ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE"

Transcrição

1 ISSN: ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE Revista da Faculdade Estácio de Sá de Goiânia SESES - GO VOL. 01, Nº 01, Dez / Jun. 2009

2 Ficha Catalográfica da Revista LOPES, Edmar Aparecido de Barra e. Revista de Ciências da Saúde. Faculdade Estácio de Sá de Goiás- FESGO. Goiânia, GO, v.01, nº01, dez.2008/jun Nota:Revista da Faculdade Estácio de Sá de Goiás FESGO. I.Ciências da Saúde. II Título: Revista de Ciências da Saúde. III.Publicações Cientificas. CDD 600 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação ( CPI) Faculdade Estácio de Sá de Goiás Catalogação na Fonte / Biblioteca FESGO Jacqueline R.Yoshida Bibliotecária CRB 1901

3 ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE GOIÁS FESGO VOLUME 1-1, N. 01, DEZEMBRO DE 2008, PERIODICIDADE: SEMESTRAL. ISSN: ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE Revista da Faculdade Estácio de Sá de Goiás FESGO Cursos de: GO Administração Enfermagem Farmácia Educação Física Fisioterapia Recursos Humanos Redes de Computadores ESTÁCIO DE SÁ CIÊNCIAS DA SAÚDE Editor Cientifico: Edmar Aparecido de Barra e Lopes Conselho Editorial Executivo: Adriano Luis Fonseca Ana Claudia Camargo Campos Claudio Maranhão Pereira Edson Sidião de Souza Júnior Patrícia de Sá Barros Guilherme Nobre Lima do Nascimento Conselho Editorial Consultivo: Adriano Luís Fonseca Andréia Magalhães de Oliveira Denise Gonçalves Pereira Elder Sales da Silva Jaqueline Gleice Aparecida de Freitas Karolina Kellen Matias Marc Alexandre Duarte Gigonzac

4 Marco Túlio Antonio Garcia-Zapata Marise Ramos de Souza Marizane Almeida de Oliveira Sandro Marlos Moreira Equipe Técnica: Editoração Eletrônica, Coordenação Gráfica e Capa e Ltda e Revisão de Texto em Inglês: Edclio Consultoria: Editoria, Pesquisa e Comunicação Ltda Revisão Técnica: Josiane dos Santos Lima Projeto Editorial, Projeto Gráfico, Preparação, Revisão Geral e Capa: Edmar Aparecido de Barra e Lopes Endereço para correspondência/address for correspondence: Rua, 67-A, número 216 Setor Norte Ferroviário, Goiânia-GO, CEP: Coordenação do Núcleo de Pesquisa. Informações: Tel.: (62) edmar.lopesgo.estacio.br

5 FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE GOIÁS-FESGO Diretora Geral: Sirle Maria dos Santos Vieira Diretor Acadêmico: Adriano Luís Fonseca Diretor Financeiro: Vicente de Paula Secretária Geral de Cursos: Auricele Siqueira Ferreira Coordenadores de Cursos Administração/RH Ana Cristina Pacheco Veríssimo Enfermagem Cristina Galdino de Alencar Farmácia Edson Sidião Souza Junior Fisioterapia Patrícia de Sá Barros Redes de Computadores Samir Youssif Wehbi Arabi Educação Física Adriano Luis Fonseca COORDENADORES DE NÚCLEOS Coordenação do Núcleo de Pesquisa: Edmar Aparecido de Barra e Lopes Coordenação do Núcleo de EAD: Mara Silvia dos Santos

6 SUMÁRIO EDITORIAL APRESENTAÇÃO ARTIGOS Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus Cláudio Maranhão Pereira Estresse psíquico e (in)satisfação dos valores laborais Helenides Mendonça Margareth Ribeiro Ações educativas no aconselhamento de enfermagem dispensadas aos clientes portadores e ou supostos de DST/HIV/AIDS e seus familiares Christina Souto Cavalcante Costa Diagnóstico laboratorial de parasitos emergentes e oportunistas intestinais pelos laboratórios privados conveniados ao Sistema Unico de Saúde (SUS), Goiânia- GO Edson Sidião de Souza Júnior Marco Tulio A. Garcia-Zapata. PESQUISA História da fisioterapia na cidade de Goiânia um relato histórico Adriano Luiz Fonseca Leonardo Paes Orvate Orlene Santos Voronkoff Técnica de diagnostico molecular (DNA) para microrganismos emergentes em águas fluviais e uso no monitoramento no município de Goiânia-GO Carlos Alberto Soares Santana Júnior Carlos Eduardo Anunciação Cristiane Martins Alves da Silva Adriana Souza Ribeiro Wilma Maria Coelho Diversidade dos vertebrados terrestres na Pequena Central Hidrelétrica Mosquitão (Cerrado Goiano) Marcelo Alves da Paixão Júnior Avaliação comparativa de três técnicas de concentração coprológica para o diagnóstico laboratorial de oocistos de coccídios intestinais Edson Sidião de Souza Júnior

7 Enteroparasitoses e suas correlações com o saneamento básico numa área semirural da grande Goiânia-GO Edson Sidião de Souza Júnior Marco Tulio Antônio Garcia-Zapata Estudo das protozooses oportunistas em 100 crianças aparentemente imunocompetentes, em um hospital universitário na capital do Estado de Goiás, Brasil Ana Paula Queiroz De Pádua Edson Sidião De Souza Júnior Ludmila Passos Costa Marco Tulio A. Garcia-Zapata Nívia Abadia Maciel De Melo Matias Renata Cristina De Deus Domingues Fatores associados ao desmame precoce em lactentes assistidos no ambulatório de pediatria da santa casa de misericórdia de Goiânia-GO Karla Cristina Naves de Carvalho Geração imperceptível de resíduo sólido Sandra Oliveira Santos Fisioterapia na cistite intersticial: revisão de literatura Fernanda Pinheiro de Britto Pereira Lara Marins Fernandes Patrícia de Sá Barros Incontinência urinária em pacientes histerectomizadas: revisão da literatura Patrícia de Sá Barros Renata Freitas Silva Yara Valadão Carrer NORMAS PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS

8 EDITORIAL A revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde é uma realização coletiva. Está enraizada na necessidade de um periódico científico há muito já colocada pela comunidade acadêmica. Assim a revista não poderia existir sem esta sensibilidade acadêmica pré-existente ao projeto que ora se realiza e que o legitima. Muitos especialistas colaboraram com a árdua, competente e generosa tarefa de fornecer pareceres para o sem-número de artigos que nos foram enviados. Sem a contribuição de tais profissionais não teria sido possível trazer a público o resultado final de nossos esforços; expresso nos artigos publicados. É hora também de ressaltar a indispensável participação dos coordenadores de cursos no projeto, bem como o apoio incondicional que o projeto da revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde recebeu desde seu início da direção da instituição. Necessário também ressaltar que a revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde seria impensável, caso não estivesse contando com o crescente e cada vez mais intenso envolvimento de professores dos cursos desta Instituição. Os artigos aqui publicados dão visibilidade a participação de novos pesquisadores no meio acadêmico, sem abrir mão da necessária contribuição oferecida por nomes mais experientes no cenário da produção cientifíca nacional. Neste sentido, por exemplo, o número 01 de Estácio de Sá - Ciências da Saúde traz ao público leitor contribuições de: Cláudio Maranhão Pereira, Edson Sidião de Souza Júnior, Patrícia de Sá Barros, Marco Tulio A. Garcia-Zapata, Margareth Ribeiro, Helenides Mendonça, além de um não menos importante conjunto de outras colaborações de professores/pesquisadores da Faculdade Estácio de Sá e de outras IES (públicas e privadas) No mais, cabe ainda ressaltar, que a revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde expressa o investimento da Faculdade Estácio de Sá de Goiás na defesa de um projeto de educação há muito conhecido, ou seja, a necessidade da articulação sistêmica entre ensino, pesquisa e extensão. PROF. DR. EDMAR APARECIDO DE BARRA E LOPES Editor-Cientifíco

