1 Universidade do Estado do Amazonas/Escola Superior de Tecnologia (UEA/EST)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 Universidade do Estado do Amazonas/Escola Superior de Tecnologia (UEA/EST)"

Transcrição

1 SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE CHUVA NA CIDADE DE MANAUS-AM COM O MODELO WRF: O CASO 17 DE FEVEREIRO DE 2011 Adriane Lima Brito¹ José Augusto Paixão Veiga 1 André Ferreira Aranha 1 1 Universidade do Estado do Amazonas/Escola Superior de Tecnologia (UEA/EST) Avenida Darcy Vargas, 1200 Parque 10, Manaus/AM, Brasil - CEP Resumo: No presente trabalho foi realizado um estudo de caso para o dia 17 de fevereiro de 2011, data em que um evento extremo de chuva significativa atingiu Manaus-AM. Para este caso foi utilizado o modelo WRF, com três esquemas de convecção de parametrização cúmulos (Kain- Fritsch, Grell-Devenyi e Betts-Miller) para três domínios distintos (63 km, 21 km e 7 km). As parametrizações de convecção foram comparadas com os dados de chuva da estação meteorológica Lab Instru ( onde foram feitas análises comparativas da precipitação horária, do total diário de precipitação e do total de precipitação somente para período do evento de chuva. Os resultados mostram que para a precipitação diária as parametrizações de Betts-Miller e Grell- Devenyi foram as que mais se aproximou do observado e para os totais diários e totais de precipitação a parametrização de Grell-Devenyi foi a que apresentou melhor performance. Abstract: In this paper we present a case study for the day February 17 th 2011, when an extreme event of significant rain reached Manaus-AM. For this case we used the WRF model with three parameterization schemes for cumulus convection (Kain-Fritsch, Grell-Devenyi and Betts- Miller) for three different domains (63 km, 21 km and 7 km). The convection parameterizations were compared with rainfall data from weather station Lab Instrument ( where they were made of the comparative analysis hourly precipitation, the total daily rainfall and total rainfall only during the event of rain. The results show that rainfall for the parameterizations of Betts-Miller and Grell-Devenyi were those closest to the observed and the total daily and total precipitation parameterization Grell-Devenyi showed the best performance. 1. Introdução Sabe-se que a convecção atmosférica tem grande influência sobre as condições de tempo e clima da Amazônia em várias escalas, pois ela é dotada de uma ampla variedade de regimes convectivos e interações complexas entre a superfície e a atmosfera, já que a convecção

2 precipitante influencia na dinâmica tropical de grande escala, exercendo um papel fundamental no balanço de energia da circulação geral do planeta (Adams et al., 2009), dessa forma, é muito importante o uso de modelos meteorológicos cada vez mais aprimorados para se ter uma previsão de qualidade e mais representativa do fenômeno. O caso escolhido foi o evento de 17 de fevereiro de 2011 que foi caracterizado por fortes tempestades que provocaram alagamentos e deslizamentos de terra em várias zonas da cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Comunicação Social (Semcom), a Defesa Civil registrou 37 ocorrências em várias zonas da cidade em um período chuvoso que durou 20 horas, a maioria das ocorrências estava relacionada com deslizamentos de terra, residências com riscos de desmoronamento por conta de deslizamentos e outros casos referentes a alagações por conta do transbordamento de igarapés em vários pontos da cidade ( 2. Objetivos Tendo em vista que a previsão de fenômenos meteorológicos em escalas de subgrade tem sido uma tarefa essencial para a melhoria das previsões numéricas de tempo em escalas espaciais de altíssima resolução, presente trabalho objetiva fazer um estudo de caso de um evento extremo de chuva na cidade de Manaus avaliando diferentes esquemas de parametrização de convecção de cúmulos SIM-KF (simulação de Kain-Fritsch), SIM-BM (simulação de Bett-Miller), e SIM- GD (simulação de Grell-Devenyi). 3. Material e Métodos O modelo de previsão numérica de tempo utilizado no presente trabalho foi o WRF, versão 3.1 ( com núcleo dinâmico ARW (Advanced Research WRF). Foram realizadas três simulações numéricas, com domínios espaciais distintos como visto a partir da Figura 1, para o dia 17 de fevereiro de As resoluções espaciais utilizadas para cada domínio foram, respectivamente, de 63 km (D01), 21 km (D02) e 07 km (D03). Foi utilizado como resolução vertical 27 níveis. Cada uma das três simulações numéricas consistiu de um esquema de parametrização de convecção distinto, onde foi utilizada a parametrização de convecção de Betts-Miller (SIM-BM), parametrização de convecção de Grell-Devenyi (SIM- GD) e a parametrização de convecção de Kain-Frisch (SIM-KF). Os domínios D01, D02 e D03 de cada simulação foram comparados com os dados de chuva de uma estação meteorológica (Lab Instru), com coordenadas 3 S e 60 W, pertencente a Universidade do Estado do Amazonas/Escola Superior de Tecnologia (UEA/EST) localizada na cidade de Manaus-AM. Os dados de chuva da estação possuem freqüência temporal de uma 01 hora e foram comparados com as saídas do modelo que apresentam uma freqüência de 3 horas. As demais características da configuração do modelo WRF para as simulações numéricas são: microfísica WSM3, esquema de superfície de Monin-Obukhov, camada limite utilizada foi o

