Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais

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2 Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais

3 Ficha técnica Realização: Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais Seconci-MG Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais Sinduscon-MG Coordenação: Ricardo Catão Ribeiro Revisão de texto: Rita de Cássia Bernardina Lopes Projeto gráfico e Editoração: WDesign Comunicação Belo Horizonte, dezembro de 2007 FICHA CATALOGRÁFICA SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DE MINAS GERAIS SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DE MINAS GERAIS. Belo Horizonte: Sinduscon-MG, Seconci-MG p. 2 MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO CONSTRUÇÃO CIVIL CDU 331.4::624 Responsável pela catalogação: Mariza Martins Coelho CRB ª Região Permitida a reprodução desta, desde que citada a fonte.

4 Sumário 1 - Introdução... 8 Inspeção, Medicina e Segurança do Trabalho 2 - Documentação Exigida Ministério do Trabalho Admissão de Funcionários Medicina e Segurança do Trabalho Sindical Subempreiteiras Registro Cartão de Ponto CIPA Canteiro de Obras Vestuário/Sanitário Refeitório Botijão de Gás Aquecimento de Alimentação Bebedouro Equipamentos Elétricos Cuidados Gerais para todos os Equipamentos Serra Circular de Bancada Betoneira Elevador de Obra Equipamentos Pesados Girico com Carretola: Instalar Equipamentos de Terceiros Andaimes Fachadeiros Mão-de-obra Montagem Içamento de Material

5 7 - Escavações - Taludes com Altura Maior que 1.70 m Trabalhadores Guarda-corpo e fita zebrada isolando todas as áreas de escavação Trabalhos em valas: estudo de cada caso em particular, em função da profundidade e do material Anotar e assinar, no diário de obras, medidas preventivas e inspeções feitas Abertura de Pisos: Fossos, Lajes Rampas para Concretagem/Acessos Uso de EPI/EPC Geral Carpinteiro de Serra Circular Pedreiro Eletricista de Manutenção Uso de Maquita Furadeira Ponteiras e Talhadeiras Ferramentas à Pólvora Pintura com Material Tóxico Proteção das extremidades das Armaduras Expostas Horário de Trabalho Domingos e Feriados Descanso Semanal Hora Extra CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes SESMT - Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho Regras Básicas de Segurança...18

6 CARTA DO PRESIDENTE Com o crescimento da indústria da Construção Civil, vemos os índices de desemprego em todo o país despencarem. Fato que não é surpresa, pois o setor é sabidamente o que mais gera postos de trabalho em relação aos recursos investidos. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, um aumento de R$ 10 milhões na demanda por produtos dessa indústria gera 360 empregos diretos. Se considerarmos a cadeia produtiva da Construção como um todo, este número salta para 520 novos empregos. E ainda, o setor é uma das principais portas de entrada para o primeiro emprego, além de preparar e qualificar profissionalmente a pessoa para a vida. Neste contexto, o construtor deve manter-se atento à gestão da segurança de seus colaboradores. Já é fato que a indústria da Construção chegou à maturidade neste aspecto. A constante queda dos números de acidentes prova que o construtor vem atribuindo, cada vez mais, grande importância ao tema. As metas atuais dos construtores são ousadas, sempre com foco na produtividade e qualidade continuadas, aliadas à meta de acidente 0, a uma constante melhoria do ambiente do trabalho e à saúde e bem-estar de seus colaboradores. Mais uma vez, sempre apoiados pelo Sebrae-MG, através de seu programa de Gestão Estratégica Orientada para Resultados (GEOR), o Sinduscon-MG e o Seconci-MG lançam esta cartilha com o objetivo de subsidiar os construtores sem, no entanto, terem a pretensão de esgotar o tema da segurança nesta edição. Ao contrário, pretendem que a cartilha seja um instrumento introdutório e um alerta ao construtor sobre a importância da gestão e manutenção continuadas da segurança nos canteiros de obras. Esta publicação está vinculada às ações contínuas do Seconci-MG, o braço social do Sinduscon-MG, que mantém uma equipe técnica especializada sempre à disposição para auxiliar as empresas associadas quando o assunto é segurança do trabalho. O Seconci-MG dispõe de uma gama de serviços dentre os quais destacam-se: inspeção de riscos preventiva com emissão de relatórios; palestras sobre segurança do trabalho no próprio canteiro de obras; treinamento introdutório de segurança para os admitidos no setor; cursos de formação para membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA); elaboração do Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho (PCMAT) e do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), dentre outros. Cabe aqui ressaltar que o Sinduscon-MG, fundador e apoiador do Seconci-MG, cumpre também o seu papel junto aos colaboradores do setor por meio do boletim Mãos à Obra, que leva informações sobre os benefícios oferecidos pelas duas entidades aos mesmos e seus familiares. E ainda através do Programa de Requalificação de Mão-de-Obra da Construção Civil, realizado pelo Sindicato, por meio do seu Núcleo Excelência e da Secretaria Executiva do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat em Minas Gerais (PBQP-H MG), em parceria com a Universidade FUMEC, através do Setor de Extensão. Finalizando, é sempre importante lembrar que o mais forte elo de nossa cadeia produtiva são os nossos colaboradores. Portanto, devemos zelar por sua saúde, bem-estar e integridade física, porque, de outra forma, não atingiremos o tão sonhado crescimento continuado. 5 Walter Bernardes de Castro Presidente do Sinduscon-MG

