão devidamente normalizados O período efetivamente dispensado em Curso de Pós-graduação Stricto Sensu, concluído em tema diretamente relacionado às áreas apresentadas no item anterior (Item ), pode ser abatido em 1 (um) ano do período requerido para a experiência profissional, no caso de Mestrado, e em 2 (dois) anos do período requerido para a experiência profissional, no caso de Mestrado e Doutorado A experiência profissional deve ser computada do seguinte modo: contar o tempo em anos, caso seja relativo a experiência em horário integral; transformar a experiência adquirida em horário parcial, de modo que seja contada em anos; considerar válida a experiência adquirida em função técnica, ou gerencial, com responsabilidade/autoridade para a tomada de decisões A experiência profissional declarada deve ser comprovada através de evidência objetiva documental. Para atender à experiência profissional mínima requerida, o candidato deve comprová-la através de uma das opções a seguir: assinatura, carimbo e dados para contato do Representante da Organização que endossa a experiência profissional; declaração da experiência profissional (original ou fotocópia autenticada) contendo, no mínimo, CNPJ e Inscrição Estadual/Municipal da Organização, datas de início e conclusão do trabalho, resumo das atividades executadas pelo candidato, assinatura do Representante da Organização e dados para contato; fotocópias das páginas da Carteira de Trabalho do candidato que comprovem seus dados pessoais, a função exercida e as datas de início e conclusão do trabalho na Organização Experiência Profissional em Sistema de Gestão Ambiental Os candidatos devem possuir, no mínimo, 2 (dois) anos de experiência profissional em horário integral ou, o equivalente, em horário parcial, no planejamento, implantação, operação de SGA ou auditorias de sistema de gestão ambiental, de modo a adquirirem os conhecimentos práticos necessários para auditarem, com eficácia, tais sistemas.

7 Página: 7 de A experiência requerida no planejamento, implantação, operação de SGA ou auditorias de sistema de gestão ambiental pode ter sido adquirida ao mesmo tempo que a experiência profissional, mas deve ter sido adquirida nos 6 (seis) anos imediatamente anteriores à solicitação da certificação inicial Experiência similar em sistemas da qualidade ou de saúde e segurança ocupacional pode ser utilizada para abatimento de, no máximo, 1 (um) ano da experiência em sistema de gestão ambiental, na razão de 2:1. Por exemplo, para abatimento de 1 (um) ano da experiência em SGA, são necessários 2 (dois) anos de experiência em sistemas da qualidade ou de saúde e segurança ocupacional Treinamento Os candidatos devem ter sido aprovados em um Curso de Formação de Auditor Líder de Sistema de Gestão da Qualidade reconhecido pela ABENDI/RAC ou por outra entidade participante do IPC. NOTA: Os certificados emitidos até de dezembro de 2006 serão aceitos, desde que o Organismo de Treinamento seja credenciado pelo INMETRO ou por outra entidade participante da IATCA. Os certificados emitidos pelos Organismos de Treinamento têm validade de 3 (três) anos para serem utilizados como evidência do treinamento solicitado, no processo de certificação inicial do candidato. Certificados emitidos há mais de 3 (três) anos são aceitos como evidência do treinamento desde que o candidato comprove o desenvolvimento profissional contínuo, através da experiência profissional e/ou da experiência em auditorias Experiência em Auditorias Auditor Os candidatos devem ter participado, como membro de equipes auditoras, em 30 (trinta) dias de auditoria, dos quais 20 (vinte) dias tenham sido nas instalações do auditado. Esta experiência deve ter sido adquirida em, no mínimo, 6 (seis) auditorias com duração de, pelo menos, 2 (dois) dias nas instalações do auditado Auditor Líder Os candidatos, além de atenderem aos requisitos para auditor, devem ter participado de, no mínimo, 25 (vinte e cinco) dias de auditoria nas instalações do auditado e ter atuado como auditor líder, conduzindo e gerenciando 5 (cinco) auditorias, utilizando equipes auditoras com, no mínimo, mais 1 (um) auditor. Cada uma destas auditorias deve ter tido, pelo menos, 2 (dois) dias de duração nas instalações do auditado Condições Gerais para a Aceitação das Auditorias A experiência em auditorias deve ter sido adquirida nos 3 (três) anos anteriores à solicitação da certificação inicial e em, pelo menos, 3 (três) unidades operacionais, ou de negócio, diferentes A norma de sistema de gestão ambiental aceitável para fins de comprovação da experiência em auditorias é a NBR ISO 14001:2004. Outras normas podem ser aceitas para fins de comprovação da experiência em auditorias, desde que sejam equivalentes A totalidade da experiência em auditorias deve incluir, em pelo menos uma auditoria, todos os elementos de uma norma de sistema de gestão da qualidade e o processo de auditoria completo, conforme NBR ISO Apenas as auditorias independentes satisfazem os requisitos da experiência em auditorias. O auditor e a organização auditora devem ter gestão e estrutura operacional independentes da organização auditada. São exemplos de auditorias aceitáveis: matriz auditando uma unidade ou divisão da mesma empresa; uma divisão ou unidade auditando outra divisão ou unidade da mesma empresa; uma organização compradora, ou entidade que a represente, auditando seu fornecedor; auditorias de certificação de terceira parte; uma consultoria contratada para executar uma auditoria independente; uma auditoria realizada por um Organismo de Credenciamento em um Organismo de Certificação

