Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Básica.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Departamento de Proteção Social Básica."

Transcrição

1 Dezembro/2007

2 Integra Agenda Social do Governo Federal/2007, com foco na Juventude (PROJOVEM) Alinha a PNAS à Política Nacional de Juventude Promove a intersetorialidade (MDS, MTE, MS, MinC, ME, MMA, MEC, SEDH, SEPPIR) ProJovem Adolescente (MDS) 15 a 17 anos ProJovem Urbano (SNJ) e 18 a 29 anos ProJovem Campo (MEC) 18 a 29 anos ProJovem Trabalhador (MTE) 18 a 29 anos

3 Projovem Programa Nacional de Inclusão de Jovens Assegura direitos/ Gera oportunidades 4,5 milhões de jovens de 15 a 29 anos fora da escola, não concluíram o ensino fundamental e estão desempregados Agrega e organiza 6 programas (MTE, MDS, MEC e SNJ) Construção de um programa para a juventude, a partir da experiência acumulada que: - integre as ações - amplie a escala de atendimento - otimize recursos - aumente a eficácia Atenderá 3,5 milhões de jovens até 2010

4 PROJOVEM Não é sinônimo da política para juventude Tem como focos: 1)Permanência na escola 2)Promover aquisições importantes para a vida, geração de trabalho e renda, e/ou mercado de trabalho (adequando as estratégias segundo faixa etária) 3)Promover desenvolvimento humano

5 Breve Diagnóstico Abandono da escola e inserção precária no mercado de trabalho, especialmente entre pobres (Avaliação Agente Jovem ) Aumento da taxa de escolarização entre jovens de 15 a 17 anos (tendência importante Pnad 2006), que se pretende fortalecer, com a estratégia de articular serviços e benefícios. Alta taxa de fecundidade entre jovens de 15 a 19 anos (taxa de fecundidade cai menos nesta faixa etária Pnad 2006), e aumenta entre jovens pobres abandono da escola e ruptura familiar A taxa de homicídio entre jovens de 15 a 24 anos, no Brasil, é de 52 por 100 mil habitantes (Fonte: Mapa da violência IV 2000)

6 Breve Diagnóstico Curva da taxa de mortalidade no Brasil sofre uma inflexão, a partir dos 14 anos Relação entre rendimento mensal da população e anos de estudo quanto menor a escolaridade, menor rendimento Condições de vida das famílias do PBF precariedade e vulnerabilidades Taxa de analfabetismo entre jovens é muito baixa (1%) existem disparidades regionais importantes 14% do jovens no perfil do PBF, na faixa de 15 a 17 têm dois ou mais anos de defasagem escolar Vulnerabilidades e situações de risco

7 Escolaridade do responsável legal dos beneficiários do Bolsa Família (%) Março de ,00 40,00 40,05 35,00 30,00 25,00 24,57 20,00 15,00 10,00 16,16 12,33 6,58 5,00 0,00 Analfabeto Até 4 série completa do Ens. Fund. De 5 até a 8 série completa do Ens. M é dio Da 1 até a 3 série completa do Ens. M é dio 0,31 Ens ino Superior ou mais Sem Inform ação

8 ProJovem Adolescente e Agenda Social de Enfrentamento à Pobreza Integra serviços e benefícios, como estratégia de enfrentamento da pobreza Bolsa Agente Jovem º e 5º Benefícios Variáveis do PBF jovens jovens R$ 65,00 jovem/mês R$ 30,00 família/mês por jovem de 16 e 17 anos na escola

9 Programa Bolsa Família 4º e 5º variáveis Variáveis pretendem atingir famílias de cerca de 1,7 milhão de jovens escala e resultados na escolaridade. Superação do ciclo intergeracional de reprodução da pobreza: condicionalidades de frequência à escola, para manutenção do pagamento dos variáveis às famílias pretende-se ter impacto na escolaridade dos jovens. Para tanto, dar escala é necessário. Empoderamento da família, na relação com o jovem adolescente. Desafio de gestão articulada entre serviços e benefícios, no âmbito do SUAS, bem como territorialização da informação (famílias beneficiárias de transferência de renda referenciadas aos CRAS).

10 ProJovem Adolescente Serviço Socioeducativo de convivência Público alvo: jovens de 15 a 17 anos - egressos de medida de internação; Pertencentes a familias beneficiárias do PBF No mínimo 2/3 das vagas de cada coletivo -Desafio de gestão articulada entre serviços e benefícios - egressos ou em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto; - egressos ou sob medida de proteção; - egressos do PETI; - egressos ou vinculados a programas e serviços de enfrentamento ao abuso e à exploração sexual. Independentemente de renda familiar No máximo, 1/3 das vagas Encaminhados pela Proteção Especial

11 Projovem Adolescente no SUAS É um serviço socioeducativo, continuado, de Proteção Social Básica. É uma reformulação do Agente Jovem, feita com base em pesquisa avaliativa Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI/MDS), realizada em 2006 e nas estratégias de Agenda Social do Governo Federal. Atualiza base conceitual do Agente Jovem. Propõe um novo traçado metodológico.

12 Projovem Adolescente, Proteção Básica do SUAS Escala (Slide 13) Qualidade do serviço e atrativos para permanência do jovem no serviço socieducativo (2 anos) e resultados mais consistentes (Slides 14 e 15) Adequado à nova lógica de Sistema. Serviço de Proteção Básica (oferta no território e matricialidade sociofamiliar), com famílias referenciadas ao CRAS, acompanhadas pelo PAIF (PAIF em todo CRAS).

