Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino...2. Ecossistema Vaginal...6. Vulvovaginites Kolpitrat Bula do Kolpitrat...

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2 Índice Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino...2 Sistema Reprodutor Feminino... 2 Ecossistema Vaginal...6 Fatores que Mantêm a Microflora Vaginal Normal... 6 Fatores que Podem Alterar a Microflora Vaginal Resumo Vulvovaginites...14 Principais Causas das Vulvovaginites Kolpitrat...18 Concorrência Bula do Kolpitrat

3 Capítulo 1 Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Sistema Reprodutor Feminino O conjunto de órgãos do Sistema Reprodutor Feminino (Figura 1A) tem como função principal a reprodução. Desta forma, todos os órgãos apresentam uma estreita relação anatômica e fisiológica, funcionando de maneira sincronizada e harmônica, a fim de permitir a realização dessa função. Além da reprodução, ele é responsável pela produção dos hormônios que determinam o desenvolvimento e a manutenção dos caracteres sexuais secundários femininos, assim como a atividade cíclica da função reprodutiva. Os órgãos genitais da mulher podem ser classificados em externos e internos. Figura 1A Sistema Reprodutor Feminino Bexiga Útero Ovário Uretra Cérvix Clitóris Vagina Pequenos lábios Grandes lábios Ânus Reto 2

4 Capítulo 1 Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Órgãos Genitais Externos ou Vulva Os órgãos genitais externos localizam-se anteriormente e logo abaixo do púbis, constituindo a parte visível do aparelho genital (Figura 1B). São eles: Monte de Vênus; Grandes e pequenos lábios; Vestíbulo da vagina [onde se abrem o orifício da vagina e o da uretra e os canais das glândulas de Skene (periuretrais) e de Bartholin (vaginais)]; Períneo. O conjunto dos órgãos genitais externos também é chamado de vulva. Figura 1B Órgãos Genitais Externos Clitóris Pequenos lábios Monte de Vênus Abertura da uretral Abertura do canal vaginal Grandes lábios Períneo Ânus 3

5 Capítulo 1 Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Órgãos Genitais Internos Os órgãos genitais internos são os ovários, as tubas uterinas, o útero e a vagina, todos localizados na cavidade formada pelos ossos da pelve (Figura 1C). Os ovários são órgãos pareados, com duas áreas distintas: a estroma (interna) e a cortical (externa), responsável pela produção de hormônios femininos (estrógenos e progesterona), de inibina e relaxina e pelo desenvolvimento dos folículos para produção de óvulos. As tubas uterinas, também chamadas de trompas de Falópio, transportam o óvulo liberado de um dos ovários até a cavidade do útero. A fecundação do óvulo pelo espermatozoide normalmente ocorre em seu terço superior. O útero é um órgão em formato de pêra no qual o óvulo fecundado se implanta para o desenvolvimento da gestação. Divide-se em segmentos (fundo, corpo, istmo e colo). O interior do corpo do útero é chamado de cavidade uterina. O colo (cérvix), parte inferior do útero, se localiza no fundo vaginal. Figura 1C Órgãos Genitais Internos Útero Tubas uterinas Ovário Fímbrias Colo uterino Vagina 4

6 Capítulo 1 Anatomia e Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino Num corte longitudinal nas paredes do útero, veremos camadas distintas: o perimétrio (camada externa serosa), o endométrio (camada interna que descama periodicamente = menstruação) e o miométrio (camada externa, composta por musculatura lisa) (Figua 1D). Figura 1D Miométrio e Endométrio As paredes do útero são espessas pela musculatura lisa do miométrio e se contraem para eliminação da menstruação e no trabalho de parto. Mensalmente, o endométrio se espessa por meio da proliferação das células e dos vasos sanguíneos, preparando-se para receber o óvulo fecundado. No entanto, não ocorrendo a fecundação, o endométrio sofre uma descamação que é eliminada na forma de hemorragia vaginal (menstruação). Vagina A vagina é um canal muscular cilíndrico que se estende do exterior do corpo ao colo do útero. Situa-se entre a bexiga urinária e o reto. Sua função é permitir a passagem do pênis na relação sexual; do feto, durante o parto; e do fluxo menstrual. Seu revestimento é chamado de mucosa vaginal e é constituído de células com glicogênio que se desenvolvem por estímulo hormonal e produzem ácidos orgânicos (acidez vaginal), um mecanismo de proteção contra as infecções (Figura 1E). Figura 1E Vagina Vagina 5

