Avaliação da integração do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) ao Programa Bolsa-Família (PBF) Maria das Graças Rua Março de 2007

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1 Avaliação da integração do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) ao Programa Bolsa-Família (PBF) Maria das Graças Rua Março de 2007

2 DIMENSÕES EXAMINADAS: a clareza e compartilhamento dos objetivos pelos gestores envolvidos no processo de integração; a adequação do desenho adotado para implementar a integração; os efeitos da integração sobre a erradicação do trabalho infantil.

3 FONTES DE DADOS PARA A AVALIAÇÃO i) documentos oficiais do PETI e do PBF, obtidos em meio impresso ou eletrônico junto ao MDS, MPOG, MTE, TCU e outras instituições públicas envolvidas; (ii) percepções e avaliações dos principais gestores sobre o PETI e o PBF e sua integração, coletadas mediante entrevistas semi-estruturadas no Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e no Ministério do Trabalho.

4 Com a integração o PETI passou a limitar-se às ações sócio-educativas e de convivência e àquelas que, sob a condução do MTE, orientavam-se para a fiscalização do trabalho infantil. As ações do PETI relativas à transferência de renda foram transferidas para o PBF, com as seguintes conseqüências:

5 I- Para as famílias egressas do PETI, com renda per capita até a R$ 60,00, a transferência para o PBF teria vantagem somente se: (i) fossem residentes em zona rural ou município com menos de 250 mil habitantes, (ii) recebessem a soma do benefício fixo mais o benefício variável por serem enquadradas na categoria de renda per capita até R$ 60,00 ; (iii) tivessem no máximo três crianças ou adolescentes em situação de trabalho infantil.

6 Para as famílias residentes em zona urbana, a transferência do PETI para o PBF teria vantagem somente se: (i) recebessem a soma do benefício fixo mais o benefício variável por serem enquadradas na categoria de renda per capita até R$ 60,00 ; (ii) tivessem apenas uma criança ou adolescente em situação de trabalho infantil.

7 Novas famílias beneficiárias: somente haveria estímulo à retirada das crianças/adolescentes do trabalho infantil para as famílias que têm renda per capita acima de R$ 120,00. Esse benefício, porém, está condicionado a que haja meta disponível, o que é pouco provável. Com a integração, os recursos do PETI destinados à transferência de renda diminuíram de mais de 300 milhões para cerca de 50 milhões, uma redução de cerca de 85%.

8 Novas famílias com renda per capita até R$ 60,00 ou entre R$ 60,01 e R$ 120,00, que irão receber benefício PBF: a integração eliminou o incentivo ao afastamento da situação de trabalho infantil: não há tratamento diferenciado caso tenham crianças/adolescentes em situação de trabalho infantil.

9 Os gestores do MDS entendem que a ausência de um incentivo específico não prejudicará a política de combate ao trabalho infantil na medida em que... em todos os benefícios existe uma restrição ao trabalho infantil, e isso é uma restrição de fato e não uma regra de entrada ou uma condicionalidade.

10 Para que essa restrição seja observada, a situação de trabalho infantil deve ser informada, constatada, registrada. Mas o principal obstáculo ao combate ao trabalho infantil é a omissão dessa informação, que é reconhecida quando o gestor da área da assistência social admite que...famílias... ao se cadastrar no PBF não informaram o campo 270, que caracteriza a situação de trabalho infantil..

11 No Questionário do CadUnico há o campo 270, onde o entrevistado deve informar se participa de algum programa do Governo Federal ou recebe algum benefício social, entre os quais a Bolsa Criança-Cidadã- PETI. Acredita-se que os entrevistados informarão caso sejam beneficiários de algum dos programas do campo 270, e que a informação sobre o recebimento de benefício na categoria Bolsa Criança-Cidadã-PETI permitirá identificar as situações de trabalho infantil. Instrução Operacional conjunta SENARC/SNAS MDS nº 01,de 14 de março de 2006.