9 APRESENTAÇÃO Motivo para celebração e de grande entusiasmo o primeiro número da revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde vem à luz, reforçando o compromisso da Faculdade Estácio de Sá de Goiás com a produção do conhecimento. Com periodicidade semestral, a revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde, diretamente integrada ao Núcleo de Pesquisa desta instituição, conta com a colaboração dos professores dos cursos de graduação e programas de pós-graduação de nossa Instituição bem como de colaboradores de outras instituições, unidos pela luta incansável implicada no processo de produção científica. Trazer a público o primeiro número da revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde é motivo de celebração para a nossa instituição que, apesar de tão nova (4 anos), já conta com: 7 cursos de graduação; 6 cursos de pós-graduação; 1 parceria em projeto de pesquisa financiado pela FAPEG-GO; 01 pós-doutor; 05 doutores; 03 doutorandos; 29 mestres; 03 mestrandos; 14 especialistas e 03 graduados em processo de especialização. Além de iniciativas na área da pesquisa que têm procurado consolidar um programa institucional de bolsas de iniciação cientifica além da formação de grupos de pesquisa visando financiamento externo para novas parcerias em projetos de pesquisa. A relevância social e científica desse periódico destaca-se pela amplitude do leque de temas interligados numa perspectiva educacional. Abordando temas de ordem diversa, as colaborações que compõem esse primeiro número da revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde refletem a preocupação da Faculdade Estácio de Sá de Goiás com o ensino, a pesquisa e a extensão, porém, sem perder de vista as fronteiras desse tripé com: a democracia e a ética, a cidadania e o cidadão. A presente revista Estácio de Sá - Ciências da Saúde, soma-se a outras iniciativas da Faculdade Estácio de Sá de Goiás nas áreas do ensino, pesquisa e extensão, visando encontrar respostas paras os novos desafios colocados para as instituições privadas no âmbito das novas medidas de controle, avaliação e regulação implementadas pelo Estado, tais como: aumento das exigências de produção intelectual institucionalizada; aumento qualificação do corpo docente em nível de mestrado e doutorado; adoção de políticas de responsabilidade social Esperamos contar com a contínua colaboração de todos para que o projeto conquiste a devida legitimidade científica. PROF. MS. ADRIANO LUIS FONSECA Diretor Acadêmico da Faculdade Estácio de Sá de Goiás

10

11 Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES - GO VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS E FORMAS TERAPÊUTICAS DA INFECÇÃO PELO HERPES SIMPLES VÍRUS Cláudio Maranhão Pereira * Resumo: A infecção pelo vírus do herpes simples é a doença viral mais comum que acomete os seres humanos. Caracteriza-se por lesões vesiculo-bolhosas que se desenvolvem preferencialmente na mucosa e pele em região peri-bucal e genital. As formas clínicas mais comuns são a gengivoestomatite herpética aguda primária e a herpes labial recorrente. O tratamento é extremamente variado e baseia-se no combate dos sintomas. Em fases recentes da infecção pode-se utilizar drogas com objetivo de suprimir a reprodução viral. A droga antiviral mais utilizada é o Aciclovir e seus derivados. Formas alternativas de tratamento como a laserterapia vem sendo recentemente utilizada com relativo êxito. Palavras-chaves: Lesões herpéticas; lesões vesículobolhosa; gengivoestomatite herpética aguda primária; herpes simples recorrente; antivirais. Abstract: The simplex herpes virus infection is the viral illness more common in the world population. Vesicule-blister lesions are the more frequent clinical features and appear preferential mucous and skin in peri-buccal and genital region. Primary acute herpetic gengivoestomatite and recurrent labial herpes are the more common clinical forms. The treatment is varied and it is based on the combat of the symptoms. In recent phases of the infection it can be used drugs with aim to suppress the viral reproduction. Acyclovir is the anti-viral drug more used for management. Alternative form of therapy as the lasertherapy has being recently used with relative success. Key words: Herpetics lesions; vesicule-blister lesions; acute primary gengivoestomatite; simplex herpes virus; antiviral. Estudos realizados por Silva 1 et al. (2002), tomando-se por referência outros autores 2, afirmaram que as lesões herpéticas são infecções virais, sendo que estes vírus são entidades microscópicas que se multiplicam somente no interior de células epiteliais vivas. Segundo os mesmos autores, a mucosa bucal pode ser infectada por um dos vários tipos de vírus que compõe a família herpesviridae, cada qual produzindo um quadro clinico-patológico relativamente distinto 1. A infecção manifesta-se no organismo primeiramente por intermédio de vesícula localizada na pele ou na mucosa, podendo ocorrer manifestações concomitantes nas duas regiões 3. * Professor de Patologia e Farmacologia dos cursos de Enfermagem e Fisioterapia da Faculdade Estácio de Sá de Goiás - FAESGO, Goiânia/GO. Doutor e Mestre em Patologia pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Campinas/SP.

12 12 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun Estima-se que mais de 90% da população mundial é infectada por um ou mais vírus da família herpesviridae 4. Infecções virais do tipo herpes simples (HSV), variando de herpes labial a lesões genitais, afetam mais de 40 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Atualmente, aproximadamente novos casos de infecção do tipo herpes simples são diagnosticados a cada ano neste país 5. A gengivoestomatite herpética aguda primária e o herpes simples recorrente são consideradas como as mais triviais doenças causadas por estes tipos de vírus 3. Mesmo sendo as mais comuns ainda não se tem uma terapêutica eficaz, motivo pelo qual existem na literatura corrente os mais variados esquemas e substâncias que, na realidade, combatem de forma paliativa, somente a sintomatologia e não erradica a doença efetivamente 3. Conforme afirmações de Silva 1 et al. (2002), essas lesões acometem indivíduos de qualquer gênero, idade e raça, porém, as infecções herpéticas primárias são mais comuns em crianças, o herpes simples recorrente em adultos jovens e o herpes zoster mais prevalente em idosos. A transmissão se dá pelo contato direto com secreções de pacientes infectados 6. Pacientes imunocomprometidos, como pacientes leucêmicos, pacientes submetidos a transplante de medula óssea ou que estão recebendo tratamentos oncológicos, podem desenvolver estas infecções de forma atípica e, muitas vezes, com prognóstico sombrio 7. Uma característica do herpes vírus é sua capacidade de progredir de terminações nervosas locais para os gânglios da raiz dorsal, onde permanece latente até que algum fator desencadeie reativação 8. O HSV afeta a pele, as mucosas e, menos freqüentemente, o esôfago, olhos, cérebro e outros órgãos. Dois subtipos distintos do herpes simples foram isolados: o tipo I e II. Dos dois sorotipos, a infecção por HSV-1 é primariamente orofaríngea, e a infecção por HSV-2 é primariamente genital. Contudo, HSV-1 tem sido encontrado em lesões genitais, e HSV-2 em lesões orais. O herpes orofacial afeta o gânglio trigêmeo, enquanto o herpes genital compromete o gânglio sacro-coccígeno 9. A infecção do tipo herpes simples geralmente ocorre em duas fases: uma inicial, infecção primária, seguida por doença secundária, recorrente no mesmo local. Contrariamente à relatos posteriores, o vírus pode ser transmitido por indivíduos sem lesões clínicas, embora o risco de transmissão seja mais alto durante a reativação sintomática. A freqüência da recorrência depende não somente do local anatômico, mas