7 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Ecossistema Vaginal Fatores que Mantêm a Microflora Vaginal Normal Ao contrário da endocervix (parte interna do colo útero), que é recoberta por epitélio colunar e mais susceptível a infecção por microorganismos, a vagina é recoberta por um revestimento (epitélio escamoso estratificado) sem glândulas que promove proteção local contra infecção. Apesar de todos os progressos científicos, ainda não se conhecem todos os mecanismos que mantêm o estado normal da vagina. Entretanto, é possível identificar pelo menos três componentes: Conteúdo vaginal fisiológico; Acidez do meio vaginal; Flora comensal. Conteúdo Vaginal Fisiológico O conteúdo vaginal fisiológico na mulher em idade fértil é composto por: Secreções: vulvares, das glândulas de Bartholin e de Skene; Transudato do epitélio vaginal; Células descamadas do epitélio; Muco cervical; Fluidos do endométrio e das trompas. O componente celular tem origem na descamação vaginal. Análises bioquímicas mostram a presença de outras substâncias, tais como ácido lático, aminoácidos, carboidratos, ureia e eletrólitos, além de pequenas concentrações de ácidos graxos voláteis (acético, propanoico, metilpropanoico, butanoico). 6

8 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Acidez do Meio Vaginal A secreção vaginal é ácida (ph 3,8 4,5), branca ou incolor e sofre variações na composição com a idade e fases do ciclo menstrual, sendo importante para: Lubrificação durante o coito; Transporte dos espermatozoides; Defesa e proteção da vagina. A acidez vaginal está relacionada, principalmente, à quantidade de ácido lático, o qual representa o produto da degradação do glicogênio depositado nas células vaginais sob ação dos estrógenos. O depósito ocorre na camada intermediária; as superficiais, embora sensíveis ao hormônio, são pobres em glicogênio. Os lactobacilos ou bacilos de Döderlein, presentes na vagina, são os responsáveis pela acidificação. O muco cervical, também presente na vagina, apresenta um ph alcalino (em torno de 9) e normalmente é neutralizado pela acidez. No entanto, a produção excessiva ou a presença de alterações no colo do útero podem alterar este equilíbrio. Flora Comensal A flora comensal é constituída por ampla variedade de microorganismos endógenos que interagem entre si, com outros exógenos e com o epitélio vaginal. O ecossistema vaginal controla a própria microflora tanto qualitativa quanto quantitativamente e esta, por sua vez, regula o seu meio ambiente. A flora comensal, para ser mantida em equilíbrio, necessita de suporte nutricional, meio físico adequado (temperatura, ph 3,5 4,5, umidade e oxigenação) e, além disso, tem de sobreviver às substâncias bactericidas produzidas pela vagina e por outras bactérias e às oscilações nos níveis hormonais. Na microflora vaginal normal, os lactobacilos predominam após a puberdade. São bacilos gram-positivos, ácido-resistentes, imóveis, não formadores de esporos, anaeróbicos ou facultativos, responsáveis pela manutenção da acidez vaginal (ácido lático e acético). Descritos por Döderlein em 1894, eles são fundamentais na ação protetora contra a invasão de microorganismos externos e crescimento dos potencialmente patogênicos da microflora vaginal normal. Atualmente considera-se que a vagina, em condições normais, é colonizada por várias espécies de bactérias gram-positivas e negativas, anaeróbicas ou não, podendo ser encontradas muitas espécies que normalmente são patogênicas. Nas Figuras 2A, 2B e 2C poderemos observar alguns exemplos de Bactérias Aeróbicas e Anaeróbicas, e Fungos. 7

9 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Figura 2A Bactérias Aeróbicas Bacilos Gram-positivos (Lactobacillus spp) (Corynebacterium) Cocos Gram-positivo (Streptococcus agalactiae) (Staphylococcus epidermidis) (Aureus) Bacilos Gram-variáveis (Gardnerella vaginalis) (Escherichia coli) Bacilos Gram-negativos (Klebsiella sp) (Proteus sp) 8

