Visita a Portugal do importador. Exclusivos Camacho

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1 Visita a Portugal do importador Exclusivos Camacho Sector Cerâmica e Faiança Decorativas Espanha 14 a 16 de Janeiro de 2014

2 Enquadramento : Como consequência da nova situação económica em Espanha, os últimos anos têm sido muito complicados no que diz respeito às importações. O sector fabril nos países asiáticos tem vindo a perder capacidade de produção e de resposta, assim como constância no que diz respeito à qualidade do produto. Por outro lado, factores como os prolongados prazos de entrega, preços cada vez menos competitivos, instabilidade do preço do petróleo - relacionado intrinsecamente com o transporte das mercadorias - e a valorização do yuan, têm levado a uma progressiva transferência da procura de artigos de Cerâmica e Faiança decorativos e Utilidades domésticas a países europeus, nomeadamente a Portugal. Não há dúvida que o nosso país tem suscitado cada vez mais interesse junto dos compradores espanhóis deste sector, tanto devido à proximidade geográfica como à maior especialização na resposta rápida e nas pequenas séries. Sendo assim, o Centro de Negócios da Aicep em Madrid procedeu à selecção de um importador no sentido de integrar uma missão empresarial a Portugal cujo objectivo se traduza no estabelecimento de contactos directos entre os compradores / importadores de Espanha e as empresas portuguesas dos subsectores da Cerâmica e Faiança decorativas. 2

3 Apresentação da empresa : EXCLUSIVOS CAMACHO Empresa dedicada à importação e distribuição de gift e decoração, a EXCLUSIVOS CAMACHO foi fundada em 1964, contando com uma longa experiência no sector. Trata-se de uma empresa com modernas instalações, contando com uma superfície de útil de m2 onde estão situados os escritórios e sala de exposição, para além dos armazéns com uma capacidade de europaletes, com um moderno sistema logístico. Esta empresa conta com 80 pessoas em diferentes departamentos e factura mais de 8 milhões de euros por ano. A contínua procura de produtos de todo o mundo, permite oferecer cerca de referências de acordo com as tendências do mercado, essencialmente nos sectores do Vidro, Cerâmica e Faiança e da decoração em geral. O subsector do Contract tem tido ultimamente uma enorme relevância neste mercado. A difícil conjuntura económica que actualmente atravessa o chamado canal tradicional de distribuição leva a que muitos dos fabricantes de elementos de decoração, entre outros, prestem cada vez mais atenção ao negócio do Contract. EXCLUSIVOS CAMACHO é um claro exemplo de uma empresa que está cada vez mais atenta a este canal ou subsector estabelecendo relações comerciais no seu âmbito. 3

4 Condições de Participação : Esta acção destina-se a empresas portuguesas do sector Cerâmica e Faiança Decorativas. Nesta Missão, a aicep Portugal Global considera a participação de um mínimo de seis empresas portuguesas. As condições financeiras de participação das empresas são as seguintes: Valor de Participação Valor de inscrição por empresa Valor Iva (23%) Total 216,66 49,83 266,49 A participação das empresas implica o pagamento à aicep Portugal Global do valor total previsto no quadro e que inclui a deslocação, alojamento, refeições, transporte do importador espanhol. De referir que poderá haver a necessidade de se proceder a ajustes financeiros dependendo dos custos finais que vierem a ser apurados e do universo final das empresas participantes. Será da responsabilidade das empresas participantes: - Disponibilizar-se para receber o importador espanhol e desenvolver conversações técnico-comerciais; - Cumprir o programa que for elaborado, comprometendo-se a receber o importador espanhol no dia e hora agendados para os encontros/visitas previsto; - Assumir os custos imputados e definidos acima. 4

