Volume 6 eletricidade

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1 Volume 6 eletricidade Vídeo 37.1 Vídeo 37.2 Vídeo 37.3 Capítulo 37 Cristais e Baixas Temperaturas Supercondutores a baixas temperaturas permitem a levitação de materiais magnéticos. Confira! Modelos de estruturas cristalinas de materiais com esferas coloridas de tamanhos variados. Evidência de defeitos em cristais: Os defeitos em linha são imperfeições em uma estrutura cristalina nas quais uma linha de átomos tem uma estrutura local que difere da estrutura circunvizinha. (Fonte: Wikipédia) Confira!

2 Vídeo 38.1 Vídeo 38.2 Vídeo 38.3 Vídeo 38.4 Capítulo 38 Termoeletricidade Na maioria dos materiais a resistência elétrica aumenta com a temperatura. Em alguns, o efeito é oposto, a resistência cai drasticamente com a temperatura: Termistores. Ímã termoelétrico usando termopares. Bomba termoelétrica usando termopares em série, os quais ao serem percorridos por corrente aquecem e resfriam blocos de alumínio usados como reservatórios de calor. Termopares permitem a conversão de energia térmica em energia elétrica.

3 Vídeo 39.1 Vídeo 39.2 Vídeo 39.3 Vídeo 39.4 Vídeo 39.5 Vídeo 39.6 Capítulo 39 Cargas Elétricas Cargas elétricas induzidas por atrito I: Barras eletrizadas. Cargas elétricas induzidas por atrito II: Barra e pano eletrizados. Cargas elétricas induzidas por atrito III: Deflexão eletrostática de bolas de pingue-pongue revestidas de tinta metálica condutora. Geradores eletrostáticos (como a de Wimshurst) convertem energia mecânica em energia elétrica de alta tensão capaz de carregar placas de um capacitor (www.coe.ufrj.br/~acmq/eletrostatica.html): Bola de pingue-pongue revestida de tinta metálica condutora é posta em movimento devido a forças eletrostáticas. Determinação da presença de carga elétrica em um corpo com auxílio de um eletroscópio: Condutores e isolantes. Conversão de pressão em tensão elétrica: Centelhador piezoelétrico.

4 Vídeo 40.1 Vídeo 40.2 Vídeo 40.3 Vídeo 40.4 Vídeo 40.5 Vídeo 40.6 Capítulo 40 Indução Eletrostática Demonstração da indução eletrostática com o auxílio de um eletroscópio e duas esferas metálicas. Atração eletrostática de uma barra metálica por uma barra de borracha atritada. Demonstração da indução eletrostática com o auxílio de um eletróforo. Gerador por indução: Duplicador de tensão. (Animação.) Goteira de Kelvin: Geração de energia elétrica produzida por gotas de água que caem. (Inclui animação.) Barra de madeira que pode girar horizontalmente em torno de um eixo vertical pode ser posta em movimento pela aproximação de um bastão de plástico carregado eletrostaticamente por atrito.

5 Vídeo 41.1 Vídeo 41.2 Vídeo 41.3 Vídeo 41.4 Vídeo 41.5 Vídeo 41.6 Vídeo 41.7 Vídeo 41.8 Vídeo 41.9 Vídeo Vídeo Capítulo 41 Campos Elétricos Gerador de Van de Graaff: Princípio de funcionamento. (Inclui animação.) Gerador de Van de Graaff com fitas: Demonstração das linhas de campo elétrico da esfera. Gerador de Van de Graaff e bastão metálico aterrado. Diferença entre a descarga elétrica usando objetos pontudos e arredondados. Configuração das linhas de campo elétrico em torno de vários objetos carregados. Visualização com auxílio de uma câmara no interior da qual há partículas suspensas em um fluido. Para-raios residencial: Demonstração do princípio de funcionamento. Cata-vento eletrostático movido por descarga corona induzida por um gerador de Van de Graaff. Descarga corona sopra a chama de uma vela. Confira! O campo elétrico no interior de uma grade metálica aterrada é nulo (blindagem eletrostática): Gaiola de Faraday. Um balde metálico isolado é carregado com o auxílio de um gerador eletrostático de Wimshurst que produz aproximadamente 100 kv. Como fica a distribuição de carga superficial no balde? Confira! Balde de Faraday. Precipitação eletrostática de partículas de fumaça. Princípio dos precipitadores industriais antipoluição da atmosfera. Tubo de descarga elétrica no vácuo dotado de um cata-vento com pás de mica. Os elétrons ao colidirem com as pás do cata-vento produzem movimento angular. Invertendo a tensão nos eletrodos do tubo, a roda inverte o sentido do seu movimento.

