Módulo II Motofretista

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1 Legislação Os municípios que regulamentarem a prestação de serviço de motofrete, podem estabelecer normas complementares, conforme as peculiaridades locais, garantindo condições técnicas e requisitos de segurança, higiene e conforto dos usuários dos serviços, de acordo com a legislação federal. Habilitando sua moto para o transporte de cargas Registro do veículo para a categoria aluguel junto ao DETRAN. Instalar placa de identificação da cor vermelha. Atender as dimensões corretas (altura x largura x comprimento) para os dispositivos de transporte de carga. Não ultrapassar o limite de carga máxima do veículo. Utilizar reflexivos luminosos especificados pela legislação tanto no baú, como no capacete e nos coletes. Instalar os dispositivos de transporte de carga somente nos pontos de fixação recomendados pelo fabricante do veículo. Normas gerais para transporte de mercadorias As Resoluções 219 e 356 do Conselho Nacional de Trânsito estabelecem as condições mínimas para o exercício da função de motofrete e determinam que: Os Órgãos Executivos de Trânsito dos Estados e do Distrito Federal deverão registrar os veículos tipo motocicleta e motoneta, na categoria aluguel, quando utilizados para transporte remunerado de cargas; Na motocicleta e motoneta poderão ser instalados dispositivos para transporte de cargas, desde que obedecidos os limites de dimensões legais e demais condições estabelecidos pelos fabricantes ou importadores dos veículos; Os dispositivos de transporte de cargas em motocicleta e motoneta poderão ser do tipo fechado (baú) ou aberto (grelha), desde que atendidas às dimensões máximas fixadas nas resoluções nº 219 e nº 356 e obedecidas às especificações do fabricante do veículo em relação à sua instalação e ao peso máximo admissível; A posição do dispositivo e a forma de fixação do objeto a ser transportado, não podem interferir na utilização, na montagem ou no funcionamento de nenhum equipamento original do veículo; 1

2 O equipamento do tipo fechado (baú) deve conter faixas retro-refletivas com objetivo de favorecer a visualização do veículo durante sua utilização diurna e noturna; O condutor da motocicleta e motoneta utilizada para o transporte remunerado de carga deverá utilizar capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores e contendo faixas reflexivas; O condutor da motocicleta e motoneta utilizada para transporte remunerado de cargas deverá utilizar colete para favorecer a visualização durante sua utilização diurna com faixas reflexivas. Nas motocicletas não podem ser adaptados dispositivos para transporte remunerado de cargas sem prévia autorização do DETRAN, sendo que a instalação desses acessórios deve observar os limites e condições impostas pelos fabricantes. Nos demais caso é permitido a instalação de baús de até 45 litros. A alteração não autorizada modifica as características originais do veículo e afeta a sua segurança e dirigibilidade, colocando em risco o condutor e os demais usuários da via pública. Legislação específica para motofrete (Resoluções do CONTRAN e regulamentação da atividade profissional do motofretista no Estado e no Município) Os quadros abaixo apresentam a legislação existente em nosso país a respeito do transporte de passageiros e de mercadorias em motocicletas e motonetas: Lei no , de 29 de julho de 2009 Regulamenta o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros, mototaxista e em entrega de mercadorias com o uso de motocicleta, motofretistas. Altera o CTB para dispor sobre regras de segurança desses serviços. Estabelece regras gerais para a regulação deste serviço. Resolução CONTRAN no. 350, de 14 de junho de 2010 Institui curso especializado obrigatório destinado a mototaxistas e a motofretistas. Resolução CONTRAN no. 356, de 02 de agosto de 2010 Estabelece requisitos mínimos de segurança para os serviços de mototáxi e de motofrete. Em seguida destacaremos suas principais determinações. Vale ressaltar que o Código de Trânsito Brasileiro também contém Artigos, já abordados no Módulo I deste manual Noções básicas de legislação. 2

