Demonstrações Financeiras Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA

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1 Demonstrações Financeiras Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA 31 de dezembro de 2009 e de 2008 com Parecer dos Auditores Independentes

2 Índice Parecer dos auditores independentes Relatório da Administração Demonstrações financeiras auditadas Balanços patrimoniais Demonstração do resultado Demonstração das mutações do patrimônio líquido Demonstração dos fluxos de caixa Demonstração do valor adicionado Notas explicativas às demonstrações financeiras Proposta de Orçamento de Capital Parecer do Conselho Fiscal Declaração de Revisão das Demonstrações Financeiras e do Parecer de Auditoria Independente pelos Diretores

3 Parecer dos auditores independentes Aos Administradores e Acionistas da Companhia de Saneamento de Minas Gerais COPASA 1. Examinamos o balanço patrimonial da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e o balanço patrimonial consolidado da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e empresas controladas, levantados em 31 de dezembro de 2009, e as respectivas demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado correspondentes ao exercício findo naquela data, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras. 2. Nosso exame foi conduzido de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreendeu: a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos da Companhia e empresas controladas; b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração da Companhia e empresas controladas, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 3. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas no primeiro parágrafo representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e a posição patrimonial e financeira consolidada da Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA e empresas controladas em 31 de dezembro de 2009, os resultados de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido, os seus fluxos de caixa e os valores adicionados nas operações, referentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 4. Anteriormente, examinamos as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2008, compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações dos resultados, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixas e do valor adicionado referentes ao exercício findo naquela data, sobre as quais emitimos parecer, sem ressalvas, datado de 16 de março de 2009, com parágrafo de ênfase quanto ao assunto mencionado no parágrafo 7 a seguir. Conforme mencionado nas Notas Explicativas 02 e 05, nos termos da Deliberação CVM nº 603/09, a Companhia optou por antecipar a adoção dos novos Pronunciamentos, Interpretações e Orientações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC durante 2009, cuja aplicação era facultativa para as demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de A Companhia efetuou os ajustes relativos à adoção dos novos pronunciamentos na data de transição, estabelecida pela Administração como 1º de janeiro de Adicionalmente, conforme descrito na Nota Explicativa 02(c), em decorrência de erro identificado na avaliação do risco de perda relativa à contingência com a cobrança de ISSQN pelo município de Belo Horizonte, as demonstrações financeiras referentes ao

4 exercício findo em 31 de dezembro de 2008 foram retificadas e estão sendo reapresentadas, conforme previsto na Deliberação CVM 592 e CPC 23 Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro, refletindo o ajuste na provisão de contingências em 31 de dezembro de 2008 para fins de comparação entre os exercícios. Concordamos com os ajustes efetuados. Dessa forma, nenhuma alteração é requerida em nosso parecer sobre as referidas demonstrações financeiras refeitas. Nosso parecer sobre as referidas demonstrações financeiras retificadas está sendo emitido nesta data sem ressalvas. 6. O exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, preparadas originalmente antes dos ajustes decorrentes das mudanças de práticas contábeis descritos nas Notas Explicativa 02 e 05, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram parecer sem ressalvas, com data 18 de março de 2008, contendo parágrafo de ênfase sobre o mesmo assunto do parágrafo 7 a seguir. Em conexão com os nossos exames das demonstrações financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008, auditamos, também, os ajustes decorrentes de mudança de prática contábil descritos nessa Notas Explicativas 02 e 05. Em nossa opinião, tais ajustes são adequados e foram corretamente efetuados, considerando todos os aspectos relevantes. Fomos contratados somente para auditar os ajustes descritos nas Notas Explicativas 02 e 05 e não para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007 e, portanto, não expressamos opinião sobre as referidas demonstrações. 7. Conforme mencionado na Nota Explicativa 30, a partir de 20 de setembro de 1989, a Companhia passou a ser contribuinte, em regime especial, do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços ICMS, relativamente ao fornecimento de água tratada. De acordo com a opinião de seus assessores jurídicos, para consecução da referida cobrança seriam necessários atos normativos específicos regulamentando o assunto. Até o presente momento, não há nenhuma definição por parte do Poder Executivo Estadual quanto aos critérios de cálculo e exigência de cobrança do referido imposto; bem como, este não é parte integrante do cálculo tarifário da Companhia, o qual é promulgado pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Consequentemente, o referido imposto não vem sendo cobrado dos consumidores e também não vem sendo provisionado pela Companhia ou repassado ao Governo Estadual. Belo Horizonte (MG), 25 de março de ERNST & YOUNG Auditores Independentes S/S CRC 2SP015199/0-6-F-MG João Ricardo P. Costa Contador CRC - 1RJ /O-3-S-MG Flávio de Aquino Machado Contador CRC - 1MG /O-2

5 Relatório da Administração Mensagem da Administração O ano de 2009 caracterizou-se pela retração da economia mundial e pela sua recuperação a partir do segundo semestre. Um ano de muitas adversidades, mas que foram superadas com determinação pela COPASA, que manteve seus planos de investimento e de expansão encerrando o ano de 2009 com um crescimento de 2,8% na população atendida com serviços de abastecimento de água e de 11,0% na população atendida com serviços de esgotamento sanitário. Foram assinados 6 novos contratos de concessão para prestação do serviço de esgotamento sanitário, renovadas as concessões de 17 sedes municipais, sendo 16 com serviços de abastecimento de água e 1 com serviços de esgotamento sanitário. Foram, ainda, transferidas para a subsidiária integral COPANOR - COPASA Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais S.A., 22 concessões de água de sedes municipais e 5 de esgoto com o intuito de otimização operacional e racionalização de custos, de modo a expandir os serviços para a população da área de abrangência da subsidiária. O EBITDA registrado no ano foi de R$ 934,7 milhões com margem de 39,6%. Cabe destacar que no ano de 2009, Belo Horizonte foi considerada pela pesquisa A Falta que o Saneamento Faz realizada pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas FGV, a capital brasileira que apresentou o melhor desempenho no acesso a rede de esgotamento sanitário entre as 27 capitais brasileiras. O percentual de atendimento chega a 97,4% na cidade. Segundo os resultados apontados, apenas 2,59% da população da cidade não tem acesso a rede pública de esgotamento sanitário. Esses resultados comprovam o intenso trabalho que a Companhia vem executando nos últimos anos, para ampliar cada vez mais o número de pessoas com acesso à rede de saneamento básico. No ano de 2009 também ocorreu a mudança na Presidência da Companhia que passou a partir de 24/09/2009, a ser dirigida pelo empregado de carreira Ricardo Augusto Simões Campos, que ocupava a Diretoria Financeira e de Relações com Investidores.