6 Capítulo 42 Resistência e Circuitos de Corrente Contínua Vídeo 42.1 Vídeo 42.2 Vídeo 42.3 Vídeo 42.4 Vídeo 42.5 Vídeo 42.6 Vídeo 42.7 Vídeo 42.8 Vídeo 42.9 Vídeo Medida comparativa, com auxílio de um galvanômetro, da resistência de cinco fios condutores (A, B, C, D, E) em função dos respectivos comprimento, diâmetro da seção reta e resistividade, quando submetidos a uma tensão elétrica constante de 6 V. Determinação experimental da relação entre tensão e corrente em um condutor com o auxílio de uma bateria automotiva de 6 V e de um amperímetro: Lei de Ohm. Determinação experimental do efeito da elevação de temperatura sobre a resistência de um fio aquecido externamente. Determinação experimental do efeito da redução de temperatura sobre a resistência de um fio resfriado externamente. Modelo do movimento dos elétrons no vácuo e nos materiais. Dois fios resistivos idênticos de 16,7 ohms são conectados em três configurações diferentes e submetidos à mesma tensão elétrica de 6 volts, a saber: (a) um único fio; (b) dois fios em série; (c) dois fios em paralelo. Medimos a corrente que flui através de cada uma delas. Em relação ao valor da corrente que flui na configuração (a) que fração própria ou imprópria de corrente irá fluir nas configurações (b) e (c)?: Resistores em série e em paralelo. Lâmpadas em série e em paralelo: Observe o que acontece com o brilho das lâmpadas? Confira! Ponte de Wheatstone: montagem em losango utilizada para medição precisa de resistência desconhecida. Conexões elétricas de um galvanômetro que o transformam em voltímetro ou amperímetro. A corrente total que entra em um nó é igual à corrente total que deixa um nó: Conservação da corrente.(lei dos nós.)

7 Vídeo 41.1 Vídeo 41.2 Vídeo 41.3 Vídeo 41.4 Vídeo 41.5 Vídeo 41.6 Vídeo 41.7 Vídeo 41.8 Vídeo 41.9 Vídeo Vídeo Capítulo 41 Campos Elétricos Gerador de Van de Graaff: Princípio de funcionamento. (Inclui animação.) Gerador de Van de Graaff com fitas: Demonstração das linhas de campo elétrico da esfera. Gerador de Van de Graaff e bastão metálico aterrado. Diferença entre a descarga elétrica usando objetos pontudos e arredondados. Configuração das linhas de campo elétrico em torno de vários objetos carregados. Visualização com auxílio de uma câmara no interior da qual há partículas suspensas em um fluido. Para-raios residencial: Demonstração do princípio de funcionamento. Cata-vento eletrostático movido por descarga corona induzida por um gerador de Van de Graaff. Descarga corona sopra a chama de uma vela. Confira! O campo elétrico no interior de uma grade metálica aterrada é nulo (blindagem eletrostática): Gaiola de Faraday. Um balde metálico isolado é carregado com o auxílio de um gerador eletrostático de Wimshurst que produz aproximadamente 100 kv. Como fica a distribuição de carga superficial no balde? Confira! Balde de Faraday. Precipitação eletrostática de partículas de fumaça. Princípio dos precipitadores industriais antipoluição da atmosfera. Tubo de descarga elétrica no vácuo dotado de um cata-vento com pás de mica. Os elétrons ao colidirem com as pás do cata-vento produzem movimento angular. Invertendo a tensão nos eletrodos do tubo, a roda inverte o sentido do seu movimento.

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