ESTADO DO MARANHÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PINHEIRO

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1 PINHEIRO 2014 SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, TRABALHO, EMPREGO E TURISMO

2 Perfil Municipal PINHEIRO MICRORREGIÃO DA BAIXADA MARANHENSE PREFEITO MUNICIPAL DE PINHEIRO Filadelfo Mendes Neto VICE PREFEITO DE PINHEIRO Cesar Augusto de Lima Soares Pinheiro, 2014.

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 4 MARANHÃO DE INVESTIMENTOS... 5 CARACTERÍSTICAS GERAIS DE PINHEIRO... 8 POSIÇÃO E EXTENSÃO ASPECTOS DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS EDUCAÇÃO INFRAESTRUTURA ENERGIA ELÉTRICA FROTA DE VEÍCULOS ECONOMIA... 28

4 FINANÇAS MERCADO DE TRABALHO POTENCIAL ECONÔMICO TRABALHADORES DA INDÚSTRIA TURISMO PARQUE INDUSTRIAL LOGÍSTICA - MARANHÃO E PINHEIRO OUTROS ASPECTOS RELEVANTES REFERÊNCIAS... 51

5 PARQUE INDUSTRIAL... APRESENTAÇÃO OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES... REFERÊNCIAS...22 Esta publicação compreende o que chamamos de Perfil Municipal de Pinheiro. Em conjunto com o Guia do Investidor, trata-se dos primeiros instrumentos que envolvem as ações do Plano de Atração de Investimentos do município que visam particularmente a orientação dos agentes de fomento e dos investidores, assim como também buscam intensificar a promoção das potencialidades econômicas e incentivos aos investimentos, dentro das novas estratégias da administração municipal de Pinheiro para consolidar o município como polo de desenvolvimento regional. As novas diretrizes e ações da administração municipal dão-se em consonância e parceria com ações do governo do Estado do Maranhão, principalmente através da Secretaria do Desenvolvimento, Indústria e Comércio-SEDINC, com a implantação do novo e moderno Distrito Empresarial do município de Pinheiro. A finalidade deste instrumento é de principalmente disponibilizar informações sobre as condições e potencialidades do Município de Pinheiro para atrair novos investidores e motivar a expansão dos empreendimentos existentes, a fim de oportunizar um ritmo continuado de investimentos e de crescimento produtivo na região. Este caderno, em forma inicialmente eletrônica e via web, poderá ser acessado publicamente através do portal do governo municipal, na página Investe Pinheiro no endereço eletrônico Grande parte das informações disponibilizadas foram levantadas através de compilação secundária, em bancos de dados e sites do IBGE, IMESC e outras fontes reconhecidas pelo município. O conteúdo está distribuído principalmente dentro dos aspectos socioeconômicos, com maior ênfase em dados econômicos, dada a finalidade do mesmo. É importante destacar que muitas informações nesta publicação têm natureza dinâmica, devendo ser sistematicamente revisadas, principalmente em detrimento do ritmo de desenvolvimento socioeconômico empregado na região. 4

6 MARANHÃO DE INVESTIMENTOS FISIOGRAFIA O Estado do Maranhão consiste no encontro de vários ecossistemas: floresta equatorial, mata dos cocais, manguezais, campos, cerrados e dunas. O Maranhão caracteriza se como uma região de transição. Como base de sustentação para esses ecossistemas, a planície se estende do litoral ao centro e a partir daí começam os degraus da grande escada que desce do centro do Brasil o Planalto Central e que se ramifica no centro sul em três serras: Menina, Negra e Croeira, intercalando se com a Chapada das Mangabeiras pela depressão de Balsas. Esse conjunto tem suas serras representadas por morros testemunhos, cuestres e principalmente chapadas. As referidas serras são na realidade as últimas ramificações do Planalto Central do Brasil em direção Norte, ao mesmo tempo em que tem grande influência no conjunto hidrográfico, uma vez que é dali que saem 85% dos rios maranhenses que por sua vez, revelam um cenário de grande potencial hídrico do Estado. O conjunto fisiográfico manifesta se através da riqueza de fitoplâncton, especialmente no litoral, considerado um dos maiores berçários pesqueiros do país. Na planície fluvial os solos úmidos, em que pese a influência antrópica, representam um grande celeiro de grãos e tubérculos alimentícios ou estão cedendo espaço para a pecuária mecanizada que destruindo a mata e afastando os madeireiros espalha se nas regiões Tocantina, do Pindaré e do Mearim, enquanto do centro ao extremo sul o pastoreio bovino, com o contingente de vaqueiros e seus descendentes, possibilitou a presença da soja e do migrante de um sul (do Brasil) para outro sul (do Maranhão). Por último, o potencial turístico encerra o quadro fisiográfico do Maranhão. O litoral ocidental, identificado como Floresta dos Guarás, os Lençóis Maranhenses, a 5

7 Baixada Maranhense toponimizada como Campos Floridos, a cultura no Golfão (em São Luís), o planalto maranhense, denominado Chapada das Mesas e por fim, o folclore, a culinária, os hábitos e costumes em todo o Estado. Esses elementos doados pela natureza e trabalhados pelo homem formam o perfil do Maranhão e dão consistência para que o mesmo se projete no cenário social, econômico, cultural e político do país. Figura 1 - Distribuição Espacial de Empreendimento no Maranhão Fonte: SEDINC, Considerando, ainda, seus 300 mil Km² de território e sendo o segundo maior litoral do país, o Estado do Maranhão possui inúmeras potencialidades econômicas, particularmente em relação à agroindústria, indústria mineral e operações logísticas. O 6