13 ProJovem Adolescente 2010 Agente Jovem Projeção de atendimento de jovens / Brasil Fonte: MDS/SNAS/DPSB

14 ProJovem Adolescente Eleva valor de referência do repasse mensal para serviço PBV Agente Jovem R$ 458,33 PBV ProJovem Adolescente R$ 1.256,25 Por grupo de 25 jovens Por coletivo de 25 jovens Visa a melhoria do atendimento prestado. Piso VARIAVEL (Projovem Adolescente) é de livre utilização pelo município, cumpridos os requisitos, objetivos e regras a serem definidos em regulação. Recursos previstos prevêem, além do trabalho do orientador social, com jovens, 240 horas/ano de oficinas (esportes, cultura, formação geral para o trabalho); alimentação; materiais de consumo, transporte.

15 ProJovem Adolescente Aumenta o período de permanência dos jovens Agente Jovem 12 meses ProJovem Adolescente 24 meses Maior impacto na escolaridade e na formação geral do jovem. Prevenir inserção precoce e precária no mercado de trabalho. Investir na formação para a cidadania, o desenvolvimento de habilidades, capacidades e competências fundamentais para o mundo do trabalho. Criar espaços de participação, ampliar espaços de convivência familiar e comunitária.

16 Serviço Socioeducativo de Proteção Básica Instituído por Lei (MP 411) Desenho contribui para a organização do SUAS - critérios de elegibilidade dos municípios (slide 19) - ofertado no espaço do CRAS, desde que espaço físico seja compatível. Para ofertar no CRAS, o mesmo deve ter estrutura adequada para oferta do PAIF. Oferta não pode ser feita no espaço destinado ao atendimento às famílias. Se ofertado por outro órgão público ou entidade de assistência social, tem de ser no território (proximidade de moradia), ter espaço físico adequado e ser referenciado ao CRAS.

17 Serviço Socioeducativo de Proteção Básica - conhecimento das famílias beneficiárias de transferência de renda que vivem nos territórios dos CRAS. - vagas públicas/transparëncia do processo. - papel de referência e contra-referência do CRAS: preenchimento das vagas, gestão articulada entre proteção básica e especial; gestão articulada entre serviços e benefícios (a ser regulada pelo gestor municipal) - acompanhamento das famílias dos jovens pelo técnico (PAIF) e assessoramento ao orientador social.

18 Publico encaminhado pela PSE Todos os jovens atendidos devem residir nos territórios de abrangência dos CRAS Gestor municipal define e regula como será feito o encaminhamento dos jovens da PSE, para o CRAS/Serviço Socioeducativo de PSB. ATENÇÃO: Serviço Socioeducativo não caracteriza cumprimento de medidas socioeducativas, cuja execução, no âmbito da Política Nacional de Assistência Social, insere-se entre as ações de Proteção Social Especial. Não deve ser desenvolvida pelo CRAS.

19 ProJovem Adolescente Critérios de elegibilidade dos municípios I Habilitação nos níveis de gestão básica ou plena do SUAS; II Existência de CRAS em funcionamento, independente da fonte de financiamento (conforme informado na Ficha de Monitoramento do CRAS); III Demanda mínima de 40 jovens de 15 a 17 anos, de famílias do PBF, residindo no município (com base no CadÚnico).

20 Regras de Distribuição de vagas 2008 Resolução 03/2008 do CNAS - Na primeira etapa, atribui-se a cada município elegível uma quantidade de vagas proporcional à sua participação na demanda total, estimada a partir do Cadúnico - Isso gera um total de vagas a que cada município elegível ao Projovem Adolescente teria direito - Na segunda etapa, divide-se o número de vagas a que o município teria direito, pelo número de CRAS em funcionamento no município. Isto nos dá a quantidade média de vagas por CRAS. - A quantidade máxima* de vagas por CRAS será: Em municípios de Pequeno Porte I: 200 vagas Em municípios de Pequeno Porte II: 400 vagas Demais Portes: 600 vagas * Condicionada à existência de pelo menos 01 técnico de nível superior nos CRAS de pequeno porte I, 02 (dois) técnicos de nível superior nos CRAS de municípios de pequeno porte II e 03 técnicos de nivel superior nos CRAS de municípios de médio e grande porte e metrópoles, para acompanhamento às famílias dos jovens.

21 ProJovem Adolescente Regras de Distribuição de vagas 2008 Caso a quantidade de CRAS e/ou de técnicos do município não suporte o número de vagas a que ele teria direito, as vagas excedentes são redistribuídas entre os demais municípios, obedecendo sempre a regras anteriormente citadas. Nenhum município receberá quantidade de vagas para o ProJovem Adolescente inferior à quantidade que já recebia pelo Agente Jovem, exceto nos casos em que o número de vagas de Agente Jovem for igual ou superior a 50% ao total de jovens elegíveis no município, segundo o Cadúnico. Para assegurar a composição dos coletivos, o número de vagas concedidas será sempre múltiplo de 25, adotando-se para isso, regras de arredondamento, para cima e para baixo, na distribuição. LISTA DISPONIVEL NO SITE DO MDS mais de 2800 municípios em todos os Estados brasileiros e DF

