O CONSTRUIR BOLETIM INFORMATIVO - ANO 08 - Nº 93/JUNHO 2013

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1 SINDUSCON-PA Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará O CONSTRUIR BOLETIM INFORMATIVO - ANO 08 - Nº 93/JUNHO 2013 Lutfala Bitar: A trajetória de um ícone da construção civil Entrevista Em entrevista exclusiva ao informativo O Construir, Lutfala Bitar fala sobre os principias projetos em que atuou ao longo de meio século na construção civil no país.

2 EDITORIAL 2EDITORIAL SINDUSCON-PA Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará Com uma trajetória de cinquenta anos no mercado, o empresário Lutfala Bitar celebrou aniversário do último dia 21 e é tema de capa do informativo deste mês. A homenagem do Sinduscon-PA busca destacar a história de um dos maiores líderes da construção da civil na região, responsável por obras fundamentais para o estado, como grandes projetos de desenvolvimento no interior e a construção de símbolos da engenharia moderna, como o Estádio Olímpico do Pará. A edição traz também os bons resultados de venda no 9º Feirão da Caixa, que movimentou R$205 milhões em Belém. A capital paraense, aliás, é a cidade brasileira com o metro quadrado de novos imóveis mais barato do país, de acordo com recente pesquisa da revista Exame. Outra pauta de destaque no informativo é o 85º Enic, que está com inscrições abertas. O evento, que é o maior da América Latina dedicado ao debate da construção civil, ocorre de 2 a 4 de outubro, em Fortaleza, Ceará. Nossa equipe deseja uma boa leitura a todos! A Diretoria. Inscrições abertas para o Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2013 A edição 2013 do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social está com as inscrições abertas. Promovido pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da CBIC, o prêmio é aplicável aos projetos sociais desenvolvidos por entidades e empresas atuantes no setor da Indústria da Construção, no ano base de 2012 e anteriores. Entre seus principais objetivos, está o de fortalecer e estimular o desenvolvimento de ações sociais no setor da Indústria da Construção e do Mercado Imobiliário. Neste ano, além das categorias Empresa e Entidade haverá também a categoria Trabalhador Modelo, juntamente com a categoria Destaque Social, que visa agraciar o trabalhador do setor que tenha se destacado por seu desempenho e comprometimento no exercício de suas tarefas. Outras informações sobre o prêmio, bem como a ficha de inscrição, estão disponíveis no site da CBIC: EXPEDIENTE Sede Administrativa: Tv. Quintino Bocaiúva, 1588, 1 Andar, Nazaré Belém Central Belém: Av. Nazaré, 649 Nazaré - (91) Central Parauapebas: Rua 24 de março, 02 Rio Verde Central Marabá: Folha 26, Quadra 14 Lote 1, Sala Edifício Amazon Center - Nova Marabá Projeto Gráfico: Belle Époque Produtora/Gilvan Capistrano Edição: Belle Époque/Gil Sóter Redação: Gil Sóter/Gilvan Capistrano Fotos: Gil Sóter/Divulgação Diagramação: Fábio Beltrão Coordenação: Eliana Veloso Farias DIRETORIA Marcelo Gil Castelo Branco Presidente Fernando de Almeida Teixeira Vice-Presidente Manoel Pereira dos Santos Júnior Diretor de Obras Públicas de Edificações Luiz Pires Maia Júnior Diretor Adjunto de Obras Públicas de Edificações Lázaro Ferreira de Castro Diretor de Obras Públicas Rodoviárias Paulo Maurício Oliveira Sales Diretor Adjunto de Obras Públicas Rodoviárias Paulo Guilherme Cavalleiro de Macedo Diretor de Obras Públicas de Saneamento e Urbanismo Wagner Jaccoud Bitar Diretor de Obras e Serviços da Iniciativa Privada João Ricardo Domingues Lobo Diretor de Indústria Imobiliária Alex Dias Carvalho Diretor Adjunto de Indústria Imobiliária Fernando José Hoyos Bentes Diretor de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente Luiz Carlos Corrêa de Oliveira Diretor Adjunto de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente Paulo Henrique Domingues Lobo Diretor de Materiais de Construção Jorge Manoel Coutinho Ferreira Diretor Adjunto de Materiais de Construção Luiz Sérgio Campos Lisboa Diretor de Economia e Estatística Armando Câmara Uchôa Júnior Diretor Adjunto de Economia e Estatística Daniel de Oliveira Sobrinho Diretor do Setor Elétrico Oriovaldo Mateus Diretor Regional Sul do Pará Suplentes de Diretoria José Maria dos Reis Cardoso 1º Suplente Álvaro Gomes Tandaya Neto 2 Suplente Alexandre de Souza Coelho 3 Suplente Conselho Fiscal Lutfala de Castro Bitar Jefferson Rodrigues Brasil Antônio Clementino Rezende dos Santos Clóvis Acatauassú Freire Antônio Fernando Wanderley Moreira José Nicolau Netto Sabádo