8 posicionamento de seus portos em relação aos principais mercados mundiais, junto à disponibilidade de modais ferroviários e rodoviários integrados, o apresentam como um corredor natural de exportação e importação para as regiões Centro-Norte do País, incluindo-o entre as melhores alternativas para investimentos no Brasil. Para os próximos 10 anos, espera-se um significativo incremento no desenvolvimento socioeconômico do Estado, visto o processo de alavancagem promovido pelos grandes empreendimentos em curso, ou planejados, que já superam os R$ 120 bilhões. O Maranhão apresenta um cenário de grandes oportunidades para investidores nos segmentos do agronegócio, indústrias de base florestal, metalúrgica, siderúrgica, mineração, petróleo, gás, energia, logística e serviços. Condições naturais, como a vasta extensão territorial, localização estratégica, portos, ferrovias, recursos hídricos e energia elétrica são fatores que, somados à prática de uma política de atração, fazem do Maranhão um Estado ideal para receber empreendimentos dos mais diversos, voltados para os mercados nacional e internacional. O sistema ferroviário do Maranhão é composto pelas ferrovias: Carajás (EFC), Norte-Sul (FNS) e Transnordestina (TLSA). A FNS opera comercialmente no Maranhão entre as cidades de Estreito e Açailândia, onde se conecta à Estrada de Ferro Carajás (EFC), permitindo o acesso ao Porto do Itaqui, assim como a Transnordestina. O volume de cargas por ela transportado vem alcançando aumento expressivo, tendo em vista que o escoamento pelo modal representa uma redução no custo do frete em torno de 30% em relação ao praticado pelo rodoviário. As ferrovias são importantes modais de transporte, interligadas aos portos em São Luís, o que possibilita o escoamento da produção para os mercados nacionais e internacionais do Corredor Centro- Norte, formado principalmente pelos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, a mais nova e promissora fronteira agrícola do Brasil. Enfim, de acordo com o IBGE, o crescimento acumulado do Estado no período de 2002 a 2010 foi de 56%, ficando acima da média nacional e da Região Nordeste, com taxas de 37,1% e 42,7%, respectivamente. Estudos recentes da Tendência Consultoria Integrada mostram que existem boas perspectivas para o PIB do Maranhão nos próximos anos, incluindo taxas de 7

9 crescimento superiores a média nacional e Região Nordeste. CARACTERÍSTICAS GERAIS DE PINHEIRO SÍMBOLOS MUNICIPAIS Brasão O Brasão foi criado pelo professor Nelson de Jesus Nogueira, por meio da Lei Nº 748, de 30 de maio de 1986, na administração do prefeito Pedro de Sousa Lobato. 8

10 Bandeira Em 1973, a pedido do Prefeito Filadelfo Mendes Filho, foi realizada uma campanha junto aos estabelecimentos de ensino, a fim de obterem sugestões sobre o modelo da bandeira para o município. Entre os vários modelos, a Câmara Municipal escolheu o que foi apresentado pelo Colégio Pinheirense. No dia 04 de junho de 1973, o Prefeito enviou ao Legislativo Municipal o Projeto de Lei de Nº 472/1973, com a finalidade de criar a bandeira do município. Processo de Ocupação A região, antes habitada por índios, foi visitada pelo Capitão-Mor Inácio José Pinheiro, que procurava um novo local para criar seu gado e instalar uma fazenda. Ao se deparar com uma planície imensa que se desdobrava à sua direita e a mata espessa que havia ali, se instalou por volta de Logo após, outros fazendeiros vieram atrás, já que a experiência do Capitão-Mor de Alcântara era reconhecida por muitos. Na fazenda, além da criação de gado, os vaqueiros eram agricultores nas horas vagas e cultivam as roças próximas à mata e, essa produção servia para subsistência. Com o tempo, o lugar foi crescendo e se desenvolvendo muito rapidamente tornado-se povoado, mais conhecido como Lugar de Pinheiro. Os índios sentindo-se prejudicados com a instalação da fazenda reclamaram a posse das terras. O cacique da tribo procurou o comandante da Fortaleza de São Matias, tenente-coronel Antônio Joaquim de Sousa Brochado, em Alcântara. Após análise do então Governador da Capitania, o marechal Bernardo da Silveira Pinto Fonseca decretou pelo Oficio nº 85, de 16 de outubro de 1819, no qual reconhecia o direito dos índios sobre terras e, considerou o Capitão-Mor como intruso, 9

11 censurando-o por não ter solicitado a autorização do Governo para criar um povoado. No ano seguinte, em 1820, após os acontecimentos o Capitão-Mor faleceu. Fatos Históricos Um dos fatos históricos de Pinheiro foi à Provisão de 09 de agosto de 1826, assinada pelo Vigário-Geral da Diocese, a qual autorizou o benzimento da capela construída por João Barros e outros moradores, em 3 de janeiro de 1828, pelo padre Raimundo José de Assunção. Em 1833, o povoado obteve sua primeira escola pública, tendo como professor o Sr. José Custódio Alves Serrão. Em 1855, pelo Artigo 4º da Lei nº 370, de maio, os legisladores maranhenses elevaram Pinheiro à categoria de freguesia sob a invocação de Santa Inácio de Loiola. A freguesia elevada à categoria de vila, pela Lei Provincial n.º 439, de 03 de setembro de 1856, era o povoado que teve sua origem na fazenda de gado fundada pelo Capitão-Mor Inácio José Pinheiro, nos campos de Pericumã. Em 1862, foi instalada a primeira Câmara. O primeiro orçamento foi aprovado pela Assembleia Provincial Legislativa em 27 de julho de 1864, com uma receita orçada em 342$000 e uma despesa de 321$000. Em 1863, instalou-se a coletoria de rendas gerais e provinciais, para a qual foram nomeados: coletor - o alferes Antônio José de Sá Caldas, agente José Caetano de Sá e escrivão Raimundo Lusitano Ribeiro. No mesmo período, foi nomeado como subdelegado de polícia José Antônio Pereira de Lima. O primeiro Código de Postura Municipal foi sancionado pelo presidente Ambrósio Batista Cunha, por meio da Lei de N.o 649, de 26 de julho de O ano de 1865 foi propício para o desenvolvimento de Pinheiro e, alguns fatos foram significativos, a saber: escolheram os primeiros eleitores da paróquia, foi criado o serviço dos Correios e foi permitido formar um Batalhão da Guarda Nacional. Em 1870, foi criado o Cargo de Comissário Vacinador e, em 1874, a Comissão Censitária. Data da primeira grande guerra mundial ( ) o começo do desenvolvimento comercial de Pinheiro, mas o apogeu do desenvolvimento só veio a se manifestar no quinquênio de 1920 a 1924, com a exportação das amêndoas do coco 10

12 babaçu. O município de Pinheiro possuiu as seguintes denominações: Lugar de Pinheiro, Vila Nova de Pinheiro, Vila de Santo Inácio de Pinheiro e, atualmente, Pinheiro. cidade. Em 30 de maio de 1920, pela Lei n 911, Pinheiro foi elevada a categoria de POSIÇÃO E EXTENSÃO O Governo do Estado do Maranhão, com a Lei Complementar N. 108 de 21 de novembro de 2007, cria a nova regionalização com a divisão do Estado em 32 regiões de planejamento. A desconcentração da estrutura administrativa e a implementação do planejamento descentralizado tem como objetivo o desenvolvimento sustentável das regiões, por meio do fortalecimento dos municípios e da parceria com a sociedade civil organizada. As políticas públicas serão implementadas de forma mais efetiva e concreta, numa nova relação Estado-Território, voltadas para a valorização do potencial das regiões, para a redução das desigualdades e para a melhoria da qualidade de vida da população maranhense. As 32 regiões de planejamento ficaram assim distribuídas: 01 Região da Baixada Maranhense 02 Região das Chapadas das Mesas 03 Região da Ilha do Maranhão 04 Região da Pré Amazônia 05 Região das Serras 06 Região do Alpercatas 07 Região do Alto Munim 08 Região do Alto Turi 09 Região do Baixo Balsas 10 Região do Baixo Itapecuru 11 Região do Baixo Munim 11