22 ProJovem Adolescente Atualiza a base conceitual do Agente Jovem Inaugura novo traçado metodológico CONVIVÊNCIA PARTICIPAÇÃO CIDADÃ FORMAÇÃO GERAL PARA O MUNDO DO TRABALHO Eixos Estruturantes

23 Base conceitual Jovens singulares condições de vida, inserção, acesso ou não, características Dimensões de universalidade Coletivos, redes de sociabilidades e socialidades (maior autonomia, independência) Nomadismo e gregarismo (espacial, temporal e de percepção) Estigma da violência e criminalidade Dificuldade de perspectivas Dimensões de tensões intergeracionais

24 ProJovem Adolescente Organização dos jovens COLETIVO Grupo constituído de 25 jovens, que participam das mesmas atividades do ProJovem Adolescente Excepcionalmente, em razão de necessidade tecnicamente embasada de acolher jovens em situação de extrema vulnerabilidade, encaminhados ao longo do ano, ou diante da necessidade de incorporar jovens oriundos de um coletivo que se dissolveu, um coletivo poderá contar com até 30 (trinta) jovens. A frequência será monitorada e poderá gerar cessação do co-financiamento de coletivo(s).

25 ProJovem Adolescente ORIENTADOR SOCIAL Profissional que atua diretamente com os jovens, exercendo a função de orientador Idade mínima de 21 anos Escolaridade mínima: nível médio Compatível com equipe de referência do CRAS, prevista na NOB/RH Responsável por até 4 coletivos Transparência do processo de seleção

26 ProJovem Adolescente TÉCNICO DO CRAS Referência para até 200 famílias de jovens. Assessora orientadores sociais. Junto com coordenador, mobiliza e articula a rede de serviços, no território.

27 ProJovem Adolescente Carga Horária horas, em até 24 meses, 48 semanas/ano. 12,5 horas semanais de atividades ou 2,5 horas/dia. Atividades no contra-turno escolar, podendo ser à noite e incluir finais de semana. A organização da grade horária semanal de cada Coletivo, resguardada a oferta de 12,5 horas de atividades semanais ao jovens, é de responsabilidade do CRAS ou da entidade que ofertará o Serviço, devendo ser discutida com os jovens e suas famílias. Excepcionalmente, consideradas sazonalidades ou outras características locais que impeçam a participação regular dos jovens ao longo do ano, poder-se-á adotar outras formas de distribuição das atividades no tempo, sem prejuízo do desenvolvimento integral das diversas dimensões formativas, devendo-se comunicar ao MDS a proposta de redistribuição da carga horária e os motivos para a adoção de tal procedimento.

28 ProJovem Adolescente Compromissos dos jovens I freqüência escolar mínima de 75% (setenta e cinco por cento), exigida pelo Sistema de Ensino; II freqüência mínima de 70% (setenta por cento) às atividades do ProJovem Adolescente, exigida pela Sistema de Assistência Social; III respeito às normas de convivência do Serviço Socioeducativo, a serem pactuadas com os jovens no momento da implantação dos Coletivos.

29 Procedimentos até recebimento dos recursos Preenchimento do Termo de Adesão disponível por cada municipio e DF (Instrução Operacional 03/SNAS) - Explicita o conhecimento e a aceitação das responsabilidades de gestão, das regras e condições para a oferta do Serviço (Subsídios para regulação Decreto, Portaria, Instrução Operacional) - Acessa os dados dos jovens de 15 a 17 anos, do Cadúnico, constantes do Termo de Adesão e territorializar estes jovens (verificar quais residem na área de abrangência dos CRAS) - Indica quantas vagas aceita, referenciando-as a cada CRAS (para tanto, é necessário definir onde serão ofertados os serviços para os jovens)

30 Procedimentos até recebimento dos recursos - Informa a data de início de cada coletivo (abril, maio ou junho) sempre primeiro dia útil de cada mês - Informa capacidade de implantação de mais coletivos - Inicia os coletivos nas datas indicadas/ recebe recursos no mês subsequente - Prazo para aderir: até 23 de maio/2008

31 Ações em curso Capacitação das equipes técnicas de todos os Estados e DF fevereiro Capacitação de todos os municípios nos estados março, abril e maio Elaboração de Decreto e Portaria, com base nos documentos disponibilizados aos gestores (nas capacitações/site MDS) Produção de material de apoio Monitoramento e acompanhamento (sistema de informação/plano monitoramento)

32 Desafios 2008 ano de convivência do Projeto Agente Jovem e do Projovem Adolescente. Habilitação dos municípios como condição para expansão em todo território nacional. Identidade do CRAS, fortalecimento da função de referência e contra-referência. Padronização do PAIF (não é só co-financiado pelo governo federal, mas é o que dá materialidade aos direitos socioassistenciais no CRAS). Fortalecimento do SUAS (relação com proteção especial, territorialidade, matricialidade sociofamiliar).

33 Desafios Instrumentalizar o município de forma a viabilizar a gestão integrada serviços e benefícios Atribuição do MDS Pactuar Protocolos de Gestão. Capacitação como processo continuado Acompanhamento da gestão dos recursos

34 Distribuição de famílias pobres no Brasil

35 Distribuição de CRAS co-financiados pelo governo federal

Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)

Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) O que é o SCFV? É realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, de acordo

Leia mais

1. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo.

1. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo. NOTA TÉCNICA N. 035/2013 Brasília, 24 de outubro de 2013. ÁREA: TÍTULO: Desenvolvimento Social. Reordenamento do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV). REFERÊNCIA: Resolução CNAS n

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DO SUAS AVANÇOS E DESAFIOS

IMPLEMENTAÇÃO DO SUAS AVANÇOS E DESAFIOS SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, EMPREGO E PROMOÇÃO SOCIAL Núcleo de Coordenação da Assistência Social IMPLEMENTAÇÃO DO SUAS AVANÇOS E DESAFIOS POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO VIII CONFERÊNCIA ESTADUAL DE

Leia mais

SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO

SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO 1º MÓDULO SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO Profª Dione Menz 2016 HISTÓRICO - SUAS Sistema Único da Assistência Social é fruto de quase duas décadas de debates e coloca em prática os preceitos

Leia mais

Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI

Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome MDS Secretaria Nacional de Assistência Social SNAS HISTÓRICO DO PETI PETI Contexto histórico

Leia mais

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009)

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009) Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009) Caderno do Cras capítulo 6 Equipe de Referência do CRAS A equipe de referência do CRAS é constituída por profissionais responsáveis

Leia mais

MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL ACOMPANHAMENTO E ATENDIMENTO FAMILIAR Configura-se como um ato Configura como um processo continuado ACOMPANHAMENTO FAMILIAR ACOMPANHAMENTO FAMILIAR O QUE

Leia mais

IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR.

IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR. IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR. MARTINS, Mayara Lucia (Estágio I), e-mail: mayamartins1993@hotmail.com.

Leia mais

Vigilância Social: Estudando os instrumentais a serem utilizados pelo PAIF/PAEFI

Vigilância Social: Estudando os instrumentais a serem utilizados pelo PAIF/PAEFI Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social Vigilância Social: Estudando os instrumentais a serem utilizados pelo PAIF/PAEFI FACILITADORA: INÊS DE MOURA TENÓRIO

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Foco prioritário de ação da Política de Assistência Social é a família MATRICIALIDADE SOCIOFAMILIAR Olhar para a família não pelo que lhe falta, mas por sua riqueza. CRAS X CREAS

Leia mais

Programa Nacional de Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS Trabalho

Programa Nacional de Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS Trabalho O que é? É uma iniciativa da Política Nacional de Assistência Social para promover o acesso de seus usuários a oportunidades no mundo do trabalho, através de ações integradas e articuladas voltadas para

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

Avaliação da integração do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) ao Programa Bolsa-Família (PBF) Maria das Graças Rua Março de 2007

Avaliação da integração do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) ao Programa Bolsa-Família (PBF) Maria das Graças Rua Março de 2007 Avaliação da integração do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) ao Programa Bolsa-Família (PBF) Maria das Graças Rua Março de 2007 DIMENSÕES EXAMINADAS: a clareza e compartilhamento dos

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO O SUAS e a mobilização para promoção do acesso ao mundo do Trabalho A assistência social é política pública, direito do cidadão

Leia mais

PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS

PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS O NOVO MOMENTO DO SUAS NOBSUAS 2012 PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS O QUE É: Acordo/Compromisso, entre os entes (Federal, Estadual e Municipal), para ajustar o SUAS local.

Leia mais

Coordenação de Proteção Social Básica

Coordenação de Proteção Social Básica - S E D S Coordenação de Proteção Social Básica Agosto 212 Coordenação Proteção Social Básica A coordenação e o controle das ações da Política Pública da Assistência Social relacionadas a proteção social

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 5 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 17, DE 5 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 17, DE 5 DE JUNHO DE 2014 Aprova metas e critérios de partilha para o cofinanciamento federal do Programa Nacional de Promoção da Integração ao Mundo do Trabalho para o exercício de 2014 e

Leia mais

PERFIL DA POLÍTICA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM PONTA GROSSA

PERFIL DA POLÍTICA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM PONTA GROSSA PERFIL DA POLÍTICA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM PONTA GROSSA Secretaria Munic. de Assistência Social Estrutura Ponta Grossa é considerada pelo Sistema Único de Assistência Social como município de

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ PACHECO, Flávia Sacchelli (estágio I), e-mail: flavia_sacchelli@yahoo.com.br PUCHTA, Tiago Messias Torres (estágio

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ Gabinete do Prefeito Municipal LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013.

Estado do Rio Grande do Sul MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ Gabinete do Prefeito Municipal LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013. LEI Nº 648, DE 11 DE ABRIL DE 2013. AUTORIZA O MUNICÍPIO DE CAPÃO DO CIPÓ A CONTRATAR, EM CARÁTER TEMPORÁRIO, PROFISSIONAL PARA O DESEMVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE INCLUSÃO DE JOVENS - PROJOVEM ADOLESCENTE.

