SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012

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1 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISO DE CANDIDATURA FEVEREIRO 2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA SECTOR TURISMO QREN QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL INFORMAÇÃO SINTETIZADA 1

2 ÍNDICE PÁGINA OBJECTO E NATUREZA INOVADORA DOS PROJECTOS 2 ACTIVIDADES ABRANGIDAS E MODALIDADES DE PROJECTOS A APOIAR 3 DOTAÇÕES ORÇAMENTAIS 4 CONDIÇÕES DE ACESSO ESPECIFICAS DO AVISO POR DOTAÇÕES ORÇAMENTAIS 5 TAXAS DE COMPARTICIPAÇÃO 8 INSERÇÃO DOS PROJECTOS EM ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA 9 DESPESAS ELEGÍVEIS 10 DATAS LIMITE E VALORES MÍNIMOS PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS 11 CONDIÇÕES GERAIS DE ADMISSIBILIDADE À CANDIDATURA 11 A INFORMAÇÃO CONTIDA NESTE DOCUMENTO NÃO DISPENSA A CONSULTA DA LEGISLAÇÃO APLICÁVEL OBJECTO O Aviso para Apresentação de Candidaturas n.º 02/SI/2012 destina-se a apoiar investimentos empresariais 1 que reforcem a capacidade das empresas de forma a assegurar ganhos mais rápidos em termos de uma maior orientação do produto interno, para a procura externa. NATUREZA INOVADORA DOS PROJECTOS Todos os projectos candidatos deverão promover a inovação no tecido empresarial, pela via da produção de novos bens e serviços e processos que suportem a sua progressão na cadeia de valor, atribuindo-se um claro enfoque à viabilização de ajustamentos de natureza estrutural nas empresas que contribuam para o reforço do posicionamento das empresas em mercados internacionais. 1 Investimentos empresariais em todo o território continental. 2

3 ACTIVIDADES ABRANGIDAS CAE Designação CAE Designação 55 Alojamento Exploração de salas de espectáculos e actividades conexas 561 Restaurantes e Actividades dos jardins zoológicos, botânicos e 563 Estabelecimentos de bebidas aquários; Actividade dos parques e reservas naturais Aluguer de veículos automóveis Gestão de instalações desportivas 791 Agências de viagem e operadores turísticos Outras actividades desportivas, n. e Actividades dos parques de diversão e temáticos a Actividades dos portos de recreio (marinas); Organização de actividades de animação turística; Outras actividades de diversão e recreativas, n. e Actividades de bem -estar físico Actividades que carecem de emissão prévia da Declaração de Interesse para o Turismo MODALIDADES DE PROJECTOS A APOIAR Criação de empreendimentos, equipamentos ou serviços inovadores, através da demonstração de um elevado perfil diferenciador face à oferta turística existente no território; Requalificação de empreendimentos, equipamentos ou serviços por via da introdução de fatores de inovação que permitam a obtenção de vantagens competitivas e da qualificação da oferta turística existente no território. 2 Apenas para as candidaturas apresentadas ao POR Algarve 3

4 DOTAÇÕES ORÇAMENTAIS Na ilustração infra consta a afectação das distintas dotações definidas pelo presente concurso 3, apresentado-se nas páginas seguintes as condições de acesso a cada uma das dotações. Empresas Exportadoras 51 Milhões de Euros Novos Exportadores 17 Milhões de Euros Valorização Oferta Nacional 17 Milhões de Euros Baixa Densidade 35 Milhões de Euros 3 Para projectos com investimentos localizados nas regiões de Lisboa e Algarve, o promotor deverá apresentar uma candidatura autónoma para cada um desses investimentos. 4

5 CONDIÇÕES DE ACESSO ESPECÍFICAS DO AVISO - POR DOTAÇÔES ORÇAMENTAIS 1. ORIENTAÇÃO PARA OS MERCADOS EXTERNOS - EMPRESAS EXPORTADORAS E NOVOS EXPORTADORES A empresa promotora deverá cumprir o seguinte rácio que traduz a orientação da sua actividade para os mercados externos: E1 = Intensidade das Exportações (pré-projecto) E2 = Intensidade das Exportações (pós-projecto) E3 = Impacto do investimento 5