13 12 Região do Baixo Turi 13 Região do Delta do Parnaíba 14 Região do Flores 15 Região do Gurupi 16 Região do Litoral Ocidental 17 Região do Mearim 18 Região do Médio Mearim 19 Região do Médio Parnaíba 20 Região do Pericumã 21 Região do Pindaré ESTADO DO MARANHÃO 22 Região do Sertão Maranhense 23 Região do Tocantins 24 Região dos Carajás 25 Região dos Cocais 26 Região dos Eixos Rodoferroviários 27 Região dos Gerais de Balsas 28 Região dos Guajajaras 29 Região dos Imigrantes 30 Região dos Lagos 31 Região dos Lençóis Maranhenses 32 Região dos Timbiras A Região do Pericumã é composta pelos municípios de Alcântara, Bequimão, Peri Mirim, Pinheiro, Pedro do Rosário, Presidente Sarney, Santa Helena, Turiaçu e Turilândia. Tabela 1- Municípios Limítrofes. Norte Santa Helena e Mirinzal Sul Pedro do Rosário e São Bento Oeste Presidente Sarney e Santa Helena Leste Bequimão, Peri Mirim e Palmeirândia Fonte: IMESC,

14 Tabela 2 - Informações Territoriais Área Densidade Demográfica Fonte: IBGE, IMESC, ,5 km² 54,29 hab./km² Características Ambientais A vegetação do município é formada, em grande parte, por gramíneas e juncos (Cyperus giganteus) presentes nos campos, que são utilizadas como pasto pelos criadores de gados durante o tempo de estiagem, além de outras palmáceas como a juçareira e o buritizeiro; nos tesos, estão presentes tipos arbóreos como as castanheiras (Bertholletia excelsa), as palmeiras de babaçu (Orbignia speciosa) e de outros vegetais. O clima é tropical úmido e dividido em dois períodos, o primeiro chuvoso de janeiro a junho e estiagem de julho a dezembro. Ambiente Físico O município se encontra localizado na Baixada Maranhense e tem como característica ser uma depressão em forma côncava de terras alagadas, que se estende por vários municípios da região. A formação geológica da área do município está baseada na Formação Itapecuru, descrevendo sua composição de arenitos avermelhados, médios e grossos, argiloso, pintalgados de caulim, com estratificação cruzada de grande porte e 13

15 estruturas de corte e preenchimento, e por formações superficiais de aluviões flúviomarinhos que datam do Quaternário, constituído por cascalho, areia e argilas inconsolidadas. Geomorfologicamente o município se encontra na Superfície Maranhense com Testemunho, área aplainada durante o ciclo Velhas. A configuração do relevo está dissecada em geometria tabulares e sub tabulares rebaixadas, com bordas em declive suave dando origem a mesas e colinas, apresentando-se com superfície plana e quase horizontal na topografia da baixada (Figura 2). Figura 2 - Área aplainada com algumas depressões alagadas. Fonte: IMESC, Na região, os solos predominantes são os gleissolos presentes nas áreas mal drenadas e alagadas às margens do rio Pericumã; os plintossolos representam aproximadamente 50% do território, são solos com restrição a percolação da água, imperfeitamente drenados, possui textura arenosa a média, raramente argilosa, tendo coloração escurecida pela matéria orgânica; os argissolos vermelhos amarelados têm como características solos bem drenados, presentes nas áreas mais elevadas da região, 14

16 como os tesos e latossolos amarelos, com característica de ser bem drenado com pouca fertilidade natural. O clima é tropical úmido e dividido em dois períodos, o primeiro chuvoso de janeiro a junho e estiagem de julho a dezembro. No período chuvoso, as inundações favorecem a fertilização do solo nas áreas alagadas que, durante a estiagem, possibilitam o urgimento de vegetação de gramíneas que servem para a alimentação do gado e a formação de lagos de pequena profundidade, com grande piscosidade. Ressalta-se que, durante o primeiro semestre do ano, devido o baixo grau de declividade dos rios e secção de vazão insuficiente à descarga hídrica, o volume d água aumenta consideravelmente, inundando áreas planas de baixa altitude conhecidas como campos inundáveis, interligando lagos e rios tornando-os um único corpo d água. A temperatura anual fica entre 26 C e um pouco mais de 37 C; a umidade relativa do ar está entre 79% e superior de 82% e, o índice pluviométrico anual varia entre a mm. A bacia do Pericumã ocupa praticamente todo o município e é composta pelo rio homônimo (Figura 3). Seus afluentes e subafluentes são: Sem Pindoba, Fonte, Italiano, Grande, do Meio, Imprensa, Serraria, do Caju, Estiva, Fortaleza, Pindoval, Ribeirão e Ribeirão Pacas, além dos riachos popularmente chamados de igarapés como: Urucurama, Santa Cruz, Estiva, Bate Boca, Corrimão, Amapá, Olaria, Mata-Fome, Mata- Pi, Salvador, Ipiranga, Grande, do Açude, Olho d Água, Providencia e Cachoeira. Em outras palavras, o município de Pinheiro apresenta excelência em recursos hídricos para investimento. Outros rios formam microbacias independentes - Uru, Vivo, Santo Antonio e Igarapés: do Cascudo, do Velho Bento e Quiririnzal. Compõe ainda o conjunto hídrico do município os lagos Tiririca e Novo. Os referidos lagos margeiam o Rio Pericumã e ao transbordar, no período das chuvas, se transformam em uma massa hídrica única. 15

17 Figura 3 - Trecho do Rio Pericumã ESTADO DO MARANHÃO Fonte: IMESC, A vegetação do município é formada, em grande parte, por gramíneas e juncos (Cyperus giganteus) presentes nos campos, que são utilizadas como pasto pelos criadores de gados durante o tempo de estiagem, além de outras palmáceas como a juçareira e o buritizeiro; nos tesos, estão presentes tipos arbóreos como as castanheiras (Bertholletia excelsa), as palmeiras de babaçu (Orbignia speciosa) e de outros vegetais (Figura 4). Figura 4 - Vegetação nos tesos. Fonte: IMESC,