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Quem são os usuários da Assistência

Leia mais

Redesenho do PETI. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil

Redesenho do PETI. Programa de Erradicação do Trabalho Infantil Redesenho do PETI Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI É um programa de caráter intersetorial que,no âmbito do SUAS, compreende transferência de renda, trabalho social com famílias e oferta

Leia mais

Dicas para utilização dos recursos Financeiros Projovem Adolescente

Dicas para utilização dos recursos Financeiros Projovem Adolescente Dicas para utilização dos recursos Financeiros Projovem Adolescente 1. Como é feito o co-financiamento do ProJovem Adolescente? O co-finaciamento do Serviço é feito da seguinte forma: Sob a forma de Piso

Leia mais

RESOLUÇÃO N 26, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO N 26, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011. RESOLUÇÃO N 26, DE 16 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova os critérios para expansão 2011 do cofinanciamento federal, nos serviços de proteção social básica, apresentados pela SNAS O CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

Integração de Políticas Públicas e seus desafios

Integração de Políticas Públicas e seus desafios Integração de Políticas Públicas e seus desafios Rômulo Paes de Sousa Secretário Executivo do MDS Rio de Janeiro, 5 de agosto de 2011. MODELO PRÉ-SISTÊMICO Transição da Política Pública Baseado em programas

Leia mais

PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS

PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS PACTO DE APRIMORAMENTO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS PRIORIDADES E METAS PARA A GESTÃO MUNICIPAL DO SUAS PARA O QUADRIÊNIO 2014/2017 André YoSan Analista de Políticas Sociais Coordenador-Geral Substituto Coordenação-Geral

Leia mais

Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica

Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica PROTEÇÃO SOCI AL BÁSI CA - PSB Centro de Referência da Assistência Social CRAS Organização da Rede Socioassistencial

Leia mais

Pronatec. Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico

Pronatec. Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico Pronatec Novas oportunidades de acesso ao ensino técnico MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Marco Antonio de Oliveira marco.antonio@mec.gov.br Brasília, 19 de março

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 34, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 34, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Esplanada dos Ministérios, bloco F, anexo, ala A, 1º andar, Brasília/DF CEP: 70059-900 RESOLUÇÃO Nº 34, DE

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, EMPREGO E PROMOÇÃO SOCIAL

SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO, EMPREGO E PROMOÇÃO SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORA BIPARTITE CIB RESOLUÇÃO 007/2004 CIB A Comissão Intergestora Bipartite CIB, em reunião ordinária realizada no dia 23 de novembro de 2004 RESOLVE Art. 1º - Aprovar o documento CRITÉRIOS

Leia mais

Edição nº 81 de 28/04/2006 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Edição nº 81 de 28/04/2006 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Edição nº 81 de 28/04/2006 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome GABINETE DO MINISTRO PORTARIA N 148, DE 27 DE ABRIL DE 2006 Estabelece normas, critérios e procedimentos para o apoio à

Leia mais

Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social nos CRAS e CREAS

Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social nos CRAS e CREAS Associação Brasileira de Formação e Desenvolvimento Social - ABRAFORDES www.cursosabrafordes.com.br DICA: Tecle Ctrl+s para salvar este PDF no seu computador. Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social

Leia mais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais DESCUMPRIMENTO DE CONDICIONALIDADES: UM OLHAR SOBRE O TERRITÓRIO DE ABRANGÊNCIA DO CRAS VILA OPERÁRIA-PARANAVAÍ/PR Gabriela Santana de Andrade- (Acadêmica) Unespar/Campus de Paranavaí gabi_santanaandrade@hotmail.com

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO. PERGUNTAS FREQUENTES

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO. PERGUNTAS FREQUENTES MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA W3 Norte SEPN 515, Bloco b 2º Andar sala 202 CEP 70770-502 Brasília

Leia mais

NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos. Débora Martini

NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos. Débora Martini NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos Débora Martini Saúde Direito de todos Núcleo de Apoio a Saúde da Família - NASF Atenção Primária à Saúde Centros de Saúde Assistência

Leia mais

A produção de indicadores na Secretaria Nacional de Assistência Social

A produção de indicadores na Secretaria Nacional de Assistência Social A produção de indicadores na Secretaria Nacional de Assistência Social Hugo Miguel Pedro Nunes Coordenador Geral dos Serviços de Vigilância Social- substituto Departamento de Gestão do SUAS Secretaria

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA. Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/

AUDIÊNCIA PÚBLICA. Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/ AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/ Brasília, 13 de maio de 2015 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Leia mais

REDE SOCIOASSISTENCIAL

REDE SOCIOASSISTENCIAL REDE SOCIOASSISTENCIAL O que é Vulnerabilidade Social? Pode ser entendida como a condição de risco em que uma pessoa se encontra. Um conjunto de situações mais, ou menos problemáticas, que situam a pessoa

Leia mais

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Rodrigo Lofrano Coordenador-Geral de Acompanhamento das Condicionalidades Decon/Senarc/MDS Brasília, 19 de agosto de 2015 As três dimensões do Programa

Leia mais

CRAS. Rua São Caetano 822 Jardim Alvorada - Fone Programa de Atenção Integral á família - PAIF

CRAS. Rua São Caetano 822 Jardim Alvorada - Fone Programa de Atenção Integral á família - PAIF CRAS O Centro de Referência da Assistência Social é uma unidade publica estatal que atende em áreas específicas com maior vulnerabilidade social. Oferece serviços destinados á família, dentre eles, o Programa

Leia mais

Município: GOVERNADOR VALADARES / MG

Município: GOVERNADOR VALADARES / MG O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 32, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 32, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 32, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013. Dispõe sobre o Pacto de Aprimoramento da Gestão dos Estados e do Distrito Federal no âmbito do Sistema Único de Assistência Social SUAS, estabelece a revisão