13 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun também do tipo de vírus. O herpes genital recorre mais freqüentemente do que o herpes labial e a infecção por HSV-2 recorre com maior probabilidade do que aquela por HSV Neste trabalho, estaremos enfocando o HSV-1, por ser o vírus de maior incidência na população mundial e por ser o maior responsável pelo herpes labial recorrente, infecção viral mais comum que acomete o sistema estomatognático. Gengivoestomatite herpética aguda primária A gengivoestomatite herpética aguda primária (GEHA), segundo Silva 1 et al. (2002), corresponde a primo-infecção do herpes vírus do tipo 1. A doença primária aparece geralmente em crianças com até 5 anos de idade, porém os adultos que não foram expostos previamente ao vírus podem ser infectados e, normalmente, apresentam quadro clínico mais grave 11. Estima-se que apenas 5% das crianças expostas ao vírus desenvolvem a doença com sinais clínicos. A maioria o faz de forma assintomática ou sub-clínica, não tendo, portanto um diagnóstico da infecção 12. Após período de incubação de 1 a 26 dias, sinais e sintomas inespecíficos, como febre, mialgia, cefaléia, irritabilidade e linfoadenopatia, podem ser evidenciados. Dentro de 1 a 3 dias após esta fase prodrômica, vesículas gengivais generalizadas tornam-se evidentes. Estas afetam preferencialmente a mucosa intra-bucal (mucosa jugal, palato, língua, assoalho, tonsilas e orofaringe) e posteriormente se rompem dando lugar a ulceras doloridas e debilitantes que podem impossibilitar o paciente de realizar suas funções bucais 13, 14. Segundo August, Nordlund e Jesinng 15 (1979), o HSV-1 pode ser isolado das lesões herpéticas faciais, labiais e bucais, em um período de dois a seis dias após o aparecimento das lesões. Os autores verificaram, também, que a persistência do vírus nas lesões não parecia diferir entre a infecção primária e a infecção recorrente. Além disso, Turner 16 et al. (1982), afirmaram que o HSV pode sobreviver por uma faixa de tempo variável de duas a quatro horas em tecidos e plásticos. Da mesma forma, o HSV pode continuar a viver, pelo mesmo período, nas peles das mãos contaminadas pelo contato direto com as lesões labiais ou bucais. Silva 1 et al. (2002) afirmaram que não há tratamento especifico para GEHA e, por isso, indicam as manobras mais indicadas que devem ser realizados perante

14 14 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun sintomas do primo-infecção do HSV tipo 1. Segundo eles, os procedimentos básicos devem ser realizados pelo cirurgião-dentista e se caracterizam pela aplicação de uma higiene bucal adequada, com o uso de gaze e aplicação de soro fisiológico. Deve-se utilizar também anestésico tópico para auxiliar na limpeza e minimizar a sensação dolorosa do paciente. Em caso do aparecimento de febre, o profissional poderá indicar o aumento da ingestão de líquidos, usar analgésicos e antipiréticos e, se infecções secundárias oportunistas forem diagnosticadas, antibióticos poderão ser prescrito. Shafer 2 et al., (1987) ratifica que o tratamento da infecção herpética primária é insatisfatório. Ele é apenas de caráter sintomático, pois o curso da doença parece ser inalterável. Após a manifestação primária, em aproximadamente 80% dos casos, o organismo produz anticorpos circulantes, mas, paradoxalmente, não se obtém imunidade. O vírus, após a crise aguda, entra em estado de latência. Posteriormente pode sofrer reativação desenvolvendo assim o herpes labial recorrente, que afeta de 40 a 60% da população 17. Fatores debilitantes como traumatismos físicos, alterações emocionais, luz solar, fadiga, menstruação, ansiedade, doenças febris, alterações alérgicas, entre outros, podem ser responsáveis por esta reativação 9. Segundo Wood e Goaz 14 (1983) aproximadamente um terço dos pacientes que tiveram uma infecção primária de forma clínica terão infecções herpéticas recidivantes. Herpes Simples Recorrente A Herpes simples recorrente, segundo Silva 1 et al. (2002), é uma doença infecto-contagiosa que se manifesta na forma de lesões vesiculo-bolhosas. De acordo com Regezi e Sciubba 11 (1991), o individuo para desenvolver o herpes simples recorrente precisa ser previamente exposto ao vírus e, a via típica de inoculação é o contato físico com pessoa infectada. O processo de infestação poderá se dar por caminhos distintos, destacando-se: gotículas transportadas pelo ar, água contaminada ou por meio do contato com objetos inanimados. Conforme Shafer 2 et al., (1987) e Regezi e Sciubba 11 (1991), o vírus, depois de instalar-se no organismo, permanece latente nos gânglios regionais. Dessa forma, ele poderá se manifestar mediante a exposição da pessoa ao sol e ao frio, aos traumatismos e à tensão, provocando um processo de infecção recorrente. As partículas

15 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun virais ao se deslocarem pelas ramificações do nervo trigêmio para a superfície epitelial resultam em erupção vesiculo-bolhosas. Dentre as variações do herpes simples, segundo Shafer 2 et al., (1987) e Castro 3 (2000), o tipo 1 aparece com maior freqüência nos lábios, na mucosa bucal, respiratória, gastrointestinal e oftálmica e, de modo geral, na metade superior do corpo; de outra forma, o tipo 2 predomina na genitália e na metade inferior do corpo. A fase prodrômica do herpes simples recorrente tem, segundo Silva 1 et al. (2002), um curto período e é caracterizada pelos seguintes sintomas: irritação local, prurido ou sensação de ardência. Por outro lado, Regezie e Sciubba 11 (1991) apontam a dor, além dos sintomas referidos, no local onde surgirão as lesões. Conforme Silva 1 et al. (2002), comparações feitas por Castro 3 (2000) entre a primo-infecção herpética e o herpes simples recorrente mostraram que a esta última não possui riqueza de sintomas. Porém, podem ocorrer alguns prodrômicos gerais ligeiros como fraqueza, temperatura subfebril, artralgias e cefaléias. De acordo com Silva 1 et al. (2002), Regezi e Sciubba 11 (1991), Neville 5 et al. (1998) e Castro 3 (2000) após a fase prodrômica aparecem múltiplas pápulas pequenas, eritematosas, responsáveis pela formação de grupos de vesículas preenchidas por líquido. As vesículas rompem formando úlceras rasas e crosta amarelada. O processo de cicatrização que dura em torno de sete a quatorze dias não deixa cicatrizes 13. Ainda, conforme os mesmos autores, o número de recorrência do herpes simples é variável de uma por ano até uma por mês e, as recorrências tendem a diminuir assim que avança a idade da pessoa. Por outro lado, destacam que as lesões ocorrem, freqüentemente, no mesmo local, ou, próximo da ocorrência anterior, geralmente não ultrapassando a linha média da face. Para obter-se o diagnóstico do herpes vírus, o quadro clínico é bastante elucidativo, podendo-se lançar mão, se necessário, do exame citopatológico, do histopatológico, de cultura e de sorologia 14. Ainda, segundo Silva 1 et al. (2002) não há tratamento específico, porém o uso de vitaminas, imunoativadores, formol e outros procedimentos, têm sido substituídos pela aplicação de anestésico local sob a lesão, em suas fases prodrômicas ou de vesículas, com resultados satisfatórios na redução dos sintomas, diminuição do curso clínico em dias, maior espaçamento entre as crises e diminuição da recorrência do processo.

16 16 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun Formas Terapêuticas Nos últimos anos, uma grande variedade de tratamentos tem sido proposta para combater as manifestações do herpes vírus simples, sendo, na sua maioria, tratamentos paliativos para a dor e supressores da reprodução viral e, raramente, como agentes de cura 19. No passado, a forma primária era mais bem tratada sintomaticamente. Entretanto, se a doença for diagnosticada no início, os medicamentos antivirais podem ter um impacto significativo. Os pacientes devem ser instruídos a restringir o contato com as lesões ativas, para prevenir a disseminação para outros locais e pessoas. Também, sabendo que a luz solar (raios ultravioleta) pode desencadear uma recorrência do HSV de cerca de 25% dos indivíduos com infecção recorrente, devemos proteger a pele da ação da luz ultravioleta B 20. O uso de filtro solar em base emoliente na região peri-bucal mostrou-se eficiente na proteção contra o herpes recorrente labial induzido pelo sol podendo, também, ser considerado muito útil na recorrência, com propriedades preventivas quando usado corretamente antes das exposições solares 5 19, 21,, Uma das formas mais antigas de tratamento de Herpes Simples Labial é a fotoinativação através de corantes 19, 21, 22, 23, 24 como o vermelho neutro e a proflavina, além do azul de metileno, luz infravermelha ou fluorescente. Este processo consiste na escarificação das vesículas herpéticas, após o qual usa-se topicamente o corante para finalizar com a exposição do local à luz específica. Embora este mecanismo não seja totalmente elucidado acredita-se que o corante produza alteração no DNA viral inativando-o ou impedindo a sua multiplicação e, portanto, evitando recidivas 19, 21,23,. Sendo o HSV um vírus envelopado, torna-se sensível a ácidos, solventes, detergentes e ao ressecamento. Baseado nessas propriedades do vírus foi preconizado o uso do éter etílico, sendo que o éter funcionaria como anestésico tópico e o álcool como um solvente de lipídeos, dissolvendo o envelope viral. Porém, estudos demonstraram que o éter, tanto na primo-infecção, quanto nos surtos recorrentes, não teve ação satisfatória. Embora, possa aliviar a dor, por ser um anestésico tópico, e diminuir a duração das lesões durante um mesmo episódio 19, 22, 24. A laserterapia, com laser de baixa potência, uma vez que promovem efeitos analgésicos, antiinflamatórios e bioestimulantes, têm sido utilizados para tratamento do herpes recorrente com relativo sucesso. A laserterapia provoca aumento da