6 E4 = Relevância e fundamentação da estratégia de internacionalização Tendo presente: i. O detalhe do historial de internacionalização da empresa, indicando o volume, mercados e produtos envolvidos, quando aplicável; ii. O detalhe da estratégia de internacionalização e dos planos de investimentos a ela associados, indicando o esforço e o tipo de investimentos e as acções que pretendem desenvolver; iii. A descrição das perspectivas de internacionalização sustentadas em indicadores ou outras informações, identificando os mercados externos visados e fundamentando o seu potencial de crescimento para a empresa promotora. Condições de acesso às dotações para Empresas Exportadoras e Novos Exportadores : Empresas Exportadoras Empresas existentes (início de actividade antes de 01/01/2010) que cumpram os critérios E1, E2, E3 ou No caso de criação de empresas (início de actividade após 01/01/2010 e com despesa elegível apresentada na candidatura igual ou superior a 1,5 milhões de euros) 4, devem ser cumpridos os critérios de acesso E2 e E4. Novos Exportadores Necessário cumprir com os critérios E2 e E4. 4 Os projectos com despesa elegível inferior a 1,5 milhões de euros têm acesso a apoios através do concurso denominado SI Inovação Empreendedorismo Qualificado 6

7 2. VALORIZAÇÃO DA OFERTA NACIONAL Condições a Respeitar: i. Inserir-se nos seguintes sectores de atividade transacionáveis ou serviços internacionalizáveis: CAE Designação 55 Alojamento 561 Restaurantes (Inclui Actividades de Restauração em Meios Móveis) CAE Designação Exploração de salas de espectáculos e actividades conexas Actividades dos jardins zoológicos, botânicos e aquários Actividade dos parques e reservas naturais 563 Estabelecimentos de Bebidas Gestão de instalações desportivas Actividades que carecem de emissão prévia da Declaração de Interesse para o Turismo Outras actividades desportivas, n. e Actividades dos parques de diversão e temáticos Actividades dos portos de recreio (marinas) Organização de actividades de animação turística Outras actividades de diversão e recreativas, n. e Actividades de bem -estar físico ii. Apresentar uma qualidade significativa, traduzida por uma pontuação de Mérito do Projeto superior ou igual a 4,00; iii. Ser apresentados por empresas com criação líquida de postos de trabalho (PT) medida pelo diferencial entre o volume de emprego registado no pós-projecto e o maior volume de emprego de entre os registados em 31 de Dezembro de 2010 e 31 de Dezembro de BAIXA DENSIDADE Somente as candidaturas relativas a projectos de investimento localizados nas regiões do Alentejo (micro e pequenas empresas) e Algarve se enquadram nesta dotação. Os projectos inseridos nesta dotação apenas se regem pelas condições gerais de acesso apresentadas infra. 7

8 TAXAS DE COMPARTICIPAÇÃO Natureza do Incentivo: EMPRÉSTIMO SEM JUROS Majorações: Taxa Base: Até 45% Tipo de Empresa Pequena Empresa: 20% (se o invest. Elegível > 5 milhões de euros a majoração será apenas de 10%) PRAZOS DO EMPRÉSTIMO SEM JUROS Projectos de novas unidades de produção com despesa elegível superior a , de projectos de remodelação de estabelecimentos hoteleiros e de criação de unidades de turismo no espaço rural e de turismo de habitação: - Empréstimo: 7 anos; - Carência de capital: até 3 anos Média Empresa: 10% Eficiência Colectiva (EEC): 10% Empreendedorismo feminino ou jovem 10% Projectos de construção ou de instalação de novos estabelecimentos hoteleiros: - Empréstimo: 10 anos; - Carência de capital: até 3 anos Restantes Projectos: - Empréstimo: 6 anos; - Carência de capital: 3 anos Nota: As taxas de comparticipação apresentadas graficamente poderão não ser atingíveis, dada a imposição comunitária de limites máximos para o incentivo, aplicáveis aos projectos de acordo com o tipo de investimento e com a região. Incentivo Máximo: POR Algarve POR Lisboa PRÉMIO DE REALIZAÇÂO: O incentivo reembolsável poderá ser convertido em fundo perdido, em função da avaliação do desempenho do projecto, até ao montante máximo de 75% do incentivo reembolsável concedido. 8