8 Página: 8 de Um dia de auditoria deve ter, no mínimo, 6 (seis) horas de trabalho No cálculo do número de dias de auditoria, deve ser incluído tanto o tempo despendido nas instalações do auditado, que inclui as reuniões de abertura e de encerramento e a fase de verificação da conformidade, quanto aquele despendido nas atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório. O total de dias nestas atividades deve ser contabilizado da seguinte forma: para cada dia de auditoria nas instalações do auditado, contabiliza-se ¼ de dia para as atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório. Por exemplo, para uma auditoria de 4 (quatro) dias despendidos nas instalações do auditado, pode ser contabilizado mais 1 (um) dia referente às atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório Todas as auditorias conduzidas segundo a norma NBR ISO são elegíveis e devem ter o propósito de determinar conformidade, não estando associadas com orientações para o desenvolvimento, ou melhoria, do sistema de gestão da qualidade O candidato deve ser fluente nos idiomas das auditorias submetidas à ABENDI/RAC Toda a experiência em auditorias deve ser documentada no Dossiê do Candidato, que deve conter as seguintes informações: a data de cada auditoria; a duração de cada auditoria nas instalações do auditado; os dados relativos à Organização auditada e ao Representante da Organização; a função na equipe auditora e o número de auditores nessa equipe; a norma de sistema de gestão da qualidade utilizada na auditoria e os itens da norma auditados; o tipo de auditoria; o objetivo da auditoria; o nome e os dados para contato com o auditor líder da equipe auditora, caso aplicável; o nome e os dados para contato com o auditor verificador, caso aplicável Para o auditor líder, a experiência em auditorias deve ter sido adquirida sob o testemunho de um auditor verificador, que deve ter estado presente durante todas as fases da auditoria que contaram com a participação do candidato (desde a preparação até o relatório) e na maior parte da duração da auditoria. O mesmo auditor verificador não pode ser utilizado para verificar todas as auditorias requeridas; pelo menos 2 (dois) auditores verificadores devem ser utilizados. Para o auditor, o auditor líder assume o papel de auditor verificador Recomendação Os candidatos devem ser recomendados pelos seus empregadores ou, alternativamente, por 1 (um) auditor ou auditor líder certificado, com o qual tenha tido relacionamento profissional ou, alternativamente, por 2 (duas) pessoas com as quais tenham tido relacionamento profissional O responsável pela recomendação deve possuir evidência, ou conhecimento pessoal, das informações contidas no Dossiê do Candidato que estão sendo endossadas Outros Níveis de Certificação: Auditor Interno, Auditor Aspirante Atributos Pessoais Convém que o candidato seja: ético, isto é, justo, verdadeiro, sincero, honesto e discreto; mente aberta, isto é, disposto a considerar idéias ou pontos de vista alternativos; diplomático, isto é, com tato para lidar com pessoas; observador, isto é, ativamente atento à circunvizinhança e às atividades físicas; perceptivo, isto é, instintivamente atento e capaz de entender situações; versátil, isto é, se ajuste prontamente a diferentes situações; tenaz, isto é, persistente, focado em alcançar objetivos; decisivo, isto é, chegue a conclusões oportunas baseado em razões lógicas e análise; e

9 Página: 9 de 14 autoconfiante, isto é, atue e funcione independentemente, enquanto interage de forma eficaz com outros. Esses atributos pessoais devem ser demonstrados durante as auditorias e podem ser confirmados, a critério da ABENDI/RAC, através de referências pessoais, testemunhos de auditores líderes, contatos com auditados, questionários respondidos por membros da mesma equipe auditora ou, ainda, no caso do candidato a auditor líder, podem ser confirmados por um auditor cuja competência como líder de equipe auditora possa ser avaliada pela ABENDI/RAC Educação Os candidatos devem possuir, no mínimo, ensino médio completo. A documentação fornecida deve evidenciar o grau atingido e o ano de conclusão. São exemplos de documentação aceitável: Diploma de 2º grau, emitido por instituição reconhecida pelo MEC; Declaração de Conclusão do 2º Grau de instituição de ensino reconhecida pelo MEC. Uma fotocópia autenticada da referida documentação é requerida como evidência objetiva de que o candidato satisfaz ao requisito de educação Experiência Profissional O requisito Experiência Profissional é analisado pela ABENDI/RAC em conjunto com o requisito Educação, de acordo com a tabela a seguir, de modo a complementar a formação necessária à realização de auditorias. Auditor Interno Educação Ensino Médio Completo Ensino Superior Completo Experiência Profissional 2 anos 1 ano Auditor Aspirante Escolaridade Ensino Médio Completo Ensino Superior Completo Experiência Profissional 3 anos 2 anos A experiência profissional deve ser computada do seguinte modo: contar o tempo em anos, caso seja relativo a experiência em horário integral; transformar a experiência adquirida em horário parcial, de modo que seja contada em anos; considerar válida a experiência adquirida em função técnica, ou gerencial, com responsabilidade/autoridade para a tomada de decisões. A experiência profissional declarada deve ser comprovada através de evidência objetiva documental. Para atender à experiência profissional mínima requerida, o candidato deve comprová-la através de uma das opções a seguir: assinatura, carimbo e dados para contato do Representante da Organização que endossa a experiência profissional; declaração da experiência profissional (original ou fotocópia autenticada) contendo, no mínimo, CNPJ e Inscrição Estadual/Municipal da Organização, datas de início e conclusão do trabalho, resumo das atividades executadas pelo candidato, assinatura do Representante da Organização e dados para contato; fotocópias das páginas da Carteira de Trabalho do candidato que comprovem seus dados pessoais, a função exercida e as datas de início e conclusão do trabalho na Organização.