17 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun microcirculação local, da drenagem de fluido do sulco gengival e aumento da velocidade de produção de fibroblastos e colágeno, conseqüentemente, induzindo o processo de cicatrização 25. O Interferon, uma glicoproteína produzida pelos linfócitos T que consegue ligar-se às células e impedir a replicação dos vírus que ali chegam, surgiu como um tratamento promissor, principalmente, pela facilidade de seu uso através de pomadas nas lesões. Isso é possível porque a destruição das células infectadas pelo HSV dá-se por mecanismo imunológico pelos linfócitos T, sensibilizados pelo HSV que adquirem propriedades linfotóxicas, responsáveis pela degeneração das células que abrigam o antígeno. Aplicações tópicas de Interferon (IFN-b) parecem reduzir a velocidade das recorrências, aliviando sintomas, severidade e duração das erupções, porém, não proporcionam a cura definitiva 25, 26, 27, 28. Quimicamente, os antivirais, em sua maioria, apresentam estrutura semelhante à da timidina, um dos quatro nucleotídeos formadores do DNA. Como mecanismo básico de ação antiviral substituem a timidina durante o processo de crescimento ou de replicação viral, produzindo DNA com pseudoestrutura, de modo a eliminar a capacidade infecciosa e destrutiva do HSV 5. A Ribavirina é um agente antiviral de largo espectro que tem demonstrado utilidade em várias infecções virais. Devido a sua eficácia, observada por via oral, existem atualmente estudos para verificar a sua eficácia sob uso tópico a Ribavirina a 7,5%. Os resultados obtidos sobre a ação dos antivirais em lesões iniciais mostraram que o tempo de duração das lesões foi menor, com redução do número de novas lesões. A redução está relacionada com o tratamento antiviral, já que a replicação viral diminui o número de partículas virais infectantes evitando, assim, a infecção de novas células 29. O Levamisole, que é uma droga antihelmíntica, possui uma ação favorável na regulação imunológica de pacientes imunodeprimidos. É considerado um modulador da resposta imunológica e não um imunoestimulante, visto que aumenta ou restaura a imunidade celular apenas quando está deprimida. A posologia recomendada do Levamisole seria 150mg/dia, dividida em três doses de 50g, junto às refeições, por dois dias consecutivos, repetindo-se os ciclos a intervalos de duas semanas, por três a quatro meses 21. Outra opção de tratamento para o HSV é a Lizosima, substância encontrada na saliva, leite, lágrima, pulmão, baço, secreção nasal, leucócitos e soro sangüíneo,

18 18 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun apresentando intensa atividade antibacteriana, antiviral e propriedades antiinflamatórias 30. O mais conhecido dos antivirais é o Aciclovir (ACV-9-2 hidroxiethoximethil guanina, Acicloguanosina), que age inibindo o HSV-DNA polimerase 31. O Aciclovir pode ser usado de maneira tópica ou sistêmica sendo, esta última, na forma de comprimidos ou injetáveis. O Aciclovir é virtualmente não tóxico para as células hospedeiras. A vantagem da terapia com o Aciclovir é que ele é muito benéfico em infecções severas do HSV, especialmente em pessoas imunodeprimidas. O Aciclovir, quando administrado prontamente em pacientes com AIDS e severa infecção por HSV, tem reduzido a morbidade e os riscos de complicações mais sérias. O Aciclovir intravenoso é reservado a pacientes com lesões mucocutâneas severas e extensas de HSV, ou, com disseminação ou complicações neurológicas e, se a terapia for se prolongar, pode-se substituí-lo por Aciclovir oral 21, 25, 32, 33. O tratamento tópico é menos efetivo do que o intravenoso e o oral, mas é eficiente se usado em casos leves de HSV, onde a aplicação deve ser feita cinco vezes ao dia. Resultados favoráveis têm sido obtidos com o Aciclovir, tanto pela eficácia quanto pela toxidade menor, uma vez que para agir, necessita de uma enzima do próprio vírus, o que o torna atuante somente nas células infectadas 21, 25, 32, 33. Neville 5 et al., (1998), ratifica que, independente da forma de administração do aciclovir, este só terá eficácia se introduzido em fases iniciais da doença. Estudo realizado por Bowes 34 (2001) avaliou o Aciclovir como uma medida profilática em mulheres grávidas. O aparecimento das lesões herpéticas foi considerado duas vezes menor em mulheres que fizeram o uso profilático do Aciclovir em relação ao grupo controle. Existem no mercado várias drogas anti-herpéticas, derivadas ou análogas ao Aciclovir, como o Ganciclovir, Penciclovir, Valaciclovir, Fanciclovir, todos com efeitos e resultados eficazes. O Valaciclovir, quando absorvido, é rapidamente e quase completamente convertido em Aciclovir. Penciclovir, por ser um medicamento ainda novo, não foi testado em crianças, devendo ser usado apenas por adultos (maiores de 16 anos); deverá ser aplicado em intervalos de duas horas, durante quatro dias. Famciclovir é a forma oral do Penciclovir e podemos encontrar comprimidos de 125mg a 250mg. A dosagem nos casos de herpes simples seria de 125mg, duas vezes ao dia, durante cinco

19 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun dias, deixando os de 250mg para os casos mais graves. O Ganciclovir só existe na forma injetável, ficando para os casos bem mais graves 25. Outras drogas estão em fase de experimento sem ainda estudos conclusivos quanto sua eficácia. Dentre elas, pode-se destacar a prostaglandina A2 (PGA2). Esta apresenta atividade antiviral in vitro em concentrações que não alteram a viabilidade celular do hospedeiro. O espectro antiviral inclui tanto RNA quanto DNA-vírus, mas seu exato mecanismo de ação não é conhecido. Em recente estudo, PGA2 mostrou ser ativo contra HSV in vitro, mas seus efeitos pró-inflamação parecem ser maiores e deletérios que seu efeito benéfico 35. O Oxetanocina Carbocíclica G 0,1% (C. OXT- G) é um novo componente antiviral, em cuja composição a guanina aparece ligada a um anel ciclobutano. Inibe a DNA-polimerase viral após ser convertida para a forma trifosfato por ação da timidinaquinase viral, entretanto, pode apresentar outro mecanismo de ação já que é efetiva contra CMV, que é timidinaquinase negativo 36. O uso do Oryzacistatina 1 (OC-1) baseia-se no fato de que vários vírus requerem clivagem protéica para se tornar maduros e infectantes. Tal fenômeno pode ser especificamente inibido pela ação dos chamados inibidores de proteinase. OC-1, cistatina obtida da semente do arroz, apresentou atividade antiviral in vivo semelhante ao Aciclovir em recente estudo, porém, in vitro foi necessária dosagem 50 vezes maior que de Aciclovir para obter concentração inibitória contra HSV-137. O 9-(4-hidroxibutil)-N2-fenilguanina ou HBPG é um inibidor da timidinaquinase, que vem sendo testado experimentalmente em macacos infectados com HSV-1, com finalidade de diminuir a recorrência da doença viral 38. O Propanolol, bloqueador dos receptores b-adrenégicos, também tem sido testado em modelo experimental diminuindo a população viral na lágrima, córnea e gânglio trigeminal e, conseqüentemente, a incidência de reativação da doença viral 39. Sem dúvida, as vacinas contra o vírus do Herpes Simples Labial poderão ser uma solução definitiva contra essa doença no futuro. Acredita-se que elas só sejam eficientes para as pessoas ainda não infectadas pelo HSV, ou seja, na grande maioria das crianças 40, 41, 42. A vacina Lupidon H para o HSV-1, e Lupidon G para o HSV-2 são inativadas pelo calor e, apesar de ainda não termos estudos satisfatórios a respeito, há a probabilidade de ser eficaz apenas na infecção primária; em pessoas com infecção recorrente elas não teriam o efeito desejado. O maior risco e o que causa mais