18 Diante dessa importância ecolo gica, a A rea de Protec a o Ambiental (APA) da Baixada Maranhense foi criada em 1991 por meio de decreto estadual, tendo uma abrangência de ,6 ha. Compõe um complexo conjunto de ecossistemas terrestres e aqua ticos d e grande fragilidade ambiental.o municiṕio de Pinheiro, dada a sua condic a o como centro econômico e de foco de atrac a o dos principais investimentos comerciais, agrícolas e pecua rios na regia o da Baixada Maranhense, se configura como um ambiente privilegiado para a ana lise dos problemas ambientais decorrentes das atividades agrićolas sobre o bioma Ama zo nia no estado do Maranha o.o município possui todo o seu território inserido na APA, Baixada Maranhense Subárea do estuário Mearim- Pindaré e Baía de São Marcos. Espaço Urbano O espaço urbano de Pinheiro tem uma arquitetura mista de casarões antigos e casas de estilo contemporâneo. Existem cinco praças arborizadas e com calçamento, que são: Praça da Igreja Matriz, do Centenário, José Sarney (Figura 5), Elizabete Carvalho, Gonçalves Dias e São Benedito que são utilizadas nas manifestações culturais e para o lazer. A cidade possui aproximadamente 140 vias públicas entre ruas e travessas. Figura 5 - Praça José Sarney Fonte: IMESC,

19 Duas estradas estaduais passam pelo centro da cidade, a MA 106 que recebe o nome de Avenida Paulo Ramos e a MA 006, nomeada de Avenida Tarquínio Lopes (Figura 6). Figura 6 - Planta da Cidade Fonte:, Figura 7 - Avenida Tarquínio Lopes. Fonte: IMESC,

20 Espaço Rural O espaço rural de Pinheiro é composto de 182 localidades distribuídas em 78 povoados, 81 sítios, 14 fazendas, 5 projetos, 3 engenhos e uma vila. Povoados: Ave Maria, Bacabal, Barraca, Barro Preto, Bem Fica, Boa União, Boa Vista, Boca da Mata, Bom Viver, Buriti, Cabo de Ferro, Campo Novo, Campo Novo II, Carro Quebrado, Conceição, Cutindiba, Encantado, Enseada, Enseada Funda, Esperança, Experimenta, Espírito Santo, Fortaleza, Guaribal, Ilha de Fora, Jacaré, Juçara, Juçaral, Justina, Macapazinho, Madeira, Maranhão Novo, Montes Claros, Mundico, Nova Ponta Branca, Olho d'água, Outeirinho de Pedra, Pacas, Paraíso, Pedrinhas, Pedrinhas II, Peixoto, Pericumã, Pirina, Ponta Branca, Ponta de Santana, Ponta do Corral, Ponta do Lago, Pracinha, Porão do Amaral, Puraozinho, Queimada de João, Refúgio, Ribeirão de Baixo, Ribeirão de Cima, Ribeirão do Meio, Rio dos Peixes, Rio Preto, Santa Maria, Santa Rosa I, Santa Rosa II, Santa Sofia, Santa Vitória, Santo Antonio, São Caetano, São José, São Luís, São Paulo dos Lobatos, São Raimundo, Serro, Tabaréu, Taboqueiro, Tambor, Tingidor, Tiquireiro, Tracoa, Urucuzal e Vitória. Sítios: Açude, Açudinho, Águas Boas I, Águas Boas II, Alto do Braga, Andirobal, Andirobal dos Corujas, Angelim, Apertado, Pedras, Bacabalzinho, Bacuri, Bamburral, Banco de Areia, Boa Lembrança, Boi de Carro, Bom Jardim, Bom Jesus, Cafuso, Cajazeira, Campina do Rio Grande, Campo de Canoa, Campo Novo, Canarana, Carnaúba, Centrinho III, Coco, Estacon, Estrada Nova, Estrela, Fidel I, Fidel II, Flores, Forquilha, Gaturano, Guanabara, Ilha das Cotias, Ilha do Bom Jardim, Ilha do Paraná, Imprensa, Jacaré, Jacarezinho, Jenipapo, Lacral, Ladeira de Pedra, Macaco, Mãe Isabel, Mangueira, Matapi, Matias, Mizael, Morada Nova I, Morada Nova II, Mucunzal, Pacoa, Pampilhosa, Paraíso, Pau de Urubu, Paxiba, Pericumã dos Queiroz, Ponta Suja, Porãozinho, Rumo I, Rumo II, Santa Cruz, São Benedito, São Paulo, São Raimundo, São Roque, São Sebastião, Sapucáia, Segredo, Senado, Serraria, Sorocaba, Sudário, Tapera do Lago, Tijuca, Toca Búzio e Vitória. Fazendas: Água Azul, Cuba, Fazenda Nova, Imbiratuba, Marajó, Olho d'água, Paraguaçu, Rio Branco, Santa Anísia, Santa Cruz, São João, São Roque, Tubajara e Urucurana. 19

21 Projetos de assentamento: Apaga Fogo, Barros, Santana II, Santana dos Pretos e São Marcos. Engenhos: Caruma, Ponta da Capoeira e Santo Antônio. Vila: Vila João da Cruz. Utilização das Terras Quanto à utilização das terras, não foi possível fazer uma análise quantitativa dos estabelecimentos, haja vista desenvolvimento de várias atividades rurais, distribuídas em lavoura, pastagens de vários tipos e preservação de matas e/ou florestas, além de outras menos significativas. Sobre a área dos hectares, 44% foram destinadas para três tipos de lavouras, incluindo as áreas plantadas com forrageiras; as pastagens, nas suas diversas modalidades, ocuparam 31%, voltadas para a preservação ambiental matas e/ou florestas e sistemas agroflorestais estavam com 21%, outras atividades rurais ligadas indiretamente à pecuária, perfaziam 4%. Tabela 3 - Número de estabelecimentos agropecuários e áreas, segundo a utilização das terras Tipo de atividade Estabelecimentos (Unidades) Área (Hectares) Lavoura permanente Lavoura temporária Área plantada com forrageiras Pastagens naturais Pastagens plantadas degradadas Pastagens plantadas em boas condições Matas à preservação e/ou florestas (destinadas permanente ou reserva legal) Matas e/ou florestas (exclusive área de preservação permanente e as em sistemas Agroflorestais) Matas (florestas plantadas com e/ou Florestas essências florestais) Sistemas agroflorestais

