Redes Físicas de Acesso em Banda Larga

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1 Redes Físicas de Acesso em Banda Larga Prof. Rafael Guimarães Redes de Alta Velocidade Tópico 5 - Aula 1 Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 1 / 58

2 Sumário Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 2 / 58

3 Motivação Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 3 / 58

4 Motivação Motivação Motivação Com a crescente demanda por serviços de Internet, a tecnologia das conexões pelo sistema de discagem mostrava sinais de desgaste, apresentando limitações graves ao desenvolvimento do mundo online. Velocidade extremamente limitada, quedas constantes de conexão e a impossibilidade de se utilizar o telefone para fazer ligações são algumas das piores lembranças desses tempos. Eliminar esses problemas, sem precisar criar novas redes de telecomunicação é a grande vantagem do xdsl, uma das tecnologias de banda larga mais utilizadas atualmente. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 4 / 58

5 Objetivos Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 5 / 58

6 Objetivos Objetivos Objetivos Estudar a família xdsl Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 6 / 58

7 Introdução Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 7 / 58

8 Introdução Introdução Quando a internet começou a se popularizar, a maioria das pessoas usava conexões dial up, conhecidas como conexões discadas no Brasil. Para isso, era necessário conectar o computador a um modem e este, por sua vez, a uma linha telefônica. Em seguida, o usuário tinha que utilizar um programa específico para discar ao número de um provedor de forma a estabelecer a conexão. O problema é que conexões discadas oferecem muitas desvantagens São lentas - por padrão, suportam até 56 Kb/s (kilobits por segundo); Deixam a linha telefônica ocupada; Estão sujeitas à tarifação convencional por minuto de uso e podem apresentar instabilidade, fazendo com que uma nova conexão tenha que ser estabelecida de tempos em tempos. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 8 / 58

9 Introdução Introdução A tecnologia xdsl pode ser utilizada para oferecer imediatamente os acessos de alta velocidade para a população dos centros urbanos. Esta solução permite criar serviços ofertados a preços competitivos por meio do acesso físico em fiação de telefonia. ADSL facilita a expansão da distribuição das companhias telefônicas, fisicamente levando os serviços mais perto da demanda do consumidor. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 9 / 58

10 Introdução Introdução O acesso em alta velocidade estende o alcance das redes de fibra em direção à célula residencial, em que ocorrerá a distribuição fina por intermédio da fiação convencional em cobre ou fibra. O termo DSL vem de Digital Subscriber Line e designa uma família de modems que tem objetivo de estender a capacidade de transmissão pelos pares metálicos telefônicos. É uma tecnologia que permite que dados, voz e vídeo sejam misturados e transportados por linhas telefônicas analógicas (cobre) padrão. É possível pela utilização de frequências não usadas que estão disponíveis numa linha telefônicas (acima de 4kHz). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 10 / 58

11 Introdução Redes xdsl Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 11 / 58

12 Introdução Redes xdsl Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 12 / 58

13 Introdução Introdução O DSL é uma tecnologia de sempre conectado ou sempre ligado. Isso significa que, diferentemente do ISDN e do serviço de modem analógico convencional, que são chaveados por circuito, você não precisa discar para um provedor de serviço e estabelecer um conexão. Além disso, conexões DSL são ligações dedicadas ponto-a-ponto. Isto é um contraste com o serviço de modem a cabo, que é baseada em barramento e envolve assinantes múltiplos compartilhando a largura de banda do canal. Já que a largura de banda do canal não é compartilhada, o DSL oferece melhor segurança e largura de banda dedicada entre a estação de chaveamento da companhia e o cliente. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 13 / 58

14 Introdução Introdução Outra característica do DSL é que ele mantém o tráfego de dados separado da rede de voz As ligações de voz são segregadas do tráfego de dados por um divisor de linha e direcionadas para o chaveador de voz da companhia telefônica para transmissão pela PSTN. Sinais de dados, contudo, são agregados por um multiplexador de acesso DSL (DSLAM) que alimenta diretamente um chaveador de dados para transmissão pela rede tronco de dados. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 14 / 58