10 Página: 10 de Experiência Profissional em Sistema de Gestão Ambiental Os candidatos devem possuir, no mínimo, 1 (um) ano de experiência profissional em um contexto onde as atividades relacionadas à área ambiental constituam parte da(s) função (ões) exercidas. Esta experiência deve fornecer aos candidatos os conhecimentos práticos necessários para que eles possam auditar, com eficácia, os sistemas de gestão ambiental. A experiência requerida na área ambiental pode ter sido adquirida ao mesmo tempo que a experiência profissional, mas deve ter sido adquirida nos 6 (seis) anos imediatamente anteriores à solicitação da certificação inicial Treinamento Auditor Interno Os candidatos devem ter sido aprovados em um Curso de Formação de Auditor Interno de Sistema de Gestão Ambiental, reconhecido pela ABENDI/RAC, com carga horária mínima de 16 (dezesseis) horas. Os certificados emitidos pelos Organismos de Treinamento têm validade de 3 (três) anos para serem utilizados como evidência do treinamento solicitado, no processo de certificação inicial do candidato. Certificados emitidos há mais de 3 (três) anos serão aceitos como evidência do treinamento desde que o candidato comprove o desenvolvimento profissional contínuo, através da experiência profissional e/ou da experiência em auditorias Auditor Aspirante Os candidatos devem ter sido aprovados em um Curso de Formação de Auditor Líder de Sistema de Gestão Ambiental reconhecido pela ABENDI/RAC. Os certificados emitidos pelos Organismos de Treinamento têm validade de 3 (três) anos para serem utilizados como evidência do treinamento solicitado, no processo de certificação inicial do candidato. Certificados emitidos há mais de 3 (três) anos são aceitos como evidência do treinamento desde que o candidato comprove o desenvolvimento profissional contínuo, através da experiência profissional e/ou da experiência em auditorias Experiência em Auditorias Auditor Interno Os candidatos devem ter participado, como membros de equipes auditoras de 1 ª ou 2 ª parte, de 15 (quinze) horas de auditoria Auditor Aspirante Os candidatos não precisam demonstrar experiência em auditorias Condições Gerais para a Aceitação das Auditorias A norma de sistema de gestão ambiental aceitável para fins de comprovação da experiência em auditorias é a NBR ISO 14001:2004. Outras normas podem ser aceitas para fins de comprovação da experiência em auditorias, desde que sejam equivalentes A totalidade da experiência em auditorias deve incluir, em pelo menos uma auditoria, todos os elementos de uma norma de sistema de gestão da qualidade e o processo de auditoria completo, conforme NBR ISO Toda a experiência em auditorias deve ser documentada no Dossiê do Candidato Um dia de auditoria deve ter, no mínimo, 6 (seis) horas de trabalho.

11 Página: 11 de No cálculo do número de dias de auditoria, deve ser incluído tanto o tempo despendido nas instalações do auditado, que inclui as reuniões de abertura e de encerramento e a fase de verificação da conformidade, quanto aquele despendido nas atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório. O total de dias nestas atividades deve ser contabilizado da seguinte forma: para cada dia de auditoria nas instalações do auditado, contabiliza-se ¼ de dia para as atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório. Por exemplo, para uma auditoria de 4 (quatro) dias despendidos nas instalações do auditado, pode ser contabilizado mais 1 (um) dia referente às atividades de análise da documentação, planejamento da auditoria e elaboração do relatório Todas as auditorias conduzidas segundo a norma NBR ISO são elegíveis e devem ter o propósito de determinar conformidade, não estando associadas com orientações para o desenvolvimento, ou melhoria, do Sistema de Gestão Ambiental Só serão computadas as auditorias dos últmos 6 (seis) anos Recomendação Auditor Interno Os candidatos devem ser recomendados pelos seus empregadores ou, alternativamente, por 1 (um) auditor ou auditor líder certificado, com o qual tenha tido relacionamento profissional ou, alternativamente, por 1 (uma) pessoa com a qual tenham tido relacionamento profissional. O responsável pela recomendação deve possuir evidência, ou conhecimento pessoal, das informações contidas no Dossiê do Candidato que estão sendo endossadas Auditor Aspirante Os candidatos devem ser recomendados pelos seus empregadores ou, alternativamente, por 1 (um) auditor ou auditor líder certificado, com o qual tenha tido relacionamento profissional ou, alternativamente, por 2 (duas) pessoas com as quais tenham tido relacionamento profissional. O responsável pela recomendação deve possuir evidência, ou conhecimento pessoal, das informações contidas no Dossiê do Candidato que estão sendo endossadas. 5.4 Requisitos para a Manutenção Os auditores certificados devem manter a sua competência, assegurando que os seus conhecimentos e habilidades estão atualizados. Para isso devem, anualmente, no período de aniversário de sua certificação, enviar para a ABENDI/RAC evidências que comprovem desenvolvimento profissional e desenvolvimento de experiência em auditorias Para a seleção do desenvolvimento profissional adequado, os auditores precisam considerar seus pontos fortes e identificar as oportunidades de melhoria. As atividades realizadas visando um desenvolvimento profissional devem estar relacionadas a princípios e práticas da qualidade ou a metodologias para a melhoria das auditorias. Todas as atividades de desenvolvimento profissional devem prover o candidato com novos conhecimentos e habilidades As evidências do desenvolvimento profissional e da experiência em auditorias devem ser enviadas juntamente com o Mini-Dossiê de Acompanhamento de Desempenho devidamente preenchido, o qual deve ser solicitado à ABENDI/RAC A ABENDI/RAC realiza a verificação do desempenho do auditor na realização de auditorias através de pesquisa com as organizações auditadas por este. Esta pesquisa consiste em perguntas feitas ao auditado ou à equipe auditora, e caso necessário através de entrevistas com o auditor Todas as auditorias devem ser realizadas de acordo com a norma NBR ISO 19011:2002.