3 9º Feirão da Caixa movimenta R$ 205 milhões em Belém O 9º Feirão da Casa Própria de Belém, promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF), movimentou R$ 205 milhões, entre contratos assinados e encaminhados, correspondendo a contratos. Durante os três dias do evento, de 14 a 16 de junho, cerca de 30 mil pessoas passaram pelo Hangar Centro de Convenções. No evento, foram oferecidos mais de 20 mil imóveis. Participaram dessa edição 33 construtoras, 17 imobiliárias e cinco parceiros institucionais, junto aos mais de 200 empregados da Caixa. A nossa avaliação é muito positiva. Temos um evento consolidado que, com certeza, é o maior evento imobiliário do Pará. O Feirão já entrou para o calendário da cidade, as empresas do ramo já planejam as suas estratégias para esse período, inclusive os seus lançamentos. Acredito que todos os parceiros que passaram por aqui agregaram valor ao Feirão, comentou Evandro Lima, superintendente regional da Caixa. Brasil O Feirão foi promovido em diversos locais do país e alcançou R$ 14 bilhões em negócios. Foram 407 mil visitantes nas 13 cidades que realizaram o evento. O resultado superou em 13,34% os negócios fechados em 2012, quando foram contabilizados R$ 12,2 bilhões. Os feirões foram realizados em São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Salvador (BA), Uberlândia (MG), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Recife (PE) e Campinas (SP). De acordo com o diretor executivo de Habitação da Caixa, Teotônio Rezende, o resultado do Feirão re- flete a oportunidade que o evento proporciona de reunir em um mesmo lugar ofertas nas condições de financiamento, diversas opções de imóveis, construtoras, imobiliárias e parceiros, afirma Rezende. Financiamento continua A rede de agências bancárias continua a atender as pessoas interessadas em financiar a casa própria, com as mesmas condições do Feirão. Este ano, quem contratar o financiamento imobiliário durante o período do Feirão poderá começar a pagar a primeira prestação em janeiro de A condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O site da Caixa oferece a possibilidade de realizar a Simulação do Crédito Imobiliário. Dessa forma, é possível ao comprador conhecer as melhores opções de negócio. O endereço eletrônico é www. caixa.gov.br. ACONTECEU ACONTECEU C 3

4 PESQUISA PESQUISA Belém tem o metro quadrado de novos imóveis mais barato do país De acordo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe/Exame), Belém tem o metro quadrado de novos imóveis mais barato entre as 63 cidades analisadas. O custo na capital paraense, em média, é de R$ Osasco é a segunda de menor custo, com R$3.928, seguida de Ribeirão Preto (R$2.951) e Vitória (R$4.800). Os números foram divulgados em junho. O desempenho da capital reflete uma tendência do Norte, que teve a segunda maior queda de preços do metro quadrado em maio, com recuo de -5,6%, atrás apenas do Sul, que teve queda de 5,12%. O Pará teve a segunda redução de preço mais expressiva da região, de acordo com a inflação oficial da construção civil (índice Nacional da Construção Civil Sinapi), registrado pelo IBGE. No estado, o valor caiu 5,91%. Apesar de ter apresentado um recuo expressivo, o metro quadrado da região Norte, que é de R$ 833,07, ainda está acima do valor médio nacional (R$ 826,34). ÍNDICE NACIONAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL No Pará, o valor do metro quadrado foi de R$ 802,56, contra R$ 863,93 do Tocantins, que obteve o maior reajuste (-2,89%) no