Alterações genéticas em bactérias para a inserção de dados

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alterações genéticas em bactérias para a inserção de dados"

Transcrição

1 Alterações genéticas em bactérias para a inserção de dados Ana Karolinne Anastácio de Sousa 1, Francisco Gerson Amorim de Meneses 1, Ricardo Martins Ramos 2 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPI) - Campus Parnaíba, CEP Parnaíba - PI - Brasil 2 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPI) - Campus Teresina Central, CEP Teresina - PI - Brasil Abstract. Based on the principle that a cell can replicate or even copy its DNA with great accuracy and transmit this information to a following generation, some studies have been performed with microorganisms, like bacteria, for the transmission of information inserted in its DNA. The proposition of this study is to analyze the conditions that make it possible the storage of data in bacteria, aiming at a safe, robust and long-term available storage, besides that, some advantages and disadvantages of this kind of data storage will be presented, and also, some of the more common methods used for the manipulation of the information inside the DNA of these beings. Resumo. Baseado no princípio de que uma célula pode replicar ou até mesmo copiar seu DNA com grande exatidão e transmitir esta informação para uma geração seguinte, alguns trabalhos vem sendo realizados com microrganismos, como as bactérias, para a transmissão de informações inseridas em seu DNA. A proposta deste trabalho é analisar as condições que possibilitam o armazenamento de dados em bactérias, visando um armazenamento seguro, robusto e que esteja disponível por um longo período de tempo, além disso, serão apresentadas algumas vantagens e desvantagens deste tipo armazenamento de dados e, também, alguns dos métodos mais utilizados para manipulação das informações contidas no DNA destes seres. 1. Introdução As informações hoje certamente estão sendo um dos bens mais preciosos e críticos das organizações mundiais. Estas informações podem estar sujeitas a danos, sendo por isso necessário um maior cuidado e segurança nos meios de armazenamento. De acordo com Almeida (2006), as organizações empresariais precisam armazenar, organizar, gerenciar e disponibilizar dados de uma forma global, além de garantir sua integridade durante todos os processos, em alguns casos, mantê-los por vários anos por razões legais. Os meios de armazenamento mais utilizados (ópticos e magnéticos) estão susceptíveis a vários fatores externos, que podem danificar e impossibilitar a recuperação dos dados. A necessidade de uma solução confiável e de longo prazo para o armazenamento da informação é ainda agravada pelo fato de que a previsão atual de armazenamento

2 magnético e óptico irá se tornar irrecuperável dentro de um século ou menos (Bancroft et al 2001). Baseado nas propriedades biológicas de uma molécula de DNA, técnicas de armazenamento estão sendo aperfeiçoadas, com o objetivo de diminuir o risco de danos ou perdas totais de informações, ao tempo que procuram maior capacidade de armazenamento. As seqüências destas moléculas estão sendo utilizadas para armazenar e manipular informações. Quando sua replicação é precisa, o ácido desoxirribonucléico (DNA) presta-se a levar a informação genética de célula a célula e de geração a geração (Burns e Bottino 1991), podendo garantir o acesso a informação por um longo período de tempo. A técnica que será abordada neste trabalho envolve o armazenamento de dados em um microrganismo simples, as bactérias, unicelular, mas com capacidade de armazenamento surpreendente e que pode garantir a durabilidade das informações, por um processo biológico denominado reprodução. Uma célula bacteriana em crescimento ativo contém mais de uma cópia do seu cromossomo e garante uma cópia completa quando doada a uma célula filha, pois rodadas de duplicação ocorrem antes que a rodada anterior tenha sido completada (Barbosa e Torres 2005). Alguns trabalhos já foram realizados, como o de Yachie et al (2007), que propuseram um método de recuperação de dados baseado em alinhamento de seqüências do DNA genômico de organismos vivos que copia e cola dados no genoma seqüenciado de uma bactéria, Bacillus subtilis, adquirindo um armazenamento de dados versátil que garante a robustez da herança de dados. Com o objetivo de mostrar às condições sobre as quais é realizado o armazenamento de dados em organismos vivos como as bactérias, será analisada as condições biológicas que possibilitam este meio de armazenamento, que vem despertando um enorme interesse em toda comunidade científica, desde que foi descoberta a existência de um material genético que armazena e comanda todas as informações necessárias para o complexo desenvolvimento de um ser vivo. 2. Dispositivos de Armazenamento de dados convencionais Os computadores são os grandes responsáveis pela existência dos dispositivos de armazenamento de dados. Desde a sua invenção houve a necessidade de armazenar dados. Os dispositivos de armazenamento de dados dos sistemas computacionais podem ser classificados de acordo com o tipo de dados que eles armazenam, podendo ser: dados on-line, dados off-line, dados transientes ou dados persistentes (Almeida 2006). Sabendo-se que a memória do computador é limitada, viu-se a necessidade de dispositivos de armazenamento que funcionasse como uma memória auxiliar. Algumas tecnologias importantes são usadas para armazenar dados, o armazenamento magnético, óptico (Norton 2005), e outros (pendrive, cartão de memória), cuja confiabilidade e a durabilidade variam de acordo com o material utilizado para o armazenamento dos dados. Segundo Andrade, Freitas e Geronimo (2008) a instabilidade e os avanços tecnológicos são as duas principais ameaças a contínua acessibilidade da informação digital:

3 Com relação aos suportes magnéticos: - a camada magnética (aonde as informações ficam armazenadas) pode tornar-se instável, encaminhando assim para uma perda gradual da qualidade do suporte e o principal, a perda da informação; - altos níveis de temperatura e umidade podem causar a separação da camada magnética da fita, além disso, altas temperaturas também pode debilitar o sinal magnético e, em última instância, desmagnetizar a fita totalmente; - a exposição da superfície da camada magnética a partículas de poeira, sujeiras e poluentes químicos pode resultar na condensação de umidade e oxidação. Podendo então interferir no contato com o cabeçote, dificultando a gravação ou uma má leitura. Com relação aos suportes ópticos: - a corrosão da base plástica pode ocorrer devido ao contato com alguma substância química; - a união das camadas pode ser fraca, conduzindo à separação; - pode ocorrer a corrosão da camada reflexiva de alumínio devido à existência de bolsas de ar ou água entre as duas camadas. Como a informação armazenada em algum dispositivo está propensa a falhas, é necessário que programas e dados importantes sejam armazenados em mais de um local, diminuindo as chances de perdas de informações, os chamados backups. 3. Armazenamento e reprodução biológica do material genético Parte das informações genéticas de uma célula bacteriana está contida em unidades genéticas (cromossomo e plasmídios) que apresentam capacidade de auto-replicação. De acordo com a literatura de Barbosa e Torres (2005), os genes cromossômicos contêm as características essenciais ao desenvolvimento microbiano, enquanto que os plasmídios (DNA extracromossomais) conferem características associadas a funções especializadas, como a resistência aos antimicrobianos ou expansão de atividades metabólicas, e que podem ser transferidos de bactéria a bactéria, levando as informações genéticas às bactérias receptoras. Entretanto o DNA é a principal estrutura de armazenamento das informações genéticas. O DNA pode ser considerado um polinucleotídeo, uma fita ou uma seqüência de letras. Fitas de DNA podem ser muito longas e armazenar um número imenso de bits, servindo como portadores de informações (ver Tabela 1) (Siewicz et al 2001). Em bactérias o DNA é uma macromolécula em forma de fita circular, empacotada e dobrada para se manter na célula (Trabulsi et al 2005). Por ser maior que a célula que a contém, a molécula de DNA fica superenrolada de modo que sua extensão total possa caber (Winn 2005). A síntese do DNA se faz a partir de uma fita simples (DNA molde) e da regra de pareamento de bases complementares, adenosina pareada com timina e guanina pareada com citosina, de onde uma nova é gerada a partir do encadeamento dos nucleotídeos com base complementar aos nucleotídeos da fita molde (Okura 2002). A única cadeia dessas bases é chamada de oligonucleotídeo. Geralmente as bactérias se reproduzem por

4 divisão binária, em que uma célula divide-se em duas células idênticas (Tortora, Funke e Case 2005), e as informações serão passadas e a sua identidade mantida. Tabela 1. Genoma de Bactérias Sequenciados Espécie Tamanho * N de genes previstos Archaeoglobulus fulgidus 2, Methanobacterium thermoautotrophicum 1, Methan5ococcus jannaschii 1, Thermoplasma acidophilum 1, Bacillus subtilis 4, Bordetella parapertussis 4,75 - Espécies de Burchnera 0, Campylobacter jejuni 1, Escherichia coli 4, Haemophilus influenzae 1, Mesorhizobium loti 7, Mycobacterium turbeculosis 4, Mycoplasma genitalium 0, Staphylococcus aureus 2, Treponema pallidum 1, Ureaplasma urealyticum 0, Vibrio cholerae 4, * milhões de pares de bases Fonte: Dados de Genome Atlas of the Center for Biological Sequence Analysis,http://www.cbs.dtu. dk/servises/ GenomeAtlas Apud Pierce Técnicas de manipulação do material genético 4.1. Reação de Polimerase em cadeia (PCR) Descrita originalmente por Kary Mullis em 1983, a reação de polimerase em cadeia (PCR) explora a bioquímica básica da replicação do DNA, com o objetivo final de amplificar uma porção específica desta molécula (Winn 2008). Para ser feita a análise é necessário uma quantidade razoável do mesmo material, que é conseguido pelo processo chamado de amplificação de DNA, em que são produzidas cópias de uma

5 molécula ou fragmento do mesmo (Okura 2002). A grande quantidade de fragmentos gerados pela técnica de PCR garante aos manipuladores uma verificação mais precisa do material em estudo Seqüenciamento do DNA A biologia molecular tem direcionado seus esforços para obter a sua seqüência de nucleotídeos ou a sua seqüência de bases. Determinar cada uma das bases de uma molécula de DNA é o processo chamado seqüenciamento (Okura 2002). O seqüenciamento é uma das técnicas mais poderosas e eficazes na identificação pontual e específica de seqüências nucleotídicas de diversos organismos. O método de seqüenciamento mais utilizado é o didesoxi. É um método que faz uso de inibidores que terminam a cadeia recém sintetizada a resíduos específicos usando DNA polimerase (Sanger, Nicklen e Coulson 1977). Outro método também utilizado é o pirosequenciamento, um método de seqüenciamento por síntese. O método baseia-se na incorporação de nucleotídeos ao filamento de DNA recém sintetizado, o pirofosfato, um subproduto desta incorporação é convertido em luz, que é registrada pelo instrumento e a seqüência é determinada (Winn 2008). Junto com os seqüenciadores foram desenvolvidos programas de montagem chamados em inglês de Assemblers que permitem a montagem deste quebra-cabeça (Weiss 2010): Phred/Phrap/Consed (http://www.pharp.org), CAP/PCAP (Huang et al 2003), ARACHNE (Batzoglou et al 2007), Celera Assembler (http://www.celera.com), Illumina, Roche (Weiss 2010), entre outros. Dado que a seqüência completa de DNA de um cromossomo esteja determinada, pode-se iniciar a determinação e análise dos genes dessa seqüência. Este processo é conhecido como anotação (Okura 2002). Anotar é o processo de agrupar todas as informações disponíveis e relacionar com as seqüências de DNA (Weiss 2010) Processos de inserção e recuperação de dados Para manipular uma informação ("E= mc^2 1905!") em uma bactéria Yachie et al (2007), precisaram converte-la em seqüências genéticas. A mensagem foi inicialmente convertida em seqüência binária, o código hexadecimal gerado a partir de entradas de teclado foi deslocado em dados, e as chaves de criptografia foram traduzidas para cada quatro bits do código binário em dinucleotídeos. Eles duplicaram os dados codificados em diferentes seqüências de oligonucleotídeos e o inseriram de forma redundante em múltiplos locos do genoma da Bacillus subtilis, o que estaria representando um modelo de backup biológico. A informação foi inserida na bactéria pelo processo de transformação e os dados codificados foram recuperados pelo seqüenciamento completo do genoma e pela busca de regiões codificantes repetidas usando alinhamentos múltiplos de todos os bits de dados, decodificados da seqüência genômica do DNA. Ailenberg e Rotstein (2009), para inserir dados em uma molécula de DNA utilizaram um método envolvendo a criação de uma biblioteca de plasmídeo com até bp de informação inserida em plasmídeos. Utilizando os princípios do código de Huffman, definiram códon de DNA para todo o teclado, para obter informações de codificação (ver Figura 1). A codificação de dados como textos, imagens e músicas