22 Tanques, lagos, açudes e/ou área de águas públicas para exploração da aquicultura Construções, benfeitorias ou caminhos Terras (erodidas, desertificadas, degradadas salinizadas, etc.) Terras inaproveitáveis para agricultura ou pecuária (pântanos, areais, pedreiras, etc.) Total Fonte: IBGE, Condição do Produtor Sobre a condição do produtor, tanto o arrendamento como a parceria são contratos estabelecidos com o proprietário. Dos estabelecimentos, 35% estão registrados como do proprietário, mas ao considerar o raciocínio acima, os 15% do Arrendatário e os 2% dos parceiros devem ser adicionados aos estabelecimentos do proprietário, elevando também a sua participação quanto aos hectares, por conseguinte, dos hectares, pertencem ao proprietário 67%, esse percentual somado aos 19% dos arrendatários e, 5% dos parceiros, resultam em um percentual de 91% para o proprietário. O ocupante, isto é, aquele que utiliza terras devolutas ou cedidas pelos proprietários estava com 15% dos estabelecimentos e 9% dos hectares, enquanto que os produtores sem área corresponderam a 31% e, assentado sem titulação definitiva 2% dos estabelecimentos. Tabela 4 - Número de estabelecimentos agropecuários e área, segundo a condição do produtor Produtor Estabelecimentos (Unidades) Área (Hectares) Proprietário Assentado sem titulação definitiva Arrendatário Parceiro Ocupante Produtor sem área Total Fonte: IBGE,

23 Demografia Verificando os dados da tabela, observa-se que entre 2000 e 2010 a população total cresceu 13%. No que se refere à população/área percebe-se seguintes resultados, respectivamente: masculina 12%, feminino 14%, urbana 18%, rural 6%, portanto, o crescimento mais significativo foi à população feminina e a urbana. Analisando a participação da população em cada exercício, verifica-se que no ano 2000, a população masculina era de 49%, a feminina 51%, a urbana 56% e a rural 44%. Em 2010, os resultados foram: população masculina 49%, feminina 51%, urbana 59% e rural 41%. Em termos percentuais, a população masculina e a feminina apresentaram o mesmo resultado, enquanto que a população urbana aumentou 3% e a população rural diminuiu também 3%. O crescimento da população urbana está relacionado principalmente, ao de fato a cidade de Pinheiro ter uma razoável assistência à saúde, a educação além de ser o centro comercial mais desenvolvido da região. Não se deve descartar, no entanto, a influência, embora menor, dos dois campis universitários instalados e em funcionamento na sede municipal. De acordo com o IPEA (2010), o município situava-se na 17 posição no IDHM no Estado, com valor de 0,637. Tabela 5 - Distribuição da população residente e 2010 População Censo 2000 Censo 2010 Masculina Feminina Urbana Rural Absoluta Fonte: IBGE, 2000;

24 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS Tabela 6 - População residente segundo situação de domicilio e sexo 2010 População Total População residente urbana População residente rural Homens Mulheres Fonte: IBGE, Tabela 7 - Domicílios particulares permanentes, segundo formas de abastecimento de água e destino do lixo Domicílios particulares permanentes Domicílios particulares permanentes - abastecimento de água - rede geral Domicílios particulares permanentes - abastecimento de água - poço ou nascente na propriedade Domicílios particulares permanentes - destino do lixo coletados Domicílios particulares permanentes - destino do lixo -coletados por serviço de limpeza Domicílios particulares permanentes - destino do lixo - Queimado (na propriedade) Fonte: IBGE,

25 EDUCAÇÃO Tabela 8 - Indicadores de Educação. Escolas - ensino médio 17 Escolas com abastecimento de água da rede pública ou poço artesiano em 57,8 relação ao total de escolas (%) Escolas que possuem energia elétrica em relação ao total de escolas (%) 97,6 Matrícula - ensino médio Número de computadores para uso dos alunos em relação ao total de 1,8 matriculas (%) Funções docentes de toda a rede de ensino com formação superior (%) 45,6 Fontes: IBGE, IMESC, Em 2011, o município matriculou alunos distribuídos entre pré-escola, ensino fundamental e EJA, nos turnos matutino, vespertino e noturno. Os estabelecimentos de ensino estão distribuídos em 135 escolas municipais, sendo dezessete na área urbana e 118 na zona rural atendendo a pré-escola, ensino fundamental e EJA. O corpo docente é formado por professores, dos quais são efetivos e 498 contratados; desse total, possuem formação em magistério e 360 têm nível superior. O Estado matriculou no município alunos distribuídos entre o ensino fundamental, médio e EJA, nos três turnos. Os estabelecimentos de ensinos da rede estadual estão distribuídos em quinze escolas, sendo seis na zona urbana e nove na área RURAL. Funcionam hoje na sede do município três campi universitários: Universidade Federal do Maranhão - UFMA os cursos de: Filosofia, Enfermagem e Medicina; Universidade Estadual do Maranhão - UEMA os cursos de : Biologia e Tecnologia em Segurança do Trabalho e o Instituto Federal do Maranhão com o cursos técnicos em Administração, Meio Ambiente, Agronegócio, Marketing e Recursos Humanos. 24

26 INFRAESTRUTURA Tabela 9 - Modais de Transporte. Rodoviário Federal BR-308 (Transoceânica) com interligações para Capanema (PA), BR-135 para São Luís e estadual MA-006, MA-014 interligando a demais municípios da região. Ferroviário Pinheiro para Vitoria do Mearim, distância de aproximadamente 160 km da ferrovia Estrada de Ferro Carajás, conectada à Ferrovia Norte-Sul. Marítimo Via Porto do Itaqui, transporte marítimo para as principais regiões do Brasil e do Mundo. Aéreo Pinheiro está aproximadamente a 87 km de São Luís via Cujupe, acesso mais próximo ao Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado. Fonte: SEDINC, A cidade de Pinheiro fica, aproximadamente, a 350 km de distância da capital São Luís via continente, o trajeto é feito pela rodovia BR 135 até o município de Miranda do Norte, seguindo através da BR 222 até o município de Vitória do Mearim e tomando a MA 014 chega-se a cidade de Pinheiro. Além desse percurso, utiliza-se também o trajeto rodomarítimo, via ferryboat, que sai do Porto da Ponta da Madeira atravessa a baía de São Marcos sentindo Leste/Oeste e atraca no Porto do Cujupe no município de Alcântara, seguindo 78 km pelas rodovias MA 308 e MA 106. Algumas empresas de transporte intermunicipal fazem o trajeto da capital até o município utilizando ônibus e microônibus são elas: Sideral, ServPorto, Brisatur, Expresso Continental e Expresso Pinheirense, com linhas diretas para Brasília, Belém, São Paulo e outros Estados. 25