7 CARTA DO PRESIDENTE O Seconci-MG já é uma referência no que toca a promoção de ações voltadas para a melhoria das condições de saúde e segurança do trabalhador da construção e reconhece a colaboração fundamental de parceiros como o Sinduscon-MG e Sebrae para o sucesso dos investimentos realizados nesta área. Implementado para oferecer às empresas do setor da construção um referencial de atuação em programas de gestão de segurança no trabalho, este manual apresenta diretrizes e observações de ordem administrativa, de planejamento e de organização que poderão ser úteis no estabelecimento de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança. A iniciativa é motivada pela vontade e necessidade de incrementar os cuidados com a segurança do capital humano que sustenta nossos empreendimentos, através da compilação de orientações técnicas de aplicabilidade prática e com foco no assessoramento às empresas para a execução de programas de segurança. Contribuir para a melhoria da gestão da segurança nas organizações é uma de nossas missões. Realizá-la com competência é o nosso desafio. 6 José Soares Diniz Neto Presidente do Seconci-MG

8 ACESSO AO CONHECIMENTO Informação é matéria-prima essencial na gestão de um negócio. Quanto melhor a qualidade da informação, maiores as chances das empresas inovarem e se destacarem no mercado. O Sebrae Minas apóia vários projetos junto à cadeia produtiva da construção civil, com foco na capacitação técnica e gerencial dos empreendedores, na melhoria constante dos produtos e processos e na ampliação de mercados para as empresas. O lançamento do Manual Básico para Implantação de Segurança no Canteiro de Obras, pelo Seconci-MG e pelo Sinduscon-MG, soma-se às ações de estímulo à profissionalização do setor. Esta publicação tem o papel não só de orientar, mas de contribuir com o fortalecimento e a expansão das empresas. Ações como essa facilitam o acesso das empresas ao conhecimento, a tecnologias e a oportunidades de negócios. As micro e pequenas empresas de Minas Gerais precisam desse estímulo para contribuir, cada vez mais, com o desenvolvimento econômico e a inclusão social. Roberto Simões Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas 7

9 1 INTRODUÇÃO A Gestão da Segurança no Trabalho é um programa que visa estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que têm como objetivo a implantação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho. INSPEÇÃO, MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO 2 DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA 2.1 MINISTÉRIO DO TRABALHO a) Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho - PCMAT - acima de 20 funcionários. b) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO. c) Cadastro Específico do INSS - CEI. d) Comunicação de início de obra. e) Livro de Registro de Inspeção ao Trabalho. f) Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ. g) Autorização de trabalho aos domingos e feriados. 2.2 ADMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS a) Ficha de Registro: Admitidos na obra. Transferidos: NÃO PODEM INICIAR SUAS ATIVIDADES SEM CÓPIA DO REGISTRO MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO a) Medicina do Trabalho: Exame Médico Periódico. Exame Médico Demissional. Exames Médicos Complementares: - Audiometria. - Raio X etc. (ou seja, de acordo com a função). Exame Médico para mudança de função (fazê-lo antes da mudança de função). OBS.: OS EXAMES DEVERÃO ESTAR DE ACORDO COM O PCMSO.