período analisado. O Acre, segundo a pesquisa, tem o metro quadrado mais caro da região (R$ 906,39). Em todo o Brasil, o Sinapi apresentou variação de -5,12%, em maio, ficando 5,81% abaixo da taxa de abril (0,69%). O resultado do mês reflete a desoneração da folha de pagamentos de empresas do setor da construção civil, em vigor desde primeiro de abril deste ano. A desoneração foi regulamentada através da medida provisória nº 601, de 28 de dezembro de 2012, tratando do cálculo dos encargos sociais, que retirou os 20% relativos à contribuição previdenciária incidente na folha de pagamento. O custo nacional da construção por metro quadrado, que em abril fechou em R$ 870,97, em maio caiu para R$ 826,34, sendo R$ 460,08 relativos aos materiais e R$ 366,36 à mão de obra. LOCAL CUSTO MÉDIO M² REDUÇÃO EM MAIO BRASIL R$ 826,34-5,12 REGIÃO NORTE R$ 833,07-5,6 REGIÃO NORDESTE R$ 776,47-3,62 REGIÃO SUDESTE R$ 864,41-4,87 REGIÃO SUL R$ 833,81-5,12 Colaboração: José Roberto Marques Rodrigues C M Y M Y Y MY K 4

5 Lutfala Bitar: A trajetória de um ícone da construção civil Com cinquenta anos de atuação no setor da construção, o empresário Lutfala Bitar celebrou mais um ano de vida no último dia 21, e o Sinduscon-PA presta homenagem ao empresário, um dos maiores líderes da construção da civil no estado. Responsável por obras fundamentais para o Pará, ele atuou em grandes projetos de desenvolvimento no interior, até a construção de símbolos da engenharia moderna, como o Estádio Olímpico, o Mangueirão, além de edificações como a sede do Parlamento Latino-Americano, projeto de Oscar Niemeyer, na cidade de São Paulo. Termos contribuído fortemente na execução de grandes projetos na Amazônia é, sem dúvida, motivo de satisfação, comenta Bitar. Formado pela Universidade Federal do Pará, Lutfala Bitar passou uma temporada fora do estado, sobretudo em Minas Gerais. Regressou para Belém tempos depois, e destaca o orgulho que sente de ser paraense. Fui trabalhar fora e regressei nos anos 70. Embora eu seja paraense, me apeguei a outras culturas, fora do estado. No entanto, nada se compara à nossa terra, acrescenta. Principais obras Bitar fundou a Estacon em janeiro de 1969, na capital paraense. Como um dos pioneiros do setor na Região Norte, sente-se realizado por ter conseguido fazer da Estacon uma empresa com projeção nacional, realizando obras em quase todos os estados do país, sob as mais diferentes condições. No começo de suas atividades, a companhia atuava nas áreas de topografia, projetos geométricos e fundações. Seu nome está ligado à implantação de uma das primeiras minas em plena Amazônia, o Núcleo Urbano do Projeto da Mineração Rio do Norte (MRN) em Porto Trombetas, no município de Oriximiná. A cidade foi construída para acomodar os empregados da MRN e seus familiares, aproximadamente seis mil habitantes. Outra obra histórica da empresa está em Belém. O Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, totalmente coberto e com capacidade para quase 60 mil espectadores sentados, estrutura em concreto armado e dotado de pista oficial de atletismo. As dimensões de seu campo de futebol atendem às exigências da FIFA. O estádio está apto para sediar competições internacionais. É um dos mais bonitos e modernos do país, garante Bitar. Mais uma referência no portfólio da empresa é a sede do Parlamento Latino-Americano, projeto de Oscar Niemeyer, na cidade de São Paulo. A obra é constituída por um cilindro de concreto. Bitar enfatiza que esta obra exigiu que fosse realizado um complexo sistema de monitoramento de vibrações e deslocamentos, em função de sua proximidade com a linha do metrô ligada ao terminal da Barra Funda, que passa apenas três metros abaixo do nível da obra. Com tantas conquistas, Lutfala Bitar garante que ainda pretende alcançar muitas outras realizações. Homenagens Mesmo diante de todo reconhecimento que alcançou, Lutfala Bitar afirma que nunca imaginou que pudesse fazer sucesso no âmbito profissional em que atua. Vim para trabalhar e reunir o máximo de pessoas. Felizmente conseguimos alcançar o sucesso, destaca. Antônio Rezende, diretor presidente da Marko Engenharia, lembra que começou a carreira ao lado de Bitar. Tive o prazer e a honra de ter o meu primeiro emprego na Estacon. Por tudo que vi e aprendi, con- MATÉRIA DE CAPA MATÉRIA DE CAPA End.: ROD. PA-150 (ALÇA VIÁRIA) KM 2,5 S/N - MARITUBA/PA TEL/FAX.: (91) /