3 esquema de YSU (Yonsei University scheme), ondas curtas e ondas longas (RRTM). As condições de contorno utilizadas nas simulações com o modelo WFR foram estraídas do GFS (Global File System) pertencente ao NCEP-NOAA (National Centers for Environmental Prediction National Oceanic and Atmospheric Administration) em intervalos de 6h e resolução espacial de 1 1. O modelo foi integrado no modo hidrostático, para os domínios D01, D02 e D03. Figura 1: Domínios espaciais, onde foram feitas as simulações com o modelo WRF. 4. Resultados e Discursão A Figura 2 mostra a precipitação observada comparada com três tipos de parametrizações de convecção cumulus distintos para o caso de evento extremo de chuva que ocorreu no dia 17 de fevereiro de A partir desta Figura observa-se que, os dados da estação registraram um pico de precipitação às 06:00 e 09:00 horas de 15,6 e 18,4 mm, respectivamente. Nota-se que as três parametrizações de convecção, para os domínios D01, D02 e D03 (Figura 2a-c, respectivamente) tendem a aumentar o pico de precipitação conforme a resolução espacial do modelo aumenta e estando em fase com o pico de precipitação observado. A parametrização de Betts-Miller, no domínio D01, simulou bem o pico de precipitação observado com 17,7 mm às 09:00 horas. Já a parametrização de Grell Devenyi, apesar de subestimar a chuva nos domínios D01 e D02, simulou bem o pico de precipitação observado com 18,3 mm também às 09:00 horas no domínio D03. A parametrização de Kain-Fritsch superestimou o pico de precipitação observado, entre 29,2 e 42,2 mm, para os três domínios. Um fato interessante é que, a partir das 12:00 horas, as três parametrizações tendem a simular precipitação constante nos três domínios, coincidindo com valores de 0 mm de precipitação obtidos da estação. A Figura 3 mostra o total diário de precipitação, para o observado e para as parametrizações de convecção de Kain-Fritsch, Betts-Miller e Grell-Devenyi, para o dia 17 de fevereiro. A partir desta Figura nota-se que o total diário de precipitação observado é de 39,8 mm. Observa-se que o total diário das três parametrizações de convecção tende a superestimar o observado, aumentando os valores de precipitação conforme a resolução espacial aumenta, D01, D02 e D03 (Figura 2a-c). A parametrização de Grell-Devenyi foi a que mais se aproximou do observado com 55,5 mm de precipitação no domínio D01.

4 A Figura 4 mostra o total de precipitação para o período de ocorrência das chuvas durante o evento do dia 17 de fevereiro de 03:00 às 09:00 horas. A partir desta Figura nota-se que o total de precipitação observado para o período do evento é de 12,6 mm. Observa-se que os resultados não são muito diferentes da Figura 3 (total diário). As três parametrizações não simularam bem o total de precipitação observado, superestimando a precipitação nos três domínios. A parametrização que mais se aproximou foi novamente a parametrização de Grell-devenyi com 55,5 mm, 63,4 mm e 75,0 mm para os domínios D01, D02 e D03 respectivamente. Apesar de as três parametrizações de convecção superestimarem o total de precipitação para o período de ocorrência do evento, observa-se que os valores do total de precipitação entre as parametrizações são próximos. 5. Conclusão Neste trabalho foram realizadas três simulações numéricas com esquemas de parametrização de convecção distintos para o caso de chuvas estremas que ocorreram no dia 17 de fevereiro de 2011 na cidade de Manaus-AM. Os resultados mostraram que as parametrizações de convecção que melhor simularam a precipitação diária foram as parametrizações de Betts-Miller e Grell- Devenyi, que simularam bem a precipitação nos domínios D01 (Figura 1a) e D03 (Figura 1b) respectivamente. Já os resultados dos totais diários e totais de chuva para o período de ocorrência do evento foram muito parecidos, superestimando a precipitação observada conforme a resolução espacial aumenta, não simulando bem o observado. 6. Agradecimentos Os autores gostariam de agradecer ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). 7. Referências Bibliográficas ADAMS, D. K.; DE SOUZA, E. P.; COSTA, A. A. Convecção úmida na Amazônia: implicações para modelagem numérica. Revista Brasileira de Meteorologia, v.24, n.2, , Aranha, A. F., Veiga, J. A. P., Brito, A. L. Simulação de um caso de evento extremo de chuva na cidade de Manaus-AM com o modelo WRF: O caso 30 de março de Anais do IV Encontro Sul Brasileiro de Meteorologia, Anais do IV Encontro Sul Brasileiro de Meteorologia, Brito, A. L., Veiga, J. A. P., Aranha, A. F. Simulação de um caso de evento extremo de chuva na cidade de Manaus-AM com o modelo WRF: O caso 08 de março de 2008 (Resultados Preliminares). Anais do IV Encontro Sul Brasileiro de Meteorologia, 2010.

5 a) b) c) Figura 1: Precipitação diária, simulada versus observada, para o caso 01 de abril de A linha de cor vermelha representa os valores de precipitação (mm) registrados na estação da UEA/EST, magenta para a simulação SIM-KF, azul para a simulação SIM-BM e verde para a simulação SIM-GD, para os respectivos domínios D01, D02 e D03. a) b) c) Figura 2: Total diário de chuva, simulada versus observada, integrada para o dia 01 de abril de A linha de cor vermelha representa os valores de precipitação (mm) registrados na estação da UEA/EST, magenta para a simulação SIM-KF, azul para a simulação SIM-BM e verde para a simulação SIM-GD, para os respectivos domínios D01, D02 e D03. a) b) c) Figura 3: Total de chuva, simulada versus observada, integrada durante a atuação do evento (15:00 às 21:00 horas). A linha de cor vermelha representa os valores de precipitação (mm) registrados na estação da UEA/EST, magenta para a simulação SIM- KF, azul para a simulação SIM-BM e verde para a simulação SIM-GD, para os respectivos domínios D01, D02 e D03.

SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE CHUVA NA CIDADE DE MANAUS-AM COM O MODELO WRF: O CASO 08 DE MARÇO DE 2008 (RESULTADOS PRELIMINARES)

SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE CHUVA NA CIDADE DE MANAUS-AM COM O MODELO WRF: O CASO 08 DE MARÇO DE 2008 (RESULTADOS PRELIMINARES) SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE CHUVA NA CIDADE DE MANAUS-AM COM O MODELO WRF: O CASO 08 DE MARÇO DE 2008 (RESULTADOS PRELIMINARES) Adriane Lima Brito¹ José Augusto Paixão Veiga 1 André Ferreira

Leia mais

Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso.

Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso. Avaliação da influência da convecção de meso-escala no prognóstico de precipitação do modelo WRF em Alta Resolução: Um Estudo de Caso. Alessandro Renê Souza do Espírito Santo1; Jeanne Moreira de Sousa1;

Leia mais

VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DAS ESTAÇÕES NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA AS VARIAVEIS TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO

VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DAS ESTAÇÕES NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA AS VARIAVEIS TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO VARIABILIDADE ESPACIAL E TEMPORAL DAS ESTAÇÕES NO ESTADO DE SÃO PAULO PARA AS VARIAVEIS TEMPERATURA E PRECIPITAÇÃO BRUNO PARALUPPI CESTARO¹; JONATAN DUPONT TATSCH²; HUMBERTO RIBEIRO DA ROCHA³ ¹ Meteorologista,

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF.