10 b) Segurança do Trabalho: Ficha Treinamento Admissional. Ficha Treinamento Periódico. Ficha Treinamento: Mudança de função / Início de nova fase da obra. Comprovante entrega de EPI (informar nº Cerficiado de Aprovação - CA). Ordens de serviço. 2.4 SINDICAL a) Convenção Coletiva do Trabalho aplicável à obra (estudar as cláusulas e aplicá-las). b) Acordo para compensação da duração do trabalho (quando não previsto em dissídio). c) Observar/implantar a escala de revezamento de funcionários. Exemplo: Vigias. 2.5 SUBEMPREITEIRAS Ficha cadastral. Folha pagamento / recibos de pagamento. Recolhimento do FGTS. Ficha treinamento de Segurança do Trabalho / Equipamento de Proteção Individual - EPI. Exame Admissional / Periódico / Demissional. É PROIBIDA A ENTRADA DE FUNCIONÁRIOS QUE NÃO ES- TEJAM COM A CTPS ANOTADA. 2.6 REGISTRO CARTÃO DE PONTO (PRINCIPALMENTE EMPREGADOS) a) Manter relógio de ponto: é compulsório que todos os funcionários marquem o ponto, de acordo com a norma legal. b) Não permitir que os funcionários marquem o cartão de ponto com mais de 5 minutos antes ou depois do horário. c) Todos os funcionários devem assinar o cartão de ponto no final do mês CIPA a) Constituir CIPA, de acordo com a NR-5. b) Estruturar a eleição, guardar cópia da convocação e eleição. c) Elaborar curso específico para todos os membros da CIPA com carga mínima de 20 horas, antes da posse. 9

11 d) Ata de instalação e posse: deve conter calendário das reuniões ordinárias. e) Registrar atas da eleição e posse na Delegacia Regional do Trabalho - DRT, com cópia das atas de instalação e posse. f) Comunicar início de obras à DRT. g) Livro de Registro e Inspeção. 3 CANTEIRO DE OBRAS 3.1 VESTIÁRIO / SANITÁRIO a) Dimensionamento: Vaso: 01 vaso para cada grupo de 20 operários ou fração. Chuveiro elétrico: 01 para cada grupo de 10 operários ou fração. Lavatório: 01 para cada grupo de 20 operários ou fração. Mictório: 01 para cada grupo de 20 operários ou fração. b) Escaninhos / Armários: Individuais com cadeados ou outra forma de fechamento (compartimento duplo conforme NR 24). Nivelados e firmes. c) Manter papel higiênico (GRATUITO E OBRIGATÓRIO) e lixeira com tampa para cada vaso. d) Manter limpeza e higienização CONSTANTES. e) Observar a distância máxima (150 m) da frente de serviços. 10 f) Chuveiros elétricos: Devem ser aterrados adequadamente. Os fios devem ser devidamente isolados. Área mínima de 0,80 m². g) Lavatórios: Local - instalação compulsória. Com ventilação adequada. Deve possuir o número de bancos adequado ao número de funcionários.