6 1. Conjuntura Econômica O ano de 2009 começou ainda sob os efeitos da crise financeira que assolou a economia mundial em Mas a partir do segundo semestre, decorrente das incisivas intervenções adotadas por governos de todo o mundo, os temores de prosseguimento da crise foram se dissipando, e as economias dos países desenvolvidos, epicentro do problema, começaram a dar sinais de recuperação. A retomada do crescimento no Brasil, após a expressiva queda na produção industrial no início de 2009, começou a ser percebida a partir do segundo semestre e espera-se a consolidação dessa trajetória de crescimento durante o ano de A economia do Estado de Minas Gerais, onde a COPASA concentra a sua atuação, sofreu no início do ano uma forte influência da retração nas exportações, mas ao longo do período reverteu o pessimismo e mostrou sinais consistentes de recuperação, semelhante à economia nacional. A previsão para 2010 é a de que a economia, tanto mineira como do resto do país, consequência da ação eficiente dos governos mineiro e federal na adoção de medidas tributárias e de fomento a investimentos, volte a crescer fortemente em patamar acima de 5%. Em 2009, a COPASA não sentiu de forma significativa os efeitos da crise financeira mundial por abrigar projetos de longo prazo e amparados por financiamentos de fontes oficiais e de bancos de fomento. Além disso, por ter uma forte concentração de clientes na categoria residencial, os quais utilizam os serviços nas suas necessidades domésticas, e que representavam, em 31 de dezembro de 2009, 69% do faturamento, não houve um impacto significativo do comportamento da economia no perfil de consumo dos serviços. O reajuste tarifário anunciado pela COPASA em janeiro de 2009 e que seria aplicado a partir de março de 2009 foi suspenso por decisão judicial sob a alegação de que seria necessária a instituição de Órgão Regulador como disposto na Lei Federal /2007 para validar tal reajuste. Em 3 de agosto de 2009, com a promulgação da Lei Estadual , foi criada a Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário - ARSAE- MG, com a função de fiscalizar e orientar a prestação de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, bem como editar normas técnicas, econômicas e sociais no estado de Minas Gerais, incluindo-se as concessões da COPASA. No dia 28 de janeiro de 2010, a ARSAE-MG anunciou o índice de 3,96% para o reajuste das tarifas da Companhia e da subsidiária integral COPANOR. As novas tarifas entraram em vigor no dia 1º de março e com vigência até 28 de fevereiro de Segundo divulgado pela Agência, deverá ser iniciado imediatamente a definição e a realização de processo de audiência pública destinada a aprovar uma metodologia para as futuras revisões e reajustes tarifários, contemplando a forma de cálculo da tarifa dos

7 serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, dos custos de capitais próprios e de terceiros e remuneração dos investimentos. A criação das Agências Reguladoras é um novo momento para o setor de saneamento brasileiro e para a vida da Companhia que deverá ser conduzido pelo planejamento criterioso de suas ações e atividades, estando em curso a revisão do planejamento estratégico quando então serão definidos, sob esse novo cenário, os objetivos estratégicos e as novas metas a serem perseguidas nos próximos 5 anos. 2. Expansão do Negócio 2.1 Concessões dos Serviços de Água e Esgoto Cumprindo a sua missão institucional de ser um agente do desenvolvimento econômico e social do Estado de Minas Gerais, a COPASA não só ampliou e assegurou o atendimento nas áreas onde já atuava, como também expandiu seu mercado, assinando novas concessões para esgotamento sanitário nos seguintes municípios: Arceburgo, Buritis, Carmo do Paranaíba, Divino, Estrela do Sul e Santos Dumont. Todos os novos contratos foram firmados de acordo com a Lei Federal nº Também foram renovadas concessões em sedes municipais, sendo 16 serviços de abastecimento de água e 1 de esgotamento sanitário, este na cidade de Bom Despacho. As concessões renovadas de água são: Arceburgo, Bom Despacho, Caiana, Estrela do Sul, Liberdade, Santa Cruz do Escalvado, Santos Dumont, São José do Alegre, São Pedro da União, Amparo do Serra, Buritis, Carmo do Paranaíba, Faria Lemos, Sericita, Divino e Perdizes. Em 2009, foram transferidas para a COPANOR, a operação de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário de pequenas localidades nas regiões Norte e Nordeste de Minas Gerais, 22 concessões de água de sedes municipais: Angelândia, Aricanduva, Bandeira, Berilo, Caraí, Chapada do Norte, Comercinho, Francisco Badaró, Frei Gaspar, Fronteira dos Vales, Jenipapo de Minas, Ladainha, Leme do Prado, Monte Formoso, Pavão, Rubelita, Santa Cruz de Salinas, Santa Maria do Salto, Setubinha, São Gonçalo do Rio Preto, Umburatiba, e Veredinha. Quanto às concessões de esgotamento sanitário, foram 5 sedes municipais: Berilo, Chapada do Norte, Comercinho, Leme do Prado e Rubelita. Além dessas concessões transferidas pela controladora, a COPANOR assumiu a concessão da sede municipal de Fruta de Leite junto à Prefeitura Municipal. A COPANOR deverá implementar soluções adequadas ao porte e características da região possibilitando assim a ampliação dos serviços prestados e uma maior eficiência na gestão de custos, o que viabilizará a cobrança de uma tarifa reduzida para a região. Em virtude destas alterações, a controladora chegou ao final de 2009 como concessionária para prestação de serviços de água em 589 municípios do Estado e de esgotamento sanitário em 193. Já de forma consolidada, são 612 municípios com concessões para prestação dos serviços de abastecimento de água e 199 concessões com os serviços de esgoto, incluindo a sede municipal de Fruta de Leite.