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. Sidney Figueiredo de Abreu¹; Arsênio Carlos Andrés Flores Becker² ¹Meteorologista, mestrando

Leia mais

COMPORTAMENTO DA PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO SIMULADA PELO MODELO WEATHER RESEARCH AND FORECASTING (WRF) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO.

COMPORTAMENTO DA PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO SIMULADA PELO MODELO WEATHER RESEARCH AND FORECASTING (WRF) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. COMPORTAMENTO DA PREVISÃO DE PRECIPITAÇÃO SIMULADA PELO MODELO WEATHER RESEARCH AND FORECASTING (WRF) PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. HUGO ELY DOS ANJOS RAMOS 1,4, JOSÉ GERALDO FERREIRA DA SILVA 2,4,

Leia mais

VARIABILIDADE DA LARGURA E INTENSIDADE DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATLÂNTICA: ASPECTOS OBSERVACIONAIS

VARIABILIDADE DA LARGURA E INTENSIDADE DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATLÂNTICA: ASPECTOS OBSERVACIONAIS VARIABILIDADE DA LARGURA E INTENSIDADE DA ZONA DE CONVERGÊNCIA INTERTROPICAL ATLÂNTICA: ASPECTOS OBSERVACIONAIS Miguel Ângelo Vargas de Carvalho 1 3, Marcos Daisuke Oyama 2 4 1 PCA/ICEA São José dos Campos

Leia mais

Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul

Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul Estudo da Variação Temporal da Água Precipitável para a Região Tropical da América do Sul Carlos Diego de Sousa Gurjão¹, Priscilla Teles de Oliveira², Enilson Palmeira Cavalcanti 3 1 Aluno do Curso de

Leia mais

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SEMIÁRIDO E LITORAL LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE No monitoramento das chuvas que ocorrem sobre o Estado do Rio Grande do Norte é observado que durante o mês de Janeiro

Leia mais

SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS COM O MODELO WRF, UTILIZANDO DIFERENTE PASSOS DE TEMPO.

SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS COM O MODELO WRF, UTILIZANDO DIFERENTE PASSOS DE TEMPO. SIMULAÇÃO DE UM CASO DE EVENTO EXTREMO DE PRECIPITAÇÃO NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS COM O MODELO WRF, UTILIZANDO DIFERENTE PASSOS DE TEMPO. Miguel Ângelo V. de Carvalho 1, 2, Carlos Alberto

Leia mais

SIMULAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE DESLOCAMENTO COM GNSS (GPS) Simulation and Determination of Displacement with GNSS (GPS)

SIMULAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE DESLOCAMENTO COM GNSS (GPS) Simulation and Determination of Displacement with GNSS (GPS) SIMULAÇÃO E DETERMINAÇÃO DE DESLOCAMENTO COM GNSS (GPS) Simulation and Determination of Displacement with GNSS (GPS) João Carlos Chaves 1 Paulo Cesar Lima Segantine 2 1 Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

ANALISE DAS ANOMALIAS DAS TEMPERATURAS NO ANO DE 2015

ANALISE DAS ANOMALIAS DAS TEMPERATURAS NO ANO DE 2015 ANALISE DAS ANOMALIAS DAS TEMPERATURAS NO ANO DE 2015 O ano de 2015 foi marcado pela sensação de calor maior que em anos recentes, também muito quentes. Segundo a Agência Espacial Americana (NASA), o ano

Leia mais

Relação entre a Precipitação Acumulada Mensal e Radiação de Onda Longa no Estado do Pará. (Dezembro/2009 a Abril/2010)

Relação entre a Precipitação Acumulada Mensal e Radiação de Onda Longa no Estado do Pará. (Dezembro/2009 a Abril/2010) Relação entre a Precipitação Acumulada Mensal e Radiação de Onda Longa no Estado do Pará. (Dezembro/2009 a Abril/2010) Adriana Hellen Ferreira Cordeiro¹, Nilza Araújo Pachêco² 1. Graduanda de Meteorologia

Leia mais

Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará

Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará Verificação da previsão numérica do tempo por ensemble regional no estado do Ceará Cleiton da Silva Silveira 1, Alexandre Araújo Costa 2, Francisco das Chagas Vasconcelos Júnior 3, Aurélio Wildson Teixeira

Leia mais

ANAIS. Artigos Aprovados 2013. Volume I ISSN: 2316-7637

ANAIS. Artigos Aprovados 2013. Volume I ISSN: 2316-7637 ANAIS Artigos Aprovados 2013 Volume I ISSN: 2316-7637 Universidade do Estado do Pará, Centro de Ciências Naturais e Tecnologia 19, 20 e 21 de novembro de 2013 Belém - Pará 1 ESTIMATIVA DO POTENCIAL EROSIVO

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE -NDE. Procedimentos para o Trabalho de Conclusão de Curso

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE -NDE. Procedimentos para o Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Campus Arapiraca CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE -NDE Arapiraca-AL, 15 de Dezembro de 2011 Procedimentos para o Trabalho de Conclusão de Curso

Leia mais

MINIMIZAÇÃO DOS EFEITOS DA FUMAÇA SOBRE O CÁLCULO DO NDVI

MINIMIZAÇÃO DOS EFEITOS DA FUMAÇA SOBRE O CÁLCULO DO NDVI MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS INPE-8976-TDI/810 MINIMIZAÇÃO DOS EFEITOS DA FUMAÇA SOBRE O CÁLCULO DO NDVI Marcelo Lima de Moura Dissertação de Mestrado em

Leia mais

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau Alunos: Nota: 1-2 - Data: Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau 1.1 Objetivo O objetivo deste experimento é mostrar como se obtém o modelo matemático de um sistema através

Leia mais

Estudo do comportamento da Dengue na cidade de Araguari- MG por meio de séries temporais.

Estudo do comportamento da Dengue na cidade de Araguari- MG por meio de séries temporais. Estudo do comportamento da Dengue na cidade de Araguari- MG por meio de séries temporais. 1 Introdução Luiz Carlos Costa Júnior 1 Ednaldo Carvalho Guimarães 2 A dengue é uma doença reemergente, e constitui

Leia mais

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento Um método para avaliar o desempenho ótico de LEDs O LABelectron desenvolveu um método de testes para analisar influências ópticas em diferentes modos de acionamentos de LEDs André Andreta No contexto das

Leia mais

Avaliação Econômica Projeto de Inclusão Digital. Naercio Aquino Menezes Filho Centro de Políticas Públicas Insper FEA-USP e Fundação Itaú Social

Avaliação Econômica Projeto de Inclusão Digital. Naercio Aquino Menezes Filho Centro de Políticas Públicas Insper FEA-USP e Fundação Itaú Social Avaliação Econômica Projeto de Inclusão Digital Naercio Aquino Menezes Filho Centro de Políticas Públicas Insper FEA-USP e Fundação Itaú Social Estrutura da Apresentação 1) O que é a Avaliação Econômica?

