Parecer do Comité das Regiões sobre o tema «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020» (2012/C 54/03)

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1 Jornal Oficial da União Europeia C 54/13 Parecer do Comité das Regiões sobre o tema «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020» (2012/C 54/03) O COMITÉ DAS REGIÕES insiste em que os governos nacionais devem envolver plenamente os órgãos de poder local e regional nas estratégias nacionais de integração da comunidade cigana, atendendo a que a integração social e económica tem lugar sobretudo ao nível local; tal implica também que os governos nacionais devem pôr à disposição dos órgãos de poder local e regional os fundos necessários para aplicar as políticas de integração dos ciganos; apela para que os governos nacionais secundem os esforços dos órgãos de poder local e regional no sentido da integração dos ciganos, com vista à adoção de políticas e legislação nacionais coerentes, em cooperação com os níveis de poder local e regional, no âmbito de um quadro europeu claro em que se coordenem os objetivos e os instrumentos das políticas dos diferentes níveis; reitera a necessidade de resolver, a todos os níveis na Europa, a situação de desvantagem da comunidade cigana em termos de discriminação, pobreza, níveis de educação insuficientes, obstáculos no mercado de trabalho, segregação habitacional e acesso insuficiente aos serviços de saúde e sociais. Salienta, no entanto, que o termo «cigano» é um conceito abrangente que inclui igualmente outros grupos da população com características culturais semelhantes e uma história de marginalização e de exclusão social da sociedade europeia (sinti, ciganos, itinerantes, kalè, camminanti, ashkali, etc.), que não são subsumíveis a uma realidade sociocultural única; tem para si que, para alcançar esses objetivos, é estrategicamente importante ter em conta a dimensão de género e combater as múltiplas discriminações a que estão sujeitas as mulheres ciganas, tanto dentro como fora da sua comunidade. É necessário aumentar a sua participação e a sua responsabilização social, oferecendo-lhes oportunidades de educação, de formação e de emprego, ações que tenham repercussões positivas em toda a família e na saúde e educação dos filhos.

2 C 54/14 Jornal Oficial da União Europeia Relator Texto de referência Alvaro ANCISI (IT-PPE), membro do Conselho Municipal de Ravena Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, ao Comité Económico e Social Europeu e ao Comité das Regiões Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020 COM(2011) 173 final I. RECOMENDAÇÕES POLÍTICAS O COMITÉ DAS REGIÕES 1. acolhe favoravelmente a Comunicação da Comissão intitulada «Um quadro europeu para as estratégias nacionais de integração dos ciganos até 2020», que representa um passo fundamental rumo à melhoria da coordenação das políticas de integração dos ciganos (*) ao nível europeu; 2. partilha das conclusões do Conselho da UE sobre a comunicação da Comissão de 19 de maio de 2011, em que esta é convidada a prosseguir os trabalhos da Task Force «Ciganos», de modo a integrar a inclusão desta comunidade no âmbito das políticas da UE e avaliar o papel dos financiamentos europeus na promoção da sua inclusão na UE e no contexto da política de alargamento; 3. toma conhecimento e acolhe favoravelmente o relatório do Parlamento sobre este tema, intitulado «Estratégia da UE para a inclusão dos ciganos», adotado em 9 de março de 2011 ( 1 ), que exorta a Comissão a estabelecer as áreas prioritárias da estratégia e a apresentar um roteiro para a introdução de requisitos mínimos obrigatórios ao nível da UE no atinente às áreas prioritárias da educação, do emprego, da habitação e dos cuidados de saúde; 4. reitera a sua proposta de colaborar com a Comissão, com as organizações europeias e com os Estados-Membros com o fito de promover a coerência e a consistência das políticas, bem como o desenvolvimento de normas de medição comuns destinadas a combater formas de discriminação e de segregação dos Romes e a facilitar a sua inclusão ( 2 ); 5. reitera a necessidade de resolver, a todos os níveis na Europa, a situação de desvantagem da comunidade cigana em termos de discriminação, pobreza, níveis de educação insuficientes, obstáculos no mercado de trabalho, segregação habitacional e acesso insuficiente aos serviços de saúde e sociais. Salienta, no entanto, que o termo «cigano» é um conceito abrangente que inclui igualmente outros grupos da população com características culturais semelhantes e uma história de marginalização e de exclusão social da sociedade europeia (sinti, ciganos, itinerantes, kalè, camminanti, ashkali, etc.), que não são subsumíveis a uma realidade sociocultural única; 6. insiste em que os governos nacionais devem envolver plenamente os órgãos de poder local e regional nas estratégias nacionais de integração da comunidade cigana, atendendo a que a integração social e económica