Reciclagem e valorização de resíduos sólidos. Meio Ambiente. Sustentabilidade Silvia Piedrahita Rolim

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reciclagem e valorização de resíduos sólidos. Meio Ambiente. Sustentabilidade Silvia Piedrahita Rolim"

Transcrição

1 Reciclagem e valorização de resíduos sólidos. Meio Ambiente. Sustentabilidade Silvia Piedrahita Rolim São Paulo, 24 de maio de 2013

2 AGENDA Gerenciamento de Resíduos Cenário Mundial da Indústria de Reciclagem Mecânica de Plástico (IRmP) Métodos e Procedimentos Dimensionamento da IRmPno Brasil 2011 Desempenho da IRmPno Brasil ( ) Índices de Reciclagem da IRmPno Brasil ( ) Índices de Reciclagem do PVC no Brasil ( )

3 Distribuição Geográfica da IRmP no Brasil 2011 Coleta seletiva x reciclagem mecânica 427 Recicladores x Municípios com Coleta Seletiva Estruturada Recicladores Munic. com Coleta Seletiva Sudeste Sul Nordeste Centro-Oeste Norte Total Brasil Recicladores 815 Municípios com Coleta Seletiva Estruturada 443

4 Distribuição Geográfica da IRmP no Brasil Localização N o de empresas % SP % RS % SC % PR 60 7% RJ 56 7% MG 42 5% BA 28 3% GO 22 3% Outros 64 8% Total 815

5 CENÁRIO MUNDIAL

6 Cenário Mundial União Européia Recuperação de resíduos plásticos: Fonte: Plastics Europe, 2011

7 Reciclagem de Plásticos Estados Unidos EXPORTAÇÕES EXPORTAÇÕES DESCARTADO: 28,6 milhões toneladas Demanda de plástico dos transformadores Demanda de plástico dos consumidores Resíduoplástico gerado: 31 milhões de toneladas (44% embalagens; 34% bens duráveis; 22% descartáveis) IMPORTAÇÕES IMPORTAÇÕES RECICLADO: 2,4 mil hões de toneladas ÍNDICE DE RECICLAGEM POR MATERIAL: Embalagens, sacos, sacolas: 12% Frascos PEAD: 28% Frascos PET: 29% Existem 1800 empresas que manipulam e/ou reciclam resíduo plástico pós-consumo nos EUA. Os resíduos plásticos nos Estados Unidos corresponderam a aproximadamente 12% do resíduo sólido urbano em Fonte: U.S Environmental Protection Agency

8 Cenário Brasil

9 MÉTODO E PROCEDIMENTOS

10 Painel de empresas pesquisadas (amostragem) Região Nº de empresas Tonelagem Participação (%) Norte % Centro-oeste % Nordeste % Sul % Sudeste % Total 815

11 Distribuição por tipo de empresa da IRmP no Brasil A maior parte das empresas é especializada em reciclagem (56,4%), ou seja, comercializam apenas o material plástico reciclado. 56,4% Empresas recicladoras 19,7% Empresas recicladoras verticalizadas em triagem Total % Empresas recicladoras verticalizadas em transformação 6,3% Empresas recicladoras verticalizadas em triagem e transformação embalagens em geral, vestuário, artigos de escritório, etc

12 DESEMPENHO DA IRMP

13 Mercados Consumidores da IRmP no Brasil 2011 (em toneladas) Utilidades domésticas 16,5% Agropecuária 15,3% Industrial 15,0% Têxtil 10,3% Construção Civil 10,2% Descartáveis 7,9% Outros 5,9% Infraestrutura 5,5% Limpeza doméstica 4,9% Eletroeletrônico (EE) 2,9% Automobilístico 2,1% Móveis 2,0% Brinquedos 0,7% Calçados 0,5% Material 0,3% embalagens em geral, vestuário, artigos de escritório, etc Total:

14 Distribuição dos Segmentos de Mercado da IRmP no Brasil Agropecuária 15% Industrial 15% Outros 6% Bens de Consumo Semi e não duráveis 41% Utilidades domésticas Têxtil, brinquedos Descartáveis Limpeza doméstica Calçados, acessórios Construção Civil e Infraestrutura 16% Bens de Consumo Duráveis 7% Automobilístico Eletroeletrônico Móveis

15 Desempenho da IRmP Recicladores

16 Desempenho da IRmP Empregados diretos

17 Desempenho da IRmP Faturamento Bruto (R$ milhões)

18 Desempenho da IRmP Capacidade instalada (ton mil)

19 Desempenho da IRmP Capacidade Ociosa

20 Desempenho da IRmP Quantidade de plástico reciclado (ton mil)

21 Desempenho da IRmP Em 2011 a IRmP faturou R$ 2,4 bilhões, gerando 22,7 mil empregos diretos, e uma capacidade instalada de 1,7 milhões de toneladas de material plástico reciclado. Indicadores Crescimento Recicladores ,4% Empregados diretos ,2% Faturamento bruto (R$mil) ,9% Preço médio de venda (R$/ton) ,8% Capacidade instalada (ton mil) ,2% Quantidade de plástico reciclado (ton mil) ,0%

22 DIMENSIONAMENTO DA IRMP

23 Dimensionamento da IRmP Em 2011, os polietilenos e PVC apresentaram crescimentos no consumo de resíduo plástico em comparação com Consumo de Resíduo Plástico por tipo Mil toneladas Outros Tipos EPS PS / XPS PP PEBD / PELBD PVC PEAD PET