10 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal (Eubacterium sp) Figura 2B Bactérias Anaeróbicas Bacilos Gram-positivos (Clostridium sp) (Propionibacterium sp) (Peptococcus sp) Cocos Gram-positivos (Peptostreptococcus sp) (Bacteroides sp e fragilis) Bacilos Gram-negativos (Fusobacterium sp) (Provotella sp) Micoplasma (Mycoplasma sp) (Ureaplasma sp) 9

11 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Figura 2C Fungos (Candida sp) (Torulopsis glabrata) Fatores que Podem Alterar a Microflora Vaginal Anatômicos (fístulas e prolapsos); Orgânicos: quantidade de glicogênio das células vaginais e secreções do trato genital (menstruação, loquiação produto originário principalmente da ferida placentária, descamação e sangue); Hormonais (idade, ciclo menstrual e gravidez); Traumáticos (partos e cirurgias); Metabólicos (diabetes, uremia e neoplasias); Externos (presença de corpos estranhos, como tampões, DIU, diafragma e cremes vaginais); Sexuais (coito, ejaculação); Farmacológicos (drogas imunossupressoras, anticoncepcionais e antibióticos); Físicos (radioterapia); Biológicos (aderência bacteriana às células vaginais). 10

12 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Modificações Vaginais na Vida da Mulher Os elementos envolvidos no ecossistema vaginal sofrem modificações nas diversas fases da vida da mulher, no ciclo menstrual e no ciclo gravídico-puerperal. Fases da Vida da Mulher Fases da Vida Estrogênio ph Lactobacilos Recém-nascida* +++ 5,0 6, dias ++ 4,0 5,0 ++ Infância + 7,0 7,5 + Menacma ,8 4, Gravidez ,5 4, Pós-menopausa + 6,0 + *ph com ação do líquido amniótico. Ciclo Menstrual O fluido vaginal sofre modificações durante as fases porque são dependentes dos níveis hormonais. O ph vaginal tende a ser elevado no período pré-menstrual e mais baixo após a menstruação, o que pode alterar a composição da microflora vaginal. Gravidez Ocorre aumento dos níveis de estrógenos circulantes e proliferação do epitélio vaginal e do depósito de glicogênio nas células; além disso, há um aumento no número de lactobacilos, que são mecanismos de proteção vaginal contra microorganismos virulentos. Esta acidificação, entretanto, cria condições favoráveis para a proliferação de fungos como a Candida sp. Estima-se que cerca de 40% das grávidas apresentam episódios de candidíase vaginal. 11

13 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Hábitos e Higiene na Mulher As mudanças nos hábitos e na higiene da mulher moderna estão entre os fatores relacionados ao aumento no número de quadros de vulvovaginites. Entre essas, encontram-se a higiene inadequada da vulva e as duchas vaginais, além de outros hábitos, como: o uso de absorvente íntimo interno por longos períodos, inclusive o diário, biquínis molhados, perfumes e desodorantes íntimos, atividade sexual intensa e traumática, substâncias irritantes e vestuário inadequado (calcinha de material sintético, meias-calças, shorts e calças apertadas). O uso de alguns medicamentos (antibióticos, imunossupressores e corticoesteroides) também pode causar desequilíbrio na microflora e o crescimento patológico de Candida spp. Uma pílula anticoncepcional que contenha estrogênio, com efeito dose-dependente, pode alterar o ph vaginal (acidificação) e com isso provocar uma alteração no conteúdo vaginal e, consequentemente, candidíase vulvovaginal. Figura 2A Hábitos e Higiene da Mulher Higiene Hábito Higiene inadequada da vulva Duchas vaginais Uso de absorvente íntimo interno por longos períodos Biquínis molhados Perfumes e desodorantes íntimos Atividade sexual intensa e traumática Substâncias irritantes e vestuário inadequado (calcinha de material sintético, meias-calças, shorts e calças apertadas) Uso de alguns medicamentos (antibióticos, imunossupressores e corticoesteroides) 12