8 2.2 Investimentos Os investimentos realizados pela controladora em 2009 totalizaram R$ 1.032,3 milhões. Desse total, R$ 516,1 milhões foram investidos em sistemas de abastecimento de água, R$ 495,0 milhões foram destinados aos sistemas de coleta e tratamento de esgotos e os R$ 21,2 milhões restantes foram investidos em programas de desenvolvimento empresarial (bens de uso geral, informática). INVESTIMENTOS 2009 R$ 1.032,3 milhões ESGOTO R$ 495,0 milhões 48,0% OUTROS R$ 21,2 milhões 2,0% ÁGUA R$ 516,1 milhões 50,0% Com relação aos investimentos nos sistemas de abastecimento de água destacam-se as obras da Adutora de Integração, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), interligando o sistema de abastecimento de água do aeroporto de Confins e das cidades de Lagoa Santa, São José da Lapa e Vespasiano ao sistema integrado da bacia do Rio Paraopeba; as obras da Linha Azul, que interligará os sistemas produtores Rio das Velhas e do Paraopeba; e as obras destinadas à ampliação e melhoria do Sistema Produtor do Rio das Velhas. Além desses investimentos, vários outros foram destinados à expansão da capacidade de atendimento dos sistemas de abastecimento de água de diversas cidades do interior, tais como: Araxá, Jaíba, Montezuma, Patos de Minas, Ribeirão das Neves, Téofilo Otoni e Vespasiano. Os investimentos nos Sistemas de Esgotamento Sanitário se referem, principalmente, aos destinados à despoluição da Bacia do Rio das Velhas, dentro da Meta 2010, à implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário de Barbacena e à ampliação dos sistemas de Betim e Curvelo, à construção das Estações de Tratamento de Esgotos - ETE Central em Betim e em Montes Claros, à ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário em Ribeirão das Neves, ao tratamento secundário da Estação de Tratamento de Esgotos do Ribeirão do Onça - ETE Onça e à recuperação de calha do interceptor do Ribeirão Arrudas. A projeção dos investimentos da Controladora para 2010 está apresentada no quadro abaixo:

9 (R$ milhões) 2010 Sistemas de Abastecimento de Água 502,2 Sistemas de Esgotamento Sanitário 412,5 Outros 35,3 Total 950,0 2.3 Principais Programas e Ações Implementados em 2009 A COPASA desenvolveu e implantou diversos programas e ações durante o ano de 2009, merecendo destaque os que se seguem: Investimento de cerca de R$ 81 milhões nas obras da Adutora de Integração, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Com aproximadamente 50 quilômetros de redes adutoras, o empreendimento está com mais de 80% das obras realizadas. Além de ser responsável pelo abastecimento da Cidade Administrativa do Governo do Estado, a Adutora de Integração aumentará a oferta de água para o Vetor Norte da RMBH, interligando o sistema de abastecimento de água do aeroporto de Confins e das cidades de Lagoa Santa, São José da Lapa e Vespasiano ao sistema integrado da bacia do Rio Paraopeba, beneficiando aproximadamente 130 mil pessoas. Implantação do tratamento secundário da ETE Onça. Nesta segunda etapa, a COPASA investiu cerca de R$ 75 milhões, que somados aos investimentos da primeira etapa envolvem recursos da ordem de R$ 180 milhões. As obras contribuirão para a revitalização do Rio das Velhas no trecho que passa pela RMBH e fazem parte do Projeto Estruturador da Meta 2010 do Governo de Minas Gerais. As obras da Linha Azul, empreendimento de R$ 160 milhões, interligarão os sistemas produtores Rio das Velhas e do Paraopeba com o objetivo de garantir o abastecimento de água à população da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As obras estão avançadas e sua conclusão está prevista para o final de O Sistema Produtor do Rio das Velhas, localizado no município de Nova Lima, está recebendo R$ 230 milhões para revitalização e aquisição de equipamentos até Atualmente, abastece cerca de 2,2 milhões de habitantes na RMBH. A finalização das obras da Estação de Tratamento de Esgotos - ETE de Montes Claros representa um grande ganho ambiental para a região, contribuindo também para a melhoria de vida da população. Com a sua entrada em funcionamento, em março de 2010, será garantida a despoluição do Rio Vieiras e, em conseqüência, do Rio Verde Grande, um dos principais afluentes do Rio São Francisco. Investimentos realizados de aproximadamente R$ 120 milhões.

