ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

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1 ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

2 Objetivo: ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Analise de Balanços: Estudo da situação patrimonial da entidade, através da decomposição, comparação e interpretação do conteúdo das demonstrações contábeis, visando obter informações analíticas e precisas sobre a situação geral da empresa. Fornecer informações numéricas de dois ou mais períodos de modo a auxiliar ou instrumentar Acionistas, Administradores, Fornecedores, Clientes, Governo, Instituições Financeiras, Investidores e outras pessoas Físicas ou Jurídica interessadas em conhecer a situação da empresa ou para tomar decisões.

3 PARTIMOS DO PRINCÍPIO 1 - Uma boa análise deve ser feito com base nos conjuntos de índices da empresa. ENDIVIDAMENTO OU ESTRUTURA DE CAPITAL LIQUIDEZ OU SITUAÇÃO FINANCEIRA RENTABILIDADE OU SITUAÇÃO ECONÔMICA 2 - Que a análise do tripé pode ser feita em três níveis, de acordo com a necessidade dos usuários: INTRODUTÓRIO INTERMEDIÁRIO AVANÇADO

4 Analisamos todas as Demonstrações Contábeis Relevantes Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Exercício - DRE Demonstração de Origem e Aplicação de Recursos - DOAR Demonstrações de Lucros ou Prejuízos Acumulados Demonstração do Fluxo de Caixa Demonstração do Valor Adicionado Maior ênfase é dada para as duas primeiras demonstrações, uma vez que por meio delas, são evidenciadas de forma objetiva a situação financeira identificada no Balanço Patrimonial e a situação econômica identificada no DRE.

5 Yakult S.A Industria e Comércio BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO ATIVO PASSIVO R$ MIL R$ MIL R$ MIL R$ MIL Circulante Circulante Disponível Fornecedores Contas a Receber de Clientes Contas a Pagar Adiantamentos Salários e Encargos Sociais Estoques Obrigações Tributárias Títulos e Valores Imobiliários Provisão p/ Imp. Renda e Contribuição Soc Impostos a Recuperar Dividendos e Participações Despesas Antecipadas e Outros Créditos Exigível a Longo Prazo Realizavel a Longo Prazo Provisão p/ imp. Renda Diferido Emprestimos Compusórios Patrimonio Liquido Títulos a Receber e Outros Créditos Capital Social Permanente Reservas de Capital Investimento Reservas de Lucro Imobilizado Lucros acumulados Diferido TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO

6 Estrutura do Endividamento Referente a 1999 Cap. de Terceiro Cap. Próprio ,25 Em 1999, para cada um real que a empresa dispõe de capital próprio, R$ 0,25 são de capital de terceiro. Isto significa que a empresa está pouca endividada. Referente a 1998 Cap. de Terceiro Cap. Próprio ,32 Em 1998, para cada um real que a empresa dispõe de capital próprio, R$ 0,32 são de capital de terceiro. Isto significa que a empresa está pouco endividada. Referente a 1999 Passivo Circulante Exi. a LPz ,51 2,49 Cap. de Terceiro Cap de Terceiro Em 1999, o maior percentual de endividamento da empresa, foi a curto prazo, c/ 97,51 %, e apenas 2,49 % de endividamento a longo prazo. Referante a 1998 Passivo Circulante Cap. de Terceiro ,00 Em 1998, a empresa não possuiu endividamento a longo prazo, estando concentrado todo o seu endividamento à curto prazo, totalizando 100 %.

7 Indice de Liquidez Liq. Corrente = Ativo Circulante Passivo Circulante Referente a 1999 Referente a 1998 Liq. Corrente = AC Liq. Corrente = AC ,74 2,43 PC PC Referente a 1999 Em 1999 a cada um real de divida a curto prazo, a empresa obtem R$ 2,74 imediatamente disponíveis e conversiveis em curto prazo em dinheiro. Isto significa que a empresa possui condições de quitar as suas dívidas a curto prazo. Referente a 1998 Em 1998 a cada um real de divida a curto prazo, a empresa obtem R$ 2,43 imediatamente disponíveis e conversiveis em curto prazo em dinheiro. Isto significa que a empresa possui condições de quitar as suas dívidas a curto prazo. Vale apena observar que mesma a empresa obtendo uma liquidez corrente em 1999 de R$ 2,74 aparentemente boa, não podemos identificar através dele, se os recebimentos ocorrerão em tempo p/ pagar as dívidas que estão p/ vencer. A empresa pode estar em crise de liquidez, pois grande parte dos vencimentos das obrigações a curto prazo se concentram no próximo mês, enquanto os recebimentos ocorrerão dentro de 90 dias.

