EFEITOS DA INCLUSÃO DE FARINHA DE FOLHAS DE MANDIOCA SOBRE O DESEMPENHO EM FRANGOS DE CORTE EM CRESCIMENTO

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1 EFEITOS DA INCLUSÃO DE FARINHA DE FOLHAS DE MANDIOCA SOBRE O DESEMPENHO EM FRANGOS DE CORTE EM CRESCIMENTO Autores : Marli Terezinha Dalmolin KOCK, Rita de Albernaz Gonçalves da SILVA. Identificação autores: Marli Terezinha Dalmolin KOCK ( Bolsista PIBIT); Rita de Albernaz Gonçalves da SILVA (Orientador IFC - Campus Rio do Sul). Introdução A avicultura é um dos setores mais importantes do agronegócio brasileiro, sendo o país o 3º maior produtor e o 1º exportador de frangos de corte. De acordo com a UBABEF (2014), foram produzidas no ano de ,30 milhões de toneladas de carne de frango, sendo o Estado de Santa Catarina o 2º maior produtor brasileiro. De acordo com Bampi (2014) há uma tendência de crescimento no setor avícola. Segundo o autor, as perspectivas para os próximos 10 anos previstas pela Organização a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela Organização das Nações Unidas a Agricultura e Alimentação (FAO) são de que a produção mundial de aves ultrapassará a de suínos, tornando-se a proteína animal mais produzida e consumida no mundo até 2023 e de que cumprindo essa expectativa, a produção mundial de carne de frangos em 2023 será quase 20% maior que na média dos últimos três anos, correspondendo a um volume adicional de 54 milhões de toneladas. Essa produção demanda uma quantidade elevada de grãos para as rações e estas são em sua grande maioria baseadas em inclusão de milho e farelo de soja, e com o aumento dos valores dessas commodities, os gastos se tornam cada vez mais elevados ao produtor, que por vezes desiste de atividades pecuárias devido a inviabilidades de custeio. Uma das formas de minimização das despesas de produção é a busca por alternativas viáveis, através da inclusão de alimentos alternativos que permitam manter o desempenho adequado das aves bem como a qualidade das carcaças e aceitação dos consumidores. Uma dessas alternativas é o uso dos subprodutos da mandioca, tais como a parte aérea e outros resíduos descartados nas fecularias. Segundo Hermógenes (2015) a produção mundial de mandioca atingiu milhões de toneladas em 2010 e milhões de toneladas em 2011, sendo os maiores produtores a Nigéria com 39 milhões de toneladas, o Brasil com 26,1 milhões de toneladas e a Tailândia com 1,9 milhões de toneladas, mostrando a importância da raiz para o Brasil. A mandioca é uma raiz produzida em todo território nacional e com

2 alta adaptabilidade aos diferentes climas, propiciando a extensa incorporação aos hábitos alimentares da população. O Brasil se mantém como o segundo maior produtor mundial da raiz. A região do Alto Vale do Itajaí tem como foco principal a produção de arroz e secundariamente, a produção de mandioca, principalmente em pequenas propriedades, como fonte de renda alternativa aos agricultores. Essa produção gera resíduos, tanto na lavoura quanto nas agroindústrias beneficiadoras, o que justifica a importância desse projeto. O projeto teve por objetivo avaliar a farinha das folhas de mandioca como um substituto viável ao farelo de soja, visando a minimização de custos de produção devido a utilização de recursos da propriedade rural, sem com que houvesse prejuízos ao desempenho e às carcaças dos animais. Material e Métodos O trabalho é uma parceria entre o Câmpus IFC Rio do Sul e um grupo de produtores de mandioca da cidade de Agronômica. O projeto foi realizado no setor de Zootecnia I do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul IFC. Foram utilizados 60 frangos da linhagem CobbVantress, distribuídos aleatoriamente em delineamento inteiramente casualizado, em três tratamentos e cinco repetições, sendo cada unidade experimental representada pelo box com 04 aves, de 21 a 42 dias de idade. Durante o experimento os frangos de corte foram alojados em box de 1m 2, sobre placas de eucatex, recebendo água e ração ad libitum. O programa de alimentação foi estabelecido a partir dos 21 dias, conforme as recomendações de Rostagnoet al. (2011), sendo aplicados três tratamentos: Dieta basal (T1), Dieta com inclusão de 20% de farinha de folhas de mandioca integral (apenas parte aérea) em substituição ao farelo de soja (T2), Dieta com inclusão de 30% de farinha de folhas de mandioca integral (apenas parte aérea) em substituição ao farelo de soja (T3). As variáveis de desempenho analisadas no experimento foram: peso vivo médio (PVM), ganho médio de peso (GPM), consumo médio de ração (CRM), conversão alimentar média (CAM) e mortalidade, verificadas semanalmente. Os dados relacionados ao desempenho animal e ao rendimento de carcaça analisados através de software estatístico livre, por teste de ANOVA a 5%. Ao final do experimento as aves foram abatidas e avaliadas as carcaças e corte quanto a: Rendimento de Carcaça (RC), Rendimento de Coxa (RCx), Rendimento de