12 3.2 REFEITÓRIO a) Coberto e arejado. b) Deve possuir o número adequado de mesas e bancos: Em número suficiente. Com tampo lavável (de fácil higienização). c) Proibir todos e quaisquer funcionários de fazer refeição fora do local exclusivo. d) Disponibilizar água potável e fresca por meio de bebedouro de jato inclinado. e) Proibir queima de madeira e utilização de aquecimento individual. f) Disponibilizar aquecedor de marmita (obrigatório). g) Com lavatório instalado próximo ou no interior. 3.3 BOTIJÃO DE GÁS Em local arejado. Com cobertura. Manter o registro fechado quando não estiver em uso. Restringir o acesso de pessoas não autorizadas. 3.4 AQUECIMENTO DE ALIMENTAÇÃO (MARMITAS) a) Deve ser feito através de aquecedor elétrico ou a gás. b) Próximo do refeitório. c) Em local arejado e protegido de intempéries. d) É EXPRESSAMENTE PROIBIDO AQUECER MARMITAS FORA DO LOCAL DESIGNADO. e) Proibido o uso de fogão à lenha, aquecimento com álcool e aquecimento individual. 3.5 BEBEDOURO a) Deve ser instalado bebedouro de jato inclinado: 1 para cada grupo de 25 trabalhadores. 4 EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS CUIDADOS GERAIS PARA TODOS OS EQUIPAMENTOS a) Aterramento de carcaça do motor ou conforme especificação do fabricante.

13 b) Alimentação elétrica - o cabo não deve ficar solto no chão, aéreo ou embutido no piso de forma inadequada; deve ser protegido por eletroduto ou com duplo isolamento. c) Aterrar inclusive bebedouros, aquecedores elétricos de marmita, chuveiros etc. d) Proteger quanto a intempéries. e) Aterrar e isolar. f) Arrumar o quadro adequadamente e não fazer gambiarras. g) Cabos e fios elétricos não devem obstruir circulações de pessoas e materiais. h) A porta do quadro deve ser protegida com cadeado ou outro modo de tranca. 4.2 SERRA CIRCULAR DE BANCADA a) Disco de Serra: Verificar diariamente os dentes: se qualquer um deles estiver quebrado, retirar imediatamente o disco de operação, mesmo que a serra esteja desenergizada. Verificar os travamentos da serra. Verificar o corte do disco. Manter sempre um disco reserva em condições adequadas. b) Aterramento da carcaça do motor. c) Treinamento e Exames Médicos: Ficha de treinamento de segurança de trabalho específica para operadores. Exame médico audiométrico para operadores. d) Coifa de Proteção: Obrigatória (NÃO OPERAR SEM ELA). Verificar fixação. 12 e) Utilizar sempre o dispositivo de guia e alinhamento (cutelo divisor). f) Local: Coberto. Piso nivelado, anti-derrapante. Caixa com cadeado na chave liga/desliga. Deixar chave no Almoxarifado no fim do dia.

14 g) Placas de Sinalização: Operadores habilitados: NOMES. Uso obrigatório de EPI: Protetor facial / Protetor Auricular. PROIBIDO SER OPERADO POR FUNCIONÁRIO NÃO QUALI- FICADO/HABILITADO. h) EPI Obrigatório: Protetor auricular. Protetor facial. Luvas. 4.3 BETONEIRA a) Treinamento e Exame Médico: Ficha de treinamento específica. Exame médico audiométrico. b) EPI Obrigatório: Protetor auricular. Luvas de raspa. Máscara contra pó. Bota de borracha em local úmido. c) Aterramento de carcaça. d) Dispositivo de bloqueio elétrico: chave liga-desliga blindada: não pode ser chave-faca. 4.4 ELEVADOR DE OBRA Solicitar instruções específicas. 5 EQUIPAMENTOS PESADOS Equipamentos da construtora e de terceiros. 5.1 GIRICO COM CARRETOLA: INSTALAR Luz de freio. Buzina e luz de ré, alarme sonoro de ré. Retrovisor. QUEM OPERA: FUNCIONÁRIO HABILITADO E TREINADO. 13