Leia mais

GESTÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS REGIÃO CENTRO-OESTE. RIO VERDE/GO, 03 e 04 de abril de 2013

GESTÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS REGIÃO CENTRO-OESTE. RIO VERDE/GO, 03 e 04 de abril de 2013 Encontro Regional CONGEMAS GESTÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO SUAS NOS MUNICÍPIOS REGIÃO CENTRO-OESTE RIO VERDE/GO, 03 e 04 de abril de 2013 Cadastro Único para Programas Sociais Definição Instrumento de identificação

Leia mais

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados Departamento de Condicionalidades (SENARC/MDS) Brasília, 02 de abril de 2014 DIMENSÕES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Transferência

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL MEDIA COMPLEXIDADE

PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL MEDIA COMPLEXIDADE OBJETIVO: Prestar atendimento especializado às famílias e indivíduos cujos direitos tenham sido ameaçados ou violados e/ou que já tenha ocorrido rompimento familiar ou comunitário. PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL

Leia mais

P O R G O R G A R M A A M A B O B L O S L A S A F A F M A Í M L Í I L A

P O R G O R G A R M A A M A B O B L O S L A S A F A F M A Í M L Í I L A PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Acompanhamento da Frequência Escolar de Crianças e Jovens em Vulnerabilidade - Condicionalidade Educação do Programa Bolsa Família 2003 -Governo Federal unifica, no Programa Bolsa-Família,

Leia mais

Dicas para utilização dos recursos do PBV III Cras Volante

Dicas para utilização dos recursos do PBV III Cras Volante Dicas para utilização dos recursos do PBV III Cras Volante 1. O que são as Equipes Volantes do CRAS? Equipe Volante consiste em uma equipe adicional que integra um Centro de Referência de Assistência Social

Leia mais

LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA

LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA Direitos Sociais 1988: Promulgação da Constituição Federal; A Assistência Social passou a integrar o Sistema de Seguridade Social,

Leia mais

Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão. Abigail Torres Agosto de 2014

Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão. Abigail Torres Agosto de 2014 Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão Abigail Torres Agosto de 2014 Constituição 1988 Institucionalização da AS LOAS 1993 PNAS 2004 NOB 2005 NOB-RH 2006 Tipificação de

Leia mais

Município: OURO PRETO / MG

Município: OURO PRETO / MG Município: OURO PRETO / MG O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado em junho de 2011 com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR RUPPEL. ANGELA MARIA 1 PEREIRA. TÁSSIA² SOUZA. C. D. S³ Resumo: Este trabalho pretende apresentar

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Programa Bolsa Família Brasil na América do Sul População: 175 milhões Área: 8.514.215,3 km² 26 estados e DF 5.562 municípios População pobre: em torno

Leia mais

Brasília, 20 de novembro de

Brasília, 20 de novembro de NOTA TÉCNICA /2012 Redefine as diretrizes e normas para a organização e o funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) no âmbito da Atenção Básica, cria a Modalidade NASF 3, e dá outras

Leia mais

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória

Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Limites e possibilidades de uma política pública de avaliação da educação profissional e tecnológica na perspectiva emancipatória Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Brasília/DF, jun. 2015

Leia mais

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Centro de Referência de Assistência Social PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Centro de Referência de Assistência Social PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015 CRAS: Maracanã COORDENADOR(A): Eliana de Araújo Vieira PREFEITURA DE MONTES CLAROS PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015 QUADRO I Atividades de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários: Objetivo Atividades

Leia mais

FNPETI. Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI. 31 de julho de 2013

FNPETI. Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI. 31 de julho de 2013 Redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil PETI FNPETI 31 de julho de 2013 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome MDS Secretaria Nacional de Assistência Social SNAS HISTÓRICO

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Ações da Secretaria Nacional de

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Ações da Secretaria Nacional de Ações da Secretaria Nacional de Assistência Social - MDS CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 Art. 194 A Seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade,

Leia mais

Cadastro Único para Políticas Sociais

Cadastro Único para Políticas Sociais Cadastro Único para Políticas Sociais O que é o Cadastro Único? Políticas Universais Saúde Políticas Contributivas Políticas nãocontributivas e seletivas Educação Previdência Social Cadastro Único O que

Leia mais

AVALIAÇÃO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO

AVALIAÇÃO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO 8 AVALIAÇÃO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO 130 Dentre as atividades de apoio para o desenvolvimento das políticas sociais, o Governo Federal investe em ações de avaliação, gestão da informação, disseminação do

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DE FAMÍLIAS INDÍGENAS

Leia mais

Helena A Wada Watanabe 2012

Helena A Wada Watanabe 2012 Helena A Wada Watanabe 2012 Política * É uma atividade mediante a qual as pessoas fazem, preservam e corrigem as regras gerais sob as quais vivem. * É inseparável tanto do conflito como da cooperação (valores

Leia mais

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade Antônio Lidio de Mattos Zambon Coordenador Geral de Políticas

Leia mais

O que é o Cadastro Único?