14 Capítulo 2 Ecossistema Vaginal Resumo Os Principais Mecanismos de Proteção Vaginal são: Acidez vaginal (ph = 3,8 a 4,5). Condições locais (temperatura, oxigenação, umidade). Microorganismos comensais e seus metabólitos. Secreções bioativas (bactericinas) produzidas no trato genital. Imunidade local e sistêmica. Ecossistema Vaginal A acidez vaginal está relacionada, principalmente, à quantidade de ácido lático, o qual representa o produto da degradação do glicogênio depositado nas células vaginais sob ação dos estrógenos. O depósito ocorre na camada intermediária; as superficiais, embora sensíveis ao hormônio, são pobres em glicogênio. Os lactobacilos ou bacilos de Döderlein, presentes na vagina, são os responsáveis pela acidificação. Estrogênio Aumento das células vaginais Glicogênio Ação dos lactobacilos Secreção vaginal: ph 3,8-4,5 Ácido lático 13

15 Capítulo 3 Vulvovaginites Vulvovaginites Principais Causas das Vulvovaginites As vulvovaginites podem ser causadas por: Infecções bacterianas, fúngicas ou virais; Infestações por protozoários; Variações hormonais; Alergias; Traumas; Razões psicossomáticas. Figura 3A Vulvovaginite Vulvovaginite Sinais e Sintomas das Vulvovaginites Corrimento Vaginal O fluxo anormal de secreções da vagina é chamado de corrimento vaginal ou leucorreia. É um sintoma frequente nas vulvovaginites causadas por diversos agentes. Entre as infecciosas, mais frequentemente temos: 14

16 Capítulo 3 Vulvovaginites Vaginose Bacteriana ou Vaginite Inespecífica A vaginose bacteriana, anteriormente designada como vaginite inespecífica, caracteriza-se pela presença de mais de uma bactéria e por alteração da flora vaginal, com redução dos lactobacilos e proliferação patogênica de bactérias presentes na flora vaginal normal, como a Gardnerella vaginalis e bactérias anaeróbicas. Está presente em 35-50% das mulheres sexualmente ativas e estima-se que 80% apresentem episódios recorrentes (Tabela 3A). Tabela 3A Vaginose Bacteriana ou Vaginite Inespecífica Quadro Clínico Corrimento branco-acinzentado, de aspecto fluido, com odor fétido que piora com o ato sexual (contato com o sêmen) e durante a menstruação. Em geral, sem prurido e queimação. Diagnóstico Feito pela presença de três ou mais dos seguintes critérios: a. Corrimento característico; b. ph vaginal > 4,5; c. Odor fétido ( de peixe ) ao se adicionar hidróxido de potássio; d. Presença de clue cells (tipo de célula) no exame microscópico da secreção. e. Ausência de lactobacilos no exame microscópico da secreção. Tratamento Como recidivas são comuns, tratamentos prolongados são mais eficazes: Metronidazol oral e/ou vaginal (1ª opção). Clindamicina oral e/ou vaginal. Secnidazol oral. Tinidazol vaginal. Não confundir com vaginite bacteriana, bastante incomum, que apresenta sinais e sintomas inflamatórios, corrimento purulento e é causada por bactérias não comumente presentes na flora vaginal, como o Streptococcus do grupo B, Streptococcus alfa-hemolítico e Staphylococcus aureus. Frequentemente são causadas pela presença de corpos estranhos na vagina (papel higiênico, tampões), pela mucosa frágil em mulheres pós-menopáusicas ou após o parto. O tratamento inicial deve ser feito com antibióticos específicos contra as bactérias isoladas, além de eliminar os fatores desencadeantes. 15