3 Lei no , de 29 de julho de 2009 Estabelece condições para o exercício das atividades de motaxista e motofretista, a saber: ter completado 21 anos; possuir habilitação na categoria A, há pelo menos dois anos; ser aprovado em curso especializado, conforme resolução Nº 350 do Contran; estar vestido com colete conforme Anexo III da resolução N.º 356 do Contran; acresce ao Código de Trânsito brasileiro o Art. 139-A que obriga as motocicletas ou motonetas destinadas ao motofrete serem autorizadas pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou do DF, exigindo para tanto: registro como veículo da categoria aluguel; instalação de protetor de motor (mata-cachorro); instalação de antena corta-pipas; inspeção semestral para verificação de equipamentos obrigatórios e de segurança; instalação de dispositivos de carga de acordo com regulamentação; proibição de transporte de combustíveis, inflamáveis, tóxicos e de galões, exceto gás de cozinha e de galões de água mineral desde que em side-car e conforme regulamentação do Contran; Além de multas concernentes à CLT relativas à segurança no trabalho, responsabiliza solidariamente por danos cíveis, a pessoa natural ou jurídica que empregar ou firmar contrato de prestação continuada de serviços com condutor de moto-frete que descumpram as normas relativas ao exercício da atividade previstas nesta lei e no Código de Trânsito Brasileiro. Resolução N.º 350 institui a obrigatoriedade dos cursos destinados a profissionais mototaxistas e motofretistas. define a competência para ministrar os cursos aos órgãos executivos estaduais de trânsito ou do Distrito Federal que poderão também 3

4 autorizar outros órgãos, entidades ou instituições. Os cursos têm validade em todo território nacional. Define a grade curricular do curso. Resolução N.º 356 reafirma condições para o exercício das profissões estabelecidas pela Lei N.º /09. define equipamentos para os veículos destinados ao transporte de passageiros- mototáxi. define equipamentos e condições para o transporte de cargas motofrete, conforme a seguir: Os dispositivos para o transporte de carga poderão ser do tipo fechado (baú) ou aberto (grelha); O baú não poderá ter largura superior a 60 cm ou à distância entre os espelhos retrovisores; O baú não poderá ter comprimento que exceda a extremidade traseira da moto; O baú não poderá ter altura superior à 70 cm, medida a partir do assento da moto; A grelha não poderá ter largura superior a 60 cm ou à distância entre os espelhos retrovisores; A grelha não poderá ter comprimento que exceda a extremidade traseira da moto; A altura da carga acomodada na grelha a partir de sua base, não poderá exceder a 40 cm acima do banco da moto; -Os alforjes, as bolsas ou caixas laterais devem atender às seguintes dimensões máximas: A largura não pode ultrapassar a distância entre as extremidades do guidom das alavancas de freio à embreagem; O comprimento não poderá exceder a extremidade traseira da moto; Altura não superior à do assento; As caixas para capacete poderão exceder em 15 cm a extremidade traseira da moto; O baú deve conter faixas refletivas conforme anexo de resolução; O transporte em side-car deverá obedecer os limites estabelecidos pelos fabricantes da motocicleta; 4

5 Procedimentos para o Transporte de Cargas Verificação e manutenção permanentes do veículo para pilotagem segura no transporte de cargas. Você deverá fazer uma vistoria diária em sua motocicleta antes de utilizála. Essa vistoria é fundamental para garantir uma pilotagem segura, principalmente antes de viagens mais longas ou de conduzir em estradas. A revisão leva poucos minutos e deve ser feita, preferencialmente, com o motor em funcionamento para verificar ruídos estranhos, vazamentos ou parafusos soltos. Essa prática diária assegura excelente conservação da motocicleta e mantém as peças e acessórios em ótimo estado. Para verificação e manutenção dos itens abaixo relacionados você deverá consultar o manual do proprietário de sua motocicleta e seguir as orientações nele descritas. Suspensão, freio, embreagem, acelerador, nível de combustível, óleo de freio e motor, bateria, sistema de transmissão, pneus, sistema elétrico Suspensão: Localizar, verificar e ajustar os pontos da suspensão traseira e dianteira de sua motocicleta. Sistema de freios: O sistema de freios precisa estar devidamente regulado e lubrificado. Se o freio de sua motocicleta for hidráulico, deve-se ainda verificar semanalmente o nível do fluido que, se estiver abaixo do mínimo estipulado, pode sinalizar vazamento ou desgaste excessivo da pastilha. Embreagem: A função da embreagem é engatar e desengatar o motor do câmbio. Sem a embreagem, não haveria como conectar o motor em funcionamento ao câmbio, progressivamente, e assim possibilitar à moto arrancar. Além disso, quando o piloto quer trocar as marchas, ele usa a embreagem para desconectar o motor do câmbio. Uma vez selecionada a marcha, ele usa a embreagem para restabelecer a conexão. A embreagem consiste em uma série de discos e placas 5