15 5.2 EQUIPAMENTOS DE TERCEIROS Retrovisores. Alarme sonoro acoplado ao sistema de câmbio: EMITIR SOM SEM- PRE QUE ENGRENAR RÉ. OBS.: EM ESPECIAL: RETRO-ESCAVADEIRAS / CARREGADEIRAS / CAMINHÃO-BETONEIRA. 6 ANDAIMES FACHADEIROS 6.1 MÃO-DE-OBRA Treinamento específico. Usar cinto de segurança tipo pára-quedista (altura > 2,00 m). Uso obrigatório de cinto para todos os trabalhadores. O cinto tem que ser travado em local adequado (cabo guia fixado fora do andaime). 6.2 MONTAGEM Pessoal habilitado e treinado. Piso nivelado. Travar. Fixar o andaime e estroncá-lo. Usar fechamento, inclusive lateral, com tela tipo pinteiro. Rodapé h=20 cm em cada nível de trabalho, inclusive lateral. Nos níveis de trabalho devem ser totalmente forrados, fixos e seguros. Guarda-corpos, inclusive laterais. 6.3 IÇAMENTO DE MATERIAL Usar trava de segurança no gancho. Isolar área com fita zebrada. Usar trava de segurança na roldana. Reforçar alça do balde (quando necessário). Funcionários com luvas tipo raspa. Efetuar sempre a inspeção visual na corda ou cabo ESCAVAÇÕES Taludes com Altura Superior a 1,70 m 7.1 TRABALHADORES Os taludes com altura superior a 1,70 m devem ter estabilidade garantida. Treinamento específico e registrado.

16 7.2 Guarda-corpo e fita zebrada isolando todas as áreas de escavação. 7.3 Trabalhos em valas: estudo de cada caso em particular, em função da profundidade e do material 7.4 Anotar e assinar, no diário de obras, medidas preventivas e inspeções feitas. 8 ABERTURA DE PISOS: FOSSOS DE ELEVADORES E LAJES Isolar a área com guarda-corpo e rodapé. Sinalização com placa Proibido aproximar-se. 9 RAMPAS PARA CONCRETAGEM / ACESSOS Instalação obrigatória de corrimão/guarda-corpo. Instalação obrigatória de rodapés. 10 USO DE EPI / EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA / EPC 10.1 GERAL a) Manter ficha de EPI devidamente assinada pelo funcionário. b) Controlar e inspecionar periodicamente os EPIs, em especial botina. c) Manter estoque adequado de botina, capacete, luva de raspa, óculos de proteção, fita zebrada, máscara descartável, protetor auricular tipo plug, para substituição quando necessário CARPINTEIRO DE SERRA CIRCULAR - OBRIGATÓRIO USAR Protetor auricular. Protetor facial. Fechar cadeado do comando da serra quando sair da mesma. Luvas, capacete e botinas PEDREIRO Luvas tipo látex. Capacete, botina/botas.

17 10.4 ELETRICISTA DE MANUTENÇÃO Luvas para eletricista. Capacete e botas adequadas USO DE MAQUITA Protetor contra poeira. Protetor auricular. Óculos de proteção. Ligar a água. Treinamento específico. Luvas FURADEIRA Óculos de proteção. Protetor auricular. Protetor facial óculos. Treinamento específico. Máscara contra poeira. Luvas PONTEIRAS E TALHADEIRAS Luvas de raspa. Óculos de proteção. Máscara contra poeira FERRAMENTAS À PÓLVORA Solicitar informações específicas. A utilização exige treinamento específico. Uso proibido por profissional não autorizado PINTURA COM MATERIAL TÓXICO Deve haver sempre um funcionário habilitado acompanhando os trabalhos de quem executa. Manter escada de acesso onde necessário. Usar luvas de PVC.

18 Usar máscara adequada ao produto. Treinamento específico. Verificar os cuidados especificados pelo fabricante PROTEÇÃO DAS EXTREMIDADES DAS ARMADURAS EXPOSTAS Os arranques (esperas) de estacas, tubulões, blocos, pilares e outras extremidades de barras de aço expostas devem ser protegidas com peças próprias de PVC, mangueira plástica ou material apropriado. 11 HORÁRIO DE TRABALHO 11.1 DOMINGOS E FERIADOS Proibido trabalhar. Eventualmente, somente com autorização prévia, com solicitação protocolada na DRT, antecipadamente DESCANSO SEMANAL É obrigatório o descanso semanal. Se por necessidade houver trabalho em dia de descanso semanal remunerado, o empregado deverá gozar um dia de folga na semana seguinte HORA EXTRA É proibida além do limite de 02 horas diárias. 12 CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES 12.1 Organizar a CIPA, quando o número de funcionários for acima de A CIPA deve ser registrada na DRT. 13 SESMT - SERVIÇO ESPECIALIZADO EM SEGURANÇA E MEDICI- NA DO TRABALHO Dimensionamento: Grau Risco 3. TÉCNICO DE SEGURANÇA: ATÉ 25O EMPREGADOS.