15 Introdução Redes xdsl Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 15 / 58

16 Introdução Introdução O DSL é comumente escrito com um x inicial (xdsl) para coletivamente representar a família das tecnologias de linha digital por assinatura. Atualmente, há nove delas, que variam alfabeticamente de DSL assimétrico (ADSL) a DSL de altíssima velocidade (VDSL). Todas formas de DSL são baseadas na mesma tecnologia, o que vai mudar é a forma como os dados são transmitidos, de forma simétrica ou assimétrica. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 16 / 58

17 Características Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 17 / 58

18 Características Funcionamento A grande vantagem do xdsl em relação às demais tecnologias de conexão por banda larga é aproveitar dos mesmos fios de cobre trançados utilizados por linhas telefônicas digitais comuns. Dessa forma, o sistema abrange uma imensa área de cobertura e dispensa o processo de passagem de novos fios pela parede. Durante uma ligação comum, a conexão entre o assinante e a central telefônica utiliza frequências que variam entre 300 e 3400 Hz para a transmissão dos sinais de voz. A tecnologia das conexões discadas funciona utilizando estas mesmas frequências, o que explica a impossibilidade de fazer e receber ligações enquanto se utiliza a Internet. A utilização do espectro livre, isto é, da parte não utilizada para POTS, geralmente é feita com a técnica FDM (Multiplexação por Divisão de Frequência) ou com a técnica de Echo Cancellation (Cancelamento de Eco). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 18 / 58

19 Características Funcionamento Com o FDM, parte do espectro livre é destinada ao envio de dados (upstream) e outra ao recebimento de dados (downstream), sendo esta última maior e dividida em canais menores mais e menos rápidos para melhor desempenho. Já com o Echo Cancellation, as partes para upstream e downstream se sobrepõem no espectro, mas o uso de cancelamento de eco, procedimento que remove a distorção do sinal durante a transmissão a partir de cálculos de subtração, consegue separá-las. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 19 / 58

20 Características Funcionamento As técnicas digitais de processamento de sinais utilizadas pela tecnologia xdsl permitem a utilização de frequências entre 4000 Hz até Hz, que evitam o surgimento de interferências com a faixa utilizada para a transmissão de voz. Para fazer essa divisão de frequências, é necessária somente a instalação de um filtro de linha, responsável por separar os sinais que vão para o telefone e aqueles destinados ao computador. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 20 / 58

21 Características Características de Transmissão Dependendo da variante específica usada e da direção da transmissão (fluxo de saída ou entrada) as taxas de transmissão DSL variam de 128 Kbps a 53 Mbps. Essas taxas são uma função da distância do site do cliente à estação de chaveamento. Quanto maior a distância, menor a taxa de dados Maior cabo, maior atenuação; Maior frequência, maior atenuação; Resultando em distâncias máximas de 5 Km. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 21 / 58

22 Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 22 / 58

23 Características de Transmissão Há vários tipos de DSL e podem ser divididos basicamente em três tipos: O DSL simétrico: que transmite a mesma taxa de bits tanto no sentido do usuário para a rede (upstream) quanto no sentido da rede para o usuário (downstream). High Data Rate Digital Subscriber Line (HDSL); Symetric Digital Subscriber Line (SDSL); Symetric High Bit Rate Digital Subscriber Line (SHDSL). O DSL assimétrico: que transmite a taxa de downstream maior que a taxa de upstream Asymetric Digital Subscriber Line (ADSL); Asymetric Digital Subscriber Line 2 (ADSL2); Asymetric Digital Subscriber Line 2+ (ADSL2+). O DSL simétrico e assimétrico: que pode transmitir nos dois modos Very High Bit Rate Digital Subscriber Line (VDSL). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 23 / 58