6 (Figura 2) foi feita a partir da síntese de DNA, e a recuperação das informações pelo seu seqüenciamento (rever tópico 4.2), utilizando primers específicos. Figura 1. Distribuição de códons para todo o teclado. Fonte: Ailenberg e Rotstein (2009).

7 Figura 2. Seqüência de informações (texto, imagem e música) codificadas. Fonte: Ailenberg e Rotstein (2009).

8 5. Vantagens do Armazenamento de dados em bactérias É possível conservar uma bactéria em laboratórios para estudos futuros, utilizando técnicas que resultem na redução do metabolismo, pois quanto mais o metabolismo bacteriano for reduzido maior será o tempo que ela permanecerá viável. (Trabulsi et al 2005). O material genético tem que ser capaz de auto-duplicar ou auto-replicar e que se dê corretamente a cada divisão celular (Borges-Osório e Robison 2001), com esta propriedade natural do material genético, pode-se garantir a integridade das informações a serem transmitidas. Mesmo o DNA sendo uma molécula estável, não está livre de mutações, porém quando detectados, os defeitos apresentados pela mutação são corrigidos por um exército de enzimas de reparo do DNA, cada um deles envolvidos no combate a um tipo particular de dano (Pierce 2004). Esses reparos são geralmente realizados de forma o mais eficiente possível, para garantir que as informações transmitidas apresentem o mínino de alterações possíveis. Quando as bactérias estão crescendo em meio rico, a replicação do seu DNA ocorre sem parar durante o ciclo celular (Snustad e Simmons 2001), e um grande número de bactérias, carregando a mesma informação genética pode ser obtido em pouco tempo. Existem bactérias como as do gênero Deinococcus, que sobrevivem em condições extremas, incluindo ultravioleta, dessecação, vácuo parcial, e radiação ionizante, de até 1,6 milhões rad, ou dose de radiação, algumas também toleram altas temperaturas (Adams 2000). Grandes quantidades de informações podem ser armazenadas sendo possível abrigar moléculas de DNA, cada uma codificando 400 bits de informações, mais informações do que pode ser armazenada em um disco rígido de 20 GB (Isaia Filho 2004). Em um mililitro de qualquer líquido pode conter até 109 bactérias, com potencial de memória enorme (Siewicz et al 2001). 6. Desvantagens do armazenamento de dados em bactérias O armazenamento de informações em DNA nos organismos vivos tem como desvantagem a perda de informações devido a mutações, deleções e inserções de DNA (Yachie, Ohashi e Tomida 2008). A evolução genética e a adaptação do organismo (bactérias) podem levar ao acúmulo de mutações que podem resultar na destruição da herança dos dados (Yachie et al 2007), uma mutação altera a seqüência de bases de DNA (Murray et al 2006). As bactérias possuem um tempo de vida limitado, sua morte pode ser ocasionada principalmente pelo acúmulo excessivo de produtos tóxicos e/ou escassez de nutrientes (Jorge 2006), sendo necessário garantir um meio ideal para seu crescimento e reprodução. 7. Considerações finais Este trabalho realizou um estudo sobre as condições biológicas que fazem do DNA um meio de armazenamento, e das bactérias os seres vivos responsáveis por conter as informações adicionadas, devido a sua simplicidade, tolerância a adição de

9 seqüências de genes artificiais, facilidade de ser conservada e principalmente pela forma como as informações serão por elas transmitidas. Em contraste com os dispositivos convencionais, algumas espécies de bactérias podem sobreviver e garantir a integridade das informações nelas armazenadas em meio a radiações ou a outras alterações do meio. Em caso de acidentes nucleares, por exemplo, uma grande massa de informações pode se tornar irrecuperável, pela destruição do local onde esteja armazenada ou pela falta de acessibilidade. Além disso, este trabalho apresentou um estudo dos métodos utilizados na manipulação das informações contidas no DNA, desde a amplificação até a identificação das seqüências. Ainda são processos limitados, demorados, com participação de muitas pessoas e de elevado custo, mas que vem sendo aperfeiçoados cada vez mais, para a obtenção e busca mais rápidas das informações.