8 Liquidez Geral = Ativo Circulante + R.Lpz Passivo Circulate + Ex.Lpz Referente a 1999 Referente a 1998 Liquidez Geral = Liquidez Geral = , ,44 Em 1999, indica que p/ cada um real de dívida totais c/ terceiros, a empresa dispõe de R$ 2,68. de bens e direitos a curto e longo prazo p/ saldar suas dívidas. A empresa possuia condições de quitar suas dívidas a longo prazo. Em 1998, indica que p/ cada um real de dívida totais c/ terceiros, a empresa dispõe de R$2,44. de bens e direitos a curto e longo prazo p/ saldar suas dívidas. A empresa possuia condições de quitar suas dívidas a longo prazo. Referente a 1999 Referente a 1998 Liq. Seca = At.Circ. - Estoque Liq. Seca = At.Circ. - Estoque ,24 Passivo Circulante Passivo Circulante Para cada um real de dívida, a empresa tem disponíveis e conversíveis R$ 2,24. A empresa possuia condições de pagar suas dívidas sem utilizar seu estoque. Para cada um real de dívida, a empresa tem disponíveis e conversíveis R$ 2,16. A empresa possuia condições de pagar suas dívidas sem utilizar seu estoque.

9 DEMONSTRATIVO DO RESULTADO DO EXERCICIO ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO Receita Operacional Descontos e Abatimentos (3.223) (3.290) Impostos Faturados (56.669) (60.134) Receita Operacional Liquida Custo dos Produtos Vendidos (70.870) (66.955) Lucro Bruto Receita e Despesas Operacionais Despesas com Vendas ( ) ( ) Despesas Administrativas (20.885) (22.007) Receitas Financeiras Liquidas Outras Despesas Operacionais (1.529) (831) Lucro Operacional Resultado ñ Operacional (805) (6.193) Lucro Antes dos Impostos Imposto de Renda e Contribuição Social (16.248) (22.255) Lucro Liquido do Exercicio

10 Rentabilidade Referenta a 1999 Margem Bruta = Lucro Bruto Receita Liquida ,24% de ganho bruto (retorno bruto) e 30,76 % de custo. Referente a 1998 O custo consumiu 30,76 % da receita liquida da empresa, ou seja o custo foi remunerado em 1999 Margem Bruta = ,48% de ganho bruto (retorno bruto) e 27,52 % de custo. O custo consumiu 27,52 % da receita liquida da empresa, ou seja o custo fou remunerado em Marg. Liquida = Lucro Liquido Receita Liquida Referente a 1999 Marg. Liquida = ,94 A empresa em 1999, obteve 10,94% de retorno liquido, remuneração do CMV e despesas da empresa foram de 89,06%. Referente a 1998 Marg. Liquida = , A empresa em 1998, obteve 16,56% de retorno líquido, remuneração do CMV e despesas da empresa foram de 83,44%.

11 Referente a 1999 Retorno do Investimento Lucro Liquido ,11% Ativo Total Indica o retorno do lucro líquido sobre o valor do ativo total que foi de 9,11 %, ou seja o lucro líquido do exercício corresponde a 9,11 % do seu Ativo Total. Retorno do Patrimonio Liquido Lucro Liquido ,40% Patrimonio Liquido Indica que o lucro liquido sobre o patrimonio liquido foi de 11,40 %, ou seja, o patrimonio liquido foi remunerado em 11,40 %. Referente a 1998 Retorno do Investimento Lucro Liquido ,54% Ativo Total Indica o retorno do lucro líquido sobre o valor do ativo total que foi de 14,54 %, ou seja o lucro líquido do exercício corresponde a 14,54 % do seu Ativo Total. Retorno do Patrimonio Liquido Lucro Liquido ,21% Patrimonio Liquido Indica que o lucro liquido sobre o patrimonio liquido foi de 19,21 %, ou seja, o patrimonio liquido foi remunerado em 19,21 %.

12 FACULDADE MACHADO DE ASSIS Componentes da Turma de Ciências Contábeis ALEXANDRE SILVÉRIO 6ª P ALECSANDER KENSE CAITANO OKASAKI 8ª P IVANO BERNARDINO DO CARMO 8ª SABRINA RODRIGUES DA SILVA 6ª VANESSA PACHECO KUTIANSKI 6ª DANIELE ABRAHÃO DE FREITAS 6ª

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