24 Dimensionamento da IRmP O material plástico reciclado é comercializado em forma de moído, pellet, ou como produto final no caso de empresas recicladoras verticalizadas em transformação. O material aglutinado também é comercializado, mas é pouco expressivo. Forma de Venda do Plástico Reciclado (pós consumo e industrial) Aglutinado 1% Produto Transformado 8% Pellet 60% Moído 31%

25 Dimensionamento da IRmP A produção de material reciclado apresentou aumento de 13% em relação a 2010 e o nível operacional manteve-se constante. PRODUÇÃO E NÍVEL OPERACIONAL % Produção (mil ton) % 60% 61% 64% 66% 66% 66% 65% 63% % 80% 70% 60% 50% 40% 30% Nível Operacional (%) % 10% % Produção de Material Reciclado Nível Operacional

26 Considerações O PETreciclado é direcionado principalmente para a indústria têxtil. Agropecuária e construção civil são os principais setores demandantes de PEBD/PEBDL reciclado. As aplicações são diversas, com predominância das lonas. O EPSreciclado é amplamente utilizado na construção civil, principalmente em lajes, telhas isolantes e preenchimento de pisos. O PSreciclado é utilizado principalmente em peças de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O PEADé direcionado principalmente para embalagens industriais e descartáveis (sacolas). Os plásticos de engenharia reciclados são direcionados para diversos setores, incluindo automobilístico e eletroeletrônico. O PVCreciclado é direcionado principalmente a aplicações da construção civil e infraestrutura. O PPreciclado é utilizado principalmente em aplicações de utilidades domésticas como baldes e bacias.

27 PLÁSTICOS PÓS-CONSUMO

28 Cálculo do Índice de Reciclagem Mecânica Pós-consumo (Irmp) Consumo de resíduo plástico Indústria de Reciclagem Perdas Produção de plástico reciclado Pós-Consumo 68,4% Industrial 2 Exportações Exportações Plástico Vida-longa Importações Importações Plástico Vida-curta 50,2% Resíduo Gerado Plástico de vida-curta é aquele usualmente descartado em um prazo máximo de 2 anos. Fonte: MaxiQuim

29 Índices de Reciclagem no Brasil PARTICIPAÇÃO DO PLÁSTICO DE VIDA-CURTA POR RESINA 2011 Resina Plástico de vida-curta PET 93,2% PEBD / PEBDL 72,3% PEAD 60,4% EPS 52,6% PP 46,7% PS / XPS 54,5% PVC 11,2% Outros 12,0% MÉDIA 50,2% Fonte: MaxiQuim Outros = somatório de ABS, PC, POM, PA e EVA. Plástico de vida-curta é aquele usualmente descartado em um prazo máximo de 2 anos.

30 Participação do Resíduo Plástico por Tipo 68% do resíduo plástico consumido em 2011 foi de origem pós-consumo, sendo os 32% restante oriundos de aparas da indústria, predominantemente da indústria de transformação de plástico.

31 Índices de Reciclagem no Brasil As poliolefinas representam 66% dos resíduos plásticos pós-consumo gerados. Geração de Plástico Pós-Consumo por Resina 2011 PEBD / PELBD 996 PP 705 PET 614 PEAD 539 PS/XPS PVC EPS 54 Outros Tipos Total: 3397 mil toneladas

32 Índice de Reciclagem Mecânica de Plástico Pós-consumo Por Tipo de Resíduo Plástico PS/XPS 10% EPS 25% OUTROS TIPOS 5% PET 53% PP 12% PEBD/PELBD 15% PVC 19% PEAD 20%

33 Evolução do Índice de Reciclagem no Brasil O índice de reciclagem mecânica de plástico pós-consumo no Brasil, em 2011 apresentou alta de 12%, fechando em 21,7%. IRmP = Plástico reciclado Plástico gerado

34 RECICLAGEM DO PVC

35 Desempenho da IRmPVC Faturamento Bruto (milhões de R$)

36 Desempenho da IRmPVC Empregos diretos

37 Desempenho da IRmPVC Quantidade de PVC reciclado (ton mil)

38 Desempenho da IRmPVC Índice de Reciclagem Mecânica de PVC pós-consumo Índice de Reciclagem Mecânica de PVC pós-consumo 19,0% 13,7% 14,7% 17,0% 16,0% 14,5% 15,1% IRmP = Plástico reciclado Plástico gerado

39 Desempenho da IRmPVC Índice de Reciclagem Mecânica de PVC pós-consumo PVC Rígido x PVC Flexível Rígido: associado a produtos de longa vida útil Flexível: associado a produtos de vida útil curta índices maiores

40 Brasil no Contexto Mundial Índice médio de Reciclagem da Europa em 2010 = 24,7% IRmP Brasil 2011 Fonte: Plastics Europe Association of Plastics Manufactures, 2010 Nota: Índice de reciclagem mecânica é definido por: (resíduo reciclado + resíduo exportado p/ reciclagem) / resíduo plástico gerado.