6 sob a carga de molas que, quando pressionadas juntas, conectam o virabrequim ao câmbio. Comandos e cabos: As folgas dos pedais dos freios dianteiro e traseiro, bem como a da alavanca da embreagem, devem estar reguladas com a medida média de 20mm. Também é importante fazer o check-up da regulagem e lubrificação dos cabos de embreagem, do acelerador e do sistema de freios. Acelerador: Normalmente não damos muita atenção a esse item que é muito importante, a lubrificação evita desgastes dos cabos de acelerador, além de evitar quebras inesperadas, faz com que a pilotagem fique mais confortável, com os comandos mais sensíveis, propiciando maior segurança. Nível do óleo e do combustível: para manter o bom funcionamento do motor, é recomendada a verificação diária do nível do óleo lubrificante do motor. Se estiver abaixo do nível recomendado, deve-se completar e/ou efetuar a troca conforme a orientação do fabricante. É importante verificar com frequência o nível de combustível. Lembre-se também de verificar o nível do líquido de arrefecimento, caso a motocicleta seja dotada de sistema de arrefecimento líquido. Filtros de óleo e de ar: Para não comprometer a lubrificação do motor, o filtro de óleo deve ser limpo ou substituído de acordo com a tabela de manutenção do Manual do Proprietário. Já o filtro de ar, por reter muitas impurezas, tem de ser limpo periodicamente (e substituído quando necessário) para evitar desgaste prematuro dos anéis e cilindros do motor. Se o filtro for de espuma, é necessário lavar com querosene e reaplicar óleo de motor, espremendo para tirar o excesso. Bateria: No caso de bateria não selada, é necessário verificar o nível da água e conferir se os terminais estão oxidados, limpando-os, posteriormente, com uma escova e com uma solução de água e vinagre. Sistema de transmissão (corrente, coroa e pinhão): Para que o sistema de transmissão não seja prejudicado após a utilização em estradas de terra, ele deve ser lavado e lubrificado. Caso esteja solto ou tensionado, basta ajustar a folga de acordo com as especificações descritas no Manual do Proprietário. 6

7 Luzes e comandos elétricos: Durante a inspeção, é importante você observar se todas as luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e painel) estão funcionando. Pneus e rodas: Usar pneus em perfeitas condições garante um deslocamento seguro. Por isso, antes da pilotagem, é aconselhável conferir se a calibragem está de acordo com as especificações do manual do proprietário, observar se existem objetos presos no pneu, tais como cacos de vidro e pedras, e verificar se algum raio da roda está quebrado, pois ele pode perfurar a câmara de ar. Condições e fixação do baú ou da grelha, do dispositivo retrorrefletivo e demais dispositivos e requisitos de segurança A legislação estabelece que para a realização de um transporte seguro é necessário que a carga transportada esteja em dispositivo fechado (baú) ou aberto (grelha). De acordo com a Resolução 356 do Contran, o equipamento fechado (baú) deve atender aos seguintes limites máximos externos: I - largura: 60 (sessenta) cm, desde que não exceda a distância entre as extremidades internas dos espelhos retrovisores; II - comprimento: não poderá exceder a extremidade traseira do veículo; e III - altura: não poderá exceder a 70 (setenta) cm de sua base central, medida a partir do assento do veículo. Certifique-se de que o baú e a grelha estão bem fixos na motocicleta. Não bloqueie as luzes ou peças móveis da suspensão e assegure-se de que não existem itens soltos que possam soltar no percurso. Dispositivos retrorrefletivos de segurança para o baú de motocicletas O baú deve contribuir para a sinalização do usuário durante o dia como a noite, em todas as direções, através de elementos retrorrefletivos, aplicados na parte externa do casco, conforme a figura: 7