27 ENERGIA ELÉTRICA Tabela 10 - Consumo de Energia Elétrica Número de unidades residenciais de consumo de energia elétrica em relação 97,7 ao total de domicílio (%) Energia elétrica na iluminação pública para cada 1000 hab. (%) 61,60 Consumo anual de energia elétrica no setor da indústria (Mwh) 990 Consumo de energia no setor de serviços (Mwh) Fonte: IMESC, O fornecimento de água na área urbana é feito pela CAEMA, com captação de poços artesianos e do Rio Pericumã. Na área rural, o abastecimento é feito por poços artesianos administrados pelo município. Não há rede de coletora de esgoto área urbana e o esgotamento sanitário é feito através de fossas sépticas, construídas pelos moradores. Segundo o SIAB, em 2012, existiam fossas. A coleta de lixo é feita diariamente na sede, sendo depositado num lixão a céu aberto a alguns quilômetros da cidade. Encontra-se em a Escola Técnica Estadual, de tempo integral e voltada para o ensino médio. Açudes estão sendo construídos, por meio do Programa Água para Todos; sendo construído o Terminal Rodoviário da cidade e o Parque Empresarial de Pinheiro, 26

28 obras que vão revitalizar a cidade. Por fim, também foi autorizada a construção de um Parque Ambiental da Baixada Maranhense. Tabela 11- Indicadores de Serviços Básicos Emissoras de radiodifusão para cada 1000 hab. 0,06 Telefones fixos e móveis para cada 1000 hab. 69,73 Postos de estabelecimentos bancários para cada 1000 hab. 0,07 Estabelecimentos comerciais e de serviços para cada 1000 hab. 3,48 Fonte: IMESC, FROTA DE VEÍCULOS Tabela 12 - Frota de Veículos Automóvel - Tipo de Veículo Caminhão - Tipo de Veículo 440 Caminhão trator - Tipo de Veículo 34 Caminhonete - Tipo de Veículo 885 Camioneta - Tipo de Veículo 89 Micro-ônibus - Tipo de Veículo 26 Motocicleta - Tipo de Veículo Motoneta - Tipo de Veículo Ônibus - Tipo de Veículo 73 Trator de rodas - Tipo de Veículo 0 Utilitário - Tipo de Veículo 19 Outros - Tipo de Veículo 73 Total de Veículos Fonte: IBGE,

29 ECONOMIA Em 2010, o PIB de Pinheiro somou R$ 401,363 milhões, representando 0,89% do PIB Estadual e 13ª posição no ranking da produção do estado. O setor de serviços injetou R$ 297,286 milhões na economia municipal, o setor agropecuário somou R$ 38,076 milhões e o industrial R$ 34,805 milhões. O volume relacionado à cobrança de impostos totalizou R$ 31,196 milhões. A renda per capita, do município, alcançou R$ 292,88, levando Pinheiro a se situar na 31ª posição em comparação com os demais. Da mesma forma, o IDM (2010) fixou-se na 18ª posição, correspondendo a 0,458. As principais atividades econômicas estão ligadas ao setor primário dentre os quais, a agricultura que se divide em temporária e permanente; a primeira tem maior expressividade na economia, cujos produtos por ordem de importância na comercialização, são: mandioca, arroz, milho, cana-de-açúcar, feijão e melancia. 28

30 Tabela 13 - Lavoura Permanente Banana (cacho) - Quantidade produzida Banana (cacho) - Valor da produção Banana (cacho) - Área plantada Banana (cacho) - Rendimento médio Coco da baía - Quantidade produzida Coco da baía - Valor da produção Coco da baía - Área plantada Coco da baía - Rendimento médio Laranja - Quantidade produzida Laranja - Valor da produção Laranja - Área plantada Laranja - Rendimento médio 717 toneladas 501 mil reais 90 hectares quilogramas por hectare 158 mil frutos 67 mil reais 60 hectares frutos por hectare 9 toneladas 4 mil reais 4 hectares quilogramas por hectare Fonte: IBGE Lavoura Permanente, Tabela 14 - Lavoura Temporária Arroz (em casca) - Quantidade produzida Arroz (em casca) - Valor da produção Arroz (em casca) - Área plantada Arroz (em casca) - Rendimento médio Cana-de-açúcar - Quantidade produzida Cana-de-açúcar - Valor da produção Cana-de-açúcar - Área plantada Cana-de-açúcar - Rendimento médio Feijão - Quantidade produzida Feijão - Valor da produção Feijão - Área plantada toneladas mil reais hectares quilogramas por hectare 840 toneladas 201 mil reais 30 hectares quilogramas por hectare 142 toneladas 293 mil reais 232 hectares 29

31 Feijão - Rendimento médio Mandioca - Quantidade produzida Mandioca - Valor da produção Mandioca - Área plantada Mandioca - Rendimento médio Melancia - Quantidade produzida Melancia - Valor da produção Melancia - Área plantada Melancia - Rendimento médio Milho (em grão) - Quantidade produzida Milho (em grão) - Valor da produção Milho (em grão) - Área plantada Milho (em grão) - Rendimento médio quilogramas por hectare toneladas mil reais hectares quilogramas por hectare 362 toneladas 217 mil reais 20 hectares quilogramas por hectare 735 toneladas 345 mil reais 973 hectares 755 quilogramas por hectare Fonte: IBGE Lavoura Temporária 2012 De 2006 a 2011, a área plantada/colhida diminuiu 48%, a quantidade produzida 62% e o valor da produção 26%. O arroz e a mandioca são os principais produtos da lavoura temporária. Comparando os dois produtos, o arroz, entre 2006 e 2010 teve a área plantada/colhida diminuída em 37% e a mandioca diminuiu 51%. A quantidade produzida do arroz, nesse mesmo período, diminuiu 69% e a mandioca 64%. Quanto ao valor da produção, o arroz foi menor com 48% e a mandioca teve 26%. Outro produto que também apresentou menores índices, entre 2006 e 2010, foi o milho uma vez que da área plantada/colhida representou 30%, em quantidade produzida 58% e no valor da produção 45%. Os demais produtos menos importantes economicamente tiveram, no entanto, aumento em todos os itens: a cana-de-açúcar teve a área plantada/colhida aumentada 150%, a quantidade produzida em 322% e o valor da produção 1.240%. O feijão teve maiores percentuais com a área plantada/colhida com 30