10 Continuidade dos investimentos no âmbito do Programa Caça-Esgoto que elimina os lançamentos indevidos nos cursos d água da RMBH, encaminhando os esgotos para as estações de tratamento. Além disso, a COPASA participa, na forma de convênios com as Prefeituras, da urbanização de fundos de vales e despoluição de cursos d água, que juntos com a implantação de novas estações de tratamento de esgotos, contribuem para resgatar a qualidade das águas de Minas. Investimentos realizados de aproximadamente R$ 60 milhões. Continuidade das ações de cooperação com o Governo do Estado no atendimento a pequenas localidades carentes de infra-estrutura sanitária, sob cobertura de convênio pelo qual a empresa é ressarcida dos gastos efetuados. Essas ações estão contidas no programa estruturador do Governo de Minas denominado Saneamento Básico: mais saúde para todos. A COPASA, seguindo a linha da sustentabilidade, está investindo no projeto de implantação da Pequena Central Termoelétrica Arrudas PCT Arrudas, que irá aproveitar o biogás produzido durante a etapa de tratamento dos efluentes para gerar energia elétrica. No desenvolvimento do projeto da PCT Arrudas, está sendo considerada a redução de emissão dos gases causadores do efeito estufa e, portanto, a geração de créditos de carbono. O projeto de carbono da PCT Arrudas está sendo desenvolvido segundo os requisitos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto, ferramenta que normatiza o desenvolvimento, registro e monitoramento de projetos de redução de emissões em países em desenvolvimento. O Laboratório Central da COPASA recebeu, mais uma vez, o reconhecimento da certificadora inglesa British Standards Institution (BSI). Por meio de auditoria externa, a BSI ratificou o Certificado ISO 9001:2000 que a unidade vem mantendo desde março de Com a edição da nova Norma BS EM ISO 9001: 2008, em substituição à anterior, a auditoria realizada não só recomendou a manutenção da certificação atual do seu Sistema de Gestão, como também recertificou o Laboratório sob a égide da nova norma. O Laboratório Distrital da COPASA, localizado na cidade de Januária, na região Norte do Estado, ganhou novas instalações. Até então responsável pelas análises bacteriológicas e físico-químicas da água de 33 sistemas no âmbito do Distrito do Médio São Francisco, o novo laboratório, a partir de agora, irá atender, também, mais 19 cidades na região. Com uma área de 115 metros quadrados, o laboratório de Januária irá dobrar o número de análises realizadas, passando a fazer, em média, análises mensais, tais como, coliformes totais e fecais, cor, PH, turbidez, flúor, dentre outras. A COPASA foi reconhecida pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) como Posto de Ensaio autorizado para verificação de hidrômetros após reparos. Com a certificação, o órgão autoriza a Companhia a

11 executar ensaios metrológicos em hidrômetros, atestando sua eficiência e dando maior credibilidade aos aparelhos recuperados. A partir de agora, os medidores passam a ter selo com as marcas do Inmetro e da COPASA. 2.4 Cooperação Técnica A COPASA desenvolve diversas atividades de cooperação técnica com municípios, companhias de saneamento e, eventualmente, com o setor privado, no Brasil e no exterior. Tais atividades, na modalidade de assistência técnica ou de consultoria, englobam análises de água, envasamento de cilindros de cloro, manutenção de hidrômetros, perfuração montagem e manutenção de poços artesianos, projetos e obras de sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, assistência comunitária, educação sanitária e ambiental, fornecimento de água por meio de caminhão-pipa, instalação de estações metereológicas automáticas, publicações técnicas, entre outras. Entre os trabalhos em andamento em 2009, destacam-se: EPAL Empresa Pública de Águas (Luanda - Angola) Com o convênio em vigor desde dezembro de 2006 até novembro de 2009, as atividades de cooperação nas modalidades de assistência técnica e transferência de tecnologia em abastecimento público de água na cidade de Luanda foram focadas, durante o ano de 2009, na preparação de unidades de tratamento de água daquela companhia para certificação ISO. Essa atividade contempla mudanças de paradigma e comprometimento das equipes envolvidas no processo, com avanços consideráveis, mostrando um amadurecimento técnico e funcional de toda a equipe. SANECAP - Cuiabá (MS) Em vigor desde o dia 05 de outubro de 2007, o Convênio de Cooperação Técnica com a Prefeitura de Cuiabá promoveu avanços consideráveis em A COPASA esteve presente junto à SANECAP em ações de consultoria na área de recursos humanos, informática, financeira e comercial, além de fornecer soluções no intuito de aperfeiçoar a qualidade dos serviços prestados. O termo de cooperação tem por finalidade auxiliar o Programa de Reestruturação Empresarial da Companhia de Saneamento da Capital buscando racionalizar, modernizar e aperfeiçoar os processos operacionais, comerciais e gerenciais da SANECAP, visando o incremento da receita operacional. Por meio da capacitação dos empregados e otimização dos processos a SANECAP já está mensurando os resultados. 2.5 Subsidiárias COPASA - Águas Minerais de Minas S/A Durante o ano de 2008 foram iniciadas as atividades da COPASA Águas Minerais de Minas - subsidiária integral, sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, com a operação da planta da cidade de Caxambu e comercialização da água mineral de mesmo nome.

12 Após a reestruturação da planta de Caxambu em agosto de 2008, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA concedeu a licença para o envase e comercialização do produto, que é apresentado nas versões água mineral gasosa e água mineral natural, ambas em garrafas exclusivas de 330 e 510 ml. Durante o ano de 2009 foi empreendido um esforço contínuo para que as plantas de Cambuquira, Lambari e Araxá estivessem prontas para operação em Nas quatro cidades produtoras, o parque tecnológico das fábricas está sendo completamente reformulado, ganhando novas instalações e equipamentos. No entanto, ainda encontra-se pendente a obtenção do licenciamento junto à ANVISA. A COPASA Águas Minerais de Minas encerrou o exercício de 2009 com 42 colaboradores. COPANOR COPASA Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais S.A. A COPANOR, subsidiária da COPASA foi criada em 26 de junho de 2007 sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, com sede na cidade de Teófilo Otoni, para prestar serviços em todas as localidades com população entre 200 e 5000 habitantes nas regiões Norte e Nordeste do Estado. A COPANOR está operando 52 sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, dentre eles, os sistemas de abastecimento de água da sede dos municípios de Santa Maria do Salto, Berilo, Ladainha, Chapada do Norte, Angelândia, Aricanduva, Frei Gaspar, Setubinha, Umburatiba e Santa Cruz de Salinas e os povoados de Berilo/Lelivéldia e Umburatiba/São Pedro do Pampã, transferidos da administração da COPASA para a COPANOR. A população atendida atualmente pela referida subsidiária é de cerca de 115,2 mil pessoas. Além dos sistemas já em operação, os Contratos de Programa já foram assinados com outros 31 municípios. Em 86 municípios as leis municipais que autorizam a transferência dos serviços para a COPANOR já foram sancionadas. Em 2010 serão repassados os demais 22 sistemas previstos da COPASA para a COPANOR. Em 2009 foram investidos R$ 90,5 milhões na construção de 40 novos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário e há a previsão de investimentos de R$ 80 milhões em Todos os investimentos têm como fonte de recursos o Governo do Estado de Minas Gerais, repassados por meio do Convênio 025/2007, firmado com a Secretaria de Estado da Saúde. Imediatamente após a conclusão das obras, a COPANOR iniciará a operação dos sistemas, aumentando assim, a sua base de clientes. A COPANOR encerrou o exercício de 2009 com 98 empregados. COPASA Serviços de Irrigação S/A Em 27 de agosto de 2007, foi criada a COPASA Serviços de Irrigação S/A, uma subsidiária integral sob a forma de sociedade por ações de capital fechado, para a operação e