Leia mais

Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado

Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado Características do professor brasileiro do ensino fundamental: diferenças entre o setor público e o privado Luiz Guilherme Dácar da Silva Scorzafave RESUMO - Esse artigo realiza uma análise descritiva

Leia mais

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 www.cceorg.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia física e

Leia mais

Simulação de Evento de Tempo Extremo no Estado de Alagoas com o Modelo Regional BRAMS

Simulação de Evento de Tempo Extremo no Estado de Alagoas com o Modelo Regional BRAMS Simulação de Evento de Tempo Extremo no Estado de Alagoas com o Modelo Regional BRAMS Heriberto dos Anjos Amaro 1, Elisângela Gonçalves Lacerda 1, Luiz Carlos Baldicero Molion 2 1 Pontifícia Universidade

Leia mais

ANÁLISE DOS DADOS DE REANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO MENSAL NO PERÍODO DE 62 ANOS NO MUNICÍPIO DE IBATEGUARA-AL

ANÁLISE DOS DADOS DE REANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO MENSAL NO PERÍODO DE 62 ANOS NO MUNICÍPIO DE IBATEGUARA-AL ANÁLISE DOS DADOS DE REANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO MENSAL NO PERÍODO DE 62 ANOS NO MUNICÍPIO DE IBATEGUARA-AL Kedyna Luanna Tavares Bezerra 1, Nayara Arroxelas dos Santos 2, Adriana de Souza Costa², Anderlan

Leia mais

ANÁLISE DA VARIAÇÃO DA RESPOSTA ESPECTRAL DA VEGETAÇÃO DO BIOMA PAMPA, FRENTE ÀS VARIAÇÕES DA FENOLOGIA

ANÁLISE DA VARIAÇÃO DA RESPOSTA ESPECTRAL DA VEGETAÇÃO DO BIOMA PAMPA, FRENTE ÀS VARIAÇÕES DA FENOLOGIA ANÁLISE DA VARIAÇÃO DA RESPOSTA ESPECTRAL DA VEGETAÇÃO DO BIOMA PAMPA, FRENTE ÀS VARIAÇÕES DA FENOLOGIA ALAN B. A. BISSO¹, CAMILA B. CARPENEDO², ELIANA L. DA FONSECA³, FRANCISCO E. AQUINO 4 1 Geógrafo,

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL

BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL BALANÇO HÍDRICO COMO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA CIDADE DE POMBAL PB, BRASIL Flaviano Moura Pereira¹; Joelma Viera do Nascimento Duarte²; Jonas da Silva Dias³; Gilberto Campos de Araújo Filho 4. ¹ Mestrando

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS

INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS GABRIEL B. COSTA 1, IVENS BARBOSA LEÃO 2, MÔNICA RODRIGUES QUEIROZ 3, JOSIANE SARMENTO

Leia mais

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo

Leia mais

Banco de Sons. Nota Técnica

Banco de Sons. Nota Técnica Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Projeto: Diretrizes e Estratégias para a Modernização de Coleções Biológicas Brasileiras e a Consolidação de Sistemas Integrados de

Leia mais

Gerência de Monitoramento da Qualidade do Ar e Emissões. Fundação Estadual do Meio Ambiente. Março/2016

Gerência de Monitoramento da Qualidade do Ar e Emissões. Fundação Estadual do Meio Ambiente. Março/2016 Gerência de Monitoramento da Qualidade do Ar e Emissões. Fundação Estadual do Meio Ambiente Março/2016 Gestão da Qualidade do Ar no Estado de Minas Gerais FEAM/GESAR Camadas da Atmosfera 3/22 Qualidade

Leia mais

INFLUÊNCIA DA RESOLUÇÃO HORIZONTAL NAS CONDIÇÕES INICIAIS E CONTORNO NAS PREVISÕES DE CHUVAS TROPICAIS

INFLUÊNCIA DA RESOLUÇÃO HORIZONTAL NAS CONDIÇÕES INICIAIS E CONTORNO NAS PREVISÕES DE CHUVAS TROPICAIS INFLUÊNCIA DA RESOLUÇÃO HORIZONTAL NAS CONDIÇÕES INICIAIS E CONTORNO NAS PREVISÕES DE CHUVAS TROPICAIS S. C. Chou, J. R. Rozante, J. F. Bustamante Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CPTEC

Leia mais

PREVISÃO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS PARA O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Jaci M. B. Saraiva e Cláudia Jacondino de Campos

PREVISÃO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS PARA O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Jaci M. B. Saraiva e Cláudia Jacondino de Campos PREVISÃO DE FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS PARA O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Jaci M. B. Saraiva e Cláudia Jacondino de Campos dgejaci@super.furg.br cjcampos@ufpel.tche.br Departamento de Geociências-FURG Faculdade

Leia mais

METODOLOGIA DE ATUALIZAÇÃO DE CARTAS TOPOGRÁFICAS UTILIZANDO-SE IMAGENS DE SATÉLITE DE MÉDIA RESOLUÇÃO ESPACIAL

METODOLOGIA DE ATUALIZAÇÃO DE CARTAS TOPOGRÁFICAS UTILIZANDO-SE IMAGENS DE SATÉLITE DE MÉDIA RESOLUÇÃO ESPACIAL EXÉRCITO BRASILEIRO DIRETORIA DE SERVIÇO GEOGRÁFICO METODOLOGIA DE ATUALIZAÇÃO DE CARTAS TOPOGRÁFICAS UTILIZANDO-SE IMAGENS DE SATÉLITE DE MÉDIA RESOLUÇÃO ESPACIAL CAP QEM/CART ANTONIO HENRIQUE CORREIA

Leia mais

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA Cláudia Santos Silva (1), Américo Iorio Ciociola Júnor (2), José Mauro Valente Paes (2),

Leia mais

ÁREA: TURISMO AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO FLUXO DE TURISTAS PARA A ILHA GRANDE EM ANGRA DOS REIS - RJ