8 O elemento retrorrefletivo no baú deve ter uma área total que assegure a completa sinalização das laterais e na traseira. O formato e as dimensões mínimas do dispositivo de segurança refletivo deverá seguir o seguinte padrão: Dispositivos retrorrefletivos de segurança para capacetes O capacete deve contribuir para a sinalização do usuário durante o dia como a noite, em todas as direções, através de elementos retrorrefletivos, aplicados na parte externa do casco, conforme a figura: Dispositivo de Proteção de Motor e Pernas Sua utilização é para proteção das pernas do condutor e passageiro em caso de tombamento da motocicleta. Deve ser fixado na estrutura do veículo, obedecidas as especificações do fabricante do veículo no tocante à instalação, e não deve interferir no curso do pára-lama dianteiro; Dispositivo Aparador de Linha Utilizado para proteção do tórax, pescoço e braços do condutor e passageiro. É construído em aço de seção redonda resistente com acabamento 8

9 superficial resistente a corrosão, deve prover sistema de corte da linha em sua extremidade superior. Deve estar fixado na extremidade do guidon (próximo à manopla) do veículo, no mínimo em um dos lados. A altura do dispositivo deve ser regulada com a altura da parte superior da cabeça do condutor na posição sentado sobre o veículo. Dispositivos retrorrefletivos de segurança para colete O colete é de uso obrigatório e deve contribuir para a sinalização do usuário tanto de dia quanto à noite, em todas as direções, através de elementos retrorrefletivos e fluorescentes combinados. O elemento retrorrefletivo no colete deve ter uma área total mínima de, pelo menos 0,13 m², assegurando a completa sinalização do corpo do condutor, de forma a assegurar a sua identificação. O formato e as dimensões mínimas do dispositivo de segurança refletivo deverão seguir o padrão apresentado na figura, sendo que a parte amarela representa o refletivo enquanto a parte branca representa o tecido de sustentação do colete: 9

10 Lembre-se Ao adquirir o seu colete de alta visibilidade o mesmo deverá ser fornecido com o manual de utilização contendo as seguintes informações: garantia do fabricante instruções para ajustes de como vestir, uso correto, limitações de uso, instruções para armazenar e de conservação e limpeza. Transporte de diferentes tipos de cargas (avaliação de peso e tamanho) Para o transporte de cargas em sua motocicleta existem alguns aspectos importantes que devem ser observados: Peso da Carga transportar de acordo com a capacidade da motocicleta (manual do proprietário) levando em consideração também o peso do condutor. É importante que o peso fique igualmente distribuído. Acondicionamento Considerando o tamanho, o peso da motocicleta e por ela apresentar duas rodas, o local de Importante acondicionamento da carga é muito importante, por esta razão siga a legislação adotando o baú, a grelha, ou o side car e ainda verifique com o fabricante o modelo mais apropriado para sua motocicleta. O transporte de combustíveis inflamáveis ou tóxicos, e de galões nos veículos de que trata a Lei de 29 de julho de 2009 é proibido, com exceção de botijões de gás com capacidade máxima de 13 kg e de galões contendo água mineral, com capacidade máxima de 20 litros, desde que com auxílio de sidecar. Você deve observar a maneira como o produto vai ser transportado e os danos que podem ocorrer. Ao carregar o baú, coloque os materiais mais frágeis por cima dos mais pesados. Para o transporte de alimentos e medicamentos, fique atento as normas exigidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), para o transporte destes produtos quanto utilização de baús térmicos, higienização, além de verificar os procedimentos adotados pela empresa contratante. 10

11 Logística Organização e planejamento temporal de tarefas O transporte de cargas expressas influencia o dia-a-dia das pessoas e das empresas. A estruturação de um sistema de transporte de cargas expressas eficiente é fundamental à execução das atividades de empresas dos mais variados ramos da economia. Para isso é importante que você planeje e controle, de modo eficiente, o fluxo e a armazenagem de produtos, visando o atendimento das necessidades dos clientes com o melhor padrão de qualidade. O profissional motofretista é um gerente de logística porque ele tem sob seu controle a execução da rota de serviço e do tempo das coletas dos bens. A logística envolve diversos trabalhos dentro da prestação de serviços ao cliente. Um desses trabalhos é a entrega da mercadoria, feita, muitas vezes, pelo motofretista. O motofretista é responsável pelo transporte de cargas expressas do ponto de origem até o ponto de consumo, no caso, o cliente. Um dos fatores importantes para a logística utilizada pelo motofretista é o controle da rota de serviço e do tempo de transporte da mercadoria. Em casos de emergência deve haver a flexibilidade na alteração da rota de transporte, a fim de minimizar os prejuízos causados por imprevistos durante o deslocamento, tais como: acidentes, engarrafamentos, condições climáticas desfavoráveis, dentre outros. Para fazer esse trabalho é necessário conhecer a cidade em que se faz o serviço. Utilização da planta da cidade para elaboração de rotas otimizadas e alternativas. É preciso verificar os melhores trajetos a percorrer na malha viária de forma a minimizar o tempo e/ou a distância. Utilize a planta da cidade para elaboração de rotas otimizadas e alternativas. Muitas vezes o caminho mais curto não é o caminho mais rápido. Por isso devemos analisar o trajeto a ser feito. 11