17 Capítulo 3 Vulvovaginites Tricomoníase É causada pelo protozoário flagelado Trichomonas vaginalis, encontrado no trato geniturinário de ambos os sexos, com transmissão pelo contato sexual ou por objetos (toalhas ou superfícies molhadas). Período de incubação: 4 a 28 dias (Tabela 3B). Tabela 3B Tricomoníase Quadro Clínico Secreção amarelada abundante com bolhas e mau cheiro; pode ocorrer irritação e vermelhidão (eritema) vulvovaginal. O Trichomonas pode atingir a uretra de homens e mulheres, acentuando sintomas de disúria. Quadro Clínico Exame microscópico a fresco da secreção, identificandose o Trichomonas vaginalis. O ph vaginal está mais alcalino (> 5). O exame colposcópico pode encontrar o colo uterino com o aspecto tigroide. Tratamento Tratamento por via oral e/ou vaginal. Por ser de transmissão sexual, os parceiros devem obrigatoriamente ser tratados. Secnidazol por via oral. Metronidazol oral ou vaginal. Tinidazol oral ou vaginal (derivado azólico com atividade contra Trichomonas, Gardnerella vaginalis e bactérias anaeróbicas). Tioconazol vaginal (derivado azólico com atividade contra Trichomonas, Gardnerella vaginalis, bactérias anaeróbicas e Candida albicans). Candidíase Vulvovaginal Representa o tipo mais comum de vulvovaginite nos trópicos e o segundo nos EUA. Estima-se que 75% das mulheres apresentem pelo menos um episódio ao longo da vida e 40-50% terão um novo surto. Embora a Candida albicans continue sendo a espécie mais comum, cerca de 15% são causadas por outras espécies de Candida, que costumam ser mais resistentes aos tratamentos convencionais. São exemplos dessas espécies: Candida glabrata; Candida torulopsis; Candida tropicalis; Candida parapsilosis; Candida krusei; Candida guilhermondi. 16

18 Capítulo 3 Vulvovaginites A Candida sp é um fungo em forma de levedura que pode ser encontrado em equilíbrio com a microflora vaginal em 20-25% das mulheres normais e assintomáticas (Tabela 3C). Tabela 3C Candidíase Vulvovaginal Tratamento Tratamento Tratamento Tratamento Diabetes mellitus. As principais queixas são: Clínico e laboratorial Tratamento por via oral e/ou vaginal. Imunossupressão. prurido, secreção vaginal pelo exame microscópico Pode ser transmitida ao parceiro Alterações hormonais (gravidez, produtos com hormônios femininos). Antibióticos. Obesidade. DIU. branca em grumos sem odor, irritação, vermelhidão (eritema) e ardor local; sintomas que se intensificam à noite e antes da menstruação. Sintomas como disúria (dor ao urinar) e dispareunia (dor no ato sexual) também podem estar presentes. da secreção vaginal (visualização das leveduras) e eventual cultura. pela relação sexual, mas costuma ser facilmente eliminada, em especial se ele for circuncidado. Entre os medicamentos mais utilizados temos: Fluconazol, itraconazol ou cetoconazol por via oral. Miconazol, tioconazol, isoconazol, clotrimazol, terconazol ou fenticonazol vaginal. Nistatina vaginal. 17

19 Capítulo 4 Kolpitrat Kolpitrat Apresentação Creme vaginal que apresenta em sua formulação uma associação de agentes de ampla e comprovada eficácia contra infecções genitais. Figura 4A O Produto Composição Fazem parte da sua formulação o benzoilmetronidazol, um potente bactericida e tricomonicida de ação direta; a nistatina, um fungistático e fungicida contra todas as espécies de Candida; e o cloreto de benzalcônio, um germicida de amplo espectro, ativo contra microrganismos Gram-positivos e Gram-negativos. Pela composição e pelo amplo espectro de ação de seus componentes, Kolpitrat torna-se uma opção eficaz de tratamento de infecções genitais causadas por Trichomonas vaginalis, vaginose bacteriana e Candida albicans. 18

20 Capítulo 4 Kolpitrat Benzoilmetronidazol Possui as mesmas propriedades do metronidazol, um Figura 4A Estrutura Química do Metronidazol quimioterápico que pertence ao grupo de derivados dos 5-nitroimidazólicos, com propriedades bactericidas e antiprotozoárias, notadamente contra o Trichomonas vaginalis. Apresenta boa eficácia, fraca absorção por via vaginal, metabolização hepática e excreção renal. Nistatina É um antibiótico macrolídeo poliênico, com estrutura similar à da Figura 4B Estrutura Química da Nistatina anfotericina com ação fungistática e fungicida contra diversos fungos e leveduras. Praticamente não possui absorção pela pele e pela mucosa. Sua ação é local e se inicia após horas, sendo excretada pelo leite materno. Age ligando-se à membrana citoplasmática do fungo. HO OH OH O OH O OH OH OH OH O O OH O O HO OH NH 3 Cloreto Benzalcônio O cloreto de benzalcônio é um surfactante catiônico de amônio Figura 4C Estrutura Química do Cloreto de Benzalcônio quartenário com propriedades antissépticas e de rápido efeito no uso tópico. Apresenta ação prolongada e tem como provável mecanismo a inativação enzimática bacteriana. Como possui ação emulsificante e detergente, o cloreto de benzalcônio abaixa H 3 C CI - N + R CH 3 a tensão superficial, auxiliando no espalhamento do produto. Sua excreção no leite materno é desconhecida e sua ação abrange R = -C H...-C H um amplo espectro de bactérias, fungos e até protozoários. 19