ÁREA: TURISMO AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO FLUXO DE TURISTAS PARA A ILHA GRANDE EM ANGRA DOS REIS - RJ ÁREA: TURISMO AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO FLUXO DE TURISTAS PARA A ILHA GRANDE EM ANGRA DOS REIS - RJ LOPES JÚNIOR, Wilson Martins 1 FONSECA, Tiago Boruchovitch 2 Introdução O presente projeto de pesquisa

Leia mais

A ARTE DA EAD NA BAHIA

A ARTE DA EAD NA BAHIA 1 A ARTE DA EAD NA BAHIA (11/2006) Jaqueline Souza de Oliveira Valladares Faculdade Dois de Julho Salvador Bahia Brasil jaquelinevalladares@yahoo.com.br GT2 EAD e mediação pedagógica Resumo: O presente

Leia mais

IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL

IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL Carolinne Isabella Dias Gomes (1) Possui Bacharelado e Licenciatura

Leia mais

BANCO DE DADOS. Vinícius Pádua

BANCO DE DADOS. Vinícius Pádua BANCO DE DADOS O que é Banco de Dados? Introdução Para que serve um arquivo? Salvar, atualizar, recuperar,... Aplicativos e Arquivos Utilizam para salvar os dados mesmo após o programa fechar Estrutura

Leia mais

OS FUSOS HORÁRIOS E AS ZONAS CLIMÁTICAS DO PLANETA!

OS FUSOS HORÁRIOS E AS ZONAS CLIMÁTICAS DO PLANETA! OS FUSOS HORÁRIOS E AS ZONAS CLIMÁTICAS DO PLANETA! O QUE É FUSO HORÁRIO? A metodologia utilizada para essa divisão partiu do princípio de que são gastos, aproximadamente, 24 horas paraqueaterrarealizeomovimentoderotação,ouseja,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA DA EDIFICAÇÃO EM FUNÇÃO DOS MATERIAIS DE FACHADA - ESTUDO DE CASO NO RIO DE JANEIRO

AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA DA EDIFICAÇÃO EM FUNÇÃO DOS MATERIAIS DE FACHADA - ESTUDO DE CASO NO RIO DE JANEIRO AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ENERGIA DA EDIFICAÇÃO EM FUNÇÃO DOS MATERIAIS DE FACHADA - ESTUDO DE CASO NO RIO DE JANEIRO SOUZA, Cristina G. (1); GRIMME, Friedrich W. (2); LAAR, M. (3) (1) Arquiteta, M.Sc. em

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI)

EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI) 1 EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI) O Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Universidade Federal

Leia mais

3 - Bacias Hidrográficas

3 - Bacias Hidrográficas 3 - Bacias Hidrográficas A bacia hidrográfica é uma região definida topograficamente, drenada por um curso d água ou um sistema interconectado por cursos d água tal qual toda vazão efluente seja descarregada

Leia mais

Avaliação de desempenho de virtualizadores no envio e recebimento de pacotes em sistemas Linux

Avaliação de desempenho de virtualizadores no envio e recebimento de pacotes em sistemas Linux Universidade Federal de Pernambuco Graduação em Engenharia da Computação Centro de Informática 2015.1 Avaliação de desempenho de virtualizadores no envio e recebimento de pacotes em sistemas Linux Proposta

Leia mais

Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (INFRAERO), dbsantos@infraero.gov.br

Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (INFRAERO), dbsantos@infraero.gov.br ANÁLISE ESTATÍSTICA DA PREVISIBILIDADE DOS ÍNDICES TERMODINÂMICOS NO PERÍODO CHUVOSO DE 2009, PARA AEROPORTO INTERNACIONAL DE SALVADOR/BA Deydila Michele Bonfim dos Santos 1 Carlos Alberto Ferreira Gisler

Leia mais

Interpretação dos Registros de Auscultação das UHE s Ilha Solteira e Engenheiro Souza Dias (Jupiá)

Interpretação dos Registros de Auscultação das UHE s Ilha Solteira e Engenheiro Souza Dias (Jupiá) Interpretação dos Registros de Auscultação das UHE s Ilha Solteira e Engenheiro Souza Dias (Jupiá) Jhaber Dahsan Yacoub Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Engenharia de

Leia mais

AEROSSÓIS: QUE PROPRIEDADES E CONDIÇÕES SÃO RELEVANTES PARA ATUAREM COMO NÚCLEOS DE CONDENSAÇÃO DE NUVENS? Theotonio Pauliquevis 1 e Paulo Artaxo 2

AEROSSÓIS: QUE PROPRIEDADES E CONDIÇÕES SÃO RELEVANTES PARA ATUAREM COMO NÚCLEOS DE CONDENSAÇÃO DE NUVENS? Theotonio Pauliquevis 1 e Paulo Artaxo 2 AEROSSÓIS: QUE PROPRIEDADES E CONDIÇÕES SÃO RELEVANTES PARA ATUAREM COMO NÚCLEOS DE CONDENSAÇÃO DE NUVENS? Theotonio Pauliquevis 1 e Paulo Artaxo 2 RESUMO: Neste estudo foi feita uma análise comparativa

Leia mais

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Larisse PEREIRA 1,2, ; André DuarteVIEIRA 1,3 ; Vanessa Daniella ASSIS 2 ; André Luís da Costa PAIVA 4 ; Rafael Bastos TEIXEIRA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE NO USO DO SISTEMA PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO DA Fase 1 (magistrados e servidores da Justiça do Trabalho) Secretaria de Tecnologia da Informação

Leia mais

6 Análise Numérica. 6.1. Geometria do Problema

6 Análise Numérica. 6.1. Geometria do Problema 6 Análise Numérica Este capítulo tem como objetivo apresentar os dados de entrada e as simulações numéricas realizadas com o auxílio do programa Vadose/W e GeoSlope/W, ambos contidos no pacote GEOSTUDIO

Leia mais

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB)

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) F. D. A. Lima 1, C. H. C. da Silva 2, J. R. Bezerra³, I. J. M. Moura 4, D. F. dos Santos 4, F. G. M. Pinheiro 5, C.