20 20 PEREIRA, Cláudio Maranhão. Manifestações clínicas e formas terapêuticas da infecção pelo herpes simples vírus. Estácio de Sá Ciências da Saúde. Rev. da Faculdade Estácio de Sá. Goiânia SESES GO. VOL. 01, Nº 01, 11-22, Dez / Jun preocupação quanto ao uso das vacinas, usando o HSV como antígeno, é o seu potencial oncogênico. Também a vacina anti-herpética para o HSV-I não tem poder algum para inibir o HSV-2 e vice-versa. Seja como for, ainda estamos em fase de avaliação e o seu uso, para controle de reativação dos episódios, está sendo discutido 42, 43. Como foi demonstrado, existe no mercado uma variedade de produtos objetivando o tratamento do HSV ou o alívio aos pacientes de surtos consecutivos. Nesse particular, a opção do tipo de tratamento é do profissional, alicerçado na oportunidade e nas condições sistêmicas do paciente. Conclusões 1. A prevenção da contaminação e disseminação do vírus é o mais importante meio de se combater o HSV. 2. Apesar de todos os estudos, até hoje não se chegou ainda a uma terapia completamente eficaz no combate do herpes simples recorrente. 3. As drogas derivadas do Aciclovir, tanto na forma tópica quanto na sistêmica, demonstraram serem as mais eficazes quando comparadas a outros medicamentos quando utilizadas em fases iniciais da infecção. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Silva, F. M.; Paiano, G.; Gonçalves, J. H. P.; Orige, S. R. Lesões herpéticas: uma revisão de literatura. Revista Odontológica de Araçatuba, v. 23, n. 1, p , Janeiro/Julho, Shafer, W. G.; Hine, M. K.; Levy, B. M. Tratado de patologia bucal. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 3. Castro, A. L. Estomatologia. 3. ed. São Paulo: Editora Santos, p. 4. World Health Organization. Prevention and control of herpesvirus diseases. Part. 1. Clinical and laboratory, diagnosis and chemotherapy. A WHO meeting. Bull World Health Organ, v. 63, p , Neville, B. W., et al. Patologia oral e maxilofacial. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. 6. Greenberg, M. S. Herpes virus infection. Dent. Clin. North Am. v. 40, p , Whitley Rj, Kimberlin Dw, Roizman B. Herpes simplex viruses. Clin Infect Dis. v. 26, n. 3: p , 1999.

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico

Etiologia. Infecciosa Auto-imune Traumática. DCP / APN Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto. Tratamento. Depende: Origem Diagnóstico Infecciosa Auto-imune Traumática Evidência Clínica Inicialmente, vesículas ou bolhas, na pele ou mucosa, podendo ocorrer concomitantemente nessas regiões. Dulce Cabelho Passarelli / André Passarelli Neto

Leia mais

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral

Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral Disciplina: Semiologia Doenças Infecciosas que Acometem a Cavidade Oral PARTE 2 http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 FAMÍLIA HHV Alfaherpesvirinae HHV1(herpes bucal)

Leia mais

A Herpes. O destruidor celular

A Herpes. O destruidor celular A Herpes O destruidor celular A herpes e os seus dois tipos: O herpes simples é uma doença infecciosa muito contagiosa,causada por dois vírus da família do herpesviridae, o hsv-1 e o hsv-2.infectam algumas

Leia mais

Descrição/ especificação técnica: Pó cristalino branco a quase branco, com especificação de 98 a 101% de Aciclovir.

Descrição/ especificação técnica: Pó cristalino branco a quase branco, com especificação de 98 a 101% de Aciclovir. Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: C 8 H 11 N 5 O 3 Peso molecular: 225,2 DCB/ DCI: 00082 aciclovir CAS: 59277-89-3 INCI: Não aplicável Sinonímia: Acicloguanosina; Aciclovirum; Aciklovír;

Leia mais

Nova Associação Reduz Herpes Labial Recorrente

Nova Associação Reduz Herpes Labial Recorrente Nova Associação Reduz Herpes Labial Recorrente Associação Inteligente: Reduz Replicação Viral e Minimiza a Inflamação Local Boa Tolerabilidade em Adolescentes Eficácia no Tratamento do Herpes Simples Tipo

Leia mais

TROCANDO IDEIAS XIX HERPES NA GESTAÇÃO COMO CONDUZIR

TROCANDO IDEIAS XIX HERPES NA GESTAÇÃO COMO CONDUZIR TROCANDO IDEIAS XIX HERPES NA GESTAÇÃO COMO CONDUZIR Profª Filomena Aste Silveira HERPES GENITAL (origem grega significa alastrar-se) DNA virus - Alfaherpes viridae Dupla hélice PERÍODO de incubação 7

Leia mais

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Creme aciclovir I) Identificação do medicamento Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Creme é apresentado em bisnagas contendo 10 g, para uso tópico. Composição Cada

Leia mais

Propriedades farmacocinéticas Estudos farmacológicos demonstram mínima absorção do aciclovir após aplicações tópicas contínuas de Zovirax creme.

Propriedades farmacocinéticas Estudos farmacológicos demonstram mínima absorção do aciclovir após aplicações tópicas contínuas de Zovirax creme. Modelo de texto de bula LEIA ATENTAMENTE ESTA BULA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Zovirax aciclovir APRESENTAÇÃO é apresentado em bisnagas contendo 10 g. USO TÓPICO USO

Leia mais

Trocando Ideias 2009 Cidade Maravilhosa, 28 de agosto de 2009

Trocando Ideias 2009 Cidade Maravilhosa, 28 de agosto de 2009 Trocando Ideias 2009 Cidade Maravilhosa, 28 de agosto de 2009 HERPES GENITAL SUPRESSÃO Mauro Romero Leal Passos Universidade Federal Fluminense SBDST SGORJ - FEBRASGO HSV DNA-vírus de grandes dimensoes

Leia mais

Atualização em Terapêutica Dermatológica. Herpes Labial

Atualização em Terapêutica Dermatológica. Herpes Labial Atualização em Terapêutica Dermatológica 1 Herpes Labial Estudo publicado no Journal of Clinical Virology apresenta dados atuais para o manejo e as recomendações terapêuticas para alcançar sucesso na terapia

Leia mais

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi

VIROLOGIA HUMANA. Professor: Bruno Aleixo Venturi VIROLOGIA HUMANA Professor: Bruno Aleixo Venturi O que são vírus? A palavra vírus tem origem latina e significa "veneno". Provavelmente esse nome foi dado devido às viroses, que são doenças causadas por

Leia mais

ACICLOVIR. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme 50mg/g

ACICLOVIR. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme 50mg/g ACICLOVIR Geolab Indústria Farmacêutica S/A Creme 50mg/g MODELO DE BULA PARA O PROFISSIONAL DA SAÚDE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Leia mais

aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g

aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g aciclovir Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 APRESENTAÇÃO Aciclovir creme é apresentado em bisnagas contendo 10 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

FANCLOMAX FANCICLOVIR

FANCLOMAX FANCICLOVIR MODELO DE BULA FANCLOMAX FANCICLOVIR Apresentações: Cartucho contendo 1 blister com 10 comprimidos de 125 mg cada Cartucho contendo 1 blister com 7 comprimidos de 250 mg cada Cartucho contendo 3 blísteres

Leia mais

PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Penvir. fanciclovir

PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Penvir. fanciclovir PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Penvir fanciclovir Forma farmacêutica e apresentações: Penvir comprimidos revestidos 125 mg: caixa contendo 10 comprimidos. Penvir

Leia mais

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO

ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO ATUALIZAÇÕES EM CÂNCER: TRATAMENTO Elaine Jacob da Silva Carmo 1 ; Cristiane Alves da Fonseca 2,3 Andréia Juliana Leite Rodrigues 2,3, 4. 1 Curso de Ciências Biológicas, Unidade Universitária de Ciências

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

Diretrizes Assistenciais. Gengivoestomatite Herpética Em Crianças.