6 MATÉRIA DE CAPA MATÉRIA DE CAPA sidero o Lutfala um extraordinário homem que contribuiu e contribui de maneira ímpar para o engrandecimento da engenharia do Pará e do Brasil. Grande abraço amigo, que Deus te abençoe, declarou Rezende, também conselheiro fiscal do Sinduscon-PA. Marcelo Gil Castelo Branco, presidente do Sinduscon-PA Já para diversos companheiros de trabalho, Bitar é um exemplo de líder e ser humano. O doutor Lutfala Bitar não deve ser lembrado apenas como um ícone da engenharia paraense e sim como um grande exemplo de ser humano pela simplicidade, humildade e respeito que sempre dispensou aos seus colegas de profissão. Detentor de um admirável espírito de classe, ele tem sido um colaborador permanente do nosso sindicato, afirmou Marcelo Gil Castelo Branco, presidente do Sinduscon-PA, onde Lutfala tua como conselheiro fiscal. A Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Pará (Ademi-PA) também frisou a admiração ao profissional. O empresário Lutfala Bitar enche de orgulho o setor da construção civil paraense, que integra por cinco décadas, tendo a Estacon atingido posição de relevo no ranking das maiores empresas nacionais e prestado notável contribuição na formação dos quadros de engenheiros que se destacam na construção civil regional. Receba, Lutfala, os parabéns de todos os seus amigos da Ademi-PA, destacou Edson Guerreiro, membro da diretoria da associação. ENTREVISTA Lutfala Bitar, conselheiro fiscal do Sinduscon-PA Em entrevista exclusiva ao informativo O Construir, Lutfala Bitar fala sobre os principias projetos em que atuou ao longo de meio século na construção civil no país, destaca a satisfação de ter colaborado para o desenvolvimento da infraestrutura e engenharia do Brasil e do desejo de continuar alcançando conquistas na construção civil. Doutor, em meio século de atuação, enumere as principais obras e projetos em que o senhor trabalhou. Durante 44 anos de trabalhos contínuos e simultâneos em várias cidades do país, e também no exterior, por intermédio de nossa subsidiária Coterra, algumas obras ficaram na marca e no coração da Estacon de maneira permanente. 6

7 Fico ansioso ao citar algumas realizações, mas no Pará, nosso estádio, o Mangueirão é marca indelével de nossa existência, projetado por arquiteto paraense, o Alcyr Meira, e executado por engenheiros de nossa universidade, tocado pelo primeiro mestre de obras que tivemos desde 1969, o Haldone. Trabalhamos em muitas rodovias e vias urbanas em todo o território nacional e no Paraguai. Alguns trabalhos são referência da qualidade de nossos serviços como a pavimentação das Av. Almirante Barroso e Visconde de Souza Franco, em Belém, feitas na administração do Pref. Hélio Gueiros, um trabalho perfeito até os dias de hoje. Restauração de nosso patrimônio arquitetônico e histórico, como o Palácio Antonio Lemos, o Theatro da Paz, o Palácio da Justiça, o Palacete Pinho, a sede do Ministério Público Estadual, o Palácio Rio Negro, em Manaus e também a Fortaleza de Macapá. Em saneamento a macrodrenagem de Belém em consórcio com a Andrade Gutierrez. Estação elevatória e de tratamento de água bruta na capital. Estação de tratamento de água de Macapá, do 5º setor em Belém, de Parauapebas, de Castanhal e Jacarei, em São Paulo. Bases da Petrobrás em Brasília e Manaus e mais a unidade de desasfaltação em São José dos Campos. Processo de industrialização do ouro em Riacho dos Machados-MG, Currais Novos RN, projeto Maria Preta, Santa Luz-BA e Igarapé Bahia em Carajás. Parque Nacional Zoo-Botânico do Carajás (o simba-safari, como chamava o doutor Eliezer). Como obras portuárias importantes, cito o Porto de Tubarão em Vitória e as Docas de Macapá. Barragem