13 gerenciamento do sistema de irrigação de uso comum da Etapa II do Projeto Jaíba. A área total ocupada pelo projeto é de 34,8 mil hectares, dos quais 11,3 mil correspondem à área de reserva ambiental e 19,3 mil efetivamente destinados à irrigação. O Jaíba é um projeto de perímetro de irrigação conjunto, promovido pelo Governo Federal e Governo do Estado de Minas Gerais, concebido para ser um catalisador do desenvolvimento econômico e social da região norte de Minas Gerais. Em março de 2008, a subsidiária integral COPASA Serviços de Irrigação S/A iniciou a operação do sistema de irrigação do Projeto Jaíba II, a partir da formalização de um Convênio de Cooperação Técnica e Financeira com o Estado de Minas Gerais, por intermédio de sua Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão - SEPLAG, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento - SEAPA, da Fundação Rural Mineira - RURALMINAS. De acordo com esse convênio serão realizados, com aporte do Governo do Estado, investimentos da ordem de R$ 7,5 milhões destinados à adequação da infraestrutura operacional, bem como aquisição de máquinas e equipamentos. A COPASA Serviços de Irrigação S/A encontrou a Etapa II do Projeto Jaíba com uma baixa ocupação. Somente 33% da área destinada à irrigação tinha iniciado as atividades. Já no fim de 2008, com apenas 10 meses de atuação, a área irrigada saltou para 37% do total, e no fim do ano de 2009 atingiu cerca de 50%, gerando um faturamento da ordem de R$ 4,8 milhões. O eminente crescimento é proveniente da segurança que a prestação de serviços da COPASA Serviços de Irrigação S/A gerou nos investidores da agricultura irrigada, e demonstra que a Etapa II do Projeto Jaíba deixa de ser um perímetro irrigado em fase de implantação e caminha para sua maturidade. A expectativa é que no final de 2010 cerca de 11,5 mil hectares (60% da área) estejam ocupados por produção agrícola e gerando um faturamento de aproximadamente R$ 6,3 milhões. A COPASA Serviços de Irrigação S/A encerrou o exercício de 2009 com 32 empregados. 3. Desempenho Operacional 3.1 Dados de Atendimento Em 2009, o mercado consumidor da Companhia, considerando-se a Controladora e a COPANOR, cresceu de forma significativa refletindo os investimentos efetuados em expansão do mercado. Em relação ao abastecimento de água, a população atendida aumentou em 354 mil pessoas, um incremento de 2,8% no ano, atingindo 12,8 milhões de habitantes conectados à rede distribuidora. Esse crescimento decorre do fato de terem sido iniciadas as operações de sistemas de abastecimento de água em novas localidades e do aumento da cobertura e do crescimento vegetativo nas localidades já operadas. O número de municípios atendidos com prestação de serviços de água passou de 600, em 2008, para 603 este ano, representando um índice de atendimento de 63,4% em relação à população total do Estado. Este desempenho resulta do crescimento da Controladora e COPANOR no número de ligações que atingiu 3,38 milhões de ligações faturadas de água, com acréscimo de 107 mil ligações no ano, sendo 102,6 mil pela ampliação nos sistemas existentes e 4,4 mil ligações referentes ao início de faturamento de sistemas de água em novas localidades. A rede de

14 distribuição de água foi ampliada em 2,2% (902 km), perfazendo um total de km. Esses crescimentos, bem como os referentes à ampliação dos serviços de esgoto, são acompanhados de impactos em nossos custos operacionais, conforme registrado no item 4.1 Custos Operacionais. As tabelas a seguir destacam os principais dados de atendimento com abastecimento de água da Controladora e Consolidado (Controladora e COPANOR): COPASA Controladora Atendimento com Abastecimento de Água Itens Unidades Municípios com concessão (1) número Municípios com operação (1) número População atendida mil habitantes Atendimento à população do Estado (2) % 63,7 62,9 Ligações faturadas mil unidades Extensão de rede km Volume de água faturado m³/ano Volume água produzido m³/ano (1) Decréscimo em função de transferência de municípios para a subsidiária COPANOR em (2) População atendida em relação à população total (urbana + rural) do estado. COPASA Consolidado (1) Atendimento com Abastecimento de Água Itens Unidades Municípios com concessão número Municípios com operação número População atendida mil habitantes Atendimento à população do Estado (2) % 63,7 63,4 Ligações faturadas mil unidades Extensão de rede km Volume de água faturado m³/ano (1) - Dados consolidados (inclui as localidades operadas pela subsidiária COPANOR), a partir de (2) População atendida em relação à população total (urbana + rural) do estado. Quanto aos sistemas de esgotamento sanitário, considerando-se a Controladora e COPANOR, a expansão foi bem maior, resultado do esforço empreendido para ampliar a prestação desses serviços em nossa área de atuação. O número de municípios operados aumentou 6,38%, passando de 141 municípios em 2008 para 150 municípios em 2009, atendendo uma população total de 7,5 milhões de habitantes conectados à rede coletora, com incremento de 11,0% ou 748 mil pessoas no ano. O índice de atendimento em relação à população total do Estado aumentou de 34,9% para 37,5% em dezembro de 2009.