10 Referências Adams, J.C. (2000) On the Application of DNA Based Computation, Disponível em: <http://publish.uwo.ca/~jadams/dnaapps1.htm> acesso em: 17/09/2010. Ailenberg, M. e Rotstein, O. D. (2009) An improved Huffman coding Method for Archiving text, image, and music characters in dna. Biotechiniques, v. 47, p Andrade, A.L., Freitas, M.F e Geronimo, M.B. (2008) Suporte de armazenamento, UFFC- Faculdade de ciências UNESP. 10p. Almeida, A. V. (2006) Arquiteturas de redes de armazenamento de dados. São Paulo, 104p. Trabalho final (mestrado profissional em computação) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Computação. Barbosa, H. R. e Torres, B. B. (2005) Microbiologia Básica, São Paulo: Atheneu. 196p. Batzoglou, S. et al. (2002) ARACHNE: A Whole-Genome Shotgun Assembler, Genome Res. v. 12, p Bancroft, C. et al. (2001) Long-term storage of information in DNA. Science, v. 293, p Borges-Osório, M. R.e Robinson, W. M. (2001) Genética Humana, 2. ed. Porto Alegre: Artmed. 459p. Burns, G. W. e Bottino, P. J. (1991) Genética, 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 381p. Isaia Filho, E. (2004) Uma metodologia para a computação com DNA, Porto Alegre (RS), 80p. Dissertação (mestrado) Universidade Federal do Rio de Grande do Sul. Programa de Pós- Graduação em Computação. Jorge, A. O. C. (2006) Princípios de microbiologia e Imunologia, [S.P.:]: Santos. 418p. Murray, P. R., et al. (2006) Microbiologia médica, 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 979p. Okura, V. K. (2002) Bioinformática de projetos Genoma de bactérias, São Paulo, 102p. Pierce, B.A. (2004) Genética um enfoque conceitual, Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A. 758p. Sanger, F., Nicklen, S. e Coulson, A.R. (1977) DNA sequencing with chainterminating inhibitors (DNA polymerase/nucleotide sequences/bacteriophage 4X174) Biochemistry, v. 74, n. 12, p Siewicz, P.W. et al. (2001) Future Generation Computer Systems, v.17, Issue 4, p Snustad, D.P. e Simmons, M.J. (2001) Fundamentos de Genética, 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 756p.

11 Trabulsi, L.R. e Alterthum, F. (2005) Microbiologia, 4. ed. São Paulo: Atheneu. Tortora, e.j., Funke, b.r. e Case, c.l. (2005) Microbiologia, 8.ed. São Paulo: Artimed Editora s.a. 894p. Yachie, N. et al. (2007) Alignment-Based Approach for Durable Data Storage into Living Organisms, Biotechnol. Prog. v. 23, p Yachie, N., Ohashi, Y. e Tomita, M. (2008) Stabilizing synthetic data in the DNA of living organisms, Syst. Synth. Biol, v.2, p Huang, X.et al. (2003) PCAP: a whole-genome assembly program, Genome Res. v. 13, p Norton, P. (2005) Introdução á informática, São Paulo: Pearson Makron Books. Weiss, V. A. (2010) Estratégia de finalização da montagem do genoma da Bactéria Diazotrófica Endofílica Herbaspirillum seropedicae, SmR1. Curitiba, 70p. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Bioquímica. Winn Jr, W. C. et al. (2008) Koneman, diagnosticos Microbiológicos: texto e atlas colorido, 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.1565p.

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Área de Ciências da Saúde Curso de Medicina Módulo: Saúde do Adulto e Idoso II GENÉTICA HUMANA Professora: Dra. Juliana Schmidt REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) A molécula de DNA é um longo polímero

Leia mais

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são Atividade extra Fascículo 2 Biologia Unidade 4 Questão 1 O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são chamados de genes. Assinale abaixo quais

Leia mais

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais

Exercício 3 PCR Reação em Cadeia da Polimerase

Exercício 3 PCR Reação em Cadeia da Polimerase Exercício 3 PCR Reação em Cadeia da Polimerase (Polymerase Chain Reaction - PCR) Uma das dificuldades dos pesquisadores frente à análise baseada no DNA é a escassez deste. Na medicina forense pode-se ter

Leia mais

Tópicos Especiais em Informática

Tópicos Especiais em Informática Tópicos Especiais em Informática BackUp Prof. Ms.-Eng. Igor Sousa Faculdade Lourenço Filho 29 de setembro de 2014 igorvolt@gmail.com (FLF) Tópicos Especiais em Informática 29 de setembro de 2014 1 / 19

Leia mais

Projeto Genoma e Proteoma

Projeto Genoma e Proteoma Projeto Genoma e Proteoma Grupo 3: *Artur S. Nascimento *Bárbara S. Costa *Beatrice Barbosa *Tamyres S. E. Guimarães *Yara Cavalcante O que é genoma? O genoma é o conjunto de todo o material genético que

Leia mais

Princípios moleculares dos processos fisiológicos

Princípios moleculares dos processos fisiológicos 2012-04-30 UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS DEI-BIOLOGIA ---------------------------------------------- Aula 5: Princípios moleculares dos processos fisiológicos (Fisiologia Vegetal, Ano

Leia mais

Genética Bacteriana. Prof (a) Dra. Luciana Debortoli de Carvalho

Genética Bacteriana. Prof (a) Dra. Luciana Debortoli de Carvalho Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Microbiologia, Parasitologia e Imunologia Genética Bacteriana Prof (a) Dra. Luciana Debortoli de Carvalho Introdução O DNA existe como uma hélice de

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com O NÚCLEO E A SÍNTESE PROTEÍCA O núcleo celular, descoberto em 1833 pelo pesquisador escocês Robert Brown, é uma estrutura

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA Andréia Cristina Hypólito José 11075810 Fernando Caldas Oliveira 11085410 Giovana Zaninelli 11017210 Renato Fernandes Sartori 11061110 Rodrigo de Mello

Leia mais

O que é RAID? Tipos de RAID:

O que é RAID? Tipos de RAID: O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um

Leia mais

Bioinformática Aula 01

Bioinformática Aula 01 Bioinformática Aula 01 Prof. Ricardo Martins Ramos * * Doutorando em Genética e Toxicologia Aplicada CEFET-PI/ULBRA-RS Linha de Pesquisa Bioinformática Estrutural E-mail: ricardo@cefetpi.br Visão Holística

Leia mais

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos Rio de Janeiro, 21-25 setembro de 2009 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Construções Mais Comuns