Leia mais

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) Algoritmos II Professor: Alex Kutzke (alexk@dainf.ct.utfpr.edu.br) Especificação do Primeiro Trabalho Prático

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PROCESSO COM SOBRESTAMENTO DETERMINADO PELO DESPACHO SERES/MEC Nº 97/015, DE /1/015, PUBLICADO NO DOU DE 3/1/015, SEÇÃO 1, PÁG. 70. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação

Leia mais

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O comércio sempre foi considerado como porta de entrada para o mercado de trabalho sendo, assim, um dos principais setores econômicos em termos de absorção da população

Leia mais

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ

EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ EMPREGO DE MODELAGEM NUMÉRICA PARA ESTIMATIVA DE RADIAÇÃO SOLAR NO ESTADO DO CEARÁ Francisco José Lopes de Lima 1,2, Fernando Ramos Martins 1, Jerfferson Souza, 1 Enio Bueno Pereira 1 1 Instituto Nacional

Leia mais

REDD NO BRASIL UM ENFOQUE AMAZÔNICO PARTE 1: EMISSÕES POR DESMATAMENTO TROPICAL E O PAPEL

REDD NO BRASIL UM ENFOQUE AMAZÔNICO PARTE 1: EMISSÕES POR DESMATAMENTO TROPICAL E O PAPEL REDD NO BRASIL UM ENFOQUE AMAZÔNICO PARTE 1: EMISSÕES POR DESMATAMENTO TROPICAL E O PAPEL DA AMAZÔNIA BRASILEIRA Grupo de Estudo em REDD Amapá Jaqueline Homobono EMISSÕES POR DESMATAMENTO TROPICAL E O

Leia mais

DEMONSTRATIVO DAS APLICAÇÕES E INVESTIMENTOS DOS RECURSOS

DEMONSTRATIVO DAS APLICAÇÕES E INVESTIMENTOS DOS RECURSOS DEMONSTRATIVO DAS APLICAÇÕES E INVESTIMENTOS DOS RECURSOS 1. ENTE Nome: Endereço: Bairro: Telefone: Governo do Estado do Amazonas / AM AVENIDA BRASIL S/N COMPENSA (092) 2121-1641 Fax: (092) 2121-1809 CNPJ:

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA MICROFÍSICA DAS NUVENS SOBRE A AMAZÔNIA BRASILEIRA EM REGIÕES DE PASTO E FLORESTA SIMULADAS COM O MODELO RAMS

CARACTERIZAÇÃO DA MICROFÍSICA DAS NUVENS SOBRE A AMAZÔNIA BRASILEIRA EM REGIÕES DE PASTO E FLORESTA SIMULADAS COM O MODELO RAMS CARACTERIZAÇÃO DA MICROFÍSICA DAS NUVENS SOBRE A AMAZÔNIA BRASILEIRA EM REGIÕES DE PASTO E FLORESTA SIMULADAS COM O MODELO RAMS ANTONIO CARLOS SANTANA DOS SANTOS 1, 2, JOSÉ CARLOS PARENTE DE OLIVEIRA 3,

Leia mais

CHAMADA MCT / FINEP ENERGIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM TECNOLOGIA INOVADORA NA ÁREA DE

CHAMADA MCT / FINEP ENERGIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM TECNOLOGIA INOVADORA NA ÁREA DE CHAMADA MCT / FINEP Ministério da Ciência e Tecnologia / Financiadora de Estudos e Projetos IDENTIFICAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS COM TECNOLOGIA INOVADORA NA ÁREA DE ENERGIA O Ministério da Ciência e Tecnologia

Leia mais

Módulo 6: Desenho Industrial

Módulo 6: Desenho Industrial Nota: Este módulo requer cerca de 2 horas de estudo. Você encontrará espaços convenientes para fazer os intervalos de estudo após cada seção principal. Módulo 6: Desenho Industrial Objetivos Ao final deste

Leia mais

Coordenador: Prof. Dr. Paolo Alfredini Professor Livre-Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e-mail: alfredin@usp.

Coordenador: Prof. Dr. Paolo Alfredini Professor Livre-Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e-mail: alfredin@usp. DIAGNÓSTICO SOBRE OS EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR DECORRENTE DO AQUECIMENTO GLOBAL DA ATMOSFERA NOS ECOSSISTEMAS COSTEIROS BRASILEIROS SUB-REGIÃO DO LITORAL DAS REGIÕES SUDESTE E SUL ESTUDO DE CASO

Leia mais

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Camila Gomes de Souza Andrade 1 Denise Nunes Viola 2 Alexandro Teles de Oliveira 2 Florisneide

Leia mais

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014

ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 ESTUDO TÉCNICO N.º 12/2014 Principais resultados da PNAD 2013 potencialmente relacionados às ações e programas do MDS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA DE AVALIAÇÃO E GESTÃO

Leia mais

FORMA DE AVALIAÇÃO: 27/08/2013. Carga Horária : 60 horas Dias: Terça e Quinta Horário: 13:30 15:30 13:30 15:30

FORMA DE AVALIAÇÃO: 27/08/2013. Carga Horária : 60 horas Dias: Terça e Quinta Horário: 13:30 15:30 13:30 15:30 www.dcc.ufpr.br Carga Horária : 60 horas Dias: Terça e Quinta Horário: 13:30 15:30 13:30 15:30 2 Professora: Helena Fernanda Graf sala PF15 Com 20 minutos de intervalo conforme necessidade (no meio, no

Leia mais

RELATÓRIO SIMPLIFICADO FINAL PSICOLOGIA GENÉTICA DE JEAN PIAGET 2ª UNIDADE. Instrução Geral ao Relatório:

RELATÓRIO SIMPLIFICADO FINAL PSICOLOGIA GENÉTICA DE JEAN PIAGET 2ª UNIDADE. Instrução Geral ao Relatório: 1 RELATÓRIO SIMPLIFICADO FINAL PSICOLOGIA GENÉTICA DE JEAN PIAGET 2ª UNIDADE Prof. Dr. Alexsandro Medeiros do Nascimento Pós-Graduação em Psicologia Cognitiva Departamento de Psicologia - UFPE Instrução

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL

AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL AVALIAÇÃO DE UM TANQUE DE DECANTAÇÃO DE SÓLIDOS UTILIZANDO FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL E. F. S. PEREIRA e L. M. N de Gois Universidade Federal da Bahia, Escola Politécnica, Departamento de Engenharia

Leia mais

Projeto Nascentes Urbanas. MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida

Projeto Nascentes Urbanas. MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida Projeto Nascentes Urbanas MÓDULO BÁSICO Autora : Deise Nascimento Proponente: OSCIP Instituto Árvore da Vida O projeto Nascentes Urbanas conjuga ações de recuperação e preservação ambiental, abrange o

Leia mais

Venha viver a emoção de nadar, pedalar e correr num cenário paradisíaco e desafiador: o Recreio dos Bandeirantes.