24 Taxas de Transmissão Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 24 / 58

25 DSL Simétrico Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 25 / 58

26 DSL Simétrico DSL Simétrico O HDSL possibilita comunicação simétrica a taxa de 1,544 Mbps, utilizando dois pares de cobre, e a taxa de 2048 Mbps com três pares de cobre. Atinge distâncias de até quatros quilômetros. O SDSL é uma versão do HDSL que opera nas mesmas taxas do HDSL, mas requer somente um par metálico, atingindo distâncias máximas de 3,4 quilômetros. O G.SHDSL é a mais nova versão do SDSL e suporta taxas de até 2,3 Mbps e distâncias de 6,6 quilômetros. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 26 / 58

27 Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 27 / 58

28 A tecnologia DSL somente cresceu e expandiu com o desenvolvimento do ADSL que atendeu às necessidades dos usuários tanto em termos de custo quanto em termos de largura de banda para web browsing. O ADSL utiliza duas faixas de frequência separadas, um para comunicação upstream e outra para comunicação downstream. No ADSL padrão, a faixa de 25,875 khz até 138 khz é usada para upstream enquanto a faixa de 138 khz até 1104 khz é usada para downstream. O sinal de voz PSTN fica na faixa de 0 a 4 khz e é separado da parte de dados através de um dispositivo denominado slitter. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 28 / 58

29 Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 29 / 58

30 Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 30 / 58

31 ADSL O ADSL (Asymetric DSL) é a forma mais conhecida da tecnologia DSL, sendo utilizada predominantemente para acesso banda larga via Internet. No ADSL os dados são transmitidos de forma assimétrica. A taxa de transmissão na direção do assinante é maior (até 8 Mbit/s) do que no sentido contrário (até 640 kbit/s). Esta assimetria corresponde ao encontrado em serviços de banda larga como a Internet. Com o ADSL o mesmo par de fios de cobre pode ser utilizado simultaneamente como linha telefônica e como acesso banda larga a Internet descongestionando as centrais telefônicas e a linha do assinante. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 31 / 58

32 Modulação Como as tecnologias DSL são sistemas de transmissão e recebimento de dados que utilizam meios analógicos, faz-se necessário o uso de modulação, processo que, em poucas palavras, transforma dados e voz em sinais para tráfego em ondas de radiofrequência. Para este fim, o ADSL conta, essencialmente, com duas técnicas: a mais antiga é chamada de CAP (Carrierless Amplitude/Phase); a mais atual e mais utilizada comercialmente é denominada DMT (Discrete Multitone). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 32 / 58

33 Modulação CAP A modulação CAP, que normalmente utiliza a técnica FDM, divide a linha telefônica em três partes: Uma que corresponde às chamadas de voz; Outra que é destinada ao envio de dados (upstream); E uma terceira que é reservada ao recebimento de dados (downstream), sendo que as duas últimas formam a conexão à internet em si. Por padrão, a faixa de voz vai de 0 a 4 KHz (4000 Hz), enquanto que o upload fica com a parte entre 25 e 160 KHz. A faixa do download, por sua vez, ocupa a maior faixa, começando em 240 KHz e chegando, no máximo, até a KHz (normalmente indo até KHz). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 33 / 58

34 Modulação CAP Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 34 / 58

35 Modulação DMT A modulação DMT é a mais utilizada, podendo usar tanto a técnica FDM quanto a técnica de Cancelamento de Eco. Nela, a linha telefônica também é usada tanto para voz quanto para dados, com a diferença de a faixa de frequência - de 0 a KHz, aproximadamente - ser dividida em até 256 canais, cada uma com largura de 4 KHz e espaçamento entre elas de 4,3125 KHz. A parte inicial desta divisão - os seis primeiros canais, normalmente- é destinada para chamadas de voz, ficando também um grupo responsável pelo upstream (geralmente, os canais de 6 a 30) e outro, maior, pelo downstream. No entanto, havendo uso de Cancelamento de Eco, os canais de upstream também podem ser utilizados para downstream. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 35 / 58