41 Principais Entraves na Reciclagem de Plásticos O aumento do preço do material reciclado e consequente queda na competitividade em relação a resina virgem pode ser visto como um impedimento para o avanço dá reciclagem de plástico; Altos custos de utilidades, como energia elétrica, impedem o crescimento das recicladoras; Pouca confiabilidade no resíduo por parte dos transformadores e do consumidor final, por não aceitar produtos que contenham reciclado; Má separação e sujidades nos resíduos fornecidos por catadores; A informalidade das empresas é grande no setor de reciclagem de plásticos, visto que das empresas da amostra, apenas 22% possui CNPJ; Em geral, as empresas recicladoras (principalmente as de maior porte) conhecem a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), porém muitas afirmam que a mesma não afeta seus negócios diretamente; As empresas recicladoras acreditam que a indústria de reciclagem de plásticos sofrerá os efeitos positivos da PNRS apenas nos próximos anos; É recorrente entre as empresas recicladoras a reclamação sobre falta de apoio do governo, por meio de incentivos a indústria de reciclagem.

42 Obrigado!

MONITORAMENTO DOS ÍNDICES DE RECICLAGEM MECÂNICA DE PLÁSTICOS NO BRASIL (Ano Base 2012) Desenvolvido para

MONITORAMENTO DOS ÍNDICES DE RECICLAGEM MECÂNICA DE PLÁSTICOS NO BRASIL (Ano Base 2012) Desenvolvido para MONITORAMENTO DOS ÍNDICES 2013 DE RECICLAGEM MECÂNICA DE PLÁSTICOS NO BRASIL (Ano Base 2012) Desenvolvido para São Paulo Setembro 2013 MONITORAMENTO DOS ÍNDICES DE RECICLAGEM MECÂNICA DE PLÁSTICO NO BRASIL

Leia mais

Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plástico no Brasil (IRmP) 2011

Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plástico no Brasil (IRmP) 2011 Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plástico no Brasil (IRmP) 2011 Novembro de 2012 Monitoramento dos Índices de Reciclagem Mecânica de Plástico no Brasil!"#$%&'()'(*+,",-.'! "#$%&#'()*$&#+,#-+.$,%/*-+,*+

Leia mais

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios

A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico. Estrutura e desafios A Transformação e a Reciclagem de Material Plástico Estrutura e desafios 14 - Estados representados 21 - Sindicatos Associados Representa : 100% dos Estados do Sul e Sudeste e 65% dos Estados do Nordeste

Leia mais

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil

As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil As dificuldades da logística Reversa do Material Plástico no Brasil A ABIPLAST representa as empresas de transformação de material plástico ( 3ª geração ) e as Industrias de Reciclagem de Material Plástico.

Leia mais

O Setor de Reciclagem de Material Plástico

O Setor de Reciclagem de Material Plástico O Setor de Reciclagem de Material Plástico Características da indústria de reciclagem: Quantas recicladoras existem para Alumínio? Aço? Vidro? Tetrapack? Papelão? Os produtores são quem adquirem a sucata

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL E DAS DIFICULDADES DE ALGUMAS EMPRESAS DE RECICLAGEM DE PLÁSTICOS DA CIDADE DE PONTA GROSSA PR

ANÁLISE DO PERFIL E DAS DIFICULDADES DE ALGUMAS EMPRESAS DE RECICLAGEM DE PLÁSTICOS DA CIDADE DE PONTA GROSSA PR ANÁLISE DO PERFIL E DAS DIFICULDADES DE ALGUMAS EMPRESAS DE RECICLAGEM DE PLÁSTICOS DA CIDADE DE PONTA GROSSA PR Armando Madalosso Vieira Filho (UEPG/UTFPR) armandovieiraf@gmail.com Ivanir Luiz de Oliveira

Leia mais

Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil

Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil Reciclagem de Resíduos Sólidos no Brasil Gestão de Resíduos Sólidos Ordem de Prioridade 1. Não geração 2. Redução 3. Reutilização 4. Reciclagem 5. Tratamento dos resíduos sólidos 6. Disposição final ambientalmente

Leia mais

ATENÇÃO. Apresentação

ATENÇÃO. Apresentação Apresentação O tema logística reversa vem crescendo em importância entre as empresas desde a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Com as novas exigências, as empresas precisam buscar

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo.

Leia mais

A RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL: DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA AMPLIAÇÃO

A RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL: DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA AMPLIAÇÃO A RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS NO BRASIL: DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA AMPLIAÇÃO DSc. Engª Jacqueline Rutkowski M.Sc. Eng. Cinthia V. Varella MSc Eng.Larissa Campos. Instituto Interdisciplinar

Leia mais

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE EMBALAGENS Jun/15 Análise de Competitividade Embalagens Resumo da Cadeia de Valores Painel de Indicadores de Monitoramento da Competitividade Setorial Percepção empresarial da

Leia mais

Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais

Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais Mercado da reciclagem: a qualidade dos materiais Cinthia Versiani Scott Varella Ms. Engenheira de Produção Pesquisadora do Núcleo Alternativas de Produção Consultora INSEA Objetivo Qualidade da matéria

Leia mais

Plásticos x Meio Ambiente. Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado

Plásticos x Meio Ambiente. Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado Plásticos x Meio Ambiente Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado JUSTIFICATIVA A maioria das invenções modernas estão diretamente relacionadas com nosso conforto e praticidade, porém muitas delas são

Leia mais

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE

DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE DESEMPENHO DA INDÚSTRIA CATARINENSE SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2013 INDICADOR SANTA CATARINA BR % % acumulado 2013/2012 % acumulado 2012/2011 acumulado 2013/2012 Produção Ind. (jan-ago)