tem lugar sobretudo ao nível (*) N.T.: Também conhecidos por «romes». ( 1 ) INI/2010/2276. ( 2 ) Parecer do CR sobre «A integração social e económica dos romes na Europa». local; tal implica também que os governos nacionais devem pôr à disposição dos órgãos de poder local e regional os fundos necessários para aplicar as políticas de integração dos ciganos; 7. apela para que os governos nacionais secundem os esforços dos órgãos de poder local e regional no sentido da integração dos ciganos, com vista à adoção de políticas e legislação nacionais coerentes, em cooperação com os níveis de poder local e regional, no âmbito de um quadro europeu claro em que se coordenem os objetivos e os instrumentos das políticas dos diferentes níveis; 8. acolhe favoravelmente o reconhecimento da Comissão de que estabelecer uma abordagem claramente orientada para os ciganos e para as suas necessidades muito específicas e, ao mesmo tempo, baseada numa estratégia mais ampla de luta contra a pobreza e a exclusão é não só compatível com o princípio da não discriminação, tanto a nível da UE como a nível nacional, mas também a única forma de combater este problema específico; 9. apraz-se ao registar que a Comissão considera necessárias políticas que tenham em conta as especificidades territoriais e identifiquem as microrregiões desfavorecidas, carentes de intervenções específicas; 10. concorda com a Comissão que, para combater a exclusão social dos ciganos e melhorar a sua situação, ações destinadas a eliminar a discriminação com base na raça, cor, etnia, origem social ou pertença a uma minoria (nos termos do artigo 2. o do Tratado da União Europeia e do artigo 21. o da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia) não são por si só suficientes, como também não bastam medidas socioeconómicas; 11. considera que é imperioso insistir na necessidade de combater os preconceitos, o racismo, a discriminação (tanto direta como indireta, dando especial atenção à discriminação múltipla) e a segregação e de uma mudança de atitude dos cidadãos; 12. aprecia a vontade expressa pela Comissão de promover as estratégias nacionais de integração dos ciganos, identificando objetivos, prazos e instrumentos exequíveis, mensuráveis e comparáveis, bem como possibilidades de assistência técnica para melhorar as capacidades de gestão, de acompanhamento e de avaliação dos Estados-Membros, e de prever financiamento por parte da UE para facilitar a integração e apoiar os financiamentos nacionais dos Estados-Membros;

3 Jornal Oficial da União Europeia C 54/ associa-se aos esforços da Comissão no sentido de identificar instrumentos concretos que permitam alcançar os objetivos definidos a nível europeu, enquanto ação conjunta com o Conselho da Europa, para formar mil mediadores ciganos num período de dois anos, com o fito de reforçar a integração escolar das crianças ciganas e as laços com a comunidade cigana; Os quatro objetivos prioritários em matéria de integração dos ciganos: o acesso à educação, ao emprego, aos cuidados de saúde e à habitação 14. considera que, em muitos Estados-Membros, os órgãos de poder local e regional detêm competências específicas nas quatro áreas prioritárias identificadas pela Comissão como estratégicas para combater a segregação e a exclusão social e económica da comunidade cigana, e que é ao nível local que tem lugar a coesão social; 15. reputa essencial que, no atinente aos quatros objetivos prioritários indicados, a Comissão convide os Estados-Membros a definir indicadores concretos, mensuráveis e comparáveis para criar um sistema de supervisão eficaz que permita aferir os progressos realizados na integração da comunidade cigana e na eliminação das desvantagens que a afetam; 16. aprova os objetivos seguintes: Acesso à educação: garantir que todas as crianças ciganas, independentemente de serem ou não sedentárias, completem o ensino primário, tendo acesso a um ensino de qualidade sem estarem sujeitas a discriminações ou a segregação; alargar o acesso a uma educação e acolhimento na primeira infância, que assegure igualdade de tratamento e respeite o princípio da igualdade de oportunidades; reduzir o número de abandonos escolares precoces a nível do ensino secundário e, em geral, promover a erradicação da iliteracia na população cigana; habitação social e a serviços públicos essenciais (água, eletricidade e gás), tendo também em conta as necessidades específicas dos ciganos não sedentários; 17. tem para si que, para alcançar esses objetivos, é estrategicamente importante ter em conta a dimensão de género e combater as múltiplas discriminações a que estão sujeitas as mulheres ciganas, tanto dentro como fora da sua comunidade. É necessário aumentar a sua participação e a sua responsabilização social, oferecendo-lhes oportunidades de educação, de formação e de emprego. Estas ações terão repercussões positivas em toda a família e na saúde e educação dos filhos; 18. considera que não é só a falta