19 Regras Gerais de Segurança

20 Regras Gerais de Segurança Conheça as regras gerais de segurança indicadas nesta publicação. A segurança é primordial para você. 3 Respeite as sinalizações de segurança. 3 Abstenha-se de todas as ações e todos os gestos que possam expor você e seus colegas ao perigo. 3 Utilize os equipamentos e aparelhos do canteiro unicamente para os fins aos quais são destinados. 3 Não desative ou neutralize os dispositivos de segurança. 3 Observe as interdições de não fumar em local proibido. 3 Não consuma bebidas alcoólicas no canteiro ou no seu local de trabalho. OBSERVE E PENSE ANTES DE AGIR 19

21 Segurança no alojamento 3 3 Guarde sua roupa no armário. 3 Conserve o alojamento limpo. 3 NÃO obstrua a ventilação do local. 3 NÃO guarde calçado ou roupa molhados no armário. 3 NÃO fume deitado. 3 NÃO utilize fiação elétrica para pendurar roupas. 3 Respeite seu colega, principalmente em seu momento de descanso. 20

22 3 Lave sempre as mãos e o rosto antes das refeições. 3 Ajude a manter o refeitório limpo. 3 Coloque os restos de alimentos nos recipientes tampados para evitar moscas no refeitório. Segurança no refeitório 3 Use talher para se alimentar. 3 Use copo individual. 3 Devolva seu prato ou bandeja no local indicado. 3 Lave sua marmita em local apropriado. 21

23 Instalações sanitárias 3 Lave as mãos antes e após usar o banheiro. 3 Use papel higiênico e coloque o papel usado no respectivo recipiente. 3 Dê descarga após usar o vaso/ bacia sanitária. Higiene pessoal 22 3 Conserve sua roupa de trabalho limpa. 3 Leve-a para casa e lave quando necessário.

24 Higiene pessoal Higiene pessoal conserva a saúde e proporciona bem-estar. 3 Escove os dentes pela manhã, à noite e após as refeições. 3 Enxugue bem os pés, entre os dedos e use meias para trabalhar. 3 Tome banho após o trabalho. 3 Mantenha os cabelos limpos e penteados. 3 Mantenha as unhas aparadas e limpas. 3 Evite o contato das mãos com a boca, olhos, nariz e ouvidos. 3 Beba somente água potável, em copo individual ou no bebedouro. 23

25 Atitude pessoal Não faça brincadeiras de mau gosto, pois elas podem resultar em acidentes graves. 3 Não traga qualquer tipo de arma para a obra. 3 NÃO faça algazarra, ela pode causar acidente. 3 Evite brincadeiras no horário de trabalho. 3 Não desvie a atenção de quem está trabalhando. 3 Mantenha e incentive clima de paz e harmonia. 24

26 3 O canteiro de obras apresenta riscos de acidente para a cabeça, para os pés e mãos permanentemente - fique atento! Equipamento de proteção 3 Use sempre capacete e botas. 3 Solicite a substituição do E.P.I. quando não estiver em condição de uso. 3 Guarde e conserve seu E.P.I. 3 Mantenha limpo seu calçado de segurança, suas luvas e sua máscara. 3 Limpe diariamente seu capacete, principalmente a carneira (parte interna). 3 Lave as botas de borracha ao término do trabalho. 25

27 Proteção coletiva PLATAFORMA DE PROTEÇÃO Chamada de bandeja, deve ser mantida em boas condições. GUARDA-CORPO Deve ser, normalmente, instalado ao redor de: 3 Lajes; 3 Poços de elevadores; 3 Passarelas; 3 Andaimes; 3 Em todas as aberturas de piso e de parede. Estes são alguns dos equipamentos de proteção coletiva: a bandeja de proteção que apara as quedas, o guarda-corpo e o rodapé. Eles são colocados na obra para sua proteção, portanto, ajude a conservá-los. Os equipamentos de proteção coletiva preservam sua vida. 3 NÃO retire a madeira da proteção para usá-la em suas tarefas, nem qualquer outro dispositivo de proteção coletiva da obra Quando for imprescindível retirar, recoloque a proteção ao final dos serviços. 3 Informe a existência de qualquer local desprotegido. 3 Participe e colabore com a CIPA.