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA Fixação 1) (UNICAMP) Considere um fragmento de DNA com a seguinte sequência de bases: GTA GCC TAG E responda: a) Qual será a sequência

Leia mais

Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores

Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores A determinação da seqüência de bases de um segmento de DNA é um passo crítico em muitas aplicações da Biotecnologia.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Genética Bacteriana Disciplina: Microbiologia Geral e Aplicada à Enfermagem Professora:Luciana Debortoli de

Leia mais

CONTROLE DO METABOLISMO GENES

CONTROLE DO METABOLISMO GENES CONTROLE DO METABOLISMO GENES 10/06/15 1º ANO - BIOLOGIA 1 ESTRUTURA DO GENE Segmentos (pedaços) da molécula de DNA, o constituinte dos nossos cromossomos, onde estão inscritas receitas (códigos genéticos)

Leia mais

Bases Moleculares da Hereditariedade

Bases Moleculares da Hereditariedade UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROG. DE PÓS GRAD. EM GENET. E MELHORAMENTO NÚCLEO DE ESTUDOS EM GENET. E MELHORAMENTO Bases Moleculares da Hereditariedade Ministrante: João Paulo

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ==============================================================================================

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== Ácidos Nucleicos 01- Os

Leia mais

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA QBQ0313 Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos Flavia Carla Meotti Os Ácidos Nucléicos Função: armazenamento e transmissão da informação

Leia mais

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas GENERALIDADES Todo ser vivo consiste de células, nas quais está situado o material hereditário. O número de células de um organismo pode variar de uma a muitos milhões. Estas células podem apresentar-se

Leia mais

Painéis Do Organismo ao Genoma

Painéis Do Organismo ao Genoma Painéis Do Organismo ao Genoma A série de 5 painéis do organismo ao genoma tem por objetivo mostrar que os organismos vivos são formados por células que funcionam de acordo com instruções contidas no DNA,

Leia mais

MUTAÇÃO. O que é mutação? - Alteração no material genético.

MUTAÇÃO. O que é mutação? - Alteração no material genético. Universidade Federal do Piauí Núcleo de Estudos em Genética e Melhoramento (GEM) CNPJ: 12.597.925/0001-40 Rua Dirce de Oliveira,3597- Socopo/Teresina-PI Mutação MARIANE DE MORAES COSTA Teresina, 01 de

Leia mais

Equipe de Biologia. Biologia

Equipe de Biologia. Biologia Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 5B Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Ácidos nucléicos Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com ÁCIDOS NUCLEICOS ÁCIDOS NUCLÉICOS: são substâncias formadoras de genes, constituídas por um grande

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

DNA r ecomb m i b n i a n nt n e

DNA r ecomb m i b n i a n nt n e Tecnologia do DNA recombinante DNA recombinante molécula de DNA contendo sequências derivadas de mais de uma fonte. As primeiras moléculas de DNA recombinante 1972 Paul Berg : vírus SV40 + plasmídeo 1973:

Leia mais

Análise da Prova - Perito Criminal Federal (Biomédico/Biólogo)

Análise da Prova - Perito Criminal Federal (Biomédico/Biólogo) Questão Tema(s) predominante(s) Itens do Edital 51 Diferenças entre as metodologias de RFLP e PCR 5.4.2 Regiões repetitivas e polimorfismos. 6.2 Técnica de PCR. 6.3 Técnicas de identificação usando o DNA.

Leia mais

Motivação. Sumário. Hierarquia de Memória. Como registramos nossas histórias (num contexto amplo)?

Motivação. Sumário. Hierarquia de Memória. Como registramos nossas histórias (num contexto amplo)? Universidade Federal da Paraíba Centro de Ciências Aplicadas e Educação Departamento de Ciências Exatas Motivação ACII: Armazenamento Secundário Prof. Rafael Marrocos Magalhães professor@rafaelmm.com.br

Leia mais

Biologia Avançada Jatropha curcas L.

Biologia Avançada Jatropha curcas L. 1 Pesquisadores: Hugo Bruno C. Molinari Betania F. Quirino Biologia Avançada Jatropha curcas L. Maior banco de informações moleculares em todo o mundo Gerar ferramentas para subsidiar programa de Melhoramento

Leia mais

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Eucarioto: núcleo delimitado por membrana nuclear (carioteca) Portador dos fatores hereditários e controlador

Leia mais

MEDICINA VETERINÁRIA. Disciplina: Genética Animal. Prof a.: Drd. Mariana de F. G. Diniz

MEDICINA VETERINÁRIA. Disciplina: Genética Animal. Prof a.: Drd. Mariana de F. G. Diniz MEDICINA VETERINÁRIA Disciplina: Genética Animal Prof a.: Drd. Mariana de F. G. Diniz Gene, é a unidade fundamental da hereditariedade. Cada gene é formado por uma sequência específica de ácidos nucléicos

Leia mais

Fundamentos de GENÉTICA BACTERIANA. Profa Francis Moreira Borges

Fundamentos de GENÉTICA BACTERIANA. Profa Francis Moreira Borges Fundamentos de GENÉTICA BACTERIANA Profa Francis Moreira Borges As bactérias possuem material genético, o qual é transmitido aos descendentes no momento da divisão celular. Este material genético não está

Leia mais

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE Importância da Engenharia Genética Diversidade biológica X Diversidade gênica Etapas básicas da Clonagem Escolha e amplificação do

Leia mais

Introdução à Bioinformática. Prof. IVAné@

Introdução à Bioinformática. Prof. IVAné@ Introdução à Bioinformática Prof. IVAné@ Bioinformática União da ciência da computação com a biologia molecular É uma área nova Há 10 anos atrás o termo nem existia Depois da descoberta de Watson e Crick