Leia mais

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS

RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS RECICLAGEM MECÂNICA: CONCEITOS E TÉCNICAS 2.1 - Algumas Definições A idéia de se aproveitar resíduos não é nova; ela tem, contudo, se estabelecido de forma expressiva, não só por razões econômicas, mas

Leia mais

7. RECICLAGEM 7.1 RECICLAGEM DE EMBALAGENS. 7.1.1 Latas de Alumínio

7. RECICLAGEM 7.1 RECICLAGEM DE EMBALAGENS. 7.1.1 Latas de Alumínio 92 Panorama dos no Brasil 200..1 DE EMBALAGENS Os dados mais recentes disponibilizados pelas associações que congregam as empresas dos segmentos mais diretamente envolvidos na fabricação de embalagens

Leia mais

Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos FIESP 07/06/11 Alexandre Comin - MDIC PNRS Instituída pela Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto nº 7404, de 23 de Dezembro

Leia mais

Cadeia produtiva dos materiais recicláveis no Brasil: um panorama

Cadeia produtiva dos materiais recicláveis no Brasil: um panorama Cadeia produtiva dos materiais recicláveis no Brasil: um panorama DSc. Engª Jacqueline Rutkowski Instituto SUSTENTAR interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Sustentabilidade OBSERVATÓRIO DA RECICLAGEM

Leia mais

OS CAMINHOS E ENTRAVES PARA A RECICLAGEM DE PLÁSTICO

OS CAMINHOS E ENTRAVES PARA A RECICLAGEM DE PLÁSTICO OS CAMINHOS E ENTRAVES PARA A RECICLAGEM DE PLÁSTICO 5º Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem. Exposucata 28 de Setembro de 2010. Centro de Exposição Imigrantes - São Paulo. SINDIPLAST

Leia mais

n abi Kl Logística Re vers r a Aparas de paras de apel

n abi Kl Logística Re vers r a Aparas de paras de apel Klabin Logística Reversa Aparas de Papel A Klabin Logística Klabin Mercado de Aparas de Papel Logística Reversa - Aparas A Klabin A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil*. Líder

Leia mais

Inclusão social e preservação ambiental por meio da reciclagem de resíduos têxteis RETALHO FASHION

Inclusão social e preservação ambiental por meio da reciclagem de resíduos têxteis RETALHO FASHION Inclusão social e preservação ambiental por meio da reciclagem de resíduos têxteis RETALHO FASHION Apoio: Inclusão social e preservação ambiental por meio da reciclagem de resíduos têxteis Plano de gerenciamento

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo Pesquisa 2014 APRESENTAÇÃO Pelo terceiro ano consecutivo, o CBCA Centro Brasileiro da Construção em Aço e a ABCEM Associação Brasileira da Construção

Leia mais

Prof. Paulo Medeiros

Prof. Paulo Medeiros Prof. Paulo Medeiros Em 2010 entrou em vigor no Brasil a lei dos Resíduos Sólidos. Seu objetivo principal é diminuir a destinação incorreta de resíduos ao meio ambiente. Ela define que todas as indústrias,

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL Reciclagem e Valorizaçã ção o de Resíduos Sólidos S - Meio Ambiente UNIVERSIDADE DE SÃO S O PAULO "PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, o CEMPRE se dedica à promoção

Leia mais

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 Reciclagem de PET no Brasil 2009 Censo Por quê? O Censo é a metodologia mais indicada quando a população é pequena e a variabilidade dentro da população

Leia mais

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011

QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 QUÍMICA SUSTENTÁVEL Carlos Fadigas 24/08/2011 AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA SUSTENTÁVEL PILARES BRASKEM FUTURO VISÃO E ESTRATÉGIA AGENDA BRASKEM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL QUÍMICA

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini

Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini O lixo é conhecido como os restos das atividades humanas considerados inúteis, indesejáveis e descartáveis. No entanto, separado nos seus

Leia mais

Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10

Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10 A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA EM LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10

Leia mais

Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014. São Paulo, 12 de fevereiro de 2015

Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014. São Paulo, 12 de fevereiro de 2015 Teleconferência de Resultados 4T14 e 2014 São Paulo, 12 de fevereiro de 2015 Ressalva sobre declarações futuras Esta apresentação contém declarações prospectivas. Tais informações não são apenas fatos

Leia mais

COOPERATIVA MONÇÕES DE COLETA SELETIVA DE PORTO FELIZ Rua: Anita Garibaldi, nº694- Jd. Primavera- Tel: PROJETO RECICLANDO COM CIDADANIA

COOPERATIVA MONÇÕES DE COLETA SELETIVA DE PORTO FELIZ Rua: Anita Garibaldi, nº694- Jd. Primavera- Tel: PROJETO RECICLANDO COM CIDADANIA PROJETO RECICLANDO COM CIDADANIA LOCAL DA INSTALAÇÃO: Razão Social: Cooperativa de Reciclagem Monções Nome Fantasia: Cooperativa Monções CNPJ: 12.522.788/0001-85 Endereço: R: Anita Garibaldi, nº694- Jd.