36 Modulação DMT A técnica DMT ganhou preferência no mercado por oferecer melhor desempenho e maior resistência a ruídos (interferências) na transmissão. Um dos motivos para isso é o fato de cada canal ser monitorado. Os canais que estiverem, por algum motivo, operando com baixa qualidade, perdem prioridade na transmissão do sinal, trabalhando com menor quantidade de bits que os canais em melhor situação. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 36 / 58

37 Modulação DMT Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 37 / 58

38 Modems ADSL Em um acesso à internet via ADSL, a linha telefônica é, na verdade, apenas um meio de comunicação formado por um par de fios metálicos. A conexão em si acaba ocorrendo graças aos equipamentos utilizados tanto do lado do cliente (que solicita a conexão), quanto do lado do provedor (que estabelece a conexão). No lado do cliente, um aparelho popularmente conhecido como modem ADSL é conectado aos fios de uma linha telefônica existente. Tecnicamente, sua denominação é ATU-R (ADSL Terminal Unit - Remote, algo como Unidade Terminal ADSL - Remoto ). Esta conexão, por sua vez, não raramente é intermediada por um microfiltro de nome splitter, que tem a função de criar um canal para a ligação com o modem e outro canal para a comunicação com o aparelho telefônico. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 38 / 58

39 ADSL Modem Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 39 / 58

40 DSLAM Na ponta oposta da conexão está uma central telefônica (ou equivalente). Nela, o sinal de cada linha telefônica é separado com a ajuda de splitters, de forma que o que é voz seja enviado a uma rede PSTN que trata deste tipo de comunicação e o que são dados sigam para um equipamento denominado DSLAM (Digital Subscriber Line Access Multiplexer). Se o modem na residência ou escritório do usuário faz o papel de ATU-R, o DSLAM assume o lado oposto, sendo o ATU-C (ADSL Terminal Unit - Central, algo como Unidade Terminal ADSL - Central ). Cabe a este equipamento concentrar os sinais digitais de várias linhas telefônicas (que atendem a um bairro, por exemplo) como se estas fossem uma só para conectá-las a um link de acesso à internet. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 40 / 58

41 DSLAM Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 41 / 58

42 DSLAM Cada DSLAM precisa se comunicar com um BRAS (Broadband Remote Access Server). Este equipamento tem entre as suas funções concentrar as conexões oriundas de uma ou mais DSLAMs e alocar endereços IP para cada linha que faz parte da rede. Tipicamente, a comunicação entre DSLAM e BRAS é via conexão ATM ou por tecnologia Ethernet. O DSLAM não divide a velocidade do acesso entre as linhas. Em outras palavras, o acréscimo de uma conexão não afeta a velocidade das demais. Por outro lado, cada DSLAM - assim como cada BRAS - possui um limite para o número de conexões, sendo necessário aumentar a infraestrutura da rede para ampliar o número de usuários. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 42 / 58

43 Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 43 / 58

44 Introdução O uso da tecnologia ADSL para prover serviços de acesso Banda Larga à Internet tem se difundido bastante, tanto no Brasil como no restante do mundo, para taxas de bits de até 2 Mbit/s. A experiência adquirida no uso do ADSL levou ao desenvolvimento do conjunto de padrões ADSL2 e ADSL2+, que permitem alcançar taxas de bits superiores a 10 Mbit/s, com novas funcionalidades e interface mais amigável para o usuário final. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 44 / 58

45 ADSL2 O ADSL2 (ITU G e G.992.4) apresenta novas características e funcionalidades que têm o objetivo de melhorar o desempenho e a interoperabilidade, e adiciona suporte para novas aplicações e serviços, e para novas formas de implementação dos serviços. Este padrão tem praticamente os mesmos princípios do ADSL, mas foi otimizado em vários aspectos: a modulação, por exemplo, é mais eficiente. O ADSL2 consegue melhorar o fluxo de dados trabalhando com cabeçalhos para sinalização com tamanho de 4 KB, sendo que no ADSL este parâmetro é fixado em 32 KB; Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 45 / 58