Leia mais

Mutações. Disciplina: Fundamentos de Genética e Biologia Molecular Turma: Fisioterapia (1 o Ano)

Mutações. Disciplina: Fundamentos de Genética e Biologia Molecular Turma: Fisioterapia (1 o Ano) Disciplina: Fundamentos de Genética e Biologia Molecular Turma: Fisioterapia (1 o Ano) Mutações Docente: Profa. Dra. Marilanda Ferreira Bellini E-mail: marilanda_bellini@yahoo.com Blog: http://marilandabellini.wordpress.com

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO 1 Funções dos ácidos nucleicos Armazenar e expressar a informação genética Replicação Cópia da mensagem contida no DNA, que será

Leia mais

Novas Tecnologias de Sequenciamento

Novas Tecnologias de Sequenciamento Novas Tecnologias de Sequenciamento Tecnologias de sequenciamento Sanger (Capilaridade) Uma das inovações tecnológicas de maior influência na pesquisa biológica, desde que foi lançada em 1977 Abordagem

Leia mais

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR)

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) 1 Universidade Federal Fluminense Instituto Biomédico Departamento de Microbiologia e Parasitologia Disciplina: Virologia Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) A técnica de reação

Leia mais

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento

BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento BC 1518 - Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos (aula 10 Parte 2) Prof. Marcelo Z. do Nascimento 1 Gerência de espaço em disco Cópia de segurança do sistema de arquivo Roteiro Confiabilidade Desempenho

Leia mais

ELEMENTOS CELULARES ENVOLVIDOS NA GENÉTICA BACTERIANA

ELEMENTOS CELULARES ENVOLVIDOS NA GENÉTICA BACTERIANA GENÉTICA BACTERIANA INTRODUÇÃO O DNA existe como uma hélice de fita dupla, mantidas pelo pareamento de bases nitrogenadas específicas (AT; CG). - A seqüência de bases codifica a informação genética; -

Leia mais

Ácidos Nucleicos 22/12/2011. Funções do Material Genético. informação genética.

Ácidos Nucleicos 22/12/2011. Funções do Material Genético. informação genética. Ácidos Nucleicos Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Turmas: Ciências Biológicas, enfermagem, nutrição e TO. Funções do Material Genético Mendel, 1865: genes

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR ESTUDO DIRIGIDO FLUXO DA INFORMAÇÃO GÊNICA págs:

Leia mais

O processo fisiológico que está representado no gráfico é

O processo fisiológico que está representado no gráfico é Questão 01) Analise o gráfico a seguir. Disponível em: . Acesso em: 22 set. 2014. O processo fisiológico que está representado no gráfico é a) o efeito do aumento

Leia mais

INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA

INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA INTERAÇÃO DOS RAIOS-X COM A MATÉRIA RAIOS-X + MATÉRIA CONSEQUÊNCIAS BIOLÓGICAS EFEITOS DAZS RADIAÇÕES NA H2O A molécula da água é a mais abundante em um organismo biológico, a água participa praticamente

Leia mais

Sequenciamento de genomas

Sequenciamento de genomas Sequenciamento de genomas 1 o genoma completo vírus OX174 5.000 nt (Sanger et al. 1977) em 1977 1000 pb sequenciados por ano neste ritmo genoma E. coli K-12 4.6-Mbp levaria mais de 1000 anos para ser completo

Leia mais

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas.

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas. 1- TIPOS DE ÁCIDO NUCLÉICO: DNA E RNA Existem dois tipos de ácidos nucléicos: - Ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA): é o principal constituinte dos cromossomos, estrutura na qual encontramos os genes,

Leia mais

Replicação Quais as funções do DNA?

Replicação Quais as funções do DNA? Replicação Quais as funções do DNA? Aula nº 4 22/Set/08 Prof. Ana Reis Replicação O DNA é a molécula que contém a informação para todas as actividades da célula. Uma vez que as células se dividem, é necessário

Leia mais

DNA barcoding é um método que utiliza um trecho do DNA de cerca de 650 nucleotídeos como marcador para caracterizar espécies. Trata-se de uma sequência extremamente curta em relação à totalidade do genoma,

Leia mais

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva Estrutura e função dos ácidos nucléicos Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva > Polímeros de nucleotídeos Funções: DNA (ácido desoxirribonucléico) : > Armazenar as informações necessárias para a construção

Leia mais

Replicação do DNA a Nível Molecular

Replicação do DNA a Nível Molecular Replicação do DNA a Nível Molecular Função do DNA Transferência de informação Copiada em DNA (Replicação) Traduzida em proteína Modelo de replicação do DNA proposto por Watson e Crick Replicação ou Duplicação?

Leia mais

Resposta: Interbits SuperPro Web

Resposta: Interbits SuperPro Web 1. (Fuvest 2012) Uma mutação, responsável por uma doença sanguínea, foi identificada numa família. Abaixo estão representadas sequências de bases nitrogenadas, normal e mutante; nelas estão destacados

Leia mais

ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO

ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO ARMAZENAMENTO SECUNDÁRIO Benefícios do Armazenamento Secundário: Espaço: grande quantidade de espaço disponível; Confiabilidade: altamente confiável; Conveniência: usuários autorizados

Leia mais

4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes

4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes 4 Arquitetura básica de um analisador de elementos de redes Neste capítulo é apresentado o desenvolvimento de um dispositivo analisador de redes e de elementos de redes, utilizando tecnologia FPGA. Conforme

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR. Prof. Dr. José Luis da C. Silva

BIOLOGIA MOLECULAR. Prof. Dr. José Luis da C. Silva BIOLOGIA MOLECULAR Prof. Dr. José Luis da C. Silva BIOLOGIA MOLECULAR A Biologia Molecular é o estudo da Biologia em nível molecular, com especial foco no estudo da estrutura e função do material genético