3 Sobrecoxa (RScx), Rendimento de Peito (RP), Rendimento de Asa (RA) e Rendimento de Sobrecoxa da Asa (RCa) e Peso dos demais cortes (dorso, pescoço e vísceras), avaliados durante o abate. O experimento teve duração de 26 dias, incluindo o período de 5 dias de adaptação às dietas, e os animais foram abatidos ao final de 46 dias de vida. O desempenho dos animais foi avaliado através da determinação dos pesos em intervalos semanais de 5 dias a partir da fase de adaptação às dietas. O abate foi realizado em condições humanitárias, por insensibilização e sangria pelo corte das artérias carótidas e veias jugulares, seguido de esfola e evisceração, de acordo com as boas práticas de abate. Resultados e discussão O desempenho dos animais não foi influenciado pelas dietas com substituição dos teores de farelo de soja por farinha de folhas de mandioca, sendo que a análise de variância não apresentou diferenças significativas entre os tratamentos, conforme dados apresentados na tabela 1. Tabela 1. Comparação entre médias de tratamentos. Média dos tratamentos T1 T2 T a a a MG= CV% = 8.32 As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. (T1 - Dieta basal; T2 20% folhas de mandioca; T3 30% folhas de mandioca). Os poucos trabalhos que contemplam a substituição de alimentos energéticos pela mandioca e seus derivados na dieta de monogátricos, frisam os riscos atenuados pela presença de compostos indesejáveis em diferentes partes da planta e comumente restringem seu uso a taxas que em sua maioria não ultrapassam 20% do total, por temerem perdas no desempenho animal. Com base no experimento, pode-se constatar que o coeficiente de variação foi baixo e que o peso atingido ao abate nos três tratamentos foi similar, não havendo contratempos na substituição por teores que ultrapassam os encontrados na literatura. Com relação a análise de desempenho dos 21 até os 40 dias, pode-se constatar que houve equivalência nos tratamentos T1 e T3 e observa-se homogeneidade entre os

4 lotes enquanto que para o tratamento T2 há uma diferença próxima a 21% em relação ao ganho de peso, o que foi justificado pela sua taxa de conversão alimentar, conforme visualizado nos dados da tabela 2. Tabela 2. Desempenho dos frangos de corte durante período experimental (idade entre 21 e 40 dias). PV CR GP CA T1 2,67 3,64 1,75 2,08 T2 2,1 3,46 1,16 2,99 T3 2,63 3,5 1,68 2,09 PV (Peso vivo); CR (Consumo de ração); GP (Ganho de Peso); CA (Conversão alimentar). Os resultados obtidos através de análise de dados comprovam que não houve diferença entre as dietas para as variáveis: Rendimento de Coxa (RCx), Rendimento de Sobrecoxa (RScx), Rendimento de Peito (RP), Rendimento de Asa (RA) e Rendimento de Sobrecoxa da Asa (RCa), conforme demonstrado na tabela 3, o que vem de encontro ao objetivo do trabalho comprovando que a substituição é viavel em dietas de monogátricos e que teores superiores a 20% não afetam o rendimento de carcaça. Tabela 3. Rendimento dos cortes após abate. COXA SOBRE COXA PEITO ASA SOBRECOXA DA ASA T a a a a a T a a a a a T a a a a a As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si. Foi aplicado o Teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. (T1 - Dieta basal; T2 20% folhas de mandioca; T3 30% folhas de mandioca). Há que se frisar ainda, que, o rendimento de cortes é distribuído de forma homogênea e padronizada. Uma das dificuldades encontradas durante a produção do artigo foi a escassez de estudos voltados a nutrição de aves com formulações que se utilizem de mandioca como fonte de substituição, sendo mais comuns experimentos com ruminantes, que servissem de amparo aos resultados deste experimento. Há que se considerar que a busca de novas alternativas ao uso da mandioca, independente da parte da planta ou do resíduo são necessárias e justificáveis a realidade das pequenas propriedades. Conclusão

5 Os tratamentos usados com substituição parcial por folhas de mandioca em sua composição quando avaliados não alteram o desempenho, o rendimento de carcaça ou do rendimento de corte em relação à dietas padrão a base de farelo de soja na engorda e terminação de frangos de corte. Pode-se considerar a folha de mandioca como um alimento alternativo interessante quando associada a técnicas de processamento adequadas, com baixo custo e desempenho similar ao convencional, servindo de boa fonte de aproveitamento nutricional em dietas aplicadas a frangos de corte. Referências BAMPI, V. Avicultura, agronegócio, alimentos. Governo brasileiro nos valorize, valorize o Brasil. Avicultura Industrial, Disponível em: negocio-alimentos-governo-brasileiro--nos-valorize-valorize-o-brasil-por-valter-bampi/ _X_336. Acesso em: 16/06/2015. HERMÓGENES, R. Mandiocultura Oportunidades de pequenos negócios. Disponível em: Acesso em: 20/06/2015. ROSTAGNO, H. et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos. Composição de alimentos e exigências nutricionais. UFV, Departamento de Zootecnia, p. UNIÃO BRASILEIRA DE AVICULTURA UBABEF. Relatório anual Disponível: c8842.pdf. Acesso em 16/06/2015.

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