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013 PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo Pesquisa 2013 APRESENTAÇÃO Em ação conjunta para o melhor conhecimento das capacidades do mercado brasileiro da construção em aço, o CBCA Centro

Leia mais

CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR

CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR CAFÉ DA MANHÃ FRENTE PARLAMENTAR Situação Atual do Setor Têxtil e de Confecção Aguinaldo Diniz Filho Presidente da Abit Brasília, 19 de junho de 2013 PERFIL DO SETOR ESTRUTURA DA CADEIA TEXTIL E DE CONFECÇÃO

Leia mais

III-053 - PET PÓS-CONSUMO: UMA PROPOSTA DE INCLUSÃO SOCIAL

III-053 - PET PÓS-CONSUMO: UMA PROPOSTA DE INCLUSÃO SOCIAL 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina III-053 - PET PÓS-CONSUMO: UMA PROPOSTA DE INCLUSÃO SOCIAL Maria de Fátima Nunesmaia(1)

Leia mais

Economia, Estado da Indústria e Perspectivas. Apresentação para: SIMPESC. Joinville Março de 2010

Economia, Estado da Indústria e Perspectivas. Apresentação para: SIMPESC. Joinville Março de 2010 INDÚSTRIA PETROQUÍMICA E DE PLÁSTICOS Economia, Estado da Indústria e Perspectivas Apresentação para: SIMPESC Joinville Março de 2010 MaxiQuim Assessoria de Mercado Criada em 1995 Base em Porto Alegre

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS instrumentos, avanços e oportunidades A VISÃO DA INDÚSTRIA

A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS instrumentos, avanços e oportunidades A VISÃO DA INDÚSTRIA A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS instrumentos, avanços e oportunidades A VISÃO DA INDÚSTRIA DESAFIOS Estabelecer a logística reversa Regulamentar planos de gerenciamento de resíduos Implantação

Leia mais

Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - Farroupilha -

Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - Farroupilha - Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - Farroupilha - 1ª Audiência Pública Convênio de cooperação técnica Prefeitura Municipal de Farroupilha/UCS Farroupilha, 14 de dezembro de 2013.

Leia mais

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense

Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido (isopor ) pós-consumo de uma indústria i catarinense Logística Reversa: destinação dos resíduos de poliestireno expandido 1. Introdução Objetivo da pesquisa: analisar a possibilidade de uma destinação dos resíduos de poliestireno expandido (EPS), utilizados

Leia mais

PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI. Audiencia Pública - Prognóstico

PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI. Audiencia Pública - Prognóstico PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI Audiencia Pública - Prognóstico LEGISLAÇÃO: Constituição 1988: Artigo 225 Lei 11.445/2007 (Saneamento Básico) Decreto 7.217/2010 (Saneamento

Leia mais

Reciclagem. É preciso esclarecer que reciclagem é um processo e não uma fase e é composto por três etapas muito bem distintas: Coleta e Separação

Reciclagem. É preciso esclarecer que reciclagem é um processo e não uma fase e é composto por três etapas muito bem distintas: Coleta e Separação Reciclagem É preciso esclarecer que reciclagem é um processo e não uma fase e é composto por três etapas muito bem distintas: Coleta e Separação Revalorização Transformação Fase de Coleta e Separação Coleta

Leia mais

Uso racional de Água, Papel e Copo na Administração Pública

Uso racional de Água, Papel e Copo na Administração Pública Uso racional de Água, Papel e Copo na Administração Pública Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Cidadania e Responsabilidade Ambiental

Leia mais

ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1

ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 1 I-055 CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS COMO FERRAMENTA PARA AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DE UM MUNICÍPIO DA SERRA GAÚCHA - RS Vania Elisabete Schneider

Leia mais

Logística Reversa. Guia rápido

Logística Reversa. Guia rápido Logística Reversa Guia rápido 1 Apresentação Em 2010 foi sancionada pelo Governo Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, na qual, dentre outros temas, constam exigências às empresas quanto à

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

Logística reversa e PNRS

Logística reversa e PNRS Videoconferência Logística reversa e PNRS Cristiane de S. Soares Assessora especial da CNC Julho, 2015 Rio de Janeiro RJ Política Nacional de Resíduos Sólidos Instrumento que institui a Responsabilidade

Leia mais

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015

ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 ANÁLISE DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA - MAIO/2015 O COMÉRCIO VAREJISTA NO BRASIL A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem

Leia mais

Petroquímica Básica Instrutor André Costa

Petroquímica Básica Instrutor André Costa Petroquímica Básica Instrutor André Costa Como é explotado da jazida não possui valor agregado para o homem. É uma mistura complexa de compostos orgânicos e inorgânicos, em que predominam carbono e hidrogênio.

Leia mais

Reciclagem Energética. Alternativa para destinação de Resíduos Sólidos Urbanos

Reciclagem Energética. Alternativa para destinação de Resíduos Sólidos Urbanos Reciclagem Energética Alternativa para destinação de Resíduos Sólidos Urbanos Claudio Marcondes Engenheiro de Materiais com especialização em Polímeros pela Universidade Federal de São Carlos. Pós graduado

Leia mais

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 - AO1 GERÊNCIA SETORIAL DO COMPLEXO QUÍMICO INFORME SETORIAL N 0 8 POLICARBONATO

ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 - AO1 GERÊNCIA SETORIAL DO COMPLEXO QUÍMICO INFORME SETORIAL N 0 8 POLICARBONATO ÁREA DE OPERAÇÕES INDUSTRIAIS 1 - AO1 GERÊNCIA SETORIAL DO COMPLEXO QUÍMICO INFORME SETORIAL N 0 8 POLICARBONATO INTRODUÇÃO Como se pode observar, a seguir, as classes dos termoplásticos são definidas