de oportunidades económicas e laborais, mas também a exclusão social e a discriminação no acesso aos serviços que podem estar na origem da mobilidade da comunidade cigana dentro da Europa. São, por isso, indispensáveis estratégias e fundos europeus para fazer face a esta mobilidade e facilitar a cooperação entre as regiões de origem e as de destino; Verificação da subsidiariedade e da proporcionalidade 19. avalia da seguinte forma a conformidade aos princípios da subsidiariedade e da proporcionalidade, tal como definidos no artigo 5. o do Tratado da União Europeia: A comunicação da Comissão é conforme ao princípio da subsidiariedade, uma vez que a natureza transnacional da comunidade cigana, e os aspetos comuns de exclusão social de que é vítima em diversas regiões da Europa, implicam que a realização das ações propostas pode ser mais eficaz ao nível da UE; Acesso ao emprego: suprir a diferença existente a nível do emprego entre os ciganos e o resto da população, garantindo um acesso pleno e não discriminatório à formação profissional, ao mercado de trabalho e ao autoemprego, encorajando o recurso ao microcrédito e estratégias de mediação dos serviços públicos para o emprego; As medidas adotadas não criam novos instrumentos jurídicos, pois, por um lado, são concebidas segundo o método aberto de coordenação e, por outro, muitas delas baseiam-se em quadros jurídicos existentes, o que está em conformidade com o princípio da proporcionalidade; Acesso aos cuidados de saúde: garantir aos ciganos um acesso normalizado a cuidados de saúde de qualidade, especialmente às mulheres e às crianças, bem como a cuidados preventivos, e o acesso a serviços sociais a um nível semelhante e nas mesmas condições do que ao resto da população, envolvendo-os nos programas de saúde que lhes são destinados; e, ainda, continuar a reduzir o fosso entre a comunidade cigana e a média europeia no que diz respeito a indicadores de saúde específicos; Acesso à habitação e aos serviços essenciais: promover um acesso não discriminatório à habitação, nomeadamente à 20. toma nota do relatório sobre a consulta realizada pela Rede de Observância da Subsidiariedade, cujo contributo considera valioso: A Rede de Observância da Subsidiariedade do CR, ao considerar o tema da comunicação da Comissão como uma das questões sensíveis do ponto de vista da subsidiariedade, lançou junto dos parceiros da rede de observância uma consulta, concluída em 5 de agosto passado, que afirma nas suas conclusões que a comunicação é necessária na medida em que gera valor acrescentado, respeitando, desse modo, o princípio da subsidiariedade;

4 C 54/16 Jornal Oficial da União Europeia Os contributos revelam que a comunidade cigana deve manter a sua identidade; Os inquiridos declaram que as políticas nacionais e regionais se revelaram ineficazes no combate à exclusão e à pobreza, uma vez que as medidas de natureza exclusivamente nacional são incoerentes, o que dá uma imagem fragmentada do quadro daí resultante; Sobretudo, os contributos dos participantes revelam que a questão da integração dos ciganos é entendida como sendo de natureza transnacional, pelo que requer uma intervenção coordenada, e que essa integração afeta vários Estados-Membros ao mesmo tempo; A ação da UE neste domínio tem vários efeitos positivos, como a melhoria da coerência e da eficácia das estratégias dos Estados-Membros ou a introdução de uma abordagem global e integrada. Uma intervenção da UE poderia melhorar a partilha de informações e de contactos e o cofinanciamento de projetos no domínio da integração. Por último, a ação da UE pode ser muito eficaz quando se trata de sensibilizar mais para a necessidade de melhorar a situação da população cigana; A consulta realça, além disso, que os Estados-Membros e os órgãos de poder local e regional devem estar em condições de conceber estratégias adequadas que tenham em conta as circunstâncias locais e reflitam o tamanho e a natureza da população cigana. Salienta, por conseguinte, que a participação destas instâncias na conceção e no planeamento das medidas adotadas pelas autoridades locais e regionais é essencial para o seu êxito; 21. reputa necessário avaliar, no âmbito dos mecanismos de coordenação existentes, entre os quais o método aberto de coordenação, quais as modalidades mais eficazes para oferecer aos Estados-Membros instrumentos que permitam uma cooperação mais estruturada, sobretudo para integrar mais sistematicamente as questões que dizem respeito aos ciganos nas políticas europeias e nacionais e para introduzir normas mínimas obrigatórias propícias à integração social, económica e cultural da minoria cigana; forte participação destas instâncias será impossível realizar os objetivos previstos no quadro europeu para a integração dos ciganos até 2020; 24. convida os Estados-Membros e os órgãos de poder local e regional a definirem, realizarem e acompanharem as suas estratégias de integração desta comunidade, em