15 Esse atendimento é realizado por meio de 1,89 milhão de ligações faturadas de esgoto, representando um aumento de 218 mil ligações (13,1%) em relação ao ano de Dessas, 66,6 mil ligações referem-se ao início de faturamento de novas localidades. A rede coletora expandiu em 602 km, totalizando km. As tabelas a seguir mostram os principais dados relativos aos serviços de esgotamento sanitário da Controladora e Consolidado (Controladora e COPANOR): COPASA Controladora Atendimento com Esgotamento Sanitário Itens Unidades Municípios com concessão número Municípios com operação número População atendida mil habitantes Atendimento à população do Estado (1) % 34,9 36,94 Ligações faturadas mil unidades Extensão de rede km Volume de esgoto faturado m³/ano Volume de esgoto tratado m³/ano (1) - População atendida em relação à população total (urbana + rural) do estado. COPASA Consolidado (1) Atendimento com Esgotamento Sanitário Itens Unidades Municípios com concessão número Municípios com operação número População atendida mil habitantes Atendimento à população do Estado (2) % 34,9 37,5 Ligações faturadas mil unidades Extensão de rede km (1) - Dados consolidados (inclui as localidades operadas pela subsidiária COPANOR, a partir de 2009) (2) - População atendida em relação à população total (urbana + rural) do estado. Os investimentos em obras e melhorias dos serviços de esgotamento sanitário refletem nos resultados conquistados pela Companhia, destacando-se o aumento verificado no volume de esgoto tratado, que atingiu 127,5 milhões de m³, com elevação de 12,8% em relação ao ano de 2008, devido ao início de operação de 10 Estações de Tratamento de Esgotos - ETEs em diversas cidades de Minas, como Conselheiro Lafaiete, Porteirinha e Vazante.

16 Esse crescimento deve-se também à ampliação dos volumes tratados pela ETE Arrudas e pela ETE Onça, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, principalmente devido à conclusão dos interceptores dos córregos Serra e Isidoro e, também, dos investimentos realizados no âmbito do Programa Caça-Esgoto, que elimina os lançamentos indevidos nos cursos d água da RMBH, encaminhando os esgotos para as estações de tratamento. A Companhia encerrou o ano com 96 ETEs em operação e mais 59 em construção, com previsão de término em 2010 e Além disso, outras 5 estão em fase de licitação, 25 estão com projetos concluídos e outras 23 estão com projetos em elaboração. 3.2 Indicadores de Desempenho Operacional e Comercial A expansão da empresa no último ano elevou o volume faturado da Controladora em 38,9 milhões de m³, sendo 8,2 milhões de m³ de água e 30,6 milhões de m³ de esgoto. Contribuíram para este resultado a ampliação do atendimento com serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário nas localidades já operadas e, também, o início de faturamento em novas localidades. Em relação aos indicadores de desempenho, a relação empregados/1.000 ligações (água + esgoto) apresentou melhoria de 3,5%, passando de 2,27 empregados/1000 ligações em 2008 para 2,19 em Os quadros a seguir demonstram a evolução no ano de alguns indicadores operacionais e comerciais: COPASA - Controladora Indicadores de Desempenho Operacional/Comercial Indicador Unidades Empregados nº Empregados/ligações (A+E) emp/1.000 ligações 2,27 2,19 3-Volume faturado Água m³/ano Esgoto m³/ano Total m³/ano Volume de água produzido m³/ano Índice de hidrometração % 99,64 99,89 6-Índice de perdas de faturamento (média anual) % 30,9 30,5 7-Água Não Convertida em Receita - ANCR (média anual) l/ligação/dia 246,6 243,4

17 COPASA - Consolidado (1) Indicadores de Desempenho Operacional/Comercial Indicador Unidades Empregados nº Empregados/ligações (A+E) emp/1.000 ligações 2,27 2,19 3-Volume faturado água m³/ano (1) - Dados consolidados (inclui as localidades operadas pela subsidiária COPANOR a partir de 2009) Um importante resultado alcançado pela empresa foi o percentual de ligações hidrometradas da Controladora, que passou de 99,64% em 2008 para 99,89% de clientes em 2009 com hidrômetros nas ligações de água para a medição de consumo. Este índice é um dos melhores entre as companhias de saneamento, significando que, de um total de 3,36 milhões de ligações faturadas de água, apenas 3,6 mil não possuem hidrômetros instalados. Reforça o destaque dado a esse avanço da empresa a qualidade da medição, tanto micro quanto macro, decorrente de uma política iniciada em 2003 de redução da idade média do parque de medidores que hoje se encontra abaixo dos 5 anos. Outro destaque foi o desempenho do indicador Água Não Convertida em Receita ANCR, ou seja, a diferença entre o volume distribuído e o volume efetivamente consumido dividida pela quantidade média de ligações no período, que atingiu 243,4 l/lig./dia em 2009, representando uma melhoria de 1,3% em relação ao ano anterior, que foi de 246,6 l/lig./dia. O indicador inclui as perdas reais de água, as perdas aparentes, bem como os volumes de serviços, sendo um dos menores dentre as empresas de saneamento do Brasil. ANCR (l/lig./dia) , ,4 Este desempenho decorre do Programa de Redução de Perdas de Água - PRPA, que a empresa vem desenvolvendo e implantando a partir de 2003 tendo como base conceitos do Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água - PNCDA e da International Water Association IWA. Por meio do PRPA buscamos implantar um modelo de gestão integrada de combate às perdas, acompanhar a evolução dos indicadores de perdas de água e implementar ações para eliminar as causas mais freqüentes destas perdas. A empresa ainda tem a vantagem de apresentar índices muito elevados de micro e macromedição, que são indispensáveis para dar precisão e confiabilidade ao índice de perdas de água no processo de distribuição. Este resultado comprova o aumento da eficiência operacional da empresa e permitiu à Companhia abastecer de forma satisfatória mais 354 mil pessoas em 2009 com um nível de produção de água tratada acrescido em apenas 0,8% ou 6,8 milhões de metros cúbicos em relação ao volume produzido em Quanto ao índice de perda de faturamento, também apresentou melhora em 2009, ficando em 30,5% em 2009, uma redução de 1,3% em relação ao resultado obtido em 2008, que foi de 30,9%.