Diretrizes Assistenciais. Gengivoestomatite Herpética Em Crianças. Diretrizes Assistenciais Gengivoestomatite Herpética Em Crianças. Versão eletrônica atualizada em ago/2012 GENGIVOESTOMATITE HERPÉTICA EM CRIANÇAS GRUPO DE PROTOCOLOS DE PEDIATRIA PARA UNIDADES DE ATENDIMENTO

Leia mais

Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores

Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores Exercício 4 Sequenciamento por finalizadores de cadeia Sequenciamento do DNA: os finalizadores A determinação da seqüência de bases de um segmento de DNA é um passo crítico em muitas aplicações da Biotecnologia.

Leia mais

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae.

-Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Os Papiloma Vírus Humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae. -Chamado de HPV, aparece na forma de doenças como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo. -Há mais de 200 subtipos do

Leia mais

Gripe A (H1N1) de origem suína

Gripe A (H1N1) de origem suína Gripe A (H1N1) de origem suína A gripe é caracterizada como uma doença infecciosa com alto potencial de contagio causado pelo vírus Influenza. Este vírus apresenta três tipos, sendo eles o A, B e C. Observam-se

Leia mais

Introdução. Herpesvírus felino

Introdução. Herpesvírus felino Infecções de vias respiratórias em gatos herpesvirose e calicivirose Prof. Msc. Alexandre G. T. Daniel Universidade Metodista de São Paulo H.V. Santa Inês São Paulo SP Consultoria e atendimento especializado

Leia mais

APROVADO EM 05-12-2007 INFARMED FOLHETO INFORMATIVO. ZOVIRAX 50 mg/g Creme Aciclovir

APROVADO EM 05-12-2007 INFARMED FOLHETO INFORMATIVO. ZOVIRAX 50 mg/g Creme Aciclovir FOLHETO INFORMATIVO ZOVIRAX 50 mg/g Creme Aciclovir Este folheto contém informações importantes para si. Leia-o atentamente. Este medicamento pode ser adquirido sem receita médica. No entanto é necessário

Leia mais

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica.

A hepatite aguda causa menos danos ao fígado que a hepatite crônica. Hepatites Virais O FÍGADO E SUAS FUNÇÕES. O fígado é o maior órgão do corpo humano, está localizado no lado superior direito do abdômen, protegido pelas costelas (gradio costal). É responsável por aproximadamente

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

Nota Técnica Varicela 2012

Nota Técnica Varicela 2012 Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Vigilância em Saúde Coordenação

Leia mais

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino

Caso Clínico. Lucas de Araujo Aquino Caso Clínico Lucas de Araujo Aquino Identificação - A.M.P. - 17 anos - Sexo masculino - Branco - Estudante secundário Queixa Principal - Alergia no rosto há 10 dias, que não fica boa História da Doença

Leia mais

TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET

TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET NOTA TÉCNICA 69-2014 TALIDOMIDA DOENÇA DE BEHÇET Data: 04/04/2014 Medicamento x Material Procedimento Cobertura Solicitante: Juíz de Direito Dr. Rafael Murad Brumana Número do processo: 0377.14.000764-4

Leia mais

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS

2. ETIOLOGIA CITOMEGALOVIRUS 3 1. INTRODUÇÃO Este trabalho tem como objetivo abordar as manifestações clínicas do citomegalovírus, assim como seu tratamento, transmissão e seu contato direto com as gestantes. O citomegalovírus (CMV)

Leia mais

ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA ATUALIZAÇÃO E EDUCAÇÃO EM SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA Daniel Martins do Nascimento 2,3 ; Cristiane Alves Fonseca 1,3 ; Andréia Juliana Leite 1,4 ; 1 Pesquisador Orientador 2 Voluntário Iniciação

Leia mais

Gripe por Influenza A H1N1 *

Gripe por Influenza A H1N1 * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, maio de 2009. Gripe por Influenza A H1N1 * Informações básicas O que é Gripe por Influenza A H1N1? A gripe por Influenza A H1N1 (Suína) é uma doença

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais

Patologia Geral AIDS

Patologia Geral AIDS Patologia Geral AIDS Carlos Castilho de Barros Augusto Schneider http://wp.ufpel.edu.br/patogeralnutricao/ SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS ou SIDA) Doença causada pela infecção com o vírus

Leia mais

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP CENTRO CIRÚRGICO Jardim Japonês Centro Cirúrgico Hospital Maternidade Terezinha de Jesus Juiz de Fora (MG) Queimaduras

Leia mais

aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g

aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g aciclovir Merck S/A Creme 50 mg/g aciclovir Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 APRESENTAÇÃO Aciclovir creme é apresentado em bisnagas contendo 10 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO

Leia mais

Especialização em Clínica de Dor - NOVO

Especialização em Clínica de Dor - NOVO Especialização em Clínica de Dor - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Especialização em Clínica de Dor deverá enriquecer os currículos daqueles

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html

VÍRUS. Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html VÍRUS Fonte: http://rounielo.blogspot.com.br/2011/05/parte-30-foto-em-3-d-do-virus-da-aids.html RESUMO -Os vírus não pertencem a nenhum reino específico, são estudados como um caso à parte. -Os vírus são

Leia mais

DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS

DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS Curso: Graduação em Odontologia 4º e 5º Períodos Disciplina: Patologia Oral DOENÇAS AUTO-IMUNES MUCOCUTÂNEAS http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 DOENÇAS AUTO-IMUNES

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União Nota Técnica N 44 /2012 Brasília, maio de 2012. Princípio Ativo: valaciclovir. Nomes Comerciais 1 : Herpestal, Valtrex. Medicamento de Referência: Valtrex. Medicamentos Similares: Herpestal Sumário 1.

Leia mais

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA

PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA PLANEJAMENTO DO TRATAMENTO DA ASMA BRÔNQUICA O estudo do sistema imune (proteção) surgiu no início do século 20, com futuro muito promissor, mas isto não se confirmou de imediato. Os fenômenos imunológicos

Leia mais

Penvir Lábia. (penciclovir) EMS SIGMA PHARMA LTDA. creme

Penvir Lábia. (penciclovir) EMS SIGMA PHARMA LTDA. creme Penvir Lábia (penciclovir) EMS SIGMA PHARMA LTDA creme 1% I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Penvir Lábia penciclovir APRESENTAÇÕES Penvir Lábia Creme a 1%. Embalagem contendo bisnaga de 5g. USO ADULTO USO

Leia mais

Papilomavírus Humano HPV

Papilomavírus Humano HPV Papilomavírus Humano HPV -BIOLOGIA- Alunos: André Aroeira, Antonio Lopes, Carlos Eduardo Rozário, João Marcos Fagundes, João Paulo Sobral e Hélio Gastão Prof.: Fragoso 1º Ano E.M. T. 13 Agente Causador

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

Evanir Soares da Fonseca

Evanir Soares da Fonseca CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde AÇÕES DE COMBATE AO ESTRESSE: PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS TRABALHADORES DA SAÚDE DE PARACATU - MG Evanir Soares

Leia mais

Programas de Promoção de Saúde Para o Trabalhador Escolar: Ginástica Laboral e Controle do Estresse