Venha viver a emoção de nadar, pedalar e correr num cenário paradisíaco e desafiador: o Recreio dos Bandeirantes. O Rio Triathlon A Tri Fitness, sob a supervisão da Federação de Triathlon do Estado do Rio de Janeiro, traz para a Cidade Maravilhosa e Olímpica o projeto Rio Triathlon. Venha viver a emoção de nadar,

Leia mais

Educação Financeira no Brasil - abertura

Educação Financeira no Brasil - abertura Educação Financeira no Brasil - abertura Investimentos Fevereiro 2014 Pesquisa do SPC Brasil traça perfil dos brasileiros em relação a investimento; maioria prefere consumir a poupar. O brasileiro não

Leia mais

MATERIAIS E METODOLOGIA

MATERIAIS E METODOLOGIA QUANTIFICAÇÃO DA PRECIPITAÇÃO E A RELAÇÃO COM A PRESSÃO ATMOSFÉRICA EM UMA ÁREA DE CULTIVO DE MANGA NO MUNICÍPIO DE CUIARANA-PA SILVA, F. M. 1 ; TORRES, C.S.C. 2 ; SOUSA, A. M. L. 3 ; NUNES, H. G. G. C.

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM PRAIAS ESTUARINAS

AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM PRAIAS ESTUARINAS AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE BALNEABILIDADE EM ESTUARINAS Bianca Coelho Machado Curso de Engenharia Sanitária, Departamento de Hidráulica e Saneamento, Centro Tecnológico, Universidade Federal do Pará.

Leia mais

1.8. Correspondência eletrônica dirigida ao Polo 46 do MNPEF deve ser endereçada a: aclm@df.ufpe.br, mnpef.caa@ufpe.br

1.8. Correspondência eletrônica dirigida ao Polo 46 do MNPEF deve ser endereçada a: aclm@df.ufpe.br, mnpef.caa@ufpe.br Universidade Federal de Pernambuco Centro acadêmico do Agreste Núcleo Interdisciplinar de Ciências Exatas e Inovação Tecnológica Programa de Pós-Graduação em Ensino de Física [POLO 46 UFPE/CARUARU] EDITAL

Leia mais

Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A

Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A 2003. Magali Simoni Azevedo 1 Resumo O estudo sobre o preço internacional e a produção de soja no Brasil de 1995 a 2003 teve como objetivo

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

Perguntas frequentes graduação sanduíche Ciência sem Fronteiras

Perguntas frequentes graduação sanduíche Ciência sem Fronteiras Perguntas frequentes graduação sanduíche Ciência sem Fronteiras Como fico sabendo se minha universidade assinou Entre em contato com o departamento responsável o acordo de adesão? pela graduação, ou órgão

Leia mais

VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO

VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO VALIDAÇÃO DE UM MODELO DE DIMENSIONAMENTO DE WETLANDS DE MACRÓFITAS AÉREAS PARA SEPARAÇÃO ÁGUA-ÓLEO L.A. NASCIMENTO 1 ; A. E. de MOURA 1 ; L.A. SARUBBO 2 ; V. A. dos SANTOS 2. 1 CGTI - Centro de Gestão

Leia mais

A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ

A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ 1 A PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA EM 1 MOLAR DE CRIANÇAS DE 6 A 12 ANOS: uma abordagem no Novo Jockey, Campos dos Goytacazes, RJ Luciano Bárbara dos Santos 1 1 Cirurgião-dentista, aluno do curso de pós-graduação

Leia mais

Processo de Recolha de Dados para cálculo de licenças de emissão gratuitas 2013-2020. DACAR-DPAAC, Maio de 2011, Amadora

Processo de Recolha de Dados para cálculo de licenças de emissão gratuitas 2013-2020. DACAR-DPAAC, Maio de 2011, Amadora Processo de Recolha de Dados para cálculo de licenças de emissão gratuitas 2013-2020 DACAR-DPAAC, Maio de 2011, Amadora Formulário Recolha de Dados - Notas Situações particulares, no que se refere ao Formulário,

Leia mais

Responsabilidade Social e Ambiental: Reação do Mercado de Ações Brasileiras

Responsabilidade Social e Ambiental: Reação do Mercado de Ações Brasileiras Tatiana Botelho Responsabilidade Social e Ambiental: Reação do Mercado de Ações Brasileiras Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre pelo Programa

Leia mais

Modelagem simultânea do óptico e raios X de CP Tuc

Modelagem simultânea do óptico e raios X de CP Tuc Modelagem simultânea do óptico e raios X de CP Tuc Karleyne M. G. Silva C. V. Rodrigues (Orientadora), J. E. R. Costa, C. A. de Souza, D. Cieslinski e G. R. Hickel Resumo Polares são uma subclasse de variáveis

Leia mais

Estudos. População e Demografia

Estudos. População e Demografia População e Demografia Prof. Dr. Rudinei Toneto Jr. Guilherme Byrro Lopes Rafael Lima O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 1991, divulga anualmente uma base com a população dos

Leia mais

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura

BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura António Firmino da Costa Elsa Pegado Patrícia Ávila CIES-ISCTE 2008 BARÓMETRO DE OPINIÃO PÚBLICA: Atitudes

Leia mais

Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA.

Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA. Validação das observações feitas com o pluviômetro de garrafa PET na cidade de Belém-PA. Silvia Letícia Alves Garcêz¹, Maria Aurora Santos da Mota². ¹Estudante de Graduação da Universidade Federal do Pará,

Leia mais

APRESENTAÇÃO TRABALHOS ACADÊMICOS SEGUNDO A NBR 14724

APRESENTAÇÃO TRABALHOS ACADÊMICOS SEGUNDO A NBR 14724 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS SEGUNDO A NBR 14724 ESTRUTURA Tabela 1 Elementos OBRIGATÓRIO OPCIONAL ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa Folha de rosto Folha de aprovação Resumo na língua vernácula Resumo

Leia mais

INTRODUÇÃO: MATERIAL E MÉTODOS:

INTRODUÇÃO: MATERIAL E MÉTODOS: MODELAGEM DO POTENCIA EÓLICO DO NORDESTE BRASILEIRO SOB CONDIÇÕES ATUAIS E DE AQUECIMENTO GLOBAL BRUNO LOPES DE FARIA 1 FLAVIO JUSTINO 2 LUANE INES B. MONTEIRO 2 MARCIO ARÊDES 4 1 Aluno de mestrado meteorologia