estreita cooperação com a sociedade civil cigana, ativando formas de representação, de consulta e de participação nos processos de conceção, decisão, aplicação, acompanhamento e avaliação das políticas e dos projetos que lhe dizem respeito; 25. recomenda aos Estados-Membros que, em estreita cooperação com os órgãos de poder local e regional, criem sistemas de acompanhamento eficazes para avaliar o efeito dos métodos de integração dos ciganos, de modo que estes possam ser partilhados com todos os grupos de interesse e autoridades pertinentes; 26. recomenda que se apliquem rapidamente as decisões adotadas durante a Cimeira dos Autarcas sobre os ciganos, realizada em Estrasburgo, em 22 de setembro de 2011; 27. insta os Estados-Membros a elaborarem estratégias que tenham por alvo a integração da comunidade cigana, não só tratando-a como um grupo social e economicamente desfavorecido, mas também como uma minoria nacional titular dos direitos previstos na Convenção-Quadro para a Proteção das Minorias Nacionais (STE n. o 157), conforme foi recomendado pelo Conselho da Europa; 28. apela para que a Comissão Europeia assegure os recursos financeiros, e não só, necessários à execução dos diferentes planos de ação e iniciativas; 29. recomenda aos Estados-Membros e aos órgãos de poder local e regional que promovam iniciativas destinadas a valorizar a cultura e a identidade da comunidade cigana, as quais são fundamentais para combater os estereótipos, a xenofobia e o racismo e promover a sua integração social e económica sem resvalar para a assimilação cultural; 22. considera ainda que importa manter o requisito de uma forte governação a vários níveis, envolvendo os órgãos de poder local e regional nos processos de decisão, e que estes não devem ser considerados meramente como agentes de execução e sim dotados de instrumentos e recursos financeiros que lhes permitam fazer face aos desafios da integração dos ciganos; 30. recomenda aos Estados-Membros e aos órgãos de poder local e regional que lancem estratégias destinadas a combater os preconceitos, o racismo e a discriminação, sabendo que medidas puramente socioeconómicas não são suficientes para promover a integração da comunidade cigana; Recomendações finais 23. recomenda aos Estados-Membros que elaborem ou revejam as suas estratégias nacionais de integração dos ciganos, de acordo com o calendário da Comissão, envolvendo nos processos de decisão e de execução os órgãos de poder local e regional, tirando partido das boas práticas e considerando que sem a 31. recomenda aos Estados-Membros e aos órgãos de poder local e regional que adotem medidas concretas e específicas para superar as desvantagens a que está sujeita a comunidade cigana e garantir-lhe igualdade de acesso à educação, ao emprego, aos cuidados de saúde e à assistência social, reforçando igualmente as ligações com essa comunidade através de mediadores culturais ciganos;

5 Jornal Oficial da União Europeia C 54/ recomenda aos Estados-Membros e aos órgãos de poder local e regional que promovam a aplicação coerente da estratégia de integração dos ciganos com as estratégias da UE de combate à pobreza e à exclusão social e que previnam a marginalização e a exclusão das crianças ciganas, logo desde a primeira infância, garantindo serviços de educação, assistência e cuidados para as crianças com menos de três anos, a fim de assegurar a sua plena integração e a salvaguarda dos seus direitos. Dada a natureza intergeracional da exclusão social e económica, a redução da pobreza e da segregação infantil diminui decisivamente os riscos de futura exclusão e discriminação social, económica e em termos de emprego; 33. recomenda aos órgãos de poder local e regional que partilhem as boas práticas no âmbito da inclusão dos ciganos, tendo em mente que redes como a Eurocidades, os organismos internacionais e outros atores, a nível do governo ou não, ativos nas quatro áreas prioritárias enunciadas poderão contribuir para a implementação do quadro europeu para a integração dos ciganos, a partir de uma perspetiva local e envolvendo os municípios de todos os países europeus; 34. recomenda aos Estados-Membros que respondam ao apelo feito pela Comissão e utilizem os financiamentos da UE planeados para apoiar os esforços de inclusão dos ciganos, dentre os quais os fundos estruturais, o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural e o Instrumento de Microfinanciamento Europeu Progress, envolvendo não só os órgãos de poder local e regional e a sociedade civil cigana, mas prevendo também a participação consultiva de organizações internacionais, de organizações religiosas e de organizações não governamentais quando se tratar de recorrer à assistência técnica da UE com vista a melhorar as suas capacidades de gestão, de acompanhamento e de avaliação dos projetos. Bruxelas, 14 de dezembro de 2011 A Presidente do Comité das Regiões Mercedes BRESSO

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