18 Outro resultado positivo que merece registro é o índice de inadimplência total, que apresentou redução neste exercício, atingindo 1,54% em dezembro de Este indicador, que corresponde à divisão do saldo de contas a receber pelo valor total faturado, considerando dados acumulados desde janeiro de 1998, é um dos menores índices de inadimplência do setor. Inadimplência total ,59% ,54% A redução do índice de inadimplência está associada à intensificação de ações para execução de todos os serviços de cobrança de débito, tais como aviso de débito, suspensão, tamponamento e também de negociações de débitos com grandes clientes durante o exercício de Controle de Qualidade da Água Em 2009, a COPASA reformou, na cidade de Montes Claros, o laboratório regional que irá atender 115 sistemas na região do Norte de Minas Gerais. Foram investidos nesse empreendimento mais de R$ 1,3 milhão em obras e equipamentos de última geração. Esta unidade terá capacidade de realizar cerca de vinte mil análises bacteriológicas, físicoquímicas e hidrobiológicas mensais. Outros laboratórios estão sendo construídos ou reformados, destacando-se o laboratório Regional de Ipatinga, com previsão de inauguração em A rede laboratorial da COPASA subdivide-se em Laboratórios Central, Regionais, Distritais, totalizando 29 laboratórios, e centenas de Laboratórios Locais, os quais estão distribuídos por todo o Estado e cobrindo todas as localidades operadas pela empresa. Esses laboratórios foram incrementados tanto física como tecnicamente, sendo aplicados investimentos da ordem de 16,3 milhões de reais. São laboratórios modernos e dotados de equipamentos de última geração que estão em pleno funcionamento, realizando mais de um milhão de análises mensais. A Portaria nº. 518, de 25 de março de 2004, editada pelo Ministério da Saúde que regula a qualidade da água a ser distribuída à população, estabelece, os padrões de potabilidade da água para consumo humano no Brasil, que equivalem aos padrões internacionais adotados em países desenvolvidos. A COPASA busca sempre atender à regulamentação em vigor e, para tanto, possui um rigoroso sistema de controle de qualidade que realiza análises antes, durante e depois do processo de tratamento da água, assim como em milhares de pontos, tecnicamente selecionados, em toda a malha das redes de distribuição por onde corre a água a ser entregue à população. O rigor no monitoramento e controle de qualidade em todas as etapas da captação, tratamento e distribuição de água foi atestado pela British Standards Institution BSI, que recertificou em 2009, na nova versão, a norma ISO 9001:2008 do Sistema de Gestão da Qualidade do Laboratório Central, em Belo Horizonte, que é responsável pela gestão de toda a rede laboratorial da COPASA.

19 Desde março de 2006, nossos clientes estão recebendo informações sobre a qualidade da água que estão consumindo. Nas contas de água são informados os principais parâmetros estabelecidos pela Portaria 518, do Ministério da Saúde: cloro, cor, flúor, coliformes totais, turbidez, ph e Escherichia coli. Além disso, em nosso site divulgamos informações sobre parâmetros básicos de controle de qualidade da água de cada uma das localidades onde operamos o serviço público de abastecimento de água. No Relatório de Qualidade de Água, de periodicidade anual e que é entregue junto com as contas, eles recebem mais informações sobre qualidade da água, situações sobre proteção dos mananciais, descrição dos tipos de tratamento empregados com as devidas explicações e informações gerais sobre a localidade. 4. Desempenho Financeiro das Demonstrações Consolidadas A receita operacional líquida de água e esgoto, não se levando em consideração as receitas de construção, por conta da convergência para as normas da Internacional Financial Reporting Standards IFRS pela Companhia, atingiu R$ 2.202,2 milhões, o que representa um crescimento de 6,9% sobre os R$ 2.060,2 milhões registrados em Essa elevação ocorreu pelo incremento de 354 mil clientes com o serviço de abastecimento de água e de 748 mil clientes com serviço de esgotamento sanitário, resultado do esforço da Companhia em aumentar a cobertura dos serviços no estado; pela receita de R$ 0,3 milhão (R$ 0,4 milhão em 2008) da subsidiária Águas Minerais de Minas, da receita de R$ 2,9 milhões (R$ 0,6 milhão em 2008) da COPANOR e de R$ 4,5 milhões (R$ 3,9 milhões em 2008) registrados pela COPASA Serviços de Irrigação. A não aplicação de reajustamento tarifário em 2009 afetou as receitas de água e esgoto, e com isso, esses valores ficaram abaixo das expectativas da Companhia. Abaixo quadro comparativo da receita operacional líquida em 2009 e 2008: RECEITAS CONSOLIDADAS (R$ MIL) Receita Líquida Água Receita Líquida Esgoto Receita de Produtos Acabados Total Custos Operacionais Os custos operacionais, que compreendem os custos dos serviços prestados, as despesas administrativas, as despesas comerciais, excluindo-se as despesas de construção, por conta da convergência ao IFRS pela Companhia, totalizaram R$ 1.549,5 milhões no exercício de 2009, uma elevação de 5,8% em relação aos R$ 1.464,7 milhões registrados no exercício de Essa elevação nos custos foi impactada pelo reajuste dos principais itens utilizados nas atividades operacionais, como pessoal, energia elétrica, materiais, entre outros e pelo