Leia mais

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO

PANORAMA DO SETOR EVOLUÇÃO EVOLUÇÃO A Indústria Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos apresentou um crescimento médio deflacionado composto de 10% nos últimos 16 anos, tendo passado de um faturamento "ExFactory",

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA 1. TÍTULO DO PROJETO

TERMO DE REFERÊNCIA 1. TÍTULO DO PROJETO 1. TÍTULO DO PROJETO TERMO DE REFERÊNCIA Elaboração de estudo de viabilidade técnica e econômica da implantação da logística reversa para resíduos de equipamentos eletroeletrônicos (REEE) 2. JUSTIFICATIVA

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER

LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER Conceito LOGÍSTICA REVERSA ACITSIGOL ASREVER É uma área da logística que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais, após sua venda e consumo, às suas origens, agregando

Leia mais

Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria

Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria PROGRAMA SENAI + COMPETITIVIDADE INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA (60) MA Construção Civil CE EletroMetalmecânica Energias Renováveis RN Petróleo

Leia mais

A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos

A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos São Paulo, 17 de

Leia mais

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR:

ELABORE UMA DISSERTAÇÃO CONSIDERANDO AS IDEIAS A SEGUIR: Disciplina Curso Profª Série REDACÃO Ensino Médio Silvia 3º PROPOSTA DE OUTUBRO A questão do lixo nas sociedades de consumo Meio ambiente e ecologia são assuntos normalmente incômodos para líderes governamentais,

Leia mais

VII Recicle CEMPRE. Ricardo Rolim. Diretor de Relações Sociambientais 08/Nov/2011

VII Recicle CEMPRE. Ricardo Rolim. Diretor de Relações Sociambientais 08/Nov/2011 VII Recicle CEMPRE Ricardo Rolim Diretor de Relações Sociambientais 08/Nov/2011 Quem somos Ambev 4ª maior cervejaria no mundo 3ª marca mais consumida no mundo (Skol) Líder absoluto no segmento guaraná

Leia mais

Reciclagem: Embalagens Plásticas de Óleo Lubrificantes Pós Consumo

Reciclagem: Embalagens Plásticas de Óleo Lubrificantes Pós Consumo Reciclagem: Embalagens Plásticas de Óleo Lubrificantes Pós Consumo Representatividade das Entidades Sindiplast- Sindicato Patronal, representante de todas indústrias de transformação e recicladoras de

Leia mais

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011

Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP. Florianópolis, 03 setembro de 2011 Gestão dos Resíduos em Florianópolis - COMCAP Florianópolis, 03 setembro de 2011 Missão Prestar serviços públicos p de saneamento ambiental com eficiência, qualidade e responsabilidade social. COMCAP

Leia mais

Falta de mão-de-obra qualificada dificulta aumento da competitividade da indústria

Falta de mão-de-obra qualificada dificulta aumento da competitividade da indústria Sondagem Especial da Confederação Nacional da Indústria CNI O N D A G E M Especial Ano 5, Nº.3 - setembro de 2007 Falta de mão-de-obra qualificada dificulta aumento da competitividade da indústria Mais

Leia mais

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida.

Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Geração de Energia a partir do lixo urbano. Uma iniciativa iluminada da Plastivida. Plástico é Energia Esta cidade que você está vendo aí de cima tem uma população aproximada de 70.000 mil habitantes e

Leia mais

Reciclagem de plásticos e a melhoria da qualidade de água em mananciais urbanos

Reciclagem de plásticos e a melhoria da qualidade de água em mananciais urbanos Reciclagem de plásticos e a melhoria da qualidade de água em mananciais urbanos Curso: Engenharia Ambiental Aluno: André Lenz de Freitas Disciplina: Ecologia Geral Professor: Ricardo Motta Pinto Coelho

Leia mais

5 Resultados e Discussões

5 Resultados e Discussões 5 Resultados e Discussões O mercado para reciclagem existe e encontra-se em crescimento, principalmente pelo apelo exercido pela sociedade por produtos e atitudes que não causem agressão ao meio ambiente,

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS

LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS LOGÍSTICA REVERSA E OS RESÍDUOS ELETRÔNICOS Mineração Urbana no Brasil Lúcia Helena Xavier São José dos Campos SP Junho de 2015 REGULAMENTAÇÃO AMBIENTAL NO BRASIL LEI Nº 6.938 DE 1981 PNMA CONSTITUIÇÃO

Leia mais

82,5% dos brasileiros são atendidos com abastecimento de água tratada

82,5% dos brasileiros são atendidos com abastecimento de água tratada Saneamento no Brasil Definição: Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), saneamento é o controle de todos os fatores do meio físico do homem que exercem ou podem exercer efeitos nocivos sobre o bem

Leia mais

EMBALAGENS DE POLIETILENO: consumo e descarte

EMBALAGENS DE POLIETILENO: consumo e descarte EMBALAGENS DE POLIETILENO: consumo e descarte Resumo 1 Samir Monteiro Andrade 1 Taís de Souza Alves Coutinho 2 Este trabalho tem por objetivo aprofundar os estudos sobre a forma como são usadas as embalagens

Leia mais

Apresentação Os desafios da PNRS. Outubro de 2015

Apresentação Os desafios da PNRS. Outubro de 2015 Apresentação Os desafios da PNRS Outubro de 2015 Vidro, material naturalmente sustentável Vantagens Ambientais da Embalagem de Vidro 100% reciclável ciclo infinito 1kg de caco gera 1kg de vidro novo, sem