46 ADSL2 Existe ainda a possibilidade de uso da tecnologia IMA (Inverse Multiplexing for ATM), que permite o aumento da capacidade de tráfego com o acréscimo de uma ou mais linhas à conexão. Podem-se destacar também as melhorias na taxa de bits e na distancia do enlace, o ajuste adaptativo de taxa de bits, as novas facilidades de diagnóstico, e a nova modalidade stand-by para o controle do uso de energia. Estas e outras características fazem com que esta versão consiga atingir até 12 Mb/s no downstream mantendo o upstream em até 1 Mb/s. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 46 / 58

47 ADSL2 Outros dos fatores que contribuem para o aspecto da velocidade são o uso de uma técnica de canalização, que permite a utilização de canais distintos da conexão para uso exclusivo de uma aplicação e a constante supervisão da comunicação, que ajusta as taxas de transmissão para evitar erros e perda de pacotes de dados. O ADSL2 também se destaca por possuir melhor gerenciamento de potência, gerando economia de energia. Neste sentido, conexões do tipo podem contar com três modos de operação, podendo alternar entre eles automaticamente: Modo L0 (Full On): neste, a conexão funciona à sua totalidade; Modo L2 (Low Power): aqui, o nível de energia diminui, deixando a transmissão mais lenta. Útil para quando o usuário está baixando dados em quantidades pequenas; Modo L3 (Idle): este modo funciona como uma espécie de descanso - a conexão permanece ativa, mas não transmite dados. No ADSL2 são utilizados 256 tons de modulação DMT, sendo 1,1 MHz a máxima frequência de downstream. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 47 / 58

48 ADSL2+ O ADSL2+ (ITU G.992.5) duplica a largura da banda usada para a transmissão de dados downstream, duplicando também as taxas de bits downstream, e conseguindo taxas de até 20 Mbit/s em linhas telefônicas com distâncias de até 1,5 km. As soluções que usam o ADSL2+ geralmente são do tipo multimodo, ou seja, permitem operação conjunta, na mesma infra-estrutura, do ADSL, do ADSL2, e também dos Chipsets ADSL2+. O ADSL2+ permite que os prestadores de serviço possam evoluir suas redes para suportar serviços avançados, tais como as aplicações de Vídeo, de forma flexível, permitindo que uma única solução possa atender tanto os serviços em enlaces curtos (mais próximos da estação telefônica) como os serviços em enlaces longos (mais distantes da estação telefônica). Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 48 / 58

49 ADSL2+ Além disso, o ADSL2+ inclui todos os benefícios das características e do desempenho de ADSL2, ao mesmo tempo em que pode operar com os equipamentos legados da versão ADSL. Desta forma, os prestadores de serviço podem oferecer a nova tecnologia ADSL2+ nas suas redes sem ter que atualizar os equipamentos existentes, permitindo uma transição gradual para serviços avançados. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 49 / 58

50 DSL simétrico e assimétrico Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 50 / 58

51 DSL simétrico e assimétrico VDSL A conexão VDSL (Very-high-bit-rate Digital Subscriber Line ou Linha Telefônica Digital com Taxa de bit muito alta) é outro tipo popular de conexão de Internet DSL (Digital Subscriber Line ou Linha Telefônica Digital). Como seu nome sugere, ela permite uma taxa de transferência mais alta que a da conexão ADSL. Diferentemente da ADSL, a conexão VDSL também permite a transmissão de sinais de TV e, portanto, para o usuário final, a VDSL é mais semelhante (e compete com) ao sistema de TV a cabo. Outra característica que aproxima este sistema do sistema de TV a cabo é o uso de fibras ópticas na parte externa do prédio do provedor de serviços, como veremos. No Brasil, o VDSL é usado por empresas como a GVT. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 51 / 58