Leia mais

Sistemas de Armazenamento

Sistemas de Armazenamento M. Sc. isacfernando@gmail.com Especialização em Administração de Banco de Dados ESTÁCIO FIR Tipo de Não importa quanta memória seu smartphone tenha, ele nunca terá o bastante para guardar todas as suas

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br São macromoléculas gigantescas, com massa molecular maior que 100 milhões. Os ácidos nucléicos foram isolados pela primeira vez a partir do núcleo

Leia mais

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA A eletroforese em gel de agarose consiste no método mais usado para separar, identificar, analisar, caracterizar e purificar fragmentos de DNA. Uma molécula de DNA, quando exposta a um campo elétrico,

Leia mais

Características Gerais das Bactérias

Características Gerais das Bactérias Universidade Estadual do Oeste do Paraná Especialização em Microbiologia Aplicada Características Gerais das Bactérias Profª. Graziela Braun Características Gerais das Bactérias Morfologia Cocos: bactérias

Leia mais

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano DNA A molécula da vida Prof. Biel Série: 9º ano DNA FINGER-PRINTING A expressão DNA "Finger-Print" (ou Impressões Genéticas) designa uma técnica de separação de segmentos de DNA que permite a identificação

Leia mais

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses Exercícios de Monera e Principais Bacterioses 1. (Fuvest) O organismo A é um parasita intracelular constituído por uma cápsula protéica que envolve a molécula de ácido nucléico. O organismo B tem uma membrana

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA - UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - NCT DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA. Carga Horária: 100 horas/aula

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA - UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - NCT DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA. Carga Horária: 100 horas/aula FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA - UNIR NÚCLEO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - NCT DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA Código: CBIGEBA Créditos: 05 Período: 3 o (terceiro período) Disciplina: Genética Básica

Leia mais

Replicação do DNA REPLICAÇÃO DIVISÃO CELULAR E REPLICAÇÃO DNA REPLICAÇÃO. REPLICAÇÃO - Bibliografia

Replicação do DNA REPLICAÇÃO DIVISÃO CELULAR E REPLICAÇÃO DNA REPLICAÇÃO. REPLICAÇÃO - Bibliografia REPLICAÇÃO Plano de Aula -DNA e Hereditariedade -Processo de replicação REPLICAÇÃO Prof. Juliana Schmidt Curso Farmácia 2012 REPLICAÇÃO - Bibliografia DIVISÃO CELULAR E REPLICAÇÃO ALBERTS, B.; BRAY, D.;

Leia mais

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki

Prevayler. Perola. André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Perola André Luís Sales de Moraes Juliana Keiko Yamaguchi Tatiana Yuka Takaki Prevayler Prevayler é a implementação em Java do conceito de Prevalência. É um framework que prega uma JVM invulnerável

Leia mais

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA

ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA ACESSO VESTIBULAR QUESTÕES DE PROCESSAMENTO DE RNA OU SPLICING 01. (MAMA 2007.1) PÁGINAS OCULTAS NO LIVRO DA VIDA Os biólogos supunham que apenas as proteínas regulassem os genes dos seres humanos e dos

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 5

7.012 Conjunto de Problemas 5 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 5 Pergunta 1 Enquanto estudava um problema de infertilidade, você tentou isolar um gene hipotético de coelho que seria responsável pela prolífica reprodução desses

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Design de Rede Local Design Hierárquico Este design envolve a divisão da rede em camadas discretas. Cada camada fornece funções específicas que definem sua função dentro da rede

Leia mais

Transcrição e Tradução. Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Turmas: Biologia, enfermagem, nutrição e TO.

Transcrição e Tradução. Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Turmas: Biologia, enfermagem, nutrição e TO. Transcrição e Tradução Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Turmas: Biologia, enfermagem, nutrição e TO. Tópicos abordados na aula Dogma Central da Biologia Molecular;

Leia mais

Epigenética e Memória Celular

Epigenética e Memória Celular Epigenética e Memória Celular Por Marcelo Fantappié Fonte www.revistacarbono.com A epigenética é definida como modificações do genoma que são herdadas pelas próximas gerações, mas que não alteram a sequência

Leia mais

Comunicações a longas distâncias

Comunicações a longas distâncias Comunicações a longas distâncias Ondas sonoras Ondas electromagnéticas - para se propagarem exigem a presença de um meio material; - propagam-se em sólidos, líquidos e gases embora com diferente velocidade;

Leia mais

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III CAMPYLOBACTER spp. Multiplex PCR para detecção de C. jejuni e C. coli Grace Theophilo LRNCEB IOC/FIOCRUZ gtheo@ioc.fiocruz.br Diagnóstico molecular para Campylobacter spp.

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLÉICOS: Moléculas orgânicas complexas, formadas polimerização de nucleotídeos (DNA e RNA) pela Contêm a informação que determina a seqüência de aminoácidos

Leia mais

Suprimentos originais HP

Suprimentos originais HP Suprimentos originais HP Entendendo a função dos suprimentos HP na qualidade e confiabilidade da impressão. Cada vez que você utilizar suprimentos originais HP, terá impressos produzidos por componentes

Leia mais

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina Circuitos Digitais Cap. 1 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Circuitos Digitais Tópicos Digitais I- Engenharia Elétrica -UFPI Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia

Leia mais

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA ÁCIDOS NUCLEICOS E RNA E RNA Plano de Aula -Componentes básicos de e RNA -Características estruturais e funcionais -Tipos de RNA Profª Dra. Juliana Schmidt Medicina 2014 E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA

Leia mais

www.leitejunior.com.br 29/06/2012 14:30 Leite Júnior QUESTÕES CESPE BACKUP

www.leitejunior.com.br 29/06/2012 14:30 Leite Júnior QUESTÕES CESPE BACKUP QUESTÕES CESPE BACKUP QUESTÃO 01 - Analise as seguintes afirmações relativas a cópias de segurança. I. No Windows é possível fazer automaticamente um backup, em um servidor de rede, dos arquivos que estão