Leia mais

Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE

Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE Programa ABRELPE de Logística Reversa de Resíduos de Equipamentos EletroEletrônicos REEE 1 A ABRELPE Associação nacional, sem fins lucrativos, que congrega e representa as empresas prestadoras de serviços

Leia mais

RECYCLING EQUIPMENT & MACHINERY COSTRUZIONI MECCANICHE IMPIANTI INDUSTRIALI

RECYCLING EQUIPMENT & MACHINERY COSTRUZIONI MECCANICHE IMPIANTI INDUSTRIALI APRESENTAÇÃO EMPRESARIAL 1 Desde 1976, ano de fundação, TECNOFER projeta e constrói equipamentos para a reciclagem de materiais plásticos como filmes de PEBD, PEBD Linear, PEAD, PP; garrafas e outros recipientes

Leia mais

2º. Plano de Negócios Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju - CARE

2º. Plano de Negócios Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju - CARE Cooperativa dos Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju - CARE Antonio Ramirez Hidalgo Catarina Nascimento de Oliveira Fernanda Esperidião Marco Antonio Jorge Outubro/2011 CARE instituída em 2000 após

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Política Nacional de Resíduos Sólidos Política Nacional de Resíduos Sólidos A lei na prática Ago-12 Sonho: ser a melhor empresa de bebidas do mundo, em um mundo melhor. MEIO AMBIENTE CONSUMO RESPONSÁVEL COMUNIDADE Gente e Cultura Resíduos:

Leia mais

Programa SENAI de apoio à competitividade da indústria brasileira

Programa SENAI de apoio à competitividade da indústria brasileira Programa SENAI de apoio à competitividade da indústria brasileira Ações MEI Políticas de caráter horizontal (incentivos fiscais, crédito, melhoria de marcos regulatórios); Políticas para setores estratégicos;

Leia mais

Como colaborar para obter sucesso em um mercado cada vez mais competitivo

Como colaborar para obter sucesso em um mercado cada vez mais competitivo Como colaborar para obter sucesso em um mercado cada vez mais competitivo Patrick Teyssonneyre Novembro 2015 AGENDA Inovação na Braskem Inovação colaborativa Braskem Exemplos AGENDA Inovação na Braskem

Leia mais

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa

Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa Relatório de Reciclagem no Vale do Sousa 4º Trimestre de 2006 Outubro 2006 Relatório da Reciclagem 4º Trimestre 2006 2 Total Outubro - 554,22 ton 16,44 1,18 18,74 2,62 11,20 251,82 252,22 Vidro Papel/Cartão

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL "PANORAMA DA COLETA SELETIVA E RECICLAGEM NO BRASIL" Quem somos: Associação sem fins lucrativos, fundado em 1992, o CEMPRE se dedica à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos: perspectivas e soluções

Política Nacional de Resíduos Sólidos: perspectivas e soluções Política Nacional de Resíduos Sólidos: perspectivas e soluções Renato Teixeira Brandão Diretor de Gestão de Resíduos Fundação Estadual do Meio Ambiente Políticas de Resíduos Sólidos Política Estadual de

Leia mais

JOSÉ LUCIANO RODRIGUES ALVES NETO

JOSÉ LUCIANO RODRIGUES ALVES NETO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS CENTRO DE CIÊNCIAS DO AMBIENTE MESTRADO EM POLITICAS E GESTÃO AMBIENTAL LOGISTICA REVERSA AMBIENTAL: UMA PROPOSTA DE ATUAÇÃO RESPONSAVEL QUANTO A GERAÇÃO DO LIXO DESCARTAVEL

Leia mais

SENAI. Historia Criado em 1942, para apoiar o lançamento da indústria brasileira. Necessidade de mão-de-obra qualificada.

SENAI. Historia Criado em 1942, para apoiar o lançamento da indústria brasileira. Necessidade de mão-de-obra qualificada. SENAI Missão Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da indústria brasileira. Historia Criado

Leia mais

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas Comentários gerais Pesquisa Anual de Comércio - PAC investiga a estrutura produtiva do A segmento empresarial do comércio brasileiro, sendo os resultados referentes a 2012 divulgados neste volume. A pesquisa

Leia mais

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

INDÚSTRIA DE ALIMENTOS DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos INDÚSTRIA DE ALIMENTOS OUTUBRO DE 2015 PRODUTOS INDÚSTRIA DE ALIMENTOS NO BRASIL 2012 EXPORTAÇÕES US$ 43 Bilhões (23%) 23% Ásia 22% União Europeia FATURAMENTO

Leia mais

Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho

Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho CAPACIDADE DOS PORTOS BRASILEIROS Capacidade dos Portos Brasileiros Soja e Milho 1 Novembro 2012 Esse estudo pretende chegar a um volume máximo de soja, milho e derivados, que pode ser exportado, por meio

Leia mais

Guia de sustentabilidade para plásticos

Guia de sustentabilidade para plásticos Guia de sustentabilidade para plásticos Maio 2014 1 2 3 4 5 6 7 8 Introdução... 4 Contextualização dos plásticos... 6 Composição dos móveis e utensílios de plásticos...7 Requerimentos para materiais que

Leia mais

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF

PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias. 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF PROCOMPI Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias 6ª Conferência Brasileira de APLs Brasília - DF Dezembro de 2013 OBJETIVO Promover a competitividade das micro e pequenas empresas