52 DSL simétrico e assimétrico VDSL Nas tecnologias DSL, o fator limitante da velocidade é o comprimento e a qualidade dos cabos usados pela companhia telefônica, já que elas usam cabos telefônicos convencionais. A tecnologia VDSL soluciona este problema através da redução do comprimento do cabo, instalando um nó óptico próximo à casa do usuário; a conexão entre esse nó e a casa do usuário é realizada usando cabos telefônicos padrão. Esta é a mesma ideia utilizada pela TV a cabo, com a diferença de que a TV a cabo usa cabos coaxiais em vez de cabos telefônicos. O VDSL vai um passo à frente e permite que o nó óptico seja instalado mais próximo ao ponto de instalação do usuário, encurtando os cabos telefônicos ainda mais, o que permite taxas de velocidade mais altas. O VDSL permite, inclusive, que as fibras ópticas sejam entregues diretamente na casa do usuário. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 52 / 58

53 DSL simétrico e assimétrico VDSL Dependendo de onde o nó óptico esteja localizado, a rede VDSL pode ser classificada como FTTN (Fiber To The Node ou da Fibra para o Nó): o nó óptico é instalado no bairro do usuário, semelhante ao que ocorre com a TV a cabo. FTTC (Fiber To The Curb ou da Fibra para a Calçada): o nó óptico vai até a parte externa (calçada) do prédio do usuário prédio do usuário. FTTB (Fiber To The Building ou da Fibra para o Prédio): as fibras ópticas entram no prédio do usuário, mas um cabo de cobre é utilizado para conectar o nó óptico ao apartamento do usuário. /li FTTH (Fiber To The Home ou da Fibra para a Casa): as fibras ópticas entram na casa do usuário e fios de telefone comuns não são usados. Atualmente, existem dois tipos de conexão VDSL: VDSL e VDSL2. Hoje quando dizemos VDSL estamos, na realidade, nos referindo a VDSL2. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 53 / 58

54 DSL simétrico e assimétrico VDSL Dependendo de onde o nó óptico esteja localizado, a rede VDSL pode ser classificada como FTTN (Fiber To The Node ou da Fibra para o Nó): o nó óptico é instalado no bairro do usuário, semelhante ao que ocorre com a TV a cabo. FTTC (Fiber To The Curb ou da Fibra para a Calçada): o nó óptico vai até a parte externa (calçada) do prédio do usuário prédio do usuário. FTTB (Fiber To The Building ou da Fibra para o Prédio): as fibras ópticas entram no prédio do usuário, mas um cabo de cobre é utilizado para conectar o nó óptico ao apartamento do usuário. /li FTTH (Fiber To The Home ou da Fibra para a Casa): as fibras ópticas entram na casa do usuário e fios de telefone comuns não são usados. Atualmente, existem dois tipos de conexão VDSL: VDSL e VDSL2. Hoje quando dizemos VDSL estamos, na realidade, nos referindo a VDSL2. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 54 / 58

55 DSL simétrico e assimétrico VDSL Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 55 / 58

56 DSL simétrico e assimétrico VDSL A tecnologia VDSL funciona similarmente à ADSL, dividindo a banda disponível em canais e testando a relação sinal/ruído de cada canal para determinar a sua velocidade máxima (DMT). A principal diferença entre o ADSL e o VDSL é a largura de banda disponível. Enquanto que as tecnologias ADSL e ADSL2 têm uma banda disponível de khz, que é dividida em 256 canais, e a tecnologia ADSL2+ apresenta uma banda disponível de khz dividida em 512 canais, a tecnologia VDSL pode usar bandas de 8 MHz, 12 MHz, 17 MHz ou 30 MHz. O uso dessas bandas mais largas permite taxas de transferência bem mais altas. Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 56 / 58

57 Referências Sumário 1 Motivação 2 Objetivos 3 Introdução 4 Características 5 Tipos de Serviços DSL Simétrico ADSL ADSL2 e ADSL2+ DSL simétrico e assimétrico 6 Referências Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 57 / 58

58 Referências Referências Professor Andrey Lima, material didático, disponível em Tutoriais Banda Larga, disponível em: Como a conexão VDSL funciona, disponível em Tópico 5 - Aula 1 Rafael Guimarães 58 / 58

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