28 Manutenção do equipamento de proteção coletiva TELAS DE PROTEÇÃO São instaladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de objetos. CORRIMÃO É instalado nas escadas e passarelas onde existe risco de queda. COBERTURA DE PASSAGEM É colocada em locais que apresentam risco de queda de materiais sobre pessoas. TAMPOS PROVISÓRIOS São colocados nas aberturas de piso, principalmente nos poços de elevadores e nas aberturas para dutos. Equipamentos de Proteção Coletiva - EPCs Eles existem na obra para sua proteção. Ajude a conservá-los. NÃO ESQUEÇA: Todas as aberturas das lajes do canteiro estão fechadas para evitar quedas de altura. 27

29 Equipamentos auxiliares - Andaimes 28 Não exceda o peso sobre o andaime. Lembre-se que há um limite de peso mesmo para estruturas de aço. Plataformas devem ser de tábuas de boa qualidade, sem nós ou rachaduras e não devem ser pintadas. 3 Os andaimes devem possuir estrado, guarda-corpo e rodapé. 3 Os andaimes devem ser montados e desmontados por pessoal qualificado. Eles devem ser ancorados a partes sólidas da construção. 3 Eles devem ser sólidos, resistentes e apresentar as garantias necessárias para impedir a queda de pessoas e de materiais. 3 Nunca utilize materiais nos andaimes de má qualidade ou tortos. Antes da montagem e da desmontagem de um andaime, verifique para que as pessoas não se aproximem da zona de risco. Isole a área com cavaletes. 3 Nunca utilize um andaime fachadeiro que não esteja estaiado e contraventado. 3 A base do andaime deve estar apoiada em elementos sólidos. Por exemplo, ela deve ser estável e com completa resistência à abrasão do sol. 3 A base do andaime não deve ser apoiada sobre tijolos ou blocos.

30 Carregamento de andaimes 3 O andaime não deve ser sobrecarregado além do limite de carga previsto, sendo necessário manter a carga de trabalho distribuída no estrado de maneira uniforme, sem obstruir a circulação. 3 Você não deve permitir o acúmulo de fragmentos, ferramentas ou quaisquer materiais sobre o andaime, de maneira a oferecer perigo ou risco a você ou a seus colegas. 29

31 Os andaimes fachadeiros devem ser solidamente amarrados à construção. Equipamentos auxiliares - Andaimes fachadeiros Não será realizado trabalho sob intempéries desfavoráveis (principalmente em prenúncio de chuva, durante a chuva ou ventos fortes), que exponham a riscos os trabalhadores da área. Equipamentos auxiliares - Plataforma suspensa Plataforma suspensa: 3 Deve ter catraca dupla, guarda-corpo e rodapé. 3 Tem que ser sustentada por cabos de aço Quando não estiver em uso, deve ficar travada à estrutura.

32 Equipamentos auxiliares - Cadeira suspensa/gôndola CADEIRA SUSPENSA - CADEIRINHA 3 É obrigatório o uso do cinto de segurança tipo pára-quedista, preso em trava-quedas. 3 Não utilize cadeiras improvisadas. 3 Os andaimes, balancins e cadeirinhas devem ser feitos com material resistente. 3 Os andaimes e balancins devem ter guarda-corpo, rodapé e estrado. 3 O balancim deve possuir catraca dupla e ser sustentado por cabos de aço. 3 Cabo de segurança fixado em estrutura independente do cabo da cadeirinha. Atenção: Acontecem muitos acidentes porque na hora de entrar ou sair do balancim ou da cadeirinha, o cinto de segurança está desengatado. GÔNDOLA 3 Espécie de andaime individual extremamente móvel para pequenos serviços e reparos na fachada. 3 Use sempre o cinto de segurança quando for trabalhar em balancim, cadeirinha e em altura superior a 2 metros. 31