9 INSERÇÃO DOS PROJETOS EM ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLETIVA (MAJORAÇÕES) NO CASO DOS PROJECTOS DE INVESTIMENTO SE INSERIREM NAS DENOMINADAS ESTRATÉGIAS DE EFICIÊNCIA COLECTIVA ECC, AS EMPRESAS QUE OS PROMOVEM E QUE PODERÃO APRESENTAR CANDIDATURA A ESTE SISTEMA, TERÃO DE POSSUIR PELO MENOS UM DOS SEGUINTES CAE LISTADOS INFRA E PODERÃO ESTAR LOCALIZADAS EM QUALQUER DAS REGIÕES. OS PROJETOS LOCALIZADOS NA REGIÃO DO ALGARVE CANDIDATAM-SE OBRIGATORIAMENTE À ESTRATÉGIA EFICIÊNCIA COLETIVA PCT TURISMO, PELO QUE DEVEM JUSTIFICAR DETALHADAMENTE O ENQUADRAMENTO DO PROJETO NA EEC EM CAUSA. PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 CAE Designação CAE Designação a Estabelecimentos Hoteleiros Exploração de salas de espectáculos e actividades conexas a Restaurantes e Similares Actividades dos jardins zoológicos, botânicos e aquários Restaurantes, n.e. (inclui actividades de restauração em meios móveis) Actividade dos parques e reservas naturais a Estabelecimentos de Bebidas Gestão de instalações desportivas a Aluguer de Veículos Automóveis Outras actividades desportivas, n. e a Agências de Viagem e Operadores Turísticos Actividades dos parques de diversão e temáticos Actividades dos portos de recreio (marinas) Organização de actividades de animação turística Outras actividades de diversão e recreativas, n. e Actividades de bem -estar físico Actividades que carecem de emissão prévia da Declaração de Interesse para o Turismo 5 Apenas para as candidaturas apresentadas ao POR Regional Algarve 9

10 DESPESAS ELEGÍVEIS À excepção do POR Lisboa 10

11 DATAS LIMITE E VALORES MÍNIMOS PARA A APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Produção de novos bens e serviços ou melhorias significativas da produção actual através da transferência e aplicação de conhecimento. Adopção de novos, ou significativamente melhorados, processos ou métodos de fabrico, de logística e distribuição, bem como métodos organizacionais ou de marketing. Datas: de 27 de Fevereiro de 2012 a 26 de Abril de 2012 Investimento mínimo elegível: (à excepção do POR Alentejo e do POR Algarve que é de ) Investimento máximo elegível: Data limite para a comunicação da decisão: 3 de Agosto de 2012 CONDIÇÕES GERAIS DE ADMISSIBILIDADE À CANDIDATURA DO PROMOTOR Condições a reportar à data da candidatura: Encontrar-se legalmente constituído; Possuir ou assegurar os recursos humanos e físicos necessários; Dispor de contabilizada organizada; Dispor de um rácio de autonomia financeira não inferior a 15% (PME) ou 20% (Grande Empresa); Designar um responsável técnico do projecto; Cumprir, quando existam investimentos em formação profissional, todas as regras definidas no regulamento específico dos apoios à formação profissional. Condições a reportar em data posterior: Cumprir as condições legais necessárias ao exercício da respectiva actividade; Possuir a situação regularizada face à administração fiscal, à segurança social e às entidades pagadoras dos incentivos; DOS PROJECTOS Não incluir despesas anteriores à data da notificação da aprovação prévia de concessão de incentivos, à excepção dos adiantamentos para sinalização até ao valor de 50% do custo de cada aquisição, e das despesas relativas aos estudos prévios, desde que realizados há menos de um ano; Apresentar viabilidade económico-financeira e aplicar um mínimo de 20% de capitais próprios; Manter afectos à respectiva actividade os activos respeitantes ao investimento apoiado, bem como a localização geográfica definida no projecto; Ter projecto ou memória descritiva previamente aprovados; Possuir Declaração de Interesse para o Turismo, quando aplicável; O projecto ser implementado, no máximo, em 24 meses; Ser sustentado por uma análise estratégica da empresa; As despesas com a construção de edifícios encontram-se limitadas a um máximo de 60% das despesas elegíveis totais do projeto. 11

12 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Decreto-Lei n.º 65/2009 (DR n.º 56 1ª Série), de 20 de Março (Enquadramento Nacional de sistemas de incentivos ao investimento nas empresas, o qual vincula não só o QREN e os seus Programas Operativos, mas também a política nacional neste domínio, independentemente das suas fontes de financiamento.] Portaria n.º 1103/2010 (DR n.º 207 1ª Série), de 25 de Outubro (Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação Aprova o Regulamento do Sistema de Incentivos à Inovação) AVISO DE ABERTURA Sistema de Incentivos à Inovação (SI INOVAÇÃO) - Concurso N.º 02/SI/2012 INOVAÇÃO PRODUTIVA DE CANDIDATURA FONTES: Programa Operacional Factores de Competitividade POFC Turismo de Portugal, I.P. APAVT - ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS AGÊNCIAS DE VIAGEM E TURISMO. GABINETE APOIO AO INVESTIDOR RUA DUQUE DE PALMELA, 2-1º DTº LISBOA TEL.: (+351) FAX: (+351) INFORMAÇÃO ACTUALIZADA EM FEVEREIRO DE

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