Programas de Promoção de Saúde Para o Trabalhador Escolar: Ginástica Laboral e Controle do Estresse 12 Programas de Promoção de Saúde Para o Trabalhador Escolar: Ginástica Laboral e Controle do Estresse Ricardo Martineli Massola Mestre em Qualidade de Vida, Saúde Coletiva e Atividade Física na UNICAMP

Leia mais

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms)

Glossário. Caso Pendente de Intoxicação: aquele que não passou por avaliação médica.(oms) Toxicovigilância Glossário Agente Tóxico (Toxicante): é qualquer substância, ou seus metabólitos, capaz de produzir um efeito tóxico (nocivo, danoso) num organismo vivo, ocasionando desde alterações bioquímicas,

Leia mais

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel

DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO. Claudia de Lima Witzel DOENÇAS DO SISTEMA MUSCULAR ESQUELÉTICO Claudia de Lima Witzel SISTEMA MUSCULAR O tecido muscular é de origem mesodérmica (camada média, das três camadas germinativas primárias do embrião, da qual derivam

Leia mais

Nota Técnica de Caxumba

Nota Técnica de Caxumba Nota Técnica de Caxumba Isabella Ballalai Membro do comitê de Saúde Escolar da SOPERJ e presidente da SBIm Tânia Cristina de M. Barros Petraglia Presidente do comitê de Infectologia da SOPERJ e vice presidente

Leia mais

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1

MEDICINA. Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 MEDICINA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: MEDICINA Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base legal da Mantenedora

Leia mais

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas. aciclovir...0,03g. petrolato branco... q.s.p...

Zovirax. aciclovir. Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas. aciclovir...0,03g. petrolato branco... q.s.p... Zovirax aciclovir I ) Identificação do medicamento Formas farmacêuticas, vias de administração e apresentações comercializadas Zovirax Pomada Oftálmica é apresentado em embalagens contendo uma bisnaga

Leia mais

aciclovir Merck S/A Comprimidos 200 mg

aciclovir Merck S/A Comprimidos 200 mg aciclovir Merck S/A Comprimidos 200 mg aciclovir Medicamento genérico Lei nº 9.797, de 1999 200 mg APRESENTAÇÕES Aciclovir 200 mg é apresentado em embalagens com 25 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO E USO

Leia mais

TRABALHO DE GRUPO HERPES

TRABALHO DE GRUPO HERPES TRABALHO DE GRUPO HERPES Integrantes: Alan Allex André Bruno Célio Igor João Carlos HERPES Índice 1 O que é 2 Histórico da doença no Brasil 3 Agente causador 4 Ciclo biológico 5 Modos de contaminação 6

Leia mais

Traduzido por: Edson Alves de Moura Filho e-mail: edson.moura@saude.gov.br

Traduzido por: Edson Alves de Moura Filho e-mail: edson.moura@saude.gov.br A Doença Do Boletim Epidemiológico, Vol 22, nº 3, setembro de 2001 Influenza: Aspectos Epidemiológicos Básicos para o Desenvolvimento de Vacinas A influenza (a flu ) é uma dos mais notórios achaques (doença

Leia mais

TEMA: URO-VAXON no tratamento da infecção recorrente do trato urinário em paciente portador de DM SUMÁRIO 1. RESUMO EXECUTIVO... 3

TEMA: URO-VAXON no tratamento da infecção recorrente do trato urinário em paciente portador de DM SUMÁRIO 1. RESUMO EXECUTIVO... 3 NT89/2013 Solicitante: Ilmo Dr Des. Bitencourt Marcondes 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais Data: 10/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Numeração: 1.0313.13.008851-8/001

Leia mais

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE.

A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. A ATUAÇÃO DA SECRETÁRIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS: A PREDISPOSIÇÃO AO ESTRESSE. Glaucilene A. Martinez Toledo¹, Maria Luiza G. Ferreira², Valquíria A. Saraiva de Moraes³, Cidália Gomes 1 UNIVAP/FCSA Av.

Leia mais

Fernanda Valdameri Scapinello Médica Infectologista

Fernanda Valdameri Scapinello Médica Infectologista VACINA PARA HPV F d V ld i S i ll Fernanda Valdameri Scapinello Médica Infectologista HPV Doença Sexualmente Transmissível mais comum no mundo Período de 12 meses: homem sexualmente ativo adquirir um

Leia mais

A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO Autores: VIEIRA, L. T. J; RA: 404682 SILVA, V. K. A. A SÍNDROME DE BURNOUT E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM Resumo PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO A pesquisa será realizada com profissionais da educação infantil e ensino

Leia mais

Sífilis Passado e o Presente

Sífilis Passado e o Presente Passado e o Presente Passado Etiologia/Epidemiologia Infecção crónica generalizada cujo agente etiológico é o Treponema Pallidum Exclusiva dos seres humanos e não possui outros hospedeiros naturais. Utilização

Leia mais

HIV e Estigma: como estamos hoje

HIV e Estigma: como estamos hoje HIV e Estigma: como estamos hoje PROF. DR. CLAUDIO GARCIA CAPITÃO Advento da AIDS 1º Caso: Hospital Emílio Ribas, 1982 Circulação Silenciosa do Vírus em meados de 70 Isolamento do vírus: Luc montagner:

Leia mais

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias

Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Perguntas e respostas sobre imunodeficiências primárias Texto elaborado pelos Drs Pérsio Roxo Júnior e Tatiana Lawrence 1. O que é imunodeficiência? 2. Estas alterações do sistema imunológico são hereditárias?

Leia mais

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária

INDICAÇÕES BIOEASY. Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária INDICAÇÕES BIOEASY Segue em anexo algumas indicações e dicas quanto à utilização dos Kits de Diagnóstico Rápido Bioeasy Linha Veterinária 1- ANIGEN RAPID CPV AG TEST BIOEASY PARVOVIROSE Vendas de Filhotes:

Leia mais

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA

VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VIGILÂNCIA DE HIV EM SANGUE DOADO: TENDÊNCIA DE SOROPREVALÊNCIA Janete Lane Amadei 1 ; Deborah Cristiny Dantas Moreti 2 ; Diego Montanhei 2 ; Dennis Armando

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL ZOETIS. Doenças Infecciosas e Parasitárias

SIMPÓSIO INTERNACIONAL ZOETIS. Doenças Infecciosas e Parasitárias SIMPÓSIO INTERNACIONAL ZOETIS Doenças Infecciosas e Parasitárias 22 e 23 de julho de 2014 para os animais. pela saúde. por você. 1 O presente material corresponde ao conteúdo das palestras ministradas

Leia mais

Tuberculose, o que é?

Tuberculose, o que é? Tuberculose, o que é? P Á T R I A E D U C A D O R A O que é tuberculose? A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio visível apenas ao microscópio chamado bacilo de Koch. Uma doença causada

Leia mais

HERPESINE (Idoxuridina)

HERPESINE (Idoxuridina) HERPESINE (Idoxuridina) Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda Comprimido Simples + Solução Diluente 10 mg Bula do Profissional de Saúde Herpesine- versão 01 01/2011- profissional de saúde Página 1 I - IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

TEMA: 6 Mercaptopurina e 6 tioguanina para tratamento da Leucemia Linfóide Aguda (LLA)

TEMA: 6 Mercaptopurina e 6 tioguanina para tratamento da Leucemia Linfóide Aguda (LLA) NT 101/2013 Solicitante: Juiz de Direito NAPOLEÃO DA SILVA CHAVES Número do processo: 0119213-86.2013.8.13.0525 Data: 22/06/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Impetrato: Estado de Minas

Leia mais

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características

Virulogia. Vírus. Vírus. características 02/03/2015. Príons: Proteína Viróides: RNA. Características. Características Vírus Virulogia Características Vírus- latim veneno - agentes filtráveis Parasita intracelular obrigatório Extracelular: virion Intracelular: vírus Possuem alta especificidade Vírus Características Alta

Leia mais

É uma infecção viral causada pelo Vírus Humano do Herpes Foram identificados 8 tipos desse vírus: Vírus Herpes Simples- I (Herpes labial) - HSV I

É uma infecção viral causada pelo Vírus Humano do Herpes Foram identificados 8 tipos desse vírus: Vírus Herpes Simples- I (Herpes labial) - HSV I Trabalho de Biologia Herpes Turma: 211 Alunos: - Antônio Rodolpho, nº:1 - Caio Sagae, nº:3 - Felipe Diogo, nº:9 - Hudson Pabst, nº:17 - João Pedro Roma Martins, nº:20 - Pedro Henrique Mansur, nº:29 - Raí

Leia mais

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi AUTOVIOLÊNCIA Dalila Santos Daniela Soares Colombi Automutilação Conceito: Comportamento autolesivo deliberado, causando dano tissular, com a intenção de provocar lesão não fatal para obter alívio de tensão.