de Aracati no Ceará, fábrica da Xerox e sede da Caixa Econômica Federal em Manaus. Algumas obras civis como o Palácio da Cultura em Boa Vista-RR, o Teatro das Bacabeiras, o belíssimo Fórum e o Tribunal de Contas em Macapá. A sede da Polícia Federal, o presídio da Papuda, o Departamento de Imprensa Nacional, a Embaixada da Costa do Marfim em Brasília e a Polícia Científica em São Paulo. Na infraestrutura e transporte, citaria o Centro de Operação da Ferrovia Carajás, obras do complexo Industrial Albrás e Alunorte em Barcarena, e também obras na fábrica de celulose da Bahia-Sul em Mucurí BA. A base aérea de Boa Vista, a estação de passageiros de trens urbanos de Belo Horizonte, o viaduto Mário Henrique Simonsen, ligando a Linha Vermelha à ponte Rio-Niterói. Há ainda o terminal rodoviário de Poços de Caldas, o edifício da Teleceará em Fortaleza e Centrais Telefônicas de Dourados e Cuiabá. Não posso deixar de lembrar a epopeia da construção da ponte Tancredo Neves sobre o rio Araguarí no Amapá, na companhia das pororocas, a ponte sobre o Rio Tacutú em Roraima e a ponte ferroviária sobre o Rio das Velhas. Não esqueço também a construção do Parlamento da América Latina, em São Paulo, projeto de Oscar Niemeyer, como também o Hospital Geral de Carapicuíba, Hospital Regional de Santo André, Hospital Municipal de M Boi Mirim, Hospital Geral de Ferraz de Vasconcelos, Hospital Municipal de São José dos Campos e obras ferroviárias para a Cia. Paulista de Trens Metropolitanos. Ainda em Belém, a sede da Sudam, Hospital Metropolitano, Hospital das Clínicas, Hospital Yutaka Takeda, em Carajás, o Hospital Geral de Porto Velho, Hospital de Ponta Porã e Pronto Socorro João XXIII em Belo Horizonte. MATÉRIA DE CAPA MATÉRIA DE CAPA 7

8 MATÉRIA DE CAPA MATÉRIA DE CAPA O laboratório Nacional do CNPQ em Petrópolis e o Laboratório Nacional do Ministério da Agricultura em São Leopoldo - MG e mais a sede da UEPA Embrapa em Aracajú e o imenso Centro de Apoio ao Romeiro em Aparecida - SP. Clubes da Aeronáutica e dos Servidores Públicos em Brasília e não podíamos esquecer nossa efetiva presença na construção do campus da Universidade Federal do Pará, obra do inesquecível Reitor José Rodrigues da Silveira Netto. Participamos também da construção dos núcleos urbanos de Carajás e Barcarena e também da sede do Tribunal de Justiça do Trabalho da 8ª. Região (nossa primeira obra importante, ainda nos idos de 1969, tendo como presidente do Tribunal o doutor Aloysio Chaves). Talvez tenha conseguido enumerar um bom percentual das obras mais importantes nesses nossos anos de intenso trabalho, mas gostaria de finalizar citando importantes trabalhos na área de energia, como a termelétrica do Tapanã, em Belém e as usinas hidrelétricas de Porto Estrela (112 MW), de Cachoeira do Emboque (22 MW), de Muniz Freire (25 MW) e dos Macacos (6.2 MW), todas em Minas. Na Bahia construímos a hidrelétrica Pedra do Cavalo (160 MW). Como o senhor avalia 50 anos dedicados ao desenvolvimento da infraestrutura e engenharia? A infraestrutura no Brasil experimentou excepcional desenvolvimento a partir do final dos anos 50, com os grandes projetos do governo JK, despertando em muitos jovens, o interesse pela engenharia, não apenas pela oportunidade de trabalho, mas principalmente pelo reconhecimento profissional à reboque da importância social desse tipo de obra para a sociedade. Foi nesse contexto que iniciei meus estudos em engenharia, optando, posteriormente, pelo segmento de obras de infraestrutura, trilhado ao longo desses 54 anos de trabalho. Após um período como repórter no jornal A Província do Pará, relembro que, por indicação do Ruy Meira, com quem estagiava, iniciei minha vida de engenheiro trabalhando na empresa do saudoso Rui Almeida, no desafio diuturno da construção da rodovia Belém-Brasília e, posteriormente, com Efraim Bentes, dei presença profissional no sistema viário de Belém, ainda na administração Lopo de Castro, sendo que, a mesma empresa do Efraim me transferiu para São Luis-MA, onde chefiei as obras da barragem