Leia mais

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação :: LINHAS DE AÇÃO Apoio aos Municípios Tecnologia e Informação em Resíduos Capacitação Promoção e Mobilização Social :: PRESSUPOSTOS DA COLETA SELETIVA Gestão participativa Projeto de Governo Projeto da

Leia mais

FUNDO DE COLETA SELETIVA E LOGÍSTICA REVERSA COM INCLUSÃO DE CATADORES

FUNDO DE COLETA SELETIVA E LOGÍSTICA REVERSA COM INCLUSÃO DE CATADORES FUNDO DE COLETA SELETIVA E LOGÍSTICA REVERSA COM INCLUSÃO DE CATADORES PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DA CIDADE DE SÃO PAULO Decreto 54.991/2014 (leis 12.305/2010, 11.445/2007 e 12.187/2009)

Leia mais

Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde

Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde Renault de Freitas Castro Diretor Executivo Abralatas Etapa de Belo Horizonte - MG 15 de junho de 2011 Abralatas Associação Brasileira

Leia mais

CONDIÇÕES DE ENTREGA/RECEPÇÃO DO SERVIÇO EXTRA URBANO

CONDIÇÕES DE ENTREGA/RECEPÇÃO DO SERVIÇO EXTRA URBANO SERVIÇO EXTRA URBANO O Serviço extra Urbano corresponde ao serviço a ser prestado aos produtores de resíduos não urbanos de embalagens, de forma a garantir a esses produtores um destino final adequado

Leia mais

Resultados do 4T13. 20 de Fevereiro de 2014

Resultados do 4T13. 20 de Fevereiro de 2014 Resultados do 4T13 20 de Fevereiro de 2014 Grupo Eucatex 2 Destaques Gerais do 4T13 Receita Líquida R$ 293,1 milhões, crescimento de 10,7% EBITDA Recorrente R$ 56,7 milhões, aumento de 10,7% Margem EBITDA

Leia mais

É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto.

É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. É o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. REDUZIR REUTILIZAR RECUPERAR RECICLAR A redução deve ser adaptada por

Leia mais

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Aula 8 b A Engenharia e o Meio Ambiente Parte II Edgar Aberto de Brito SEGUNDA PARTE Soluções para as novas diretrizes do tratamento de resíduos. Resíduos

Leia mais

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5 PANORAMA DO SETOR Evolução do setor 2 Crescimento do setor x crescimento da economia 3 Comparativo de índices de preços 4 Comércio Exterior 5 Perfil Empresarial 8 Mercado Brasileiro 11 Canais de distribuição

Leia mais

COLETA SELETIVA PRATIQUE ESTA IDEIA

COLETA SELETIVA PRATIQUE ESTA IDEIA COLETA SELETIVA PRATIQUE ESTA IDEIA O QUE É? Coleta seletiva é o processo de separação dos materiais recicláveis do restante dos resíduos sólidos. Como definição de resíduos sólidos, pelo Wikipédia, entende-se

Leia mais

SITE DW Made For Minds, 24 de Julho de 2015

SITE DW Made For Minds, 24 de Julho de 2015 SITE DW Made For Minds, 24 de Julho de 2015 BRASIL Data 24.07.2015 Autoria Marcio Pessôa Link permanente http://dw.com/p/1g4a8 Metas de redução de resíduos estão atrasadas no Brasil Movimentos sociais

Leia mais

Política Estadual de Resíduos Sólidos: Ações em Logística Reversa

Política Estadual de Resíduos Sólidos: Ações em Logística Reversa Conselho Regional de Química IV Região~- São Paulo, 23/09/2014 Política Estadual de Resíduos Sólidos: Ações em Logística Reversa Eng Flávio de Miranda Ribeiro Assistente Executivo da Vice-Presidência da

Leia mais

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ESTRATÉGIAS E DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Geraldo Antônio Reichert Coordenador da Câmara Temática de Resíduos Sólidos ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária

Leia mais

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO REVERSOS A COLETA SELETIVA A Coleta Seletiva como Fonte Primária Temos analisado as diversas formas de desembaraço dos bens após o seu uso original, os quais darão origem aos chamados

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E A ESTRATÉGIA DO SENAI PARA APOIAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA Inovação é o que distingue um líder de um seguidor. Steven Paul Jobs Grandes ideias mudam o mundo. Missão

Leia mais

Instrumentos da PNRS: licenças ambientais, licitações e planos de resíduos sólidos 19 de maio de 2015, às 9h

Instrumentos da PNRS: licenças ambientais, licitações e planos de resíduos sólidos 19 de maio de 2015, às 9h PALESTRA: Desafios da Responsabilidade Compartilhada pela Gestão de Resíduos PALESTRANTE: ANNELISE MONTEIRO STEIGLEDER PAINEL: DATA : Instrumentos da PNRS: licenças ambientais, licitações e planos de resíduos

Leia mais

Gestão da Limpeza Urbana no Município de São Paulo. Ariovaldo Caodaglio

Gestão da Limpeza Urbana no Município de São Paulo. Ariovaldo Caodaglio Gestão da Limpeza Urbana no Município de São Paulo Ariovaldo Caodaglio Município de São Paulo DADOS DEMOGRÁFICOS População (2010) 11.253.503 Densidade demográfica (hab./km²) 7.387,69 Território (Km²) 1.521,101

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS

LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Uma Mudança

Leia mais