Reciclagem Energética. Alternativa para destinação de Resíduos Sólidos Urbanos

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2 Reciclagem Energética Alternativa para destinação de Resíduos Sólidos Urbanos

3 Claudio Marcondes Engenheiro de Materiais com especialização em Polímeros pela Universidade Federal de São Carlos. Pós graduado em Administração Financeira pela FAAP, pós graduado em Administração de Marketing pela ESPM, pós graduação em Gestão da Inovação Estratégica pela Unicamp, Embalagens pela Michigan State University. Experiência de 25 anos nas áreas de desenvolvimento de produtos e mercados. Empresas como Pirelli Cabos, Polibrasil, Polydist, Nanox, Lumitech, Contech, Montachen, Cietec e Cromex. Atualmente é mestrando em Engenharia de Materiais pela Unicamp e Gerente de Serviços Técnicos da Cromex. Participação em eventos ligados a embalagens e polímeros desde 1990, participando de feiras como Anuga, NPE-Chicago, Kunstoff Alemanha, Ambalaj(Turquia), Chinaplast, Brasilplast, Nanotec 2005/6/7/8, e outras.

4 Ciclo de Vida de Embalagem Plástica Origem Renovável Não Renovável Matéria Prima Utilidade (Valor e Vantagens Comparativas) Plástico Transformado Descarte (Res. Sol.) Reciclagem Mecânica Química Energética Obtenção Custo Recursos Produção Custo Recursos Recursos Renovados Balanceamento da Cadeia Oferta Custo Incentivo ATRATIVIDADE X DEMANDA Energia MP

5 Cadeia de Suprimento da Reciclagem Preparação MP Indústria Aparas de PP industrial Cooperativas de catadores Garrafas de refrigerantes: -garrafa (PET) + -rótulo (PE ou PP) + -tampinha (PE ou PP) + -vedante (PE) Garrafa PET Reutilizador rótulo + tampinha + vedante Reciclador Garrafa PET Reutilizador Extrusão de Filmes PP PCI PE/PP PCR Vitopaper Resíduo-PC (Reciclagem Energética) Fonte: Vitopel 5

6 Ciclo de Vida de Embalagem Plástica Origem Renovável Não Renovável Matéria Prima Utilidade (Valor e Vantagens Comparativas) Plástico Transformado Descarte (Res. Sol.) Reciclagem Mecânica Química Energética Obtenção Produção Biodegradação Custo Recursos Custo Recursos Recursos Renovados Compostagem Dissipação de Energia e Resíduos Balanceamento da Cadeia Oferta Custo Incentivo ATRATIVIDADE X DEMANDA Energia MP Compostagem

7 Reciclagem - Redução de Emissão de CO 2 TONS de CO 2 por TON PRODUZIDA Materiais Processo Primário Processo de Reciclagem Economia Aço 1,54 0,68 56% Alumínio 10,60 0,73 83% Papel 0,17 0,08 53% Polietileno 1,69 0,50 70% PET 3,01 0,47 84% Fonte: 2007 estudo do Fraunhofer Institute, Germany

8 Cenário Mundial - Reciclagem Reciclagem Energética: influência na coleta seletiva, reciclagem mecânica e técnica Reciclagem Energética pelo mundo: abrangência e tecnologias Fonte: ATP - ABDI

9 Geração e Destinação dos RSU No Brasil t/dia Destinação em aterros 30% inadequados 38% adequados Fonte: ABRELPE Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Dados de 2007) 32% controlados No Estado de São Paulo t/dia Destinação em aterros 12% controlados 4% inadequados Fonte: EMAE Fonte: Inventário CETESB Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Dados de 2008) 84% adequados

10 Composição Gravimétrica Típica dos RSU 5% vidros 16% plásticos 15% papel/papelão 2% têxteis 57% orgânicos 2% metais 3% outros Umidade: 50 a 60% Fonte: EMAE

11 Fonte: Vitopel Redução da geração Reutilização Reciclagem, compostagem Recuperação Energética Tratamentos térmicos Incineração (mass burning, leito fluidizado) Gaseificação Pirólise Plasma, plasma frio Outros Aterro Ordem decrescente de preferência

12 Gestão dos RSU Reciclagem Mecânica vs. Energética Conceito Atual Indivíduos Rua Reciclador Domicílios Lixo Comum Catadores Condomínios Intermediário Empresas Lixo Seletivo Lixo sujo e mal selecionado Lixo contaminado e mal selecionado Lixo mais limpo, porém com baixa seletiviade Cooperativa Qualidade variada Blindagem da informalidade e responsabilidade Conceito "Logística Reversa" Empresas Indivíduos Sepração "on demand" Direcion. Central de Reciclagem Reciclagem orientada na demanda. Seleção e coleta de itens de interesse da cadeia reversa deirecionados p/ CR.

13 Potencial Energético dos RSU PCI kcal/kg (7.950 kj/kg) 500 kwh Óleo OU Tratam. 200 térmico l 1 ton. de RSU 2,5 ton. de vapor ( 40 bar e 400 ºC ) Fonte: EMAE

14 O Potencial Energético dos Plásticos Plástico como utilidade: proteção dos solos; redução do consumo de energia; uso em fontes alternativas de energia. Plástico como combustível: somente 4% da produção mundial de petróleo são destinados a plásticos; após utilização, potencial fonte de geração de energia Vidro Lixo Papel PET Papelão PP-PE Diesel BTU/Kg Benefícios: ambientais, sociais e tecnológicos Fonte: ATP - ABDI

15 Gases Limpos Ciclo básico do processo de tratamento térmico Tratamento das Emissões Eletricidade Resíduos Tratamento térmico Geração de Energia Vapor para Indústria Cinzas

16 Incineração mass burning - grelha móvel RSU como coletado Capacidade instalada no mundo = t/dia Gases Limpos Entrega e Armazenagem dos Resíduos Queima dos Resíduos Geração de Energia Sistema de Tratamento dos Efluentes Líquidos e Gasosos Fonte: EMAE

17 Reciclagem Energética Projeto Tecnológico Resíduo Processo Energia Levantamento de Tecnologias Caracterização do resíduo sólido quanto ao potencial energético Escolha da rota tecnológica Definição do modelo operacional Detalhamento do projeto de implantação Aplicação do Projeto Implantação de usinas modelo de reciclagem energética. Replicação do modelo no país Desenvolvimento tecnológico Definição do Modelo de Negócio Projeto Estratégico Premissas Diretrizes de governo Políticas para a cadeia de disposição de resíduos sólidos Incentivos para a reciclagem energética Entregas / Definições Resíduo sólido Coleta Seleção Disponibilização Fomento para a utilização da energia verde Fonte: Vitopel

18 Fonte: EMAE Tecnologia de Plasma

19 Agradecimento: Patrocinadores Apoiadores

20 Afinal:

21 Juntem se a nós!

22 Agradecemos a atenção!

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