Ação Modernização e Capacitação das Empresas

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1 Junho 2014 Ação Modernização e Capacitação das Empresas

2 Índice Enquadramento..3 Tipos de Apoio da Ação Quem são os beneficiários?...5 Critérios de elegibilidade dos beneficiários...6 Critérios de elegibilidade das operações Despesas de elegibilidade e não elegibilidade..16 Critérios de Seleção e Hierarquização.. 19 Forma e Nível dos Apoios Execução das Operações

3 Enquadramento A Ação Modernização e Capacitação das Empresas integra um dos quatro eixos de apoio do programa PRODER - Programa de Desenvolvimento Rural do Continente : Eixo 1- Competitividade. Este eixo apoia a modernização e capacitação das empresas agrícolas e florestais com o objetivo de: > Incentivar o desenvolvimento de sinergias > Promover o desenvolvimento da competitividade das fileiras > Contribuir para a valorização das empresas de produção agrícola; e de transformação e comercialização de produtos agrícolas > Promover a renovação do tecido empresarial agrícola > Contribuir para a melhoria das condições de vida e de trabalho 3

4 Tipos de Apoio da Ação Os apoios a atribuir destinam-se a: Componente 1 Investimentos em explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas Componente 2 Investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas 4

5 Quem são os beneficiários? > Pessoas singulares ou coletivas que exerçam a atividade agrícola ou que se dediquem à transformação ou comercialização de produtos agrícolas. > Agrupamentos complementares de empresas e outras pessoas coletivas que, não exercendo atividade agrícola, sejam constituídas exclusivamente por pessoas que exerçam essa actividade e tenham por fim exclusivo a realização de operações para os seus membros. 5

6 Critérios de Elegibilidade dos Beneficiários Critérios de Elegibilidade dos Beneficiários Componente 1 Componente 2 Encontrarem-se legalmente constituídos, quando se trate de pessoas coletivas Cumprirem as condições legais necessárias ao exercício da respetiva atividade, nomeadamente terem a situação regularizada em matéria de licenciamentos Não estarem abrangidos por quaisquer disposições de exclusão resultantes do incumprimento de obrigações decorrentes de operações co-financiadas, realizadas desde 2000 Apresentarem um contrato onde estejam expressas as obrigações, os deveres e as responsabilidades dos diferentes promotores, no caso de candidaturas conjuntas e de fileira. 6

7 Critérios de Elegibilidade dos Beneficiários Os candidatos aos apoios à componente um devem ainda cumprir os seguintes requisitos: > Possuírem capacidade profissional adequada > Não estarem a receber ajudas cujos compromissos ou obrigações sejam incompatíveis com os investimentos propostos, nas parcelas onde vão ser realizados os investimentos > Terem a titularidade da exploração agrícola 7

8 Critérios de Elegibilidade dos Beneficiários Os candidatos aos apoios à componente dois devem ainda cumprir os seguintes requisitos: > Apresentarem um indicador de Autonomia Financeira (AF) pré e pósprojeto igual ou superior a 20% e 25%, respetivamente, devendo o indicador pré-projeto ter por base o exercício anterior ao ano da apresentação do pedido de apoio; 8

9 Critérios de Elegibilidade das Operações Critérios de Elegibilidade das Operações Componente 1 Componente 2 Custos elegível igual ou superior a euros Não conflituem com outras medidas que se enquadrem no âmbito de regimes de apoio ao abrigo da Organização Comum dos Mercados Agrícolas («OCM única») Assegurem, quando aplicável, as fontes de financiamento de capital alheio Apresentarem viabilidade económico-financeira, medida através do valor atualizado líquido, tendo a actualização como referência a taxa de refinanciamento (REFI) do Banco Central Europeu 9

10 Critérios de Elegibilidade das Operações Critérios de Elegibilidade das Operações Componente 1 Componente 2 Apresentem coerência técnica, económica e financeira Fundamentem o escoamento normal no mercado do acréscimo de produção resultante do investimento, quando aplicável Cumpram as disposições legais aplicáveis aos investimentos propostos, designadamente em matéria de licenciamento Para os projectos que prevejam investimentos de electrificação dentro da exploração agrícola, a existência de electrificação externa, até ao último pedido de pagamento. 10

11 Critérios de Elegibilidade das Operações Os projetos de investimento de apoio à componente dois devem ainda enquadrarem-se num dos seguintes setores: a) Comercialização dos seguintes produtos agrícolas de base: Produtos vegetais: cereais e arroz, frutas e produtos hortícolas, banana, batata, azeitona, uva para vinho, flores e plantas ornamentais, plantas industriais, sementes e material de propagação vegetativa, plantas forrageiras, oleaginosas e proteaginosas; Produtos animais: mercados de gado, de animais de capoeira e de ovos, leite e mel natural. 11

12 Critérios de Elegibilidade das Operações Os projetos de investimento de apoio à componente dois devem ainda enquadrarem-se num dos seguintes setores (continuação): b) Transformação dos produtos referidos no número anterior cujo produto final, bem como a sua comercialização, se enquadre nas atividades indicadas no quadro que se segue: 12

13 Critérios de Elegibilidade das Operações CAE Designação Abate de gado (produção de carne) Abate de aves Fabricação de produtos à base de carne Preparação e conservação de batatas Fabricação de sumos de frutos e de produtos hortícolas Congelação de frutos e produtos hortícolas Secagem e desidratação de frutos e produtos hortícolas Fabricação de doces, compotas, geleias e marmelada Descasque e transf. de frutos de casca rija comestíveis 13