20 aumento na quantidade utilizada desses itens, devido à ampliação dos serviços da Companhia. É de ressaltar que, enquanto o aumento nos custos operacionais foi de 5,8%, a inflação medida pelo IPCA Índice de Preço ao Consumidor Amplo foi de 4,3% e o crescimento do número de ligações de água e esgoto foi de 5,9 %. A tabela a seguir mostra de forma detalhada os itens que compõem os custos da Companhia em 2009 e 2008: R$ (mil) Custos e Despesas Operacionais totais Pessoal Depreciações e amortizações Energia elétrica Serviços de terceiros Material Custos operacionais diversos Repasse tarifário aos municípios Créditos tributários (47.097) (41.953) Provisão para Devedores Duvidosos Os itens que mais contribuíram para a elevação dos custos da COPASA no ano de 2009, em comparação com 2008, foram: custos com pessoal que apresentaram elevação de 12,5%, devido ao reajuste salarial concedido em maio de 2009 de 6,88%, que teve como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC e ao acréscimo do número de empregados. Além disso, o reajuste de 20,84% no Plano de Previdência Complementar, ocorrido em novembro de 2008, também contribuiu para a elevação nesse item. custos com materiais que se elevaram 12,1% em função do aumento dos preços e do aumento do consumo de produtos químicos, tendo em vista a entrada em operação de novas estações de tratamento de água. Receita e Despesas de Construção Tendo em vista a convergência ao IFRS pela Companhia, e de acordo com o pronunciamento de nº 17 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC (ver notas explicativas), a Companhia registrou receita de construção no valor de R$ 1.068,4 milhões, tendo como contrapartida custos de construção no valor de R$ 1.041,5 milhões, perfazendo assim uma receita de construção líquida de R$ 26,9 milhões. Como essas receitas e despesas não têm efeito caixa, a Companhia não está considerando tais valores no cálculo do EBITDA, pois a Companhia entende que tal valor representa apenas um ganho

21 econômico. Abaixo quadro comparativo da receita de construção nos dois últimos exercícios: Receita de Construção (R$ mil) (+) Receita de Construção (- ) Despesas de Construção ( ) ( ) (=) Receita de Construção Líquida Outras Receitas (Despesas) Operacionais A adesão ao Processo de Parcelamento de Débito Fiscal instituído pela Medida Provisória MP 470/09, relativo à contingência total do crédito-prêmio de IPI existente na COPASA, efetivado pela Companhia em 27 de novembro de 2009, representou o principal item que impactou esse grupo. A Companhia havia provisionado, em exercícios anteriores, R$ 70,3 milhões para essa finalidade. Com a adesão ao parcelamento do débito, a totalidade dos créditos foi atualizada e os valores contabilizados perfizeram R$ 157,2 milhões. Porém, dados os benefícios da adesão ao Programa de Recuperação Fiscal REFIS, tal valor reduziu-se para R$ 65,4 milhões, que representa o valor efetivamente a ser pago pela Companhia. Como já havia sido provisionado o montante de R$ 70,3 milhões, houve necessidade de realizar um provisionamento adicional de R$ 86,9 milhões, e em seguida, houve um estorno de R$ 91,8 milhões. Assim, com a adesão, houve um impacto líquido positivo no resultado de R$ 5,0 milhões, que representa a diferença entre o total provisionado e o valor efetivamente parcelado. Além disso, apresentamos um ganho líquido na receita de R$ 6,0 milhões na alienação dos sistemas transferidos para a subsidiária COPANOR até 31 de dezembro de Abaixo tabela com os valores que compõem as outras receitas e despesas operacionais: Outras receitas operacionais R$ mil Receita de serviços técnicos Reversão de provisão não dedutível Recuperação de contas baixadas Outras receitas Total de outras receitas operacionais Outras despesas operacionais Perdas eventuais ou extraordinárias ( ) ( ) Outras despesas (17.498) (45.748) Total de outras despesas operacionais ( ) ( ) (1) Saldo outras receitas (despesas) operacionais ( )

22 (1) Esse número que era de R$80,4 milhões no balanço divulgado pela Companhia em 2008 foi alterado para R$300,2 milhões. Essa alteração se deve, principalmente, a ajustes de exercícios anteriores no valor de R$ 216,8 milhões, referente ao reconhecimento de débitos do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), Taxa de Fiscalização e outros, constituídos no âmbito dos processos tributários judiciais e administrativos, devidos pela COPASA ao Município de Belo Horizonte, com os acréscimos legais. Maiores detalhes ver notas explicativas. 4.2 Resultado Operacional da Companhia Em relação ao resultado operacional, a COPASA apresentou em 2009 receitas totais líquidas (receita operacional líquida + outras receitas operacionais) de R$ 2.361,5 milhões, enquanto os custos operacionais totais líquidos de depreciações e amortizações foram de R$ 1.426,8 milhões, não se considerando as receitas e despesas de construção. Com isso, o EBITDA em 2009 foi de R$ 934,7 milhões com margem de 39,6%. A comparação com o ano de 2008 fica prejudicada por conta do ajuste que está sendo feito em exercícios anteriores. Cálculo do EBITDA (R$/mil) (2) (+) Receita Líquida de Água e Esgoto (+) Outras Receitas Operacionais (=) Receita Líquida de Serviços (-) Custos Operacionais, comerciais e administrativos ( ) ( ) (-) Outras despesas operacionais ( ) ( ) (=) Custos + Despesas totais ( ) ( ) (=) Lucro Operacional (+) Depreciações e amortizações EBITDA Margem EBITDA 39,58% 28,91% (2) O EBITDA divulgado quando da publicação dos resultados de 2008, foi alterado para contemplar ajustes de exercícios anteriores no valor de R$ 216,8 milhões. Esse valor se refere ao reconhecimento de valores do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), Taxa de Fiscalização e outros, constituídos no âmbito dos processos tributários judiciais e administrativos, devidos pela COPASA ao Município de Belo Horizonte, com os acréscimos legais. Maiores detalhes ver notas explicativas. No entanto, se desconsiderarmos os itens não recorrentes em 2009 (alienação de ativos para a COPANOR e o impacto líquido na receita devido ao Parcelamento de Débito Fiscal, e item não recorrente de 2008 (Termos de Transação e de Compensação com o Município de Belo Horizonte) o EBITDA ajustado para esses anos seria:

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