21 Capítulo 4 Kolpitrat Concorrência Produtos Colpistatin Colpist MT Flagyl Nistatina Empresa Aché Arese Sanofi-aventis Imagem Composição benzoilmetronidazol 250 mg; benzoilmetronidazol 250 mg; metronidazol 500 mg; nistatina UI; nistatina UI; nistatina UI. cloreto de benzalcônio 5 mg. cloreto de benzalcônio 5 mg. Mecanismo de Metronidazol nitroimidazólico Metronidazol nitroimidazólico Metronidazol nitroimidazólico Ação bactericida e anti-protozoário bactericida e anti-protozoário bactericida e anti-protozoário (Trichomonas). Nistatina - (Trichomonas). Nistatina - (Trichomonas). Nistatina poliênico fungicida e fungistático. poliênico fungicida e fungistático. - poliênico fungicida e Cloreto Benzalcônio amônio Cloreto Benzalcônio amônio fungistático. quaternário anti-séptico. quaternário anti-séptico. Forma Creme vaginal 40 g + 10 Creme vaginal 40 g + 10 Creme vaginal 50 g + 1 ou 10 Farmacêutica e aplicadores descartáveis. aplicadores aplicadores descartáveis. Apresentações (descartáveis pré-envasados). Indicação Vulvovaginites causadas por Vulvovaginites causadas por Vulvovaginites causadas por Trichomonas vaginalis, Candida Trichomonas vaginalis, Candida Trichomonas vaginalis, Candida albicans, Bactérias inespecíficas albicans, Bactérias inespecíficas albicans ou associação delas. ou associação delas. ou associação delas. Posologia Um aplicador (4 g) à noite, por Um aplicador (4 g) à noite, por Um aplicador (5 g) à noite, por 10 dias consecutivos. 10 dias consecutivos. 10 dias consecutivos. Vantagens do Principal concorrente Laboratório sem tradição Sem Cloreto Benzalcônio Kolpitrat (estratégia MKT). (estratégia MKT). (bactericida). 20

22 Capítulo 4 Kolpitrat Concorrência (continuação) Produtos Flagyl Colpistar Bio-Vagin Empresa Sanofi-aventis Farmoquímica Elofar Imagem Composição metronidazol 500 mg. metronidazol 250 mg; benzoilmetronidazol 250 mg; nistatina UI; nistatina UI; cloreto de benzalcônio 5 mg; cloreto de benzalcônio 5 mg. lisozima 10 mg. Mecanismo de Metronidazol nitroimidazólico Metronidazol nitroimidazólico Metronidazol nitroimidazólico Ação bactericida e anti-protozoário bactericida e anti-protozoário bactericida e anti-protozoário (Trichomonas). (Trichomonas). Nistatina- (Trichomonas). Nistatina- poliênico fungicida e fungistático. poliênico fungicida e fungistático. Cloreto Benzalcônio amônio Cloreto Benzalcônio amônio quaternário anti-séptico. quaternário anti-séptico. Forma Geleia 50 g + 10 aplicadores Creme vaginal 40 g + 10 Creme vaginal 40 g + 10 Farmacêutica e descartáveis. aplicadores descartáveis. aplicadores descartáveis. Apresentações Indicação Vulvovaginites causadas por Vulvovaginites causadas por Vulvovaginites causadas por Trichomonas vaginalis. Trichomonas vaginalis, Candida Trichomonas vaginalis, Candida albicans e bactérias inespecíficas albicans e bactérias inespecíficas ou associação delas. ou associação delas. Posologia Um aplicador (5 g), à noite, por Um aplicador (4 g), à noite, por Um aplicador (4 g), à noite, 10 a 20 dias. 10 dias consecutivos. ao deitar, durante 10 dias consecutivos ou a critério do médico. Vantagens do Sem Cloreto benzalcônio Presença de Lisozima Laboratório sem tradição Kolpitrat (bactericida). (sem estudos clínicos). (estratégia MKT). Sem Nistatina (fungicida). 21

