ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

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1 ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Nota Introdutória A Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral é uma pessoa colectiva pública criada em 23 de Janeiro de 1981, contribuinte n.º , com sede na Praceta Rainha D. Leonor, n.º 1 em Beja. As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 25, foram preparadas de acordo com os princípios geralmente aceites, previstos no Pocal As notas que a seguir se desenvolvem, respeitam a numeração definida pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias Locais, tendo sido omitidas aquelas que não são aplicáveis à Associação Os critérios valorimétricos utilizados relativamente às rubricas do balanço e da demonstração de resultados são: a) Imobilizado corpóreo Os bens do activo imobilizado foram registados ao custo de aquisição. As amortizações são efectuadas pelo método das quotas constantes e às taxas máximas legalmente fixadas na Portaria n.º 671/2, de 17 de Abril. b) Existências e materiais diversos As contas de existências registam o custo de aquisição (Iva não incluído, por ser dedutível), relativo aos bens aprovisionáveis destinados à produção, tendo sido adoptado o sistema de inventário permanente. O método de custeio das saídas adoptado foi o Custo Médio Ponderado, por se considerar ser o método que melhor evidencia o custeio dos bens aprovisionáveis e destinados à produção.

2 Os movimentos ocorridos nas rubricas do activo imobilizado, constantes do balanço e nas respectivas amortizações, encontram-se devidamente evidenciados nos seguintes mapas: Activo Bruto: Rubricas Saldo Inicial Reaval./ Aumentos Aliena- Transf. Saldo Final /Ajusta- ções e Abates mento Imob.Corpóreas: Edif.e out.construções , ,66 Equip.básico , , , ,34 Equip.transporte , , ,84 Equip.administrativo , , , ,99 Outras imob.corpóreas 3.68,29 22, , , , , ,71 Ivest.Financeiros: Partes de Capital , , ,99 Obrig.e Tit.Participação 5, 5, , , , Descrição do activo imobilizado:

3 Amortizações: Rubricas Saldo Inicial Reforço Regularizações Saldo Final Imob.Corpóreas: Edif.e out.construções , , ,46 Equip.básico ,7 74.4, , ,26 Equip.transporte , , , ,44 Equip.administrativo , , , ,96 Outras imob.corpóreas 3.515,9 161,65 216, , , , , , Bens utilizados em regime de locação financeira: Descrição Valor Bruto Amortiz.Acumulada Valor Liquido VOLKSWAGEN POLO , , ,

4 Em 31 de Dezembro de 25, as empresas do grupo, associadas e outras participadas, bem como a principal informação financeira referida àquela data e respeitante a estes investimentos, era como segue: Denominação Capitais Result. Percent. Valor da E Sede Próprios Liquidos Detida (%) Participaç. PARTES DE CAPITAL: Gráfica da A.M.D.B., E.I.M , , , Praça da República, Beja Sodera Soc.Desenv. Reg.Alentejo R. João Deus, 1 N/nos foi facultado N/nos foi facultado,1 349,16 7 Évora ADRAL Agência de Desenv.Reg.Alentejo 39.25, , ,83 R. 24 de Julho, 1.º Esq Évora EDAB Empresa Des. Aeroporto de Beja , -3.17, , R. Cidade S.Paulo Apartado Beja TITULO PARTICIPAÇÃO CEPAAL Centro de Est. E Promoção Azeite Praça Gago Coutinho, 3 A 786 Moura 46., ,74 N/nos foi Facultado até à data 5,

5 Em 31 de dezembro de 25 o valor global dos créditos de cobrança duvidosa, incluídos na rubrica de clientes de cobrança duvidosa, ascende a 3.34,7 Euros Demonstração do custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas, como se segue: Movimentos Mercadorias Matérias-primas Subsidiárias e de consumo Existências iniciais Compras Regularizações Existências Finais , ,14 -, Custos no exercício , A variação da Produção é justificada como segue: Movimentos Produtos Acabados Subprodutos Desperd. Prod.e Trabalhos E Intermédios Resíduos e refugos Em Curso Existências Finais Regularização Existências Existências Iniciais 2.97, ,52 Aumento/ redução Exercicio (2.97,59) (1.252,52)

6 Demonstração dos resultados financeiros: Custos e perdas Proveitos e ganhos Juros Suportados 8.739, , Juros obtidos 395,91 787, Perdas Ent.Particip. 782-Ganhos Ent.Participad. 683-Amortiz.Inv.Imóveis 783-Rendim.Imoveis 684-Prov.Aplic.Financ. 784-Rend.Partic.Capital 685-Diferenças câmbio 785-Diferenç.Câmbio Fav. 687-Perdas na alien.apli- 786-Descontos p.pa- 2,19 cações financeiras gamento obtidos 688-Outros custos e 1.262,34 784, Ganhos Alienaç. perdas financeiros Aplic.Tesouraria 788-O.P.Ganhos fi- Resultados Financeiros (9.66,13) (12.859,64) nanceiros 395,91 87,46 395,91 87,46

7 Demonstração dos resultados extraordinários: Custos e perdas Proveitos e ganhos Transf.Capital Conced. 791-Restituiç.Impostos 692-Dividas Incobráveis 792-Recuperaç.Dividas 693-Perdas em Existências 793-Ganhos Existências 694-Perd.em imobilizações 17.33, Ganhos em 93.99, Multas e penalidades 357,98 34,55 imobilizações 696-Aumentos Amortizaç. 795-Beneficios Penalid. E de Provisões Contratuais 697-Correcções relativas a , , Red.Amortizações exercícios anteriores e Provisões 698-Outros custos e perdas,15, Correcções relati , ,93 extraordinárias vas a exercícios anter. 798-O.Proveitos e 264, ,2 Resultados Extraordinários 9.762, ,97 ganhos extraordinár , , , ,95

8 Ao elaborar o presente relatório, não me moveu outra motivação a não ser as que decorrem das normas estatutárias aplicáveis e do dever que sinto de prestar contas a todos os membros da Associação de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral. Correndo o risco de errar, característica de quem faz alguma coisa, aceito de consciência tranquila e num espírito aberto as críticas que possam ser feitas à minha actuação como responsável pela contabilidade, na certeza de que no ceifar da colheita, resta-nos a consciência do dever cumprido, pois à causa da profissão e da nossa instituição devotei o melhor do meu saber e inteligência. Se para tanto não fui suficientemente capaz quero aqui expressar as minhas desculpas, na certeza de que, corrigindo os erros, no futuro serei capaz de fazer melhor. O Técnico Oficial de Contas n.º Dora Santos

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