12 Mas como escolher rotas otimizadas e alternativas? Planejando! Deve-se realizar um planejamento prévio e detalhado para a escolha do melhor caminho. Para isso, estudar a planta da cidade é uma ótima estratégia. Nela pode-se encontrar todos os caminhos possíveis para ir de um local a outro. É importante que na planta conste o sentido das vias, para que se economize o tempo de entrega, pois isso também é fator de qualidade do serviço. Porém, apesar do tempo de entrega influenciar na qualidade do serviço, vale ressaltar que a segurança do motofretista e dos outros usuários do espaço público deve estar sempre em primeiro lugar. Antes de sair para a entrega, pegue a planta da cidade, identifique a localização do endereço, veja todos os caminhos possíveis entre o ponto de partida e o ponto de chegada, assim como suas rotas alternativas, analise qual dos caminhos é o mais viável, levando em consideração o horário e as características da carga a ser entregue, verifique quem é o destinatário responsável por receber a encomenda e, com base nestas informações, monte seu itinerário. Aspectos a serem observados para o planejamento da rota: áreas de abrangência, setores, cidades ou bairros; característica da carga; sequência lógica e/ou cronológica; horário da coleta e entrega; clientes; valor da carga ou do serviço a ser prestado. Identificação de pontos críticos de fluidez de segurança Ainda na etapa de planejamento do seu itinerário, o motofretista deve procurar identificar quais os pontos críticos de fluidez e de segurança. Por exemplo, o horário das 18h, durante a semana, é um período crítico, pois é um horário de grande fluxo automotivo, por isso é necessário analisar muito bem o trajeto que irá percorrer. Nesse contexto, deve-se verificar antecipadamente a existência de caminhos alternativos que tenham um fluxo de automóveis menor. É importante também estar atento a eventos, frequentes ou esporádicos, que ocorrem nas cidades, como festividades, feiras, jogos de futebol, shows etc. Durante esses eventos é comum operações de trânsito que bloqueiem ou 12

13 modifiquem o sentido das vias, pois causam grande aglomeração de veículos. Por isso, tal situação deve ser prevista no processo de planejamento da rota. Além de verificar os horários e pontos críticos de fluidez, o motofretista também deve se preocupar com a segurança. Alguns trajetos oferecem mais risco para o motociclista. O profissional deve, portanto, optar por caminhos que lhe sejam mais seguros, evitando pontos de elevada ocorrência de acidentes. Mas não basta evitar andar por esses lugares, o motofretista tem a responsabilidade de agir de forma a prevenir e evitar tais acidentes, zelando não apenas pela própria segurança, mas contribuindo para que todos os usuários da via possam exercer seu direito de ir e vir de forma segura. Atitudes como andar na contra mão, pelas calçadas e passarelas destinadas aos pedestres, nas ciclovias e ciclofaixas podem causar grandes danos a todos os cidadãos que convivem no espaço público (motociclista, motoristas, ciclistas, pedestres), inclusive ao motofretista. É relevante a definição de roteiros, Itinerários e a determinação do melhor caminho a seguir. Estabeleça sempre uma rota alternativa, ela será útil em caso de imprevistos. Aspectos a serem observados para o planejamento da rota: áreas de abrangência, setores, cidades ou bairros; característica da carga; seqüência lógica e/ou cronológica; horário da Coleta e Entrega; clientes; valor da carga ou do serviço a ser prestado. 13

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