33 Equipamentos auxiliares - Escadas de mão 3 As escadas de mão devem ser feitas pelo carpinteiro com madeira de boa qualidade. 3 A escada de mão deve ter seu uso restrito a acessos provisórios e serviços de pequeno porte. 32 Inclinação satisfatória 3 As escadas de mão poderão ter até 7.00 m (sete metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser uniforme, variando entre 0,25 m (vinte e cinco centímetros) a 0,30 m (trinta centímetros).

34 Equipamentos auxiliares - Uso das escadas A escada de mão deve sempre: 3 Ultrapassar em 1.00 m (um metro) o piso superior; 3 Ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento; 3 Ser dotada de degraus anti-derrapantes; 3 Ser apoiada em piso resistente; 3 Verifique as condições da escada antes de usar; 3 Substitua as escadas danificadas; 3 Não pinte a madeira; 3 Sem emendas ou gambiarras. 33

35 Equipamentos auxiliares - Escadas extensíveis Escadas corrediças: elementos sobrepostos de 1 m no mínimo, com o elemento superior sempre por baixo A escada extensível é dotada de dispositivo limitador de curso, colocado no quarto vão a contar da catraca. Caso não haja o limitador de curso, quando estendida, deve permitir uma sobreposição de no mínimo 1.00 m (um metro).

36 Equipamentos auxiliares - Escadas de abrir 3 A escada de abrir deve ser rígida, estável e provida de dispositivos que a mantenham com abertura constante, devendo ter comprimento máximo de 6,00 m (seis metros), quando fechada. 35

37 É proibido: 3 O uso de escada de mão com montante único. 3 O uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos. 3 Colocar escada de mão: - Nas proximidades de portas ou áreas de circulação. - Onde houver risco de quedas de objetos ou materiais. - Nas proximidades de aberturas e vãos. Escadas: Proibições 36

38 Escadas: Transporte 2.00 m 3 A escada de mão simples, quando for transportada por uma só pessoa, deverá estar com a parte dianteira baixa ou alta a 2 metros do piso, para que outros trabalhadores não sejam atingidos. Quando a escada for transportada por mais de uma pessoa, os carregadores deverão ser colocados por ordem de altura, sendo que o mais alto ficará na frente da fila. Montante superior Escadas: Armazenamento Gancho Montante inferior 3 A escada deve ser guardada presa à parede, para que ela não se deforme. Se for encostada na parede, devem ser colocados calços impedindo que ela caia. 3 Quando for presa à parede, deve ter o seu montante inferior apoiado em três ganchos e o montante superior em um gancho, no meio da escada. 37

39 Rampas e passarelas 3 A transposição de pisos com diferença de nível, superior a 0,40 m (quarenta centímetros) deve ser feita por meio de escadas ou rampas. 3 As escadas de uso coletivo, as rampas e as passarelas para circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé Devem ser construídas, no canteiro, rampas ou escadas para operários e rampas só para caminhões.

40 Proteção contra incêndio 3 Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro, para que eles sejam fáceis de acessar quando necessário. 3 Mantenha as saídas e as circulações da obra sempre desimpedidas. 3 Aprenda a manusear os extintores. 3 Conheça os sinais do alarme de incêndio. e O que fazer quando acontece um incêndio 3 É importante socorrer a vítima imediatamente. 3 Mas somente faça isso se você estiver treinado. 3 Mesmo que o acidente não seja grave, a empresa sempre deve comunicar às autoridades competentes. Isso é muito importante para garantir o atendimento futuro do acidentado. 3 Ligue para um dos números de telefone de atendimento médico disponíveis na administração da obra, para buscar socorro médico. 3 Quando acontece um acidente, principalmente o grave, pode ser iniciado um Processo Civil ou Penal. 39

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