O que é o Cadastro Único? O que é o Cadastro Único? Instrumento de identificação e caracterização socioeconômica das famílias brasileiras de baixa renda. Porta de entrada para mais de 30 programas sociais do Governo Federal. Foco

Leia mais

CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS

CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS Secretaria Nacional de Assistência Social Ativação dos CEUs do Centro-Oeste CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS Niterói Junho de 2015 www.mds.gov.br/assistenciasocial/protecaobasica Os

Leia mais

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados

Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Proteção Social para todos/as os/as brasileiros/as II Plano Decenal - 2016/2026 CARACTERÍSTICAS DOS PLANOS São técnicos e políticos;

Leia mais

Francisco Aparecido Cordão

Francisco Aparecido Cordão 128 ENTREVISTA O PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO (PRONATEC) RESULTADOS E DESAFIOS Um dos investimentos prioritários do governo federal para a educação em todo o país é o Programa

Leia mais

AÇÕES, SERVIÇOS E BENEFICIOS SOCIOASSISTENCIAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES - BAHIA

AÇÕES, SERVIÇOS E BENEFICIOS SOCIOASSISTENCIAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES - BAHIA AÇÕES, SERVIÇOS E BENEFICIOS SOCIOASSISTENCIAIS PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES - BAHIA Sistema Único de Assistência Social Fundos Conselhos SUAS Planejamento Diagnóstico Rede Socioassistencial Serviços Tipificados

Leia mais

1º O parecer do (a) Assistente Social, que deverá estar de acordo com os critérios abaixo:

1º O parecer do (a) Assistente Social, que deverá estar de acordo com os critérios abaixo: Lei 3914/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE BENEFÍCIO EVENTUAL PARA INDIVÍDUOS E FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE, TEMPORÁRIA NO MUNICÍPIO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ. Prefeito Municipal de Balneário Camboriú,

Leia mais

NOTA TÉCNICA N o 028/2015

NOTA TÉCNICA N o 028/2015 NOTA TÉCNICA N o 028/2015 Brasília, 07 de dezembro de 2015. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Condicionalidades e Processos Administrativos do Programa Bolsa Família. REFERÊNCIAS: Medida Provisória

Leia mais

REGIÃO SUDESTE. GRUPO 1 ALICIAMENTO PARA TRÁFICO DE DROGAS Planejamento das Ações Intersetoriais. Políticas Envolvidas. Segurança Pública.

REGIÃO SUDESTE. GRUPO 1 ALICIAMENTO PARA TRÁFICO DE DROGAS Planejamento das Ações Intersetoriais. Políticas Envolvidas. Segurança Pública. REGIÃO SUDESTE Eixos de Atuação 1. Informação e Mobilização GRUPO 1 ALICIAMENTO PARA TRÁFICO DE DROGAS Planejamento das Ações Intersetoriais 1.1 Capacitar permanente os gestores e profissionais envolvidos

Leia mais

PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE: UMA ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO NA PROMOÇÃO DA SAÚDE

PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE: UMA ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO NA PROMOÇÃO DA SAÚDE PROGRAMA ACADEMIA DA SAÚDE: UMA ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO NA PROMOÇÃO DA SAÚDE Enfermeira Sandra Joseane F. Garcia Promoção da Saúde- Divisão de Vigilância Epidemiológica/SC. Divisão de doenças e Agravos

Leia mais

A Política de Assistência Social Um novo desenho.

A Política de Assistência Social Um novo desenho. A Política de Assistência Social Um novo desenho. Profª. Eline Alcoforado Maranhão Sá Profª. Maria Aparecida Guimarães Skorupski Profª Regina Coeli Climaco Matos A Assistência Social como política de proteção

Leia mais

O BPC Trabalho. XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012

O BPC Trabalho. XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012 O BPC Trabalho XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS Secretaria

Leia mais

Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social. Recife, 04 de dezembro de 2013.

Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social. Recife, 04 de dezembro de 2013. Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Recife, 04 de dezembro de 2013. Definição Firmado entre a União, Estados, Distrito Federal e municípios; Instrumento pelo qual se materializam

Leia mais

Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos. Brasília, 2 de abril de 2014

Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos. Brasília, 2 de abril de 2014 Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos Brasília, 2 de abril de 2014 O que é? A quem se destina? Qual sua dimensão? Qual o desenho básico do programa? Que desafios

Leia mais

EDUCADOR SOCIAL SITE: FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE

EDUCADOR SOCIAL SITE:  FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE EDUCADOR SOCIAL SITE: WWW.CARITASPORTOALEGRE.ORG FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS ÁREAS DE

Leia mais

Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal

Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Secretaria de Políticas Para Crianças Adolescentes e Juventude do Distrito Federal Criada pelo Decreto nº 32.716 de 01 de janeiro de 2011 CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

CRAS UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS JOVENS

CRAS UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS JOVENS CRAS UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO DOS JOVENS Amanda Silva do CARMO 1 Carla MENOTTI 2 Carolina Gil DAVID 3 Márcia Heloísa de OLIVEIRA 4 RESUMO: A presente pesquisa retrata uma preocupação com a legitimação

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Assistência Social séculos de assistencialismo contra 13 anos de LOAS Legado : A assistência social como favor, como algo complementar, a subsidiar aqueles que não tiveram

Leia mais

PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA

PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA 2012 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL META: COMBATE AO TRABALHO INFANTIL

Leia mais

Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça

Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça Critérios de para análise Projetos para captação de recursos do FIA Palhoça Resolução 001/2013 O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), de Palhoça, No uso de suas atribuições

Leia mais

UNIDADES ASSISTÊNCIAIS:

UNIDADES ASSISTÊNCIAIS: UNIDADES ASSISTÊNCIAIS: - SEDE ADMINISTRATIVA Avenida São João Evangelista, S/N, Engenheiro Pedreira, centro, Japeri. Telefone: (21) 2664-1635 SECRETÁRIO: REGINALDO ALMEIDA SANTOS JUNIOR SUB SECRETÁRIO:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO Orientações para organização das turmas do Programa Mais Educação e informação das turmas

Leia mais

Curso SCFV Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Curso SCFV Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Associação Brasileira de Formação e Desenvolvimento Social - ABRAFORDES www.cursosabrafordes.com.br DICA: Tecle Ctrl+s para salvar este PDF no seu computador. Curso SCFV Serviços de Convivência e Fortalecimento

Leia mais

Apoio Técnico da Vigilância Socioassistencial. 04:Principais instrumentos e fontes de informação

Apoio Técnico da Vigilância Socioassistencial. 04:Principais instrumentos e fontes de informação Apoio Técnico da Vigilância Socioassistencial 04:Principais instrumentos e fontes de informação Módulo 04:Principais instrumentos e fontes de informação MÓDULOS DO APOIO TÉCNICO Módulo 1: Introdução à

Leia mais

IBGE: HABITANTES URBANA: RURAL: AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros

IBGE: HABITANTES URBANA: RURAL: AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros IBGE: 2010 16.034 HABITANTES URBANA: 9.871 RURAL:6.150 AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros Nº Famílias referenciadas: 540 famílias Nº Famílias acompanhadas em grupos: 190 famílias. 1 Coordenadora: 40

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CMAS RESOLUÇÃO 02/2011

CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CMAS RESOLUÇÃO 02/2011 CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CMAS RESOLUÇÃO 02/2011 Dispõe sobre os requisitos necessários para a obtenção de inscrição dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais no

Leia mais

CAPACITAÇÃO DE AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE CONTROLE SOCIAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF)

CAPACITAÇÃO DE AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE CONTROLE SOCIAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) CAPACITAÇÃO DE AGENTES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE CONTROLE SOCIAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) ROTEIRO DE RELATÓRIO DE CONCLUSÃO DE CURSO (RCC) 1. OBJETIVO Promover a

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas Plano deve ser visto como uma marca que explicita o compromisso com a intrínseca

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AO ESTUDANTE PAAE EDITAL Nº 007/2015

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AO ESTUDANTE PAAE EDITAL Nº 007/2015 Loteamento Espaço Alpha (BA522) Bairro: Limoeiro- CEP 42.808-590 Camaçari-BA Telefax: (71) 3649-8600 E-mail: camacari@ifba.edu.br Site: www.camacari.ifba.edu.br POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA

Leia mais

Usuários Trabalhadores Entidades Quais e quantos eventos de mobilização antecederam a Conferência? Tipo de Eventos de Mobilização

Usuários Trabalhadores Entidades Quais e quantos eventos de mobilização antecederam a Conferência? Tipo de Eventos de Mobilização REGISTRO DO PROCESSO DA CONFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 2015 Informações Gerais da Conferência Municipal: 1. Nome do Município /UF: SURUBIM-PE 2. Identificação da Conferência: VII CONFERÊNCIA MUNICIPAL

Leia mais

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família Secretaria Municipal de Saúde Diretoria de Atenção à Saúde Área Técnica de Saúde da Criança e Adolescente Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários

Leia mais

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde OBJETIVOS DO SISVAN I -Fornecer informação contínua e atualizada sobre a situação alimentar

Leia mais

Os vieses no cadastramento do Bolsa Família

Os vieses no cadastramento do Bolsa Família FURTADO, Ariandeny [1] PEREIRA, Fernando Marcello Nunes [2] TOMÉI, Maria Cristina da Mota [3] FURTADO, Ariandeny; PEREIRA, Fernando Marcello Nunes; TOMÉI, Maria Cristina da Mota. Os vieses no cadastramento

Leia mais

CONCEITOS ADOTADOS: No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010).

CONCEITOS ADOTADOS: No Brasil, existem cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência, o que representa ¼ da população geral (Censo IBGE, 2010). CONCEITOS ADOTADOS: Pessoas com Deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, obstruem

Leia mais

NOTA TÉCNICA

NOTA TÉCNICA NOTA TÉCNICA 38 2012 Minuta de Portaria que cria a especificação preceptor e residente no cadastro do médico que atua em qualquer uma das equipes de Saúde da Família previstas na Política Nacional de Atenção

Leia mais

Oficina: Operacionalização do BPC Escola e BPC Trabalho

Oficina: Operacionalização do BPC Escola e BPC Trabalho Oficina: Operacionalização do BPC Escola e BPC Trabalho XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Fortaleza, 22 março de 2012 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS Secretaria Nacional de

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO)

CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO) CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (CEDECA RIO DE JANEIRO) CNPJ Nº 10.832.372/0001-38 EDITAL Nº 001 /2017 O CENTRO DE DEFESA DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CEDECA RJ, no

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS

A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS GESTÃO DA INFORMAÇÃO A CONSTRUÇÃO DO MAPA DA POBREZA E DO MAPA DE OPORTUNIDADES E DE SERVIÇOS PÚBLICOS Contextualização: o Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria (BSM) é um grande esforço

Leia mais