23 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat Bula do Kolpitrat Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de banzalcônio Forma Farmacêutica e Apresentação Creme vaginal, embalagens contendo bisnaga de 40 g, acompanhada de 10 aplicadores ginecológicos. USO ADULTO - USO GINECOLÓGICO Composição Cada 4 g do creme vaginal contém: benzoilmetronidazol mg nistatina UI cloreto de benzalcônio... 5 mg (cera emulsificante não iônica, edetato dissódico diidratado, hidróxido de alumínio, metilparabeno, miristato de isopropila, propilenoglicol, propilparabeno, simeticona, triglicerídeo de ácidos cáprico e caprílico, ureia, água deionizada). Informações ao Paciente Ação esperada do medicamento: Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) tem uma formulação contra microorganismos causadores de alguns tipos de infecções genitais comuns à mulher. Cuidados de armazenamento: conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa do produto. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido. Pode ser prejudicial à sua saúde. Gravidez e lactação: não está recomendada a utilização do produto no primeiro trimestre de gravidez, e em mulheres em fase de amamentação, uma vez que o metronidazol atravessa a barreira placentária e está presente no leite materno. É aconselhável que antes da utilização do medicamento no último trimestre de gravidez seja feita uma avaliação dos benefícios do tratamento contra os possíveis riscos para a mãe e o feto. 22

24 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat Informe seu médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando. Cuidados de administração: este medicamento deverá ser aplicado somente por via vaginal. Não é indicado para uso oftálmico. Recomenda-se lavar as mãos sempre antes e após a aplicação de Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) e evitar o contato direto das mãos com o local da aplicação. Siga a orientação de seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Interrupção do tratamento: para um tratamento eficaz, é indispensável que a aplicação de Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) seja feita durante o número de dias consecutivos determinados pelo médico. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: irritação e/ou coceira vulvovaginal. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. Ingestão concomitante com outras substâncias: este medicamento não deve ser utilizado concomitantemente com bebidas alcoólicas. Deve-se evitar a ingestão concomitante de Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) com anticoagulantes e com o dissulfiram. Contraindicações e precauções: este medicamento é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE. 23

25 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat Informações Técnicas Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) creme vaginal apresenta em sua formulação uma associação de agentes específicos de ampla e comprovada eficácia contra infecções causadas por Trichomonas vaginalis, Candida albicans e a vaginose bacteriana. O metronidazol é uma substância nitroimidazólica com propriedades bactericidas e antiprotozoárias como tricomonicidas. Sua metabolização é hepática e sua excreção é renal. A nistatina, uma substância fungistática e fungicida, que apresenta início de ação em torno de 24 a 72 horas. A absorção tópica da nistatina é mínima; age ligando-se à membrana citoplasmática do fungo e é excretada no leite materno. O cloreto de benzalcônio é um surfactante catiônico de amônio quaternário com propriedades antissépticas e de rápido efeito no uso tópico; apresenta uma duração de ação moderadamente longa e sua provável ação é por inativação enzimática bacteriana. Sua excreção no leite materno é desconhecida e seu espectro de ação abrange desde variadas bactérias e fungos, incluindo protozoários. A formulação creme apresenta biodisponibilidade em torno de 20 a 25% da biodisponibilidade oral que é de 56%. Em decorrência das ações das três substâncias presentes na sua formulação, o metronidazol, um potente tricomonicida de ação direta; a nistatina, um antibiótico fungistático e fungicida contra todas as espécies de Candidas que infectam a espécie humana e o cloreto de benzalcônio, um germicida de amplo espectro, ativo contra microorganismos Gram-positivos e Gram-negativos, este medicamento torna-se uma terapêutica eficaz no tratamento de infecções genitais. Indicações O produto é indicado no tratamento de corrimentos genitais causados por Trichomonas vaginalis, Candida albicans ou bactérias inespecíficas, vulvites, colpites e cervicites. Contraindicações Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) é contraindicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula. O uso de metronidazol é contraindicado durante o primeiro trimestre da gestação. 24