12 Não existe, nos três questionários do CadUnico, uma única pergunta especificamente direcionada à existência de criança/adolescente em situação de trabalho infantil. A nova Lei de Agricultura Familiar não menciona o trabalho infantil. No questionário de Identificação do Agricultor Familiar, não há uma única pergunta sobre a idade dos membros da força de trabalho familiar ou dos demais trabalhadores.

13 Ações Sócio-Educativas: Problemas: ausência de uma definição precisa do que devem ser tais ações. ineficácia do controle sobre a prestação, pelos municípios, das ações sócio-educativas e de convivência para crianças e adolescentes. MDS espera que através do SISPETI seja acompanhado o cumprimento dos compromissos para com a oferta das ações sócio-educativas e de convivência pelos municípios.

14 O valor executado em 2006 foi menor que o valor previsto para o atendimento de (a) crianças/adolescentes do PETI+ (b) crianças/adolescentes em situação de trabalho infantil incorporadas por serem beneficiárias do PBF + (c) todas as crianças abaixo de 6 anos, com repasse per capita de R$ 20,00 por criança assistida. Além disso, o valor executado em 2006 ficou abaixo do valor executado em 2005, relativo estritamente às crianças/adolescentes beneficiárias do PETI, na faixa etária de sete a quinze anos e ao valor per capita, independentemente do tipo de município.

15 CONCLUSÕES: 1-Os objetivos da integração foram claramente definidos e acordados entre os atores. 2-O desenho adotado para implementar a integração, via inclusão das famílias no CadUnico, mostrou-se adequado, mas teria sido inteiramente viável a inclusão das famílias com crianças/adolescentes em situação de trabalho infantil no CadUnico sem a alteração do sistema de incentivos à retirada das crianças/adolescentes do trabalho precoce.

16 3-A principal estratégia para a promoção da equidade entre grupos de beneficiários foi a adoção da renda como critério do PBF e da integração PETI- PBF. Porém, ao adotar estritamente esse critério, perdeuse de vista a especificidade do trabalho infantil, ou seja, houve perda do foco no trabalho infantil, cujos fatores causais não se limitam à baixa renda.

17 4- Ao equalizar o tratamento das famílias que têm e que não têm crianças/adolescentes em situação de trabalho infantil, a integração elimina os incentivos das famílias à retirada das crianças/adolescentes da situação do trabalho infantil, podendo levar ao recrudescimento da prática do trabalho precoce.

18 5-Não há dados conclusivos sobre a ampliação e garantia do acesso às atividades sócio-educativas e de convivência para todas as crianças/adolescentes ex-trabalhadoras atendidas pelo PETI e pelo PBF. No ano de 2006, esse objetivo não foi atingido.

19 6-Indubitavelmente, o Cadastro Único traz ganhos de transparência e pode contribuir para o aprimoramento da gestão dos programas. Mas teria sido possível, por intermédio do CadUnico, gerenciar melhor a alocação dos benefícios, monitorar o cumprimento das condicionalidades e a oferta e comparecimento às atividades sócio-educativas e de convivência sem substituir o critério do trabalho infantil pelo da renda, como veio a ocorrer.

20 7-Desde as primeiras auditorias do PETI e do PBF, pelo TCU, foram apontadas as fragilidades dos canais de participação social e do controle social. A integração, tal como estabelecida pela Portaria 666/2005, não contribuiu para a superação dessas dificuldades.

21 8-A falta de definição precisa e pactuada do conceito de trabalho infantil e de ações sócio-educativas e de convivência, a ausência de parâmetros para essas ações com base nas práticas pedagógicas, a descaracterização das atividades de qualificação profissional e inclusão ocupacional das famílias beneficiárias, a perda dos incentivos à retirada das crianças/adolescentes da situação de trabalho apontam para a redução da sustentabilidade da política de combate ao trabalho infantil.

22 RECOMENDAÇÕES 1-Exigir o registro e a fiscalização do trabalho infantil como condição de concessão de subsídios e financiamentos no âmbito da agricultura familiar. 2-Priorizar a definição dos conceitos e dos parâmetros pedagógicos para as ações sócio-educativas e de convivência, para todas as crianças/adolescentes beneficiários dos programas sociais do governo.