Leia mais

Consumo como alcance da felicidade Julho/2015

Consumo como alcance da felicidade Julho/2015 Consumo como alcance da felicidade Julho/2015 Seis em cada dez consumidores consideram-se felizes O estudo O consumo como alcance da felicidade, conduzido pelo SPC Brasil e Meu Bolso feliz, busca compreender

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PMSB PRODUTO IX METODOLOGIA PARA CRIAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA AUXÍLIO À TOMADA DE DECISÃO

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PMSB PRODUTO IX METODOLOGIA PARA CRIAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA AUXÍLIO À TOMADA DE DECISÃO PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO PMSB PRODUTO IX METODOLOGIA PARA CRIAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES PARA AUXÍLIO À TOMADA DE DECISÃO Terra Estudos e Projetos Ambientais 11ª Avenida, nº 686 Setor Universitário

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de outubro de 2013

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de outubro de 2013 Nota de Informação Estatística Lisboa, 1 de outubro de 13 Novas estatísticas das não financeiras da Central de Balanços O Banco de Portugal passa a divulgar no Boletim Estatístico (secção A.19 e Capítulo

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS

INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS Estão asseguradas as vagas dos 184 secretários municipais de saúde do Estado do Ceará, sendo necessário efetuar sua inscrição on-line no site do congresso. Havendo

Leia mais

Mapeamento Costeiro. Métodos e técnicas para configurar espacialmente feições costeiras para interpretações geológicas e geomorfológicas

Mapeamento Costeiro. Métodos e técnicas para configurar espacialmente feições costeiras para interpretações geológicas e geomorfológicas Mapeamento Costeiro Métodos e técnicas para configurar espacialmente feições costeiras para interpretações geológicas e geomorfológicas Gilberto Pessanha Ribeiro 1,2 1 Universidade do Estado do Rio de

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 1 ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA ORIENTAÇÕES GERAIS Cada aluno deve elaborar seu relatório, mesmo que o trabalho esteja sendo desenvolvido em grupo. Os relatórios devem

Leia mais

A APLICABILIDADE DO CONCEITO DE CLUSTERS PARA A

A APLICABILIDADE DO CONCEITO DE CLUSTERS PARA A A APLICABILIDADE DO CONCEITO DE CLUSTERS PARA A GOVERNANÇA DO TURISMO EM SALVADOR UM ESTUDO SOBRE A PERSPECTIVA DOS RESIDENTES 1 CAROLINA DE ANDRADE SPINOLA 2 FERNANDA MENESES DE MIRANDA CASTRO 3 JORGE

Leia mais

Bem-estar, desigualdade e pobreza

Bem-estar, desigualdade e pobreza 97 Rafael Guerreiro Osório Desigualdade e Pobreza Bem-estar, desigualdade e pobreza em 12 países da América Latina Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, México, Paraguai, Peru,

Leia mais

Estudo da influência de superfícies urbanizadas no saldo de radiação local

Estudo da influência de superfícies urbanizadas no saldo de radiação local Estudo da influência de superfícies urbanizadas no saldo de radiação local Taciana L. Araujo 1, Fabiane R. C. Dantas 2, Soetânia O. Santos 2, Herika P. Rodrigues 2, Enio P. Souza 3 1 Departamento de Engenharia

Leia mais

SUBGERÊNCIA DE GESTÃO DE DESEMPENHO

SUBGERÊNCIA DE GESTÃO DE DESEMPENHO GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS GDP SUBGERÊNCIA DE GESTÃO DE DESEMPENHO REITOR Prof. Lourisvaldo Valentim da Silva VICE-REITORA Profa. Adriana dos Santos Marmori Lima PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2F

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2F CADERNO DE EXERCÍCIOS F Ensino Fundamental Matemática Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 1 Números inteiros (positivos e negativos) H9 Proporcionalidade H37 3 Média aritmética H50 4 Comprimento

Leia mais

CATEGORIA 2 INICIATIVAS DE INOVAÇÃO

CATEGORIA 2 INICIATIVAS DE INOVAÇÃO ESAF Escola de Administração Fazendária CATEGORIA 2 INICIATIVAS DE INOVAÇÃO Menção Honrosa 007I EDUARDO DE JESUS NOGUEIRA* 51 Anos PIRACICABA - SP SIRA - Sistema Integrado de Registros Aeroportuários *

Leia mais

Resumo. Abstract. 1. Introdução

Resumo. Abstract. 1. Introdução Contribuições da Região Amazônica e do Oceano Atlântico nas chuvas intensas de Janeiro de 2004 sobre a Região Nordeste do Brasil Raimundo Jaildo dos Anjos Instituto Nacional de Meteorologia raimundo.anjos@inmet.gov.br

Leia mais

ALTERAÇÕES NA SATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL A PARTIR DA INTERVENÇÃO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM UM PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR MULTIDISCIPLINAR.

ALTERAÇÕES NA SATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL A PARTIR DA INTERVENÇÃO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM UM PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR MULTIDISCIPLINAR. ALTERAÇÕES NA SATISFAÇÃO DA IMAGEM CORPORAL A PARTIR DA INTERVENÇÃO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL EM UM PROGRAMA DE REEDUCAÇÃO ALIMENTAR MULTIDISCIPLINAR. Gabriela Salim Xavier, André Luiz Moreno da Silva,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE EDITAL Nº. 05, DE 21 DE Junho DE 2016 PROCESSO SELETIVO O NTI da Universidade Federal de Sergipe comunica que estarão abertas inscrições para a seleção de estudantes para atuar como bolsistas do Programa

Leia mais

Naiara Hupfer 1,3 ; Lucas Vaz Peres 2,3 ; Damaris K. Pinheiro 3 ; Nelson Jorge Schuch 1 ; Neusa Maria Paes Lemes 4

Naiara Hupfer 1,3 ; Lucas Vaz Peres 2,3 ; Damaris K. Pinheiro 3 ; Nelson Jorge Schuch 1 ; Neusa Maria Paes Lemes 4 Comportamento da Radiação Ultravioleta em Decorrência do Efeito Secundário do Buraco de Ozônio Antártico sobre o Sul do Brasil no dia 29/09/2005 Naiara Hupfer 1,3 ; Lucas Vaz Peres 2,3 ; Damaris K. Pinheiro

Leia mais