26 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat Advertências e Precauções Advertências: deve ser evitado o uso de bebidas alcoólicas durante o tratamento, pois o álcool produz acúmulo de acetaldeído por interferência com a oxidação do mesmo, dando lugar a efeitos semelhantes ao dissulfiram (cãibras abdominais, náuseas, vômitos, dores de cabeça e flushing ). Este medicamento deverá ser aplicado somente por via vaginal. Precauções: Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) não é indicado para uso oftálmico e em micoses superficiais. Pode ocorrer irritação local, neste caso descontinuar o uso temporariamente e aguardar novas instruções do médico. Não deverá ser utilizado durante o primeiro trimestre de gravidez e em mulheres em fase de amamentação, uma vez que o metronidazol atravessa a barreira placentária e está presente no leite materno. Embora em um estudo Coorte envolvendo 124 mulheres gestantes que receberam metronidazol, não tenha sido observada uma elevação de anormalidades congênitas, partos prematuros e baixo peso ao nascimento, é aconselhável que antes da utilização deste medicamento, no último trimestre, seja feita uma avaliação dos benefícios do tratamento contra os possíveis riscos para a mãe e o feto. Interações Medicamentosas Não existem evidências que confirmem a ocorrência de interações clinicamente relevantes, mas recomenda-se cautela ao administrar Kolpitrat (benzoilmetronidazol +nistatina + cloreto de benzalcônio) em pacientes que recebem tratamento com anticoagulantes, pois pode ocorrer um aumento do efeito anticoagulante. Tem-se observado episódios psicóticos e estados de confusão mental quando utilizado concomitantemente com o dissulfiram. Reações Adversas Podem ocorrer: congestão nasal; rinite medicamentosa; broncoespasmo; dermatite de contato; reações alérgicas; dor e irritação vulvites e vaginites; erupções e reações dermatológicas; reação de Stevens- Jonhson; leucocitose; tontura e dores de cabeça; dores abdominais, náuseas, constipação e diarreia; prurido vulvovaginal e perineal e secura da vagina ou vulva, além de dores uterinas e febre. O produto em contato com os olhos pode provocar lacrimejamento e irritação ocular. 25

27 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat Posologia e Modo de Usar Introduzir um aplicador cheio (4 g) por noite, profundamente na vagina, durante 10 dias consecutivos (Vide Instruções de Uso). Superdose Não há relatos de superdose com o uso do produto. Pacientes Idosos As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens Advertências e Precauções e Contraindicações. Instruções de Uso Para sua segurança, esta bisnaga está hermeticamente lacrada. Esta embalagem não requer o uso de objetos cortantes. A bisnaga contém quantidade suficiente para 10 aplicações. O aplicador totalmente preenchido consome, por dose, a quantidade máxima de 4 g do produto, considerando inclusive o resíduo que permanece no mesmo. O conteúdo de Kolpitrat (benzoilmetronidazol + nistatina + cloreto de benzalcônio) é calculado para dez dias de tratamento contínuo ou a critério médico. 26

28 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat 1. Lavar as mãos antes e após o uso do produto e evitar o contato direto das mãos com o local de aplicação. 2. Retire a tampa da bisnaga. 3. Perfure o lacre da bisnaga, introduzindo o bico perfurante da tampa. 4. Rosqueie completamente a cânula do aplicador ao bico da bisnaga. 5. Segure a bisnaga com uma das mãos, e com a outra puxe o êmbolo do aplicador até encostar no final da cânula. 6. Com o êmbolo puxado, aperte a base da bisnaga com os dedos, de maneira a forçar a entrada do creme na cânula do aplicador, preenchendo todo o espaço vazio, sem aumentar a pressão em seu final e com cuidado para que o creme não extravase o êmbolo. Êmbolo 27

29 Capítulo 5 Bula do Kolpitrat 7. Desrosqueie o aplicador e feche a bisnaga. 8. Introduza delicadamente a cânula do aplicador na vagina, o mais profundamente possível e empurre o êmbolo, até esvaziar o aplicador. 9. A aplicação faz-se com maior facilidade estando a paciente deitada de costas, com as pernas dobradas e os joelhos afastados. 10. A cada aplicação, utilizar um novo aplicador e após o uso, inutilizá-lo. 28

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