12 Página: 12 de Os requisitos para a comprovação de desenvolvimento profissional e de experiência em auditorias, que devem ser enviados à ABENDI/RAC ao final de cada ano de certificação, estão apresentados abaixo para cada nível de certificação Auditor Mínimo de 15 (quinze) horas de desenvolvimento profissional adequado em cada ano do período de certificação; Participação em, no mínimo, 1 auditoria no primeiro ano de certificação, 1 auditoria no segunda ano de certificação e 2 auditorias no terceiro ano de certificação, em sistema de gestão ambiental. Cada uma destas auditorias deve ter tido duração de, no mínimo, 2 dias nas instalações do auditado. Ao final do período de certificação, quando o auditor requerer a recertificação, será verificado se estas 4 auditorias somam no mínimo 20 diais de auditoria Auditor Líder Mínimo de 15 (quinze) horas de desenvolvimento profissional adequado em cada ano do período de certificação; Participação em, no mínimo, 1 auditoria no primeiro ano de certificação, 1 auditoria no segunda ano de certificação e 2 auditorias no terceiro ano de certificação, em sistema de gestão ambiental. Cada uma destas auditorias deve ter tido duração de, no mínimo, 2 dias nas instalações do auditado. Ao final do período de certificação, quando o auditor requerer a recertificação, será verificado se estas 4 auditorias somam no mínimo 20 dias de auditoria e se em pelo menos 2 auditorias o auditor atuou como líder de equipe com, no mínimo, 2 auditores Auditor Interno Mínimo de 5 (cinco) horas de desenvolvimento profissional adequado em cada ano do período de certificação; Atuação, como membro de equipe auditora de 1ª ou 2ª parte, em 1 (uma) auditoria em cada ano do período de certificação Auditor Aspirante Mínimo de 5 (cinco) horas de desenvolvimento profissional adequado em cada ano do período de certificação; Não é necessária a atuação em auditorias. 5.5 Requisitos para a Recertificação A cada 3 (três) anos, os auditores certificados são submetidos a uma recertificação, que tem como objetivo verificar se estes auditores mantêm a sua competência, atualizando seus conhecimentos e habilidades A recertificação avalia o atendimento aos requisitos de Desenvolvimento Profissional e Experiência em Auditorias Para requerer a recertificação, o auditor deve enviar à ABENDI/RAC o Mini-Dossiê de Acompanhamento de Desempenho devidamente preenchido. Para realizar a análise da documentação, a ABENDI/RAC deve anexar a este documento as evidências do Desenvolvimento Profissional e da Experiência em Auditorias que o auditor enviou em cada ano do período de certificação As evidências do desenvolvimento profissional devem ser apresentadas como parte da solicitação para a recertificação O registro do desenvolvimento profissional deve demonstrar a duração e o tipo de atividade desenvolvida A análise do desenvolvimento profissional é realizada através da contagem do número de horas dedicadas a este Para atender aos requisitos do processo de recertificação, é necessário que o candidato obtenha o número de horas de desenvolvimento profissional relativo ao seu nível de certificação.

