SIPAM Sistema de Proteção da Amazônia Centro Técnico e Operacional de Porto Velho. PROBACIAS Bacia do rio Boa Vista Ouro Preto do Oeste

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1 SIPAM Sistema de Proteção da Amazônia Centro Técnico e Operacional de Porto Velho PROBACIAS Bacia do rio Boa Vista Ouro Preto do Oeste

2 PROBACIAS Sistema de Proteção da Amazônia Sipam Centro Técnico e Operacional de Porto Velho CTO/PV Gerente José Neumar Moraes da Silveira Coordenação de Operações integradas COI Coordenadora Amélia Afonso Divisão de Proteção Ambiental - DAMB Coordenadora - Ana Cristina Strava Corrêa Juliana Hanyu Hirose Taise Bresolin Tatiane Checchia Thiago Bortoleto Rodrigues

3 Objetivo Geral Contando com o apoio e comprometimento dos órgãos parceiros, o objetivo deste projeto é desenvolver instrumentos, metodologias e estratégias para viabilizar um programa de restauração de bacias hidrográficas enfatizando as matas ciliares de nascentes, mananciais e o uso racional dos recursos hídricos.

4 Atividades Diagnóstico das bacias hidrográficas de RO Diagnóstico do manancial escolhido Formação de parcerias e convênios Execução do plano de trabalho Monitoramento e fiscalização Avaliação do plano de trabalho

5 1ª Atividade: Diagnóstico das bacias hidrográficas de Rondônia Objetivo Determinar a Bacia hidrográfica prioritária para ser restaurada. Determinar os mananciais prioritários para restauração e manutenção das matas ciliares e recursos hídricos. uso racional dos

6 Bacias Hidrográficas de RO Bacia do rio Machado ou Ji-Paraná

7 Bacias Hidrográficas de RO Alta Floresta d'oeste Ariquemes Cacoal Colorado do Oeste Corumbiara Espigão d'oeste Jaru Ji-Paraná Machadinho d'oeste Nova Brasilandia d'oeste Ouro Preto do Oeste Pimenta Bueno Porto Velho Presidente Médici Rio Crespo Rolim de Moura Santa Luzia d'oeste Vilhena São Miguel do Guaporé Alvorada d'oeste Alto Alegre dos Parecis Novo Horizonte do Oeste Cacaulândia Candeias do Jamari Castanheiras Chupinguaia Cujubim Governador Jorge Teixeira Itapuã do Oeste Ministro Andreazza Mirante da Serra Nova União Parecis Pimenteiras do Oeste Primavera de Rondônia São Felipe d'oeste Teixeirópolis Theobroma Urupá Vale do Anari Vale do Paraíso

8 2º Atividade: Diagnóstico do manancial escolhido Objetivo Realizar reconhecimento dos aspectos físicos, biológicos e sócioeconômicos da área; Identificar atividades potencialmente poluidoras; Propor um zoneamento de restauração e manutenção do manancial; Propor metodologia de restauração de ecossistemas; Auxiliar na elaboração de um modelo de TAC. Resultado Esperado Cadastro de usuários de água Plano de trabalho Zoneamento

9 Bacia Hidrográfica do manancial de captação de Ouro Preto do Oeste no rio Boa Vista Captação para abastecimento público do município de Ouro Preto d Oeste

10 Diagnóstico da bacia

11 Diagnóstico da bacia: problemas Coordena o armazenamento e eliminação de água pela bacia

12 Diagnóstico da bacia: problemas Controle da erosão, estabilização de taludes, perda de solo e comprometimento fertilidade, assoreamento e aumento dos sólidos em suspensão

13 Diagnóstico da bacia: problemas Filtra de sedimentos e evita eutrofização

14 Diagnóstico da bacia: problemas Contribui para estabilidade térmica, servir como corredor ecológico e promover o estabelecimento e a alimentação dos animais aquáticos e terrestres

15 Situações Áreas próximas de fragmentos de mata nativa Pouco grau de perturbação Presença de banco de plântulas e sementes Sugestões Regeneração natural Cercamento da área Enriquecimento florístico com diversidade genética

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18 Situações Área distante de remanescente florestal em solo não degradado Sugestões Cercamento da área Aceiros Plantio de mudas ou semeadura Instalação de poleiros artificiais Transposição de solos e serrapilheira Empilhamento de madeira

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21 Situações Áreas com erosão avançada Sugestões Cercamento Desvio da água de escoamento superficial Construção de barreiras perpendiculares ao escoamento (terraços e troncos) Plantio de gramíneas ou leguminosas herbáceas

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24 Medidas estruturais extensivas: estabilização de encostas e taludes

25 3ª Atividade: Formar convênios e parcerias Objetivo Identificar os parceiros potenciais de acordo com sua atuação; Fomentar um encontro para apresentação dos resultados do diagnóstico e da proposta do plano de trabalho; Formar um comitê de avaliação do projeto; Formar uma matriz interinstitucional Resultado esperado: Convênios e parcerias formalizados

26 4º Atividade: Execução do plano de trabalho Objetivo o Identificar e notificar os proprietários infratores; o Fomentar audiências públicas com a presença de proprietários, comunidade e as entidades envolvidas no projeto para divulgação do TAC; o Elaborar o plano de trabalho para os proprietários infratores; o Fomentar atividades de capacitação dos proprietários infratores; o Fomentar atividades de educação ambiental. Resultados esperados: Deflagrar o processo de restauração das Matas Ciliares das áreas alvo.

27 5º Atividade: Monitoramento e fiscalização Objetivo Monitorar periodicamente através de imagens as atividades de restauração e manutenção; Fomentar campanhas de campo periódicas para monitoramento e fiscalização. Resultado esperado: Relatórios de monitoramento das bacias.

28 6º Atividade: Avaliação do plano de trabalho Objetivo o Fomentar encontro anual para monitoramento e avaliação das atividades na execução do plano de trabalho; o Realizar os ajustes necessários. Resultados esperados: Relatório do comitê gestor.

29 Alguns Princípios Priorizar a recuperação de áreas que conectem fragmentos de floresta (corredores naturais)

30 Alguns Princípios Priorizar recuperação das nascentes; Este ambiente é delicado pois é a origem do abastecimento de água da sua propriedade

31 Alguns Princípios Caso haja plantio de mudas, utilizar o máximo de espécies nativas disponíveis; A Amazônia possui aproximadamente de 40 a 300 espécies de árvores por hectare

32 Alguns Princípios O solo, serrapilheira, banco de sementes, plântulas, sementes para mudas, devem ser coletados o mais próximo possível da área a ser recuperada;

33 Alguns Princípios Escolha de espécies para atração de fauna (aves e morcegos) Aumento da dispersão de sementes na área degradada

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