de terra do Reservatório Batatã em contrato com o DNOS. Por conta própria, fui para Belo Horizonte como engenheiro do DNOS para as obras do Sistema Adutor do Rio das Velhas. Ainda em BH fiz minha incursão no mercado imobiliário, construindo os edifícios Rosana Bitar e Marcelo Costa, firmes e fortes até hoje. Retornei a Belém para trabalhar na execução do emissário, redes e lançamento in natura com gradeamento dos esgotos sanitários de Belém, durante a administração do governador Alacid Nunes. É um componente de grande alegria ver o resultado do seu trabalho transformar o relevo e a geografia urbana e rural, para criar novas rodovias, aeroportos, usinas hidrelétricas, estações de tratamento de água, estádios de futebol, etc, proporcionando melhor qualidade de vida para a população. Diante dessa trajetória de vanguarda, quais os seus planos profissionais futuros no setor da construção? Todo plano de futuro está atrelado a uma vontade e uma expectativa de realização. Atualmente os nossos planos profissionais dependem de vários fatores, em especial, da taxa de crescimento do desenvolvimento econômico do país, que normalmente gera a necessidade de novos investimentos nos setores vitais da economia, como transporte, saúde, segurança, que por sua vez dependem de obras de infraestrutura, visando a redução das desigualdades econômicas e sociais desse nosso imenso Brasil. Esperamos que o grande apelo popular que temos visto recentemente, encontre eco no nível de investimentos nesses setores. 8

9 Fortaleza recebe o maior evento da Construção Civil da América Latina O maior evento da Construção Civil da América Latina será realizado de 2 a 4 de outubro, em Fortaleza, capital do Ceará. O 85º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), evento anual da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), entidade que representa nacionalmente todos os segmentos da construção, reúne toda a cadeia do segmento para discutir e interagir os caminhos do setor. Com o lema O futuro que vamos construir juntos, a iniciativa irá reunir no Centro de Eventos do Ceará autoridades, empresários, técnicos, agentes financeiros e políticos, somando mais de participantes. A realização é do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará. Na ocasião, serão abordados temas ligados às comissões de relações trabalhistas, imobiliária, obras públicas, privatizações e concessões, materiais, tecnologia, qualidade e produtividade, meio ambiente, ação social e cidadania, entre outros. Juntos, vamos debater propostas, buscar soluções para entraves e difundir experiências comuns entre os que fazem a indústria da construção civil no Brasil, comenta o presidente do Sinduscon-CE, Roberto Sérgio Ferreira. Prêmio CBIC O Prêmio CBIC de Responsabilidade Social 2013, promovido pelo Fórum de Ação Social e Cidadania da Câmara Brasileira Indústria Construção, será entregue durante o 85º Enic. O prêmio é realizado entre o segmento da construção civil em todo país e visa estimular e fortalecer o desenvolvimento de ações sociais. Turismo Quem participar do 85º Enic, também vai poder desfrutar das melhores atrações turísticas e culturais do Ceará. No roteiro da programação social do evento está agendada a Noite com Mariscos, dia 3 de outubro, acompanhada de música e show de humor. Como Fortaleza tem um grande fluxo turístico, é importante que as reservas de hospedagem sejam feitas com antecedência. Acesse a aba Reservas no site Os acompanhantes dos congressistas também terão uma programação especial. Um sistema de transporte de ônibus estará disponível para os que desejarem realizar visitas a lugares históricos, polos artesanais e à orla da capital. Os passeios serão conduzidos por guias turísticos. Para ter acesso à programação especial dos acompanhantes, solicite informações através da aba Contatos no site Inscrições As inscrições podem ser feitas pelo site e estarão disponíveis pela internet até 30 de setembro. EVENTO EVENTO 9