32 87%, quantidade produzida 237% e valor da produção 478%. A melancia deixou de ser analisada, porque a sua produção somente foi informada em Em se tratando da participação dos produtos agrícolas no ano de 2006, e considerando os itens analisados, dos hectares de área plantada/colhida, o arroz participou com 43%, a mandioca com 42%, o milho com 14%, a cana-de-açúcar e o feijão menos de 1%; a quantidade produzida foi de toneladas, das quais o arroz participou com 17%, a mandioca 80%, o milho 2%, o feijão 1% e a cana-de-açúcar menos de 1%. Quanto ao valor da produção cujo total foi de R$ 9,690 milhões, o arroz arrecadou 28%, a mandioca 66%, o milho 6%, a cana-de-açúcar e o feijão menos de 1%. Para 2011, dos hectares de área plantada/colhida, o arroz participou com 32%, a mandioca com 43%, o milho com 20%, o feijão com 5%, a cana-de-açúcar e a melancia junto 1%. Com referência às toneladas produzidas, o resultado foi o arroz 14%, mandioca 75%, milho e cana-de-açúcar 4% cada, feijão 1% e melancia 2%. Dos R$ 7,171 milhões, correspondentes ao valor da produção, o arroz colaborou com 19%, a mandioca com 66%, o milho com 5%, a cana-de-açúcar com 3%, o feijão com 4% e a melancia com 3%. A análise procedida evidencia que o arroz e a mandioca são os produtos mais importantes e considerados como de subsistência. Particularmente os quantitativos da mandioca se referem ao tubérculo, enquanto a sua importância no mercado se expressa na farinha seu derivado principal. Vale ressaltar que, Pinheiro é o município que produz a melhor farinha d água (Biriba) de todo o Estado. Desataca-se, ainda, que a farinha d água é indispensável na dieta alimentar de todo maranhense. Os demais produtos, menos importantes na economia, são comercializados no próprio município, principalmente o milho que em grande parte é vendido verde. 31

33 Tabela 15 - Área plantada, área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura temporária. Área Plantada Área Colhida Quantidade Produzida Valor da Produção Produto (Hectares) (Hectares) (Toneladas) (Mil Reais) Arroz Cana-de-açúcar Feijão Mandioca Melancia Milho Total Fonte: IBGE, 2006; Embora a fruticultura seja bastante diversificada, seis produtos são considerados como relevantes na agricultura permanente. De 2006 a 2011, a área colhida reduziu 15%, a quantidade produzida 89% e o valor da produção 22%. Nos hectares colhidos, a banana e a castanha diminuíram 52% cada, enquanto que o limão e a manga cresceram 27% e 15%, respectivamente. Na quantidade produzida, a banana e a castanha de caju diminuíram 62% e 38%, respectivamente, o limão e a manga cresceram respectivamente 86% e 33%. Quanto ao valor da produção, a banana e a castanha de caju diminuíram 36% e 20%, o limão e a manga cresceram 486% e 78%, respectivamente. O coco-da-baía e a laranja não foram analisados por terem sidos informados apenas em Em 2006, o produto mais significativo foi a banana que ocupou 72% dos 250 hectares de área colhida; em seguida vem à castanha de caju com 11%, o limão com 9% e a manga 8%; quanto a quantidade, das toneladas produzidas, a banana foi a mais significativa com 97%, o limão 2%, a manga 1% e a castanha de caju foi menos de 1%. No que se refere ao valor da produção, que foi de R$ 816 mil, a banana participou com 97% e os demais produtos com 1% cada. Em 2011, surgiram mais dois produtos a laranja e o coco-da-baía, ambos em quantidades menores. A banana, no entanto, lidera em todos os itens; em área colhida, 32

34 cujo total foi de 219 hectares, participou com 41%, a castanha de caju com 6%, o limão com 13%, a manga com 11%, o coco-da-baía com 27% e a laranja com 2%. Em referência a quantidade produzida, das 807 toneladas (exceto o coco-da-baía que é informado em mil frutos), a banana participou com 89%, a castanha de caju e laranja com 1% cada, o limão com 6% e a manga com 3%. Dos R$ 633 mil do valor da produção, a banana representou 79%, a castanha de caju 1%, o limão com 6%, a manga com 2%, o coco-da-baía com 11% e a laranja com 1%. Pode ser observado que, em 2011, apesar de o coco-da-baía haver entrado para a produção apenas a partir desse ano, foi o segundo produto da agricultura permanente no município. O sindicato dos trabalhadores rurais tem registrado associados, que representam aproximadamente 30% dos trabalhadores no município. Tabela 16 - permanente. Área colhida, quantidade produzida e valor da produção da lavoura Produto Área Colhida (Hectares) Quantidade Produzida (Toneladas) Valor da Produção (Mil Reais) Banana Castanha de caju

35 Coco-da-baía (mil frutos) Laranja Limão Manga Total Fonte: IBGE, 2006; No que se refere a economia municipal, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatiśtica (IBGE, 2011), a a rea colhida dos principais produtos agropecuários caracteriza-se por lavouras tempora rias (arroz, a cana-de-açúcar, o feija o, a melancia e o milho) e lavouras permanentes (banana, castanha de caju, lima o e manga). Vale ressaltar que, a maior parte das lavouras permanentes e tempora rias e desenvolvida por agricultores familiares cuja produc a o esta voltada para suprir o autoconsumo e venda do excedente produzido. Pecuária Verifica-se que entre 2006 e 2011 a pecuária oferece mudanças. Houve aumento nos rebanhos, assim expressos: bovino 30%, bubalino 36%, ovino 9% e aves 12%. Diminuíram: equino 1%, asinino 6%, muar 5%, suíno 1%, caprino 7% e ovino 9%, exatamente aqueles que, exceto o suíno, tem papel secundário na pecuária do município, devido à importância econômica ser menor, uma vez que, os três primeiros eram utilizados como meio de transporte e atualmente substituídos por veículos motorizados. Os dois últimos são um caso à parte, o caprino, embora gradativamente vá ocupando mercado na alimentação em Pinheiro, a sua utilização ainda é bastante tímida, o ovino não tem utilidade especifica. Analisando a participação dos rebanhos em 2006, verifica-se que o bovino representou 16%, o equino 1%, o bubalino 2%, o suíno 16%, caprino 3%, as aves com 61% e asinino, muar e ovino juntos, somaram 1%. Para 2011, os resultados foram: bovino 19%, equino 1%, bubalino 3%, suíno 14%, caprino 3%, aves 60% e asinino, muar e ovinos 1%. 34