23 RECOMENDAÇÕES 3-Aperfeiçoar os instrumentos de coleta de dados do CadUnico, de modo a registrar com maior acuidade as informações sobre o trabalho infantil. 4-Propor procedimentos de maior transparência do CadUnico, de sorte que todos os atores interessados possam acompanhar os impactos da integração sobre a erradicação do trabalho infantil.

24 RECOMENDAÇÕES 5-Apoiar fortemente as ações do Ministério do Trabalho e Emprego na fiscalização do trabalho infantil, inclusive mediante o fortalecimento da parceria com o Ministério Público. 6-Implementar um sistema de monitoramento e avaliação das ações sócio-educativas e de convivência, com base nas informações do SISPETI, utilizando indicadores de resultados e de processo.

25 INDICADORES DE RESULTADOS: Número de crianças/adolescentes exercendo atividade laboral no ano X/ Número de crianças/adolescentes exercendo atividade laboral no ano X-1 por município e por Estado. Número de crianças/adolescentes economicamente ativas de 5 a 15 anos por unidade territorial/número de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos, por unidade territorial.

26 INDICADORES DE RESULTADOS: Variação anual da renda per capita das famílias atendidas pelo PETI* menos o acréscimo proveniente de benefício de programa social/ Variação anual da renda per capita das famílias de crianças/adolescentes trabalhadoras não atendidas pelo PETI*. Variação anual do número de crianças/adolescentes encontradas trabalhando durante ação fiscalizatória e o número de crianças/adolescentes beneficiárias de ações sócioeducativas e de convivência, por município e por Estado. (*) Refere-se, sempre, à oferta de ações sócio-educativas e de convivência, nunca ao benefício financeiro.

27 INDICADORES DE RESULTADOS: Razão entre a taxa de freqüência escolar das crianças/adolescentes beneficiárias do PETI* e a taxa de freqüência escolar das crianças/adolescentes dos demais programas sociais. Razão entre a taxa de abandono escolar das crianças/adolescentes atendidas pelo PETI* e a taxa de abandono escolar das crianças/adolescentes dos demais programas sociais.

28 INDICADORES DE RESULTADOS: Razão entre o número de matrículas na 5 a. série das crianças/adolescentes do PETI* com mais de 10 anos e o número de matrículas na 5 a. série para as crianças/adolescentes dos demais programas sociais com mais de 10 anos. Razão entre a taxa de defasagem idade/série das crianças/adolescentes do PETI* e a taxa de defasagem idade/série das crianças/adolescentes dos demais programas sociais. (*) Refere-se, sempre, à oferta de ações sócio-educativas e de convivência, nunca ao benefício financeiro.

29 INDICADORES DE PROCESSO: Número de crianças/adolescentes atendidas pelo PETI*/Número de crianças/adolescentes ocupadas em atividades laborais. Número de unidades territoriais atendidas pelo PETI*/Numero de unidades territoriais com ocorrência de trabalho infantil Número anual de horas destinadas para atividades sócioeducativas para conscientização dos adultos. (*) Refere-se, sempre, à oferta de ações sócio-educativas e de convivência, nunca ao benefício financeiro.

30 INDICADORES DE PROCESSO: Número de reuniões com quorum das Comissões Municipais de Erradicação do Trabalho Infantil Número mensal de crianças/adolescentes de até 15 anos participantes de atividades sócio-educativas e de convivência oferecidas pelo PETI* Número de horas/homem/ano de atividades sócio-educativas e de convivência oferecidas às famílias do PETI* (*) Refere-se, sempre, à oferta de ações sócio-educativas e de convivência, nunca ao benefício financeiro.

31 INDICADORES DE PROCESSO: Número médio mensal de crianças/adolescentes por monitor das atividades sócio-educativas e de convivência oferecidas pelo PETI* Número de horas destinadas à capacitação dos monitores das atividades sócio-educativas e de convivência oferecidas pelo PETI* Número anual de famílias que participaram de atividades de conscientização sobre os malefícios do trabalho infantil no âmbito do PETI*. (*) Refere-se, sempre, à oferta de ações sócio-educativas e de convivência, nunca ao benefício financeiro.

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