10 ANÁLISE JURÍDICA ANÁLISE JURÍDICA Estágio forma, critérios e cuidados para sua formalização O estágio proporciona a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos pelos acadêmicos em instituições de ensino público ou particular, de educação superior, de educação profissional, do ensino médio e de educação especial, de forma a possibilitar maior entendimento e assimilação das informações recebidas ao longo do curso prestado. No entanto, a empresa precisa estar atenta para as regras do estágio. Existe a determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso, o estágio poderá ser: obrigatório: é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma, e não obrigatório: é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino. A Lei /2008 ampliou os direitos aos estagiários como férias remuneradas de 30 dias (quando do recesso escolar) ou proporcional, se o contrato de estágio for menor que um ano, valetransporte, jornada de trabalho reduzida, reserva de percentual para estagiários portadores de deficiência, entre outros. A empresa deve obedecer alguns critérios para a formalização do contrato de estágio, e neste sentido este só poderá ser estabelecido com o estagiário (aluno) desde que haja: 1) matrícula e frequência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; 2) celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; 3) compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso; 4) orientação e supervisão de funcionário do quadro de pessoal da parte cedente, o qual deve ter formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário; 5) contratação de estagiários diretamente relacionada (proporcional) ao número de empregados da empresa. O empregador deverá estar atento aos critérios legais e a quantidade de estagiários contratados em relação ao quadro da área ou da empresa, assim nas atribuições definidas ao estagiário, para que não haja a confusão entre este e os funcionários efetivos. Alex Brandão (Assessor Jurídico do Sinduscon-PA) 10

11 PROJETO CONSTRUIR A Central de Serviços do Sinduscon-PA promoveu, nos dias 18 e 19 de junho, o curso Trabalho em altura NR-35. A NR-35 estabelece requisitos para o trabalho em altura, aquele executado acima de dois metros do nível inferior, onde haja risco de queda. A norma entrou em vigor em 2012, mas o capítulo que torna obrigatório a capacitação e treinamento de profissionais passou a ser válido somente em 27 de março deste ano. Promover a capacitação dos funcionários que irão trabalhar em altura é fundamental para resguardar a integridade física dos mesmos, destaca Deivison Guerreiro, que ministrou o curso, coordenado por Jorge Machado, engenheiro de segurança do trabalho do Sinduscon-PA. O treinamento deve ser periódico bienal e sempre que ocorrer situações como mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho; retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias; e mudança de empresa. Ao término do treinamento, deve ser emitido certificado, entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa, consignando o treinamento no registro do empregado. Com duração de oito horas, o curso abor- PROJETO CONSTRUIR Trabalho em altura N-35 é tema de curso dou tópicos como normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; análise de risco e condições impeditivas; riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle; equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso; acidentes típicos em trabalhos em altura; condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. CALENDÁRIO julho BELÉM CURSOS Segurança em Instalações e Serviços com eletricidade- NR 10 CARGA HORÁRIA 40 INSTRUTOR Geraldo Cunha HORÁRIO 18h às 22h Inscrições e informações Central de Serviços Projeto Construir Grande Belém Avenida Nazaré,