36 Tabela 17 - Efetivo dos Rebanhos. ESTADO DO MARANHÃO Rebanhos Número de cabeças (Unidades) Número de cabeças (Unidades) Bovino Bubalino Equino Asinino Muar Caprino Ovino Suíno Aves Total Fonte: IBGE, 2006; A produção de origem animal em 2011 restringiu-se a 890 mil litros de leite que renderam R$ milhões e a 89 mil dúzias de ovos de galinhas, que foram comercializados por R$ 355 mil. Extrativismo A única atividade extrativista do município é o vegetal. Referidos produtos têm a sua produção em toneladas, exceto a lenha que é em metros cúbicos. Os produtos calculados em toneladas perfizeram um total de 840, das quais, o carvão vegetal foi o mais significativo com 48% e a amêndoa do babaçu com 43%; os demais produtos menos significativos são: a juçara com 8%, a castanha de caju e a carnaúba com 1% cada. Quanto ao valor da produção, dos R$ milhões, incluindo a produção de lenha, a maior renda foi do carvão vegetal com 53%, a amêndoa do babaçu com 24%, a juçara com 12% a lenha com 9%, a castanha de caju e a carnaúba 1% cada. Aqui se faz uma advertência para a extração metros cúbicos da lenha, pela influência que tem no desmatamento no desequilíbrio ambiental, fato também de responsabilidade do carvão. Ambos, quando consumidos em grande escala, provocam o 35

37 acúmulo de cinzas que, carregadas pelas chuvas são depositadas nos rios e lagos provocando assoreamento. O ideal é aproveitar as cinzas, para substituir o cimento quando do reboco das casas, principalmente na área rural onde ela é mais abundante nas casas de farinha. Tabela 18 - Quantidade e valor da produção extrativista vegetal. Quantidade Produzida Valor da Produção Produto Toneladas Metros cúbicos (Mil Reais) Amêndoa babaçu Carnaúba 6-19 Carvão vegetal Castanha de caju 5-9 Juçara Lenha Total Fonte: IBGE, Pesca A pesca na região é feita no Rio Pericumã e nos lagos, há grande variedade de peixes. Os pescadores utilizam instrumentos tradicionais como: canoas ou botes, redes, cofo, espinhel, entre outros. As principais espécies são: traíra (Hoplias malabaricus), jeju (Hoplerythrinus unitaeniatus), acará (Geophagus brasiliensis), piaba (Axtianax spp), muçum (Syndranchus marmoratus) e outros. O Rio Pericumã percorre a maior parte do território, possuindo grande importância socioeconômica para a região, uma vez que parte do pescado comercializado nas feiras locais é proveniente desse rio e lagos. Além do pescado, o rio é utilizado para locomoção dos moradores para povoados ribeirinhos mais distantes, para tanto, se utilizam de pequenas embarcações (canoas) para o transporte de pessoas, mercadorias e produção. A colônia de pescadores tem pessoas sindicalizadas. A atual presidente é a vereadora Selma Maria Rodrigues Durans (Selma da Colônia), eleita em 27/01/

38 FINANÇAS Tabela 19 - Indicadores Econômicos Produto Interno Bruto PIB (R$ mil) PIB per capita (R$ 1,00) 4.616,60 Percentual de participação no PIB estadual (%) 0,79 Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes ICMS municipal Arrecadação de ICMS no setor da agropecuária (R$ mil) Arrecadação de ICMS no setor da indústria (R$ mil) Arrecadação de ICMS no setor de serviços (R$ mil) Fonte: IMESC, IBGE,

39 MERCADO DE TRABALHO Tabela 20 - Indicadores de Emprego Trabalhadores com ensino médio completo ou mais em relação ao total 81,86 Estoque de emprego formal em relação à população 5,09 Participação da Agropecuária no total de vínculos empregatícios 10 Participação da Indústria no total de vínculos empregatícios 142 Participação de Serviços no total de vínculos empregatícios 504 Participação do Comércio no total de vínculos empregatícios Participação da Administração Pública no total de vínculos empregatícios Salário Médio Mensal 920,73 Fonte: IMESC, Tabela 21 - Estrutura Empresarial. Número de empresas atuantes Empresas Indústria Empresas Comércio Empresas Serviços 763 unidades 8 unidades 226 unidades 10 unidades Fonte: IBGE - Estatísticas do Cadastro Central de Empresas, DATAVIVA.INFO,

40 Tabela 22 - Cargos com maior ocupação Professores de Nível Médio no Ens. Básico Vendedores Assistentes Administrativos Fonte: DATAVIVA.INFO, ESTADO DO MARANHÃO Participação de mercado (%) 26,30 Renda Mensal Média (R$) Total de Estabelecimentos 2 Participação de mercado (%) 12,04 Renda Mensal Média (R$) 831 Total de Estabelecimentos 177 Participação de mercado (%) 7,35 Renda Mensal Média (R$) Total de Estabelecimentos 85 A cidade possui inúmeros estabelecimentos comerciais distribuídos em atacado e varejo. O comércio varejista se destaca pela comercialização de produtos alimentícios, farmacêuticos, tecidos, confecções, eletrodomésticos, material de construção, eletrônico, entre outros. Os pequenos produtores da região comercializam no mercado municipal a produção hortifrutigranjeiro como: feijão, arroz, milho, mamão, banana, laranja e cupuaçu e outras espécies, além do pescado. POTENCIAL ECONÔMICO No município as atividades industriais são representadas por pequenas cerâmicas, beneficiamento de alimentos (leite, arroz e coco babaçu), pequenas metalúrgicas, padarias e casas de farinha na área rural. 39

41 TRABALHADORES DA INDÚSTRIA Trabalhadores da Indústria 1,34 17,33 33, ,33 22,67 Op. de Máquinas a Vapor Magarefes Tralhadores da Frabricação de Cerâmica Estrutural Padeiros e Confeiteiros Op. de Instalações de Esgoto Op. de Equipamentos de Pães, Massas e Doces Fonte: DATAVIVA.INFO, Tabela 23 - Atividades econômicas com maior destaque Renda Mensal Média (R$) 918 Comércio Atacadista Total de Empregados e Varejista Total de Estabelecimentos 226 Renda Mensal Média (R$) 965 Serviços Sociais e Total de Empregados 153 Saúde Total de Estabelecimentos 10 Renda Mensal Média (R$) 804 Indústria Total de Empregados 149 Total de Estabelecimentos 8 Fonte: DATAVIVA.INFO,

42 Tabela 24 - Atividades econômicas em crescimento Agropecuária Serviços Profissionais Téc. e Científicos Transporte e Armazenamento Fonte: DATAVIVA.INFO, Renda Mensal Média (R$) 571 Total de Empregados 11 Total de Estabelecimentos 4 Renda Mensal Média (R$) 685 Total de Empregados 13 Total de Estabelecimentos 7 Renda Mensal Média (R$) Total de Empregados 34 Total de Estabelecimentos 3 41

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