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA.

SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA. SÍNDROME DE BURNOUT, A SÍNDROME DA ESTAFA PROFISSIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Vanessa Parizotto Ramos¹; Dayanne Cristina Ribeiro¹; Tamires Aparecida Camarini¹; Carina Bortolato Garcia². Resumo: A

Leia mais

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani.

DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis. Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. DSTS - Doenças Sexualmente Transmissíveis Alunas : Manuella Barros / Anna Morel /Elaine Viduani. O que são DSTS? São as doenças sexualmente transmissíveis (DST), são transmitidas, principalmente, por contato

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO PRIMÁRIA DE SINTOMAS DO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR E A BUSCA POR PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS

IDENTIFICAÇÃO PRIMÁRIA DE SINTOMAS DO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR E A BUSCA POR PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS IDENTIFICAÇÃO PRIMÁRIA DE SINTOMAS DO TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR E A BUSCA POR PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS Cayla Aparecida de Sousa 1 ; Cícero Marcelo Félix Junior 1 ; Sandra Cristina Catelan- Mainardes

Leia mais

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas

Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Diagnóstico Imunológico das Infecções Congênitas Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita Vírus da Rubéola Togavirus Vírus de RNA fita simples Principal epítopo dominante:

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO Gabinete do Vereador DR. JAIRINHO DECRETA:

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO Gabinete do Vereador DR. JAIRINHO DECRETA: PROJETO DE LEI Nº 442/2005 Despacho DISPÕE SOBRE A OBRIGATORIEDADE DE REALIZAÇÃO DE EXAME SOROLÓGICO PRÉ-NATAL EM MULHERES GRÁVIDAS PARA DIAGNÓSTICO PRECOCE DE VÍRUS DA AIDS, DAS HEPATITES B E C E DOS

Leia mais

Gel de Acetato de zinco

Gel de Acetato de zinco Atualização em Farmacoterapia 1 Gel de Acetato de zinco Formulação diferenciada é opção para o tratamento tópico vaginal e retal contra infestação por Herpes simplex vírus tipo II 1. A pomada de própolis

Leia mais

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose

Sindrome respiratória felina. Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose DOENÇAS DE FELINOS Sindrome respiratória felina Rinotraquiete viral Clamidiose Calicivirose RINOTRAQUEÍTE Agente etiológico: Herpesvírus felino Conhecida como "a gripe do gato", pois os sintomas são parecidos

Leia mais

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente

TB - TUBERCULOSE. Prof. Eduardo Vicente TB - TUBERCULOSE Prof. Eduardo Vicente A História do TB A tuberculose foi chamada antigamente de "peste cinzenta", e conhecida também em português como tísica pulmonar ou "doença do peito" - é uma das

Leia mais

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH Distúrbio Bipolar, também conhecido como mania e depressão, é uma desordem do cérebro que causa mudanças não previstas no estado mental da pessoa,

Leia mais

Informação para o paciente

Informação para o paciente Informação para o paciente Introdução Viramune é um medicamento para tratar as infecções de VIH (HIV). Este folheto é apenas uma informação básica sobre o Viramune. Esta publicação oferece-lhe informações

Leia mais

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3

TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 TRATAMENTO DE ALERGIA RESPIRATÓRIA 2/3 SISTEMA IMUNE E ALERGIA Por alergia, entendem-se as repostas imunes indesejadas contra substâncias que venceram as barreiras como, os epitélios, as mucosas e as enzimas.

Leia mais

O QUE VOCÊ PRECISA SABER

O QUE VOCÊ PRECISA SABER DIAGNÓSTICO DE INFLUENZA E OUTROS VIRUS RESPIRATÓRIOS NO HIAE. O QUE VOCÊ PRECISA SABER Maio de 2013 Laboratório Clínico Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Apenas para lembrar alguns aspectos das

Leia mais

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS

PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS PATOGENIA DAS INFECÇÕES VIRAIS Profª Maria Luzia da Rosa e Silva Viroses em humanos Patogenicidade: capacidade de infectar o hospedeiro e causar doença infecção viral (1) injúria nos órgãos (2) manifestações

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório Ambulatório O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem para oferecer o primeiro atendimento aos alunos e funcionários. O primeiro atendimento

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR Atuação e conceitos da Odontologia Hospitalar e Medicina Oral A Odontologia exercida pela grande maioria dos dentistas brasileiros enfoca

Leia mais

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH

Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD Núcleo Municipal de Controle de Infecção Hospitalar - NMCIH Centro de Prevenção e Controle de Doenças CCD ALERTA EPIDEMIOLÓGICO I Influenza Suína ABRIL 2009 Definição de caso 1-Caso suspeito de infecção humana pelo vírus da influenza suína A (H1N1). Apresentar

Leia mais

Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h

Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h Informe Epidemiológico EBOLA Atualizado em 26-09-2014, às 10h Em 08 de agosto de 2014 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto pela Doença do Vírus Ebola no Oeste da África, uma Emergência

Leia mais

Nova vacina frente à cura para a AIDS

Nova vacina frente à cura para a AIDS N o 18 Setembro/2013 Centro de Farmacovigilância da UNIFAL-MG Site: www2.unifal-mg.edu.br/cefal Email: cefal@unifal-mg.edu.br Tel: (35) 3299-1273 Equipe editorial: prof. Dr. Ricardo Rascado; profa. MsC.

Leia mais

USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS NA PRODUÇÃO ANIMAL Renata Magalhães Casadei :

USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS NA PRODUÇÃO ANIMAL Renata Magalhães Casadei : USO RACIONAL DE ANTIMICROBIANOS NA PRODUÇÃO ANIMAL Renata Magalhães Casadei : Nos últimos anos, a ocorrência de bactérias resistentes aos principais compostos antibióticos tem aumentado, havendo inclusive

Leia mais

O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora?

O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora? O primeiro passo para evitar o câncer do colo do útero é se informar. Que tal começar agora? Folheto Consumidora 9x15cm.indd 1 7/21/08 6:07:48 PM A cada ano, 500.000 mulheres no mundo têm câncer do colo

Leia mais

Curso de Graduação em MEDICINA Plano Curricular Pleno 2014/1

Curso de Graduação em MEDICINA Plano Curricular Pleno 2014/1 Curso de Graduação em MEDICINA Plano Curricular Pleno 2014/1 MED-100 - Unidades de Ensino da área de conhecimento das bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 053 / 2011

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GAB Nº 053 / 2011 PARECER COREN-SP GAB Nº 053 / 2011 Assunto: Aplicação do inventário de sintomas de stress para adultos de Lipp (ISSL) pelo Enfermeiro. 1. Do fato Solicitado parecer por Enfermeiro sobre a aplicação do

Leia mais

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP

Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV. Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Herpesvírus linfotrópicos: CMV e EBV Prof. Dr. Eurico Arruda Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP Citomegalovirus Icosaédrico, 150-200 nm de diâmetro, 162 capsômeros hexagonais, envelopado, com

Leia mais

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório

Orientações gerais para as famílias. Ambulatório 2015 Orientações gerais para as famílias Ambulatório Orientações gerais para as famílias O Ambulatório do Colégio Albert Sabin dispõe de uma médica, uma enfermeira e uma auxiliar de enfermagem, para oferecer

Leia mais