12 Boletim Econômico Análise Econômica Junho de Por José Roberto Marques Rodrigues (Assessor Econômico do Sinduscon-PA) Conjuntura Tributos onerosos, poucas linhas de crédito e falta de mão de obra qualificada estão no topo da lista das dificuldades das pequenas e médias indústrias para alcançar índices maiores de crescimento. Empresários ouvidos pelo Valor reclamam também dos custos que incidem sobre a folha de pagamento e da falta de infraestrutura logística para a distribuição de mercadorias. Em busca de solucionar tais entraves, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou, em junho, um conjunto de objetivos para os próximos 10 anos, em áreas como tributação, participação de mercado e financiamento. Um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento das pequenas empresas é a elevada carga tributária e a burocracia, diz Carlos Eduardo Abijaodi, diretor da CNI. O sistema do Simples Nacional, por exemplo, deveria ter um mecanismo que tornasse menos dramática a transição do pequeno negócio para a contribuição normal. A entidade estima um aumento de 34%, na tributação federal, quando a indústria cresce e precisa abandonar o emprego A economia paraense perdeu 45 postos formais de trabalho em maio de 2013, diferente do mês de maio de 2012 quando foram criadas vagas. No ano, até o mês de maio foram criadas vagas celetistas, inferior em 72% às vagas do mesmo período do ano passado, quando foram abertas postos. O resultado é o pior para o mês da série histórica disponível sem ajuste sazonal, ou seja, sem considerar os dados enviados pelas empresas fora do prazo. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O saldo líquido de maio ficou muito abaixo do piso das projeções da Assessoria Econômica do Sinduscon que esperava criação de postos no mês. À exceção do mês de fevereiro, quando foram abertas vagas formais, os demais meses de 2013 mostram fraco regime simplificado. Entre as propostas da CNI até 2022 está uma estrutura tributária enxuta, para acelerar a competitividade. O plano é zerar a cumulatividade dos tributos. Outro projeto é engordar a parcela dos manufaturados brasileiros no mercado mundial, de 1,7% para 2,2%, no mesmo período. A CNI defende ainda a disponibilidade de mais recursos para investimentos. O Brasil deve aumentar a participação de recursos de terceiros no financiamento do investimento das empresas de 34%, em 2012, para 50%, em 2022, registra o Mapa Estratégico da Indústria Segundo Eduardo Silva, sócio do grupo FBM, que faz consultoria de gestão para pequenas e médias empresas, a área de manufatura sente a falta do apoio do governo, com mais linhas de crédito e flexibilidade nas relações trabalhistas. Para Milton Bogus, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ainda há pouca informação sobre as linhas de financiamento disponíveis. desempenho do mercado de trabalho paraense em As comparações são pela série sem ajuste sazonal, que não considera as declarações de admissões e demissões entregues fora do prazo. A construção civil do país, fechou 1,9 mil vagas em maio deste ano, ante criação de 14,9 mil postos no mesmo mês de Esse desempenho, de acordo com o MTE, pode ser atribuído, em parte, ao encerramento de parte das obras ligadas à Copa do Mundo. No Pará, que não teve obras do evento citado, a criação de empregos na Construção Civil no ano é expressiva, 4.739, 136% maior que a registrada nos setores de Serviços e Industriais de Utilidade Pública (1.066 e 660 respectivamente). Os demais setores fecharam postos de trabalho em maio. ÍNDICES 12 Índices do mês - Maio de 2013 Índice Mês Ano 12 Meses Fonte % % % C.U.B 0,15 0,43 6,51 (1) Sinapi (*) -5,91-5,49-0,46 (2) INCC-DI 2,25 4,82 7,56 (3) INCC-M 1,24 3,59 7,21 (3) Pavimentação 0,19 3,90 8,2 (3) Terraplenagem 0,27 3,48 7,11 (3) INPC 0,35 3,01 6,95 (2) IPCA 0,37 2,88 6,5 (2) IGP-M 0,004 0,98 6,21 (3) Fonte: (1) Sinduscon/PA; (2) IBGE, (3) FGV. (*) Sinapi/PA C.U.B de maio de 2013 R$ 945,93 Projeto Custo R$/m2 Projeto Custo R$/m2 R - 1B 961,37 R16 - A 1.212,20 PP - 4B 916,74 CAL - 8N 1.095,50 R - 8B 875,42 CSL - 8N 948,15 PIS - B 649,06 CSL - 16N 1.269,61 R1 - N 1.123,27 CAL - 8A 1.171,67 PP - 4N 1.064,20 CSL - 8A 1.030,64 R8 - N 945,93 CSL - 16A 1.378,22 R16 - N 916,92 RP1Q 953,15 R1 - A 1.404,12 GI 550,70 R 16 A 1.154,19 Variação de Maio em relação a Abril: 0,15

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