13 Página: 13 de As atividades válidas para o desenvolvimento profissional, bem como a atribuição das horas para as atividades referentes ao desenvolvimento profissional, são apresentadas no Mini-Dossiê de Acompanhamento de Desempenho, o qual deve ser solicitado à ABENDI/RAC. 5.6 Requisitos para a Promoção de Nível de Auditor A qualquer tempo, um auditor certificado pode solicitar sua promoção de nível à ABENDI/RAC, desde que possa comprovar o atendimento aos requisitos para a certificação inicial no nível almejado A sequência de classificação de níveis de auditor certificado pela ABENDI/RAC está apresentada a seguir O auditor que tenha feito o Curso de Formação de Auditor Interno somente pode ser certificado como auditor interno O auditor aspirante que tenha feito o Curso de Formação de Auditor Líder reconhecido pela ABENDI/RAC pode solicitar a sua promoção de nível para auditor ou auditor líder O auditor que tenha feito o Curso de Formação de Auditor Líder reconhecido pela ABENDI/RAC pode solicitar a sua promoção de nível para auditor líder. 5.7 Requisitos para a Extensão de Escopos de Certificação A qualquer momento o auditor pode requerer extensão de escopo de certificação, desde que: atenda a todos os requisitos do escopo pretendido; esteja em dia com os pagamentos do escopo em que já está certificado; esteja em dia com a documentação do escopo em que já está certificado Para requerer o escopo, o auditor deve preencher e enviar à ABENDI/RAC o Dossiê do Candidato do escopo pretendido e anexar toda a documentação exigida para a certificação inicial deste escopo. 5.8 Redução de Nível A redução do nível de certificação pode ser aplicada a um auditor líder, o qual é reclassificado como auditor ou auditor aspirante, e a um auditor, o qual é reclassificado como auditor aspirante. O auditor pode ter o seu nível de certificação reduzido nos seguintes casos: envio insuficiente de evidências que comprovem desenvolvimento profissional e desenvolvimento de experiência em auditorias, no final de cada ano de certificação, do referido nível; não atendimento aos requisitos para a recertificação no referido nível; por decisão do Bureau de Certificação, quando houver evidências objetivas e comprovadas de desempenho insatisfatório em auditorias do referido nível; 5.9 Declaração Pessoal Cada candidato à certificação inicial, ou auditor certificado que esteja pleiteando a recertificação ou a promoção de nível de auditor, deve assinar uma declaração pessoal, atestando que compromete-se a seguir, ou a continuar seguindo, o Código de Ética de Auditores do RAC, a registrar qualquer reclamação relativa ao seu desempenho e a tomar todas as providências necessárias para prevenir nova ocorrência Cada auditor certificado que esteja pleiteando a recertificação ou a promoção de nível de auditor, deve comunicar a ocorrência, ou não ocorrência, de qualquer reclamação relativa ao seu desempenho e, caso aplicável, as providências tomadas para prevenir nova ocorrência A declaração pessoal, com o conteúdo necessário, está disponível no Dossiê do Candidato, e deve ser assinada no processo de solicitação da certificação inicial, recertificação ou promoção de nível de auditor.

14 Página: 14 de Entrevista A ABENDI/RAC pode realizar entrevistas com os candidatos nas seguintes situações: quando o processo de verificação das informações fornecidas no Dossiê do Candidato não confirmar integralmente a exatidão de todas as informações; por um motivo relativo ao esclarecimento das informações fornecidas no Dossiê do Candidato A decisão de realizar a entrevista pode ser tomada a qualquer momento durante o processo de certificação, por um avaliador técnico ou membro do Bureau de Certificação Certificados e Carteiras de Identificação Os certificados e as carteiras de identificação devem conter, no mínimo: Nome e logo da ABENDI/RAC; Para os níveis de certificação contemplados pelo credenciamento do INMETRO, a logo do INMETRO e, no caso dos certificados de identificação, a designação OPC-002 ; Nome do auditor; Escopo de certificação e referência à norma NBR ISO 14001:2004; Data da certificação inicial; Data da Recertificação; Data de validade do certificado/da carteira; Número de registro do auditor certificado; Nível de certificação Ações Disciplinares As ações disciplinares estão descritas na tabela abaixo. CAUSAS AÇÃO Não pagamento da anuidade Não envio dos documentos necessários à recertificação Não atendimento ao Código de Ética de Auditores Uso abusivo do certificado Desempenho insatisfatório em auditorias Abandono deliberado de uma auditoria ADVERTÊNCIA SUSPENSÃO CANCELAMENTO Após um mês Após um mês Após três meses e até seis meses Após três meses e até seis meses Após seis meses Após seis meses A critério do Conselho de Certificação do RAC: ações corretivas, cancelamento, suspenção e/ou, se necessário, ação judicial. A critério do Conselho de Certificação do RAC: ações corretivas, cancelamento, suspenção e/ou, se necessário, ação judicial. A critério do Conselho de Certificação do RAC: advertência, suspensão ou cancelamento. A critério do Conselho de Certificação do RAC: advertência, suspensão ou cancelamento. A advertência deve ser aplicada em casos onde a atitude do auditor for considerada imprópria, porém não violando o Código de Ética de Auditores. Nos casos de suspensão e cancelamento da certificação, o nome do auditor será excluido da lista da Home Page da ABENDI/RAC. Nesses casos, o Gerente do Bureau de Certificação do RAC deve enviar uma carta ao auditor que sofreu tal punição solicitando que o mesmo devolva a carteira, e o certificado, de identificação da ABENDI/RAC. Caso tal solicitação não seja atendida, a ABENDI fará uso de ações judiciais para o recolhimento destes documentos.