14 Critérios de Elegibilidade das Operações CAE Designação Preparação, e conservação de frutos e produtos hortícolas por outros processos Produção de azeite Indústria do leite e derivados Descasque, branqueamento e outros tratamentos do arroz Indústria do açúcar Fabricação de produtos de confeitaria Indústria do café e do chá ( só a torrefacção da raiz da chicória) Fabricação de condimentos e temperos Fabricação de outros produtos alimentares diversos, N.E. 14

15 Critérios de Elegibilidade das Operações CAE Designação Produção de vinhos comuns e licorosos Produção de vinhos espumantes e espumosos Fabricação de cidra e de outras bebidas fermentadas de frutos Fabricação de vermutes e de outras bebidas fermentadas não destiladas Preparação e fiação de linho e outras fibras têxteis (só a preparação do linho até à fiação) Preparação e fiação de linho e outras fibras têxteis (só a preparação do linho até à fiação) 15

16 Despesas Elegíveis e Não Elegíveis Despesas Elegíveis Componente 1 Componente 2 Formação Profissional Custos com ações de formação profissional específicas dos ativos que desenvolvam a sua atividade no âmbito do projeto, nomeadamente os custos associados a inscrição, matrícula e propina em ações de formação não financiadas por outras medidas do PRODER ou não financiadas pelo FSE. Limites às elegibilidades: Os indicadores de custo unitário, por hora e por formando, em matéria de formação de iniciativa individual e de participações individuais, estão definidos na Portaria n.º 596- D/2008, de 8 de Julho. 16

17 Despesas Elegíveis e Não Elegíveis Despesas Elegíveis Componente 1 Componente 2 Edifícios Plantações plurianuais - Instalações de pastagens biodiversas - Máquinas e Equipamentos Sistemas de rega - Investimentos associados ao cumprimentos de normas ambientais, de higiene e de bem-estar animal - Contribuições em espécie - Aquisição de prédios rústicos - Programas informáticos Processos de certificação reconhecidos 17

18 Despesas Elegíveis e Não Elegíveis Despesas Elegíveis Componente 1 Componente 2 Despesas Gerais: estudos técnicos-económicos, honorários de arquitetos, engenheiros, consultores, aquisição de patentes, licenças e seguros de construção e de incêndio, até 5% do custo total das restantes despesas elegíveis, com exceção das relativas à aquisição de prédios rústicos IVA regime de insenção - IVA regimes mistos - 18

19 Critérios de Seleção e Hierarquização Os projetos submetidos que cumprem os critérios de elegibilidade dos beneficiários e das operações são, em caso de necessidade, hierarquizados em função do resultado do cálculo obtida da respetiva valia global de operação (VGO): VGO =0,50 VA + 0,50 VB > VA (valia ambiental): valoriza a capacidade da operação gerar benefícios ambientais. A pontuação de 20 ou 0 pontos é atribuída em função da concretização ou não de um dos seguintes investimentos: -Produção de energias renováveis -Valorização de resíduos e subprodutos -Retenção de águas superficiais 19

20 Critérios de Seleção e Hierarquização -Equipamentos de monotorização da qualidade e quantidade da água -Cumprimentos das normas relativas ao ambiente, higiene e bem-estar animal -A operação prever a implementação do processo de certificação pela norma NP EN ISSO 14001:2004, no âmbito do Sistema Português de Qualidade 20

21 Critérios de Seleção e Hierarquização > VB (valia do Beneficiário): valoriza a sustentabilidade e grau de integração na fileira Componente 1: A pontuação é de 20 ou 0, em função de o beneficiário pertencer ou não, antes da submissão do pedido de apoio, a uma Organização de Produtores reconhecida ou uma cooperativa ou outra organização em processo de reconhecimento como OP, da(s) fileira(s) em questão. Componente 2: A pontuação é de 20 ou 0, em função de o beneficiário ser ou não, antes da submissão do pedido de apoio, uma Organização de Produtores reconhecida ou uma cooperativa ou outra organização em processo de reconhecimento como OP, da(s) fileira(s) em questão. 21

22 Forma e Nível dos Apoios Os apoios são atribuídos sob a forma de subsídios não reembolsáveis. Os níveis de apoio a conceder com base no custo total elegível dos investimentos propostos no pedido de apoio (CTE), em percentagem, são os seguintes: Componente 1 Investimentos em explorações agrícolas para a produção primária de produtos agrícolas Nível base de apoio Zona desfavorecida Majorações cumuláveis Jovem agricultor Associado de Organizações de Produtores

23 Forma e Nível dos Apoios Componente 2 Investimentos na transformação e comercialização de produtos agrícolas Nível base de apoio Região de Convergência Majorações cumuláveis Organizações de Produtores PME Não PME 12,5 5 2,5 Os limites máximos de apoio por beneficiário são: > Componente 1: euros > Componente 2: euros 23

24 Execução das Operações 1 - Os prazos máximos para os beneficiários iniciarem e concluírem a execução física das operações são, respetivamente, de 6 e 24 meses contados a partir da data da assinatura do contrato de financiamento. 2 - Nas operações que prevejam a instalação de culturas plurianuais, ao prazo de conclusão referido no número anterior podem, no máximo, acrescer: a) 36 meses, para os investimentos de consolidação; b) 24 meses, para a aquisição de máquinas de colheita. 3 - O prazo máximo de execução física dos projectos PIR (Projetos de Interesse Regional) é de 48 meses contados da data da assinatura do contrato. 4 - Em casos excepcionais e devidamente justificados, o gestor pode autorizar a prorrogação dos prazos estabelecidos nos n.os 1, 2 e 3. 24

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