Leia mais

PROGRAMA TEÓRICO. 2. O Dogma Central da Biologia Molecular

PROGRAMA TEÓRICO. 2. O Dogma Central da Biologia Molecular PROGRAMA TEÓRICO 1. As moléculas da Biologia Molecular: DNA, RNA e proteínas Aspectos particulares da composição e estrutura do DNA, RNA e proteínas. EG- Características bioquímicas dos ácidos nucleicos,

Leia mais

Extração de DNA e Amplificação por PCR

Extração de DNA e Amplificação por PCR Universidade Federal de São Carlos Departamento de Genética e Evolução Disciplina Práticas de Genética Extração de DNA e Amplificação por PCR Érique de Castro 405523, Victor Martyn 405612, Wilson Lau Júnior

Leia mais

Técnicas Moleculares Aplicadas ao Estudo de Patologias

Técnicas Moleculares Aplicadas ao Estudo de Patologias Patologia x Genética Técnicas Moleculares Aplicadas ao Estudo de Patologias Lucas Brandão Patologia Clínica Definição: Fornece informações ao médico, de modo a proporcionar-lhe os meios necessários para

Leia mais

Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória

Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória Visão geral do sistema de armazenamento e hierarquia de memória Conhecer os dispositivos de armazenamento por meio do conceito e dos tipos de memórias utilizadas no computador. Subsistemas de memória Memória

Leia mais

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução A gerência

Leia mais

Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes

Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Organização do Material Genético nos Procariontes e Eucariontes Procariontes Eucariontes Localização Organização Forma Disperso no citoplasma

Leia mais

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 03 Segurança off- line. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com

Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 03 Segurança off- line. Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Auditoria e Segurança de Sistemas Aula 03 Segurança off- line Felipe S. L. G. Duarte Felipelageduarte+fatece@gmail.com Cenário off- line (bolha) 2 Roubo de Informação Roubo de Informação - Acesso físico

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

Uso do calcário no solo Desenvolvimento de pesticidas e fertilizantes. Máquinas a vapor substituindo a força animal

Uso do calcário no solo Desenvolvimento de pesticidas e fertilizantes. Máquinas a vapor substituindo a força animal Fepagro em foco Samuel Mazzinghy Alvarenga Histórico recente da Agropecuária Era científica: a partir de ~ 1.700 Rotação de culturas e métodos de cultivo intensivo Drenagem Utilização de arado, máquinas

Leia mais

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani

Sistema de Arquivos. Ambientes Operacionais. Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Sistema de Arquivos Ambientes Operacionais Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Gerência de Arquivos É um dos serviços mais visíveis do SO. Arquivos são normalmente

Leia mais

Mutação e Engenharia Genética

Mutação e Engenharia Genética Mutação e Engenharia Genética Aula Genética - 3º. Ano Ensino Médio - Biologia Prof a. Juliana Fabris Lima Garcia Mutações erros não programados que ocorrem durante o processo de autoduplicação do DNA e

Leia mais

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs

Evolução. Tópicos. Bancos de Dados - Introdução. Melissa Lemos. Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos. Características de SGBDs 1 Bancos de Dados - Introdução Melissa Lemos melissa@inf.puc-rio.br Tópicos Evolução dos Sistemas de Informação Esquemas Modelos Conceitual Lógico Características de SGBDs 2 Evolução tempo Programas e

Leia mais

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Bioinformática Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 24 de agosto de 2015 Paulo H. R. Gabriel

Leia mais

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms.

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. Mauricio Duarte 2 Centro Universitário Euripides de Marilia UNIVEM FATEC Faculdade de

Leia mais

CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE AMBIENTES ESCOLARES E SUAS IMPLICAÇÕES NA SAÚDE DOS ALUNOS

CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE AMBIENTES ESCOLARES E SUAS IMPLICAÇÕES NA SAÚDE DOS ALUNOS 2.00.00.00-6 Ciências biológicas 2.12.00.00-9 Microbiologia CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE AMBIENTES ESCOLARES E SUAS IMPLICAÇÕES NA SAÚDE DOS ALUNOS LILIAN MARTINS CASTELLÃO SANTANA Curso de Ciências

Leia mais

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. 7.3.1.2 Registradores: São pequenas unidades de memória, implementadas na CPU, com as seguintes características:

Leia mais

SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS

SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS SEQÜENCIAMENTO ENCIAMENTO DE DNA: MÉTODOS E PRINCÍPIOS PIOS Cristiane Kioko Shimabukuro Dias Pós-doutorado - FAPESP E-mail: crisdias@ibb.unesp.br Laboratório de Biologia e Genética de Peixes - Departamento

Leia mais

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA".

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou impressão digital de DNA. Ácidos Nuclêicos 1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA". a) Segundo o resultado acima, qual dos homens,

Leia mais

Bacteria Archaea Eukarya

Bacteria Archaea Eukarya PROVA PARA AVALIAÇÃO DE CAPACIDADE PARA FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DOS MAIORES DE 23 ANOS 2014/2015 Instituto Superior de Engenharia Licenciatura em Tecnologia e Segurança Alimentar Componente específica

Leia mais

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 05. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO INFORMÁTICA BÁSICA AULA 05. Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE INFORMÁTICA BÁSICA AULA 05 Docente: Éberton da Silva Marinho e-mail: ebertonsm@gmail.com 25/06/2014 Armazenamento Secundário BENEFÍCIOS

Leia mais

Figura 1 - O computador

Figura 1 - O computador Organização e arquitectura dum computador Índice Índice... 2 1. Introdução... 3 2. Representação da informação no computador... 4 3. Funcionamento básico dum computador... 5 4. Estrutura do processador...

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 1866 7 Unidade Central de Processamento (UCP): O processador é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento e de controle, durante a execução de um

Leia mais