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2

CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DE AUDITORES DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE NA-011 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 Página: 1 de 15 1. OBJETIVO 2 2. SIGLAS 2 3. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 2 4. CLASSIFICAÇÃO EM NÍVEIS DE CERTIFICAÇÃO 2 4.1 Auditor Interno 2 4.2 Auditor Aspirante 2 4.3 Auditor 3 4.4 Auditor Líder 3 5. PROCESSO

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração

Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Modulo de Padronização e Qualidade Formação Técnica em Administração Competências a serem trabalhadas ENTENDER O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DE AUDITORIA DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE. Hoje

Leia mais

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO

QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

NBR ISO 14012 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL- CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO PARA AUDITORES AMBIENTAIS

NBR ISO 14012 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL- CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO PARA AUDITORES AMBIENTAIS Sumário NBR ISO 14012 - DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL- CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO PARA AUDITORES AMBIENTAIS 1. Objetivo e campo de aplicação...2 2. Referências normativas...2 3. Definições...2 3.1.

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 214, de 22 de junho de 2007.

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão

CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão 1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão

Leia mais

PROCEDIMENTO GERENCIAL

PROCEDIMENTO GERENCIAL PÁGINA: 1/10 1. OBJETIVO Descrever o procedimento para a execução de auditorias internas a intervalos planejados para determinar se o sistema de gestão da qualidade é eficaz e está em conformidade com:

Leia mais

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 4. 5 Responsabilidades: 5.

SUMÁRIO ÍNDICE. 1 Objetivo: 3. 2 Aplicação e Alcance: 3. 3 Referências: 3. 4 Definições e Abreviaturas: 4. 5 Responsabilidades: 5. OG Procedimento de Gestão PG.SMS.014 Denominação: Auditoria Interna do Sistema de Gestão de SMS SUMÁRIO Este procedimento estabelece premissas básicas sobre os critérios de planejamento e princípios a

Leia mais

POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS

POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS Página 1 de 9 POP 010: MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS DA REDE NACIONAL DE LABORATÓRIOS AGROPECUÁRIOS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 27/01/2014 Revisado por: Rominik M. Fontenele 03/10/2014

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES

PROCEDIMENTO OPERACIONAL AQUISIÇÃO / QUALIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Histórico de Revisões Rev. Modificações 01 30/04/2007 Primeira Emissão 02 15/06/2009 Alteração de numeração de PO 7.1 para. Alteração do título do documento de: Aquisição para: Aquisição / Qualificação

Leia mais

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL

Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL Manual de Implantação e Roteiro para Auditoria do Critérios para Auditoria SISTEMA DE GESTÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL É proibida a reprodução total ou parcial deste documento por quaisquer meios

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE

CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO

Leia mais

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual.

A revisão 1 foi feita para contemplar as mudanças necessárias, em função da publicação das novas regras para utilização de identidade visual. CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM JUL/07 /07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO

REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO DE AVALIADORES E ESPECIALISTAS UTILIZADOS NAS AVALIAÇÕES DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO NORMA Nº NIE-CGCRE-017 APROVADA EM JUN/2011 REV Nº 01/10

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE PBQP-H / SiAC NORMA Nº: NIT-DICOR-007 APROVADA EM FEV/2010 01/07 SUMÁRIO 1 1 Objetivo 2 Campo de

Leia mais

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ?

Quais são as organizações envolvidas no SASSMAQ? PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES AVALIAÇÃO SASSMAQ (P.COM.26.00) O SASSMAQ é um Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade, elaborado pela Comissão de Transportes da ABIQUIM, dirigido

Leia mais

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação?

Qual a diferença entre certificação e acreditação? O que precisamos fazer para obter e manter a certificação ou acreditação? O que é a norma ISO? Em linhas gerais, a norma ISO é o conjunto de cinco normas internacionais que traz para a empresa orientação no desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Leia mais

Impresso em 01/09/2015 15:46:32 (Sem título)

Impresso em 01/09/2015 15:46:32 (Sem título) Aprovado ' Elaborado por Cintia Kikuchi/BRA/VERITAS em 24/08/2015 Verificado por Fernando Cianci em 25/08/2015 Aprovado por Ricardo Fontenele/BRA/VERITAS em 25/08/2015 ÁREA QHSE Tipo Procedimento Regional

Leia mais

Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade 3 Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade Não existe um jeito único de se implementar um sistema da qualidade ISO 9001: 2000. No entanto, independentemente da maneira escolhida,

Leia mais

ANEXO 10 TDR AUDITORES

ANEXO 10 TDR AUDITORES ANEXO 10 TDR AUDITORES PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DE PERNAMBUCO PSHPE (N. DO EMPRÉSTIMO) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA PARA AUDITORIA DO XX ANO DO PROJETO DE

Leia mais

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão:

CHECK LIST DE AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES Divisão: 4.2.2 Manual da Qualidade Está estabelecido um Manual da Qualidade que inclui o escopo do SGQ, justificativas para exclusões, os procedimentos documentados e a descrição da interação entre os processos

Leia mais

CARTILHA PARA O USO DA MARCA

CARTILHA PARA O USO DA MARCA Página 1 de 11 PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO Este procedimento é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade da BRICS. Quando disponível em domínio público, está sujeito a alterações sem aviso

Leia mais

Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO

Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Resumo das Interpretações Oficiais do TC 176 / ISO Referência RFI 011 Pergunta NBR ISO 9001:2000 cláusula: 2 Apenas os termos e definições da NBR ISO 9000:2000 constituem prescrições da NBR ISO 9001:2000,

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ANEXO IV REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO Nº 022/2013 ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE Nº 001/2013 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a Contratação de empresa