5 Esta ação será realizada no âmbito do projeto apresentado pela aicep Portugal Global ao Sistema de Incentivos às Ações Coletivas, do COMPETE Programa Operacional Factores de Competitividade Assim, caso esta ação venha a beneficiar de financiamento QREN, a aicep Portugal Global procederá ao reembolso de 45% do valor total apurado de despesa efetiva (custos elegíveis) para cada empresa. De referir que algumas despesas não são elegíveis e como tal não são comparticipáveis. A candidatura da aicep Portugal Global encontra-se sujeita às condições previstas, designadamente no que se refere ao Âmbito Territorial de aplicação (Regiões de Convergência Norte, Centro e Alentejo). Nestas circunstâncias, os investimentos imputáveis às Regiões NUT II Lisboa e Algarve não serão objecto de comparticipação no âmbito do projecto e, como tal, as empresas sedeadas nessas Regiões não poderão ser beneficiárias de co-financiamento QREN. Alerta-se também para o facto de não poderem ser beneficiárias de cofinanciamento QREN, as empresas que não obedeçam às condições listadas no Anexo 1. Processo de Inscrição : As empresas interessadas em participar nesta Ação deverão proceder ao preenchimento on-line do Formulário de Inscrição, disponível em até ao dia 06 de Dezembro de Em caso de dúvida poderão contactar o seu Gestor de Cliente, ou em alternativa enviar um para o endereço O pagamento da participação deverá ser efetuado até ao dia 31 de Dezembro de 2013 após a validação da inscrição por parte do importador, procedendo à transferência bancária utilizando o NIB

6 Chamamos a atenção para que com a transferência bancária, seja dada a indicação do NIF e Nome da Empresa e do nome da Ação, de modo a que possa ser corretamente emitida a factura/recibo, que discriminará o valor a cobrar sem IVA e ainda o valor do IVA correspondente. Alerta-se para o facto de não poderem participar as empresas que não demonstrarem ter a sua situação regularizada para com o Estado e a Segurança Social, pelo que deverão ser apresentadas, preferencialmente no acto da inscrição, as certidões atualizadas ou cópias autenticadas pelos respetivos Serviços válidas à data da realização da Ação. Para participarem, as empresas também têm que ter a sua situação regularizada com a aicep Portugal Global, não podendo ter dívidas em atraso. Com o envio da inscrição deverão indicar qual o contacto operacional para a preparação desta Ação, respetivo número de telefone e . Nota: Com esta ficha, procura-se avaliar o interesse da participação das empresas na Ação. Esta manifestação de interesse não é garantia de presença na mesma. Avaliado o interesse na Ação por parte das empresas, e havendo uma validação por parte do importador estrangeiro do interesse em se reunir com as empresas portuguesas inscritas, será desencadeado o processo formal de inscrição, no qual a AICEP se reserva o direito de proceder à seleção final dos participantes ou mesmo cancelar a Ação, em função de fatores que considere relevantes (por exemplo, número de participantes). 6

7 ANEXO 1 QREN / Sistema de Incentivos às Ações Colectivas Condições de Participação e Co-financiamento QREN Com vista à participação nas ações colectivas dinamizadas pela AICEP no âmbito do QREN, a empresa cumpre, ou encontra-se em situação de cumprir, as condições de elegibilidade constantes do Enquadramento Nacional (Decreto-Lei nº 65/2009 de 20 de Março) e do Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (Anexo à Portaria 47-A/2012, 24 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelas Portarias nº 233-A/2012, de 6 de Agosto, e 369/2012, de 6 de Novembro) designadamente: i) Encontrar-se legalmente constituído. ii) Cumprir as condições legais necessárias ao exercício da respetiva actividade. iii) Possuir a situação regularizada face à administração fiscal, à segurança social e às entidades pagadoras de incentivos. iv) Possuir ou assegurar os recursos humanos e físicos necessários ao desenvolvimento do projeto. v) Dispor de contabilidade organizada nos termos da legislação aplicável. vi) Cumprir o rácio de autonomia financeira definido no anexo B do Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME. vii) Cumprir (quando aplicável) os critérios de PME para efeitos de comprovação do estatuto de PME as empresas deverão registar-se no site do IAPMEI para obtenção da Certificação Eletrónica prevista no Decreto-Lei nº 372/2007, de 6 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei nº143/2009, de 16 de Junho. 7

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