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim INTRODUÇÃO A norma ISO 14001 faz parte de um conjunto mais amplo de normas intitulado ISO série 14000. Este grupo

Leia mais

POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS

POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS Página 1 de 9 POP 009: AUDITORIA DE CREDENCIAMENTO E DE EXTENSÃO DE ESCOPO DE LABORATÓRIOS ELABORAÇÃO E APROVAÇÃO Nome Data Assinatura 29/01/2014 Revisado por: Fernanda G. Brandão 26/03/2014 28/03/2014

Leia mais

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014

CONTROLE DE COPIA: PS-AM-GQ-004 01/08/2014 1/7 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática para planejamento, execução e registrosdas auditorias internas da Qualidade, determinar formas de monitoramento das ações corretivas,verificando o atendimento aos

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PO.GRH.01 01 1/9 1. OBJETIVO Descrever e fornecer informações quanto às atribuições, responsabilidades e pré-requisitos que constituem as funções da organização, e o levantamento da necessidade e realização

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NORMA Nº: NIT-DICOR-004 APROVADA EM JUN/2011 Nº 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico 5 Documentos

Leia mais

Banco de Interpretação ISO 9001:2008. Gestão de recursos seção 6

Banco de Interpretação ISO 9001:2008. Gestão de recursos seção 6 6 RSI 028 Pode ser interpretadado no item 6.0 da norma ABNT NBR ISO 9001 que o conceito de habilidade pode ser definido como Habilidades Técnicas e Comportamentais e que estas podem ser planejadas e registradas

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 03/2010 - BNDES ANEXO III PROJETO BÁSICO: FATORES DE PONTUAÇÃO TÉCNICA

CONCORRÊNCIA AA Nº 03/2010 - BNDES ANEXO III PROJETO BÁSICO: FATORES DE PONTUAÇÃO TÉCNICA CONCORRÊNCIA AA Nº 03/2010 - BNDES ANEXO III PROJETO BÁSICO: FATORES DE PONTUAÇÃO TÉCNICA 1. INTRODUÇÃO Em virtude da intelectualidade manifesta dos serviços a serem licitados será adotado o tipo de licitação

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO

AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO 1 OBJETIVO AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO Proposto por: Núcleo de Apoio ao Sistema de Gestão (NUAGES) Analisado por: Chefe da Assessoria de Desenvolvimento Institucional (ADI) Aprovado por: Presidente do TRT/RJ 1

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE FORNECEDORES 007/2015 - ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA 1. IDENTIFICAÇÃO Coordenação: Profª. Ingrid Eleonora Schreiber Jansch Pôrto Centro de Empreendimentos em Informática da

Leia mais

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por

Enviado por sanson@tecpar.br. em 19/12/11. Recebido por Pedido nº.: Destinatário/ Addressee: PREFEITURA MUNICIPAL DE COLOMBO ((41) 3656-8161) Data/Date: 16 / 12 / 2011 Nome/Name: ISMAILIN SCHROTTER Fax N : Remetente/Sender: TECPAR CERTIFICAÇÃO Páginas/Pages:

Leia mais

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000

Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 Palestra Informativa Sistema da Qualidade NBR ISO 9001:2000 ISO 9001:2000 Esta norma considera de forma inovadora: problemas de compatibilidade com outras normas dificuldades de pequenas organizações tendências

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte

MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM. Belo Horizonte MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEME MENTARES CURSO DE ENFERMAGEM Belo Horizonte 2013 ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 FINALIDADE... 3 3 DEVERES DO COORDENADOR EM RELAÇÃO AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES... 4 4 DEVERES

Leia mais

AS AUDITORIAS INTERNAS

AS AUDITORIAS INTERNAS AS AUDITORIAS INTERNAS Objectivos Gerais Reconhecer o papel das auditorias internas Objectivos Específicos Reconhecer os diferentes tipos de Auditorias Identificar os intervenientes Auditor e Auditado

Leia mais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais

Auditoria de Segurança e Saúde do Trabalho da SAE/APO sobre Obra Principal, Obras Complementares, Obras do reservatório e Programas Ambientais 1 / 10 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Saúde e Segurança do Trabalho por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho GSST,

Leia mais

Escola SENAI Anchieta

Escola SENAI Anchieta REGULAMENTAÇÃO DE ESTÁGIO Versão 02 1. Do estágio O diploma de técnico só será conferido ao aluno que realizar, no país, a complementação curricular obrigatória, na forma de estágio supervisionado prevista

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 0 ÍNDICE NATUREZA E FINALIDADE 2 COORDENAÇÃO DOS CURSOS 2 COORDENAÇÃO DIDÁTICA 2 COORDENADOR DE CURSO 2 ADMISSÃO AOS CURSOS 3 NÚMERO

Leia mais

1 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Eletroquímica de Superfícies e Corrosão

1 Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Química Laboratório de Eletroquímica de Superfícies e Corrosão 1 Universidade Federal do Paraná 1. OBJETIVO PQ-001 Pág. 1 de 8 Estabelecer diretrizes para elaboração e controle de documentos e dados do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) do Laboratório de Eletroquímica

Leia mais

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO

Processo de Certificação PGMQ -TV RSQM-DO-028-04-DECLARAÇÃO_DOCUMENTADA_PROCESSO_DE_CERTIFICAÇÃO Processo de Certificação PGMQ -TV O que é OCC? Organismos de Certificação Credenciado (Acreditado) pela CGCRE Conduzem e concedem a certificação de conformidade, com base em normas nacionais, regionais,

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº 00, DE XX DE XXXXX DE 2015.

MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº 00, DE XX DE XXXXX DE 2015. MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº 00, DE XX DE XXXXX DE 2015. O CONSELHO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: Art. 1 Aprovar as

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE

GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/05 GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 38/95, 77/98, 56/02,

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA

PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA PROCEDIMENTOS DE REALIZAÇÃO DO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO DE MATERIAIS DE FORNECEDORES NA COPASA 1 Solicitação de Abertura do Processo de Homologação 1.1 Os fornecedores interessados em ter seus materiais

Leia mais

ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1. INTRODUÇÃO Este documento contém a descrição dos procedimentos e critérios a serem adotados para avaliação, julgamento e classificação das propostas das licitantes

Leia mais

Universidade Paulista

Universidade Paulista Universidade Paulista Ciência da Computação Sistemas de Informação Gestão da Qualidade Principais pontos da NBR ISO/IEC 12207 - Tecnologia da Informação Processos de ciclo de vida de software Sergio Petersen

Leia mais

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015.

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000

GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL. Modelo da Série NBR ISO 9000 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL Modelo da Série NBR ISO 9000 Modelo da Série NBR ISO 9000 A Garantia da Qualidade requer uma ação coordenada de todo sistema produtivo da empresa, do fornecedor de insumos de

Leia mais

CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV CURSO: GESTÃO DE DATACENTER E COMPUTAÇÃO EM NUVEM 2013.2

CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV CURSO: GESTÃO DE DATACENTER E COMPUTAÇÃO EM NUVEM 2013.2 NÚMERO DE VAGAS: 25 (Vinte e Cinco) Vagas. PREVISÃO DE INÍCIO DAS AULAS 01 de Novembro de 2013 CENTRO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA VISCONDE DE CAIRU CEPPEV APRESENTAÇÃO / JUSTIFICATIVA A Fundação Visconde

Leia mais

Manual de Atividades Complementares

Manual de Atividades Complementares CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Manual de Atividades Complementares Belo Horizonte 1 Prezado(a) aluno(a): Este é o Manual de Atividades Complementar

Leia mais

GUIA DE AUDITORIA PARA OS EMPREENDEDORES

GUIA DE AUDITORIA PARA OS EMPREENDEDORES GUIA DE AUDITORIA PARA OS EMPREENDEDORES Março de 2014 www.aqua-hqe.com.br SUMÁRIO 1. Objetivos da auditoria 2. Definições e abreviações 2.1 Mandatário da auditoria 2.2 Auditado 2.3 Equipe de auditoria

Leia mais

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03

Procedimento Sistêmico N⁰ do procedimento: PS 03 1/ 5 Nº revisão Descrição da Revisão 00 Emissão do documento baseado nos requisitos da ISO 9001:2008 01 Adequação as normas ISO 14001:2004 e OHSAS 18001:2007, inclusão das auditorias de manutenção e alteração

Leia mais

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção

PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Palavra chave: certificacao, auditoria, organizacao, extensao, manutenção 1 de 16 1. OBJETIVO: Estabelecer a metodologia para a solicitação, extensão, manutenção e revalidação de certificados de conformidade. 2. APLICAÇÃO: Aplicável a todo processo de certificação, extensão

Leia mais

EDITAL. 1.3. Ter experiência como tutor ou professor de disciplina de EAD a distância.

EDITAL. 1.3. Ter experiência como tutor ou professor de disciplina de EAD a distância. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE INSTITUTO DE MATEMÁTICA Coordenação do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização a Distância, em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância EDITAL

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

Manual de Instruções do uso da Marca ABNT

Manual de Instruções do uso da Marca ABNT Pág. Nº 1/8 SUMÁRIO Histórico das revisões 1 Objetivo 2 Referências Normativas 3 Siglas 4 Marcas e certificados da ABNT Certificadora 5 Requisitos Gerais 6 Requisitos específicos para sistemas certificados

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL

GUIA DO CANDIDATO INSPETORES DE PINTURA INDUSTRIAL 1 de 9 1 OBJETIVO Fornecer as informações necessárias para a qualificação e certificação de Inspetores de Pintura Industrial níveis 1 e 2, segundo os critérios estabelecidos na norma ABNT NBR 15218 e demais

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE NORMAS ESPECÍFICAS DA FEA SÃO PAULO I Taxas 1. Não serão cobradas taxas nos processos seletivos dos programas de pós-graduação desta Faculdade. 2. Não será cobrada dos alunos especiais taxa de matrícula

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS

CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS CRITÉRIOS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS NORMA Nº: NIT-DICOR-004 APROVADA EM MAI/2013 Nº 01/06 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da Revisão

Leia mais

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍTICA DE TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO 1. Aplicação Esta política aplica-se a todos os colaboradores Técnico-administrativos, sejam vínculo CLT ou contrato de estágio. 2. Objetivo Estabelecer critérios

Leia mais